Tokio Marine disponibiliza Pix para pagamento em todo o Brasil

Fonte: Tokio Marine

Sempre em busca de soluções que agreguem comodidade e facilidade à rotina dos seus Clientes, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, acaba de incluir o Pix como uma de suas opções de pagamento. O novo meio de transferência bancária instantânea criado pelo Banco Central pode ser utilizado pelos Clientes para pagamento de parcelas dos Seguros Auto, Residencial, Condomínio, Empresarial, Vida e Acidentes Pessoais. 

Independentemente da forma selecionada na contratação do produto, que pode ser boleto bancário, débito automático ou cartão de crédito, o Cliente terá acesso ao pagamento via PIX através dos principais canais digitais da Seguradora: WhatsApp, chat, aplicativo ou até mesmo pelo site. Ao acessar as opções de pagamento da parcela referente ao período desejado, o Pix estará disponível logo acima das demais. Quando selecionado o método, o Segurado terá acesso a um QR Code ou linha digitável PIX para efetuar a transação em seu aplicativo do banco.

O Diretor de Finanças e Administração da Seguradora, Daniel Dibe, explica que a utilização do Pix não altera o método de cobrança das parcelas já programadas pelos Clientes, mas serve como uma opção de conveniência para aqueles que assim desejarem. Caso algum prazo de compensação não seja observado no momento da transação e ocorra algum pagamento em duplicidade, a Seguradora fará a devolução do valor pago a mais.

“A modalidade PIX evita a necessidade de que o Segurado peça uma segunda via de boleto ou substitua o pagamento com o cartão de crédito em um mês onde o limite já esteja comprometido, por exemplo. Além disso, oferece total autonomia para que ele avalie a opção que melhor o atende naquele momento”, afirma Dibe.

A Tokio Marine está sempre atenta aos novos hábitos dos Consumidores para entender o seu dia a dia e desenvolver soluções tecnológicas que conversem com rotinas cada vez mais dinâmicas e conectadas. “A transferência via Pix se estabeleceu de forma muito rápida no País e diante disso, tivemos apoio total das nossas áreas de TI e Projetos para implementar mais essa comodidade para os Clientes, simplificando a relação com a Tokio Marine”, conclui o CFO.

MAG Seguros doa materiais esportivos de atleta olímpica assaltada no Rio de Janeiro

mag seguros

Fonte: MAG

Na última semana, a judoca Eliza Carolina Ramos foi assaltada no Rio de Janeiro e perdeu seus documentos e materiais esportivo de treino e que levaria para competir nas Olimpíadas de Tóquio. Diante da situação, a MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência e patrocinadora oficial dos esportes olímpicos do Flamengo, prontamente buscou ajudá-la e se comprometeu em doar os materiais perdidos pela atleta. 

Segundo Mirella Lavrini, superintendente de Marca e Comunicação da MAG Seguros, a missão da companhia é de garantir a proteção e segurança dos brasileiros em diversos momentos da vida, incluindo fases difíceis, como essa. “Temos um compromisso com nossos clientes e parceiros. Sabemos da nossa missão de garantir a saúde financeira das pessoas em momentos de dificuldade e por isso não hesitamos em ajudar Eliza, para que ela não perca essa oportunidade grande oportunidade”, completou Lavrini. 

A MAG Seguros tem forte relação com o esporte. Além de patrocinar os esportes olímpicos do Flamengo, a companhia apoia há dois anos a Copa do Brasil e tem parceria com diversos clubes por meio da oferta de cobertura de seguro de vida para atletas e sócio torcedores. 

Valor: Empresas ‘zumbis’ são risco pós-pandemia, avalia Swiss Re

Swiss Re estudos

Fonte: Valor Economico, Por Assis Moreira

As “empresas zumbis”, aquelas com rendimento insuficiente para cobrir suas dívidas, estão entre os riscos emergentes que poderão pesar nas economias no pós-covid-19, segundo relatório da resseguradora Swiss Re. O grupo suíço constata que, na esteira da crise sanitária global, programas de apoio governamental para evitar falências têm mantido vivas

Em seu relatório “New Emerging Risk Insights”, a Swiss Re observa que nos EUA as falências de empresas caíram 5% em relação a 2020, uma inversão da tendência de aumento das taxas de 2017 a 2019. Os programas de estímulo do governo ajudaram muitas empresas viáveis a se manterem à tona, mas ao mesmo tempo também apoiaram empresas não viáveis.

