Nesta segunda-feira (05/07), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou os números completos de beneficiários de planos de saúde relativos ao mês de maio. As informações estão disponíveis na Sala de Situação, ferramenta de consulta no portal da ANS. Nesse período, o setor se manteve em curva de crescimento e totalizou 48.137.767 usuários em planos de assistência médica e 27.681.068 em planos exclusivamente odontológicos.
No caso dos planos médico-hospitalares, em um ano houve incremento de 1.334.781 beneficiários – o equivalente a 2,77% de aumento em relação a maio de 2020. No comparativo de maio com abril, o crescimento foi de 154.1 mil usuários. O total de beneficiários é o maior número registrado desde julho de 2016. Antes disso, só foi superado em junho daquele ano, quando o setor atingiu 48.266.704 beneficiários nessa segmentação.Já nos planos exclusivamente odontológicos, foi registrado aumento de 2.285.227 beneficiários em um ano – o que representa 8,26% de crescimento no período – e de 133.422 em um mês (comparativo com abril).
Entre os estados, no comparativo com abril de 2020, o setor registrou aumento de beneficiários em planos de assistência médica em 23 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná os que tiveram o maior ganho de beneficiários em números absolutos. Entre os odontológicos, 27 unidades federativas registraram aumento no comparativo anual, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná também, os estados com maior crescimento em números absolutos.A ANS ressalta que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.
Data: 10.02.2020
Local: Alphaville, SP
Assunto: Retrato de Bernardo Castello, diretor Bradesco Vida e Previdência.
Foto: Bitenka
Em tempos de incerteza, os impactos ocasionados pela pandemia tornaram ainda mais importante a revisão do planejamento financeiro individual e familiar, incluindo a escolha de um seguro de vida adequado ao momento de cada pessoa. Uma parcela crescente da sociedade vem demonstrando interesse por essa proteção, mas muitos ainda esbarram em uma infinidade de dúvidas e, sem uma perspectiva clara dos seus objetivos, acabam adiando a contratação do seguro.
Para Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, a pandemia mostrou a necessidade de todos reavaliarem permanentemente o nível de proteção e segurança de que dispõem, adequando-o aos diferentes momentos de vida. O especialista explica como avaliar a cobertura, o valor e o que pode influenciar na decisão do segurado na hora de contratar um Seguro de Vida vitalício ou temporário, uma vez que as modalidades apresentam caraterísticas particulares.
Quando adquirir um Seguro de Vida Temporário?
O Seguro de Vida temporário é indicado para quem busca coberturas para necessidades momentâneas. Por exemplo, jovens que ainda não acumularam patrimônio, financiamento de um imóvel ou pais que desejam garantir boas condições de educação para os filhos até que eles alcancem a maioridade. Dessa forma, é uma proteção pensada para assegurar a manutenção da renda, caso aconteça alguma eventualidade que resulte na ausência do provedor principal.
Vale ressaltar que, pelo fato de o plano ser temporário e não resgatável, o segurado deve ficar atento ao período e à revisão da cobertura, para que ele esteja sempre adequado às suas reais necessidades. “O plano temporário normalmente tende a apresentar um valor mais atraente do que o seguro de vida vitalício. Contudo, a comparação não deve ser focada na diferença de preço, e sim no objetivo desejado e nos benefícios a serem proporcionados pelo plano no prazo estabelecido”, aconselha Bernardo.
Quando contratar um Seguro de Vida Vitalício?
O Seguro de Vida vitalício é uma opção indicada para cobertura de morte natural ou acidental. A proteção é válida por toda a vida do segurado, atuando como uma forma de proteção financeira familiar. “Em caso de invalidez, o beneficiário fica dispensado do pagamento das mensalidades, mas a cobertura contratada é mantida na íntegra. Na situação de uma doença terminal, ainda é possível antecipar parte do benefício contratado em vida”, detalha o diretor da Bradesco Vida e Previdência.
A proteção vitalícia também oferece a vantagem de não sofrer a incidência do Imposto de Renda. Além disso, diferentemente de outras modalidades de planejamento sucessório, por não ser considerada uma representação de herança, é isenta do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), o que garante o recebimento do valor completo da indenização.
Como escolher entre uma cobertura vitalícia ou temporária?
