Liberty Seguros dá 10 dicas para facilitar a comunicação entre corretor e segurado

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A Liberty Seguros acaba de lançar um treinamento voltado para os corretores parceiros da seguradora, chamado “De Humano para Humano”. O objetivo é tornar as comunicações sobre o mercado de seguros mais simples, aproximando o cliente da companhia e do corretor.

A ideia do treinamento é ajudar os corretores a simplificar o vocabulário e os termos usados pelo mercado para os segurados e potenciais clientes. Com ele, a Liberty Seguros não só aproxima esses públicos da seguradora como, também, promove e reforça o investimento na inclusão ao facilitar o entendimento dos produtos e serviços para todos. A iniciativa chega para se somar ao #LibertyAcessível, projeto focado na necessidade de melhoria nas comunicações da companhia para incluir mudanças no vocabulário do mercado e melhorar a acessibilidade das conversas.

O treinamento é dividido em seis capítulos que desafiam o corretor a desbravar todos os temas que a Liberty considera importantes quando o assunto é comunicação. Confira as 10 dicas da Liberty Seguros para um melhor relacionamento do corretor com segurados:

Se questione sobre o seu público

Antes de comunicar ou informar sobre algum produto, serviço ou contrato, seja falado ou escrito, é importante se questionar sobre a pessoa que vai receber esse conteúdo, qual é o nível de conhecimento sobre seguros. Algumas perguntas básicas podem ajudar a esclarecer o discurso: quem? O quê? Quando? Por quê? Como? 

Use frases curtas

A utilização de frases curtas e objetivas facilitam a comunicação e evitam ruídos desnecessários. Do contrário, a compreensão pode ficar mais difícil e, muito provavelmente, o cliente não conseguirá fixar todas as informações que foram passadas. 

Use voz ativa

A voz ativa passa uma ideia de compromisso e de posicionamento que faz com que o cliente se sinta mais tranquilo e tenha mais confiança. A ordem direta também facilita a compreensão e fixação das informações, colocando sempre o que for mais significativo na frente. A fórmula é: sujeito + verbo + complemento.

Exemplo:

Antes:

Um problema impactou o cliente na data agendada para a instalação do rastreador.

Depois:

O cliente teve um problema na data agendada para a instalação do rastreador.

Use palavras conhecidas

Antes de enviar um material para o cliente ou apresentar um produto ou serviço, é interessante reler e rever o discurso que está sendo produzido, checar se não há palavras complexas que possam ser substituídas, como por exemplo: endosso, congênere, prêmio e etc. Optar por palavras familiares à maioria da população é um bom caminho para uma melhor comunicação. 

Utilize tópicos em textos muito longos 

Quando se deparar com um texto muito longo, a dica é organizar as principais informações em tópicos para não só facilitar o entendimento e a localização do que precisa ser informado como também eliminar repetições desnecessárias. Para elaboração dos tópicos, usar palavras-chave ou informações importantes para o contexto são opções que sempre podem ajudar.

Use ícones para explicação

Ao explicar coberturas e serviços para o segurado, o corretor pode tentar usar quadros que ajudam a entender a relação entre assuntos, condições ou mesmo consequência de ações. Além disso, o uso de ilustrações para tornar a informação mais visual, podem facilitar a memorização e o entendimento. Se não for possível utilizar quadros ou ilustrações, o corretor pode optar por exemplos que demonstrem a utilização da cobertura.

Substitua o “segurês”

O mercado de seguros utiliza um vocabulário específico para falar sobre produtos, serviços, cláusulas e outros assuntos. O problema é que muitos não conhecem os termos técnicos e as siglas que são usadas e, portanto, o corretor pode evitar tais termos. Tentar usar sinônimos ou descrever o que o termo quer dizer, podem ser bons recursos para facilitar o entendimento. 

Explique ou use exemplos

No momento de substituir termos do mercado de seguros por palavras mais conhecidas, caso não seja possível fazer essa troca, o corretor pode explicar o que significa determinado assunto ou usar exemplos, como:

Olá, José. Iremos abrir um processo de indenização pelo sinistro do seu veículo, que é o roubo.

Contextualize antes de informar

O corretor poderá ser mais claro com cada segurado, de acordo com o relacionamento dele junto a Liberty Seguros, se começar a comunicação posicionando-o em qual etapa ele se encontra. Por exemplo:

Olá! Está tudo certo com seu seguro, agora você é um cliente Liberty e poderá usar diversos benefícios do seu seguro e contar com todos os canais de atendimento quando precisar.

