Open Insurance domina debate em evento do SindSeg-PR/MS

SindSeg PR MS

O Sindicato das Seguradoras do Paraná e Mato Grosso (SindSeg-PR/MS) comemora 97 anos em grande estilo. Inaugurou ontem, 25, seu programa de tevê, via canal do Youtube, e promete trazer muito conteúdo de qualidade para levar conhecimento sobre o setor de seguros para a sociedade. O programa de estreia dá uma amostra da gestão que o presidente Altevir Prado quer dividir com o time: “Cenários Econômicos: oportunidades e desafios para o mercado segurador”.

O jornalista de economia da Rádio CBN Carlos Alberto Sardenberg fez uma análise do atual cenário macroeconômico do Brasil e trouxe ritmo ao debate de temas cruciais do setor de seguros, como Open Insurance, Sandbox e Novas regulamentações, respondidas por Marcio Coriolano, presidente da CNseg, por Ivan Gontijo, presidente da Bradesco Seguros, e por Murilo Riedel, CEO da HDI. 

Todos parabenizaram Prado, que está no comando do Sindicato desde fevereiro de 2020, impondo um ritmo de inovação e inclusão que sucede figuras carismáticas como Mario Petrelli e João Gilberto Possiede, que, segundo ele, com toda a competência de ambos, criaram uma organização sindical como ferramenta para disseminar a cultura de seguros no Brasil. 

Altevir ressaltou que o evento faz parte da missão do Sindicato. “O nosso papel tem sido desafiador nos últimos tempos com as imensas reformas que o setor de seguros enfrenta, o que traz desafios e oportunidades. Temos o papel de agregar valor aos nossos representados e promover a cultura de seguros para que o mercado seja uma entidade moderadora, sem cair em modismos. Nossa missão é ser um orientador, um farol, um balizador. E promover a cultura de seguros e o desenvolvimento humano”.

Prado: “Nossa missão é ser um orientador, um farol, um balizador. E promover a cultura e o desenvolvimento humano”

Carlos Sardenberg ressaltou o cenário de pessimismo dos agentes do mercado financeiro com relação ao crescimento do Brasil. A previsão do mercado financeiro para a inflação de 2021 atingiu 7,11%, 20ª alta na projeção para o IPCA. Há um mês, a previsão estava em 6,56%. Boa parte do mercado estava otimista com o desempenho da economia brasileira, acreditando que com o andamento da vacinação e o bom desempenho de alguns setores da economia ajudariam o PIB avançar.

“Agora temos inflação alta, dólar avançando e o Banco Central sendo obrigado a subir a taxa de juros para tentar conter os indicadores. Além da taxa de desemprego elevada pelo baixo nível de investimentos públicos e privados, pois o andamento da economia e política traz desconfiança aos investidores. Com as reformas administrativa e tributária, a expectativa era que o PIB crescesse até 6%. Sem elas, 2%”, comentou. O lado positivo, segundo ele, é que o mundo já está em recuperação, puxados pelos EUA e pela China, o que deverá aumentar a demanda, o que deverá beneficiar o agronegócio brasileiro e, consequentemente, aliviar a pressão sobre a economia nacional.

Entrando no tema seguro, Sardenberg foi enfático: “Temos um grande dilema em seguros: Todos querem plataformas abertas e cambiáveis, transitar de uma para outra. Mas ao mesmo tempo, queremos proteção de dados. Como combinar a proteção de dados? Tem de haver abertura ao mercado em geral e ao mesmo tempo proteção de dados e privacidade. Não é fácil o que esta por acontecer”, comentou o jornalista.

Dito isso, Sardenberg pediu aos participantes para falarem sobre Open Insurance, Sandbox, LGPD e ameaças ao setor. Todos eles concordam que o Open Insurance já era uma realidade do mercado segurador, mas que agora contará com mais tecnologia por meio das plataformas, é uma realidade e vai trazer benefícios aos consumidores. Também é unanime entre eles que ainda há muitas incógnitas quanto ao modelo de negócios. 

