Liberty Seguros lança ‘Vem de Vida’, treinamento para corretores que estão começando ou expandindo a carteira

Vem de Vida Liberty Seguros

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros acaba de anunciar o lançamento do “Vem de Vida”, programa de treinamento para corretores focado em oferecer conteúdo e auxiliar os profissionais que estão iniciando a carreira ou que pretendem expandir suas carteiras de seguro de Vida. O programa será lançado no dia 15 de junho e estará disponível para todos os corretores cadastrados na Liberty. 

Apresentado pela corretora de seguros Antonia Oliveira, que é também empreendedora e faz parte do Conselho de Corretores da Liberty, o programa de capacitação contará com três encontros que vão oferecer conteúdo diversificado para ajudar os profissionais a se destacarem nas vendas. O primeiro encontro será sobre a importância do produto e conscientização, que irá apresentar um case de sucesso da Antonia com a Liberty, mostrar o papel social do corretor e indicar os melhores momentos para ofertar seguros de vida. 

Os dois últimos encontros irão desmistificar alguns mitos de vendas, instruir o caminho para encontrar novos clientes, além de trazer estratégias de sustentação da carteira. Além disso, os corretores que participarem de todos os encontros ganharão pontos extras na campanha ‘Cresça com o Vida’. 

“O diferencial do ‘Vem de Vida’ é trazer um conteúdo assertivo e totalmente alinhado às necessidades a rotina dos corretores, já que teremos uma das nossas parceiras conduzindo esse conteúdo. Esperamos que os participantes possam incorporar os aprendizados do treinamento no seu dia-a-dia de forma simples e crescer seus negócios “, comenta Alexandre Vicente, diretor de seguros de pessoas da Liberty Seguros.

Esta é a mais uma capacitação lançada pela Liberty neste ano focada no segmento de vida. Em abril, a seguradora apresentou o “Acelera com o Vida”, que já está encerrando a primeira turma, com a participação de 55 corretores e já com a segunda etapa marcada para início de julho. Além de oferecer uma jornada de aprendizagem diferente, o primeiro treinamento lançado pela seguradora é uma especialização para corretores que já trabalhavam de alguma forma com os produtos de vida, enquanto o “Vem de Vida” é para todos os tipos de corretores, principalmente para quem quer passar a vender um outro produto além do seguro auto. 

GC do Brasil prevê chegar a R$ 1 bilhão em 2021

GC do Brasil

Fonte: GC do Brasil

O Grupo GC do Brasil espera movimentar R$ 1 bilhão em prêmios em 2021, o que significa um avanço de 16,3% em relação a 2020. “A alta do PIB em 1,2% no primeiro trimestre de 2021 em relação ao primeiro trimestre de 2020 trouxe melhoras nas expectativas para a economia nacional de forma geral, mesmo em tempos de pandemia”, segundo Jean Fabricio Wolff, diretor financeiro do grupo, que reúne 96 corretoras de seguros. “Se não fôssemos uma corretora, seríamos a 27ª maior com este volume de vendas com base nos números de 2020,”, informa o executivo.

Ele ressalta que o mercado de seguros, segundo dados da Susep, avançou 9,9% nos mesmos comparativos de períodos.  Considerando-se o quadrimestre, o avanço do setor foi ainda maior, chegando a 15,1%. “De fato, o mercado de seguros foi privilegiado em comparação a outros em especial graças a rápida capacidade de comutação do atendimento tradicional em home office sem grandes perdas qualitativas e ao fato de que, mesmo antes da pandemia, já estar procedendo aos ajustes da operação para um cenário de menores ganhos financeiros graças a baixa da Selic”, cita. 