Chame pelo nome

Para um atendimento humanizado e personalizado, o corretor precisa ter em mente que está falando com outra pessoa do outro lado, não apenas mais um cliente. Por isso, não há necessidade de muita formalidade, é possível aproximar as pessoas ao focar nos vocativos.

O treinamento completo “De Humano Para Humano” já está disponível na Plataforma de Treinamento da Liberty Seguros, exclusiva para parceiros. 

Indicadores recentes reforçam cenário de Selic em elevação em 2022

Pedro Simoes CNseg

A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2022 voltou a cair, agora abaixo de 1,00%, percentual em que estava na semana passada, para 0,93%, no Boletim Focus, do Banco Central (BC), divulgado nesta terça-feira com estimativas coletadas até o fim da semana passada. Para 2021, o ponto-médio das expectativas para a expansão do PIB também foi reduzido, pela quinta semana consecutiva, agora de 4,93% para 4,88%. 

O economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, explica que com um quadro de indicadores econômicos aquém do esperado divulgados na semana passada, como a queda das vendas do varejo e dos serviços, as expectativas para o desempenho do PIB no terceiro trimestre se tornam nitidamente mais negativas e, dada a queda entre abril e junho, cresce a probabilidade de termos uma recessão técnica este ano (dois trimestres seguidos de contração). “Ainda estamos saindo de uma forte recessão decorrente do Covid-19, seria particularmente negativo, nesse cenário, entrar em recessão técnica tão cedo”.

Outra notícia desfavorável veio da inflação, destaca Simões. O IPCA de outubro acima das expectativas e qualitativamente desfavorável,  mostrando uma inflação persistente e disseminada entre diversos produtos e serviços. A inflação oficial acelerou de 1,16% em setembro para 1,25% em outubro. “Diante da surpresa relevante no IPCA de outubro, cresceu no mercado a sensação de urgência quanto a uma resposta ainda mais forte do Banco Central para conter as pressões inflacionárias. Não é possível desprezar a possibilidade de um aumento maior que o de 1,50 ponto percentual na Selic em dezembro, como ainda se projeta hoje”, avalia. Na política, destaque para as primeiras tratativas da PEC dos Precatórios no Senado, que podem pesar nas projeções para a próxima semana.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

AXA no Brasil integrará operações de seguros gerais e grandes riscos

ERIKA CEO AXA

A AXA no Brasil anunciou hoje que unificará suas operações de Seguros Gerais (AXA Seguros) e Grandes Riscos (AXA XL Seguros) sob a mesma estrutura empresarial e organizacional, que passará a ser liderada pela CEO Erika Medici. AXA XL Resseguros e Risk Consulting, no entanto, não fazem parte dessa integração e seguem operando de forma independente.

Quando o processo de integração for finalizado, Thisiani Matsumura Martins, atual Country Manager da AXA XL, será nomeada Chief Integration Officer and International Programs. Também ao final do processo, todos os negócios de P&C serão unificados sob a liderança de Igor Di Beo, vice-presidente de Subscrição, Comercial e Marketing. 

“O Brasil faz parte do grupo de seis países potenciais para crescimento do Grupo AXA fora da Europa. Com a junção de forças entre AXA Seguros e AXA XL Seguros no Brasil, vamos ganhar eficiência operacional e otimizar investimentos, fortalecendo nosso posicionamento de mercado, o que nos possibilitará acessar novas oportunidades de negócios”, afirma Erika Medici, CEO da AXA no Brasil.

A companhia tem o objetivo de estar entre as maiores seguradoras do mercado brasileiro, uma referência em Linhas Comerciais, e a união entre AXA Seguros e AXA XL Seguros vai ao encontro dessa visão de longo prazo. “A integração entre times e processos vai propiciar respostas mais rápidas e assertivas aos corretores parceiros, impactando positivamente a relação com nossos clientes”, conclui Erika.

Open Insurance: Susep divulga resolução para sociedades iniciadoras de seguros (SISS)

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou hoje o Resolução CNSP nº 429/2021, que trata do credenciamento e funcionamento das Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro (SISS) no âmbito do Sistema de Seguros Aberto, o Open Insurance. O normativo visa ampliar as possibilidades de participação da sociedade e do mercado na estruturação dos modelos de atuação dentro do Open Insurance.

