Susep já registra 1,25 milhão de apólices de seguro garantia


Cerca de 1,25 milhão de apólices de seguro garantia já foram registradas na plataforma SRO criada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Antes já há registros facultativos, além de terem iniciado recentemente (02/08) o registro dos ramos de fiança locatícia, riscos diversos financeiros e stop loss.

De acordo com a Susep, os registros conferem maior transparência e confiabilidade aos segurados quanto à existência das apólices, principalmente para o setor público, que pode verificar a veracidade das apólices apresentadas em licitações ou dadas como garantias judiciais. A plataforma SRO também vai permitir a implantação de um sistema de controle de acúmulo de tomadores e dar maior transparência aos resseguradores, o que tende a melhorar a precificação, reduzir riscos e aumentar a capacidade do mercado. Outros benefícios dizem respeito à atuação da Susep. O registro possibilitará uma maior eficiência das ações de supervisão da autarquia e um aprimoramento da regulação, reduzindo custos de observância para as seguradoras.  

De acordo com a autarquia, o registro é obrigatório é importante para que a Susep possa modernizar seus procedimentos de supervisão, desobrigando as seguradoras de outros custos de observância, além de possibilitar o acompanhamento de um mercado a cada dia mais digital. Ainda, o acesso a um conjunto mais amplo de informações será útil para o aperfeiçoamento do processo de análise dos impactos regulatórios.  

Com a entrada em operação da plataforma integrada, prevista para acontecer nas próximas semanas, será possível disponibilizar uma série de ferramentas aos consumidores, conforme mencionado na segunda pergunta, que trarão ainda mais credibilidade e segurança para o consumidor. 

Previsão de inflação alta persiste no Boletim Focus, enquanto curva de juros precifica Selic também mais elevada

cnseg pedro simoes

Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, destaca que enquanto analistas aguardam o resultado das manifestações marcadas para o próximo 7 de setembro sobre a convivência social e política do País, os dados continuam a mostrar uma inflação persistente. Para o IPCA, a projeção este ano foi elevada de 7,11% para 7,27%, enquanto, para o ano que vem, subiu de 3,93% para 3,95%. Já a projeção mediana para o crescimento do PIB este ano caiu novamente, de 5,27% para 5,22%.

Um detalhe importante ressaltado pelo economista é a curva da taxa de juros. “O ambiente institucional ainda é incerto. Mas o que temos de certo é o compasso de espera nas projeções. O que chama a atenção é a curva de juros”, sinaliza. “Apesar da estabilidade nas projeções para a taxa Selic (em 7,50% para o final deste e do próximo ano), a curva de juros (que mostra o quanto o mercado precifica e exige de juros para financiar a dívida pública em diferentes prazos) continua a abrir, com aumentos em todos os vértices, para além de 10%. Isto é, os números da pesquisa Focus para essa variável, ao menos por enquanto, não parecem estar refletindo totalmente o cenário precificado pelo próprio mercado para os juros. É evidente, no entanto, que estamos falando de duas medidas distintas e que podem apresentar divergências por inúmeras razões. Mas, o que ocorre atualmente merece destaque e atenção”, enfatiza Simões.

Em Brasília, deve haver nova tentativa de votar a reforma do Imposto de Renda, além da entrega do parecer da reforma administrativa e da apresentação de parecer da PEC dos Precatórios, na Câmara. A agenda de divulgações econômicas será intensa na semana, assim como tem sido o acompanhamento da política: amanhã (31/08), o Banco Central e o Tesouro Nacional divulgam resultados fiscais de julho, e o IBGE divulga a PNADc de junho, com dados sobre o mercado de trabalho. Na quarta-feira (01/09), o IBGE divulga os aguardados números do PIB no segundo trimestre deste ano.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Valor Econômico: Seguro de vida cresce 19% no primeiro semestre

Fonte: Valor Econômico

A preocupação com a saúde e bem-estar das famílias e a conscientização sobre a necessidade de proteger o patrimônio financeiro em caso de perda de renda ou doença grave têm favorecido o mercado de seguro de vida. De acordo com dados da Susep, o seguro de vida teve crescimento de 19,1% no primeiro semestre, em relação a igual período de 2020, correspondendo a um aumento de R$ 1,75 bilhão na arrecadação de prêmios, para R$ 24,4 bilhões. Também registra o menor número de cancelamentos de apólices. “Apesar de todas as perdas envolvidas nesta crise sanitária, ela despertou as pessoas para a necessidade de se fazer um check-up da saúde financeira das famílias”, afirma Bianca Mangraviti, head comercial B2B da XP Inc, no evento XP Expert.