Até mesmo a carteira de auto que parecia fadada a quedas em razão da diminuição das vendas e do uso dos veículos apresentou um crescimento de 2,7% no mesmo período, o que faz supor aumento de preços médios dos seguros compensando perda de itens novos. Wolff, que também é titular da JFW Corretora de Seguros, avalia que o crescimento impactou de forma diferente as corretoras de seguros: “Corretoras muito focadas em produção de revendas de auto claro que tiveram perdas proporcionais as automobilísticas no período, mas a GC não tem este foco e, inclusive, veio há tempos buscando a diversificação de produtos vendidos tendo o auto uma participação hoje de 54%, o que é baixa perto da média de mercado praticada por corretores de seguros”.

 “Tomamos uma decisão acertada em termos de parcerias com seguradoras e seleção de produtos ao darmos foco aos seguros associados ao agronegócio garantindo assim nosso crescimento e rentabilidade bastante acima da média de mercado em 2020.  E esta expectativa se reforça em 2021 com a alta taxa positiva de crescimento do PIB no seguimento agropecuário: 5,7% contra 0,7% na Indústria e 0,4% em Serviços”, afirma. 

Para atuar em seguros agrícolas, a GC do Brasil investiu em parcerias com seguradoras especializadas, em treinamentos e em engenheiros agrônomos que pudessem garantir a qualidade das vendas e do atendimento justo aos sinistros.  “Trata-se de um mercado novo, com alta possibilidade de expansão, mas não massificado. Temos 15% da área plantada coberta, pouco comparado a 90% nos EUA. Com ainda baixa exposição de alta severidade vige um certo risco de anti seleção o que nos obriga a por mão de obra em campo para garantir que nossas parceiras seguradoras tenham resultados e se animem a investir cada vez mais no segmento e na GC do Brasil”, comenta o executivo.

Nem todos os corretores da GC do Brasil são especialistas em seguros agrícolas, mas o interesse vem aumentando e cabe a GC não só prover acordos e treinamentos como formar parceria em sistemas como no caso do E-Campo que está integrado ao sistema comum a todos os corretores da GC. “Em todos os segmentos e produtos nossa proposta de valor aos corretores associados ou que venham a se associar é a mesma do agro: gerar aumento de receita e queda de despesas maximizando o lucro, padronizando processos, assumindo operações que consomem tempo que o corretor poderia dedicar as vendas e garantindo segurança diante dos desafios futuros da profissão”, finaliza Wolff.

Valor das insurtechs europeias avança para € 23 bilhões em 2020, contra € 6 bilhões em 2016

insurtechs estudo

A Dealroom acaba de lançar um relatório sobre o desempenho das insurtechs na Europa. De acordo com o estudo, as insurtechs tiveram pouco investimento em comparação com outros setores como Fintech, Saúde e Mobilidade, mas agora crescem mais rápido. 2021 já é um ano recorde para as insurtechs europeias, com € 1,8 bilhão arrecadados no ano, contra € 1,2 bilhão em 2020
As insurtechs europeias valem agora € 23 bilhões, contra apenas € 6 bilhões em 2016. As tendências futuras do setor incluem seguro integrado, seguro paramétrico, clima, seguro cibernético e ativos intangíveis, bem como ecossistemas de serviços.

Enquanto o seguro de vida e saúde representa 70% do prêmio total subscrito na Europa, as insurtechs no segmento de vida e saúde (L&H) tem investimento insuficiente em comparação com seguros de bens e responsabilidades (P&C). O Reino Unido, a Alemanha e a França atraíram 85% do financiamento total da Insurtech no período 2016-20. Os investidores estratégicos estão cada vez mais adotando as Insurtechs: 40% de todas as rodadas em 2020 e 2021 tiveram a participação de investidores estratégicos. A distribuição atraiu a maior parte do financiamento, mas seguradoras full stack e soluções B2B estão atraindo mais capital agora.

A Europa tem um grande fluxo de unicórnios atuais e futuros, especialmente entre 2015-16, que atraiu a maior parte do financiamento até o momento, mas ainda está para sair. Isso é diferente dos EUA, onde as insurtechs saíram em massa, mas tiveram um desempenho ruim no mercado de ações até agora.

