SulAmérica amplia assistência Médico na Tela dos produtos individuais de Vida e Previdência para cônjuges e filhos

SulAmerica medico na tela

Fonte: SulAmérica

Com foco em promover soluções integradas de cuidado e proteção, a SulAmérica passou a oferecer também aos familiares dos clientes de Vida e Previdência das categorias individuais o benefício Médico na Tela, serviço de telemedicina disponível 24h por dia, sete dias por semana. Na prática, isso significa que os cônjuges e filhos dos titulares destes produtos passam a contar com teleconsultas e, caso necessário, podem obter prescrições médicas, sem nenhum impacto financeiro. O atendimento é realizado por chamada de vídeo com médicos plantonistas de forma prática, rápida e segura. 

Com a novidade, que entrou em vigor desde 30 de agosto, a SulAmérica será a primeira seguradora a possibilitar o benefício aos dependentes sem custo adicional. “Fomos os primeiros a oferecer a assistência de telemedicina para clientes individuais de Previdência. Agora, ao incluir cônjuges e filhos dos beneficiários não só de Previdência como de Vida, mostramos nosso compromisso com a entrega de Saúde Integral, por meio de uma gama de soluções que tem como objetivo aumentar o cuidado e a proteção às pessoas”, descreve o diretor de Vida e Previdência da SulAmérica, Victor Bernardes.

Para utilizar o benefício, os clientes dos produtos individuais de Vida e Previdência devem preencher o formulário disponível no site sulamericavida.docway.com.br com os dados dos dependentes. Depois, para realizar a consulta, basta ligar na Central de Atendimento (0800 726 4935) para checar a elegibilidade por meio do CPF e passar por uma triagem de uma equipe de saúde, na qual será direcionado à especialidade médica necessária. O paciente recebe, então, um link de acesso do Médico na Tela por e-mail e SMS.

Wiz e IGTI oferecem capacitação gratuita e online em desenvolvimento de software

Fonte: Wiz

A Wiz Soluções, gestora de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros, e o Instituto de Gestão em Tecnologia da Informação (IGTI) se uniram em uma parceria para oferecer capacitação profissional gratuita na área de TI. Ao todo, são 100 bolsas de estudo para o curso online de desenvolvedor de software, que terá duração de 10 semanas e mais de 148 horas de aulas. O bootcamp começa no dia 4 de outubro e está com inscrições abertas para todo Brasil pelo site https://www.igti.com.br/bootcamp/speed-wiz-dev. Já no primeiro dia, o bootcamp ultrapassou a marca de 1 mil inscritos.

O programa Speed Wiz Dev é destinado às pessoas que têm interesse em aprender desde o básico até a prática avançada em desenvolvimento front-end e back-end, além das linguagens mais usadas no setor atualmente, como Angular; .NET; C#; Entity, Dapper; SQL, entre outras. Um curso imersivo e hands-on, focado em habilidades técnicas, para que os alunos estejam aptos a atuar imediatamente no mercado de trabalho.

“A carência de desenvolvedores no mercado não é novidade para ninguém, assim como a necessidade de investirmos em qualificação para jovens e também na requalificação para quem, por motivos diversos, precisa fazer uma transição de carreira. Nós queremos participar ativamente do movimento de qualificação dos brasileiros e garantir que o maior número possível de pessoas possa aproveitar as oportunidades dos novos mercados digitais, abrindo oportunidades de capacitação para pessoas que futuramente poderão integrar nosso time”, diz Carla Nabarrete, diretora de Estratégia, Marketing e Tecnologia da Wiz.

O bootcamp apresenta um modelo inovador e muito mais rápido do que o ensino tradicional. O estudante é protagonista da sua própria jornada educativa e aprende de forma interativa em aulas ao vivo e gravadas com profissionais renomados do setor. Podem participar do processo seletivo pessoas acima de 18 anos, com ensino médio completo. As inscrições vão até 17 de setembro.

“O mercado de TI é um dos mais promissores, com crescente demanda profissional por parte das empresas. Estamos muito felizes em promover este bootcamp com a Wiz, que ajudará pessoas de todo o Brasil a desenvolver suas habilidades, além de formar novos talentos para o setor, afirma Vinícius Bozzi, CEO do IGTI.

Luto

É com profundo pesar que a MAG Seguros comunica o falecimento de Andrea Levy, Assessor Estratégico da Presidência e membro do Conselho Consultivo. O executivo de 76 anos lutava contra um câncer e estava internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, desde o dia 26 de agosto de 2021. 

