SudaSeg adquire sociedade de microcrédito e passa a oferecer crédito

A SudaSeg, grupo paranaense de seguros, comprou a fatia majoritária da Egoncred, que atua na região de Campinas (SP) e tem licença de Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte.

O Banco Central aprovou a entrada de Luciano Fracaro, presidente do grupo, no quadro de sócios da Egoncred que passará a se chamar SudaCred. A matriz ficará localizada em Curitiba (PR).

“Futuramente, por meio de novos aportes financeiros, obteremos 100% das quotas societárias da empresa, bem como alcançaremos o status de instituição de pagamento”, planeja.

Segundo o executivo, a companhia avaliou vários mercados a fim de ampliar os investimentos do grupo e diversificar o modelo de atuação. “Com mais essa operação, passamos a oferecer, além da proteção securitária, produtos e serviços financeiros que ajudarão a alavancar novos negócios e gerar renda”, frisa o executivo.

O Grupo Suda atua há mais de 30 anos com seguro de vida individual e empresarial. A SudaSeg Seguradora está presente em 27 Estados do País.

Susep simplifica autorização de empresas para entrada nos mercados supervisionados

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje a Resolução CNSP nº 422/2021, que simplifica as regras de autorização e funcionamento das sociedades supervisionadas para atuação nos mercados sob sua supervisão. A medida consolida todos os normativos que tratam de autorizações para as sociedades seguradoras, entidades de previdência complementar aberta, entidades de capitalização, resseguradores locais e estrangeiros e corretoras de resseguros. 

A proposta busca simplificar as regras para as autorizações, tornando os processos dos entes regulados junto à Susep mais simples e ágeis. A medida está alinhada aos princípios estabelecidos pela Lei de Liberdade Econômica, pela Política Nacional de Modernização do Estado – Moderniza Brasil e pelo Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. 

Entre os principais avanços que a medida sugere está a revisão de requisitos de entrada para permitir novas composições de investimento, por meio de holdings e fundos internacionais, além de acomodar arranjos mais modernos nas estruturas de controle. Dessa forma, a alteração viabiliza a aquisição de participações societárias nas supervisionadas, inclusive por parte de entidades estrangeiras. Permite-se, ainda, a demonstração de capacidade econômico-financeira diretamente pela entidade, possibilitando o acesso de investidores que não desejam participar da gestão. 

O diretor da Susep, Igor Lourenço, destaca como um dos aspectos relevantes da nova norma a permissão para que as supervisionadas possam realizar atividades de suporte ao seu funcionamento, bem como para que os resseguradores locais passem a prestar serviços técnicos associados a operações de resseguro e retrocessão. “Essa medida traz mais flexibilidade, facilitando a ampliação dos serviços prestados e reduzindo os custos envolvidos”, explica Lourenço

Compliance fortalecido 

Segundo o diretor, todas as modernizações foram pensadas com o propósito de facilitar o acesso ao mercado segurador, porém mantendo-se requisitos de compliance e de prevenção à lavagem de dinheiro pelas entidades supervisionadas. “Por essa razão, algumas premissas foram reavaliadas e mantidas, tais como a necessidade de comprovação de capacitação técnica para o exercício de funções específicas dos administradores, além de outros requisitos relacionados à identificação dos controladores, comprovação de origem e aplicação dos recursos”, completa Lourenço. 

Atenta à diretriz de simplificação de procedimentos, com eliminação de exigências relacionadas a eventos de baixo risco, a proposta também dispensa a necessidade de consulta prévia e homologação de diversos atos societários, passando-se a requerer, apenas, a sua comunicação, além de prever a automação da análise de casos menos complexos, concentrando esforços nas frentes de maior impacto. 

Os técnicos da autarquia destacam a relevância do processo de autorização e a importância que este ocupa na solidez, eficiência e estabilidade do mercado.  Desse modo, a nova resolução busca aproveitar o grande potencial do mercado de segurados no Brasil e aumentar a participação do setor em relação ao PIB. 