Mitsui Sumitomo é a mais nova apoiadora da Sou Segura

Julia Mitsui Sumitomo

A Mitsui Sumitomo é a mais nova patrocinadora da Sou Segura, a associação de mulheres do mercado segurador. “Estamos orgulhosos de participar deste grupo formado por mulheres e por homens, engajado em uma causa tão relevante para a nossa sociedade. É um tema prioritário para o grupo Mitsui Sumitomo em todo o mundo. Tanto que estamos na 11° posição entre as seguradoras do mundo em adoção das melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês, como são conhecidas internacionalmente). No tema diversidade de gênero, no Brasil já somos 50% 50%, mas queremos avançar mais”, comenta Julia Christensen, Superintendente de Recursos Humanos e Marketing da Mitsui Sumitomo.

Pouco a pouco, a dedicação da Mitsui Sumitomo em cuidar das pessoas, um dos três pilares estratégicos do plano 2018/2021, atinge seus objetivos. No início de junho, a seguradora recebeu o selo Great Place to Work (GPTW). Pela primeira vez participando desta certificação, 96% dos respondentes da pesquisa dizem que aqui na Mitsui Sumitomo os colaboradores são bem tratados independentemente de seu gênero. Em cargos de liderança as mulheres se qualificam e avançam. “Somos 3 mulheres e seis homens reportando diretamente ao board e a intenção é ampliar ainda mais”, informa Julia. 

A Mitsui Sumitomo participa de vários programas da associação, inclusive de mentoria. Simone Vizani, presidente da Sou Segura, conta que já estão no segundo ciclo do programa e uma nova turma já está a caminho, tamanha tem sido a procura pelas associadas. São 52 patrocinadoras. Uma marca bastante expressiva, principalmente por ser formada por players de diferentes segmentos de atuação, incluindo seguradoras, resseguradoras, prestadoras de serviços, empresas de tecnologia, grandes corretoras de seguros e bancos digitais com forte presença no mercado de seguro. 

A associação, fundada em 2018, acaba de se reinventar. Com o apoio dos patrocinadores ficou mais fácil criar formas de investir na diversidade e atuar para engajar o público em ações que realmente incentivem o desenvolvimento profissional das mulheres, capacitando-as, destacando os talentos femininos e seus potenciais e elevando a autoconfiança deste público. Em 2021, trocou o tradicional nome de Associação das Mulheres do Mercado de Seguros para Sou Segura. 

“Agora estamos presente em diferentes plataformas digitais como: bate-papos ao vivo, webinars, podcasts, lançamos o programa de mentoria e aumentamos a oferta de artigos escritos por mulheres no espaço “Fala Mulher”, conta Simone. “O nosso foco maior é a incessante busca pela equidade no ambiente corporativo para que as mulheres possam assumir o protagonismo de suas carreiras e chegarem ao topo. Infelizmente, hoje, já na segunda década do século XXI, apesar de sermos maioria no mercado e ocuparmos cargos de liderança, ainda estamos longe de ter a equidade no topo das empresas”. 

Julia reforça o desafio. “Temos muito a avançar ainda no mercado de seguros e sua equidade, claro, mas temos de reconhecer que já trilhamos um caminho incrível num setor tido como tradicional e até pouco tempo atrás totalmente dominado por homens. Hoje já vemos a busca pela igualdade de oportunidades para todas as pessoas – independentemente de gênero, cor, etnia, idade, orientação sexual, origem social, capacidade física ou mental. É um dos nossos compromissos com o respeito aos direitos humanos e a não discriminação”. 

Simone acrescenta que esta é uma bandeira importante de todos. “Realizamos fóruns de discussões e debates sobre a Equidade de Gênero. Discutimos o que é preciso fazer, o que as mulheres precisam e temas recorrentes nesses eventos, que contam com as participações de associadas, estudiosos, instituições, lideranças e CEO´s do mercado para que possamos reverter este quadro o quanto antes”, comenta Simone.

