Fundação Dom Cabral, Brasilprev e Hype50+ lançam o estudo FDC Longevidade Previdência

Ao mesmo tempo que o prolongamento da vida é uma conquista da civilização e da ciência, a longevidade traz o imperativo de articular atores sociais, empresariais e públicos para a garantia dos direitos da população acima de 60 anos. Há 45 anos, a Fundação Dom Cabral escolheu a educação como forma de contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade e de exercer o compromisso ético, apoiando organizações públicas, privadas e do terceiro setor, e as lideranças empresariais, sociais e políticas para endereçar os grandes desafios dos tempos contemporâneos. É nesse contexto que a instituição lança mais um estudo do projeto FDC Longevidade, uma iniciativa de geração e disseminação de conhecimento na temática. O mapeamento FDC Longevidade Previdência – conduzido com o apoio técnico do Insights50+ – núcleo de pesquisa da Hype50+ – e com o patrocínio da Brasilprev será lançado em 30 de novembro, às 19 horas, em evento on-line gratuito.

Entre os destaques do estudo, a análise sobre cibersegurança e produtos financeiros, que avalia como os bancos mudaram a forma de enxergar o cliente prateado. Preocupados com o perfil do cliente maduro, os bancos iniciaram um movimento de repensar como atender adequadamente esse público. Da cibersegurança a produtos financeiros sob medida, essa movimentação é impulsionada – no Brasil e no mundo – por dados bastante concretos. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, de 2019, aponta que os brasileiros com 50 anos ou mais estão consistentemente entre os de maior renda; nas faixas de 50 a 59 anos, eles disputam a liderança com os acima de 60. Por um lado, isso aponta para a pujança de um mercado já existente; por outro, a chegada à maturidade pode significar maiores desafios para gerir as próprias finanças.

O levantamento analisa o artigo “The elderly, cognitive decline and banking”, publicado pela The Economist, que cita que o pico de nossas capacidades de lidar com finanças é atingido em torno dos 55 anos, entrando em declínio relativo em seguida.  Combinando esse dado com a proliferação recente das ferramentas digitais, muitas das quais todos tivemos de adotar desde o início das medidas de restrição à circulação impostas pelo combate à pandemia, temos uma bomba de riscos, que já está explodindo. O grupo torna-se um alvo prioritário para criminosos de todos os tipos, em busca de subtrair parte desse patrimônio arduamente conquistado. O número de ataques registrados pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) contra maduros aumentou 60% desde 2020. O trendbook traz uma lista de iniciativas globais de aprimoramento de segurança e disseminação de conhecimentos de tecnologia para os 60+, além de listar produtos e serviços para além do crédito consignado.

Inscrições e informações: https://materiais.hype50mais.com.br/evento-fdc-longevidade-previdencia 

PRINCIPAIS TEMAS DO ESTUDO

A conta da aposentadoria

_ Um olhar para os desafios da aposentadoria

_ Para onde vai a geração sanduíche?

_ Previdências: fechadas ou abertas, as previdências privadas estão se reinventando, com o mercado de seguros vindo junto.

_ Cabelos brancos ou não: você também faz parte do tsunami prateado!

_ 7 dicas sobre finanças para quem quer viver bem sua própria longevidade!

_ Soluções financeiras prateadas

_ Renda: a hora de escolher entre carregar bagagem ou acumular milhagem

_ Trabalho prateado: gig economy + empreendedorismo

_ Finanças | Dois pontos de atenção: cibersegurança e produtos financeiros

_ Os investidores prateados de hoje e dos próximos anos

_ Inteligência artificial para ajudar no planejamento da aposentadoria

Lucro das seguradoras cai 54%, para R$ 5,2 bi, no acumulado de janeiro a setembro de 2021

O lucro liquido do mercado segurador recuou 54% de janeiro a setembro deste ano, comparado aos R$ 11 bilhões registrados em mesmo período de 2020, segundo dados enviados pelas seguradoras para a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e analisados pela consultoria Siscorp. Já faturamento cresceu. O setor de seguros arrecadou R$ 224,29 bilhões no acumulado até setembro deste ano, avanço de de 13,2%. 