Ana Fontes e Aod Cunha reforçam a governança corporativa Seguros Unimed

Fonte: Unimed Seguros

Comprometida em manter sua governança corporativa e a qualidade da gestão, a Seguros Unimed anuncia a chegada de dois novos conselheiros externos. Chegam ao Conselho de Administração da Companhia a fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes, e o ex-secretário de Finanças do Governo do Rio Grande do Sul, Aod Cunha. Os dois profissionais reforçam competências de empreendedorismo feminino e finanças no ecossistema do grupo. 

Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed, comemora o anúncio. “Estamos muito honrados com a chegada de dois grandes profissionais do mercado, renomados em suas áreas de atuação. Com eles, vamos fortalecer as bases da nossa governança por meio de olhares externos ao negócio, possibilitando uma gestão ainda mais transparentes e inovadora, focada no resultado sustentável”. 

A Companhia segue comprometida em assegurar cuidado à saúde e proteção à vida e ao patrimônio de seus 6 milhões de clientes pelo país e, neste cenário, Fontes e Cunha reafirmam este compromisso, contribuindo para novas estratégias, novos posicionamentos e agregando inovação e diversidade na trajetória de futuro sustentável da seguradora do Sistema Unimed. 

“Estou muito feliz em poder contribuir para desenvolver ainda mais temas como impacto social, diversidade, comunicação e inclusão e continuar aproximando a empresa de discussões essenciais a todas as organizações”, afirma Ana Fontes. 

“Vejo um belíssimo papel no trabalho do médico cooperado e como a Unimed vem respondendo aos desafios da crescente demanda do setor de saúde suplementar. Estou ansioso para, por meio da experiência que tenho acumulado, aproveitar inúmeras oportunidades de crescimento e contribuir para que a história da Seguros Unimed se consolide cada vez mais”, afirma Aod Cunha. 

Conselheiros Externos na Unimed Participações 

A Unimed Participações, holding de novos negócios do Sistema Unimed, também anuncia novos conselheiros. Pela primeira vez desde a sua criação, em 1989, a empresa traz dois profissionais externos para o Conselho de Administração. Zeina Latif e Michel Levy chegam à empresa para oferecer olhares experientes em macroeconomia, finanças, gestão e inovação ao board. 

Adelson Chagas, presidente da Unimed Participações, celebra as novas contratações para garantir uma governança robusta e o acompanhamento de tendências nos segmentos de saúde e finanças. “Temos convicção das importantes contribuições desses renomados profissionais do mercado para a ampliação dos negócios do Sistema Unimed. Trazemos olhares de fora para reforçar nossas premissas de inovação, eficiência operacional e novas tecnologias a serviço do cuidado”, afirma. 

A chegada de Latif e Levy reforçam o propósito da Unimed Participações em fortalecer sua atuação como hub de inovação e de novos negócios para o Sistema Unimed, garantindo a sustentabilidade das cooperativas em âmbito nacional e oferecendo novos produtos e soluções para o ecossistema da holding. 

Susep divulga regulamentação sobre operações das sociedades seguradoras por meio de seus representantes de seguros

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou esta semana a Resolução CNSP nº 431/2021, que tem como escopo principal a revisão e simplificação da regulamentação aplicável a representantes de seguros. Com esta ação regulatória, a autarquia visa permitir novos modelos de negócios, a partir daampliação do escopo de atuação de representantes de seguros e eliminação de restrições regulatórias injustificáveis, bem como simplificar a regulamentação e dar tratamento normativo conjunto para intermediários que atuam como representantes de seguradoras.  

Entre as mudanças implementadas, estão a exclusão da limitação de ramos de seguro com os quais o representante pode atuar, a possibilidade de intermediação de contratos coletivos e de remuneração com base no resultado operacional, além da permissão para atuação na intermediação de contratos de previdência complementar aberta.  

