Hidrogênio verde é matéria de capa da nova edição da Revista de Seguros

O hidrogênio, combustível capaz de assegurar protagonismo na busca de energia limpa, é o tema da matéria de capa da nova edição da Revista de Seguros (nº 918). Trata-se da principal aposta para substituir os hidrocarbonetos na maioria das suas aplicações, incluindo combustível para transporte e insumo para a produção de matérias-primas básicas como aço, no lugar do carvão, e produtos químicos, como já ocorre na cadeia dos fertilizantes nitrogenados. Produzido a partir de fontes limpas como a hídrica, a eólica e a solar, da qual o Brasil é rico, ele é o chamado hidrogênio verde.

A entrevistada desta edição é a economista Vilma da Conceição Pinto, 31 anos, que assumiu a direção daInstituição Fiscal Independente do Senado (IFI). Graduada em Economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Economia Empresarial e Finanças pela Fundação Getúlio Vargas, ela conta como foi superar barreiras por ser mulher e negra e avalia impactos de decisões do atual Governo, com impactos econômico e fiscal rele­vantes.

Em tempos de emergência climática, o Brasil assume compromisso de conter o desmatamento ilegal da Amazônia durante a 26ª Conferência Climática da ONU (COP 26), realizada em Glasgow, na Escócia. Até aqui, na maior floresta tropical do mundo há um avanço do desmatamento desde 2019 – mais de 10 mil quilômetros quadrados de mata por ano.

Outra matéria trata do setor de turismo, um dos mais afetados com as restrições à mobilidade em razão da pandemia. Pelas contas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o setor apresentou perdas da ordem de R$ 341 bilhões no período, mas começa sua recuperação à medida que avança o número de pessoas vacinadas.

Nesta edição, apresentamos aos leitores um encarte especial sobre a Conseguro 2021, evento da Confederação Nacional das Seguradoras e o maior do mercado segurador brasileiro, realizado de 27 de setembro a 1º de outubro. A primeira Conseguro totalmente virtual entra para a história do mercado não só pelos números recordes de audiência (6 mil participantes) como também pelos mais de 100 palestrantes, moderadores e debatedores que participaram dos cinco blocos de temas da atualidade e do futuro: economia, infraestrutura, questões ASG, consumidores e regulação governamental, em 40 horas de programação. Foi consenso que o mercado de seguros terá um protagonismo ainda maior em cercar de proteção uma sociedade que se defrontará com riscos adicionais causados pelas mudanças climáticas e avanço dos crimes cibernéticos, enquanto se recupera dos danos da pandemia da Covid-19. Neste encarte, matérias que não se limitam a apresentar problemas, mas também a revelar ações e múltiplas visões para o equacionamento dos desafios, ensejando propostas do interesse da sociedade.

O corretor de seguros Alexandre Camillo é o novo superintendente da Susep

Foi publicado hoje (12 de novembro) no Diário Oficial da União uma portaria nomeando o corretor de seguros Alexandre Camillo como novo superintendente da Susep. Ele assume a posição de Solange Vieira, que estava no cargo desde fevereiro de 2019 e deixou a autarquia para conduzir um projeto no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Alexandre Camillo começou sua carreira no mercado de seguros há 41 anos. Em 1990, fundou a Camillo Corretora de Seguros e incorporou a Ypiranga Corretora de Seguros em 2001. Com essa segunda empresa também empreendeu no ramo de certificação digital, e sua Autoridade de Registro Ypiranga iniciou operações em fevereiro de 2011. Em 2021 adquiriu a terceira corretora do grupo, a Elias Corretora de Seguros.

Na política setorial, assumiu o cargo de diretor social do Sincor-SP em 2005, dois anos depois foi nomeado 2º vice-presidente da entidade. Em 2012, foi eleito mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo. Em março de 2014 foi eleito presidente do Sincor-SP para a gestão 2014-2018. Em março de 2018 foi reeleito por aclamação para mais uma gestão, no período 2018-2022. Desde 2015 é também vice-presidente da Fenacor na região Sudeste e responsável pela operação de certificação digital para os corretores de todo o País. Em 2018 candidatou-se pela primeira vez a um cargo na política partidária, como Deputado Estadual por São Paulo, tendo conquistado 21.086 votos.