A Sou Segura prepara muitas novidades para este ano. “Teremos o lançamento do clube de vantagens para ofertar benefícios. O nosso site vai publicar também as oportunidades de trabalho no mercado das nossas patrocinadoras de modo exclusivo para a Sou Segura. Lançaremos ainda a cartilha de melhores práticas. Vamos também implementar o Comitê “Juntos por elas” com o objetivo de trazer os homens para a conversa e ampliar as ações em prol da equidade de gênero. Teremos a primeira edição do SUMMIT Sou Segura com muito conteúdo diferenciado, além das palestras e capacitações. No final do ano, haverá ainda nova edição da nossa já tradicional Premiação das empresas e executivas que se destacaram no exercício”, elenca Simone. 

Resiliência global enfraquece e aumenta a lacuna de seguros, revela estudo da Swiss Re

Swiss Re estudos

A resiliência global enfraqueceu significativamente devido à crise COVID-19, com o Índice de Resiliência Macroeconômica caindo de 0,54 para 0,44 em 2019. Isso foi impulsionado por níveis extraordinários de estímulo fiscal em mercados avançados para amortecer o golpe econômico da pandemia. Por exemplo, em janeiro de 2021, tanto os EUA quanto o Reino Unido alocaram cerca de 30% de seu PIB para gastos e suporte de liquidez para suas economias, revela o mais recente estudo do Swiss Re Institute.

Consequentemente, os níveis de dívida do governo nas economias avançadas aumentaram em mais de 16%, o maior aumento anual desde a virada do século. Esses aumentos foram acomodados por uma política monetária muito frouxa, que manteve um controle sobre os custos do serviço da dívida.

Com uma forte recuperação econômica em 2021, o Swiss Re Institute prevê que a resiliência macroeconômica global se fortaleça, principalmente impulsionada pelas economias avançadas, mas não espera um retorno aos níveis pré-pandêmicos este ano. As reformas estruturais devem permanecer uma prioridade para construir perspectivas de crescimento de longo prazo e restaurar a resiliência macroeconômica.

O crescimento em países com níveis mais elevados de resiliência macroeconômica pré-pandemia, como a Suíça e a Noruega, foi mais forte durante a recessão global do que em outros, como a Espanha e a Grécia. Suíça, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Holanda são os países economicamente mais resilientes, enquanto México, África do Sul, Brasil, Turquia e Grécia são os menos resilientes.

“Nosso estudo mostra claramente que a resiliência econômica compensa. As regiões avançadas se beneficiaram de níveis mais fortes de resiliência macroeconômica e de seguro de saúde do que suas contrapartes emergentes. No entanto, para restaurar a resiliência macroeconômica e impulsionar crescimento, são necessárias profundas reformas estruturais”, disse Jérôme Haegeli, Economista-chefe do Grupo Swiss Re, em comunicado.

Espera-se que a resiliência global do seguro se fortaleça em 2021, sustentada pela crescente conscientização sobre o risco. Para muitas pessoas, a experiência do COVID-19 destacou a importância das coberturas de proteção contra riscos. A lacuna de proteção mundial combinada para riscos de saúde, mortalidade e catástrofes naturais atingiu um novo máximo de cerca de US$ 1,4 trilhão em 2020 em meio à crise pandêmica.

O Índice de Resiliência em Saúde SRI global enfraqueceu ligeiramente em 2020. Os mercados emergentes com menor resiliência em saúde eram os mais vulneráveis. A lacuna global de proteção à saúde aumentou para US$ 747 bilhões em 2020, 63% dos quais derivados de mercados emergentes.

A resiliência à mortalidade enfraqueceu devido à queda nos ativos financeiros e ao aumento da dívida das famílias em meio à crise pandêmica. O Índice de Resiliência de Mortalidade SRI global caiu de 47,5 em 2019 para 45,8 em 2020. A resiliência global a catástrofes naturais permanece a mais baixa de todas, com o índice global sendo de 24% em 2020, o que significa que 76% dessas necessidades de proteção em todo o mundo não têm seguro.

