Luis Nagamine retorna à AIG disposto a avançar em riscos corporativos e ambiental na AL e Caribe

AIG Nagamine AIG

Luís Nagamine está de volta ao grupo AIG Seguros depois de 32 anos de sua primeira passagem pela companhia, em 1989. “Temos ótimas perspectivas. O grupo finalizou a reestruturação mundial e a companhia está preparada para este novo cenário de concorrência, de inovação e de crescimento com entregas sob medida para clientes, com rentabilidade para o acionista”, disse ele ao blog Sonho Seguro. 

O executivo chegou em fevereiro para liderar a área de grandes riscos, ou Property & Casualty (P&C) do grupo norte americano para a América Latina e Caribe, reportando-se a Paride Della Rosa, CEO regional do grupo. Em sua carreira, passou por Munich Re, criou a corretora THB, foi Itaú Unibanco, que tinha a AIG, seguiu para a Chubb para coordenar a integração com a ACE, a maior aquisição no mundo até então. Finalizado o desafio, foi para a japonesa Mitsui Sumitomo e IRB Brasil Re, onde ficou até o início do ano. 

O grupo nomeou oficialmente Peter S. Zaffino como CEO, sucedendo Brian Duperreault, que passou a ser presidente executivo do conselho, em 1º de março de 2021. No entanto, ele estava no cargo desde outubro, sendo o resultado do primeiro trimestre deste ano o primeiro sob sua gestão. Duperreault deixará o cargo de presidente executivo no final de 2021 e se tornará um funcionário não executivo. Ele também esteve envolvido no desenvolvimento da estratégia de longo prazo e do plano operacional da AIG. 

Os prêmios brutos emitidos mundialmente pela AIG no primeiro trimestre de 2021 aumentaram 6%, para US$ 10,7 bilhões, no negócio de seguros gerais, impulsionados pela seguradora na América do Norte e linhas comerciais internacionais. A receita de subscrição chegou a US$ 73 milhões em seus negócios de seguros gerais no trimestre, em comparação com um prejuízo de US$ 87 milhões no ano anterior, quando registrou grandes perdas relacionadas à pandemia.

Na divulgação do balanço trimestral, Zaffino disse em teleconferência que “o trabalho de otimização continuará, mas vale a pena refletir sobre a magnitude do que realizamos nos últimos três anos, porque o primeiro trimestre de 2021 foi um ponto de inflexão importante para nossa equipe. Nosso foco girou da correção para impulsionar o crescimento lucrativo.” O lucro ajustado de US$ 1,05 por ação superou a estimativa média de 95 centavos de 16 analistas em uma pesquisa da Bloomberg.

Aqui no Brasil, a expectativa dos corretores e dos clientes é grande, diante do que chamam de “hard Market”. Ou seja, mercado mais difícil de se negociar, com redução de players e alta do preço do seguro pelas companhias globais numa tentativa de recuperar perdas registradas com a pandemia e também com catástrofes naturais. “O segmento de pessoa física sofreu mais na pandemia. O setor corporativo está indo bem e a AIG está mais preparada do que muitos concorrentes pelas ações implementadas nos últimos 3 anos. É uma fase importante para mim, pois a arrumação se foi e agora é aproveitar as oportunidades que a região oferece para os seguros corporativos, inclusive riscos ambientais”, afirma Nagamine. 

Como o segmento de grandes riscos sob pressão de aumento de preço, muitas seguradoras reduziram a exposição de forma expressiva, assim como a AIG fez nos 3 últimos anos, concentrando-se nas operações mais rentáveis. “O período de estagnação dos riscos corporativos já passou. Estamos no lugar certo na hora certa”, comenta ele, já de olho numa nova rodada de investimentos que deve surgir no Brasil com o avanço da vacinação e algumas reformas que coloquem o Brasil num novo ciclo de crescimento. 

Naganime comenta que os clientes pressionam corretores por melhorias, principalmente depois que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou normativos que dão liberdade para seguradoras serem mais criativas na construção de um programa de seguros para grandes corporações, deixando de lado a mesmice até então praticada com base nas regras que padronizavam os contratos de uma forma geral no setor.  