“Como mostram as características de cada produto, o importante é analisar a natureza das situações que possam desequilibrar seu orçamento. No caso de um imprevisto capaz de impactar grande parte da família, como a perda de seu provedor, por exemplo, a cobertura vitalícia seria a mais indicada”, observa Bernardo Castello.
“Mas imagine que você enfrente um imprevisto menos impactante, porém mais imediato, que demande a mobilização de uma reserva financeira que não esteja disponível. Nesse momento, o seguro de vida temporário entra como uma proteção para ser usada em vida, suprindo as necessidades decorrentes dessa eventual instabilidade financeira. Independentemente da modalidade, o seguro de pessoas deve ser sempre lembrado como uma forma de garantir qualidade de vida e bem-estar, pensando na sua proteção pessoal e na daqueles a quem você ama”, conclui o diretor da Bradesco Vida e Previdência.
A NEWE Seguros lança o seguro “Smart Protection”, com duas proteções em uma única apólice: Riscos Cibernéticos + Erros e Omissões. A apólice protege pequenas e médias empresas e startups de tecnologia de ataques de hackers, já considerando as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), bem como por perdas com processos judiciais movidos por terceiros. “Estamos orgulhosos de sermos pioneiros no lançamento deste produto já dentro das novas determinações da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que visa trazer produtos inovadores, simples, transparentes e acessíveis com o objetivo de impulsionar o crescimento do mercado segurador”, comemora Carlos Caputo, CEO da NEWE.
As seguradoras concentram sua criatividade em ofertar seguro numa estratégia ganha-ganha. Identificam situações de risco que demandam proteção, desde que eles possam ser mitigados e controlados, para garantir o lucro ao acionista, e que atendam às expectativas dos consumidores e, consequentemente, o faturamento. Com esta estratégia, os especialistas da NEWE foram a campo detectar as dores dos clientes.
A pesquisa também revelou que muitos empreendedores desconhecem as consequências de um hacker sequestrar os dados armazenados e os vazar na web, violando a privacidade de seus clientes. Além da empresa, ou profissional autônomo, como médicos, dentistas, contadores, entre outros, poderem ser acionados por terceiros, pelos danos causados com a exposição da privacidade, ainda há o risco de multas e sanções pela nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “Cabe aqui também uma campanha de conscientização dos riscos emergentes”, avalia Carlos Mavca, head comercial de liabilities.”
Frederico: “Optamos por atender clientes excluídos e criamos um produto que certamente será relevante para o segmento de pequenas e médias empresas, que movem a economia do país”
A equipe de especialistas entrevistou empreendedores que tentaram comprar o seguro tradicional ofertado no mercado e desistiram diante da dificuldade de entendimento claro das cláusulas do contrato, do preço fora do orçamento financeiro ou por restrições de coberturas. “Cientes das dores levantadas, optamos por atender clientes excluídos e criamos um produto que certamente será relevante para o segmento de pequenas e médias empresas, que movem a economia do país”, enfatizou Caputo.
O produto da NEWE cobre perdas de receita com um ataque cibernético ou uma acusação de terceiros por perdas e danos. “Diferente de lucro cessante, o nosso produto tem como cálculo para indenização os dias em que o profissional ficou sem trabalhar”, explica Frederico Geraldo, head operacional de liabilities.
Apesar de terem adotado servidores em nuvem e outras soluções durante as restrições de circulação impostas pela pandemia, muitas das PMEs ainda não possuem estratégias de segurança. Uma grande empresa já considera os protocolos de segurança no orçamento. Mas para muitas PMEs, o custo chega a ser inviável neste momento. A NEWE, então, resolveu incluir no pacote um protocolo de procedimento preventivo. É oferecida de forma gratuita ao cliente uma ferramenta inovadora que monitora incessantemente o sistema em busca de falhas e atua proativamente contra ameaças de ataques cibernéticos: “O cliente nos concede o acesso à máquina e fazemos a instalação dos diversos programas. E, se mesmo assim o ataque for bem sucedido, a equipe da seguradora intervém para o restabelecimento do sistema”, explicam.