Coriolano: Há uma preocupação grande em relação ao sigilo das informações que, em caso de falhas, pode ter impactos muito negativos no setor, principalmente depois da entrada em vigor da LGPD

Coriolano destacou que o mercado já está pronto há tempos para esta realidade. Segundo ele, o mercado de seguros brasileiro já possui muita tecnologia já embarcada e as “opens” são marcadas, basicamente, por transações eletrônicas entre as partes, sendo 90% tecnologia e 10% negócio. “Todos falam agora de marketplace, mas isso já existe há tempos em seguros. O que se coloca hoje é o componente tecnológico. Isso não veio para modificar grandes coisas do mercado, pois por trás disto tudo está o consumidor, que é quem toma a decisão do que fazer. Com quem quer comprar e quais dados quer compartilhar”, afirma Coriolano. 

Segundo ele, há uma preocupação grande em relação ao sigilo das informações que, em caso de falhas, pode ter impactos muito negativos no setor, principalmente depois da entrada em vigor da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). “O governo terá de cuidar bem para garantir efetivamente a proteção dos dados dos segurados. Este é um patrimônio das seguradoras que investiram por anos para captar clientes, analisar os dados e assim ter um diferencial competitivo de oferta. Os dados também são um patrimônio dos clientes e por isso precisam ser preservados”, acrescentou. 

O presidente da Bradesco Seguros destacou que há ainda uma série de questões a serem debatidas, principalmente no que diz respeito à governança.  “Temos ainda pontos a serem debatidos nas normas. Como assegurar a proteção e o bom uso dos dados e informações dos nossos clientes para efeitos comerciais. Esse é um ponto de atenção fundamental para que se possa operar na plenitude no novo modelo”, ressaltou. 

Gontijo ressaltou que o setor é Open há temos. “Os investidores podem fazer a portabilidade dos planos de previdência há tempos. E este modelo funciona muito bem”, citou. Segundo ele, o setor está no meio do caminho. “Vivemos o que eu chamo de modelo “fisidigital”. Embora o processo de transição para meios digitais esteja em curso acelerado, não podemos nos esquecer da grande parcela de clientes que permanecem no mundo analógico e precisam ser igualmente entendidos e atendidos com a mesma dedicação e eficiência”. 

Gontijo acredita que as Sandbox vem ao encontro de todo esse movimento pelo qual o mundo e os mercados vêm passando. “A expectativa é que este processo traga novas formas para se oferecer novos produtos e nova prestação de serviços, ampliando a possibilidade de solução e proporcionando uma experiência diferenciada para o cliente do seguro”, analisa.

O CEO da HDI foi no mesmo caminho. “Os dados já são compartilhados pelos consumidores estas informações precisam ter proteção”, disse ele. Com uma visão pragmática, Riedel afirmou que o setor investiu muito dinheiro na análise de dados e todas as seguradoras estão equipadas com sistemas analíticos. Esta transparência gerou matéria prima para o desenvolvimento de matrizes de de precificação de produtos eficientes. 

“Tal sofisticação trouxe concorrência e margens apertadas. Por isso, minha visão é que já temos um mercado transparente. Já funciona de uma forma aberta, sem instrumentalização tão eficiente, mas os dados transitam. As plataformas estão disponíveis. Por isso não acreditamos que possam ser desenhados produtos diferentes do que são ofertados isso”, afirmou. O executivo acredita no surgimento de produtos complementares aos que são ofertados atualmente. “Complementares são mais difíceis de serem vendidos. Requer maior esforço de venda. Vemos muitas iniciativas, mas se elas não tiverem investimento expressivo em vendas, não vão representar muito na agenda de ecossistema do setor”, finalizou.

Clube de benefícios da Liberty para clientes e corretores chega a um ano com mais de 6 mil acessos

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros comemora neste mês o primeiro aniversário do +Liberty, clube de benefícios da companhia. Desenvolvido com o objetivo de trazer mais proximidade e oferecer uma nova experiência para clientes e corretores mesmo quando não precisam dos serviços de assistência e sinistro da seguradora, o clube 100% digital registrou mais de 6 mil acessos por mês desde seu lançamento e os descontos em cursos e produtos para os usuários chegaram a até 60%.