“Como AIG, já tínhamos a premissa de criar um clausulado especial para as apólices globais. Agora, com nossa atuação mundial e por estarmos ajustados para crescer, temos oportunidades de conquistar empresas que buscam proteção para riscos diferenciados como ambiental, cibernético, linhas financeiras em geral entre outros”, afirma. “Realmente vemos um bom momento para o Brasil e para a AIG nos próximos anos”. 

‘Nenhuma companhia consegue sobreviver sem inovação’, afirma Helder Molina, CEO da MAG Seguros, em live da ENS

ENS Helder Molina MAG inovacao

Fonte: MAG Seguros

Inovação na prática, esse foi o tema principal da live promovida pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), que contou com a participação de Helder Molina, CEO da MAG Seguros. Durante o debate, o executivo explicou as estratégias da empresa centenária para se manter sempre ativa e atual, além de trazer as perspectivas para o mercado. 

Segundo o executivo da MAG Seguros, o mercado de seguros é tradicional e precisa ter uma regulação forte, já que os clientes podem ficar até os 100 anos dentro da seguradora. “Com isso, a tendência é que os players se movimentem mais lentamente, mas não acredito que isso seja o que os reguladores querem, pois há um desejo iminente de serem provocados com novas ideias”, completa. Helder lembrou da criação da Comissão de Inovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e do Sandbox Regulatório. 

Nele, a MAG foi a única seguradora a ter uma insurtech aprovada, a Simple2u. A nova empresa, que será lançada em breve, marcará a entrada da companhia no mercado de Ramos Elementares, comercializando produtos que vão além de Vida e Previdência, contando com seguro de acidentes pessoais e cobertura residencial, tudo isso on demand. “O cliente vai poder escolher como e quando usar as coberturas, manualmente ou de forma automática, pelo site ou aplicativo. Isso é uma forma de empoderarmos os consumidores”, explica Helder. 

O papel dos corretores também foi levantado. Helder lembrou quando a companhia lançou a primeira loja online do mercado para que eles pudessem fazer vendas online, há cerca de oito anos atrás. Ao todo, foram 700 e-commerces que transformaram a forma de oferecer os produtos. “Sabemos da importância de se ter um profissional desses na última milha e isso não será diferente com a Simple2u. Nós estamos trazendo mais um produto para que eles ampliem seu portfólio”, afirma o CEO. 

Durante a conversa, Helder também falou sobre o papel das insurtechs para ajudar as companhias tradicionais a se modernizarem. Sob o guarda-chuva da MAG Seguros, há a WinSocial, que oferece seguro de vida para públicos que não são contemplados pelos portfólios existentes, como diabéticos. O executivo apontou algumas ferramentas como o futuro do segmento, incluindo inteligência artificial e machine learning, que já são usadas internamente no pagamento de benefícios e na geração de leads. 

Em pauta estiveram ainda o Open Insurance, que possibilita que empresas do setor compartilhem dados dos usuários mediante autorização prévia, e os impactos da pandemia no segmento, tanto na gestão das equipes, quanto na percepção dos brasileiros sobre a importância de se planejarem a longo prazo. 

A live “Inovação no Setor de Seguros – Experiência de Mercado” faz parte da programação da ENS para celebrar o mês de aniversário de 50 anos. Ao longo de junho, a escola apresentará outros debates com a participação de profissionais do mercado. Para assistir à conversa na íntegra, acesse o link

Tokio Marine firma cooperação com a Jeep e entra no universo da conectividade automotiva

Fonte: Tokio

A Tokio Marine, umas das maiores Seguradoras do País, celebra sua entrada no universo da conectividade automotiva por meio de uma cooperação com a Jeep.  Até o dia 31 de julho, a companhia vai aplicar automaticamente 15% de desconto no valor do seguro para os modelos Jeep Renegade e Jeep Compass conectados através da plataforma de serviços Adventure Intelligence by Jeep Connect. A condição é válida em todo o território nacional e pode ser aplicada aos produtos Tokio Marine Auto, Tokio Marine Auto Clássico e Tokio Marine Auto Roubo. 

A colaboração entre a seguradora e a montadora também permitirá que, assim que forem acionadas em função de um registro de roubo ou furto, as empresas compartilhem informações de localização e rastreio capazes de agilizar a busca pelo veículo, aumentando as chances de recuperação e atendimento dos clientes. 

