Sou Segura fecha parceria com plataforma global da Nion Network

Fonte: Sou Segura

A cada três executivos de seguradoras, um é mulher. Foi o que revelou o 3º Estudo sobre as Mulheres no Mercado de Seguros no Brasil, realizado pela Escola Nacional de Seguros (ENS), em 2019, com 23 companhias de todo o país. Ainda que minoria, elas já estiveram em maior desvantagem. Em  2012,  a  relação  era  de  quatro  homens  para  cada  mulher nesse patamar. 

É neste contexto que a Sou Segura, Associação das Mulheres do Mercado de Seguros, confirma sua participação na plataforma global da Nion Network, lançada recentemente no mercado latino-americano. No ambiente digital, insurtechs e companhias de seguros do mundo todo têm a oportunidade de expor suas soluções, apresentar cases de sucesso e se conectar a investidores de forma rápida e muito eficiente – 100% online.

“O mercado segurador brasileiro ainda é um muito masculino, mas as discussões e os programas para aumentar a equidade de gênero nesse meio têm aumentado dia após dia. Aos poucos temos mais mulheres assumindo posições importantes e de destaque nas empresas. Mesmo sendo um movimento lento, não podemos desistir de discutir e promover a equidade sempre”, declara a vice-presidente da Sou Segura, Camila Davoglio. A parceria com a Nion, segundo ela, surge como uma grande oportunidade para ampliar o debate sobre o assunto. “É uma iniciativa muito importante porque nos coloca em contato com o mundo das insurtechs, nos dá a chance de fazer parte desse networking e contribuir para a equidade também nesse ambiente”, explica. 

Como funciona a parceria

A Sou Segura vai gerenciar uma página de equidade de gênero dentro do networking global da Nion, onde poderá promover suas conversas, webinars, podcasts, mentorias e eventos, além de publicar periodicamente seus artigos assinados por mulheres sobre temáticas do mercado segurador. Sempre com o intuito de mostrar para a rede de contatos da Nion como o mercado segurador se comporta e trabalha em prol da equidade de gênero. 

“Neste momento, estamos no meio de uma mentoria para mulheres associadas e em fase final da elaboração de uma cartilha que vai ser uma espécie de guia de melhores práticas, a qual pretendemos publicar em breve”, acrescenta Camila. 

Plataforma conecta insurtechs a companhias de seguros do mundo todo

No ecossistema digital da Nion, cada empresa plugada ganha sua própria company page, onde tem autonomia para gerenciar conteúdos, publicar artigos, vídeos e outros conteúdos. O network entre os usuários é um dos grandes diferenciais. “A plataforma funciona como uma vitrine para as insurtechs, que geram conexões de alto valor, assim como os investidores, em uma relação ganha-ganha muito saudável para ambos os negócios”, destaca Thiago Soares, CEO Latam da Nion Network.

Além da Sou Segura, Bridgei2i, TAZI, Mirror ME, Essor Seguros, Bria Saúde, Klug, Axpert, Grupo Viseu, MV3, Neurotech, Partenariat, Reflow, Sabemi Seguros e Flix, novas seguradoras aprovadas pela SUSEP e Technoparter, são algumas das empresas que já fazem parte da plataforma da Nion.

Para “plugar” nesse sistema é simples e rápido: profissionais podem acessar a página da Nion (nionnetwork.com) e solicitar um convite para ser um membro. Já para ser incluída como um provedor de soluções dentro da América Latina, a insurtech indicada precisa, antes, ser aprovada previamente pelo time de implantações internacionais.

Essor Seguros comemora 10 anos no Brasil

Foto Fabio Essor Seguros

A Essor Seguros completa 10 anos com vários motivos para comemorar. Desde 2011, apresenta um crescimento orgânico com um retorno sobre o patrimônio líquido próximo a 20% a cada ano e índice combinado líquido de 85%. Nosso plano para os próximos dois anos é continuar neste caminho de sucesso, em linha com o plano estratégico da Scor Quantum Leap”, afirma o CEO da companhia, no comando da empresa desde sua chegada ao Brasil, Fabio Pinho.