“A pandemia global acentuou o fosso entre ricos e pobres. Ela revelou a necessidade de os governos se concentrarem na reconstrução e na promoção da coesão social. A igualdade social – e, em seu cerne, a criação de oportunidades iguais para todos – será uma característica definidora de um mundo mais resiliente. A lacuna global de proteção de seguro atingiu um novo máximo de US$ 1,4 trilhão. Fechar essa lacuna apoiaria a estabilidade econômica de longo prazo e aumentaria a capacidade da sociedade de absorver choques. Tornar o seguro mais amplamente disponível e acessível será essencial. Mas as resseguradoras e os líderes empresariais e governamentais devem fazer da resiliência uma prioridade compartilhada.”

MDS Brasil anuncia Rodrigo Avila como diretor comercial

Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anuncia Rodrigo Avila como o novo Diretor Comercial da área de Riscos Corporativos. A mudança na gestão faz parte da estratégia de expansão e diversificação da empresa, que visa oferecer um portfólio de produtos cada vez mais amplo e aderente ao mercado, satisfazendo as necessidades de diferentes públicos. 

“Eu aceitei o desafio de compor a diretoria comercial da MDS com muito orgulho. Me sinto pronto para traçar novas rotas de expansão e ampliar ainda mais os negócios da empresa, junto a essa equipe incrível e competente. O momento é bastante favorável para a empresa e o meu papel será entender como vamos alcançar todas as metas e ampliar os resultados. Nós temos uma estrutura forte e bem organizada que nos permite oferecer às soluções mais criativas para proteção e mitigação dos riscos dos nossos clientes”, afirma Rodrigo Avila, diretor comercial da MDS. 

Rodrigo é formado em Economia pela Universidade Mackenzie e possui MBA em Marketing pela Universidade de São Paulo. Avila contabiliza 15 anos de experiência no mercado de seguros, tendo atuado com subscrição de riscos e desenvolvimento de produtos em seguradoras como Unibanco, AIG e Itaú Seguros. O profissional possui uma vasta bagagem em Seguros Corporativos, Resseguros e Gestão de Riscos. O novo Diretor Comercial, também atuou nos últimos 6 anos como Risk Manager na Suzano S/A (maior produtora de celulose no mundo). 

“Nós estamos recebendo um profissional que trabalha com excelência na sua área de atuação e será uma pessoa fundamental para definir novas estratégias de crescimento e expansão para os próximos anos e o que precisamos fazer para trabalharmos esse resultado com maestria”, afirma Thiago Tristão, vice-presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO da MDS Re Brasil. 

Ávila acredita que este novo desafio será importante para a sua trajetória profissional além de trazer consigo uma expertise para conquistar novos negócios. “Uma oportunidade para contribuir ainda mais para que a MDS continue crescendo e cumprindo o seu propósito de proteger os nossos clientes, se fortalecendo e conquistando novos espaços no mercado”, conclui.  

Paulo Hayakawa assume como diretor técnico para as áreas de grandes riscos, garantia e resseguros da Sompo Seguros

Sompo seguros

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros acaba de contratar Paulo Hayakawa como novo diretor técnico responsável pelas áreas de Large P&C, Garantia e Resseguros. O executivo chega à companhia com o desafio de integrar as estratégias da companhia para o desenvolvimento de negócios nos ramos sob sua supervisão, além de atuar no estabelecimento de programas de resseguro adequados ao atual momento da seguradora, que busca incrementar a abrangência e o market shareem suas diferentes linhas de negócios.  