“Trabalhamos diariamente para levar proteção, tranquilidade e comodidade aos nossos Segurados e estamos sempre atentos às novas demandas da sociedade, especialmente aquelas relacionadas às mudanças causadas pela tecnologia. Com essa cooperação com a Jeep, além de oferecer toda a expertise aos Clientes da montadora, vamos agregar ainda mais valor aos nossos serviços da Carteira de Auto”, afirma Luiz Padial, diretor de Automóvel da Tokio Marine. 

Com o avanço da tecnologia, as experiências dos motoristas ficaram ainda mais completas com a plataforma Adventure Intelligence by Jeep Connect. As diversas funções inéditas e de conectividade da nova plataforma proporcionam aos proprietários do Jeep Renegade e Jeep Compass mais conveniência, assistência, entretenimento e segurança. “Encontramos na Tokio Marine uma parceira que compartilha do mesmo objetivo, ou seja, ter o cliente no centro de todos os benefícios gerados pela nova tecnologia do Adventure Intelligence, trazendo desde o início um benefício direto nos Seguros dos Clientes Jeep que ativarem os serviços, sendo que acreditamos que teremos muito mais novidades ao longo do tempo”, destaca Alexandre Aquino, Diretor do Brand Jeep para a América Latina.

UOL: CNseg X Susep no tema open insurance

O UOL traz matéria com os argumentos da CNseg, confederação que reúne as seguradoras, e da Susep, órgão regulador do setor, sobre os prós e contras do open insurance ser implementado. Abaixo um resumo da matéria, que pode ser lida no link do portal de notícias na íntegra.

O que é open insurance? O open insurance é um conjunto de regras e procedimentos que permite criar um mercado aberto de seguros. No open insurance, as empresas do setor de seguros terão que abrir os dados que possuem de seus clientes -desde que esses consumidores autorizem esse compartilhamento. Segue a mesma lógica do open banking, já lançado. Para que essa troca de dados possa ocorrer entre diversas empresas de forma segura e rápida, todas os participantes do setor terão que chegar a um consenso para criar um sistema único, padronizado de transações das informações desse mercado. O mais importante para a Susep é o crescimento do mercado com maior inclusão financeira, com o acesso a seguros para mais pessoas. O open insurance vai trazer mais produtos e a customização desses produtos.

Como funciona o open insurance? No open insurance, o dono das informações é o consumidor. Se esse cliente quiser, os dados dele que estão numa seguradora A poderão ser pesquisados por uma seguradora B, ou outra empresa autorizada a atuar com seguros. O objetivo do acesso a esses dados é oferecer um produto concorrente, melhor ou mais barato.

Quando começa o open insurance? Vai entrar em funcionamento por etapas. Na primeira fase, que começa em 15 de dezembro, as grandes empresas do setor começam a abrir os dados gerais que possuem. Ainda não serão compartilhados dados específicos de cada pessoa, mas informações gerais, como preços médios, tipos de produto oferecidos e condições. Em 31 de maio de 2022, começa a segunda etapa, quando passa a haver troca de dados dos clientes. Nessa fase, uma seguradora A poderá pedir informações de um cliente da seguradora B para oferecer uma proposta mais interessante de produto -desde que o cliente autorize o compartilhamento dos dados dele. A partir de 31 de julho de 2022, é que as empresas participantes começam a oferecer os produtos e serviços pelo open insurance.

Quem participa do open insurance? As grandes empresas de seguros são obrigadas a participar, ou seja, a abrir os dados que possuem -se o cliente autorizar. As novas empresas do setor, como as insurtechs (empresas digitais de seguros), participam se quiserem. Mas uma vez dentro do open insurance, elas também terão de compartilhar os dados.

Por que o open insurance pode ser positivo? Algumas empresas e a Susep afirmam que o compartilhamento de informações no setor de seguros vai estimular a disputa pelos clientes, criando mais concorrência e, assim, permitindo o lançamento de novos produtos e a redução dos preços hoje pagos pelos consumidores em apólices de carro ou de saúde, por exemplo. Às vezes, a pessoa deixa de fazer um seguro de um carro porque não tem dinheiro para o valor integral do veículo. Mas se houver produtos novos que permitam segurar apenas um percentual do bem, a pessoa vai ter condições de fazer o seguro.