É economista, com especialização em gestão para administradores e especialização em gerência de negócios de seguros.

IRB Brasil Re reverte prejuízo e apresenta lucro recorrente de R$ 101,7 milhões no acumulado até setembro de 2021

O IRB Brasil RE divulgou, nesta quinta-feira (11/11), seus resultados referentes ao terceiro trimestre (3T21) e aos nove primeiros meses (9M21) de 2021. O ressegurador apurou lucro líquido recorrente de R$ 101,7 milhões no resultado acumulado até setembro, comparado ao prejuízo de R$ 568,4 milhões no mesmo período de 2020. Já no resultado contábil, que incorpora os impactos dos negócios descontinuados e de despesas não recorrentes, houve redução de 62,8% no prejuízo líquido, que foi de R$ 311,8 milhões contra R$ 837,3 milhões nos nove primeiros meses do ano passado. No 3T21, o IRB registrou lucro líquido de R$ 44,5 milhões na visão recorrente e prejuízo de R$ 155,7 milhões na visão contábil, esse último 27,8% menor do que no mesmo trimestre de 2020. 

O resultado líquido contábil da companhia no 3T21 foi negativamente impactado pelos negócios descontinuados (em run-off), com efeito total negativo de R$ 329,5 milhões, dos quais R$ 219,4 milhões decorrentes da cauda de contrato descontinuado do segmento de Vida no exterior. Esse impacto foi parcialmente compensado por efeitos não recorrentes (one-offs) de R$ 129,3 milhões, principalmente devido ao ganho de ação judicial referente ao PIS/Pasep.

“Os números mostram recuperação e melhora da companhia. O IRB trabalha fortemente para ter processos bem estruturados, governança forte e estratégia de longo prazo, além de ter revisado toda sua carteira de subscrição para torná-la rentável e sustentável. Nosso objetivo é crescer com rentabilidade, usando nossos diferenciais competitivos para alavancar nossa participação no mercado local”, afirma o CEO do IRB Brasil RE, Raphael de Carvalho.

Sinistralidade

No 3T21, o sinistro retido total foi de R$ 1,9 bilhão, uma elevação de 33,9% ante o mesmo período em 2020. A alta é reflexo da elevação das provisões de sinistros a liquidar, que cresceram por conta do reconhecimento de sinistro de contrato descontinuado (run-off) no segmento de Vida no exterior, no montante de R$ 219,4 milhões. Excluindo os sinistros dos negócios descontinuados, que totalizaram R$ 349,2 milhões, o índice de sinistralidade do 3T21 foi de 99,6%.

“Vale ressaltar que, na comparação dos trimestres, o índice de sinistralidade foi impactado pela cauda dos contratos descontinuados. Na visão recorrente, registramos sinistros nos segmentos patrimonial, de riscos especiais e aviação, decorrentes de Contratos Facultativos, cuja cobertura dos riscos faz parte de nosso negócio e cuja sinistralidade está em linha com o mercado de seguros e resseguros, que no terceiro trimestre teve queda no desempenho em termos gerais”, analisa Wilson Toneto, Vice Presidente Técnico e de Operações  do IRB Brasil RE.

Prêmio emitido

Em linha com a estratégia de revisão do portifólio e de foco no mercado local, a participação dos prêmios emitidos no Brasil aumentou de 51% nos 9M20 para 61%, nos 9M21. De julho a setembro, o volume total de prêmios emitidos pelo IRB Brasil RE apresentou uma redução de 12,4% em relação ao 3T20, totalizando R$ 2,6 bilhões. Já o prêmio emitido no Brasil somou R$ 1,79 bilhão no 3T21, praticamente estável ante igual período de 2020. Destacam-se as linhas de Rural, com alta de 70,3%, e Vida, com 38,1%. O prêmio emitido no exterior, por sua vez, totalizou R$ 814,2 milhões no 3T21, o que representou uma redução de 30,2% em relação ao 3T20.