O Projeto Essor iniciou em 2010, com a discussão do plano de negócio entre duas empresas do mercado segurador francês. Mas, somente em julho/2011 o projeto teve início oficial no Brasil. Em 2012, foi lançada a operação do Seguro Agrícola, com a AgroBrasil (empresa hoje pertencente ao Grupo Scor, uma das maiores resseguradoras mundiais), seguido da operação de seguros voltados para ônibus, com a Livonius. Desde então, a seguradora investe na busca por novos parceiros e produtos distintos e únicos.

Em 2015, a abertura do escritório em São Paulo trouxe algumas iniciativas renovadoras e atraentes. Adicionalmente, a seguradora iniciou projetos para melhorias internas e aumentar a experiência com seus clientes, desenvolveu um novo site com portal de aviso de sinistros online; criou um sistema para sinistros de danos corporais, lançou o portal do corretor e, principalmente, abriu debates e análises internas para desenhar novos produtos para o mercado brasileiro.

Todo este pioneirismo e ebulição de novas ideias, conferiu várias premiações importantes do setor, entre as quais a de Melhor Performance em alguns produtos, Destaque em Inovação por duas vezes seguidas e Personalidade do Ano para o CEO. A performance garantiu também um rating positivo que cresceu rapidamente, sendo uma das melhores seguradoras no ranking de lucratividade, ocupando lugar entre as 10 melhores seguradoras rentáveis de 2020.

Atualmente, a Essor é líder nos segmentos Agrícola e de Transporte (Ônibus), focando em 5 unidades de negócios: Linhas Especiais (Aeronáutico, Embarcações, Penhor Rural, Equipamentos entre outros), Digitais (Residencial, Bike, Imobiliário e Compreensivo), Construção Civil (Qualidade Estrutural e Risco de Engenharia), Transporte (Ônibus, Carga, Transportador e Embarcador) e, por fim, o Agrícola (Safra e Pastagem – Índice).

Além disso, possui parcerias estratégicas com insurtechs e corretoras altamente especializadas, com alto grau de desenvolvimento tecnológico e digital. A seguradora criou, inclusive, uma ferramenta chamada PlugEssor, uma plataforma para fácil integração entre a seguradora e diversos canais, como varejistas, start-up, fintechs, corretoras, entre outros. A previsão da empresa é de que novos produtos ainda sejam lançados até o final de 2021.

Também destaca-se entre os objetivos da seguradora continuar contribuindo de forma transparente para o desenvolvimento do Brasil. “Estaremos cada vez mais próximos dos nossos clientes, auxiliando-os nos entendimentos da natureza dos riscos de cada produto, com o apoio de uma rede de corretores e parceiros. Estes profissionais, por sua vez, receberão novos investimentos e produtos, facilidades e tecnologia para respaldar o seu trabalho junto à seguradora”, explica Pinho.

Para reforçar a experiência e foco no cliente e no corretor, Pinho destaca que os aportes financeiros da seguradora estarão direcionados para “oferecer melhores produtos, aplicar em novas tecnologias e em produtos digitais flexíveis, inclusive por meio de insurtechs e start-ups. E, principalmente, buscar o fortalecimento da nossa presença e o desenvolvimento de produtos diferenciados com os nossos parceiros estratégicos”.

FenaSaúde cria gerência de avaliação de novas tecnologias e medicamentos

Fonte: FenaSaúde

A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) acaba de criar a Gerência de Avaliação de Tecnologias em Saúde. A nova área fará a análise dos impactos que as inovações tecnológicas trazem para os planos de saúde. A gerência será responsável por estudar os usos, benefícios e riscos de novos exames, procedimentos e medicamentos para quem tem plano de saúde, além do impacto financeiro da possível incorporação de cada item. 