Por que as grandes seguradoras são contra? – Alexandre Leal, diretor-técnico e de estudos da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras)

A CNseg, que representa grandes grupos que atuam nos setores de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização, diz que o open insurance está sendo lançado no Brasil com pouca discussão, de forma apressada e com imposição de regras que deveriam ser revistas. O open insurance é uma evolução natural, que deve acontecer no futuro. Mas nos preocupa muito a forma com que ele está sendo implementado no Brasil. Sem discussão prévia com o setor, sem buscar experiências de fora do Brasil.

Prazos: O prazo para criar a estrutura do open insurance é “inexequível”. O desafio se torna maior por causa da pandemia, que está exigindo investimentos e tempo de trabalho dessas empresas.

Direitos das novatas: As seguradoras que fazem parte dos maiores grupos financeiros do país não querem que as empresas novatas, que estão em fase de experimentação, participem do open insurance.

Essa fase de experimentação é um mercado provisório, onde novas empresas podem testar, por um prazo de até 36 meses, novos produtos e serviços, sob supervisão da Susep.

A CNseg quer que essas novatas só tenham acesso aos dados do open insurance depois que passarem nesse teste.

Iniciadores de serviços: As grandes seguradoras também não querem compartilhar dados com um grupo de novas empresas que surge no open insurance, os iniciadores de serviços. Eles são empresas auxiliares do mercado, como uma fintech que crie um aplicativo de comparação de preços.

A CNseg diz que essas empresas não são reguladas pela Susep e, portanto, poderão sair impunes se utilizarem de forma errada os dados obtidos dentro do open insurance.

Susep responde às críticas – Eduardo Fraga, diretor da Susep, Superintendência de Seguros Privados:

Sobre prazos: O open insurance segue um calendário casado com o open banking, criado pelo Banco Central, para permitir a troca de dados de produtos bancários. E que vem discutindo os termos desse processo com todas as empresas do mercado desde dezembro de 2019. Na quarta etapa do open banking, que acontece em 15 de dezembro, entram os produtos de seguros que são comercializados pelos bancos. A Susep diz que precisa começar o open insurance em 15 dezembro porque esses dois processos estão andando em paralelo. O órgão do governo admite rever as etapas seguintes, em 2022, mas destaca que investimentos que estão sendo feitos no open banking poderão ser aproveitados no open insurance -reduzindo assim custos e tempo de trabalho das seguradoras.

Sobre iniciadores de pagamentos: A Susep diz que, no credenciamento dos iniciadores de serviços, eles serão obrigados a assinar compromissos com requisitos de segurança, de governança, de tratamento ao cliente e capacidade financeira. Se não seguirem esses critérios, essas empresas serão suspensas ou descredenciadas.

Sobre novatas: A Susep afirma que as empresas que estão em testes já são obrigadas a seguir as regras do órgão. Segundo a superintendência, o acesso dessas companhias aos dados do open insurance é um meio de acelerar a inovação no setor, com lançamentos de produtos e serviços que hoje não existem.

Brasilcap anuncia novo diretor de Controladoria, Finanças e Atuária

Fonte: Brasilcap

A Brasilcap tem um novo diretor à frente das áreas de Controladoria, Finanças e Atuária: Denis dos Santos Morais. Carioca, bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Santa Úrsula e pós-graduado (MBA Executivo) em Gestão de Negócios pelo Ibmec, o profissional tem vivência de mais de 35 anos no mercado segurador, divididos entre a própria Brasilcap, o Grupo SulAmérica e outras empresas do conglomerado Banco do Brasil. 

Trata-se do primeiro diretor de carreira da empresa de capitalização do grupo BB Seguros. Antes de assumir a nova posição, Denis foi Superintendente Executivo de Controladoria, Finanças e Atuária da Brasilcap. Agora, na diretoria, o executivo terá como principal desafio continuar buscando ações para maximizar o resultado, contribuindo também com o crescimento sustentável da empresa, aproveitando o excelente momento do segmento de capitalização, com novas possibilidades de negócios, novas modalidades e canais de distribuição. 