Mavca: vamos ofertar um produto que vai encantar o cliente ao garantir a continuidade do negócio mesmo com imprevistos
A pesquisa também revelou que muitos empreendedores desconhecem as consequências de um hacker sequestrar os dados armazenados e os vazar na web, violando a privacidade de seus clientes, que pela nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) podem processar a empresa ou profissional autônomo, como médicos, dentistas, advogados entre outros pelos danos causados com a exposição da privacidade. “Cabe aqui também uma campanha de conscientização dos riscos emergentes”, avalia Carlos Mavca, head comercial de liabilities.
A LGPD também fez surgir outro nicho de negócio neste segmento: as startups de tecnologia. As novatas muitas vezes não têm como provar que vão estar vivas nos próximos anos, o que faz com que possíveis clientes e parceiros exijam garantias de que não serão responsabilizados pelo não cumprimento da LGPD. “A saída para este embate tem sido a exigência de um seguro cibernético”, informa Caputo.
Mavca abre um sorriso largo ao falar do produto. “O nosso combo não é um seguro só para indenizar um cliente. Ele tem uma jornada criada para proteger o empreendedor, seja dos riscos emergentes trazidos pela pandemia e das novas regulamentações, como a LGPD, dos ataques cibernéticos e dos atendimentos virtuais, com margem maior de erros do que uma consulta presencial, por exemplo. Realmente é uma solução, não apenas um seguro”, aposta ele, certo de que tem em mãos um produto que vai encantar o cliente ao garantir a continuidade do negócio mesmo com imprevistos.
“O mercado de construções e reformas está passando por uma retomada, em um ritmo acelerado de crescimento. Um seguimento promissor de negócios. Uma oportunidade única para alavancar as vendas e incrementar a carteira. Nossa solução digital permite ao corretor máxima eficiência para viabilizar os negócios, desde a cotação até entrega da apólice. Tudo online, feito de forma rápida e ágil”, disse Roberto Uhl, Head das Linhas Digitais e Massificados da ESSOR no webinar “Seguro para Construções e Roformas”, realizado na semana passada, para detalhar o pacote completo de coberturas digital para o segmento de construções e reformas de pequeno e médio portes.
Ana Luiza Medori, gestora do Departamento de Construção Civil, explicou como funciona o produto na plataforma, seu objetivo e facilidades até mesmo para o corretor que não tem conhecimento sobre o setor. Segundo ela, a contratação é fácil e sem burocracia e com valor acessível. “A nossa responsabilidade começa quando a construtora vai fazer a descarga de todo o material da obra até o imóvel entrar em operação. Destinado ao construtor ou dono da obra, de pessoas físicas e jurídicas, no valor de risco de até R$ 2 milhões. O nosso diferencial é que o corretor não precisa ter experiência com o risco de engenharia porque o nosso produto já traz um pacote completo com todas as coberturas necessárias”, comentou Ana Luiza.
Classificadas como doenças silenciosas, as hepatites podem trazer danos irreparáveis para o fígado e até afetar outros órgãos
Por meio do seu calendário mensal de saúde, a D’Or Consultoria chama a atenção para o Julho Amarelo, mês de combate às hepatites virais, infecções que podem ser prevenidas com vacinação – nos tipos A, B e D da doença – e condições básicas de higiene e saneamento.
As hepatites virais são infecções no fígado que, em estágios avançados, impactam gravemente o funcionamento do segundo maior órgão do corpo humano, resultando em complicações como insuficiência hepática, fibrose avançada e cirrose. Alguns desses impactos podem ser irreparáveis, levando à necessidade de transplante ou ao desenvolvimento de câncer hepático. Todos os anos, as hepatites fazem mais de 1,4 milhão de vítimas fatais no mundo, e seu caráter silencioso – em muitos casos, as pessoas passam décadas sem descobrir a infecção – pode confundir quem se atenta somente aos sintomas mais clássicos.
“No Brasil, os tipos C, B e A são, respectivamente, os mais comuns. Quase nunca apresentam sintomas e costumam ser confundidos com outras doenças. Por isso, o tema da nossa campanha é ‘Descuidar da saúde dói no fígado’, alertando sobre os riscos e as formas de prevenir essas infecções”, explica Ricardo Freiesleben, gerente de Marketing da D’Or Consultoria.
Por meio de informações confiáveis e de qualidade, as campanhas têm o objetivo de conscientizar sobre a necessidade de não descuidar da saúde e adotar hábitos saudáveis. Os materiais, 100% digitais, serão utilizados nas redes sociais e trazem conscientização sobre os danos que as hepatites causam à saúde.