Nos nove meses de 2021, o volume total de prêmio emitido recuou 10,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 6,69 bilhões. No acumulado do ano, o prêmio emitido no Brasil totalizou R$ 4 bilhões, o que representou um incremento de 5,8%, refletindo alta em Vida (+43,1%) e Rural (+28,5%). O prêmio emitido no exterior foi de R$ 2,6 bilhões, com uma queda de 28,5% em relação aos nove meses de 2020.

No entanto, graças ao menor volume de retrocessões em 2021, o prêmio ganho registrou crescimento tanto na comparação trimestral como no acumulado do ano. No 3T21, o prêmio ganho alcançou R$ 1,67 bilhão, 8,1% acima do 3T20, enquanto nos 9M21 o prêmio ganho foi de R$ 4.857,0 milhões, 1,7% maior do que em 2020.

Caixa operacional

O IRB Brasil RE apresentou geração de caixa operacional positiva pelo quinto trimestre consecutivo. Neste 3T21, a geração de R$ 604,8 milhões é 332% superior aos R$ 140 milhões gerados no 3T20. Nos 9M21, a geração de caixa operacional totalizou R$ 1,1 bilhão. “Vale destacar que os resultados e a geração de caixa têm que convergir no longo prazo. No passado o IRB dava resultados positivos e queimava caixa. Desde a reestruturação, em contrapartida, viemos pagando essa diferença com resultados contábeis que ainda estão negativos, mas a geração de caixa positiva indica que estamos avançando no caminho certo”, avalia Willy Jordan, Vice Presidente Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia.

Solvência e enquadramento regulatório

O IRB Brasil RE registrou, no fim do 3T21, excesso de capital regulatório de R$ 647,2 milhões. Isso equivale a um índice de solvência regulatória de 143% (patrimônio líquido ajustado vs. capital de risco total), ao mesmo tempo em que o índice de solvência total da empresa (geralmente utilizado em outros países) alcançou o patamar de 264% (patrimônio líquido vs. capital de risco total). A companhia encerrou o trimestre com suficiência no enquadramento regulatório de R$ 43 milhões. Excluindo-se a margem adicional de 20% sobre o capital de risco, a suficiência de ativos elegíveis para garantia das provisões técnicas ficou em R$ 347,4 milhões.

Perspectivas

“No quarto trimestre nosso foco será direcionado a voltar a crescer com rentabilidade. Acreditamos que alguns vetores influenciarão positivamente essa trajetória, sobretudo em 2022, como por exemplo projetos de infraestrutura, concessões e a contínua retomada do emprego.  Esperamos também impacto positivo na rentabilidade financeira com o novo cenário de juros e o arrefecimento dos efeitos dos negócios em run-off”, analisa Raphael de Carvalho.

ANS sugere que paciente seja detentor dos próprios dados

Fonte: Abramge

O paciente precisa ser o detentor dos próprios dados para transitar em atendimento nos sistemas público e privado de saúde como alternativa ao prontuário eletrônico unificado, sugeriu o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Rebello, no segundo dia do 25º Congresso Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde). 

O Futuro da Saúde Pós-Pandemia demanda avanços de integração de dados, monitoramento e divulgação de indicadores de qualidade assistencial, incorporação unificada de tecnologias e revisão dos formatos de plano individual e ambulatorial, como relacionou o presidente da Abramge, Renato Casarotti. O evento reuniu autoridades e especialistas do setor de saúde durante dois dias (10 e 11) para dialogar sobre a evolução do sistema.  

“Temos que colocar o paciente no centro da discussão de democratização do acesso. O prontuário eletrônico precisa ter quem pague a conta, o custo é muito alto, mas o setor privado precisa avançar. Por que não trazer o beneficiário como detentor desses seus dados? Pode ser uma alternativa para que a gente possa reduzir esses custos”, lançou o presidente da ANS, Paulo Rebello.  

O deputado Dr. Luizinho (PP-RJ) citou o Conecte SUS como o início de uma unificação dos sistemas, ao disponibilizar a Carteira Nacional Digital de Vacinação. “O prontuário eletrônico é uma medida que pode vir induzida pela ANS como órgão regulador”, defendeu.

