A Lojacorr, rede de corretoras de seguros independentes do País, produziu R$ 70 milhões em maio em todos os segmentos. O crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior representou 28,21% em seguros (R$ 64,9 milhões). No período de janeiro a maio de 2021, as vendas totalizaram R$ 362 milhões em prêmios de todos os segmentos (seguros, consórcios e demais), o que representou um crescimento global de 30%. Todos os principais ramos comercializados apresentaram alta, com destaque para: Rural 246%, RD Equipamentos 199%, Transporte 126%, Saúde 121%, Odontológico 56%, Vida 37%, Responsabilidade Civil 35%, Automóvel 25%, Residencial 24% e Náutico 13%.
Segundo o diretor Comercial (CCO) da Rede Lojacorr, Geniomar Pereira, no mês de maio, 21 novas corretoras de seguros (PJ’s) entraram para o ecossistema da Lojacorr. “Em termos percentuais, considerando apenas os ramos de seguros, seguimos com um crescimento expressivo, uma performance excepcional, que só comprova a força da Rede”, afirma.
A Lojacorr vem buscando ser uma facilitadora para a comunidade da proteção por meio de programas como o ‘Indica Mais’, além de parcerias com novas companhias e empresas que possam auxiliar o corretor de seguros na sua atuação junto ao cliente. “O intuito é oferecer as melhores ferramentas do ecossistema de seguros para os brasileiros com as mais inovadoras soluções do mercado, além de tecnologias eficientes e o fator humano para atender as necessidades globais do segurado”, finaliza o gestor.
No mês em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Chubb vai promover ações especiais, voltadas a sensibilizar clientes, parceiros e corretores da importância do tema. Em parceria com a SOS Mata Atlântica, a seguradora formatou projeto para colaborar com a preservação de um dos biomas mais ameaçados do país. Ao longo de junho, a cada apólice de seguros do segmento de Pequenas e Médias Empresas fechada com os parceiros da companhia, será plantada uma árvore em região de importância para projetos de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica definidos pela ONG. Além do plantio, os técnicos e colaboradores da entidade acompanham cada muda ao longo de cinco anos, a fim de garantir a efetividade das ações.
Em paralelo com a iniciativa, a primeira transmissão do mês do Chubb Digital, evento virtual semanal direcionado aos corretores de seguros, realizada em 1º de junho, teve a participação especial da ativista ambiental e comunicadora Fernanda Cortez e do geógrafo, educador e ambientalista Gustavo Veronesi. Fernanda é idealizadora da Menos 1 Lixo, a maior plataforma brasileira com foco nos temas relacionados à sustentabilidade e ao consumo consciente, com 1,5 milhão de visitantes únicos por mês. Veronesi tem mais de 20 anos de atuação em organizações do terceiro setor e atualmente é coordenador do Programa Observando os Rios, da SOS Mata Atlântica.
Nas próximas edições do Chubb Digital também serão abordados temas relacionados ao assunto. Entre eles, os detalhes do Seguro de Riscos Ambientais Chubb. A seguradora é líder mundial e líder no segmento pelo 6º ano consecutivo no Brasil e está otimista com o aumento do interesse das empresas no produto. Em 2020, o ramo apresentou um crescimento de 21% no volume de prêmios captados, na comparação com o ano anterior, de acordo com dados de mercado divulgados pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Esse desempenho não é uma novidade. Nos últimos tempos, o volume de vendas desse tipo de produto cresce consistentemente a taxas de dois dígitos a cada ano.
Nesse cenário, a Chubb vislumbra um enorme potencial para os corretores interessados em levar essa proteção a seus clientes. “A incorporação dos valores ESG (sigla que vem do inglês Environmental, Social and Governance) de forma estruturada à cultura corporativa e, consequentemente, na gestão de riscos, é apontada como uma das principais tendências para esta década”, destaca Fábio Barreto, head para a América Latina da carteira de Riscos Ambientais da Chubb. “Como o seguro ambiental tem um caráter socioambiental e toda a estrutura da seguradora está voltada a ajudar os clientes a aprimorar seus processos de governança na área ambiental, nosso produto é ideal para empresas realmente comprometidas e aderentes com as questões ESG”, conclui.