“O +Liberty foi criado para agregar valor ao investimento que os clientes fazem ao contratar o seguro. Além disso, ele oferece uma vantagem dupla aos corretores, que podem tanto aproveitar os benefícios do clube quanto usá-lo como um argumento para os consumidores escolherem a Liberty”, afirma Patricia Chacon, CEO da Liberty Seguros. “É muito gratificante ver os resultados do clube no último ano e ter a certeza de que nossos clientes e corretores estão se beneficiando com os cursos e descontos em produtos disponibilizados”, completa.

Benefícios para aproveitar em casa

No último ano, a Liberty Seguros deu preferência para benefícios que os usuários do clube pudessem usufruir de casa e aproveitar com a família em segurança. Entre os descontos oferecidos que fizeram sucesso entre os usuários no último ano, há o de 40% na Pizzaria Domino’s, R$20 de desconto em compras no pet delivery Zee.Now e 50% off em diversos cursos da universidade Anhembi Morumbi. As promoções ainda estão disponíveis e podem ser aplicadas nas primeiras compras dos usuários.

Além dos preços mais acessíveis em cursos e plataformas, a Liberty oferece descontos em grandes varejistas, para que os usuários pudessem adaptar suas rotinas para o maior tempo passado em casa, praticar o autocuidado e cuidar dos pets. Entre os benefícios mais acessados estão as promoções em e-commerces como Magazine Luiza, Amazon, Casas Bahia, Natura, PETZ, Centauro e Shopclub by Electrolux.

Ações exclusivas de aniversário

Para comemorar o aniversário do +Liberty, a seguradora também irá realizar ações exclusivas voltadas para clientes, corretores e funcionários. A primeira é a Ação Relâmpago, que consiste em um voucher para o Shell Box, aplicativo de benefícios da Shell, empresa global de combustíveis e energia. Nesta etapa, a Liberty oferecerá vouchers para clientes cadastrados no +Liberty, segurados que fizerem o primeiro cadastro no período da ação , corretores e colaboradores. Todos que entrarem na plataforma no prazo estipulado, ganharão os vouchers de combustível. A segunda iniciativa será voltada para aqueles que mais acessam o clube de benefícios, e oferecerá 50 vouchers de três meses grátis de PrimePass, dentro da plataforma de streaming HBOMAX + TNT Sports.

SulAmérica promove encontro musical inédito entre Carlinhos Brown e Titãs

Sulamerica

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica promove um encontro único entre dois dos maiores nomes da música popular brasileira: Carlinhos Brown e Titãs estarão juntos, no palco, pela primeira vez. O encontro será transmitido no próximo sábado (28), a partir das 18h, e faz parte da programação do eFestival – o maior concurso da música brasileira e o palco mais digital da música. 

“O eFestival, sem dúvidas, é uma iniciativa importantíssima para a música brasileira, que vai revelar muita gente talentosa. O Brasil é terra da música, do batuque e do som. Eu estou muito feliz e quero convidar vocês para assistirem esse encontro especial que eu e o Titãs faremos para marcar esse momento tão especial”, diz Carlinhos Brown. 

O eFestival é uma das plataformas digitais mais importantes no cenário nacional e tem como objetivo principal ampliar o acesso à música e a cultura. Além disso, o concurso busca também renovar o cenário da MPB, revelando novos talentos e dando o suporte necessário para que esses artistas possam construir carreiras sustentáveis. 

“Há 20 anos esse festival tão importante revela grandes artistas da nossa música. Conheça os finalistas e vote em seu favorito. Quando você dá essa força, você impulsiona a carreira desses artistas. E tudo isso só é possível porque a SulAmérica valoriza a nossa cultura e entende que a música é um ingrediente importante para a saúde física, emocional e financeira de todos, movimentando pessoas e gerando milhares de empregos diretos e indiretos”, diz Tony Bellotto da banda Titãs. 

Ao longo de 20 anos, grandes artistas já estiveram no palco do eFestival como Adriana Calcanhoto, Alceu Valença, Daniela Mercury, Gilberto Gil, João Bosco, Maria Rita, Milton Nascimento, Os Paralamas do Sucesso, Paulinho da Viola, Vanessa da Mata, entre outros.  

“Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas e acreditamos que a música tem um grande papel na jornada de levar Saúde Integral para todos. E o eFestival nos proporciona essa oportunidade, de poder incentivar os músicos a seguirem seus sonhos, inclusive profissionais da saúde e corretores de seguros. A ação só reforça que estamos no caminho certo”, afirma Simone Cesena, diretora de Marketing da SulAmérica. 

O eFestival é idealizado e realizado pela Dançar Marketing, por meio de uma parceria com o Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial de Cultura e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A SulAmérica é patrocinadora do concurso. 

O encontro inédito entre Carlinhos Brown e Titãs será transmitido pelo canal da SulAmérica no YouTube, com retransmissão simultânea pelos canais dos artistas e também na Claro (Claro 500), no sábado (28/8), a partir das 18h. 

Europ Assistance e corretora Via Global fecham parceria para venda de assistências a veículos

Fonte: Europ Assistance

A Europ Assistance Brasil (EABR) e a Via Global Seguros, uma corretora com mais de 25 anos de atuação no mercado, anunciam parceria para a oferta de assistências Auto, Moto e Caminhão para motoristas garantirem a segurança dos seus veículos. Por meio da plataforma RodeSeguro (https://www.rodeseguro.com/), desenvolvida pela Via Global Seguros, os interessados poderão contratar os planos de assistência e ter acesso ao Clube RodeSeguro (https://www.cluberodeseguro.com/) que oferece descontos e produtos exclusivos em mais de 10 mil estabelecimentos. Os pacotes de assistência serão oferecidos a partir de R$145 ao ano, com a possibilidade de pagamento parcelado e no cartão de crédito, além disso, os clientes que adquirem os serviços disponíveis concorrem a sorteios mensais de R$2 mil, através de um plano de capitalização.

Para os primeiros seis meses, é esperada a emissão de 700 a 1.000 certificados mensais, gerando uma receita/mês de R$100 mil a R$150 mil. “Este é mais um grande passo que a EABR dá em direção à democratização dos serviços de assistência. A parceria com a Via Global vem ao encontro das demandas do mercado por soluções que atendam as novas necessidades dos consumidores, que precisam de soluções práticas e, ao mesmo tempo, com valores que caibam no bolso”, destaca Rogerio Guandalini, Diretor Executivo Comercial, de Marketing e Produtos da Europ Assistance.

Insurtech Flix lança plataforma B2B2C

Felipe barranco flix insurtech

Fonte: Flix

Com o aquecimento do mercado de insurtechs, a Flix, seguradora digital com foco na venda de seguros e assistências residenciais, recebeu recentemente seu primeiro investimento, de R$ 5 milhões, da gestora de venture capital Domo Invest. Visando ampliar sua atuação no segmento com nova estratégia comercial em uma iniciativa de Affinity Digital, a empresa lança a Flix2Business, uma plataforma B2B2C que disponibiliza os produtos da Flix principalmente para os novos canais de distribuição do país, como fintechs, marketplaces e superapps. Como resultado, a insurtech projeta um crescimento entre 15 e 20 vezes em apenas um ano, chegando a marca aproximada de 200 mil segurados.

O objetivo é ter uma nova frente para distribuição do seu produto, impactando um novo mercado emergente de distribuição, como empresas tecnológicas, e também os canais mais tradicionais como os corretores de seguros, por exemplo. “Com a Flix2Business possibilitamos que nossos parceiros ampliem seu portfólio e tenham acesso a um produto inovador, com alta rentabilidade, índice de fidelização e recorrência. Além disso, promovemos aos seus clientes soluções para problemas corriqueiros do ambiente residencial por intermédio das assistências. É uma solução simples e economicamente interessante para eles”, explica Felipe Barranco, CEO da Flix.