Segundo Helder Molina, CEO da MAG Seguros, a pandemia acelerou os projetos de inovação das seguradoras e mostrou à sociedade o propósito do setor: proteger famílias de imprevistos financeiros. “O setor avançou dez anos em 30 dias. Não podemos trazer a vida de uma pessoa de volta, mas podemos dar um alívio financeiro para um recomeço”, afirma. O setor pagou indenizações para mais de 10% das mortes confirmadas por covid-19. “Queríamos pagar para 100% das pessoas que tiveram perdas. Mas, infelizmente poucos ainda têm seguro de vida no Brasil.”

Luciano Snel, CEO da Icatu Seguros, dimensiona o impacto social. Já foram pagos R$ 3,8 bilhões em indenizações por mortes provocadas pela covid-19 entre abril de 2020 e julho de 2021. Quase 86 mil apólices foram acionadas, diante das mais de 577 mil mortes registradas desde o início da crise. Deste total, R$ 2,8 bilhões foram pagos em 2021. Cerca de 90% do valor pago foi por morte.

Apesar de muitas apólices terem cláusula de exclusão no caso de pandemias, as seguradoras decidiram pagar. “O contrato conta com programas para gerenciar a saúde integral e evitar uma possível ‘morte’ financeira. E é isso que estamos conseguindo mostrar às pessoas, que agora parecem estar mais abertas para ouvir o que temos a dizer”, acrescenta CEO da Prudential, David Legher.

Cerca de 95% das pessoas com covid-19 sobreviveram e uma parte significativa precisa de apoio para lidar com problemas decorrentes da pandemia. “Eu calculo que 25% das coberturas em vigor podem ser usadas em vida, permitindo, assim, uma reorganização da nova realidade que surge”, afirma Snel.

Ele cita a cobertura por doenças graves, em que o beneficiário poderá usar o dinheiro, sem qualquer tipo de burocracia, para fazer um tratamento que talvez não seja coberto pelo plano de saúde, por exemplo.

“Estamos em processo de construção de uma nova consciência que nos traz a clara percepção de que o nosso futuro depende das decisões que estamos tomando no presente.”

O maior legado da pandemia, segundo os seguradores, foi despertar a necessidade de reavaliação da saúde financeira das famílias, uma vez que o seguro de vida é uma das melhores ferramentas para garantir o planejamento financeiro e sucessório. “A procura por proteção do patrimônio ou da renda vai depender do momento em que o cliente está, e a consultoria que prestamos ajuda a despertar este interesse no cliente”, destaca o CEO da MetLife Brasil e Colômbia, Raphael de Carvalho. “O objetivo é olhar o cliente de forma holística e apresentar as melhores soluções para o seu momento de vida e seus objetivos futuros”, recomenda.

Todos estão animados com o potencial de negócios neste segmento. Os executivos citam o baixo consumo do seguro de vida no Brasil, inferior a 1% do PIB brasileiro, em comparação a dois dígitos de países como Estados Unidos, França, Suíça, Inglaterra.

“No Japão, por exemplo, 70% das vítimas da covid-19 receberam indenização”, afirma Carvalho, da MetLife. Molina, da MAG, traz outro dado sobre o potencial. “Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nossa população economicamente ativa é de 140 milhões de pessoas. Temos 15 mil assessores financeiros. Ou seja, 9 mil por pessoa. Cada assessor pode ir buscar 9 mil clientes para colocar em sua base. Este é o tamanho do mercado potencial que calculamos que temos para conquistar”, afirma.

“É um ganha-ganha para todos os envolvidos na cadeia do seguro de vida”, ressalta o CEO da Prudential. Ele cita o Prudential Vitality, programa de bem-estar e recompensas que incentiva as pessoas a uma vida mais saudável, com foco na longevidade. “Na África, a expectativa de vida é de 63 anos. Registramos aumento de 37% na prática de atividades esportivas dos clientes que usam a nossa plataforma de bem-estar, o que eleva a expectativa de vida. Nosso objetivo é chamar a atenção para a saúde integral, corpo, mente e financeira.”