O Chubb Digital foi lançado em março de 2020 e já contou com a participação de milhares de corretores. A cada mês, a seguradora mapeia os temas relevantes para os parceiros e coloca seus especialistas para desenvolverem conteúdo e participarem das transmissões ao vivo. O sucesso da iniciativa se traduz no aumento da procura pelos treinamentos. “Em 2020, ao adotarmos o modelo atual do Chubb Digital, em apenas seis meses tivemos o dobro do número de participantes registrado em todo o ano anterior”, revela Rodrigo Albuquerque, diretor Comercial do Canal Corretor Brasil da Chubb.
O lucro líquido do mercado segurador recuou quase 40%, de R$ 5 bilhões de janeiro a abril de 2020 para R$ 3,1 bilhões no mesmo período deste ano, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. A Bradesco Seguros, que lidera o ranking há décadas, é a principal responsável pela queda do ganho do setor, mas foi acompanhada em menor escala pelas cinco maiores.
O grupo Bradesco saiu do bilhão de reais para milhão. No primeiro quadrimestre, o lucro líquido recuou de R$ 1,52 bilhão para R$ 838 milhões, segundo dados oficiais reportados ao órgão regulador. A ganho da Caixa registrou queda de R$ 771 milhões para R$ 673 milhões. O mesmo aconteceu com Banco do Brasil, passando de R$ 659 milhões para R$ 618 milhões. Porto Seguro recuou de R$ 406 milhões para R$ 275 milhões no primeiro quadrimestre deste ano.
São diversas as razões para um ganho menor. Algumas companhias registraram efeitos extraordinários como compra e venda de carteiras. Outras tiveram maiores perdas com pandemia, como alta no volume de indenizações de seguros de vida, diante das mais de 460 mil mortes registradas no Brasil por Covid-19. O risco pandemia não estava previsto em boa parte dos contratos, mas foi acordado que as seguradoras pagariam indenizações até mesmo para evitar uma judicialização em torno do assunto, uma vez que a morte poderia ser declarada por Covid-19 ou por outro motivo qualquer, como insuficiência respiratória, falências de órgãos entre outros.
A queda nas vendas neste período analisado também prejudicou o lucro, uma vez que .reduziu o volume de recursos aplicados no mercado financeiro. Depois de seis anos no mais baixo patamar já visto no Brasil, de 2,5% ano, em marco deste ano o governo elevou a Selic para 2,75%. A boa notícia para os acionistas é que as vendas voltaram a crescer a partir de março e a taxa Selic entrou num ciclo de alta. Claro que o ganho com os avanços proporcionados pela tecnologia, como maior capilaridade de vendas e redução de custos administrativos ajudou bastante elevar a eficiência operacional.
Com a expectativa de alta da taxa básica de juros para este ano, a projeção das companhias é recuperar o lucro até o final de 2021. Segundo o boletim Focus, divulgado ontem, dia 7, a projeto da Selic é de 5,75% ao ano para o fim de 2021 e 6,5% ao ano no de 2022. Algumas companhias registraram perdas com aplicações financeiras.
Referência em investimento responsável, a SulAmérica Investimentos realiza na próxima quinta-feira (10), a partir das 9h, um grande evento sobre a adoção de critérios ambientais, sociais e de governança – conhecidos pela sigla em inglês ESG – no mercado financeiro. O Conexão ESG será realizado de forma totalmente online e espera receber mais de 5 mil participantes, entre investidores institucionais e público em geral.
“O investimento responsável é uma exigência crescente do investidor e também é uma convicção da SulAmérica Investimentos, que atua há mais de uma década a partir de uma cultura ESG na entrega da saúde financeira, um dos pilares do nosso posicionamento de Saúde Integral. Estamos felizes em promover este evento para fomentar ainda mais o debate sobre sustentabilidade no mercado”, afirma Marcelo Mello, Vice-Presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.
A SulAmérica Investimentos foi uma das primeiras assets, ainda em 2009, a se tornar signatária dos Princípios para o Investimento Responsável, rede apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com mais de 1.500 signatários em mais de 50 países, que representam mais de US﹩ 60 trilhões em ativos administrados, visando a estruturar um sistema financeiro global eficiente e sustentável. Além disso, há mais de dez anos, a asset lançou uma estrutura de governança para melhorar a tomada de decisões e passou a inserir indicadores no processo de investimentos para gestores de portfólio relacionados a ESG. A gestora tem, ainda, dois produtos temáticos ESG: o SulAmérica Total Impacto FIA e o SulAmérica Crédito ESG.