Crise hídrica gera negócios para o setor, avalia diretor da Fator Seguradora

Richard Leone Fator Seguradora

Apesar do agravamento da crise hídrica, a pior dos últimos 91 anos, o mercado segurador afirma que este cenário ainda não entrou na agenda de “preocupações” e sim de “oportunidades” de negócios. Riscos de apagões, que eram considerados irrelevantes por analistas, começam a entrar no radar de riscos considerando-se as perdas que afetam todos, como empresas paralisarem linhas de produção, comercio online ter vendas reduzidas por falta de acesso a internet e até mesmo cancelamento de voos por falta de energia. 

Segundo Richard Mendes Leone, diretor técnico de Property & Commercial Lines da Fator Seguradora, a crise hídrica traz duas vertentes para as seguradoras: gerenciar riscos dos clientes que tem apólice de lucro cessantes e eventuais acidentes que possam ocorrer em máquinas e equipamentos afetados por oscilação energética, e ofertar seguros para os novos investimentos. “Dependendo da situação futura dos reservatórios, pode não haver geração suficiente para atender os momentos de forte demanda do sistema elétrico. E isso deixa claro a urgência de investimentos neste setor”, avalia.

Com o ONS autorizando o despacho de usinas termelétricas para garantir a segurança energética do país, a geração das usinas hidrelétricas é reduzida com objetivo de desacelerar o esgotamento dos reservatórios durante o período seco. Os riscos cobertos pelos seguros de lucros cessantes são as perdas geradas pela paralisação total ou parcial nos negócios do segurado resultante de dano material. Ou seja, se não houver um dano material, a simples paralisação das plantas por falta de recursos naturais, não acionará o seguro de lucros cessantes.

Com o acionamento das termoelétricas neste momento de falta de recursos naturais, a partida e o desligamento das máquinas ao longo do ano, geram tensões em seus eixos, que podem ocasionar quebra de máquinas, que por sua vez causará prejuízos às seguradoras tanto em danos materiais como em lucros cessantes. Um outro ponto de atenção das seguradoras está no mercado de spot de energia. As geradoras podem precisar comprar energia no mercado de curto prazo para honrar seus contratos, o que pode acionar a cobertura de lucro cessante do contrato de seguro.

Segundo o advogado especializado em responsabilidade civil, Walter Polido, boa parte dos seguros ofertados no Brasil tem o não fornecimento ou a falha no fornecimento de energia elétrica como risco excluído pelas apólices de Responsabilidade Civil Operacional das empresas geradoras, distribuidoras e vendedoras de energia. “Então, a questão da crise hídrica é algo bem complexo, mas que não deverá afetar as seguradoras que atuam no segmento”, avalia.

Assim, o foco dos executivos de seguros está nos investimentos. De acordo com estudos divulgados pelo governo, a participação da geração de energia vindo das hidrelétricas caiu de 67% em 2014 para 62% em 2021, puxado por uma maior participação da energia eólica, com 10% (4% em 2014) e outras fontes renováveis. “Se houver investimentos estratégicos, como a construção de hidrelétricas com reservatórios para reduzir a dependência das chuvas, o risco de apagões será reduzido. Outra opção são os investimentos em fontes renováveis de energia, como solar, eólica e biomassa para complementar a geração energética de maneira limpa, respeitando o meio ambiente”, comenta Leone. 

Rodrigo Belloube, CEO da Munich Re, compartilha da mesma opinião. “Lucros cessantes são geralmente muito pouco comercializados. O sistema energético no Brasil se auto-protege com compensações de um Estado para o outro. Já investimentos são uma necessidade inequívoca e daí surge sempre a oportunidade de novos negócios, principalmente em seguros de Riscos de Engenharia (incluindo RC e Transportes) e Garantia”, diz. 

“Atualmente, os investimentos em construção de PCHs e de parques fotovoltaicos são os que mais demandam programas de seguros”, comenta o diretor da Fator Seguradora. Segundo dados do governo e de especialistas, o setor de energia demanda investimentos de R$ 2,7 trilhões nos próximos 10 anos. Já para petróleo, gás natural e biocombustíveis, outros R$ 2,3 trilhões. Desses valores, R$ 365 bilhões para geração centralizada, geração distribuída e transmissão de energia elétrica; R$ 89,6 bilhões em empreendimentos de transmissão no período de 10 anos, além de 40 mil quilômetros de novas linhas de transmissão devem ser erguidas até 2030. 

Levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) aponta que o Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 9 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Desde 2012, a fonte já trouxe mais de R$ 46 bilhões em novos investimentos ao País e gerou mais de 270 mil empregos acumulados. De acordo com a associação, somente na geração própria de energia, o setor solar pode trazer mais de R$ 139 bilhões em investimentos e gerar mais de 1 milhão de novos empregos ao Brasil até 2050, com o marco legal proposto pelo PL nº 5.829/2019. 

“Estamos atentos a este movimento no setor elétrico e nos preparando para a demanda dos investidores. A Fator Seguradora atua com todo o ciclo de investimento, desde o seguro garantia de performance, passando por riscos de engenharia, apólices que cobrem riscos que podem paralisar a obra; seguro construção, para acidentes nos parques; e, por fim, o seguro operacional, que garante perdas durante o dia a dia do parque energético”, finaliza Leone.

Artigo – Cinco tendências no marketing de seguros

Fonte: Francisco Galiza, Rating de Seguros e consultor de economia do Sincor-SP

A pandemia transformou (ou, para alguns, apenas acelerou) muitos dos processos e comportamentos atualmente em curso no mercado consumidor, e até na sociedade de um modo geral. Como não poderia deixar de ser, já existe uma vasta bibliografia a respeito discutindo tais pontos, inclusive nos assuntos relacionados especificamente ao setor de seguros. Nos textos citados (links no final do texto), para tentar responder perguntas do tipo: O que vai acontecer na indústria de seguros? Que ramos terão mais sucesso? Como se comportará o segurado? Etc.

Não cabe, porém, nesse momento, uma discussão sobre todos esses efeitos. Agora, para sermos objetivos, a preocupação dessa análise focará somente em um determinado aspecto. Como deverá se comportar a comunicação corporativa das empresas no futuro? O que ela deverá oferecer aos seus clientes e parceiros, para incrementar a sua efetividade? O que deverá ser informado para que os consumidores e parceiros se interessem pelos produtos e serviços? Haverá modificações no marketing de seguros? Quais são as tendências principais? Etc.

Claro que o assunto ainda é novo e muita gente não sabe se haverá alguma forma de refluxo no movimento (ou seja, será que voltaremos a ser como éramos antes?). A dúvida é natural, sem falar do momento que vivemos. De qualquer maneira, alguns cenários já podem ser sinalizados. Enfim, esse é o ponto principal desse texto. A seguir, então, em resumo, apresentamos cinco tendências para o Marketing de Seguros:

Tendência 1: Maior Importância do Seguro 
Antes de falar do marketing propriamente dito, é preciso dizer que o seguro cresceu de importância em um cenário pós-pandemia. Seguro passou a ser visto mais do que simplesmente o pagamento de sinistros. Outros serviços são esperados, muito se espera do setor, as expectativas estão altas. Pesquisas também mostram que até a predisposição à transparência do consumidor aumentou, em relação a seus dados, se isso acarretar um prêmio mais apropriado e uma diminuição de riscos.

Tendência 2: Crescimento da Economia sem contato 
Ao longo do tempo, com o incremento da tecnologia, se acreditava que as “distâncias tinham desaparecido”, ou, pelo menos, diminuído bastante. De certa maneira, esse processo foi freado com a pandemia, as visitas pessoais vão diminuir. Outro ponto relacionado com a pandemia é o próprio incremento da tecnologia nos processos, a automatização das empresas vai aumentar. Tudo é correlacionado.

Tendência 3: Mais criatividade no Marketing 
A necessidade da criatividade no marketing é cada vez maior, pensar alternativas diferentes, buscar soluções novas que atraiam a atenção do consumidor. Isso vai desde a valorização do chamado “pensamento criativo” até a liderança para a capacidade de lidar com as transformações. Fazer do mesmo em uma sociedade em transformação é perigoso para o sucesso de uma empresa.