Seguradoras investem em tecnologia e especialistas para atender novas demandas do setor elétrico

Fonte: Valor Econômico

Os executivos de seguradores especializadas em grandes riscos e seguros financeiros estão de olho nos investimentos do setor de energia. Segundo dados do Ministério de Minas e Energia, o Brasil continuará expandindo a sua matriz energética, com investimentos da ordem de R$ 400 bilhões previstos para os próximos dez anos. “A venda de seguros no setor elétrico não arrefeceu com a pandemia.Pelo contrário. Nos instiga a criar coberturas e serviços diferenciados usando a tecnologia para atender diferentes tipos de riscos deste segmento que se moderniza”, afirma Pedro Mattosinho, diretor de garantia da Fator Seguradora. 

Nos últimos dois anos, mesmo diante de uma crise pandêmica, o setor de energia registrou investimentos de US$ 30 bilhões provenientes de 17 países, segundo dados do ministério de Minas e Energia. A maior demanda deste setor é pelo seguro garantia. O mais conhecido é o completion bond, que garante que o projeto financiado seja concluído dentro dos valores e prazos projetados. Depois do seguro garantia contratual, vem o de garantia judicial e os tradicionais seguros de engenharia, de responsabilidade civil, incluindo o Directors & Officers (D&O) para executivos, e apólices para mitigar perdas com o dia a dia operacional das usinas. 

Apesar de não haver a abertura de informações detalhadas sobre o quanto o setor de energia gera em vendas para as seguradoras, a representatividade é relevante. “Isto porque os projetos de energia, seja no mercado livre ou no mercado regulado, fomentam uma enorme gama de outras contratações e subcontratações, além de serviços de mão de obra e projetos afeitos aos respectivos projetos”, informa Roque de Melo, presidente da comissão de garantia da Federação Nacional de Seguros Privados (FenSeg).

Segundo João Di Girolamo, responsável por seguro garantia na Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros, um dos produtos que tem apresentado forte demanda é para proteger investidores no mercado livre de comercialização de energia, regido pelas normas da Câmara de Comercialização de Energia (CCEE). “Ele tem cada vez mais se destacado no mercado de seguro garantia, seja para o mercado de consumidor final, ou ainda para as comercializadoras de energia, que transacionam grandes volumes de energia, gerando novas oportunidades para o mercado segurador”, afirma. Tal contrato é conhecido como Power Purchase Agreement. A apólice garante ao vendedor da energia, tido como segurado, que o comprador, chamado por tomador, honrará os compromissos de pagamentos previstos no contrato de compra e venda de energia.

A redução na arrecadação financeira das distribuidoras, a renegociação de contratos e a deterioração na qualidade creditícia com o impacto em toda a cadeia que envolve o setor instigam as seguradoras a buscarem soluções que atendam esta realidade. “Notamos um crescimento gradual de acionamento da apólice para a modalidade de compra e venda de energia. No entanto, não chegamos a ter nenhum sinistro de fato concretizado para essa modalidade. Em todos os casos, os tomadores acabaram liquidando os débitos com o segurado”, conta Roberto Hernández, diretor executivo de Seguros Corporativos da Zurich no Brasil, cujo portfólio tem uma representação de 5% para o setor de energia, comparado com 1% em 2020. 

Henrique Machado, responsável por Linhas Financeiras na Pottencial Seguradora, conta que a maior parte das situações das inadimplências decorrentes da pandemia foram solucionadas através de renegociações entre as partes, com a revisão de prazos ou de preço. “A Pottencial integrou diversas renegociações, visando o cumprimento das obrigações contratuais garantidas, bem como as repactuadas, a fim de garantir tranquilidade e conforto às partes no momento adverso”, afirma. Uma das soluções é seguro paramétrico com cobertura por baixo índice de pluviosidade, que já é tema em pauta na Aneel. Especialistas sugerem que o setor elétrico analise a imposição desse tipo de seguro às geradoras com baixa capacidade de estocagem, como as usinas a fio d`água, solar e eólica.

Camila Jarlicht Chut, head do Seguro Garantia da Austral Seguradora, prevê grandes oportunidades para o mercado com a retomada dos investimentos, tendo em vista os leilões já previstos até o final do atual ano e primeiro semestre do próximo. Estão programados ainda para 2021 dez leilões de geração elétrica, dois leilões de transmissão de energia, três de petróleo e gás, e quatro leilões no setor de mineração. “Novos entrantes e novas estruturas de financiamento como a participação de empresas estrangeiras e fundos de investimento alteram os antigos perfis de risco e a subscrição das seguradoras. Por isso investimos em ter um time de especialistas”, diz Camila.