“A criação deste cargo representa um novo ciclo para mim e para a própria empresa. São oportunidades que se apresentam e vou me empenhar ao máximo para superar as metas fixadas para a Companhia, trabalhando sempre junto à administração e aos colaboradores, com base em pilares como integridade, respeito, otimismo e aprendizado contínuo. Em um momento tão desafiador, certamente poderei contribuir para que a Brasilcap continue sendo cada vez mais referência do mercado de capitalização”, afirma Denis.

Chubb anuncia novas lideranças nas áreas de serviço e digital na América Latina

Fonte: Chubb

A Chubb anunciou hoje mudanças em sua equipe de liderança para os negócios de seguros gerais da empresa na América Latina, com operações na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru, Porto Rico, América Central e no Caribe.

Elda Conde, atualmente vice-presidente de Digital e Serviços para as operações da Chubb no México, foi nomeada vice-presidente regional de Serviços para a América Latina. Nesta função recém-criada, a executiva será responsável por liderar a estratégia centrada no cliente da Chubb, que inclui a implementação de programas para garantir a excelência no padrão de serviço da seguradora e otimizar a experiência dos clientes, parceiros de negócios e provedores de serviços em toda a região.

Rodrigo Valiente, atualmente vice-presidente associado regional de Desenvolvimento de Negócios, com foco na América Latina, foi nomeado vice-presidente regional de Digital para a América Latina. Ele sucede a Gabriel Lázaro, que foi nomeado vice-presidente sênior e chefe digital da Chubb Overseas General Insurance.

Em sua nova função, Valiente irá liderar a agenda digital da Chubb na América Latina, com foco na expansão dos negócios e parcerias digitais da empresa, garantindo inovação de produtos e a expansão das capacidades digitais da seguradora em toda a região.

Ambos os líderes se reportarão a Marcos Gunn, vice-presidente sênior do Grupo Chubb e presidente regional para a América Latina. As nomeações entram em vigor imediatamente.

“À medida que avançamos na estratégia de elevar nossas capacidades digitais e orientadas ao cliente na América Latina, a adição de Rodrigo e Elda à nossa já forte equipe de liderança ajudará a acelerar nossa agenda de transformação”, disse Marcos Gunn.

Com mais de 20 anos trabalhando na Chubb, Elda Conde liderou estratégias de distribuição comercial em diversos canais, incluindo financiadoras de automóveis, bancassurance e vendas diretas, além de áreas estratégicas como atendimento e digital. Ela é bacharel em administração de empresas pelo Instituto Tecnológico de Monterrey e pós-graduada pela Universidade da Califórnia, Berkeley.

Com ampla experiência em desenvolvimento de negócios, estratégias financeiras e canais digitais na América Latina, Europa e Estados Unidos, Valiente ingressou na Chubb em 2016. Com mestrado em Administração de Empresas pela ESADE Business School na Espanha, Rodrigo é contador certificado pela Universidade Católica da Argentina e tem cursos de extensão em Estratégia de Negócios Digitais na Columbia Business School.

Seguradoras acompanham reunião do G7, que discute vacinação, economia e mudanças climáticas

marcio Coriolano

Começa nesta sexta-feira (11) a conferência do G7, grupo formado pelos líderes do Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos. Na Baía de Carbis, na Cornualha, a quase 500 km de Londres, eles devem discutir ao longo de três dias questões como a vacinação, a recuperação da economia global após a pandemia, mudanças climáticas e como lidar com a China e a Rússia. Esses assuntos são prioritários na agenda do mercado segurador mundial, que acompanhará as discussões do G7.

“A emergência da pandemia também acelerou a mobilização internacional para medidas de prevenção de doenças a longo prazo e preservação ambiental. Tudo isso é matéria própria do setor de seguros. A mitigação de riscos de doenças, contágios, inundações, incêndios e outros eventos da natureza agravados pela ocupação sem disciplina fazem parte do foco permanente e do dia a dia das seguradoras”, afirma Marcio Coriolano, presidente da CNseg, a Confederacao das Seguradoras, ao blog Sonho Seguro.

O Relatório de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial produzido em parceria com a Marsh McLennan e Zurich, revelou que os 4 principais riscos por probabilidade e 3 dos 5 principais riscos por gravidade de seu impacto estão relacionadas ao clima e ao meio ambiente.