A líder do ranking é a Caixa Seguradora, com R$ 1,57 bilhão, seguida por Bradesco, com R$ 1,51 bilhão e pelo Banco do Brasil, com R$ 1,3 bilhão. Neste seleto grupo do bilhão, todas registraram queda no ganho do período. A diferença está nas colocações. A Bradesco deixou a liderança, assumida pela Caixa. O grupo da Cidade de Deus tem a segunda colocação, que era da BB Seguros, agora em terceiro lugar.

A Porto Seguro, segundo os dados enviados a Susep, teve seu lucro reduzido de R$ 1,064 bilhão para R$ 614 milhões no período analisado. E o mesmo aconteceu a maioria listada no ranking das 50 maiores empresas.

Algumas tiveram um comportamento diferente. A Allianz reverteu o lucro de R$ 286 milhões em 2020 para prejuízo de 147 milhões em setembro deste ano. A Safra Seguros engordou o ganho, que passou de R$ 83 milhões para R$ 105 milhões. A AXA reverteu a perda de R$ 6,2 milhões para R$ 13 milhões.

A grande novidade foi a entrada da NEWE Seguros no grupo das 50 maiores.

Abaixo o Ranking de janeiro a setembro de 2020 e de 2021

MDS Brasil é destaque do grupo


Criada em 1984, a MDS Brasil é destaque mundial do Grupo MDS, com R$ 3 bilhões em prêmios anuais e cerca de 650 colaboradores. A empresa é um dos cinco maiores brokers de seguros no País. A nível global, a MDS é uma multinacional com presença em mais de 120 países, sendo líder de mercado na consultoria de riscos e seguros. No mundo todo, a empresa representa cerca de US$ 35 bilhões em prêmios. 

Esse bom desempenho no Brasil foi fundamental para que a Câmara Portuguesa de Comércio em São Paulo escolhesse o CEO Global do Grupo MDS, o português José Manuel Dias da Fonseca, como “Personalidade do Ano”. O executivo, que vive em Portugal, de onde dirige o grupo, virá ao Brasil especialmente para receber a premiação, no dia 22 de novembro, na Casa Petra, em São Paulo (SP). José Manuel será homenageado no maior evento anual da comunidade empresarial luso-brasileira. 

A homenagem reconhece o papel do líder na promoção de negócios e relações entre Portugal e Brasil. As relações comerciais entre os dois países têm crescidos nos últimos anos e, nesse cenário, o executivo e a empresa têm desempenhado um papel bastante relevante.  ”Esse prêmio é uma forma de estreitar os laços criados entre a comunidade empresarial luso-brasileira. Ele tem a missão de homenagear empresas de ambas as nações que apresentam uma trajetória incrível e servem como exemplo nas mais diversas áreas de negócios – como economia, tecnologia, inovação e sustentabilidade”, explica Nuno Rebelo de Sousa, Presidente da Federação das Câmaras Portuguesas no Brasil.

Três coisas que talvez você não saiba sobre investidoras

daniela gamboa

Fonte: SulAmérica

Existe um debate constante sobre se as mulheres investem de forma diferente dos homens. Essa ideia de que o gênero pode influenciar na definição de uma estratégia de investimentos leva em conta os desafios e as particularidades das mulheres, como o fato de receberem menores salários, abrirem mão de carreira para cuidar da família e viverem mais que os homens, por exemplo.

É fato que o número de mulheres investidoras cresce de forma devagar e as mulheres ainda são minoria no mundo financeiro. Hoje, elas representam cerca de 35% dos investidores no Tesouro Direto e cerca de 25% dos investidores em ações na B3, a Bolsa de Valores brasileira. De acordo com uma pesquisa feita pelo UBS Investor Watch, as mulheres brasileiras dizem que não se envolvem nos investimentos porque têm outras responsabilidades mais urgentes de curto prazo. 

No entanto, para Daniela Gamboa, Head de Crédito Privado da SulAmérica Investimentos, e que já investe desde quando recebeu o seu primeiro salário, aos 21 anos, é possível verificar novas tendências no comportamento da investidora no Brasil e no mundo. “É importante refletir sobre a inclusão das mulheres no universo das finanças para que possamos traçar estratégias e abordagens que contemplem suas particularidades como investidoras e, muitas vezes, como as principais responsáveis pelo planejamento financeiro doméstico”, ressalta Daniela. A seguir, a executiva lista alguns insights:

Investimento com propósito

Já existem análises e estudos mostrando que as mulheres valorizam mais do que os homens os investimentos que refletem seus valores e que tenham contribuições positivas para a sociedade. Um estudo do Morgan Stanley identificou que 84% das mulheres declaram interesse em investir de forma sustentável, enquanto este número entre os homens é de 67%.