Tipos de hepatite
• A hepatite C tem como sintomas cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômito, dor abdominal, constipação, pele e olhos amarelados, dores musculares, urina escura e diarreia. Provocada pelo vírus HCV, a campeã de casos no Brasil é considerada uma epidemia global, com taxa de mortalidade comparada às do HIV e da tuberculose. A maior parte dos infectados desconhece seu diagnóstico: em 2016, estimava-se que cerca de 657 mil pessoas possuíam a doença no Brasil.
• Causada pelo vírus HBV, a hepatite B é o segundo tipo mais comum da doença no Brasil. Classificada como uma infecção sexualmente transmissível, normalmente, se resolve espontaneamente em até seis meses. Mas atenção, assim como a hepatite C, pode se manifestar de forma crônica.
• O vírus HAV é o responsável pela hepatite tipo A, também conhecida como hepatite infecciosa. Terceiro tipo mais comum no país, essa hepatite evolui, habitualmente, como uma doença de caráter benigno.
• As hepatites D (ou Delta) e E apresentam recorrência mais discreta. Suas formas de transmissão são idênticas às da hepatite B, assim como a prevenção – a vacina do tipo B imuniza também contra o tipo D. Existe ainda o tipo E, encontrado com maior facilidade na África e na Ásia. Com formas transmissão muito semelhantes às do vírus A, o E é mais comumente transmitido pela via fecal-oral e pelo consumo de água contaminada.
A SulAmérica está redefinindo seu modelo de trabalho a partir das experiências com expedientes remotos decorrentes da pandemia de Covid-19. Para maximizar a produtividade e melhorar a proposta de valor para colaboradores, a companhia procurou entender o nível adequado de virtualização, analisou arquétipos para os principais processos e construiu métricas que permitissem acompanhamento da produtividade e do engajamento do time com a migração do modelo. Para isso, será preciso definir, e garantir ao funcionário, as ferramentas e infraestrutura mais adequadas e desenhar um layout novo de escritório que estimulará a criatividade e colaboração. Chamado de Modelo de Trabalho Futuro, o projeto, realizado em parceria com uma consultoria, resultará em uma média de 60% a 70% de remotização no pós-pandemia. Trata-se também de mais uma iniciativa para reforçar internamente o conceito de Saúde Integral da SulAmérica, no qual as saúdes física, emocional e financeira devem estar em equilíbrio para viver melhor.
Nesse modelo, 30% dos mais de 4 mil funcionários trabalham com 90% a 100% de virtualização; 40% com maior dedicação ao trabalho remoto com meio período a 2 dias por semana de trabalho presencial; 27% com maior dedicação ao trabalho presencial de 3 a 4 dias por semana; e 3% com modelo presencial predominantemente. Esse trabalho partiu de uma análise interna da companhia, com uma escuta ativa dos seus colaboradores, por meio de pesquisas, entrevistas individuais e grupos focais. A partir dessa análise, a SulAmérica descobriu que 99% dos seus funcionários preferem um modelo híbrido de trabalho, pois acreditam que esse formato oferece melhor qualidade de vida. No entanto, o trabalho remoto também recebeu críticas, como sobrecarga de trabalho, dificuldade de desconectar e ampliação da jornada diária – pontos que estão sendo endereçados pela companhia.
Para a implementação, a SulAmérica está mudando as suas normas internas tanto para os modelos de trabalho no escritório quanto para o remoto. A proposta desse sistema híbrido é que cada atividade seja realizada no formato mais adequado para o sucesso dela – para isso, algumas interações precisarão ser presenciais, enquanto outras poderão ser mais bem executadas no formato remoto.
Estão dedicadas à execução do projeto sete frentes de trabalho coordenadas por um comitê, com indicadores de resultado para cada etapa. “A partir de um mapa de atividades, vamos implementar cada etapa por ondas, com ciclos que duram 3 meses, testes e ajustes com base nos aprendizados de cada fase”, explica Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica.