Como reflexo da ampliação do escopo possível de atuação, o representante de seguros deverá manter processos, políticas, procedimentos e estrutura compatíveis com a complexidade dos produtos dos quais é intermediário, com a natureza dos clientes com os quais interage e com o escopo efetivo de sua atuação, considerando os diversos modelos de negócio possíveis.  

A depender do escopo de atuação previsto no contrato de representação, é possível existir representantes com atuação mais restrita à oferta e distribuição, assim como representantes com atuação mais ampla, que podem inclusive gerenciar os contratos e subscrever riscos em nome da seguradora. 

A alteração implementada viabiliza a atuação no país do modelo de negócios conhecido como Managing General Agent– MGA nas economias mais desenvolvidas. O MGA é uma entidade empresarial que recebe autorização de uma seguradora para administrar programas de seguro e negociar contratos em seu nome, podendo atuar como intermediário entre seguradoras e corretores e/ou segurados. Trabalhar com um MGA pode fornecer expertise em linhas de negócios específicas, acesso a múltiplos mercados e canais de distribuição e um processo mais eficiente na obtenção de coberturas específicas. 

A nova resolução representa significativa simplificação e reorganização normativa, inclusive com exclusão de dispositivos que já possuem tratamento em legislação ou regulamentação específica. Houve a incorporação de parte da regulamentação sobre a atuação de organizações varejistas como representantes de seguros, além de enquadramento dos correspondentes de microsseguros como representantes de seguros, de forma que a regulamentação aplicável aos representantes de seguradoras tenha tratamento consolidado. 

Vale destacar que a Resolução nº 423/2021 reflete alinhamento da regulamentação brasileira com os Princípios Básicos de Seguros para intermediários estabelecidos pela Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS, na sigla em inglês). 

Consulte o normativo neste link

Aportes em previdência privada ultrapassaram R$ 100 bilhões em 2021

Angela beatriz brasilprev

Os aportes em planos abertos de caráter previdenciário no País ultrapassaram os R$ 100,7 bilhões de janeiro a setembro de 2021, segundo o último levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). O montante é 14,1% maior do que o apurado no mesmo período de 2020.

De acordo com os dados da Fenaprevi, no acumulado os resgates foram superiores em 27,8% sobre o volume registrado em 2020, atingindo R$ 76 bilhões. Já em captação líquida, a soma dos nove meses de 2021 foi de R$ 24,7 bi, com queda de 14,3% na comparação com o ano anterior.  

Os ativos de previdência privada aberta, que possuem a finalidade de garantir o pagamento das obrigações junto aos titulares de planos de previdência contratados, estão estimados em mais de R$ 1,06 trilhão. “Nós observamos ao longo dos últimos meses a resiliência dos números de arrecadação, mesmo em um momento bastante turbulento do mercado com a pandemia Covid 19”, afirma a vice-presidente da Fenaprevi, Ângela Assis.

Ela reforça que a pandemia tem nos mostrado a importância de nos preparar financeiramente para possíveis percalços e desafios. “Nesse sentido, os planos de previdência se colocam como ferramentas essenciais para o planejamento do futuro, da longevidade financeira, da realização de sonhos e projetos”.

Ao longo do ano, dentre os planos mais procurados está o VGBL (92,3%), seguido pelo PGBL (6,9%) e os demais (0,8%). Em termos de contratação, a maior parte é de natureza individual (88,5%), enquanto na modalidade coletiva estão somente 10% dos planos. A opção para menores de idade representa somente 1,5% do total. 

Balanço mensal
Considerando apenas setembro, foram captados cerca de R$ 11 bilhões em prêmios e contribuições, frente aos R$ 9,4 bi resgatados dos planos no mesmo período. A captação líquida, valor resultante da dedução das receitas menos os resgates, foi de R$ 1,6 bilhão no total do mês. Analisando a evolução dos resultados (leitura mensal), houve 2,1% de crescimento dos aportes sobre setembro de 2020; alta de 38,2% nos resgates e queda de quase 60% na captação líquida.