Tendência 4: Incremento do Marketing de Conteúdo 

O incremento do marketing de conteúdo como estratégia da companhia, até pela dificuldade adicional de haver o mesmo grau de relacionamento pessoal de como era antes. Com o marketing de conteúdo, as empresas criam um relacionamento digital, gerando confiança e fortalecendo a relação comercial. A empresa acaba por se tornar também uma autoridade naquele assunto em questão.

Em uma definição estrita do termo: “Marketing de conteúdo é uma abordagem estratégica de marketing focada em criar e distribuir conteúdo valioso, relevante e consistente para atrair e reter um público-alvo claramente definido — e, em última análise, conduzi-los a ações rentáveis como consumidores.” Esse assunto tem também atraído a atenção de diversos setores, com a publicação de dicas e sugestões, o interesse é crescente. 11 Mas, ressaltamos, tem que ser um marketing de conteúdo eficiente e de qualidade, algo que realmente seja bom. Ou, então, a estratégia não tem sentido.

Tendência 5: Utilização intensa de vídeos na estratégia 
A utilização intensa de vídeos nessa estratégia é uma realidade. Um dos modos mais objetivos e diretos de expressar essa forma de comunicação – marketing de conteúdo – é pelo modelo de vídeos. Existem outros, claro, mas o vídeo permite uma metodologia rápida de comunicação, o consumidor quer um resumo, ele está acostumado. O artigo citado no link 12 levanta quatro tópicos relevantes com relação a tais aspectos, conforme visto na tabela.

Tabela – Tendências de Comunicação Corporativa 

TendênciaComentário
1Vídeos com conteúdoEm um novo estágio de desenvolvimento, os vídeos de comunicação corporativa precisarão ter mais qualidade, com entretenimento, cenário do setor, informações especializadas, conteúdos educacionais, etc. 
2Toda empresa se tornou uma empresa de mídiaEsse era um cenário que já vinha ocorrendo, mas que agora ganhou mais força. As empresas precisam ter como foco a criação do seu próprio núcleo de criação de notícias. Quase como se fossem também uma empresa de mídia.
3Maturidade na Comunicação CorporativaO trabalho da comunicação corporativa se torna cada vez mais estratégico, um pilar fundamental para o posicionamento da companhia, devendo ser integrado com diversas áreas da empresa. 
4Humanização na Comunicação SocialEm um período de angústias e incertezas, as pessoas buscam nas redes sociais o resgate de valores importantes e apoio nesse momento crítico. As empresas precisam ter consciência disso. 

Por exemplo, conforme visto na tabela, o texto defende que todas as empresas, independentes de seu ramo de atuação, se tornem também uma “empresa de mídia”. Uma revolução no modelo de negócios, sem dúvida.

Enfim, na nossa visão, muitas dessas transformações irão ocorrer no mercado segurador brasileiro, mas em velocidades distintas. Isso dependerá do tamanho das empresas, da cultura, etc. Algumas empresas já estão mostrando algum movimento, outras menos.

O setor de seguros tem como tradição se relacionar muito com seus parceiros, a comunicação é intensa. Isso vai permanecer, independente da forma e do conteúdo. Ou seja, tudo leva a crer que essa tendência irá de fato chegar.

Então, devemos ficar atentos!

Conjuntura CNseg nº 45 destaca temas relevantes para o seguro

Fonte: CNseg

As grandes oportunidades para o mercado de Grandes Riscos criadas pela Resolução CNSP 407, uma análise do panorama e das perspectivas sobre as mudanças nas normas de investimentos, o aumento do número de beneficiários da Saúde Suplementar com expansão maior na faixa etária acima de 59 anos e a retomada da capitalização estão entre os temas de Destaques dos Segmentos da Conjuntura CNseg nº 45, uma publicação da Confederação Nacional das Seguradoras.

A edição inclui outros assuntos relevantes nas demais seções. No Boxe Regulatório, é abordado que o Brasil está a caminho de ser o pioneiro na implementação do open insurance no mundo. Mas, para que essa experiência não entre no rol daquelas boas ideias que por falhas em sua execução, não alcancem todo seu potencial, a CNseg considera que há aspectos importantes que merecem ser mais bem debatidos e avaliados.

O Boxe Estatístico trata da utilização do Google Trends como ferramenta complementar de análise de tendências do setor segurador. De acordo com o artigo, a pandemia da Covid-19 e suas consequências abruptas amplificaram a necessidade de acompanhar em tempo real o que tem acontecido na economia e nos setores, acelerando um processo que já vinha ocorrendo há alguns anos: a adoção de indicadores alternativos para o acompanhamento econômico.