A decisão reforça a importância que o assunto vem tomando dentro do setor, a partir do processo contínuo de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde proposto pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar); o avanço tecnológico; o desenvolvimento de novos medicamentos, exames e procedimentos; e o aumento de custos decorrente das novas tecnologias, que são cada vez mais caras. 

A criação da nova gerência atende a duas diretrizes estratégicas da FenaSaúde: Regulação, com prioridade a grandes temas com ampla participação das associadas, e Gestão Interna, com o objetivo de fortalecer tecnicamente a equipe e também intensificar o relacionamento com as associadas. 

Na liderança da gerência de Avaliação de Tecnologias em Saúde está a farmacêutica Hellen Harumi Miyamoto. A profissional, na FenaSaúde há quase um ano, é especialista em Saúde Assistencial, com mestrado em Avaliação de Tecnologias em Saúde pelo Instituto Nacional de Cardiologia. 

Webinar da Fides discute, com a APCIA (EUA), riscos excluídos e perdas econômicas da pandemia

Fonte: CNseg

Um webinar no próximo 21 de julho, promovido pela Federação Interamericana de Empresas de Seguros (Fides), discutirá as conclusões do estudo “Confronting the Uninsurability and Economic Effects of the Pandemic” (Confrontando os riscos excluídos e os efeitos econômicos da pandemia, em tradução livre). 

Organizado pela Associação Americana de Seguros de Danos e Responsabilidades (APCIA, na sigla em inglês), o estudo demonstra as razões pelos quais os riscos de interrupção de negócios derivados de uma pandemia não podem ser segurados, tendo em vista que suas causas não são, em sua maioria, decorrentes de ordens de restrições à mobilidade em si, mas sim uma consequência da queda de procura do consumidor por serviços.

Em 2020, destaca o estudo, os prêmios da cobertura de interrupção de negócios somaram US$ 30 bilhões, ao passo que as indenizações pagas na carteira, US$ 1,7 bilhão. O estudo diz ainda que os governos devem compreender que o seguro não pode proteger contra mudanças nas tendências de consumo. Além disso, o estudo lembra que pandemias, tradicionalmente, são riscos excluídos na grande maioria dos ramos e modalidades de seguros do mercado global, dada a dificuldade de quantificar as perdas econômicas de sua incidência e, ao mesmo tempo, de estipular os valores dos prêmios.

Os resultados do estudo serão apresentados pelo chefe da área internacional e vice-presidente da APCIA, Steve Simchak. O webinar terá tradução simultânea para o espanhol. 

Serviço

Webinar: Estudo “Confronting the Uninsurability and Economic Effects of the Pandemic” (Confrontando os riscos excluídos e os efeitos econômicos da pandemia, em tradução livre)

Data: 21/07/2021

Horário: 12h (horário de Brasília)

Inscrições gratuitashttps://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdFV8JS_soJ-J5Gj13jO-qFllbwwFcmYptCqzKU7DKsBltRAQ/viewform

Vendas de seguros no mundo próximas de US$ 7 trilhões

swiss re vendas mundiais de seguros 2020 2021

A recuperação econômica global de COVID-19 levará a um crescimento do produto interno bruto (PIB) real global historicamente alto de 5,8% em 2021. Os prêmios de seguro globais devem acompanhar este forte crescimento, aumentando em 3,3 % em 2021 para um total de US$ 6,9 trilhões. O relatório prevê um crescimento de prêmio de seguro de 3,9% para 2022. Em 2021, o crescimento do prêmio de seguro do mercado chave está previsto em 6,3% para a China, 1,7% para os EUA, 2,8% na Europa Ocidental e 5,6% para os mercados emergentes.

Este é um resumo do mais recente World Insurance Sigma, publicado pela Swiss Re desde 1968. O estudo tem sido a principal fonte de dados de vendas de seguros. O relatório inclui volumes de prêmios por país, taxas de penetração, densidade de seguros e principais indicadores macroeconômicos. O relatório também contém uma análise aprofundada do contexto econômico e social que molda o setor de seguros.