Paulo Mantovani, diretor de Energia e Mineração da corretora Marsh Brasil, alerta que é imprescindível que as apólices de seguros estejam dimensionadas de forma correta. “É necessário revisitar as apólices atuais de construção e operação das usinas, a fim de atestar se as prerrogativas que foram adotadas para a colocação do risco no mercado estão de acordo com o momento atual. Se o preço estiver muito abaixo da cotação do mercado, é preciso aumentar o valor das apólices”, recomenda. 

SulAmérica lança podcast “Geração Saúde Integral” com a CBN. Ouça

A SulAmérica acaba de lançar, em parceria com a CBN, o podcast “Geração Saúde Integral”, que trará uma série de entrevistas interessantes para cuidar da saúde por completo. Neste primeiro episódio, a VP Patrícia Coimbra fala sobre gerações, equilíbrio entre corpo, mente e finanças ao longo da vida, e muito mais.

Ouça em: https://audioglobo.globo.com/cbn/podcast/feed/851/geracao-saude-integral

Empresas de promoção de eventos miram em títulos de Capitalização para fidelizar clientes

Fonte: FenaCap

Diante dos desafios de se agradar cada vez mais o consumidor, as empresas de promoção têm buscado um tradicional setor da economia que também vem se reinventando: a Capitalização. A explicação neste movimento é simples: a modalidade de Incentivo permite que títulos sejam utilizados com foco em ações de relacionamento e eventos. Os sorteios da Capitalização assumem, portanto, funções distintas: uma de caráter promocional com estímulo às vendas, outra de fidelização.

Combinadas aos sorteios, a solução atende de maneira efetiva às novas e crescentes demandas do mercado de promoções e eventos, entre outros segmentos. Uma empresa de varejo, por exemplo, pode adquirir uma série inteira de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios. É uma forma de alavancar vendas, atrair novos consumidores, girar estoques e promover retenção à marca.

“Nesta época, as empresas buscam se aproximar ainda mais, renovar contratos e criar eventos – ainda que virtuais – pelo encerramento do ano e agradecimento pela parceria. Os títulos de Capitalização nesta modalidade podem ser usados em premiações, como ocorria com os carros sorteados nas promoções dos shoppings”, explica Marcelo Farinha, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). “Na verdade, o veículo estava exposto, mas por trás havia o prêmio do título naquele valor, que permitia a troca”, completa ele.

A vantagem dos sorteios promocionais, além da distribuição de prêmios, em geral em dinheiro, é a possibilidade de fidelização dos clientes. Além disso, o título de Capitalização funciona ainda como motivação para que os clientes mantenham em dia o pagamento de suas compras para continuar participando dos sorteios.

“As novas relações de consumo exigem mudanças rápidas e uma série de adaptações. O produto, no caso da Capitalização, pode ser feito sob medida, atendendo todas as exigências da empresa às necessidades de exposição da marca e perfil do público, por exemplo, o que ainda garante mais proximidade com o cliente”, afirma Farinha. 

Tokio Marine registra crescimento de 14,8% nas venda no 1o. semestre de 2021, para R$ 3 bilhões

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine registrou R$ 3,54 bilhões em prêmios emitidos, ante R$ 3,08 bilhões do mesmo período de 2020, o que representa um crescimento de 14,8%. Nos mercados nos quais a Tokio Marine atua (sem Saúde, Previdência e Capitalização), apresentou aumento de 16%, reforçando que a indústria de seguros está reagindo bem aos efeitos da crise provocada pela pandemia de Covid-19. O lucro líquido, segundo dados da Susep, foi de R$ 206 milhões, abaixo dos R$ 286 milhões em mesmo período anterior.

Assim como em 2020, quando o segmento de Produtos Pessoa Jurídica da Companhia teve um desempenho histórico, com uma produção de R$ 2 bilhões, nos seis primeiros meses deste ano a carteira novamente apresentou resultados bastante expressivos. Neste período, os produtos de Responsabilidades – Total, por exemplo, cresceram 227,5%. 

Esta atuação levou a Tokio Marine a alcançar, em junho, a liderança no mercado brasileiro em Linhas Financeiras, que reúnem os produtos D&O, E&O e Cyber. Outros números bastante relevantes foram os de Riscos Nomeados, que cresceram 84,5%; e Transportes, 61,5%, com destaques para o Transporte Nacional e o RCT. 