O fracasso em agir contra as mudanças climáticas está prestes a se tornar a próxima grande “pandemia” na sociedade. “Nosso futuro passa necessariamente pela resiliência climática, e todos nós, indivíduos, governos e empresas, fazemos parte da solução. A colaboração entre os setores público e privado é fundamental para minimizar este risco, de grande probabilidade e impacto catastrófico”, afirma Flávio Ruiz, líder da Marsh Risk Consulting no Brasil, em comunicado.

Aumento do risco e pressão socioeconômica também trazem oportunidades

A mudança climática está redesenhando o cenário de risco e os desafios para empresas, governos e instituições financeiras são enormes. Além disso, a pressão de investidores, acionistas, ativistas sociais e consumidores em relação às estratégias de sustentabilidade das empresas continua crescendo exponencialmente. “Assim, os relatórios ESG sobre os aspectos ambientais, sociais e de boa governança de uma empresa estão ganhando cada vez mais peso em relação aos puramente financeiros. As pessoas querem saber se as empresas estão sendo, ou querem ser, parte do problema ou da solução”, acrescenta Ruiz.

Mas, ao mesmo tempo, este grande desafio global está criando novas oportunidades para as empresas, desde motivar e atrair talentos, aumentar a eficiência dos recursos, desenvolver novos bens e serviços de baixo carbono e fornecer maior valor aos stakeholders e às comunidades.

Diante desse novo panorama, as empresas devem colocar no centro de sua estratégia a construção de uma verdadeira resiliência climática com uma forte liderança corporativa, capaz de gerenciar o risco de forma integral. “Antecipar o risco, quantificar o seu impacto nas diferentes áreas de negócio, bem como as possíveis perdas associadas, é a chave para esse futuro sustentável que todos almejamos”, diz o especialista.

Embora a mudança climática exija ação imediata, é verdade que muitos governos priorizarão a recuperação econômica da pandemia ou a transição tecnológica. Assim como a COVID-19, os impactos das mudanças climáticas serão diferentes por país, mas é importante considerar que uma mudança em direção a uma produção e consumo mais verdes não pode ser adiada até que as economias se recuperem. “Mais uma vez, a colaboração público-privada se torna a chave para gerenciar com eficiência os riscos climáticos”, complementa.

Artigo: O impacto dos IPOs na contratação de seguros

por Breno Nardy é gerente de Linhas Financeiras da Austral Seguradora

O expressivo aumento de IPOs que o Brasil acompanha, desde o ano passado, movimenta a atuação de uma série de stakeholders, responsáveis pelos diversos âmbitos necessários para que uma companhia se torne listada na Bolsa de Valores. Há escritórios especializados para a construção de um prospecto robusto, bancos que fazem a ponte entre executivos e investidores em roadshows e agências de mídia para a divulgação da marca. A preparação pela empresa é complexa e depende da mudança de processos internos, além de considerável dispêndio de recursos.  Como um mecanismo capaz de gerar oportunidades para investidores,  ao mesmo tempo em que permite injeção de capital na empresa a ser listada, o IPO eleva as exigências sobre a administração da companhia, que pode buscar proteção e algum nível de conforto no mercado segurador.    

Apesar das dificuldades que o processo de IPO pode trazer, esse mecanismo de captação financeira vem se tornando cada vez mais popular. A B3, principal bolsa de valores do Brasil, registrou entre os Níveis 1 e 2 e o Novo Mercado apenas 5 empresas listadas no ano de 2019; em 2020, foram 28 empresas; e, no primeiro quadrimestre de 2021, já são 21 empresas listadas. Um dos fatores que explica essa movimentação elevada de aberturas de capital na bolsa é a baixa taxa de juros do mercado, que mantém liquidez elevada em um cenário de busca por maior rentabilidade.