Sendo assim, as mulheres tendem a ser muito mais propensas a investir em ativos ou emissores com maiores compromissos ambientais, sociais e de governança (sigla ESG, em inglês). Na SulAmérica Investimentos, por exemplo, o fundo Total Impacto FIA, que só aplica em ações de empresas sustentáveis e doa 100% da taxa de administração para a ONG Vagalume, viu um aumento exponencial de mulheres investindo no último ano. A presença feminina entre 2019 e 2020 aumentou em 11 vezes neste produto e hoje elas movimentam 2,52% do total investido – ainda é pouco, mas em 2019 esse volume era de apenas 0,06%.

“Isso reflete um desejo das mulheres de que o dinheiro investido gere mais do que só um bom retorno financeiro. Acredito que, com seu jeito mais cuidadoso, as mulheres podem impulsionar os investimentos mais sustentáveis, em linha com sua preferência por planejamento e seu rigor na hora de correr riscos”, aposta Daniela.

Investimento “à prova de crises”

A maioria dos especialistas em finanças afirma que as mulheres são geralmente mais conservadoras que os homens quando o assunto é investimento. De fato, as mulheres são mais preocupadas com os riscos, refletem mais antes de tomar decisões, tendo mais paciência e visão de longo prazo. Dados sobre investidores nos títulos do governo (Tesouro Direto) mostram que a participação feminina é crescente e aumentou mesmo durante a pandemia. Em 2019, elas representavam 30,0%; já em 2020, o número foi para 31,5% e, neste ano, já está em 32,8%.

“Visto pelo lado negativo, a princípio, as investidoras podem perder oportunidades de ganhos mais rápidos de retorno. Mas momentos como o que vivemos, diante de um cenário de crise que era impossível de prever, mostram que a mulher, pensando no longo prazo, investe melhor. A preocupação com o futuro incerto faz com que a investidora avalie os riscos sob uma outra ótica”, afirma a executiva da SulAmérica.

A própria Daniela se classifica como uma investidora conservadora, apesar de sempre separar um pouco da reserva para investimentos de maior risco. “Eu fiz isso minha vida toda. Mantive grande parte do que fui juntando na renda fixa, seja em fundos, em títulos do Governo, títulos bancários e fundos imobiliários, mas sempre separei um pedaço menor, tipo 15-20%, para colocar direto em ações e câmbio, por exemplo. Hoje, penso em investir mais, focando em ter uma aposentadoria tranquila. Para isso, busco alocações protegidas da inflação e diversificação”, conta.

Educação financeira para elas

De acordo com a pesquisa do UBS Investor Watch, as mulheres cuidam de 80% das despesas diárias como orçamento e fluxo do dinheiro, mas 60% delegam as decisões sobre seus investimentos. As mulheres muitas vezes acreditam que este é um assunto muito complicado e que os homens entendem mais de investimentos.

Essa lógica precisa mudar, na visão de Daniela. “As mulheres precisam de mais informação sobre os produtos e as formas de investir, para acabar com o preconceito de que é tudo muito difícil. As plataformas de investimentos têm produzido cada vez mais conteúdo e formas direcionadas de atendimento às mulheres”, reforça.

Esse despertar para a educação financeira delas (e para elas) se reflete na diversidade de canais nas redes sociais sobre finanças liderados por mulheres e focados em conteúdo para a sua realidade. Empoderar economicamente mulheres no mundo todo é uma das metas nos próximos 5 anos do W20, o grupo de mulheres do G20 – que concentra os países com as maiores economias do mundo, incluindo o Brasil.

“Sempre quis ter minha independência financeira, seja dos meus pais enquanto morava com eles, seja do companheiro depois que decidi casar. Acho que isto é libertador e sempre busquei esta liberdade. Temos que empoderar as mulheres que estão do nosso lado para que possam seguir pelo mesmo caminho”, conclui Daniela.

Icatu anuncia Black Week com benefícios para clientes e corretores


A Icatu, seguradora líder entre as independentes considerando o consolidado das suas linhas de negócio em Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos, promoverá a Black Week – campanha nos mesmos moldes da Black Friday, de 22 a 26 de novembro. Pela primeira vez, a ação irá contemplar Vida e Previdência, reunindo benefícios para clientes e corretores. 