Programação
Três painéis de discussão serão realizados ao longo da programação, que terá abertura de Ricardo Bottas, CEO da SulAmérica, e do vice-presidente de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica, Marcelo Mello. O primeiro fórum, de título “Decisões que Transformam – Práticas ESG”, acontecerá às 9h15 e terá participação do superintendente de Renda Variável da SulAmérica, Juan Morales, e da head de Crédito Privado da SulAmérica, Daniela Gamboa, com mediação da CEO da Resultante Consultoria, Maria Eugênia Buosi .
Às 10, a Gerente de Projetos Educacionais na ONG Vaga Lume Lia Jamra, vai falar sobre a parceria entre a SulAmérica Investimentos e a ONG Vaga Lume, segundo a qual toda a receita da taxa de administração do Fundo Total Impacto FIA é direcionada para o projeto, que tem como missão construir bibliotecas na Amazônia para incentivar a leitura na primeira infância.
Depois, às 10h10, Tasso Azevedo, empreendedor, consultor e especialista em sustentabilidade e clima, e Cátia Tokoro, conselheira e coordenadora do Comitê de Sustentabilidade da SulAmérica, debatem no painel “Agenda Climática: Desafios e Impactos no Mundo Corporativo”.
Por fim, às 11h, o diretor-presidente da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), Luís Ricardo, o sócio-fundador e diretor executivo da Consultoria Aditus, Guilherme Benites,e o diretor de participações da Previ, Denísio Liberato, discutem sobre “Sustentabilidade e Finanças”, com mediação do vice-presidente de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica, Marcelo Mello. O mestre de cerimônia será o superintendente de Investimentos da SulAmérica, André Caram.
Com R﹩ 45 bilhões de ativos sob gestão, a SulAmérica Investimentos é uma das maiores assets independentes do Brasil. Fundada em 1996, administra os recursos dos clientes com transparência, rigoroso controle de risco, foco em retornos consistentes e visão de longo prazo. Há 11 anos consecutivos, a SulAmérica conquista a nota máxima na avaliação de gestores de fundos de investimentos da Standard & Poor’s (AMP-1 – Muito forte). O portfólio diversificado com produtos de previdência e investimentos traz opções customizadas para cada perfil de cliente e estratégia.
A Icatu Seguros passará a ser identificada por uma nova logomarca. Uma mudança implementada quando a empresa se prepara para completar 30 anos de mercado. Desde maio, o consumidor passa a encontrar em todos os canais de relacionamento da seguradora 100% brasileira uma marca mais humanizada e acolhedora, que revela o desejo da Icatu de estar ainda mais próxima do cliente, pra toda vida. Com lançamento de produtos e serviços com base tecnológica, por meio de parcerias no mercado B2B2C, a Icatu também amplia sua carteira com as fintechs. Nos últimos cinco anos, a empresa calcula investimentos em tecnologia que ultrapassam a marca de R$ 600 milhões, sendo que, deste montante, R$ 190 milhões são anunciados para 2021.
“Seguros é o nosso DNA, é o nosso core business, é o mercado que desbravamos como pioneiros há 30 anos e em que hoje somos protagonistas. A opção pela mudança da logomarca e posicionamento é iluminarmos ainda mais a nossa marca-mãe, que é o carro-chefe de toda a nossa arquitetura de marcas de produto e unidades de negócio”, afirma o CEO da Icatu, Luciano Snel.
Junto com a nova logomarca, a empresa passa a adotar a tagline “Vida. Pra Toda Vida” que acompanhará a assinatura da marca Icatu – que também passa a ter como posicionamento o binômio tranquilidade financeira e qualidade de vida. O marco de lançamento da nova logomarca e posicionamento é uma campanha com estreia nacional prevista para 7 de junho, na qual a seguradora apresenta um filme que faz uma ode à vida por meio da mensagem da canção “O Que É, O Que É”, de Gonzaguinha.
As mudanças reforçam a proposta da Icatu ser uma seguradora ágil, flexível e mais humanizada, capaz de se adaptar ao negócio do parceiro, de forma altamente personalizada. A Icatu continuará a operar com Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos . “Estamos prontos para ter qualquer tipo de parceiro com uma proposta de valor que se conecte com a nossa para que, somadas, impactem diferentes mercados com soluções e produtos de ponta em matéria de proteção e planejamento financeiro”, afirma Snel.