“Precisamos ajudar o cidadão a navegar entre os sistemas (público e privado). O prontuário eletrônico vai ajudar o paciente, sendo acessado pelo SUS e pelo plano ambulatorial. Com dados, teremos maior eficiência na gestão de recursos, o que resulta em preços mais acessíveis”, ponderou Casarotti.

Ex-ministro da Saúde, Nelson Teich lembrou que é preciso desenhar os projetos trabalhando a infraestrutura para recebê-los. “A Covid realçou as dificuldades do sistema. A gente precisa ter uma agência de inteligência. A incorporação e a avaliação de tecnologia precisa ser uma ferramenta”, apontou. 

Na mesma direção, Antônio Brito, diretor executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), destacou a importância dos dados para o setor e ressaltou que o verdadeiro acesso será “uma assistência em todo o ciclo de cuidado focada na dignidade do tratamento dos brasileiros”. A entidade desenvolveu uma plataforma para a divulgação de indicadores com o desempenho de seus associados a cada três meses. 

A relevância dessa adesão é destacada por Casarotti: “Estimulamos todos os associados da Abramge a participar dos novos indicadores de qualidade da ANS e da plataforma da Anahp”, reforçou Casarotti.

Sobre a regulamentação definitiva da Telemedicina, o presidente da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima, defendeu o projeto da deputada Adriana Ventura (NOVO-SP) por considerar o mais genérico entre os cinco em debate atualmente. Dessa forma, o detalhamento ficaria para a legislação infraconstitucional. “Sobre a primeira consulta, acreditamos que a necessidade de atendimento presencial deva ser uma decisão do médico, assim como sua remuneração”, opinou.  

Desde o início da pandemia, a Abramge está alinhada aos protocolos divulgados pelas autoridades de saúde a favor da segurança clínica da população e do controle eficaz da Covid-19. Agora, durante o 25º Congresso Abramge, a entidade manteve seu compromisso com os órgãos oficiais e estipulou limite de inscrições, respeitando a capacidade do local e o distanciamento social. O evento conta com testagem PCR para todos os participantes e ambiente próprio para a realização de teleconsultas, além de consultório reservado com profissionais de saúde.

Lucro da Wiz tem queda de 49,5%, para R$ 56,7 milhões no terceiro trimestre de 2021

wiz

A Wiz Soluções (WIZS3), gestora de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros, registrou lucro líquido ajustado de R$ 56,7 milhões no terceiro trimestre de 2021, redução de 49,5% em comparação ao período anterior. O caixa da Wiz fechou com um saldo ajustado de R$ 525,9 milhões ao final do trimestre, um crescimento de 83,9% em relação ao 2T21, parte proveniente da emissão de debêntures. A Receita Bruta de R$ 212,5 milhões no 3T21. A Companhia comemora um ano do acordo com o Bmg, que já representa 27,8% de todo o resultado. Bem como a maturação do vínculo com o Inter: houve aumento de 224,9% na quantidade de vendas de produtos de seguridade.

“Seguimos como uma Companhia rentável. Estamos com melhor governança, dando lucro e com dinheiro em caixa. Contando com um time jovem, obstinado e com muito apetite para novos negócios” afirma o CEO da Wiz, Heverton Peixoto, em comunicado.

A análise fria da Receita Bruta da Wiz no 3T21 revela desempenho 24,8% inferior comparado ao do mesmo período do ano passado. Contudo, o número já era esperado, dado o término do contrato com a Caixa Seguridade. A Companhia se preparou para essa perda momentânea de arrecadação ao estabelecer acordos comerciais nos últimos dois anos, especialmente com instituições bancárias e concessionárias de automóveis, cujas operações estão em desenvolvimento.   

Ao longo do 3T2021, a Wiz celebrou a parceria com a LG lugar de gente para criação da BenTech, que irá distribuir benefícios por adesão para as áreas de RH de empresas e seus colaboradores. A nova Joint Venture, com um marketplace inovador e completo, ajudará o RH de empresas de todos os portes a promover engajamento positivo e satisfação aos times com uma experiência diferenciada, a partir de produtos de crédito, seguros e benefícios.