O relatório examina como fatores como inflação e digitalização estão influenciando o desenvolvimento da indústria de seguros. Uma oportunidade importante para as seguradoras é o desenvolvimento positivo na conscientização do consumidor, que foi cimentado pela pandemia COVID-19. O relatório destaca como os prêmios globais de seguro de saúde e proteção aumentaram 1,9% e 1,7%, respectivamente, em 2020, à medida que a pandemia aumentou a conscientização sobre o valor dos produtos de saúde e proteção.

Brasil e França são os dois países entre os 20 maiores mercados com redução nas vendas. Brasil teve participação mundial reduzida de 1,2% para 0,9%. Segundo o consultor Francisco Galiza, no período de 2015 a 2018, o patamar se situou, na média, em torno de 1,5%. Em 2020, tal número passou para 0,7%, praticamente a metade. “Em 2018, a cotação do dólar comercial médio foi R$ 3,65; em 2020, o valor médio foi R$ 5,16. Esse é o principal motivo a explicar o comportamento da curva”, informa.

O mercado global de seguros continua a se consolidar nos Estados Unidos, China e Japão. Esses foram novamente os três principais mercados de seguros do mundo por tamanho em 2020, juntos respondendo por quase 58% do mercado global, mais do que há um ano (2019: 56%). A participação de mercado dos 20 principais países também aumentou ligeiramente para 90,7% em 2020 de 90,5% em 2019. A China continua a ter uma participação crescente, alcançando 10,5% do mercado global de seguros no ano passado. A região da Ásia em rápido crescimento está se tornando cada vez mais dominante, com seis mercados em nossa classificação dos 20 primeiros e cerca de 25% de participação de mercado em 2020. Esperamos que os mercados emergentes continuem a superar os mercados avançados e a Ásia a superar outras regiões, com a mudança contínua em poder econômico de oeste a leste refletido na fonte de crescimento do prêmio global.

As tendências de crescimento dos prêmios não vida voltarão ao normal este ano em um cenário de recuperação forte, mas desigual na economia global e dinâmicas de crescimento diferentes para as principais linhas de negócios. Esperamos o maior crescimento de prêmios neste ano e no próximo em ramos de negócios de seguros P&C comerciais (incluindo compensação de trabalhadores). Nessas linhas, o volume de prêmios deve crescer cerca de 6% em 2021 e cerca de 5% em 2022, sustentado por melhorias significativas nas taxas e na recuperação econômica. Também prevemos um aumento no crescimento no seguro saúde global ou seguro médico para 2,5% em 2021 e 3,0% em 2022, ante 1,9% em 2020, impulsionado por uma economia americana forte e uma demanda de mercado avançado estável. Em mercados emergentes, onde os sistemas de saúde pública são frequentemente fracos, uma maior consciência de risco provavelmente aumentará a demanda por coberturas de seguro de saúde.

O seguro automóvel, o maior dos ramos pessoais, deverá registrar um crescimento abaixo da média novamente em 2021 após um fraco 2020, conforme o aumento da concorrência impacta os prêmios. Na maioria dos países, o mercado de automóveis está em uma fase de competição de preços acirrada após ganhos de subscrição significativos em 2020. A China está enfrentando pressão sobre os prêmios devido à recente des tarificação do mercado de automóveis, juntamente com uma queda recente nas vendas de carros novos. Esperamos que isso reduza as taxas das seguradoras de automóveis, resultando em uma queda em termos reais dos prêmios de cerca de 7,0% em 2021.

Jerome Haegeli, Economista Chefe do Grupo Swiss Re Institute: “Esperamos que o setor de seguros ganhe um recorde de US $ 7 trilhões em prêmios até o final do próximo ano. A melhor preparação para o próximo choque econômico é ter amortecedores econômicos em vigor. No entanto, os amortecedores fiscais e monetários estão se esgotando, o que significa que o setor de seguros privados é cada vez mais importante. A redução das lacunas de proteção precisa se tornar uma meta de política econômica. ”