Ainda de acordo com o CEO da Icatu, a companhia mira também outros mercados além de seus mais de 200 parceiros de serviços financeiros. “Sabemos operar com diferentes segmentos de mercado e canais de distribuição, quer sejam bancos, cooperativas, varejistas, insurtechs e fintechs. Buscamos parceiros estratégicos que tenham a mesma ambição que a nossa: democratizar a proteção e o planejamento financeiro a toda a população”, reforça Snel.
Neste sentido, a Icatu está ainda mais focada em desenvolver soluções mais simples e intuitivas – a partir da inovação e da tecnologia – para uma sociedade mais exigente, que busca eficiência, customização e menor tempo de resposta. Até mesmo produtos considerados tradicionais, como Seguros de Vida e Previdência Privada, podem ser acessados de forma ainda mais simples, proporcionando mais qualidade na experiência do cliente em toda a sua jornada de compras. Todas as iniciativas da companhia são desenvolvidas com as melhores práticas ágeis e de governança para atender às necessidades de clientes, corretores e parceiros. A Icatu utiliza o conceito de nuvem, virtualização, hiperconvergência e melhores práticas em desenvolvimento de infraestrutura, arquitetura de APIs, além de possuir uma moderna arquitetura de dados.
Para 2021, a previsão de investimento nesta pasta, até dezembro, gira em torno de R$190 milhões, contemplando 16 novos projetos, o que envolve a contratação de aproximadamente cem profissionais de TI neste ano. “A Icatu atua como uma plataforma de insurance-as-a-service, aberta e multicanal para desburocratizar produtos de Vida e Previdência, por exemplo, mostrando como são simples, flexíveis, fáceis de acessar e para todo tipo de público”, lembra Luciano Snel. No ano passado, a companhia ampliou seus canais digitais de autoatendimento e soluções em vendas online para corretores e parceiros diante de um investimento de R$120 milhões em tecnologia e inovação.
A Icatu é uma seguradora multicanal – por operar com diferentes segmentos de mercado e canais de distribuição – oferecendo solução completa de capacitação e desenvolvimento de força de vendas ao parceiro. “Nossas parcerias englobam a maior parte do sistema financeiro e cooperativista do país. No digital, nossa presença também cresceu através de parcerias com relevantes plataformas do Brasil. O intuito é ampliar a penetração da cultura do seguro no país, transformando complexidade em simplicidade, usando inclusive canais remotos”, reforça o CEO da Icatu.
Novo posicionamento reforça humanização da marca
O diretor de Marketing da Icatu, Rafael Caetano, explica que a alteração de logomarca da empresa não implicará em qualquer tipo de mudança sob o ponto de vista da operação, do negócio em si. A Icatu continuará a operar como uma seguradora independente em Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos. “O nosso propósito enquanto empresa e o propósito de cada funcionário da Icatu não é vender seguros; mas, sim, trabalhar para garantir que cada pessoa, cada família que confia no nosso trabalho possa estar financeiramente protegida, assistida, e, assim, que viva melhor com mais qualidade de vida”, afirmou.
Caetano: “Neste momento, as pessoas estão se permitindo falar sobre assuntos desconfortáveis como a vulnerabilidade da vida”
A mudança é anunciada no contexto que o mundo e o Brasil atravessam a pandemia causada pela Covid-19. Neste momento de muita dor em função das milhares de perdas de vidas, a Icatu entende que é preciso estar ainda mais próxima das pessoas, seja apoiando as famílias que estão em busca de mais informações sobre os produtos e serviços oferecidos pela seguradora, seja através do acesso mais ágil e humanizado por meio de seus canais de atendimento ao cliente. “Neste momento, as pessoas estão se permitindo falar sobre assuntos desconfortáveis como a vulnerabilidade da vida. Com a Covid-19, clientes e consumidores estão buscando conhecer melhor as soluções disponíveis no mercado para decidir sobre a proteção e o planejamento financeiro de sua família”, comentou Rafael Caetano.
Uma história marcada por protagonismo em inovação fez da Icatu uma das maiores seguradoras do Brasil. Graças a uma estratégia integrada de crescimento, a Icatu possui 8 milhões de negócios ativos e mais de R$ 60 bilhões em ativos sob sua gestão, contemplando a Icatu Vanguarda – empresa de investimentos do Grupo Icatu. A empresa atua em todo o território nacional – são 38 filiais no país e uma rede de 14 mil corretores. A seguradora é responsável pela geração de 2 mil postos de trabalhos diretos, com perspectiva de finalizar o ano com uma equipe de 2,4 mil pessoas.