Resgates
A VP da Fenaprevi destaca que os resgates têm se mostrado importantes nesse período, o que revela a função social do produto. “Os recursos estão disponíveis para as pessoas no momento em que mais precisam, seja para salvar seus negócios, para atender as necessidades do dia a dia e até mesmo aproveitar oportunidades de investimento, como no mercado imobiliário”, encerra Ângela.

Riscos climáticos são preocupação para 34% dos empresários brasileiros, revela pesquisa da Grant Thornton

Fonte: Grant Thornton

Ao mesmo tempo em que a Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU (COP26) discutiu rumos e metas para a sustentabilidade do planeta, a pesquisa global realizada pela Grant Thornton apontou que desde o início da pandemia a sustentabilidade, no Brasil, se tornou muito mais importante para 61% e um pouco mais importante para 26% dos empresários entrevistados. Na América Latina, esses índices ficaram em 53% e 28%, e globalmente em 41% e 30%, respectivamente.

Apesar de ter crescido em importância, somente 34% dos entrevistados brasileiros atribuíram esse crescimento às preocupações com as mudanças climáticas, apenas 1 ponto percentual (p.p.) acima dos empresários da América Latina (33%) e 5 p.p. a mais do que a média global (29%).

Isto mostra que ainda há muito que se avançar nessa questão da redução nas emissões de CO² e outros gases de efeito estufa em todo o planeta, pois a ONU concluiu, em relatório recente, que não é mais possível impedir que o aquecimento global se intensifique nos próximos 30 anos, com isso, a meta de limitar o aumento a 1,5ºC nas próximas décadas fica mais distante.

Na COP26, as discussões seguiram no sentido de definir metas mais ambiciosas para evitar o agravamento de eventos extremos, como ondas de calor, chuvas fortes, secas e ciclones tropicais provocadas pelo aquecimento, que, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, já atingem todas as regiões do planeta.

Por outro lado, os resultados da pesquisa mostram que o que mais estimula os empresários rumo à sustentabilidade é melhorar a eficiência operacional e reduzir custos, item igualmente citado por 48% dos entrevistados no Brasil e na América Latina, contra 42% globalmente. Melhorar o acesso ao capital e a investimentos vem em seguida, é importante para 35% dos brasileiros e latino-americanos e 37% do global. Por último, o aumento na regulamentação e requisitos de relatórios não financeiros foi citado por 19% dos respondentes (Brasil e América Latina) e 32% do global.

Com relação às ações que as empresas têm adotado para tornar o negócio mais sustentável, 57% dos empresários brasileiros afirmaram ter desenvolvido uma estratégia de sustentabilidade, índice que ficou em 47% na América Latina e 43% no global; 26% afirmaram buscar padrões externos e certificações em sustentabilidade – América Latina 25% e global 16%; indicadores de desempenho e definição de metas foi opção para 20% (Brasil), 23% (América Latina) e 29% (global); e ações baseadas em medições ESG foram citadas por 15%, 14% e 22%, respectivamente.

Outra questão relevante diz respeito às barreiras que retardam o progresso da sustentabilidade nas empresas. Para 51% dos empresários brasileiros, a principal delas é a falta de clareza em torno de novos regulamentos/requisitos, que também é apontada por 43% dos entrevistados na América Latina e 31% globalmente. A confusão em torno das melhores estruturas de medição é outro entrave, citado por 31% dos brasileiros e 26% dos latinos, com índice global de 25%. Além disso, há uma preocupação com os custos das ações (Brasil – 25%, América Latina – 28%, global – 30%), assim como com os benefícios financeiros limitados de cada ação, que preocupam 16% dos brasileiros, 17% dos latinos e 22% globalmente.