“A recuperação econômica esperada em 2021 e 2022 está a caminho de se materializar e este é um fator chave para o crescimento dos prêmios de seguro em todo o mundo. O principal mercado a ser observado é a China, onde o crescimento econômico e de prêmios continua em um ritmo forte. A conscientização do consumidor é claramente um importante motor de crescimento e isso foi impulsionado pela pandemia. Quer se trate de seguro médico privado ou interrupção da cadeia de abastecimento para as empresas, as pessoas estão muito mais conscientes do que é seguro e como ele pode ajudá-las a emergir resilientes de tal crise. ”

John Chen, presidente da Swiss Re China: “A recuperação econômica chinesa impulsionará a recuperação da economia mundial e impulsionará o desenvolvimento da indústria de seguros na China, o que melhorará ainda mais a resiliência da sociedade e permitirá o desenvolvimento de alta qualidade tanto da indústria de seguros quanto da economia chinesa. O 14º Plano Quinquenal e outras metas ambiciosas delinearam grandes oportunidades de crescimento e espaço para inovação. A meta de neutralidade de carbono é outro fator chave que permite que a indústria de seguros contribua mais para o desenvolvimento sustentável da economia. A Swiss Re continuará a trabalhar com nossos parceiros e clientes para fechar as lacunas de proteção e construir resiliência social. ”

Jogos de Tóquio sem público custarão até US$ 400 milhões às resseguradoras

olimpíadas seguros

Fonte: Portal Eco Seguros

Na última semana, as autoridades japonesas decidiram que os Jogos Olímpicos de Tóquio (JO de Tóquio) se realizarão sem público nos estádios, devido ao estado de emergência declarado por causa de nova cepa da pandemia Covid-19 na capital japonesa. O anúncio acabou com a expectativa do comité organizador de ter espectadores nos locais onde decorrem os Jogos.

Segundo estimativa da Fitch Ratings, a decisão das autoridades de barrar a entrada de público nos recintos onde decorrem as competições desportivas custará à indústria global de resseguros entre US$ 300 milhões e 400 milhões. No entanto, o cálculo representa apenas 10% a 15% do prejuízo que as resseguradoras teriam de suportar caso os JO tivessem sido definitivamente cancelados.

As olimpíadas Tóquio’2020, já adiadas um por causa da emergência da pandemia no ano que deviam ter acontecido, tem cobertura de seguro global estimada em US$ 2,5 bilhões, tudo incluído: 1,4 bilhão por conta do Comité Olímpico Internacional (COI) e do comité organizador (Tokyo Organising Committee, mais 800 milhões pelos direitos de transmissão e ainda US$ 300 milhões investidos por outros intervenientes, entre os quais estão comitivas de atletas participantes, patrocinadores e alojamentos.

Se os Jogos sofressem novo cancelamento, o resseguro assumiria grande parte do prejuízo decorrente das coberturas, uma vez que os eventos com elevado grau de exposição a severidade são, normalmente, fortemente ressegurados, sustentam os analistas em nota primeiramente divulgada através da Fitch Wire.

Face à estimativa de perdas, reduzida, em decorrência apenas da ausência de espetadores nas bancadas, o impacto nos resultados do setor de resseguros também será limitado e não afetará capital nem notas de rating, adiantou a Fitch.

MAPFRE dá dicas para avaliar riscos e melhorar a gestão de pequenos e médios negócios

mapfre seguros

Fonte: Mapfre

Segundo dados levantados pelo Data Sebrae em 2021, estima-se que há cerca de 16,9 milhões de micro, pequenas e médias empresas no Brasil (desconsiderando produtores rurais e artesãos) e que mais de 70% desses negócios não possuem qualquer tipo de seguro.

Estudo feito pela CNseg, Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, identificou que a falta de conhecimento sobre os produtos oferecidos pelo mercado segurador, os baixos níveis de entendimento da sua relevância para os negócios, além da elevada taxa de encerramento desse tipo de empresa nos primeiros anos de operação, são razões que reduzem os índices de contratações de proteções pelas PME’s.