A companhia está funcionando hoje num modelo de trabalho remoto desde o dia 16 de março de 2020. Deslocamentos nacionais e internacionais foram cancelados, o horário de trabalho passou a ser mais flexível e todas as reuniões são realizadas por videoconferência. Eventos, treinamentos e seminários foram também transferidos para um modelo virtual. “Conseguimos nos adaptar rapidamente ao novo modelo de trabalho remoto pois já tínhamos uma cultura organizacional que oferecia a opção de home office ou home working desde 2014”, explica Patrícia. Dos pouco mais de 4 mil funcionários da SulAmérica, 40% já trabalhavam de casa antes da pandemia. A seguradora tem em seus quadros, também, mais de 200 operadores de call center em regime de home working.
A partir desta quinta-feira, 1º de julho, a Icatu passa a contemplar a possibilidade de pagamento anual na comercialização do Horizonte, seguro de Vida Individual da companhia. Com a nova condição, os clientes poderão obter descontos em torno de 4% na apólice, conquistando melhor custo x benefício na aquisição do produto. Lançado em 2019, o Horizonte é um dos mais flexíveis do mercado de Vida Individual e alia proteção e planejamento financeiro aos mais diversos perfis e realidades. Além da nova forma de pagamento, o produto ampliou para até R$10 milhões o valor máximo de indenização.
“O Horizonte é um produto flexível e, desde o seu lançamento, estamos aprimorando as condições de acordo com os feedbacks dos corretores, buscando opções cada vez mais alinhadas com o que os nossos clientes precisam”, afirma Gustavo Arruda, gerente de Produtos de Vida da Icatu.
Além das coberturas tradicionais do seguro de vida, o Horizonte se destaca por ser um produto de prêmio nivelado com formação de reserva que oferece possibilidade de resgate. A contratação é totalmente online, com assinatura eletrônica e análise inteligente da proposta, além de contar com cobrança online e imediata, possibilitando que o corretor receba a comissão mais rapidamente. O cliente também pode optar pela vigência vitalícia ou temporária.
Entre as coberturas adicionais, o Horizonte oferece Invalidez por Acidente, Doenças Graves, Diária por Incapacidade Temporária, Morte por Acidente, Invalidez por Doença e Assistência Funeral. “Possibilitamos um seguro personalizado em todo o processo de contratação e manutenção do contrato, com opção de vigência vitalícia ou temporário, além das condições variadas de pagamento”, explica Gustavo Arruda. “O nosso seguro se adequa ao perfil e necessidades do segurado”, conclui.
Um fórum totalmente independente, que reúne profissionais e executivos de diferentes segmentos do mercado, foi criado por seis lideranças do setor para pensar os rumos que devem ser seguidos para que se alcance um desenvolvimento sustentado e de longo prazo da atividade de seguros no Brasil. Três meses após sua instalação formal, o Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros Privados, já conta com 19 membros e deve a chegar a 30, limite imposto pela ata de criação.
“Formamos um grupo eclético, cada um cooperando em mais de uma área específica, seja na distribuição, inovação, resseguro, comunicação. Não há o objetivo de substituir ou confrontar qualquer entidade ou órgão que já exista, mas complementar esse trabalho e discutir o fomento e como podemos desenvolver e fazer o mercado evoluir”, afirma o presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros, um dos criadores do Fórum, ao lado dos presidentes da Fenacor, Armando Vergilio; do Sincor-SP, Alexandre Camilo; do Conselho Administrativo e do CEO da MAG Seguros, Nilton Molina e Helder Molina; e do vice-presidente da Fenacor, Robert Bittar.
Ele revelou que a ideia do fórum surgiu em setembro de 2020, em uma conversa entre os fundadores sobre os possíveis efeitos da pandemia no mercado e outras questões relevantes, como a Resolução 382. “Chegamos à conclusão de que era preciso aproveitar este momento para discutir o papel importante do mercado de seguros, o fomento e o desenvolvimento do setor de forma diferente do que as entidades já fazem”, acrescentou.
Gonçalves destacou a importância de o fórum ser integrado por profissionais de diferentes áreas, todos com profundo conhecimento do mercado e que podem colaborar para o debate e a formulação de propostas.
Outro ponto importante enfatizado por ele é que não há, no fórum, o propósito de protagonizar ações junto aos órgãos reguladores. A ideia é “criar propostas para abrir caminhos. “Podemos desenvolver uma proposta e apresentar tanto para a CNseg ou a Fenacor ou direto para a Susep”, acentuou.