Durante o período, todos os clientes que contratarem um Seguro de Vida ou uma Previdência Privada concorrerão a uma moto elétrica Scooter, sendo dois premiados. A cada novo certificado, será enviado um número da sorte, possibilitando mais de um número por cliente, a depender da quantidade de produtos contratados durante a vigência da promoção. Os sorteados poderão escolher entre receber a Scooter ou o valor do item como premiação.  

Além da campanha para os clientes, durante o período da Black Week, todos os corretores parceiros que comercializarem Seguro de Vida Individual e Previdência Privada com Coberturas de Proteção (Risco), ganharão um percentual das vendas em pontos para resgatar prêmios na Plataforma de Campanhas da Icatu. 

Pedro Carvalho vai comandar área de riscos facultativos da BMS Re Brasil

Pedro Carvalho

A BMS Re, corretora de resseguros, anunciou a contratação de Pedro Carvalho. Ele assume a área de riscos facultativos da companhia, reportando ao CEO da empresa, José Leão.

Pedro tem 14 anos de experiência no segmento de resseguros, com passagens por multinacionais como Willis Towers Watson, Aon e IRB Brasil Re. Mais recentemente, atuou como diretor de resseguros na MDS Re. 

 “Nossa missão é levar aos nossos clientes, soluções inovadoras de resseguro por meio das capacitações técnicas do grupo, acesso aos mercados globais, e excelência operacional. Estou extremamente contente em me juntar ao time da BMS “, comentou Carvalho em nota divulgada.

Na retomada do turismo, Allianz Travel apresenta dicas para viajar com segurança

seguro viagem anual

Fonte: Allianz

Com o avanço da vacinação, as pessoas estão se sentindo mais dispostas e seguras para voltarem a viajar, ao mesmo tempo em que várias localidades e fronteiras internacionais vão sendo reabertas para turistas brasileiros. A opção de organizar uma viagem pode ser segura, caso todas as medidas de saúde sejam tomadas e o viajante planeje muito bem a sua jornada, dedicando especial atenção a eventuais exigências do local destino da viagem.

Allianz Travel, empresa de seguro-viagem, que, no Brasil, atua como representante da Allianz Seguros, lista as principais dicas para quem quer realizar uma viagem com segurança.

Procure empresas que ofereçam segurança na hora de viajar. Mesmo com a retomada do turismo e o avanço da vacinação, o cuidado com a saúde ainda é essencial. Com isso, escolher empresas que oferecem segurança e flexibilidade, como por exemplo para alterações de voos e reembolso de passagens,é o requisito mínimo.

Planeje com antecedência

Uma viagem pode envolver muitos serviços, terceiros e empresas. Esteja pronto para seguir diferentes diretrizes em cada etapa e redobre a atenção nas novas exigências por conta da pandemia da COVID-19. Lembre-se que alguns países exigem a realização de quarentena antes da entrada no local.

Conheça as regras sanitárias nacionais e do destino da viagem

Medidas como verificar as orientações sanitárias da ANVISA, o acompanhamento de abertura de fronteiras, além de se atualizar sobre notícias e informações sobre a COVID-19 no local de destino passaram a ser essenciais para uma boa organização de viagem com segurança. Fique atento diariamente às notícias e informações sobre prevenção ao a COVID-19 do local de sua viagem.

Obrigatoriedade de vacinas

Vários países já exigem dos turistas a vacinação completa contra a COVID-19. Fique atento às regras estabelecidas no local de destino. E não se esqueça que algumas localidades também podem exigir vacinas para outras doenças, como por exemplo a de Febre Amarela.

Teste de COVID-19

Alguns países exigem a apresentação de testes de COVID-19, como por exemplo o RT-PCR, em um curto período antes do embarque. Verifique se o seu destino solicita o teste e agende com antecedência.

Algumas empresas do setor já apresentam serviços para facilitar essas novas exigências. A Allianz Travel, por exemplo, oferece descontos exclusivos no teste RT-PCR para seus clientes.

Dê preferência para serviços online

Check-in, etiquetagem de malas, vistos eletrônicos e outros serviços online podem ser grandes aliados na hora de evitar aglomerações desnecessárias.