Paulo Hayakawa acumula mais de 30 anos de atuação no mercado segurador, dos quais cerca de 20 anos em ambas as companhias que deram origem à marca Sompo Seguros no Brasil. Ele passa a ser responsável pela supervisão das estratégias de resseguro, bem como pela área de Large P&C e Garantia, que integra ramos como Riscos Nomeados e Operacionais, Riscos de Engenharia, Lucros Cessantes, Compreensivo Empresarial (com Limite Máximo de Garantia superior a R$ 50 milhões), Responsabilidade Civil Geral, Garantia, Fiança Locatícia e Compreensivo de Veículos. “Tive a oportunidade de conhecer a cultura, desenvolver meus conhecimentos e contribuir com o crescimento de ambas as companhias que deram origem à marca Sompo Seguros anos atrás. Fico feliz de retornar ao grupo para contribuir com essa nova fase em que a Sompo visa um crescimento significativo em suas linhas de negócios nos próximos anos”, considera o executivo.  

Paulo Hayakawa, diretor técnico de Large P&C, Garantia e Resseguros da Sompo Seguros, é graduado em Engenharia Civil (Universidade Estadual de Campinas – Unicamp) e pós-graduado em Administração de Empresas – Master em Seguros (IAG/PUC-RJ). Conta com mais de 30 anos de atuação no mercado de seguros e resseguros, com experiência nas áreas de Subscrição de Riscos, Resseguros e Planejamento de Processos em seguradoras e resseguradoras nacionais e estrangeiras. Entre elas, vale citar que atuou por quase 16 anos na Yasuda Seguros e outros 4 anos na Marítima Seguros, ambas as companhias que viriam a dar origem à marca Sompo Seguros no Brasil. Também participou de projetos de expansão de empresas para países da América Latina e de Comissões Técnicas de Associações de Seguradoras e Resseguradoras, além de ministrar aulas em cursos do mercado de seguros e resseguros.

“A Sompo Seguros tem como premissa investir em especialistas de competência comprovada no mercado como medida essencial para que cada estratégia de atuação tenha a melhor condução. O Paulo é um profissional experiente e que tem o reconhecimento do mercado por sua atuação nas áreas de resseguros e riscos corporativos. Seu know how vai contribuir muito na condução dos planos estabelecidos de fomentar negócios para corretores ao mesmo tempo em que trabalha para garantir a qualidade já reconhecida nas diferentes linhas de negócios sob sua gestão, algumas das quais em posição de liderança de mercado”, ressalta Adailton Dias, diretor Executivo de Produtos Corporativos e Resseguro da Sompo Seguros.

Decisão sobre Selic pauta a agenda da semana, com boletim Focus sinalizando alta

pedro simoes, CNSEG

As atenções do mercado estarão voltadas para o tom do comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne para decidir a nova taxa básica de juros (Selic), com divulgação na quarta-feira, 16, a partir das 18 horas. “Nossos olhares se voltam para o comunicado, que é emitida junto com a decisão, e posteriormente para a Ata com mais detalhes, que deve deixar claro se o Banco Central continuará buscando um ajuste “parcial” do estímulo monetário – como vinha sinalizando – ou se passará a explicitamente buscar o ajuste que for necessário para trazer a inflação para a meta no ano que vem”, comenta Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

As projeções para a Selic apontam que o mercado aposta na segunda opção, com a mediana das expectativas para os juros básicos ao final deste ano saltando de 5,75% para 6,25%. Para 2022, permanece a projeção de 6,5%, segundo o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira, 14. Simões também destaca que, apesar do resultado melhor que o esperado do PIB do primeiro trimestre deste ano e dos sinais discretos, mas positivos, do andamento da agenda de reformas no Congresso, há preocupação com a inflação, o que se reflete nas projeções. “Com o IPCA alto e expectativas de inflação revisadas a cada dia, o BC deve agir para segurar as expectativas e garantir a inflação dentro da meta em um horizonte mais longo, considerando-se também o pano de fundo de uma possível crise hídrica. O cenário de curto-prazo é, sem dúvidas, mais positivo, com revisões altistas para o crescimento do PIB este ano, mas a expectativa para 2022 já está sendo reduzida, como mostra o boletim divulgado hoje, evidenciando a ainda grande incerteza”. 