Já os critérios para a seleção de participantes são simples. Os convidados sempre serão pessoas físicas, não importando se representam uma empresa ou entidade, que tenham o mesmo propósito e conhecimento para ajudar no debate das questões mais relevantes para o setor em debate no fórum.
Esses nomes deverão ser recomendados por, pelo menos, três membros já inscritos e aprovados pelo Comitê Executivo – temporariamente formado pelos seis membro fundadores – e pela maioria simples dos membros efetivos que compõem o Fórum.
Marco Antônio Gonçalves permanecerá como coordenador desse Comitê, até que seja eleito o colegiado definitivo.
Vejam quem são os 19 membros do Fórum (por ordem alfabética)
Os desafios e perspectivas para o setor sob a ótica da CNseg foram abordados pelo Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Marcio Coriolano, em webinar realizado em 29 de julho pelo Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal (SindSeg MG/GO/MT/DF).
Com a condução do Presidente do SindSeg organizador, Marco Neves, e participação do corretor e Presidente do Conselho Empresarial de Seguros da Associação Comercial de Minas Gerais, Sérgio Frade, o evento teve início com Coriolano explicando que a CNseg é uma entidade associativa, que representa o setor junto aos seus públicos de interesse.
Desempenho do mercado de seguros em números
O ano de 2019, informou o Presidente da CNseg, foi “esplendoroso” pra o setor, com a arrecadação alcançando a cifra de R$ $270,2 bilhões e crescendo nominalmente 12,4% em relação ao ano anterior. Em 2020, com a pandemia, o crescimento nominal foi de apenas de 1,3%, “mas, à medida em que fomos saindo do momento mais crítico da crise”, afirmou, o mercado voltou a crescer e agora, em 2021, até abril, registrou uma variação nominal positiva de 15,5%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O Presidente da CNseg também explicou que o setor segurador acompanha os ciclos econômicos e, assim, quando produção, emprego e renda crescem, o setor também cresce, como pode ser constatado no gráfico abaixo, comparando-o com o PIB.
Concluindo a parte da apresentação referente aos números de desempenho, Coriolano comentou que “se há um setor econômico resistente a crises e particularmente resistente a esta crise epidemiológica, que tornou-se uma crise de mobilidade, que tornou-se uma crise econômica, este é o setor segurador”.
Movimento regulatório recente
Além dos desafios financeiros enfrentados pelo setor em 2020, afirmou o Presidente da CNseg, a nova diretoria da Susep, que assumiu no início de 2019 com a proposição de modernizar o mercado, implementou várias mudanças regulatórias, que também representam desafios para o setor.
Entre os movimentos regulatórios que mais tem “povoado as nossas preocupações” está “o regime para abrir informações do mercado”, denominado de Open Insurance. Segundo ele, “é o principal projeto regulatório que vai trazer um impacto extraordinário para o nosso mercado de seguros. Não existe e acho que nunca existiu outra medida que tenha mobilizado tanta informação, gere tantas dúvidas e incertezas e necessite de tanto investimento”, afirmou.
Perspectivas. O que se pode esperar?
Sobre o mercado, a expectativa da CNseg, informou Coriolano, é que ele sofra uma grande expansão, com o consumidor cada vez mais no centro do negócio, inclusive, devido à “eclosão formidável dos meios remotos alavancados pela pandemia”, fornecendo as ferramentas necessárias para que os consumidores aprendam a fazer as melhores escolhas em termos de proteção securitária.
Abordando o ambiente competitivo, ele afirmou que vivemos uma “revolução silenciosa”, com o surgimento de novos players nacionais e estrangeiros, com o aumento das fusões e incorporações, a revisão dos modelos de negócio por parte de muitas seguradoras e devido ao modelo regulatório de proporcionalidade.
Em relação ao ambiente econômico, que é desafiador para a manutenção dos mesmos níveis de rentabilidade, devido às baixas taxas de juros, ele disse que, nessas circunstâncias, a governança e a gestão de risco tornam-se ainda mais importantes.
A respeito do ambiente da demanda, que está exigindo uma maior segmentação, Coriolano prevê o surgimento de novos produtos e o crescimento da importância dos seguros inclusivos para a população com menor poder aquisitivo.