Andrea era engenheiro elétrico pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e Doutor em Automação e Aplicações Espaciais no Laboratório de Automação e Análise de Sistemas (LAAS), pela Université Paul Sabatier em Toulose, na França. Foi também professor de Mestrado e de Graduação da PUC-Rio no departamento de Sistemas de Engenharia Elétrica e posteriormente no Instituto de Atuária do IAPUC/IAG. 

Com mais de 20 anos de experiência como dirigente de empresas de seguros de vida e previdência no Brasil, Andrea contribuiu decisivamente para o desenvolvimento deste mercado ao longo desse período. 

Acompanhou há mais de 25 anos as famílias Molina e Mota, acionistas brasileiras da MAG. Na companhia, usou o seu conhecimento e experiência na concepção e implantação de alguns dos mais importantes projetos da empresa e também para o desenvolvimento do seu planejamento estratégico. Deixa ainda um inestimável legado no desenvolvimento profissional de diversos executivos e líderes, atuando como mentor e como fonte contínua de inspiração e de inovação. 

O velório acontecerá no Rio de Janeiro, em cerimônia fechada, restrita a familiares. A companhia se solidariza com toda a família do executivo: a esposa Aik, seu filho Thiago e os seus enteados Daniel e Manoela. 

Títulos de Capitalização apoiam instituições de assistência social com mais de R$ 500 milhões

Fonte: FenaCap

As mudanças de comportamento causadas pela pandemia despertam um interesse social para a filantropia e o auxílio às instituições que se dedicam a contribuir para o bem-estar e um mundo melhor para todos. As pessoas estão mais sensíveis às causas sociais, dedicadas aos cuidados de preservação da vida e dos vínculos sociais. Neste contexto, os títulos de Capitalização ganham mais destaque, sobretudo pela modalidade que apoia entidades filantrópicas. De janeiro a junho deste ano, esses produtos garantiram mais de R$ 558 milhões em recursos a essas organizações, segundo a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). 

Regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e em vigor desde 2019, a modalidade de Filantropia Premiável permite que o comprador do título ceda seu direito ao resgate para alguma instituição de assistência social previamente cadastrada, mediante a chance de participar de sorteios. De acordo com a Associação Brasileira de Captadores de Recursos, cerca de 6.200 instituições em todo o país estão aptas a receber recursos provenientes da Capitalização. 

“A Filantropia Premiável contribui para a manutenção de centenas de projetos de assistência pelo país. A modalidade traz ainda soluções e produtos mais aderentes àquele consumidor sensível às causas sociais”, explica Marcelo Farinha, presidente da FenaCap. 

MAG Seguros, SulAmérica e Sensedia debatem desafios do Open Insurance

open insurance

Fonte: Sensedia

Na visão de Marcílio Oliveira, Chief of Growth da Sensedia, o open everything é um caminho sem volta para diversos mercados, e para o de seguros não é diferente. Segundo ele, a regulação do open insurance acelera esse movimento, mas não é o único motivador. O que está por trás de tudo é a possibilidade de promover a criação de um ecossistema de inovação aberta para melhorar a experiência dos usuários com os serviços de seguros. O novo conceito vai trazer mais transparência na relação entre cliente e seguradora, além de aumentar a concorrência do mercado. Os desafios e oportunidades que os negócios abertos trazem para as seguradoras foram pontos discutidos durante o APIX, principal evento de APIs das Américas que aconteceu entre os dias 1 e 3 de setembro. 

Durante o painel intitulado “O cenário de seguros e o futuro com o open insurance”, Luiz Queiroz, Head of Enteprise Architecture da MAG Seguros, valida a afirmação de Oliveira. Segundo ele, a MAG Seguros, que é uma empresa S3, vai aderir ao open insurance e quer ir além. “Por sermos um grupo que atua em outras frentes, como a financeira, por exemplo, temos a oportunidade de oferecer jornadas diferentes, cruzando o open banking com o open insurance e trazendo soluções mais personalizadas para os nossos clientes. Jornadas misturadas são muito promissoras e para isso estamos colocando os clientes no centro de tudo”. 

“As seguradoras não vão mais ter a garantia da sua carteira de milhões de beneficiários. É preciso se reinventar”, complementa Cristiano Bezerra, Gerente de Arquitetura Corporativa e Automação do Desenvolvimento da SulAmérica. A empresa é a maior seguradora independente do Brasil, com mais de 7 milhões de usuários, que vem se posicionando como uma empresa que quer entregar saúde integral para os seus clientes e vem trabalhando, com a ajuda da Sensedia. Na sua estratégia de inovação aberta e transformação digital com esse objetivo. 