Conforme definido na Resolução CNSP nº 415, de 2021, as Sociedades Iniciadoras, como participantes de forma obrigatória no Open Insurance, devem ser credenciadas pela Susep e constituídas sob a forma de sociedade anônima. No modelo implementado, as seguradoras poderão exercer algumas atividades oferecidas pela SISS e também constituir empresa tendo como propósito específico o exercício dessas atividades de iniciação de serviços.

Os corretores e corretoras de seguros também poderão estabelecer parcerias comerciais com as SISS, voltadas para proporcionar ganhos de eficiência e agilidade tanto na contratação das operações, como no atendimento às demandas do consumidor ao longo de todo o ciclo de vida dos produtos. Além disso, preserva-se a possibilidade de se constituírem ou se transformarem em iniciadoras, na medida em que atendam aos requisitos de capital e segurança cibernética, entre outros estabelecidos na resolução.

O serviço de iniciação de movimentação prestado pelas SISS é destinado à experiência do cliente e deve ser por ele ordenado. Isso inclui a iniciação de procedimentos relacionados à contratação de seguro, de plano de previdência complementar aberta ou de título de capitalização, endosso, resgate ou portabilidade de plano de previdência ou de capitalização, pagamento de sorteio, aviso de sinistro, entre outros.

“As SISS são um componente fundamental do Open Insurance que, em conjunto com os demais integrantes do mercado de seguros, trarão mais inovação e eficiência para o setor a partir das novas soluções de tecnologia e de uso de dados compartilhados que serão responsáveis pelo surgimento de novos serviços e produtos que melhor se adequem às necessidades dos consumidores”, explica o Diretor da Susep, Vinícius Brandi.

As Sociedades Iniciadoras deverão ter requisitos financeiros como patrimônio líquido superior a R$ 1.000.000,00, seguir regras de governança, de sigilo de dados e informações, além de segurança cibernética, semelhantes às exigidas para as sociedades seguradoras e atreladas à Lei Geral de Proteção de Dados, assim como cumprir exigências específicas de conduta voltadas para assegurar o adequado tratamento aos clientes.

A norma estabelece sanções e penalidades para hipóteses de descumprimento das regras do Open Insurance pelas SISS, com a previsão de multas que podem chegar a R$ 1.000.000,00.

No ambiente Open todas as seguradoras que desejarem poderão apresentar seus preços a partir das informações autorizadas pelo cliente, as quais poderão contar com dados trazidos da plataforma integrada do Open Finance.

Open Insurance

O Open Insurance consiste basicamente em um ambiente que possibilita o compartilhamento padronizado de dados e serviços por meio de abertura e integração de sistemas. A operacionalização deste compartilhamento é atingida por meio do estabelecimento de padrões tecnológicos. O compartilhamento tem como objetivo ser totalmente voltado para atender os interesses do consumidor de forma segura, ágil, precisa, transparente e conveniente, respeitando a privacidade dos dados e, acima de tudo, a vontade expressa e inequívoca do cliente.

Sua estruturação veio concomitante aos avanços do Open Banking e espera-se que até o final de 2022 o Open Banking e o Open Insurance se integrem no modelo de Open Finance, propiciando ao consumidor condições mais favoráveis de inclusão social por meio de maior acesso aos produtos financeiros disponíveis no mercado, sejam eles bancários ou de seguro.

Cabe destacar que um dos grandes objetivos do Open Finance no país é a promoção da cidadania financeira, por meio da ampliação do alcance de serviços financeiros e securitários, atingindo o maior número possível de pessoas e, desta forma, impulsionar o desenvolvimento do país.

Christian Mumenthaler, CEO da Swiss Re, assume como presidente da Geneva Association

Christian Mumenthaler Swiss Re

A Geneva Association, considerada o “think tank” do mercado segurador mundial, tem novo comando. Christian Mumenthaler, CEO da Swiss Re, foi nomeado o novo presidente da organização. Christian Mumenthaler, que é vice-presidente desde novembro de 2019, sucede o presidente Charles Brindamour, CEO da Intact Financial, que permanece no conselho. Lee Yuan Siong, CEO e presidente da AIA, foi nomeado vice-presidente e Amanda Blanc, CEO da Aviva, foi eleita como um novo membro do Conselho na Assembleia Estatutária da Associação.