Atualmente, a empresa já possui cerca de 30 canais de distribuição parceiras, onde a operação consegue chegar a 5 milhões de possíveis segurados da base ativa para trabalhar. Hoje, a Flix atende 20 mil segurados com um produto completamente personalizado em um modelo de mensalidade recorrente sem carência e sem multas, gerando mais autonomia do cliente e menos burocracia nos processos. As ofertas exploram desde as proteções mais tradicionais, como raio, incêndio e explosão, até coberturas financeiras, assistências emergenciais e serviços exclusivos. Com a plataforma Flix2Business, os parceiros poderão oferecer essas mesmas vantagens a sua base de clientes e ainda usufruir das assistências oferecidas pela própria insurtech. 

SindSeg-PR MS realiza hoje evento com executivos do setor, mediado pelo jornalista Carlos Sardenberg

O cenário econômico do Brasil é desafiador e, como se não bastasse, as mudanças regulatórias no mercado de seguros trazem empresas totalmente digitais para concorrer diretamente com as seguradoras. Sandbox, Open Insurance, quem ganha e quem perde neste momento de revolução do mercado? Os empregos nas seguradoras tradicionais e nas corretoras sofrerão algum impacto?

Essas e outras perguntas serão feitas por um dos maiores jornalistas de economia da atualidade, Carlos Alberto Sardenberg, aos participantes do painel “Cenários Econômicos: oportunidades e desafios para o mercado segurador”, que terá o presidente da CNseg Marcio Coriolano, Ivan Gontijo (Bradesco) e Murilo Riedel (HDI).

O evento comemora os 97 anos do Sindicato das Seguradoras (Sindseg PR/MS) e será transmitido pelo Canal da TV Sindseg PR/MS no YouTube. Para assistir basta fazer a inscrição no canal e acessar logo mais às 17h, desta quarta-feira (25/08), pelo link https://www.youtube.com/c/SindsegPRMS-TV.

Por questões contratuais que envolvem direito de uso de imagem, o evento só poderá ser visto ao vivo – não ficará gravado no Canal para visualização posterior. 

SERVIÇO:

EVENTO: Painel comemorativo ao aniversário de 97 anos do Sindseg PR/MS

TEMA: Cenários Econômicos: oportunidades e desafios para o mercado segurador

MEDIADOR: Jornalista de economia da Rádio CBN Carlos Alberto Sardenberg

PAINELISTAS: Marcio Coriolano (CNseg), Ivan Gontijo (Bradesco Seguros), Murilo Riedel (HDI) e Altevir Prado (Sindseg PR/MS)

DATA: Hoje, quarta-feira, 25 de agosto de 2021

HORÁRIO: 17h

INSCRIÇÃO E ACESSO: https://www.youtube.com/SindsegPRMS-TV

Webinar da ESSOR/ASAS mostra plataforma inovadora para contratação do Seguro RETA

Fonte: Essor

O seguro de Responsabilidade Civil Explorador/Transportador Aéreo, conhecido como Seguro RETA será apresentado aos corretores de seguros, em webinar a ser realizada no dia 31 de agosto, às 15 horas. Para participar da transmissão basta acessar o link:  https://www.essor.com.br/webinar-reta/

O RETA é um Seguro de Responsabilidade Civil Obrigatório exigido pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para proteger qualquer tipo de aeronave: Agrícola, Táxi Aéreo, Aeronaves experimentais e Aeronaves de pequeno e médio porte em geral, além de drones.

A ESSOR atua em parceria com a ASAS seguindo a estratégia de desenvolver produtos diferenciados, sob medida. 

O Seguro RETA registrou cerca de R$ 16 milhões em prêmios emitidos, em 2020, segundo dados da Susep. A expectativa é que cresça 30% este ano. O segmento aeronáutico já está consolidado no mercado e a parceria traz inovação, tecnologia e agilidade para os clientes e corretores.

Um dos principais diferenciais do seguro, que será mostrado na webinar, é o sistema de cotação rápido e intuitivo. Com poucos cliques e com extrema facilidade o corretor de seguros obtém a cotação. Em caso de fechamento do negócio, poderá obter a apólice e os boletos online para encaminhar ao cliente, tornando as suas as operações simples e ágeis.