Jornadas misturadas são a grande oportunidade

O cruzamento de jornadas no ambiente digital é uma das principais oportunidades do open insurance, que vão muito além da questão pura e simples do compartilhamento de dados. Com um ecossistema de parceiros integrados, o real valor para o negócio de seguros vai acontecer quando uma pessoa puder receber uma oferta de seguros no momento que ela compra um eletrodoméstico num grande varejista, por exemplo. “Estou curioso em relação à quantidade de ecossistemas que vão surgir em torno disso”, diz Queiroz, da MAG Seguros.

“O cliente vai chegar num ponto de compreender que se ele quer algo mais exclusivo, ele vai precisar compartilhar o dado dele. Só que em paralelo ele também vai passar a exigir um maior controle disso, mais clareza e transparência. E ele vai querer acompanhar isso na palma da mão, no celular dele. E isso abre um novo mercado com novos personagens, como agregadores de dados, que podem ou não trabalhar junto com seguradoras provendo novas soluções”, reforça Bezerra. 

O principal desafio agora é a digitalização de ponta a ponta e as APIs têm papel fundamental dentro da regulamentação para o open insurance, tanto nas questões de segurança, escalabilidade, formato de dados e experiência, e segundo Bezerra é “condição sine qua non que todos esses atores que vão participar do ecossistema de seguros”. 

De olho no pioneirismo brasileiro, outros países começam a se movimentar

A inovação aberta para as seguradoras já é uma realidade e o Brasil é o pioneiro no mundo na regulamentação do Open Insurance, que acontecerá em três fases, sendo que a primeira está prevista para acontecer em dezembro deste ano, e a segunda, e terceira etapas no decorrer de 2022. 

Mas empresas de outros países já estão olhando para essa oportunidade que o modelo de negócios abertos proporciona. É o caso da Nobloq, braço de inovação do Grupo Combiano Sura, principal player do mercado de seguros da América Latina (com exceção do Brasil), que vem se estruturando já há um tempo para surfar na onda do open insurance, e que durante a palestra do seu CEO, Federico Benitez, no APIX, contou sobre os desafios e aprendizados do grupo até o momento.

Focus traz crescimento menor e inflação e juros maiores pelo PIB do 2º trimestre

Pedro Simoes, CNseg

Ainda pela divulgação do desempenho do PIB no 2º trimestre e especulações sobre eventos públicos no feriado de 7 de setembro, os analistas consultados no relatório Focus fizeram ajustes também de valência negativa em suas projeções, com expectativas maiores para a inflação e para os juros e menores para o crescimento da economia, avalia Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

“A cada semana as projeções mostram que o país tem mais sinais de que a economia enfrentará diversos obstáculos até o próximo ano. Vemos uma crise hídrica agravada, que já impacta fortemente a inflação por via dos preços de alguns alimentos e pelas tarifas de energia elétrica, além de ter roubado pontos preciosos do crescimento da agropecuária, como ficou claro no PIB do segundo trimestre, divulgado na semana passada pelo IBGE”, avalia o economista da CNseg.

O PIB continua no patamar do fim de 2019, período pré-pandemia, e ainda está 3,2% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014. O carregamento para o segundo semestre ainda garante um crescimento de 4,9% no ano, por isso as projeções permanecem acima de 5,0%. No entanto, após a divulgação desses dados, a mediana da projeção para o crescimento do PIB este ano caiu de 5,22% para 5,15%. Para o ano que vem caiu para abaixo dos 2,0%, ficando em 1,93%, uma taxa muito modesta.

Como o boletim antecipou na semana passada, a projeção mediana para a Selic ao final deste ano subiu de 7,50% para 7,63%. Para o final do ano que vem, a mediana avançou de 7,50% para 7,75%. “Isso indica a aposta do mercado de que os juros continuarão a subir ao longo de 2022”, diz Simões.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Brasil lidera ranking de arrecadação de seguros na América Latina com 43,96% de participação

Seguros na America Latina 2020

Fonte: CNseg

O setor segurador emitiu US$ 127,7 bilhões em prêmios na América Latina em 2020, segundo estudo realizado pela instituição Latino Insurance Online, a pedido do Conselho da Presidência da Federación Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), do qual Marcio Coriolano é Presidente da Comissão Regional Sul. Realizado em 18 países latino-americanos, esse desempenho foi 16% menor em comparação ao ano anterior.  