Desempenho – Em um ano extremamente desafiador para o ambiente de negócios, por conta da pandemia, a Icatu manteve seu histórico de crescimento. Em 2020, a empresa teve resultados operacionais robustos em Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos com o faturamento de R$ 8,4 bilhões, mantendo ROE (retorno sobre o patrimônio) acima de 20%. A Icatu atingiu R$ 642 milhões em resultado com operações de seguros no ano passado, e lucro de R$ 292,4 milhões – o segundo melhor ao longo de sua trajetória. O patrimônio líquido da seguradora chegou a R$ 1,7 bilhão, crescimento de 23% em relação a 2019.
No ano passado, a Icatu beneficiou mais de 90 mil famílias com a distribuição de R$ 900 milhões entre pagamentos de rendas, benefícios e sorteios. A cada 5 minutos, a Icatu ajudou uma família a estar financeiramente assistida em 2020.
O mercado financeiro vive um momento de otimismo com a surpresa do crescimento de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, divulgado na semana passada, com uma onda de revisões nas apostas para o ano. Nesta semana, o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (7) pelo Banco Central, a projeção mediana para o crescimento do PIB este ano subiu de 3,96% para 4,36%. “Algumas ressalvas importantes devem ser feitas em relação a esse cenário mais positivo das últimas semanas: a primeira é que a situação fiscal ainda é muito delicada e, assim que o “empurrão” da inflação mais alta que o esperado passar, deve voltar a se manifestar com mais intensidade”, comenta Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.
Na última semana o Ibovespa voltou a bater sua máxima histórica e os juros longos tiveram queda, justamente em um momento em que os juros de curto prazo estão sendo elevados pelo Banco Central (a projeção para Selic ao final deste ano manteve-se em 5,75%), o que é um sinal positivo de credibilidade na política monetária. Já o dólar caiu para a faixa dos R$/US$ 5,10, recuperando as perdas de 2021.
Em grande parte, o fôlego da economia foi puxado pelas exportações e pelo boom das commodities, o que ajuda a entender o contrassenso de o Brasil estar em rápida retomada, mesmo diante dos impactos graves da pandemia. “Esse tipo de recuperação “sem emprego” pode alterar o padrão da demanda das empresas, inclusive de seguradoras. Como a economia se recuperou mais rapidamente que o mercado de trabalho e a renda, a demanda por seguros por parte de empresas tem se expandido a taxas mais altas que a demanda por parte das famílias”, acrescenta o economista.
No último sábado, 5 de junho, foi celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada pela Organização das Nações Unidas com o objetivo de dar luz aos problemas ambientais e ao valor da preservação dos recursos naturais. Entendendo essa importância e a necessidade de oferecer segurança ao transporte de mercadorias e resíduos que possam ser danosos ao meio ambiente em casos de imprevistos, o Porto Seguro Transportes lançou há um ano o seguro de Responsabilidade Civil Ambiental Transportes.
De acordo com dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, somente nos primeiros quatro meses deste ano, 52,7% dos registros de emergências químicas identificados pelo órgão foram provenientes de acidentes com transporte rodoviário. Dados como esse reforçam ainda mais a existência de uma solução com foco neste tipo de imprevisto, como destaca a gerente do Porto Seguro Transportes, Rose Matos. “Neste período do ano em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, bem como nosso primeiro ano de atuação com uma solução que assiste aos incidentes deste escopo, é o momento de repensarmos nossas atitudes. No transporte de cargas de risco, contar com uma maior segurança no trajeto e para casos de incidentes, é fundamental para que toda a cadeia de pessoas impactadas por esse transporte esteja protegida”.
O seguro de Responsabilidade Civil Ambiental Transportes da Porto Seguro surgiu da aliança com a AIG e foi desenvolvido especialmente para imprevistos nos transportes de mercadorias e resíduos perigosos ou poluentes, oferecendo coberturas e contenção para danos que a carga possa causar ao meio ambiente e à propriedade de terceiros. O produto pode ser contratado por embarcadores (donos de mercadorias) e por empresas transportadoras. A vigência da apólice é de 12 meses e o limite de garantia mínimo é de R$50 mil, com o máximo de R$1 milhão.