Serviço:

Evento: Webinar sobre Seguro RETA da ESSOR/ASAS

Participação: Leandro Poli, Diretor técnico – linhas especiais e atuarial da ESSOR; Vinicius Anderaos, Head Seguros Aeronáuticos e Carolina Varaldo, Diretora internacional – Riscos Aeronáuticos

Data: 31 de agosto de 2021

Horário: 15 horasLink de acesso:  https://www.essor.com.br/webinar-reta/

Artigo: Setor de seguros e o consumidor do futuro

Solange-Beatriz_CNseg

por Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg

Uma fase de maturidade institucional marca o relacionamento entre o setor segurador e os órgãos que compõem o sistema de defesa do consumidor. Esse movimento convergente contribui para ampliar a incursão do seguro na vida das pessoas e dos negócios, com impacto direto sobre o bem-estar e a resiliência das empresas nas últimas décadas. O alinhamento em prol de práticas de conduta centralizadas no consumidor, baseadas em suas reais necessidades, é bem-vindo para ampliar a satisfação de clientes, sobressaindo-se ainda mais em um ambiente de alta competitividade, de extraordinário uso de recursos tecnológicos e de cidadãos cada vez mais empoderados. 

Esse diálogo franco, transparente e propositivo entre os atores sociais da representação dos consumidores e os players do mercado aprimora a relação de consumo, estimula o desenvolvimento das melhores práticas e o aperfeiçoamento dos serviços e produtos do setor segurador.

É claro que todos podem contribuir mais – reguladores e regulados – no fomento da atividade. Por parte das empresas do setor segurador há o desafio permanente de abrigar as expectativas dos consumidores e de ampliar seu grau de satisfação. Na era digital em que vivemos, deve estar no radar a criação de novos produtos, sobretudo para riscos emergentes, reformulações contínuas em apólices existentes para ampliar coberturas, algo factível a partir da possibilidade de combos de proteções, e canais variados para alcançar o consumidor, de acordo com a sua preferência.

É fato que o setor de seguros se prepara, há tempos, para esse encontro com o consumidor do amanhã, cada vez mais conectado a tecnologias transformadoras do perfil do consumo. Uma revolução tecnológica silenciosa em curso – e posta à prova durante a pandemia – não deixa dúvidas de que o setor de seguros está entre os mais abertos à inovação e capaz de novos avanços na transição digital.

Nessa marcha, há quatro pilares convergentes: consumidores predispostos a ampliar seu nível de cobertura, sobretudo após a experiência traumática da pandemia; seguradoras ávidas por endereçar soluções adequadas a riscos; órgãos de regulação dispostos a retirar excessos regulatórios e modernizar as normas; e entidades de defesa atentas aos novos perfis de consumo e novos modelos de negócios. Desde já, estamos todos construindo as pontes para o futuro a partir do diálogo institucional vigoroso e proveitoso para a cadeia de seguros.

Seguradoras indenizam produtores rurais em R$ 1,7 bilhão no 1o. semestre

Fonte: MAPA

Entre janeiro e junho de 2021, o valor de sinistros no seguro rural totalizou R$ 1,7 bilhão, de acordo com os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). No acumulado dos últimos 10 anos, em valores atualizados, o montante total indenizado pelas seguradoras foi de R$ 15,2 bilhões. Para Guilherme Bastos, Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA-Mapa), o volume elevado de indenizações pagas aos produtores demonstra que o seguro rural é um dos instrumentos mais importantes que o produtor possui à sua disposição para mitigar determinados riscos da atividade agropecuária. 

“O produtor rural precisa incorporar o seguro no seu custo de produção, deve ser um item permanente em todas as safras, o custo benefício da contratação é vantajoso, ainda mais se considerarmos o auxílio financeiro do governo federal na aquisição da apólice”. 

O montante pago em 2021 é um pouco inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior, que foi de R$ 1,8 bilhão. Em 2020, o valor total pago pelas seguradoras aos produtores rurais que contrataram seguro rural fechou em R$ 2,5 bilhões. 

Ao contratar uma apólice de seguro rural, o produtor pode minimizar suas perdas em caso de quebra de safra, ao recuperar o capital investido na sua lavoura. O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) oferece ao produtor a oportunidade de segurar sua produção com custo reduzido, por meio de auxílio financeiro do governo federal. Atualmente o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40% do valor da apólice, a depender da atividade e cobertura contratada. 