“Sinto-me privilegiado por assumir este papel em um momento tão crucial para nossa indústria e sociedade em geral, conforme as resseguradoras se mobilizam para enfrentar imensos desafios, nomeadamente as alterações climáticas e as sequelas do COVID-19. Agradeço a Charles Brindamour por sua notável liderança nos últimos três anos. Sob sua presidência, a Geneva Association se transformou profundamente. Por meio de seu rico portfólio de atividades de pesquisa e diálogo, a organização dá uma contribuição essencial para o debate sobre o fortalecimento da resiliência do mundo aos riscos globais. Estou ansioso para aumentar ainda mais o impacto que temos para todas as nossas partes interessadas.”

Marcio Coriolano defende financiamento à saúde em debate do FIS21

Um dos últimos painéis do FIS 21, encerrado nesta sexta-feira (12) e promovido pela Iniciativa FIS, reuniu o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano; o professor do Departamento de Economia da PUC-Rio, José Marcio Camargo; a secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Patricia Ellen, e a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania- SC).

Eles participaram do painel virtual “Melhorando o acesso à Saúde com a retomada econômica”. Marcio Coriolano moderou os debates e, já de início, apresentou o financiamento à saúde como uma das questões centrais para ampliar o acesso da população aos serviços médico-hospitalares.

Ele lembrou que o longo período de recessão da economia (de 2015 a 2019, seguido de desequilíbrio fiscal persistente agora agravado com a pandemia) representa um entrave para viabilizar a utilização crescente das redes pública ou privada, ainda que tenham formas de custeio diferentes.

No caso do serviço público, quando os recursos acabam, formam-se as filas que são injustas socialmente. No privado, que não admite filas, há o desafio de compatibilizar custos da medicina com a capacidade de pagamento de quem compra, assinalou Marcio Coriolano, lembrando que, além da trajetória positiva do PIB, a gestão eficiente de recursos sempre escassos para a saúde é outra premissa importante.

A deputada Carmen Zanotto reconheceu que a escassez de recursos é desafiante para viabilizar o acesso aos serviços de saúde por parcelas da população. O orçamento público destinado à pasta de Saúde para 2022, na casa de R$ 150 bilhões, é insuficiente para custear novos casos de doenças crônicas ou tratamentos represados durante a pandemia nas redes públicas, além de terapias de baixa e média complexidade. Para ela, a retomada econômica é fundamental para ampliar recursos orçamentários à saúde, além de ser a porta de saída, via novas ocupações, para aqueles que tiveram de migrar para o atendimento público, em virtude da perda de emprego ou renda durante a pandemia. 

Apesar de acesso à saúde ser uma prioridade, o economista José Marcio Camargo discorda da estratégia de romper o teto de gastos públicos para financiá-la em parte. A seu ver, o ideal é que se ampliem os limites constitucionais à saúde, hoje na casa de 10% do Orçamento, desde que com cortes equivalentes em outras áreas. Romper o teto de gastos gera inflação persistente, encarece o financiamento da dívida pública e a carga tributária, afirmou ele.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Patricia Ellen, relatou algumas das ações adotadas pelo governo de São Paulo, consideradas assertivas para que este ano São Paulo apresente uma taxa de crescimento de 7,3% do PIB. Entre outras, gastos maiores com Ciência e Tecnologia, ampliação do número de leitos públicos estaduais, de 3,5 mil para os atuais 92 mil de UTIs, uma reforma administrativa para reduzir despesas e assegurar mais recursos à saúde e combate às desigualdades ampliadas pela pandemia.

Criada para conectar e unir as maiores lideranças, empresas e associações da cadeia da saúde, tanto do setor público, do privado e da academia, a Iniciativa FIS é uma entidade sem fins lucrativos, voltada a ajudar, de maneira colaborativa, a transformar a saúde no País, a partir de discussões sobre os principais pilares do setor, desde acesso aos serviços, passando por inovação, modelos assistenciais, chegando a pesquisas e regulação.

MAG Seguros discute parcerias com universidades e startups

Fonte: MAG Seguros

Na última semana a MAG Seguros realizou mais uma live ampliando o debate sobre iniciativas inovadoras. Na noite de quinta-feira (11), Rafael Nasser, coordenador da PUC-Rio; Cátia Tarabal, superintendente de Produtos e Inteligência de Mercado da MAG Seguros; e Rafael Rosas, diretor da WinSocial, discutiram o tema “Como empresas privadas podem se beneficiar da parceria com universidades”. A mediação foi realizada por Renata Loyola, superintendente de Gestão da Inovação da MAG Seguros. 