A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 voltou a subir, de 4,36% para 4,85%, no Boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira com estimativas coletadas até o fim da semana passada. Para 2022, o ponto-médio das expectativas para a expansão do PIB foi reduzido de 2,31% para 2,20%. 

Leia a íntegra do Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas produzido pela CNseg.

Luis Nagamine retorna à AIG disposto a avançar em riscos corporativos e ambiental na AL e Caribe

AIG Nagamine AIG

Luís Nagamine está de volta ao grupo AIG Seguros depois de 32 anos de sua primeira passagem pela companhia, em 1989. “Temos ótimas perspectivas. O grupo finalizou a reestruturação mundial e a companhia está preparada para este novo cenário de concorrência, de inovação e de crescimento com entregas sob medida para clientes, com rentabilidade para o acionista”, disse ele ao blog Sonho Seguro. 

O executivo chegou em fevereiro para liderar a área de grandes riscos, ou Property & Casualty (P&C) do grupo norte americano para a América Latina e Caribe, reportando-se a Paride Della Rosa, CEO regional do grupo. Em sua carreira, passou por Munich Re, criou a corretora THB, foi Itaú Unibanco, que tinha a AIG, seguiu para a Chubb para coordenar a integração com a ACE, a maior aquisição no mundo até então. Finalizado o desafio, foi para a japonesa Mitsui Sumitomo e IRB Brasil Re, onde ficou até o início do ano. 

O grupo nomeou oficialmente Peter S. Zaffino como CEO, sucedendo Brian Duperreault, que passou a ser presidente executivo do conselho, em 1º de março de 2021. No entanto, ele estava no cargo desde outubro, sendo o resultado do primeiro trimestre deste ano o primeiro sob sua gestão. Duperreault deixará o cargo de presidente executivo no final de 2021 e se tornará um funcionário não executivo. Ele também esteve envolvido no desenvolvimento da estratégia de longo prazo e do plano operacional da AIG. 

Os prêmios brutos emitidos mundialmente pela AIG no primeiro trimestre de 2021 aumentaram 6%, para US$ 10,7 bilhões, no negócio de seguros gerais, impulsionados pela seguradora na América do Norte e linhas comerciais internacionais. A receita de subscrição chegou a US$ 73 milhões em seus negócios de seguros gerais no trimestre, em comparação com um prejuízo de US$ 87 milhões no ano anterior, quando registrou grandes perdas relacionadas à pandemia.

Na divulgação do balanço trimestral, Zaffino disse em teleconferência que “o trabalho de otimização continuará, mas vale a pena refletir sobre a magnitude do que realizamos nos últimos três anos, porque o primeiro trimestre de 2021 foi um ponto de inflexão importante para nossa equipe. Nosso foco girou da correção para impulsionar o crescimento lucrativo.” O lucro ajustado de US$ 1,05 por ação superou a estimativa média de 95 centavos de 16 analistas em uma pesquisa da Bloomberg.

Aqui no Brasil, a expectativa dos corretores e dos clientes é grande, diante do que chamam de “hard Market”. Ou seja, mercado mais difícil de se negociar, com redução de players e alta do preço do seguro pelas companhias globais numa tentativa de recuperar perdas registradas com a pandemia e também com catástrofes naturais. “O segmento de pessoa física sofreu mais na pandemia. O setor corporativo está indo bem e a AIG está mais preparada do que muitos concorrentes pelas ações implementadas nos últimos 3 anos. É uma fase importante para mim, pois a arrumação se foi e agora é aproveitar as oportunidades que a região oferece para os seguros corporativos, inclusive riscos ambientais”, afirma Nagamine. 

Como o segmento de grandes riscos sob pressão de aumento de preço, muitas seguradoras reduziram a exposição de forma expressiva, assim como a AIG fez nos 3 últimos anos, concentrando-se nas operações mais rentáveis. “O período de estagnação dos riscos corporativos já passou. Estamos no lugar certo na hora certa”, comenta ele, já de olho numa nova rodada de investimentos que deve surgir no Brasil com o avanço da vacinação e algumas reformas que coloquem o Brasil num novo ciclo de crescimento. 