Guilherme Bastos ressalta que o produtor rural precisa incorporar a cultura do seguro, como já acontece em outros países. “O seguro rural é uma proteção indispensável para a produção agropecuária, ajuda a manter a capacidade financeira do produtor em caso de perdas e evita a necessidade de renegociar o custeio da safra. Nas últimas safras ocorreram diversos eventos climáticos severos em algumas regiões do país, aquele produtor que tinha contratado o seguro não teve tanta preocupação, já os demais que não contrataram podem estar com dificuldades de financiamento”.  

O Mapa atualizou os dados de indenizações pagas pelas seguradoras aos produtores no ano de 2020, no âmbito do PSR. Diferentemente dos dados da Susep, que contemplam todas as operações do mercado de seguros e contabilizam todos os valores pagos em 2020, independentemente do ano de contratação da operação, os dados divulgados do PSR consideram apenas as apólices contratadas com subvenção naquele ano, independente de quando as indenizações foram pagas. 

No total foram pagos R$ 1,1 bilhão em indenizações pelas seguradoras aos produtores que contrataram apólices em 2020 com apoio do PSR, as indenizações foram pagas aos produtores de todas as regiões do país. Os três estados com mais indenizações foram Paraná (R$ 286,5 milhões), Rio Grande do Sul (R$ 268,4 milhões) e São Paulo (R$ 147,9 milhões).

Em seguida temos Goiás com R$ 95,9 milhões, Mato Grosso com R$ 95,2 milhões, Santa Catarina com R$ 93,3 milhões e Mato Grosso do Sul com R$ 66 milhões. O principal evento climático que causou as perdas foi a seca, responsável por R$ 684 milhões em indenizações, pouco mais de 60% do total indenizado. Depois da seca, temos o granizo que ocasionou 15,7% das indenizações, além da chuva excessiva (9,6%) e da geada (9,3%). Os dados completos de sinistros do PSR podem ser consultados no site do Mapa. 

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice. Atualmente, 15 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. A subvenção econômica concedida pelo governo federal pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa e que não tenha restrição financeira com a União.

Em 2021, serão disponibilizados aos produtores R$ 924 milhões para subvencionar a contratação de apólices de seguro rural. Desse total, aproximadamente R$ 800 milhões já foram utilizados, o restante deve ser consumido até o final do mês de setembro. Ao contrário dos anos anteriores, quando os recursos do PSR eram disponibilizados mensalmente, o que ocasionava muito atraso na confirmação do acesso do produtor ao Programa, este ano o orçamento foi disponibilizado de uma única vez, possibilitando mais celeridade no processo. 

“Com esse modelo ganhamos muita agilidade, antes o produtor ficava em uma fila e poderia demorar meses para saber se foi contemplado ou não com a subvenção, agora no mesmo dia que ele faz a contratação da apólice junto ao corretor ou instituição financeira, já pode ter a resposta sobre o acesso ao PSR”, explicou Guilherme Bastos. Para o produtor rural verificar se sua apólice foi contemplada no programa basta acessar o site do Ministério. 

Open Insurance é positivo, mas é preciso ter muita atenção com a segurança dos dados, afirma Marcio Coriolano

“Os seguros, como um todo, sempre tiveram um papel muito importante na sociedade devido à sua própria natureza, ligada à proteção de pessoas, famílias e empresas contra riscos de todo tipo”, afirmou logo na abertura o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, entrevistado desta segunda-feira, dia 23, da Maratona do Seguro, evento organizado pelo jornal do Seguro (JRS). Segundo Coriolano, essa importância do seguro, que vem desde os tempos das grandes navegações, torna-se ainda maior na atualidade da pandemia, como agora vivemos. “Este momento dramático da sociedade brasileira e mundial despertou ainda mais a aversão das pessoas e empresas ao risco”, afirmou. 