“Neste trimestre, fortalecemos nossa cultura organizacional, consolidamos operações recentes importantes, ampliamos e diversificamos nossa atuação. A Wiz está bem alicerçada, com movimentos consistentes e perspectivas muito positivas de crescimento de curto a médio prazo. Temos o desafio da escalabilidade e evolução dos novos negócios para captura de ganhos. Seguimos firmes por resultados ainda mais valorosos para os parceiros, investidores e acionistas”, diz Heverton Peixoto. 

Em fevereiro de 2021, a Wiz celebrou um contrato de transição com a Caixa Seguridade, com duração de 6 meses, com o objetivo de transferir as operações desempenhadas pela Companhia para a corretora própria da Caixa Seguridade. Houve remuneração nas vendas novas de seguros com bases decrescentes de pagamento durante esse período. O serviço e, consequentemente o recebimento deste pagamento, foram encerrados na metade do mês de agosto, impactando a receita do 3T21.

Em contrapartida, após um ano da aquisição de 40% da Bmg Corretora, a receita dessa operação adicionou R$ 59,1 milhões à Receita Bruta da Wiz no 3T21. Uma performance semelhante a do trimestre anterior, revelando consolidação da atuação. O valor foi obtido especialmente com seguros de Vida, com crescimento de 29,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.  “Os números da Bmg Corretora estão em progresso. Estamos atuando em novos cenários para o desenvolvimento dos negócios de forma sustentável”, enfatiza Heverton Peixoto.

A operação da Wiz BPO, unidade de negócio especialista em toda a esteira de pós-venda de seguros e produtos financeiros, com plataformas modernas de digitalização para a otimização de processos e mitigação de riscos, agregou R$ 25,3 milhões, pouco mais de 5% acima do resultado alcançado no mesmo trimestre em 2020. 

A Wiz Conseg, unidade de negócio com foco no setor automotivo, trouxe R$ 2,8 milhões frente os R$ 1,5 milhão dos três meses anteriores. Muito em função da expansão da operação de seguros auto e prestamista em mais de 130 concessionárias, um crescimento de 186% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

O acordo firmado há pouco mais de dois anos para a participação na Inter Seguros tem gerado resultados expressivos. A Companhia destaca que no 3T21 houve aumento de 224,9% na quantidade de vendas, sendo 244,3 mil no período. A carteira de clientes já passa de 680 mil ativos, mais de 279% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A equivalência patrimonial trouxe R$ 6,8 milhões ao Lucro Líquido da Wiz, resultado 210,4% superior ao 3T20.

Rodrigo Petry é o novo Head de TI e Inovação da Sabemi

Rodrigo Petry, Head de TI do Grupo Sabemi (2)


Fonte: Sabemi

Reforçar a Tecnologia da Informação para conhecer ainda melhor os segurados e ser propulsora dos negócios da Sabemi, uma das principais empresas do ramo de seguros, previdência e serviços financeiros do país, está entre as prioridades do novo Head de TI e Inovação da Companhia, Rodrigo Petry. 

O executivo conta com 25 anos de experiência no mercado, especialmente no setor financeiro, e assumiu como Head de TI da Inovação de todas as empresas do Grupo Sabemi com a meta de potencializar e unir diferentes ações nas quais a Companhia vem investindo fortemente desde 2020. 

“A Sabemi tem um horizonte muito claro de onde quer chegar em termos de inovação e transformação digital. E, para isso, vamos posicionar a TI de forma estratégica, como estimuladora de novos negócios e catalizadora de diferentes ações e trabalhar muito em parceria com todas as áreas”, ressalta Petry. 

Neste contexto de aceleração digital, ele antecipa que a prioridade é não apenas atuar com foco na gestão da tecnologia e da sua equipe, mas também agregar um olhar de negócios a tudo que é feito pela área. Uma das principais ações será apoiar a modernização que já vem sendo feita nos canais digitais assim como, em conjunto com todas as lideranças, aprimorar a experiência do cliente e oferecer um conjunto mais amplo de informações para que a cultura de dados seja ainda mais presente na tomada de decisões. 