São consideradas cargas perigosas: líquidos inflamáveis, produtos transportados em alta temperatura, explosivos, gases, materiais sólidos inflamáveis, substâncias oxidantes, tóxicas, infectantes ou radioativas, produtos corrosivos e outras cargas específicas. Entre as coberturas básicas, o RC Ambiental Transportes garante: danos pessoais e danos materiais causados a terceiros; despesas de limpeza resultantes de condições de poluição da carga transportada; custos de monitoramento, remoção de contaminação do solo, águas de superfície e lençóis freáticos.
Ainda é possível incluir a cobertura adicional de poluição decorrente de eventos não acidentais durante o transporte da carga, além de diferenciais como cobertura para poluição decorrente do tanque de combustível e fluídos automotivos dos veículos transportadores. Além disso, o segurado terá acesso também à parceria com empresa de atendimento emergencial com 0800 para emergências ambientais; e Plano de Ação de Emergência – PAE.
“As reformas e construções encontram-se em ritmo acelerado e esta é uma excelente oportunidade para nossos corretores parceiros diversificarem suas carteiras e ofertar um seguro que muitas vezes é até exigido em contrato, como em algumas reformas em shopping centers, por exemplo,” informa Ana Medori, gestora da área de construção civil da ESSOR Seguros.
O seguro é voltado para riscos de pequeno e médio porte como reformas residenciais, comerciais, rurais e ampliações. O segurado contará com uma ampla gama de coberturas que vão desde a básica de construção civil, instalação e montagem, como adicionais importantes como despesas extraordinárias, responsabilidade civil, desentulho, despesas de salvamento, entre outras. Na própria plataforma é possível contratar o seguro com cartão de crédito ou boleto bancário.
A plataforma de riscos de Engenharia da ESSOR propicia outros serviços ao corretor como acompanhamento das cotações, informações das apólices, status de pagamento, segundas vias e aviso de sinistro. “Este produto foi idealizado com o objetivo de propiciar eficiência ao corretor de seguros, pois é fato que este tipo de seguro demanda agilidade no processo de contratação, que é feito em questão de minutos”, destaca Roberto Uhl, Head de canais digitais.
Para conhecer o produto, o corretor deve se cadastrar na seguradora acessando o site www.essor.com.br, na opção “Portal Corretor”.
O setor supervisionado Superintendência de Seguros Privados (Susep) arrecadou R$ 92,69 bilhões nos quatro primeiros meses de 2021, o que corresponde a R$ 12,18 bilhões a mais do que no mesmo período de 2020. Em termos percentuais, o primeiro quadrimestre de 2021 apresentou um crescimento de 15,1% em relação ao mesmo período de 2020. Somente em abril de 2021, o setor arrecadou R$ 21,5 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 36,5% em relação a abril de 2020, segundo a Síntese Mensal dos principais dados relativos ao desempenho do setor de seguros até abril de 2021.
Os seguros de pessoas foram responsáveis pela arrecadação de R$ 54,05 bilhões este ano, o que representa uma alta de 20,2%, ou R$ 9,09 bilhões, em relação ao primeiro quadrimestre de 2020. As contribuições do VGBL cresceram 96,7% na comparação entre abril de 2020 e abril de 2021, tendo atingido o montante de R$ 38,31 bilhões no acumulado deste ano.
A sinistralidade do seguro de vida atingiu o valor de 97,3% em abril deste ano, maior valor registrado desde 2015 e que corresponde a mais do que o dobro da sinistralidade observada em abril de 2020, quando foi de 42,5%. O seguro de vida em grupo foi um dos responsáveis por esse aumento, passando de 45,4% em abril de 2020 para 102,3% em abril de 2021.
Os seguros de danos apresentaram um crescimento de 11,8% na arrecadação de prêmios no acumulado de 2021, quando comparado com 2020. Foram movimentados R$ 26,98 bilhões nos quatro primeiros meses de 2021, face aos R$ 24,13 bilhões do mesmo período em 2020. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 11,33 bilhões no acumulado do ano, valor 3,9% superior ao do mesmo período em 2020. Na comparação entre abril de 2021 e abril de 2020, houve um crescimento de 7,9% nesta linha de negócio, com uma arrecadação de prêmios de R$ 2,71 bilhões.