Por conta da consolidação tecnológica, do maior acesso à informação e às instituições de proteção dos consumidores, das mudanças regulatória e do surgimento das insurtechs, disse Coriolano, a experiência do cliente vai ser “mandatória”.
E, por fim, abordando a questão da comunicação com a sociedade, disse que é preciso que o setor divulgue a todo o tempo os fundamentos do seguro e de seus produtos, para que os consumidores possam fazer as melhores escolhas. O Presidente da CNseg também afirmou, porém, que a comunicação com a sociedade não deve se limitar aos consumidores, mas também aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
A importância dos corretores
Indagado pelo Presidente do Conselho Empresarial de Seguros da Associação Comercial de Minas Gerais sobre a intermediação no negócio, Coriolano disse acreditar que os corretores continuarão a existir devido à importância e complexidade do produto chamado seguro e da complexidade do processo de avaliação das necessidades de proteção de cada indivíduo.
O problema das associações de proteção veicular
Sobre o problema das associações que comercializam a chamada proteção veicular, levantado pelo Presidente do SindSeg, o Presidente da CNseg afirmou que não há nenhum impedimento legal para que essas associações ofereçam proteção para risco, mas, de acordo com as normas legais, elas só podem oferecer essa proteção aos seus associados, “que devem ser um conjunto muito bem definido de pessoas”, afirmou. “O que elas não podem fazer é oferecer a proteção indistintamente a qualquer um”, concluiu.
Para Coriolano, os maiores problemas dessas associações são a falta de necessidade de prestação de contas aos órgãos de defesa do consumidor e de constituição de reservas financeiras para honrar seus compromissos, sendo, na sua visão, a fiscalização, o melhor remédio.
Já ao fim do webinar, o Presidente da CNseg destacou a importância de eventos como este para a reflexão sobre as realizações e desafios que se colocam em um mercado tão grande e complexo como o segurador.
Sinistro, prêmio, bônus, emolumentos. Se você também tem dúvida do que esses termos podem significar, você não está sozinho. Esses e muitos outros termos fazem parte de um “idioma” peculiar, o “segurês”, que é próprio do universo dos seguros e, muitas vezes, dificulta a capacidade de compreensão dos clientes quanto ao que consta em suas apólices (os contratos com o detalhamento dos serviços que serão oferecidos pela seguradora).
Mas, se depender da Zurich, essa situação deve mudar muito em breve. A seguradora acaba de iniciar a reformulação da linguagem de uma série de serviços da companhia, com o objetivo de construir uma comunicação mais simples, efetiva e acessível ao cliente. Os primeiros documentos a passar por essa transformação foram os manuais de assistência 24 horas do seguro auto, que é um dos mais populares do mercado.
“Começamos pelos manuais porque a assistência é o serviço mais utilizado pelos clientes e é o canal em que eles mais se relacionam com a Zurich”, explica o Diretor Executivo de Personal Lines da Zurich no Brasil, Rafael Ramalho. “Substituímos os termos técnicos por expressões de fácil entendimento, que fazem parte do dia a dia dos consumidores. O intuito é que eles possam compreender plenamente o que está e o que não está coberto pelo contrato, deixando o descritivo de cada serviço ainda mais claro”, complementa.
Além dos manuais, até o início do próximo ano a Zurich tem a expectativa de reformular a linguagem das condições gerais, do kit de boas-vindas, do cartão do seguro e demais canais de contato com o cliente. Além disso, a Central de Assistência 24 horas da seguradora já está capacitada para utilizar a nova linguagem simplificada na abordagem com os clientes durante o atendimento. A Zurich é a primeira empresa do mercado segurador brasileiro a iniciar esse movimento de simplificação de linguagem, que está relacionado à sua promessa de colocar as necessidades do cliente no centro de tudo o que faz.
Para Rafael, o setor tem o desafio de simplificar a forma como se relacionacom os seus clientes e isso inclui a linguagem utilizada durante esse processo. “A mudança que estamos promovendo é um diferencial de mercado, um avanço que ainda não foi feito pelo setor. A reformulação torna a comunicação ainda mais transparente, diminuindo dúvidas sobre a cobertura dos produtos. Nosso objetivo foi, e sempre é, priorizar os clientes com foco na melhora de sua jornada”, finaliza o executivo.
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