“Os seguros não eliminam todos os riscos, mas ajudam a sanar eventuais problemas rapidamente. Estar com a cobertura correta para o negócio permite que, em caso de qualquer eventualidade, o empresário evite um dano financeiro que possa comprometer a sustentabilidade e a continuidade de seu negócio”, orienta Patrícia Siequeroli, Diretora de Seguros Gerais da MAPFRE.

Em tempos de pandemia, por exemplo, com as medidas restritivas para abertura dos comércios por longo período, empreendedores foram afetados financeiramente. “Muitos que possuíam seguro, por meio das suas coberturas, conseguiram manter seus negócios sem comprometer a saúde financeira da empresa”, exemplifica a executiva.

Salões de beleza e clínicas de estética, por exemplo, contam com proteções contra quebras acidentais de vidros e espelhos, inclusive em balcões e prateleiras, amparo ao segurado por lesões corporais a terceiros e até contra eventuais reações alérgicas de clientes a produtos utilizados durante os tratamentos.

Para hotéis e pousadas, a companhia disponibiliza indenização para roubos e furtos, danos materiais ou corporais causados por alimentos, incluindo intoxicações ou envenenamentos. Durante as altas temporadas, por exemplo, a cobertura do seguro é essencial, já que o volume de pessoas hospedadas pode levar à sobrecarga dos sistemas hidráulicos e elétricos, o que aumenta o risco de imprevistos.

Já para lojas comerciais e escritórios, a seguradora fornece R$ 10 mil para a reposição de documentos contábeis e fiscais que possam ser perdidos em caso de incêndio. Sinistros mais simples também podem ter cobertura, tais como danos que podem ser causados por derrubar acidentalmente um copo de água ou café no computador, por exemplo.

No caso das farmácias e laboratórios há diversos tipos de coberturas, entre elas as dedicadas a amparar os produtos e medicamentos refrigerados, como vacinas, que em caso de falha do sistema de refrigeração, podem perder as condições adequadas de armazenamento.

Diversas proteções são comuns a diferentes negócios e podem ser contratadas por quaisquer empreendedores. É o caso das coberturas em caso de raios, explosões, incêndios e danos elétricos, além dos serviços assistenciais como eletricista, chaveiro, vidraceiro, encanador, indicação de mão de obra, locações de microcomputador, serviços de limpeza, segurança e vigilância, recuperação de veículo e remoção do segurado por ambulância. “Queremos mostrar as possibilidades e orientar o empreendedor a enxergar o seguro como um investimento, uma segurança no futuro e, principalmente, como uma tranquilidade para o planejamento e a gestão do seu negócio”, reforça Patrícia.

Itaú Unibanco abre 80 vagas para Consultor de Seguros em todo o Brasil

aig rally corretores

O Itaú Unibanco abre 80 vagas em todas as regiões do Brasil para a posição de Consultor de Seguros. O banco busca talentos que acreditam no papel transformador dos seguros na sociedade brasileira e gostem de trabalhar com pessoas. É necessário ter graduação completa ou estar cursando o último ano de faculdade. Além disso, é imprescindível ter experiência comercial, seja em venda consultiva por telefone ou presencial. Conhecimento em seguros pode ser um diferencial, mas não é obrigatório: o banco oferece treinamento exclusivo para formação de especialistas em seguros. Os novos colaboradores atuarão na rede de agências do Itaú Unibanco, oferecendo assessoria personalizada para os clientes dos mais diversos perfis e apresentando a eles a solução ideal em seguros para o seu perfil e momento de vida.

Para conferir as informações dessas vagas e inscrever seu currículo, basta acessar o perfil do Itaú na plataforma 99 Jobs

Profissionais com deficiência podem se candidatar pelo link

NEWE Seguros contrata Regina Dell’Aera como Gestora de Pessoas e Cultura

Newe Seguros

Fonte: NEWE Seguros

A NEWE acaba de contratar Regina Dell’Aera, experiente executiva da área de gestão de pessoas, graduada em psicologia, com especialização em organizações, MBA em gestão pela FGV e formação Internacional de Coaching Integrado.  “Sou apaixonada por combinar cultura, inovação e diversidade para criar um ambientes de trabalho e experiências verdadeiramente incríveis para as pessoas. Acredito que quando as pessoas estão estimuladas e inspiradas, elas fazem seu melhor trabalho e que a cultura corporativa impulsiona o sucesso do negócio”, afirma.