Do total arrecadado, o Brasil teve 43,96% de participação, um pouco mais que o dobro do México, com 21,79%. Em terceiro lugar, ficou a Argentina, com 7,86% de arrecadação, seguida de perto pelo Chile, com 7,81%, enquanto a Colômbia respondeu por 6,52%.

O estudo apontou também que a arrecadação do setor segurador representou 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) da região no ano passado, resultado igual ao de 2019. Na comparação dos prêmios emitidos x PIB de cada país, o Brasil liderou o ranking, com 3,95% de coeficiente de penetração, quase empatado com o Chile (3,93%), seguido pelo Panamá (3,16%) e Colômbia (3,10%).   

A arrecadação do seguro de vida representou 65% do total com relação aos outros ramos, mantendo a média aproximada dos anos anteriores. Nessa comparação, o Brasil é o primeiro do ranking, com arrecadação de 76%, único país que ficou acima da média da região.  

O estudo foi feito com base nos dados informados pelos órgãos reguladores de cada país e setor.  O material não considera os Títulos de Capitalização e, em Saúde Suplementar, só contempla as seguradoras (excluindo as outras modalidades de operadoras).

A respeito do estudo, o presidente da Comissão Regional Sul, Marcio Coriolano, disse que “como os valores constam em dólares, a formação da taxa de câmbio dos diferentes países pode trazer a necessidade de cálculo dos valores nominais para avaliação do crescimento comparativo, o que é possível pelas notas metodológicas que acompanham o levantamento”.

A íntegra do estudo está disponível, em espanhol e inglês, no portal da Confederação Nacional das Seguradoras e no site da FIDES.

Vendas globais de seguros de danos podem dobrar para US$ 4,3 trilhões até 2040, prevê Swiss Re Institute

swiss re

Espera-se que os prêmios globais de P&C mais do que dobrem, para US$ 4,3 trilhões em 2040 de US$ 1,8 trilhão em 2020, uma vez que a composição do portfólio de P&C deve mudar de seguros de automóveis de menor risco para linhas de seguros patrimoniais e de danos de maior risco, de acordo com o estudo sigma do Swiss Re Institute, More risk: the changing nature of P&C insurance opportunities to 2040. De acordo com o estudo, o seguro patrimonial pode se tornar a linha de negócios de crescimento mais rápido. O setor de automóveis, apesar da sua participação estar diminuindo, deverá permanecer a maior de todas as linhas de P&C, com prêmios previstos para quase duplicar até 2040.

O estudo prevê um crescimento anual de 5,3% nos seguros patrimoniais, com os prêmios globais de seguros subindo de US$ 450 bilhões em 2020 para US$ 1,3 trilhão em 2040. O desenvolvimento econômico continuará sendo o fator-chave do aumento dos prêmios de patrimonial, contribuindo com 75%, ou seja, até US$ 616 bilhões de novos prêmios. Espera-se que os riscos relacionados ao clima resultem em um aumento dos prêmios globais de patrimonial em 22%, ou até US$ 183 bilhões, durante os próximos 20 anos, uma vez que as catástrofes climáticas provavelmente se tornarão mais intensas e frequentes.

“Nosso trabalho tem o objetivo de tornar o crescimento econômico passível de ser segurado”, Jerome Haegeli, Swiss Re’s Group Chief Economist.

“Promover as condições para um crescimento sustentável a longo prazo é particularmente importante diante da mudança climática, o que representa a maior ameaça a longo prazo para a economia global. Se quisermos construir um sistema de seguros sustentável que permita à sociedade administrar e absorver riscos futuros, nós precisamos tornar os riscos e as oportunidades quantificáveis. Nosso trabalho também é vital para os formuladores de políticas, com os quais compartilhamos o objetivo de tornar o crescimento econômico passível de ser segurado”, Jerome Haegeli, Swiss Re’s Group Chief Economist.

Como se espera que a inflação social aumente a frequência de grandes vereditos e acordos, especialmente nos EUA, prevê-se que os prêmios de responsabilidade cresçam 4,7% ao ano em média, para US$ 583 bilhões até 2040, de US$ 214 bilhões em 2020. Outras áreas com potencial de crescimento a longo prazo em termos de responsabilidade vêm dos efeitos das mudanças climáticas, inteligência artificial e mudanças sociais e legais.