“Não há dúvida que o tema sustentabilidade vem ganhando terreno nas empresas brasileiras e foi claramente impulsionado pela pandemia da covid-19. Porém, a integração dos aspectos ESG nos negócios é um processo que envolve etapas de entendimento e implementação. Os resultados da pesquisa demonstram que muitos empresários, especialmente os brasileiros, sentem falta de clareza do que é requisito importante dentro da sustentabilidade no contexto dos seus negócios. Para agilizar e facilitar a construção de parâmetros mais concretos, a articulação conjunta e colaborativa entre governos, reguladores e organizações é fundamental”, avalia Daniele Barreto e Silva, líder de Sustentabilidade da Grant Thornton Brasil.

Para ilustrar o atual cenário, a executiva cita um estudo da Organização Mundial do Comércio (OMC) que afirma que os desastres naturais são uma ameaça real aos objetivos de desenvolvimento nacional e internacional e reforça a importância de neutralizar a emissão de gases e manter o aumento da temperatura média global em 1,5˚C até 2050, um dos objetivos da COP26. . Aponta, ainda, que a interdependência da economia mundial e a prevalência de cadeias de abastecimento globais implicam que danos à infraestrutura local ou à capacidade produtiva podem ter impactos econômicos e comerciais globalmente. “Em conjunto com seus stakeholders e assumindo uma atitude construtiva, as empresas precisam buscar mecanismos para eliminar as barreiras apontadas e avançar na agenda de sustentabilidade, para não ficarem à mercê de eventos climáticos e suas consequências, que podem abalar os negócios”, finaliza.

Qualicorp faz parceria com seguradoras e lança plataforma Qualiseguros

Bruno Blatt - CEO da Qualicorp

Fonte: Qualicorp

A Qualicorp, plataforma de planos de saúde, informou nesta sexta-feira que está ampliando seu segmento de atuação com o lançamento de uma plataforma virtual de venda de produtos de seguros: o Qualiseguros. A plataforma, que funciona como um marketplace, faz parte da estratégia da Quali de oferecer produtos além do seu core business em saúde. “Temos o plano de saúde como principal linha de negócio da Quali e agora, com o Qualiseguros, estamos oferecendo ainda mais segurança, cuidado e proteção aos nossos Clientes”, destaca em nota o CEO da Qualicorp, Bruno Blatt.

“Temos o plano de saúde como principal linha de negócio da Quali e agora, com o Qualiseguros, estamos oferecendo ainda mais segurança, cuidado e proteção aos nossos Clientes”, destaca em nota o CEO da Qualicorp, Bruno Blatt. Segundo a empresa, em diferentes frentes de seguros e assistência, a preços bem acessíveis, os clientes poderão contratar de forma descomplicada e 100% digital uma variedade de seguros. Entre as parceiras já anunciadas estão Porto Seguro, Icatu e Chubb.

Segundo a empresa, o marketplace da Quali confirma a sua estratégia de transformação em uma empresa multiproduto e multicanal. “A chegada da Quali neste segmento oferecendo seguros demonstra nosso compromisso de atender os clientes nos vários momentos da sua vida”, explica Blatt.

A novidade está disponível para todos os clientes e oferece, inicialmente, oito categorias diferentes de produtos: assistência pet, seguro para acidentes pessoais, seguro-auto, seguro-celular, seguro de vida, seguro para perda de renda, seguro residencial e responsabilidade civil profissional (proteção destinada a advogados e profissionais da saúde contra eventuais incidentes na rotina com pacientes).

O cliente da Quali encontra no marketplace produtos a partir de R$ 6,60 para contratação. Para contratá-los, basta acessar o site da plataforma qualiseguros.qualicorp.com.br ou acessar o portal do cliente e selecionar os produtos desejados.

Conforme a empresa, no site, é possível fazer a simulação da compra e comparar coberturas, assistências e serviços de diferentes seguradoras. Após escolher o seguro que melhor atende suas necessidades, o consumidor conclui a contratação em poucos minutos, de forma 100% online.