Seguro-viagem

Um bom seguro-viagem com assistência médica e equipe especializada para o atendimento em qualquer lugar do mundo é essencial paraviajar com mais tranquilidade. Além disso, consulte as regras do seu local de destino sobre o capital exigido do seguro-viagem. Outro ponto essencial para se viajar nesse período de retomada do turismo é optar por um seguro-viagem que tenha cobertura para COVID-19. O Allianz Travel, por exemplo, possui cobertura para atendimento médico e hospitalar sem custos adicionais caso o cliente seja diagnosticado com o COVID-19 durante a viagem.

B3 e Pottencial realizam o primeiro registro de seguro rural junto à Susep

Fonte: B3

A Pottencial tornou-se a primeira seguradora a registrar eletronicamente apólices de seguro rural utilizando a plataforma InsurConnect, da B3. O primeiro registro foi realizado no dia 16 de novembro, a fim de atender às exigências regulatórias da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A Circular Susep nº 624/2021 define que, a partir de 1º de dezembro de 2021, passa a ser obrigatório o registro das operações relativas às apólices, certificados e bilhetes dos seguros classificados no grupo de ramos rural.

“Mais uma vez, garantimos o pioneirismo no registro eletrônico de apólices junto à nossa parceira B3, o que foi viabilizado por um time extremamente competente e uma arquitetura tecnológica adaptável e escalável. Estes primeiros registros no Garantia, Fiança Locatícia e, agora, no Seguro Rural, reforçam que todo o trabalho que vem sendo feito para tornar a Pottencial cada vez mais plugável tem gerado resultados sólidos, que permitem que nos posicionemos como uma insurtech ágil, conectada e dinâmica”., pontua o CTO da Pottencial, Daniel Amorim.

A B3 é credenciada e homologada pela Susep para operar o Sistema de Registro de Operações (SRO) por meio do seu sistema InsurConnect. O SRO teve início em 2019 e tem como objetivo modernizar o mercado de seguros ao implementar a apólice eletrônica no Brasil e acelerar a digitalização dos contratos de seguros, tornando o processo mais ágil, transparente e com custos menores.

“O Brasil é uma potência no mercado agropecuário e a B3 acompanha e desenvolve financeiramente esse mercado há mais de 100 anos. Nesse sentido, apoiarmos o primeiro registro de seguro rural no mercado securitário, totalmente conectado com a nossa história, é um marco significativo. O seguro rural é um dos produtos com maior volumetria na agenda do SRO e a B3 já está preparada para auxiliar o mercado no cumprimento das demandas regulatórias, com entregas simples e que auxiliam os clientes no tempo adequado. A Pottencial Seguradora mais uma vez demonstrou o seu pioneirismo ao realizar as atividades relacionadas ao registro de operações de seguros antes do prazo estabelecido”, explica Ícaro Demarchi Araujo Leite, superintendente de Produtos de Seguros da B3.

Caloi faz parceria com Assurant e Santuu e lança seguro para bicicletas

Com mais de 120 anos de história e referência no setor de bicicletas no Brasil, a Caloi começa nesse mês de novembro um novo negócio no mercado de bikes: a venda de seguros. Em parceria com a Assurant (líder global em produtos e serviços de proteção ligados a vida conectada) e a start-up Santuu, a empresa disponibilizará seguro para todas as bikes vendidas pela marca no Brasil, assim como para os modelos Cannondale – outra marca do grupo Dorel Sports, do qual a Caloi faz parte. 

Com a pandemia, cresceu o interesse do brasileiro pela bicicleta, seja como veículo de transporte, lazer ou esporte. O segmento, que já vinha em expansão, teve um boom nos últimos meses, com um aumento de impressionantes 360% na procura por seguros. Assim, para atender a essa demanda e agregar valor à experiência de seus consumidores, a Caloi, marca líder do setor, cria agora esse novo produto, facilitando ainda mais a vida do ciclista. 

“A pandemia fez o mundo olhar com outros olhos para a bicicleta, seja pelo lazer, esporte ou meio de transporte. No Brasil não foi diferente. Mesmo com a economia passando por problemas, o mercado de bikes está aquecido em todas as suas frentes, e a entrada da Caloi no mercado de seguros vai dar mais tranquilidade para quem está entrando na onda dourada do ciclismo neste momento, bem como para quem já é adepto há mais tempo. Buscamos parceiros fortes e experientes para trazermos produtos diferenciados aos nossos consumidores, que podem agora assegurar o seu bem, tenha ele o valor que tiver. Para a companhia, a expectativa é alta e importante no lançamento deste novo serviço, que se conecta diretamente ao propósito da Caloi de mover pessoas por um mundo melhor”, diz Cyro Gazola, presidente da Caloi. 