“Me somo ao grupo para apoiar os muitos projetos desenvolvidos até aqui, como o Inova, programa de inovação aberta lançado neste ano, com sucesso. Também vamos criar soluções que nos possibilitem conhecer melhor os segurados e fortalecer novas parcerias”, antecipa Petry. 

Um dos focos do executivo é ampliar a competitividade da Sabemi e, ao mesmo tempo, facilitar o uso de dados já disponíveis e não aproveitados em sua plenitude. A área de TI será também um suporte ainda mais presente nos canais físicos de vendas e de relacionamento com os segurados. 

“A Sabemi quer explorar os canais digitais de forma diferenciada no mercado e, ao mesmo tempo, potencializar os negócios já existentes e tradicionais com representantes, corretores e lojas próprias”, explica Petry. 

O prazo para as inscrições no Programa AceleraD’Or de Mentoria se encerra amanhã

Fonte: D”Or

Pequenas e médias corretoras de seguros, de todos os ramos de atuação, que tenham o desejo de ampliar oportunidades não podem perder tempo. As inscrições estarão abertas até amanhã, 12 de novembro. Ao todo, 10 empresas serão selecionadas para o projeto, que tem como objetivo prover uma conexão direta com a D’Or Consultoria, seus parceiros e mentorias personalizadas, para potencializar o mercado de seguros e acelerar pequenas e médias corretoras em todo o Brasil.

Bruno Iannuzzi, CEO da D’Or Consultoria e um dos mentores da iniciativa, considera a iniciativa um importante posicionamento da empresa junto aos corretores. “Está no DNA do Programa AceleraD’Or de Mentoria promover  o compartilhamento de conhecimento e experiências em um ambiente com profissionais multidisciplinares, que irão ajudar os participantes a alcançarem os objetivos individuais e corporativos de crescimento de forma sustentável. Apostamos nisso com o compromisso de entrega, qualidade, superação de desafios e zelo pela excelência no que fazemos”.

Projeto patrocinado pela D’Or Consultoria, o programa, que não tem qualquer custo de inscrição e nem para as empresas futuramente selecionadas, conta com um time de especialistas com mais de três décadas no setor e visa auxiliar empresas do mercado nos principais desafios de gestão. E, possivelmente, acelerar algumas delas ao fim do programa.

“Nossa missão é potencializar o mercado de seguros, e fomentar pequenas e médias corretoras, em todo Brasil, com o que temos de melhor no segmento de saúde, onde somos líderes de mercado”, destaca o diretor da D’Or Consultoria e responsável pelo Programa AceleraD’Or de Mentoria, Carlos Oliveira, corretor de seguros há mais de 30 anos e um dos mentores do projeto.

Conheça os demais mentores 

Há quase cinco anos como Diretor Executivo de Saúde Populacional do Grupo Rede D’Or São Luiz, o infectologista e epidemiologista Gustavo Guimarães é outro especialista do programa, com formação pela Santa Casa de São Paulo, especialização pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), MBA em gestão de saúde pela FGV e pós-graduação na Harvard Medical School. “Gosto muito de trabalhar com bancos de dados médicos, que vinculem custo com qualidade assistencial, para aprimorarmos nossa capacidade gerencial, e melhorarmos os resultados da cadeia de saúde suplementar”, enfatiza o médico. 

Com atuação voltada para a evolução da performance e na transformação dos meios de comercialização de seguros, o diretor de Saúde & Inovação na D’Or PME, Glauco Martins, trabalha com inovação digital, além do desenvolvimento de TI, BI e CRM. Líder em iniciativas inovadoras, pioneiro na inovação digital do setor (Saúde PME), atua no desenvolvimento de simuladores que transformam e ampliam as formas de ofertas de seguros, com objetivo de promover e multiplicar oportunidades para clientes, corretores e operadoras de saúde. 

“Busco estar à frente de iniciativas inovadoras, construindo simuladores que transformam e ampliam os meios de desenvolver e ofertar seguros, promovendo e multiplicando oportunidades para clientes, corretores e operadoras de saúde”, explica Martins.