As companhias que estão aproveitando esse momento para fazer seu IPO acabam por ampliar o seu quadro societário diante da venda de parte de suas ações ao mercado. Essa alteração na composição de sócios exige um maior nível de governança da companhia, com grau de maturidade elevado em processos operacionais, contábeis e financeiros, em linha com todas as diretrizes da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Atentos às dificuldades do processo, ao maior nível de exigência sobre seu trabalho e às tendências de mercado, os administradores dessas companhias vêm buscando soluções para suavizar os riscos aos quais a administração está exposta. Seja com o seguro de Responsabilidade Civil para Diretores e Administradores (D&O, sigla em inglês para Directors and Officers), seja com o POSI (Public Offering of Securities Insurance, em tradução literal Seguro para a Oferta Pública de Valores Mobiliários) o mercado segurador oferece algumas opções. 

A contratação do D&O, cuja proteção é voltada para o patrimônio das pessoas físicas que ocupam cargos com poder de gestão, ganhou publicidade desde a Lava Jato. Em consonância com as necessidades de seus clientes, a indústria de seguros oferta o POSI, voltado justamente para a as empresas que estão realizando a abertura de capital ou ofertas subsequentes (Follow Ons). O mercado securitário trabalha com a contratação do POSI em paralelo à contratação do D&O, atuando com a proteção anual tradicional, inclusive com coberturas voltadas para o mercado de capitais, e aquele com uma proteção muito mais direcionada para a oferta de capitais em si e os envolvidos nessa oferta como os próprios acionistas controladores e vendedores. 

A partir do momento em que a empresa realiza a abertura de capital, é indicada a contratação da Cobertura C dentro do seguro D&O. Essa cobertura protegerá os segurados e o tomador das reclamações realizadas contra eles no mercado de capitais advindas de atos de gestão. Em especial o órgão regulador desse mercado, a CVM, costuma ser duro em seu papel de fiscalizar casos de violações de leis, normas ou regulamentos ligados à compra, oferta, subscrição ou venda de valores mobiliários. A Cobertura C será responsável por essa proteção enquanto a empresa estiver sob a regulação do mercado de capitais, não apenas no momento de abertura. Sendo assim, mesmo empresas consolidadas há longo período na bolsa de valores mantêm a contratação da cobertura como proteção a seus administradores.

         A tendência é que, conforme mais administradores tenham conhecimento desses instrumentos, maior seja o nível de contratação do seguro e, consequentemente, maior a proteção que o mercado segurador poderá oferecer. O seguro D&O e o POSI são complementares, não excludentes. O amadurecimento do mercado securitário brasileiro certamente agrega valor a todos os envolvidos.

Câmbio e inflação são variáveis importantes para medir potencial de crescimento do PIB em 2021

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Fonte: CNseg

A última reunião mensal do Comitê de Estudos de Mercado (CEM), da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, realizada na última semana de maio, avaliou o desempenho do setor segurador perante os diferentes ciclos econômicos, apresentou projeções da Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) de alguns indicadores macroeconômicos para o ano em cenários otimista ou pessimista e, também, tratou dos movimentos recentes das economias brasileira e mundial.

Na etapa do encontro, a Suesp apresentou um levantamento que confronta o desempenho do setor versus o PIB brasileiro a partir de 2011. A arrecadação do setor de seguros, entre 2011 e 2013, foi de 9,5% reais, ao passo que o PIB acumulado no mesmo período avançou 3%. De 2014 a 2016, o setor cresceu 3,5% por ano, ao passo que o PIB teve contração de 2,1%, na média. Entre 2017 e 2019, a taxa de crescimento do setor foi de 3,4% (e a do PIB no mesmo período de 1,5%). Por fim, em 2020, ano da pandemia, o setor de seguros experimentou queda real 1,5% na arrecadação, enquanto o PIB teve retração de 4,1%, ambos impactados pela pandemia.

No segmento de Saúde, foram apresentados dados sobre o comportamento de receitas e das indenizações desde 2011. O gráfico mostra uma tendência de gradual arrefecimento das contribuições aos planos a partir de 2014 (ano contra ano) até a recente recuperação ocorrida a partir do segundo semestre de 2020. Apresenta-se ainda o desempenho diferenciado entre as modalidade médico-hospitalar e planos odontológicos, com taxas de crescimento anual de, respectivamente, 1,2% e 4,7% no número de beneficiários na comparação entre dezembro de 2020 e mesmo mês de 2019.