Dados espaciais para seguros: como isso muda o jogo das insurtechs

Fonte: Insurtech Digital e Insutalks

A moderna indústria de seguros está mudando rapidamente. Nos últimos anos, um novo grupo de empresas chamado insurtechs tem mudado a forma como o seguro é comprado e vendido. O setor sempre foi lento para mudar, mas agora as ferramentas digitais tornam mais fácil para os clientes obter cotações de diferentes provedores em minutos.

À medida que o setor de seguros passa por uma transformação, as empresas buscam novas tecnologias e abordagens inovadoras para gerenciar riscos e determinar preços. As imagens de satélite da superfície da Terra fornecem informações para todos os níveis de negócios, desde fazendeiros até governos – para que possam gerenciar melhor seus riscos.

Neste artigo, mostraremos onde os dados espaciais entram em jogo, bem como alguns outros fatores que podem ajudar as seguradoras a competir com mais eficácia no futuro.

O programa Copernicus

A Agência Espacial Européia (ESA) está facilitando o uso de dados espaciais por parte das empresas. Por exemplo, o programa Copernicus fornece acesso fácil e gratuito a uma ampla gama de conjuntos de dados . Eles podem obter dados da atmosfera e mudanças relacionadas ao meio marinho para a terra ou aspectos ambientais relacionados às mudanças climáticas. Notificações antecipadas de segurança e desastres também são abordadas.

A ESA também está trabalhando com seguradoras em novos produtos que podem ser viabilizados por dados espaciais – por exemplo, monitoramento do crescimento da safra ou previsão de enchentes a partir de medições de chuva feitas em todo o mundo. De acordo com uma entrevista recente com o General Raymond, Chefe da Força Espacial dos EUA, ele disse: “Há uma explosão (eu sei, não é um bom termo para usar em relação ao espaço) de atividade comercial ocorrendo que vai gerar quatro trilhões de dólares economia espacial nos próximos anos. “

O Sensor de Imagem de Relâmpago (LIS)

Do outro lado do Oceano Atlântico, a NASA também está ajudando a melhorar o setor de insurtech. A agência dos EUA fornece conjuntos de dados gratuitos para uso comercial, que podem ser usados ​​por seguradoras e agências governamentais – incluindo informações de monitoramento ambiental quase em tempo real do espaço.

Por exemplo, a NASA desenvolveu um algoritmo que interpreta grandes quantidades de dados do Lightning Imaging Sensor (LIS) em seu satélite Tropical Rainfall Measuring Mission, já em 2014. O sistema pode prever raios até seis horas antes de atingirem, dando tempo para empresas a tomar precauções ou emitir avisos, se necessário.

Programa de Parceria Internacional (IPP)

De volta ao Reino Unido, a Agência Espacial do Reino Unido está executando uma iniciativa de £ 30 milhões (GBP) chamada Programa de Parceria Internacional (IPP). Este programa visa apoiar empresas estrangeiras que desejam acessar a indústria espacial britânica. Ele fornece uma plataforma para colaboração entre países, bem como oportunidades de educação e treinamento – tudo com o objetivo de aumentar o impacto do Reino Unido nos mercados globais, incluindo seguros.

De acordo com um estudo recente da Agência Espacial do Reino Unido , “embora permaneçam incipientes, vários casos de uso de tecnologia espacial no setor financeiro estão sendo testados, enquanto outros já estão sendo implantados.” Muitos especialistas prevêem que haverá um crescimento significativo na área de dados espaciais para seguros ao longo do tempo, à medida que novos aplicativos forem desenvolvidos.

Conclusão

O setor de seguros sempre coletou informações sobre os clientes para ajudar a determinar os prêmios e definir os preços de acordo, mas agora as seguradoras têm mais fontes do que nunca. Os dados de satélite são apenas uma das muitas ferramentas disponíveis para eles hoje – e estão revolucionando a maneira como monitoram carteiras e gerenciam riscos.