Completa o quinteto de mentores o diretor comercial da D’Or Consultoria, Paulo Dart. Ao longo da carreira, ele passou pelas mais variadas etapas que compõem a implementação de um seguro ou benefício, atuando em diversos players: operadora, seguradora e corretora.

“Atualmente, levo aos prospects uma proposta de valor inovadora e proativa no gerenciamento de sinistro e promoção à saúde, apresentando sistemas e ferramentas próprios, além de soluções exclusivas da única consultoria ligada à maior rede hospitalar privada da América Latina”, explica Dart.

Como participar?

Ao todo, 10 empresas serão selecionadas para o programa e terão, por três meses, o acompanhamento de especialistas que prestarão auxílio para o crescimento do negócio, em networking, exposição e visibilidade das corretoras mentoradas. 

Os interessados devem se inscrever até amanhã, 12 de novembro. Um comitê avaliará as inscrições e a segunda fase será uma entrevista dos corretores pré-selecionados com o time do AceleraD’Or. Ao fim desta fase é que as 10 empresas serão selecionadas.

A mentoria será on-line, mas, com o retorno presencial, haverá a possibilidade de que as corretoras participantes usufruam dos escritórios da D’Or Consultoria em sete capitais do Brasil e vivenciem de perto as oportunidades de negócio com os mentores/especialistas do programa.

Para realizar a inscrição no AceleraD’Or, é pré-requisito ser uma corretora pessoa jurídica, devidamente registrada. Saiba mais em aceleradormentoria.com.br e inscreva-se.

Zurich inicia reabertura de filiais e retoma as visitas presenciais aos corretores parceiros

zurich seguros marcio benevides

Fonte: Zurich

O Brasil tem progredido no combate à Covid-19. Com mais de 57% da população completamente imunizada, diversas atividades estão sendo retomadas após autorização das autoridades competentes. Embora a pandemia não tenha prejudicado o relacionamento da Zurich com os corretores, depois de criteriosa avaliação, a empresa decidiu pela reabertura gradual das suas filiais comerciais, a fim de retomar as visitas presenciais e restabelecer o olho no olho com seus parceiros estratégicos. 

O processo começou no dia 04 de outubro e, até o momento, foram reabertas 12 filiais da companhia. São elas, em São Paulo: Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Piracicaba, Campinas e Bauru; em Santa Catarina: Florianópolis e Chapecó; na Bahia: Salvador; em Minas Gerais: Uberlândia; em Goiás: Goiânia; e no Paraná: Curitiba.

Até 29 de novembro, deverão ser reabertos mais 13 filiais em outros estados brasileiros: Rio de Janeiro, na capital fluminense; em Minas Gerais: Belo Horizonte, Ipatinga, Divinópolis, Juiz de Fora e Poços de Caldas; em Pernambuco: Recife; em Santa Catarina: Blumenau e Joinville; no Paraná: Maringá e Cascavel; e no Rio Grande do Sul: Porto Alegre e Caxias do Sul. A reabertura total das filiais se dará até o final de 2021 – porém, se o quadro da pandemia mantiver os índices de visível melhora e controle.

Essa reabertura vem sendo planejada há algum tempo pela Zurich, e o processo foi feito a partir do serviço de consultoria de uma das mais referenciadas instituições de saúde do país – o Hospital Israelita Albert Einstein –, que após criteriosa avaliação do cenário atual da pandemia, validou a reabertura dos escritórios e a retomada das atividades presenciais. A entidade manterá o monitoramento e o serviço consultivo para orientar a seguradora até 2022.

Conta o Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, Marcio Benevides: “Começamos a avaliar essa possibilidade no final de 2020, ao observarmos queda nos números de casos e vítimas fatais. Mas quando a segunda onda começou, no início de 2021, decidimos por manter o atendimento aos corretores parceiros apenas de forma remota. Com a consultoria do Hospital Israelita Albert Einstein, foram avaliados diversos indicadores, como a ocupação de UTIs, o acesso aos nossos funcionários aos hospitais, se estavam imunizados, entre outros. A decisão de reabertura só foi tomada depois que a iniciativa foi considerada segura por parte do hospital”.