“O balanço do primeiro semestre de 2021 consolida a Tokio Marine como uma companhia multiprodutos que se mantém firme em seu compromisso de prover as melhores soluções em seguros para a manutenção das atividades das empresas e a proteção das pessoas no País”, destaca o Diretor de Finanças e Administração, Daniel Dibe.

No segmento de Produtos Massificados, mesmo em um cenário marcado pela forte concorrência e pelos efeitos da crise sanitária, a Tokio Marine manteve a estratégia e também registrou desempenhos relevantes no primeiro semestre.

A carteira de Automóvel (sem Garantia Estendida Auto) cresceu 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os demais produtos da carteira também tiveram resultados positivos, como Fiança Locatícia, com crescimento de 42,3%; Residencial, 17,5%; e Condomínio, 10,9%.

A performance da Tokio Marine no semestre foi sustentada pelo suporte de TI, com a ampliação da oferta de canais e recursos digitais, como a realização de vistorias e inspeções remotas, com o objetivo de proporcionar melhor experiência aos Parceiros de Negócios e Consumidores e, sobretudo, maior segurança diante da necessidade de isolamento social. 

“Para atender às exigências dos clientes por comodidade, rapidez e segurança, e garantir novos negócios aos corretores e assessorias, a companhia lançou, em junho, uma nova etapa da Vistoria Digital de Sinistros, com um sistema ainda mais ágil e automatizado. Outra iniciativa para agregar valor à experiência dos nossos públicos foi a inclusão do PIX como mais uma opção de pagamento”, destaca Dibe. 

A Tokio Marine ainda manteve seu relevante papel quanto à responsabilidade social. Em mais uma demonstração de seu compromisso com a sociedade, a Companhia contribuiu para a inauguração da nova ala da UTI Pediátrica do Hospital Central da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, realizada em fevereiro.

Diante do balanço do semestre, a seguradora mantém as perspectivas positivas quanto ao resultado de 2021. “Seguimos com bastante otimismo em relação ao comportamento do mercado de seguros como um todo. Temos muita confiança de que podemos manter esse crescimento de dois dígitos e contribuir para a recuperação econômica”, finaliza Daniel Dibe.

Austral Re oferta capacidade para seguradoras entrarem no segmento de seguro cibernético para PMEs

austral re seguro cibernetico

Resseguradora espera dobrar  faturamento deste ano; Tokio Marine já é uma das clientes

A Austral Re quer ampliar sua atuação no segmento de seguros cibernéticos para pequenas e médias empresas (PMEs). O grande fluxo de transação digitais, as atividades de home office e o medo de ataques e falhas nos sistemas têm feito do seguro cyber um destaque em contratações. Em 2019, o faturamento do seguro cyber chegou a R$ 100 mil em prêmios. Agora a expectativa da companhia é fechar 2021 com movimento de R$ 1,2 milhão. A proposta é ter um modelo de produto massificado, pulverizado no mercado, a exemplo do que já ocorre em outros países do mundo.

“Inovamos ao organizar um questionário focado, com apenas seis perguntas pontuais, que nos ajudam a entender e dimensionar os riscos. É voltado para empresas com faturamento de até R$ 100 milhões”, explica a head de P&C Treaty da companhia, Maria Victoria Bárbara. Segundo ela, depois de muitas pesquisas sobre o que é negociado no exterior, sobretudo no mercado inglês, o clausulado trouxe as coberturas obrigatórias, como as de responsabilidade pela segurança de dados, e também atividades para prevenção aos ataques. “Temos um contrato que oferece um antivírus, que é caro e muitas vezes não é devidamente adquirido pelas PMEs. No dia a dia, o administrador acabava tendo outras preocupações, mas sua rede precisa estar protegida para evitar ataques e vazamentos de dados. Isso passou a ser urgente”, explica Maria Victoria.

O produto oferece aos segurados atendimento com advogados especialistas em crimes cibernéticos, a partir de uma parceria da Austral Re com a Crawford Reguladora de Sinistros. Esse é outro diferencial para esse tipo de empresa que, em caso de ataque virtual, não pode perder tempo na resolução dos danos causados e tem acesso a um profissional que conhece questões como a Lei Geral de Proteção de dados (LGPD) e o funcionamento do mercado segurador. 

Entre as seguradoras do mercado, a Tokio Marine já oferece o seguro desenvolvido pela Austral Re. “Vemos uma tendência por aumento de demanda nos portfólios das empresas. Lançar um novo produto é algo complexo, que exige investimentos financeiros e de tecnologia. Como resseguradora, a ideia é justamente oferecer esse conhecimento às empresas do setor e, ao mesmo tempo, ampliar nossa participação nas operações de resseguros, dando suporte a essa estrutura de negócios”, explica. 