Uma análise sobre o setor de seguros, previdência e capitalização no Boletim Consumidor em Números 2020, lançado em março pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), é objeto do Boxe Relações de Consumo. Em 2020, foram 15.641 reclamações cadastradas, representando 1,3% das ocorrências da plataforma Consumidor. gov.br.

Para finalizar, no Boxe de Produção Acadêmica, os leitores são apresentados a uma variedade de temas, desde a fraude nos seguros de automóveis, a transformação digital nos seguros, passando pelos impactos da operação Lava Jato nos seguros D&O entre outros assuntos relevantes.

Thales Penna do Amaral assume diretoria de associações da Zurich

Fonte: Zurich

Depois de promover mudanças estratégicas em suas diretorias regionais, a seguradora Zurich acaba de anunciar seu novo líder da Diretoria de Associações: o economista Thales Penna do Amaral. Com cerca de 23 anos de experiência no mercado segurador, atuando nas áreas operacional, técnica, comercial e de produtos, o executivo deve contribuir para ampliar as parcerias da empresa, em especial no mercado de vida e previdência, foco do profissional em sua carreira.

Thales é graduado em economia pela Universidade Candido Mendes e possui MBA em finanças pelo IBMEC-RJ. Em sua trajetória profissional, tem sólida atuação na área de seguros de vida, previdência complementar e capitalização, por ter exercido cargos de liderança em diretorias comerciais de empresas, como Alfa Previdência e Vida, Prudential do Brasil e Icatu Seguros. Ele assume a Diretoria de Associações da Zurich no lugar de Luiz Gasperi, que é Gerente Executivo de Relacionamento com Corretores da companhia e estava interinamente no cargo desde 12 de abril.

Segundo Marcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, a chegada de Thales está alinhada à promessa da seguradora aos corretores parceiros para gerar valor mútuo. “Thales dará continuidade ao plano estratégico da linha de negócio da Zurich e à construção de novas e prósperas parcerias. Tenho certeza de que o seu amplo conhecimento no mercado segurador, sua atitude colaborativa, foco e profissionalismo trarão resultados expressivos à Diretoria de Associações”, afirma o executivo.

Artigo: Vamos falar de ideias e intra empreendedorismo?

Por Ismael Andrade, Superintendente de Estratégia e Inovação da Zurich no Brasil

Seguros não são commodities. A venda é consultiva, já que cada cliente, seja pessoa física ou jurídica, tem necessidades específicas de proteção. E, embora os produtos das seguradoras sejam parecidos, eles não são iguais. Por isso, como em qualquer mercado, destacam-se na indústria de seguros as empresas que oferecem os melhores produtos e serviços de forma diferenciada. É aí que entra a criatividade e a capacidade de inovar em um segmento que, à primeira vista, parece “comoditizado”.

Ao contrário da maior parte das corporações, estrangeiras ou brazucas, em que a capacidade de inovar vem de cima pra baixo, na Zurich o movimento também acontece na outra direção. Ou seja: funcionários de qualquer nível hierárquico livremente propõem ideias para seus líderes. E, como todo o time é comprometido com esse direcionamento da empresa de se diferenciar, o processo criativo é constantemente incentivado e está sempre aberto: todos podem fazer sugestões, sejam as relacionadas a algo novo, sejam as que proponham o aperfeiçoamento de processos já estabelecidos para clientes e parceiros estratégicos, como os corretores.

Esse processo simples tem um nome até meio complicado: intraempreendedorismo. Mas a mensagem por traz dessa palavra é de fácil compreensão: todos podem dar ideias. Afinal, a capacidade de observar e criar não é restrita apenas àqueles profissionais que trabalham nos departamentos de Inovação ou Marketing.

Ainda que a empresa onde eu trabalho seja inovadora e tenha seu dia a dia voltado para a simplificação de processos, quero aqui contar, para você leitor (e, quem sabe, com isso, te inspirar) sobre um programa instituído na companhia em agosto de 2020 e que, em poucos meses, gerou resultados importantes.