O impacto da pandemia no setor segurador 

O presidente da CNseg lembrou que os últimos 10 anos foram muito promissores para o seguro, porque motivados pelo crescimento, na sociedade, da consciência da importância desse instrumento de proteção contra riscos de todas as espécies. No final de 2019, disse, todos estavam animadíssimos com a taxa de crescimento de 12,9% do mercado de seguros, mas veio a pandemia em março de 2020 e a queda foi “vertiginosa”, com a recuperação tendo início em junho, apesar de apresentar taxas não tão positivas quanto antes. Recuperação, esta, potencializada pela conscientização dos riscos que corremos gerada pela pandemia, mas também devido à tecnologia disponível para permitir o isolamento dos profissionais do setor sem que isso impactasse na oferta dos seus produtos. Agora, em 2021, afirmou, nota-se que o setor já volta a patamares pré-pandemia, com destaque para os segmentos de saúde suplementar e de vida, além do seguro residencial, que ganhou mais importância a partir do momento em que a residência passou a também ser local de trabalho e de educação dos filhos. Coriolano também citou o bom desempenho dos seguros rural, de transporte, – principalmente de carga -, e de responsabilidade civil. 

O ambiente regulatório 

Sobre as mudanças no ambiente regulatório, o Presidente da CNseg afirmou que a atual diretoria da Susep assumiu com o intuito flexibilizar os normativos de produtos, para permitir que as seguradoras aumentem a sua oferta com menores “custos de transação”. Entretanto, ele acha que é cedo para se fazer qualquer tipo de ilação sobre o efeito dessa flexibilização normativa sobre o crescimento do mercado.  

A respeito das questões ASG (Ambientais, Sociais e de Governança), Coriolano comentou que tanto os reguladores, quanto as empresas, estão cada vez mais atentos a esses atributos de governança e começam a sair do discurso para a prática, mencionando recente consulta pública do Banco Central sobre o sistema financeiro, que deve chegar logo ao setor de seguros.  

O open insurance 

Quando questionado a respeito do open insurance, ele disse ter, em geral, uma visão positiva e explicou que esse modelo se baseia em três pilares: mais eficiência das informações fornecidas pelas seguradoras para a Susep, nova estrutura de informações eletrônicas fornecidas pelas seguradoras para os consumidores e obrigatoriedade de transações de informações eletrônicas entre as seguradoras. Entretanto, na opinião dele, diferentemente do que ocorre na Europa, no Brasil o open insurance está sendo implantado de maneira muito acelerada, sem que haja tempo hábil para as seguradoras amadurecerem os processos envolvidos. Além disso, também há uma preocupação grande em relação ao sigilo das informações que, em caso de falhas, pode ter impactos muito negativos no setor, principalmente depois da entrada em vigor da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). 

O problema das associações de proteção veicular 

Sobre as associações de proteção veicular, o Presidente da CNseg afirmou que ninguém pode ser contra a associação de pessoas para defenderem uma causa ou para fins econômicos. Porém, de acordo com a legislação brasileira, essas associações só podem funcionar se os produtos ou serviços ofertados forem direcionados exclusivamente a esses grupos fechados de associados, diferentemente do que ocorre com essas associações que comercializam a proteção veicular para potencialmente toda e qualquer pessoa. “Nós não somos contra a competição, mas contra uma concorrência desproporcional em termos de atendimento a exigências”. Ele argumentou que, enquanto as seguradoras precisam observar uma série de requisitos regulatórios que, além de gerarem custos, geram responsabilidades, essas associações não possuem nenhum tipo de exigência regulatória, nem mesmo as relacionadas ao Código de Defesa do Consumidor (CDC). “Já são mais de 500 ações transitando no judiciário contra essas associações e os resultados têm demonstrado que a razão está do nosso lado”, afirmou.  Coriolano também disse que o desejo do setor é que o Governo dê celeridade ao Projeto de Lei que leva essas associações para o mesmo ambiente regulatório das seguradoras. 

Em suas considerações finais, o Presidente da CNseg afirmou que o papel da Confederação é trazer o máximo de informação possível para que a sociedade possa fazer as melhores escolhas em termos de proteção securitária. 

A Maratona do Seguro vai até o dia 25, contando com mais de 15 horas de transmissões pelo canal do Jornal do Seguro (JRS) no YouTube com diversas lideranças do mercado brasileiro.