O mercado brasileiro de seguro contra riscos cibernéticos movimentou R$ 41 milhões em prêmios no primeiro semestre de 2021.

Leandro Martinez assume como CEO da Chubb Brasil

Leandro Martinez assume como CEO da Chubb Brasil. Antonio Trindade assume a presidência do Conselho de Administração da Chubb Brasil, representando a empresa junto aos órgãos reguladores e apoiando as decisões estratégicas da empresa, após um período de transição.

Leia o comunicado de imprensa:

A Chubb, maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil de capital aberto do mundo, anunciou que, Leandro Martinez, atual Diretor Presidente Adjunto, foi nomeado Presidente da Chubb Brasil, sucedendo a Antonio Trindade, que passará a se dedicar exclusivamente à Presidência do Conselho de Administração da Chubb no Brasil, a partir de 1º de setembro.

Antonio irá representar a empresa junto aos órgãos reguladores, apoiando as decisões estratégicas locais, após um período de transição. “A experiência e o perfil do Antonio são ideais para esta posição e representam múltiplas vantagens competitivas para Chubb na indústria de seguros no Brasil. Estou muito feliz que ele tenha aceitado este novo desafio”, disse Marcos Gunn, Vice-Presidente Sênior, Chubb Group e Presidente Regional, Chubb América Latina. 

Em sua nova função, Leandro terá responsabilidade geral pelos negócios de seguros gerais da empresa, incluindo propriedade e responsabilidade civil comercial, ramos pessoais tradicionais e especializados e seguros de acidentes e saúde complementar. Ele supervisionará todas as facetas do negócio, incluindo estratégia, produto e desenvolvimento de negócios, operações de subscrição e serviços e desempenho geral do negócio.

“A promoção do Leandro é um reconhecimento à sua trajetória de sucesso e às muitas contribuições, não apenas para nossas operações no Brasil, como também em toda a região da América Latina

Leandro se juntou à Chubb em janeiro de 2011, como Head de Linhas Financeiras. Dois anos depois, foi promovido a Vice-Presidente Regional, Linhas Financeiras, baseado em Miami. Em 2018, retornou ao Brasil como Vice-Presidente de P&C e, em setembro do ano passado, assumiu como Diretor Presidente Adjunto. Desde então, foi um aliado estratégico na gestão da equipe e dos negócios da Chubb no Brasil.

IRB+Inteligência avalia o resultado do primeiro semestre do mercado segurador

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Fonte: IRB

A décima edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, apurou que o setor de seguros registrou, em junho, faturamento de R$ 12,7 bilhões. O resultado representa crescimento de 20,2% frente a igual período de 2020 e corresponde ao maior desempenho para o sexto mês do ano desde 2014, ano de início da série histórica. Já no acumulado de 2021, o mercado segurador faturou R$ 66,9 bilhões. O montante foi R$ 9,6 bilhões superior ao primeiro semestre de 2020, alta de 16,7%. 

Em junho, o segmento de Vida contabilizou R$ 4,4 bilhões de faturamento; Automóveis, R$ 3,2 bilhões; Danos e Responsabilidades, R$ 2,9 bilhões; Individual Contra Danos, R$ 971 milhões; Rural, R$ 819 milhões; e Crédito e Garantia, R$ 447 milhões. Todas as modalidades avançaram em junho, inclusive Crédito e Garantia que havia registrado retração nos últimos 90 dias e fechou o sexto mês com a maior variação nominal: 48,6%. Outro destaque foi o setor Rural, que cresceu 36%.  

O índice de Sinistros Ocorridos sobre o Faturamento de Competência, em junho, apresentou aumento de 8,8 pontos percentuais (p.p) na comparação com o mesmo mês de 2020. Já no semestre, o índice cresceu 6,5 p.p. em relação à taxa registrada no mesmo período de 2020. A alta da sinistralidade de Vida, que passou de 29,9% para 50,2% no acumulado, influenciou no resultado total do índice do setor. Ainda em junho, o lucro líquido das seguradoras recuou 112,1%, fechando o primeiro semestre desse ano em queda de 58%. 

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep em 02/08, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios. A análise está disponível, na íntegra, no site do IRB Brasil RE. No mesmo endereço, o Dashboard IRB+Mercado Segurador permite consulta dinâmica e gratuita às informações de todo o setor.