O nome da iniciativa – Central de Ideias – não poderia ser mais simples (sim, pois ainda existe o tabu de que as melhores ações inovadoras precisam ser complexas). A ação foi direcionada a todos os 1.500 funcionários da companhia no Brasil para estimular, ao mesmo tempo, a criatividade, a interação e o famoso “pensar fora da caixa”, mas de uma forma lúdica, por meio da gamificação.

Como surgiu o projeto

Falei antes que o fomento à criatividade na empresa não se restringe a áreas ou cargos específicos, certo? Prova disso é que a Central de Ideias nasceu de uma sugestão de dois funcionários.

Tínhamos percebido que precisávamos sistematizar a inovação, pois, antes disto, recebíamos muitas sugestões e sentíamos que precisávamos encontrar uma forma de administrar o recebimento das propostas, avaliá-las e dar feedbacks aos idealizadores, além de implementar as escolhidas.

Assim, após analisamos esse cenário, decidimos trabalhar com a plataforma de uma empresa especializada em soluções de intraempreendedorismo, a AEVO. A diretoria gostou tanto da proposta que, além de ela ter se tornado parte de um projeto maior e que envolve toda a empresa – o nosso Programa de Inovação –, tornou-se uma plataforma para a gestão da inovação na companhia.

Conhecendo as etapas da Central de Ideias

Os processos na Central de Ideias acontecem em cinco fases. Na primeira delas, lançamos um desafio aos colaboradores (“Zurichers”, como nós nos tratamos internamente), relacionado aos seguros de automóvel e residência e à nossa estratégia de atuação no mercado.

Apenas duas semanas após o lançamento, já somávamos cerca de 70 ideias cadastradas. Ao final, foram 139. Mas, mais que quantidade, reconhecemos a qualidade delas.

As propostas sugeridas passaram para a segunda fase, a da Célula de Inovação, na qual foram triadas e avaliadas. Já na terceira fase, denominada Idea Case, as sugestões foram submetidas à ótica de três visões: do cliente, do mercado e do negócio. 

Na quarta fase, de Avaliação, as sugestões eram expostas aos “sponsors” (as pessoas responsáveis pelos desafios), que as avaliaram a partir de critérios predeterminados, selecionando, assim, as melhores propostas. Em seguida, veio a fase de Validação, na qual as cinco ideias finalistas foram apresentadas por meios de Pitch Sessions.

A última fase é a etapa de Implementação em que ocorre a priorização das ideias que podem ser aprovadas ou não e enviadas para execução.

Depois de meses ricos e intensos, a certeza de crescimento do time

O formato do projeto permitiu interação entre as pessoas no aprimoramento das ideias inscritas. Tanto que, em um determinado momento, identificamos mais de 1,4 mil interações na plataforma, prova inequívoca de que o intraempreendedorismo esteve e está bastante presente entre nossos colaboradores.

A iniciativa foi considerada um sucesso, principalmente pela aprendizagem obtida pelo time ao longo de todas as cinco etapas, durante as quais nossos funcionários assumiram o protagonismo das situações, organizando-se e interagindo entre si. O ápice foram os pitches, durante os quais eles puderam colocar em prática a capacidade de síntese para apresentar seus projetos.

O fato é que o ganho de experiência e desenvolvimento profissional dos funcionários durante os sete meses de duração do primeiro desafio da Central de Ideias foi o maior saldo que colhemos.

Já estamos pensando no próximo desafio, mas aí é um capítulo que ainda não foi escrito e que terei o maior prazer de dividir com você numa próxima oportunidade.

AXA atualiza seguro condomínio residencial

Fonte: AXA

A AXA no Brasil implementou nova precificação no produto Condomínio para atender as necessidades do mercado, com foco na cobertura ampla, que traz mais tranquilidade para síndicos e condôminos. Com essa modalidade, o condomínio pode contar com as coberturas para todos os eventos da Básica Simples e outros imprevistos, como danos elétricos, desmoronamento, alagamento, vendaval, roubo, etc. Isso tudo em uma única verba segurada.

“O novo modelo de trabalho refletiu na alta procura desses produtos, inclusive aqui na AXA. Nosso seguro está ainda mais competitivo, com foco nas coberturas amplas, tudo para atender à demanda do corretor e do cliente. Com as pessoas em casa realizando todas as atividades básicas, a percepção do risco aumentou e trouxe mais oportunidades”, comenta Clovis Silva, Superintendente de Produtos Massificados, Automóvel e Frotas da AXA no Brasil.