Desde o início da pandemia, a seguradora passou de 47 para 100 funcionários, o que torna a presença de Regina Dell’Aera valiosa para criar uma estrutura sustentável para o crescimento previsto pela companhia para os próximos anos, com expansão em ramos de atuação nos quais tem especialidade, como agronegócios e riscos financeiros. Regina foi a principal responsável pela área de Pessoas em empresas de diferentes segmentos e portes, com o desafio de transformar as pessoas e, consequentemente, a cultura das organizações por onde passou. Em sua última experiência, uma empresa de tecnologia com expertise em meio de pagamento, posicionou a companhia no ranking Great Place to Work, das melhores empresas para trabalhar do Rio de Janeiro. 

Atuando há mais de 20 anos na gestão de pessoas, em empresas multinacionais, nacionais e startups nos segmentos de tecnologia, seguros, varejo, gerenciamento de risco e concessão de rodovias, Regina comenta o desafio de assumir esta área na NEWE: “Escolhi um desafio alinhado ao meu propósito, que é o de promover para as pessoas um ambiente de trabalho que seja fonte de prazer e realização. Dessa forma, seremos capazes de construir juntos uma cultura ainda mais forte, que continuará a impulsionar o sucesso empresarial”, finaliza a nova integrante do time da seguradora.

A NEWE, que há menos de dois anos imprime um novo jeito de atuar no mercado segurador especializado, escreve uma história de sucesso, cujos números apontam a assertividade nas decisões tomadas pelos experientes executivos à frente do negócio, visto o crescimento da companhia até momento. Regina, portanto, ingressa com o desafio de manter e incrementar, ainda mais, o engajamento do time, afirma a seguradora em nota divulgada.

Pressão inflacionária e novas variantes do coronavírus preocupam mercados, que revisam cenários para 2022

Pedro Simoes, CNseg

O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 12, apresentou continuidade das expectativas observadas nas últimas duas semanas, embora algumas mudanças sutis indiquem a existência de novas tendências no horizonte, destaca Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras. “No mundo todo, vem tomando corpo uma mudança no humor de analistas e investidores, cada vez mais preocupados com as consequências da disseminação de novas variantes do vírus da Covid-19 sobre as aberturas das economias, com o ritmo mais lento de recuperação da economia chinesa e com as pressões inflacionárias que se avolumam indistintamente. Além da alteração, desde junho, do tom da política monetária dos países desenvolvidos, os bancos centrais de países emergentes como Brasil, Hungria, México e Rússia já elevaram suas taxas básicas de juros”, comenta. 

O aumento das projeções de crescimento do PIB este ano continua associado a reduções na projeção para o ano que vem, que é resultado do carregamento estatístico de 4,9% garantido para 2021 pelo crescimento do primeiro trimestre. Simões ressalta a incerteza quanto ao ano que vem, tanto pelo cenário menos exuberante para a economia mundial quanto pelo clima político interno em ano de eleições presidenciais. “Isso pode afetar a agenda de reformas e trazer maior volatilidade aos mercados, com a alta mais forte da Selic por conta da inflação”, destaca. 

O dólar também está no radar. Uma notícia menos positiva foi a reversão da tendência de queda nas projeções para a taxa de câmbio R$/US$, resultado da deterioração do cenário externo e das turbulências internas, subindo de 5,04 para 5,05 ao final deste ano. “Foi uma mudança pequena no câmbio, mas reverte a tendência de queda que acontecia há algum tempo, o que acende um alerta de preocupação com câmbio ainda depreciado no ano que vem”, finaliza o economista.

Leia a íntegra do Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas produzido pela CNseg.