Naganime comenta que os clientes pressionam corretores por melhorias, principalmente depois que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou normativos que dão liberdade para seguradoras serem mais criativas na construção de um programa de seguros para grandes corporações, deixando de lado a mesmice até então praticada com base nas regras que padronizavam os contratos de uma forma geral no setor.  

“Como AIG, já tínhamos a premissa de criar um clausulado especial para as apólices globais. Agora, com nossa atuação mundial e por estarmos ajustados para crescer, temos oportunidades de conquistar empresas que buscam proteção para riscos diferenciados como ambiental, cibernético, linhas financeiras em geral entre outros”, afirma. “Realmente vemos um bom momento para o Brasil e para a AIG nos próximos anos”. 

‘Nenhuma companhia consegue sobreviver sem inovação’, afirma Helder Molina, CEO da MAG Seguros, em live da ENS

ENS Helder Molina MAG inovacao

Fonte: MAG Seguros

Inovação na prática, esse foi o tema principal da live promovida pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), que contou com a participação de Helder Molina, CEO da MAG Seguros. Durante o debate, o executivo explicou as estratégias da empresa centenária para se manter sempre ativa e atual, além de trazer as perspectivas para o mercado. 

Segundo o executivo da MAG Seguros, o mercado de seguros é tradicional e precisa ter uma regulação forte, já que os clientes podem ficar até os 100 anos dentro da seguradora. “Com isso, a tendência é que os players se movimentem mais lentamente, mas não acredito que isso seja o que os reguladores querem, pois há um desejo iminente de serem provocados com novas ideias”, completa. Helder lembrou da criação da Comissão de Inovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e do Sandbox Regulatório. 

Nele, a MAG foi a única seguradora a ter uma insurtech aprovada, a Simple2u. A nova empresa, que será lançada em breve, marcará a entrada da companhia no mercado de Ramos Elementares, comercializando produtos que vão além de Vida e Previdência, contando com seguro de acidentes pessoais e cobertura residencial, tudo isso on demand. “O cliente vai poder escolher como e quando usar as coberturas, manualmente ou de forma automática, pelo site ou aplicativo. Isso é uma forma de empoderarmos os consumidores”, explica Helder. 

O papel dos corretores também foi levantado. Helder lembrou quando a companhia lançou a primeira loja online do mercado para que eles pudessem fazer vendas online, há cerca de oito anos atrás. Ao todo, foram 700 e-commerces que transformaram a forma de oferecer os produtos. “Sabemos da importância de se ter um profissional desses na última milha e isso não será diferente com a Simple2u. Nós estamos trazendo mais um produto para que eles ampliem seu portfólio”, afirma o CEO. 

Durante a conversa, Helder também falou sobre o papel das insurtechs para ajudar as companhias tradicionais a se modernizarem. Sob o guarda-chuva da MAG Seguros, há a WinSocial, que oferece seguro de vida para públicos que não são contemplados pelos portfólios existentes, como diabéticos. O executivo apontou algumas ferramentas como o futuro do segmento, incluindo inteligência artificial e machine learning, que já são usadas internamente no pagamento de benefícios e na geração de leads. 

Em pauta estiveram ainda o Open Insurance, que possibilita que empresas do setor compartilhem dados dos usuários mediante autorização prévia, e os impactos da pandemia no segmento, tanto na gestão das equipes, quanto na percepção dos brasileiros sobre a importância de se planejarem a longo prazo. 

A live “Inovação no Setor de Seguros – Experiência de Mercado” faz parte da programação da ENS para celebrar o mês de aniversário de 50 anos. Ao longo de junho, a escola apresentará outros debates com a participação de profissionais do mercado. Para assistir à conversa na íntegra, acesse o link