Marcio ressalta, porém, que o retorno presencial às filiais da Zurich está sendo feito de forma voluntária: “Só o fará quem desejar e se sentir seguro para tal”, pontua. Mesmo assim, é preciso que os profissionais estejam com o ciclo da vacina completo: os que tomaram a dose única só voltam ao escritório após 21 dias vacinados, e aqueles que se imunizaram com as variedades que requerem duas doses, somente retornam após 14 dias da segunda aplicação. Embora representem menos de 3% da população, a empresa também está atenta à saúde dos que fazem parte do grupo de risco, que também podem se voluntariar. Porém, ao fazê-lo, é preciso que passem por uma avaliação de um médico do trabalho (prestador).

Observância às normas sanitárias e orientação

A Zurich está sendo rigorosa com os protocolos e cuidadosa com o bem-estar dos funcionários de suas filiais, assim como com o dos corretores parceiros. A empresa desenvolveu e distribuiu aos primeiros uma cartilha orientativa com todas as medidas que precisam ser observadas, reforçada por outras medidas de comunicação.

“Com a decretação da pandemia, estivemos distantes fisicamente, mas sempre nos mantivemos próximos dos corretores parceiros. Estamos muito felizes com a retomada das visitas presenciais. E acreditamos que a melhor forma de evitar casos dentro da Zurich é informando sobre os cuidados que nossos colaboradores precisam tomar”, observa o Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, Marcio Benevides.

A cartilha discorre sobre cuidados que precisam ser seguidos, como: distanciamento social, higiene pessoal, uso de máscaras, limpeza e higienização do ambiente, monitoramento das condições de saúde e reforço constante da comunicação para a importância do cumprimento das recomendações estabelecidas.

Chubb registra lucro de US$ 1,83 bi no terceiro trimestre, alta de 53,5%

A Chubb Ltd. divulgou no final de outubro lucro líquido de US$ 1,83 bilhão no terceiro trimestre, um aumento de 53,5% em relação aos US $ 1,19 bilhão no mesmo trimestre do ano anterior, uma vez que o crescimento dos prêmios de linhas comerciais de dois dígitos impulsionou os resultados.

Os prêmios líquidos subscritos aumentaram 16,9%, para US$ 9,9 bilhões, enquanto a receita de subscrição saltou 57,5%, para US$ 617 milhões.

“O ambiente robusto de preços comerciais permanece no ritmo em quase todas as regiões do mundo”, disse o presidente e CEO da Chubb, Evan G. Greenberg, a analistas durante uma teleconferência de resultados na quarta-feira.

Os prêmios comerciais líquidos subscritos aumentaram 22% para US$ 7,430 bilhões e o índice combinado da seguradora melhorou para 93,4% de 95,2% um ano antes, mesmo com as perdas por catástrofe aumentando para US$ 1,15 bilhão de US$ 925 milhões no terceiro trimestre de 2020.

Liberty Mutual tem alta de 81,6% no lucro do terceiro trimestre, para US$ 721 milhões

liberty mutual

A Liberty Mutual Holding Co. Inc. relatou um salto no lucro e receita do terceiro trimestre, uma vez que melhores resultados de investimento e preços mais altos impulsionaram os resultados da seguradora.

O lucro aumentou 81,6%, para US$ 721 milhões, informou a Liberty Mutual na quinta-feira passada. As perdas por catástrofe antes dos impostos no trimestre foram de US $ 1,2 bilhão, em comparação com US $ 980 milhões no mesmo período do ano passado, com perdas relacionadas ao furacão Ida totalizando US $ 812 milhões.

O prêmio líquido subscrito aumentou 6,5% para US$ 11,41 bilhões. Seu negócio de grandes contas relatou um aumento de 11,3% no prêmio, impulsionado por aumentos de taxas e aumento da exposição, disse a seguradora em um comunicado.

Sua receita de investimentos em ações mais do que dobrou, para US$ 1 bilhão no trimestre.

O índice combinado da seguradora se deteriorou ligeiramente para 104,4%, em comparação com 103,6% no período do ano anterior.