Os benefícios dessas relações, para os participantes, é que existe um grande potencial de se descobrir novos talentos, além de aliar conhecimento teórico para apoiar novos projetos e soluções, principalmente com a visão de alguém fora do negócio. “Na universidade há o espaço de experimentação e o contato com tecnologias emergentes”, disse Rosas. “Há a possibilidade da tentativa e do erro em um ambiente seguro, o que é muito valioso para a busca de novos processos e projetos. E não há margem para erro nas empresas”, disse o diretor.

Do lado do ganho para a academia, as empresas contribuem com a visão de quem conhece muito bem o seu setor, tem um know-how prático e a vivência do dia a dia que a universidade desconhece. “As empresas podem mostrar quais são os desafios e onde é necessário inovar de acordo com suas práticas”, explicou Nasser. “E o aluno pode ter uma experiencia mais interessante quando falamos da sua formação, um lado mais prático em que podem vivenciar um desafio concreto e galgar um resultado factível de negócio para a empresa”, completa o coordenador. 

Insurtechs e a Inovação Aberta também foram temas amplamente discutidos. Ambas as iniciativas também visam criar um espaço seguro para experimentação, aliado a programas para todos os atores envolvidos criarem juntos, inovando pelo processo sistemático em busca de resultados de valor para o mercado segurador. “Acaba sendo também uma jornada de aprendizado para os colaboradores”, contou Cátia. “Entre as vantagens de participar de um programa assim para as empresas, existe a sinergia que o programa traz, a troca de experiencias, a integração. Acadêmicos conseguem ver a aplicabilidade da sua teoria, e os profissionais aprendem a olhar o todo. No fim, são todos olhando para as dores e gaps do setor, e para as atividades fins em busca de soluções e inovações. E todos participam da ideação, prototipação e co-criação desses processos”, diz a superintendente. 

Na discussão, ficou clara a necessidade de o processo de inovação estar inserido no DNA das empresas e conectado com os ecossistemas que estão inseridos, sem o medo do erro nas etapas do desenvolvimento dos aperfeiçoamentos. “A inovação não é uma ideia, inovação é um processo”, sintetizou Rosas. “Saia da zona de conforto”, aconselhou Nasser. 

SudaSeg adquire sociedade de microcrédito e passa a oferecer crédito

A SudaSeg, grupo paranaense de seguros, comprou a fatia majoritária da Egoncred, que atua na região de Campinas (SP) e tem licença de Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte.

O Banco Central aprovou a entrada de Luciano Fracaro, presidente do grupo, no quadro de sócios da Egoncred que passará a se chamar SudaCred. A matriz ficará localizada em Curitiba (PR).

“Futuramente, por meio de novos aportes financeiros, obteremos 100% das quotas societárias da empresa, bem como alcançaremos o status de instituição de pagamento”, planeja.

Segundo o executivo, a companhia avaliou vários mercados a fim de ampliar os investimentos do grupo e diversificar o modelo de atuação. “Com mais essa operação, passamos a oferecer, além da proteção securitária, produtos e serviços financeiros que ajudarão a alavancar novos negócios e gerar renda”, frisa o executivo.

O Grupo Suda atua há mais de 30 anos com seguro de vida individual e empresarial. A SudaSeg Seguradora está presente em 27 Estados do País.

Susep simplifica autorização de empresas para entrada nos mercados supervisionados

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje a Resolução CNSP nº 422/2021, que simplifica as regras de autorização e funcionamento das sociedades supervisionadas para atuação nos mercados sob sua supervisão. A medida consolida todos os normativos que tratam de autorizações para as sociedades seguradoras, entidades de previdência complementar aberta, entidades de capitalização, resseguradores locais e estrangeiros e corretoras de resseguros. 

A proposta busca simplificar as regras para as autorizações, tornando os processos dos entes regulados junto à Susep mais simples e ágeis. A medida está alinhada aos princípios estabelecidos pela Lei de Liberdade Econômica, pela Política Nacional de Modernização do Estado – Moderniza Brasil e pelo Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. 

Entre os principais avanços que a medida sugere está a revisão de requisitos de entrada para permitir novas composições de investimento, por meio de holdings e fundos internacionais, além de acomodar arranjos mais modernos nas estruturas de controle. Dessa forma, a alteração viabiliza a aquisição de participações societárias nas supervisionadas, inclusive por parte de entidades estrangeiras. Permite-se, ainda, a demonstração de capacidade econômico-financeira diretamente pela entidade, possibilitando o acesso de investidores que não desejam participar da gestão. 