A cobertura do seguro passa a vigorar até 24 horas a partir da data de contratação, a depender do produto escolhido. O site conta ainda com um canal de dúvidas e orientações para a compra por meio do WhatsApp.

SulAmérica Investimentos lança fundo de crédito atrelado à inflação

daniela gamboa

Fonte: SulAmérica

A alta da inflação tem sido assunto frequente no dia a dia do brasileiro, ao mesmo tempo que tem fomentado oportunidades para investidores que desejam se proteger dessa alta dos preços. O SulAmérica Crédito Inflação FI RF CP LP, mais novo lançamento da SulAmérica Investimentos, é prova disso.

Segundo dados recentes do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado nos últimos 12 meses é de 10,25%, e a mais recente projeção do Banco Central dá conta de que o indicador chegue a 8,59% ao final de 2021.

Neste contexto, o novo fundo investirá em ativos como debêntures, letras financeiras e FIDCs emitidos diretamente em IPCA + spread ou sintetizados por meio de derivativos de cupom de IPCA (DAP). Os ativos serão selecionados de forma criteriosa, assim como os demais fundos da asset, com aprovação dos ativos mediante avaliação fundamentalista dos emissores.

“O fundo foca na alocação de emissores de baixo risco de crédito conhecidos como high grades.“, explica a Head de Crédito Privado da SulAmérica Investimentos, Daniela Gamboa.

No que diz respeito à gestão, o processo visa entregar retorno por meio de uma combinação de carrego dos ativos e ganho de capital. A diferença é o benchmark do produto, o IMAB-5, que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA. Além disso, o Crédito Inflação FI RF CP LP está alinhado com a resolução nº 4.661 do Banco Central, que regulamenta os fundos de pensão.

“O objetivo do Crédito Inflação é proteger o poder de compra do investidor no longo prazo e proporcione boa rentabilidade. E o casamento do benchmark deste fundo [IMA-B 5] com as metas atuariais, usualmente ligadas à inflação, nos faz acreditar que ele tem grande potencial”, afirma Gamboa.

O fundo, classificado como “Renda Fixa Livre Duração Crédito Livre” na Anbima, é destinado a investidores de perfil moderado, possui taxa de administração de 0,50% a.a. e 20% de performance do que exceder o IMA-B 5. O produto está disponível na plataforma Órama, com aplicação mínima de R﹩ 1 mil.

Insurtech PICSEL, voltada para o mundo agro, recebe aporte da Poli Angels

Picsel insurtech

Fonte: PICSEL

Com o objetivo de democratizar e desburocratizar o acesso ao seguro agrícola com uma plataforma 100% digital, a insurtech PICSEL acaba de conquistar um aporte da Poli Angels, grupo de investidores anjo criado por ex-alunos da Escola Politécnica (USP). 

Apesar da sua importância, os seguros agrícolas ainda são produtos complexos e com baixa penetração no agronegócio. A PICSEL quer mudar essa realidade, já que se estima que há mais de 4,9 milhões de produtores sem esse tipo de proteção no Brasil, o que corresponde a cerca de R$ 254 bilhões em crédito rural sem seguro agrícola. 

Em um ano como 2021, no qual problemas climáticos geraram enormes prejuízos para o setor agrícola, o assunto tomou ainda mais importância. A ocorrência de uma seca severa, seguida de duas grandes geadas, reduziu o valor da produção do milho no Paraná em R$ 11,3 bilhões, enquanto no Mato Grosso do Sul a redução foi de R$ 7,7 bilhões. 

Em Minas Gerais, produtores de café tiveram prejuízos da ordem de R$ 9 bilhões. Por sua vez, a cana-de-açúcar sofreu a pior quebra de safra dos últimos dez anos, com expectativa de redução de 5 milhões de toneladas de açúcar e 3 bilhões de litros de etanol.