O setor de automóveis continuará sendo a maior linha de negócios

Como os segmentos de patrimonial e responsabilidade civil são mais voláteis, estes vêm ganhando importância, e a participação do seguro de automóveis, tradicionalmente um segmento de menor risco e de alto volume de P&C, diminuirá devido às melhorias de segurança da automação e da tecnologia inteligente e à uma queda nos sinistros associados. Embora a participação no portifólio de risco de P&C deva diminuir para 32% dos prêmios do setor até 2040, de 42% em 2020, de automóveis continuará sendo a maior linha de negócios, com previsão para quase duplicar os prêmios para US$ 1,4 trilhão até 2040 de US$ 766 bilhões em 2020.

“Com a mudança do portfólio global de seguros de automóveis de menor risco para linhas de maior risco, o negócio de seguros de P&C se tornará mais volátil. Ao mesmo tempo, a modelagem de riscos se tornará mais complexa, o que levará a maiores exigências de capital e a um aumento da demanda por resseguros. Nesse ambiente de risco fundamentalmente diferente, resseguradoras desempenharão um papel crucial para manter os riscos passíveis de serem segurados”, disse Gianfranco Lot, Head Globals Reinsurance na Swiss Re.

Inscrições do Prêmio de Inovação da CNseg se encerram em 27 de setembro

Fonte: CNseg

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, encerrará as inscrições de sua décima edição no próximo dia 27 de setembro. Os vencedores nas três categorias serão conhecidos e contemplados em dezembro. 

A premiação tem o propósito de estimular o desenvolvimento do setor de seguros, aprimorar o seu relacionamento com a sociedade brasileira, divulgar práticas inovadoras que beneficiem, em última instância, o consumidor de seguros. “O Prêmio de Inovação permite acompanhar os principais movimentos do setor e, ao mesmo tempo, despertar nas empresas e nos colaboradores o incentivo às mudanças primordiais para os resultados positivos que as seguradoras têm alcançado”, afirma a Diretora-Executiva, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Caberá a um júri formado por nove integrantes avaliar os projetos nas três categorias que integram a premiação: Produtos e Serviços; Comunicação; Processos e Tecnologias. Na edição de 2019, a última realizada, 124 projetos inovadores foram avaliados, criados por 485 autores e coautores.

Desde o lançamento do Prêmio, em 2011, mais de 690 projetos já foram avaliados, apresentando contribuições inovadoras e benefícios para o negócio. Nesta edição, a aderência ao Princípio da Sustentabilidade em Seguros (PSI) será o novo quesito avaliado na disputa.

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros reconhece a capacidade criativa dos securitários, corretores de seguros e prestadores de serviços que contribuem com a inovação do setor. 

Como premiação são oferecidos aos vencedores R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 10mil para os primeiro, segundo e terceiro colocados em cada uma das três categorias, totalizando R$ 165 mil. 

O nome de Antonio Carlos de Almeida Braga foi unânime ao se pensar em uma iniciativa desse tipo, pelo fato de ser considerado um dos maiores empresários do país e se destacado por investir em novas modalidades de seguros. Além disso, aperfeiçoou o atendimento no mercado, incentivou a capacitação por meio da contratação de profissionais de áreas distintas e foi o primeiro a distribuir produtos de seguros por meio da rede bancária. Por seu espírito inovador, mereceu essa homenagem e serve a todos nós de inspiração. 

Insurtech de seguro de vida WinSocial cresce 428% em faturamento primeiro semestre de 2021

Raphael rosas

A pandemia causada pela covid-19 despertou a atenção de muitos brasileiros sobre a importância de um planejamento financeiro e isso é ainda mais evidente entre as pessoas que possuem comorbidades para o coronavírus, como é o caso da diabetes. 

A WinSocial, insurtech de seguro de vida para pessoas com diabetes, vem em um crescimento exponencial, tendo registrado em 2020 um aumento de 488% em novas vendas de seguro de vida, em comparação com 2019. Nos primeiros seis meses deste ano, a startup ampliou seu faturamento em 428%, em relação ao mesmo período do ano passado. 

“Sabemos que as pessoas estão mais conscientes sobre o futuro e pensando cada vez mais em deixar algo para seus dependentes, caso falte. E em um grupo como o de diabéticos, que já são acostumados a se cuidarem, esse senso de planejamento fica cada vez mais latente. É muito bom saber que estamos dando a eles oportunidade de ter um seguro de vida, uma vez que é um público não tão bem aceito nos modelos de negócios tradicionais”, completa Rafael Rosas, diretor da WinSocial.