Sobre o seguro Rural, foi constatado que a movimentação deste ramo cresceu 572% entre 2010 e 2020. A taxa é muito superior à expansão apresentada pelo PIB agropecuário, de 175% nominais no mesmo período. Dessa forma, a penetração do seguro Rural no PIB Agropecuário (Arrecadação/PIB), mais que dobrou, passando de 0,6% para 1,6% no período.

Os economistas Luiz Roberto Cunha e Pedro Simões, ambos integrantes do CEM, se revezaram na parte destinada à apresentação das projeções dos indicadores, dependendo do cenário macroeconômico que prevalecerá. No quadro otimista, os economistas esperam um crescimento maior da economia, com a superação (mesmo que parcial) de problemas que fazem o câmbio estar tão depreciado no Brasil. Projetam o IPCA mais alto por estar muito mais ligado à demanda e juros mais elevados como nos dois cenários (pessimista ou otimista) como “normalização” da política monetária. No cenário pessimista, o câmbio permanece mais alto, pressionando IGP-M (por meio do IPA).

Dessa forma, o PIB real, por exemplo, em um quadro pessimista, pode crescer 2,95% ou avançar para 4,08% neste ano, em um cenário otimista.  O PIB indústria real, uma variação de 2% (pessimista) a 5,10%(otimista); a Selic oscilar de 4,75% a 6,25%. Já o IGP-M pode subir 21,02% em um cenário pessimista, ou 12,50%, em um quadro macro mais positivo.

O balanço mais recente da economia foi também avaliado. Os dois economistas concluíram que a segunda onda da Covid-19 – apesar de mais intensa que a primeira – afetou de maneira menos severa a atividade econômica.  Há menor elasticidade entre mobilidade e PIB. Segundo eles, os Serviços se beneficiam com a reabertura e demanda “reprimida”, além do gasto da poupança precaucional acumulada pelas classes médias e altas ao longo do ano passado. Também a Indústria se beneficia do aumento da demanda por bens industriais, mas, na margem, tem sofrido por conta de aumento de preços ou mesmo escassez de insumos, citando como exemplo os semicondutores para produção de automóveis. Já o Comércio, beneficiado durante a fase mais aguda da pandemia- enfrenta um período de ressaca, com o deslocamento dos gastos para serviços.

No plano global, as preocupações com a inflação continuam presentes. Constata-se que revisões no ritmo da atividade são acompanhadas de elevações nas projeções de inflação, como maior pressão sobre os preços administrados e de bens industriais, além das já conhecidas pressões no preço das commodities, exacerbadas no Brasil pelo câmbio. Logo, a recuperação rápida da economia mundial aumentou a demanda mundial por bens, mas já há restrições de oferta para alguns produtos, pressionando também preços de bens industriais.

Porto Seguro amplia cobertura do seguro aluguel para até 18x o valor da locação

Porto Seguro aluguel

Fonte: Porto Seguro

Lançado em setembro do ano passado, o Porto Seguro Aluguel Essencial apresenta mais uma novidade que passa a valer a partir deste mês de junho. Agora, além de oferecer o Limite Máximo de Garantia de 12 vezes o valor do aluguel e taxa fixa de 8% sobre o valor do aluguel, o produto passa a ofertar aos clientes, um novo plano de 18 vezes o valor aluguel e taxa fixa de 12%. Nelson Aguiar, superintendente de Negócios Financeiros e Capitalização da Porto Seguro, destaca que a novidade amplia os benefícios para imobiliárias e locadores, que passam a contar com uma oferta de garantia mais estendida.

“Nosso objetivo é sempre aprimorar o portfólio a fim de oferecer a melhor solução possível em seguros para os potenciais clientes, assim como fornecer condições mais vantajosas para que Corretores e imobiliárias tenham maior rentabilidade e vantagem competitiva na comercialização do produto”, afirma o executivo.

Solução ágil e sem burocracia, o produto garante ao cliente, de maneira ágil e acessível, a substituição do fiador ou caução, a transferência de responsabilidade do pagamento do aluguel para a seguradora em caso de inadimplência, além da dispensa de comprovação de renda e envio de documentação. Os clientes que contam com esse seguro têm ainda a possibilidade de parcelamento em até 60x sem juros, três meses grátis do Reppara!, sorteio anual de R $200 mil pelo PortoCap e parcelamento do aluguel vencido ou a vencer no cartão de crédito.