“Optamos por receber o aporte dos associados da Poli Angels, que nos possibilitará seguir um caminho de crescimento para nos transformar em uma das principais insurtechs do agronegócio. Nesse momento tão importante em que recebemos o aporte, também acabamos de ser aprovados na segunda edição do sandbox regulatório da SUSEP. Ter acesso ao conhecimento e a rede de networking dos investidores será fundamental para subscrever riscos e levar aos produtores rurais uma nova experiência em seguros”, explica Daniel Miquelluti, co-fundador e COO da PICSEL.

“Enxergamos muito potencial de expansão na PicSel, já que menos de 20% do mercado de agrícola conta com seguro para reduzir os riscos das suas safras. Ou seja, há uma perspectiva de crescimento exponencial para oferecer soluções digitais para fazendas e empresas agrícolas, assim como para as seguradoras e reguladoras de seguro.”, comenta Mario Humberg, da Poli Angels, que liderou os investidores nesse aporte.

Geneva Association debate desafios para o setor mundial de seguros

Patrick Larragoiti, presidente do conselho da SulAmérica, e Antonio Cassio dos Santos, presidente do conselho do IRB Brasil Re, participam da Assembleia Geral da Geneva Association, a “think tank” da indústria mundial de seguros. Neste encontro, que acontece todos os anos na Suíça e reune os principais CEOs de empresas de seguros do mundo todo, todos comemoram como as seguradoras responderam imediatamente às restrições da pandemia, incluindo o trabalho remoto e continuando a cumprir promessas aos clientes.

O setor também se mostrou resiliente financeiramente, principalmente em comparação com a crise financeira de 2008. No entanto, embora a pandemia tenha revelado oportunidades para a indústria reafirmar sua proposta de valor no apoio à sociedade, ela também deixou claro que as seguradoras sozinhas não podem proteger a sociedade contra riscos sistêmicos como pandemias.

O mundo está começando a emergir da pandemia COVID-19 e as empresas estão se adaptando novamente. O encontro, que acontece hoje, dia 12, tem como debate um lugar para líderes globais de seguros trocarem opiniões sobre as mudanças em andamento e como o cenário de risco e a indústria de seguros serão afetados a longo prazo, examinando desafios e oportunidades.

Temas do encontro:

Mudança climática: Como o mundo se tornará Net Zero?, com mediação de Joachim Wenning, presidente do conselho da Munich Re

  1. Inteligência Artificial: Um progresso para a humanidade ou uma ameaça para as sociedades?, com palestra do Nobel de economia Paul Krugman e mediação de Yuan Siong Lee, presidente da AIA

Mitigando o aumento da desigualdade social: qual o papel da industria de seguros?, com mediação de Charles Lowrey, chairman e CEO da Prudential Financial

Diversidade e Inclusão. Por que isto importa”?, com mediação de Brian Duperreault, da AIG

“As seguradoras desempenham um papel fundamental ao possibilitar a inovação e a prosperidade em todas as áreas da economia. Podemos ser um agente chave na redução do risco da transição para um futuro sustentável, alavancando nossos pontos fortes e experiência em análise de dados, precificação, gestão de risco e prevenção. Os governos também têm um papel poderoso a desempenhar. Eles podem dar sinais fortes, estabelecendo uma agenda focada, definindo prioridades climáticas consistentes e fornecendo novo capital para acelerar o crescimento da tecnologia limpa”, disse em recente debate sobre carbono zero, Charles Brindamour, CEO da Intact Financial e presidente da The Geneva Association.

Para Maryam Golnaraghi, diretora de Mudanças Climáticas e Meio Ambiente da Geneva Association, enfatizou: “O papel das seguradoras na avaliação, precificação e gerenciamento de riscos não testados associados a novas tecnologias e processos será fundamental para a implementação em larga escala e levantamento de capital privado. Estamos felizes de poder iniciar uma pesquisa sobre ‘soluções inovadoras de seguro para reduzir o risco de tecnologias climáticas em direção ao carbono zero’. ”