O diretor da Susep, Igor Lourenço, destaca como um dos aspectos relevantes da nova norma a permissão para que as supervisionadas possam realizar atividades de suporte ao seu funcionamento, bem como para que os resseguradores locais passem a prestar serviços técnicos associados a operações de resseguro e retrocessão. “Essa medida traz mais flexibilidade, facilitando a ampliação dos serviços prestados e reduzindo os custos envolvidos”, explica Lourenço

Compliance fortalecido 

Segundo o diretor, todas as modernizações foram pensadas com o propósito de facilitar o acesso ao mercado segurador, porém mantendo-se requisitos de compliance e de prevenção à lavagem de dinheiro pelas entidades supervisionadas. “Por essa razão, algumas premissas foram reavaliadas e mantidas, tais como a necessidade de comprovação de capacitação técnica para o exercício de funções específicas dos administradores, além de outros requisitos relacionados à identificação dos controladores, comprovação de origem e aplicação dos recursos”, completa Lourenço. 

Atenta à diretriz de simplificação de procedimentos, com eliminação de exigências relacionadas a eventos de baixo risco, a proposta também dispensa a necessidade de consulta prévia e homologação de diversos atos societários, passando-se a requerer, apenas, a sua comunicação, além de prever a automação da análise de casos menos complexos, concentrando esforços nas frentes de maior impacto. 

Os técnicos da autarquia destacam a relevância do processo de autorização e a importância que este ocupa na solidez, eficiência e estabilidade do mercado.  Desse modo, a nova resolução busca aproveitar o grande potencial do mercado de segurados no Brasil e aumentar a participação do setor em relação ao PIB. 

Ana Fontes e Aod Cunha reforçam a governança corporativa Seguros Unimed

Fonte: Unimed Seguros

Comprometida em manter sua governança corporativa e a qualidade da gestão, a Seguros Unimed anuncia a chegada de dois novos conselheiros externos. Chegam ao Conselho de Administração da Companhia a fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes, e o ex-secretário de Finanças do Governo do Rio Grande do Sul, Aod Cunha. Os dois profissionais reforçam competências de empreendedorismo feminino e finanças no ecossistema do grupo. 

Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed, comemora o anúncio. “Estamos muito honrados com a chegada de dois grandes profissionais do mercado, renomados em suas áreas de atuação. Com eles, vamos fortalecer as bases da nossa governança por meio de olhares externos ao negócio, possibilitando uma gestão ainda mais transparentes e inovadora, focada no resultado sustentável”. 

A Companhia segue comprometida em assegurar cuidado à saúde e proteção à vida e ao patrimônio de seus 6 milhões de clientes pelo país e, neste cenário, Fontes e Cunha reafirmam este compromisso, contribuindo para novas estratégias, novos posicionamentos e agregando inovação e diversidade na trajetória de futuro sustentável da seguradora do Sistema Unimed. 

“Estou muito feliz em poder contribuir para desenvolver ainda mais temas como impacto social, diversidade, comunicação e inclusão e continuar aproximando a empresa de discussões essenciais a todas as organizações”, afirma Ana Fontes. 

“Vejo um belíssimo papel no trabalho do médico cooperado e como a Unimed vem respondendo aos desafios da crescente demanda do setor de saúde suplementar. Estou ansioso para, por meio da experiência que tenho acumulado, aproveitar inúmeras oportunidades de crescimento e contribuir para que a história da Seguros Unimed se consolide cada vez mais”, afirma Aod Cunha. 

Conselheiros Externos na Unimed Participações 

A Unimed Participações, holding de novos negócios do Sistema Unimed, também anuncia novos conselheiros. Pela primeira vez desde a sua criação, em 1989, a empresa traz dois profissionais externos para o Conselho de Administração. Zeina Latif e Michel Levy chegam à empresa para oferecer olhares experientes em macroeconomia, finanças, gestão e inovação ao board. 

Adelson Chagas, presidente da Unimed Participações, celebra as novas contratações para garantir uma governança robusta e o acompanhamento de tendências nos segmentos de saúde e finanças. “Temos convicção das importantes contribuições desses renomados profissionais do mercado para a ampliação dos negócios do Sistema Unimed. Trazemos olhares de fora para reforçar nossas premissas de inovação, eficiência operacional e novas tecnologias a serviço do cuidado”, afirma. 

A chegada de Latif e Levy reforçam o propósito da Unimed Participações em fortalecer sua atuação como hub de inovação e de novos negócios para o Sistema Unimed, garantindo a sustentabilidade das cooperativas em âmbito nacional e oferecendo novos produtos e soluções para o ecossistema da holding.