Em 2021, o Seguro Condomínio da AXA foi reconhecido pelo segundo ano consecutivo em premiação de destaque nacional. “Estamos trazendo mais funcionalidades digitais e melhorias para este momento, não só no Seguro Condomínio, mas em todos os produtos. Essas são iniciativas importantes que, em conjunto, nos posicionam estrategicamente de uma maneira ainda mais relevante e atrativa no mercado.” reforça Clovis Silva.

Braço de seguros do mega investidor Warren Buffett investe US$ 500 milhões no Nubank

O banco digital Nubank anunciou nesta terça-feira (8) a extensão de uma rodada de investimentos de . O banco digital Nubank recebeu aporte de US$ 750 milhões (R$ 3,787 bilhões), sendo US$ 500 milhões (R$ 2,525 bilhões) do braço segurador Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett. Com isso, o Nubank passa a ter um total de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,1 bilhões) levantados com investidores para acelerar sua expansão desde o início do negócio.

O negócio chama a atenção das seguradoras. Uma delas, a Chubb, primeira a fazer parceria com o banco digital, mesmo num momento em que todos questionam o prejuízo de R$ 95 milhões (1º semestre de 2020) em seu oitavo ano de operação, com uma base de 40 milhões de clientes, somando Brasil, México e Colômbia, e mais de 4 mil, de 37 nacionalidades diferentes.

Lançado em dezembro de 2020 em uma parceria com a Chubb Brasil, o Nubank Vida registrou mais de 90 mil seguros ativos em menos de um trimestre, com valor corresponde a um valor total que supera R$ 9 bilhões em cobertura. O preço médio inicial é de R$ 9,00 por mês, sem reajuste por idade durante cinco anos, e varia conforme a cobertura escolhida. 

Com a proposta de democratizar o seguro de vida, todas as profissões de risco, muitas vezes rejeitadas devido à alta periculosidade da ocupação, estão contempladas. O seguro também cobre pandemias como Covid-19 e doenças geralmente excluídas nos asteriscos, como diabetes, e não exige exames ou atestados médicos.

O gerenciamento do seguro Nubank Vida é 100% digital e todo o processo de contratação, incluindo a simulação e confirmação do serviço, leva menos de um minuto diretamente no aplicativo do Nubank. Além do atendimento 24 horas da equipe do banco digital, essa agilidade também inclui prazos rápidos de pagamento de indenização garantidos pela Chubb – seguradora responsável pelo Nubank Vida -, que estruturou uma equipe dedicada e revisou fluxos e processos para o produto por meio da Chubb Studio, a plataforma digital global recém-lançada pela seguradora.

O CEO do Nubank, David Vélez, conversou com o “Pipeline”, site de negócios do Valor, e destacou a importância do seguro no aporte feito pela Berkshire. “Dado o DNA deles no setor de seguros, ficaram bem impressionado com o Nubank Vida, nosso primeiro produto de seguros. Acreditamos que esse tem sido o produto de seguros de maior crescimento da história do Brasil. Em mais ou menos três meses, passamos de mais de 300 mil apólices. Mais de 50% dos clientes compraram um seguro de vida pela primeira vez. Mostra que somos mais do que um simples cartão de credito. Temos braços de investimentos, seguros, crédito, depósitos, conta para pessoa jurídica”, disse Vélez.

“Novos investidores, como a Berkshire Hathaway, nos ajudam a acelerar a nossa missão de desburocratizar a vida das pessoas na América Latina”, afirmou o Nubank em comunicado. De acordo com a instituição, os novos investimentos colocam a fintech como “o banco digital mais valioso do mundo e uma das maiores instituições financeiras da América Latina”. O valor de mercado do Nubank é estimado em US$ 30 bilhões (R$ 151 bilhões), superando o da corretora XP, com US$ 22,9 bilhões (R$ 115 bilhões), e do banco BTG (R$ 115 bilhões). Também é maior que o do Banco do Brasil, de R$ 104 bilhões. O Itaú tem valor de mercado de R$ 302 bilhões, e o Bradesco, de R$ 255 bilhões, enquanto o Santander Brasil é avaliado em R$ 170 bilhões, segundo levantamento da Folha de São Paulo.