Os seguros de riscos cibernéticos registraram receita acumulada de R$ 28 milhões em abril de 2021, um crescimento de 173,7% em relação ao volume de prêmios acumulados no mesmo período do ano passado, R$ 10,24 milhões. Na comparação entre as receitas de abril deste ano e abril de 2020, o crescimento de prêmios arrecadados foi de 176,6%.
Na mesma velocidade em que a tecnologia evolui, os crimes cibernéticos também crescem. Só os ataques ransomware em 2019 custaram aos Estados Unidos cerca de US$ 7.5 bilhões. No Brasil, os números também impressionam. De acordo com o AV-Test – The Independent IT Security Institute, em 2020, foram 137,75 milhões de novas amostras de malware. No mesmo ano, 50% dos computadores de escritório e 53% dos computadores domésticos não só foram infectados, como reinfectados por vírus, segundo dados da Webroot Threat Report. Atualmente, o Brasil é um dos países que mais sofre com ataques de segurança digital no mundo e, segundo levantamento da Ponemon, os prejuízos às organizações afetadas são na ordem de R$ 3,96 milhões.
De acordo com Rogério Brito Reis, diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros, com especialização no tema pela Cyber Insurance Academy, “se pensarmos que o lucro global obtido por crimes cibernéticos é estimado em trilhões de dólares por ano e este lucro é maior do que o faturamento de muitas empresas em conjunto e até mesmo do que o comércio mundial de drogas ilegais, a tendência é aumentar significativamente”, afirma. “Há especialistas que dizem que, provavelmente, haverá uma pandemia causada por um vírus de computador.”
A questão central é a falta de investimento em cyber security, incluindo a contratação de uma apólice de seguro cyber. “Salvo algumas multinacionais, que aderiram ao seguro cyber por meio de seus programas globais, e poucos empresários preocupados com a mitigação de seus riscos, o mercado brasileiro ainda não aderiu à proteção contra ataques cibernéticos como deveria. Apesar das consultas por este produto terem aumentado recentemente, já que mais pessoas estão trabalhando em casa – o que aumenta os riscos -, ainda temos um número muito baixo de contratação de apólices”, explica o especialista.
A cada período, surgem novas modalidades, que vão do ransomware (sequestro de dados) e trojans (vírus tipo cavalo de troia) ao phishing (em que os hackers “pescam” dados dos usuários, lançando uma “isca”), smishing (mensagem de texto SMS ou whatsapp) e cryptojacking (mineração de criptomoedas). A tendência é que os riscos e os ataques sigam aumentando e com prejuízos cada vez mais relevantes para as organizações.
Quanto mais informação gerenciada por uma empresa (dados corporativos e pessoais), como por exemplo cartões de crédito, identidade, passaporte, relação de clientes, prontuários médicos entre outros, maior o risco de sofrer cyber attacks, bem como maiores prejuízos serão causados.
Segundo Reis. “Sua empresa depende da tecnologia para gerenciar o seu negócio e informações? Então, ela está vulnerável”, afirma. “Há quem pergunte: ‘será que minha empresa sofrerá um ataque cibernético?”, e eu penso que a pergunta devia mudar para “quando sofrerei um ataque cibernético e se estarei preparado para responder ao mesmo e ter continuidade do negócio? ’”.
E o que fazer para proteger a empresa desse tipo de ataque?
Vale ressaltar que, para garantir a proteção das informações, há várias ações a serem tomadas pelas empresas, em especial, investir em antivírus e firewalls, fazer backups frequentes, estabelecer políticas de segurança de informação, realizar treinamentos e, não menos importante, contratar uma apólice de seguro Cyber. Esse serviço, oferecido por conceituadas seguradoras e intermediado pelo time da Howden Harmonia, oferece amplas coberturas, como:
Cobertura dos custos de defesa e danos causados a terceiros decorrentes de uma violação de segurança de dados por ataque cibernético;
Garantia para os custos com a investigação e mitigação de danos decorrentes de violação de privacidade;
Garantia do pagamento de extorsão e despesas na investigação administrativa, além de custos de defesa e de restituição de imagem.
Lucros Cessantes
Outros
“A atualização tecnológica é muito dinâmica e evolui a passos largos. Até o final desse texto, os dados apresentados podem não ser mais os mesmos, por isso é fundamental que as empresas estejam protegidas”, finaliza o especialista.
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