C6 Bank passa a vender seguro de vida da FairFax

O C6 Bank fez parceria com a FairFax (FF Seguros) para ofertar no app o Seguro C6 Vida, seguro de vida com oferta personalizada. “Contratar um seguro de vida pode ser uma tarefa delicada. Por isso, elaboramos uma experiência não invasiva, descomplicada e transparente. A oferta é baseada no conhecimento que temos do cliente e exige apenas uma resposta positiva ou negativa para a pergunta: ‘Como vai sua saúde?’”, explica Fabio Basilone, head de Seguros do C6 Bank, em comunicado.

“O seguro C6 Vida tem uma linguagem simples, é bastante acessível e de fácil contratação”, afirma Evandro Baptistini, head de Affinity da Fairfax, que defende o desenvolvimento de processos menos burocráticos e mais transparentes para melhorar a experiência do cliente ao adquirir um seguro.

Um dos diferenciais do Seguro C6 Vida é a possibilidade de contratação de um auxílio para divisão de bens. O valor, adicional à cobertura total, é equivalente a 4% do patrimônio informado e pode ser usado para despesas burocráticas e impostos – gasto que nem sempre está no planejamento dos familiares. Além disso, o produto inclui assistência funeral de até R$ 5 mil por falecimento de até oito familiares, incluindo o segurado. Esse serviço é oferecido pelo C6 Bank em parceria com a prestadora de serviços funerários Memorial International.

Índice de Preços do Seguro Automóvel (IPSA) – Valor do seguro volta a subir em setembro

TEx Tecnologia

Fonte: TEx

A TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador, divulga os números de setembrodo IPSA – Índice de Preços do Seguro Automóvel. O estudo aponta a variação mensal dos preços do seguro auto de acordo com gênero, região, faixa etária e idade do veículo. 

O IPSA indica que em setembro o valor do seguro aumentou, tanto para homens como para mulheres, com crescimento médio de 5,3% comparado com o mês anterior. Por exemplo, ao contratar o seguro para um automóvel de R$ 50 mil, o valor do seguro passou de R$ 2.450 para R$ 2.550. “A alta observada em setembro pode indicar reflexo da escassez de peças que aumenta o custo de reparo para as seguradoras”, explica Genildo Dantas. 

O estudo da TEx também traz informações quanto a evolução dos valores por gênero. Em setembro, o percentual do seguro para mulheres foi de 4,6%, enquanto para homens subiu 5,4%. O que indica que o valor final do seguro é cerca de 18% mais caro para os homens. Isso acontece porque há maior reincidência de homens em acidentes graves e com perda total do veículo. 

Quando a comparação é por faixa etária, o IPSA de setembro mostra que os motoristas mais novos costumam pagar mais pelo seguro automotivo. Os nascidos entre 1990 e 2014, conhecidos como geração Z, podem pagar quase o dobro (7,8%) do que os nascidos entre 1943 e 1964, conhecidos como Baby Boomer (3,8%). 

A região que o segurado reside também é um dos fatores analisados para precificação dos seguros. Para se ter uma ideia, em setembro, o seguro na Região Metropolitana do Rio de Janeiro chegou a ser 54% superior à Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

Analisando apenas a tabela FIPE, o IPSA revela que houve um aumento expressivo na taxa do seguro nos veículos de até R$ 30 mil, com variação de 8% em agosto chegando a 8,7% em setembro. 

Outros fatores que interferem nos preços dos seguros são a idade do veículo e a quantidade de KM rodados. O estudo aponta que o valor do seguro para um carro usado, de 6 a 10 anos, custa quase o dobro de um zero KM.

Vale lembrar que o IPSA é produzido com base nos dados do TEx Analytics, ferramenta de inteligência de mercado desenvolvida pela TEx e é dividido em seis indicadores: IPSA, que mede a inflação geral e leva em consideração segurados de ambos os sexos de todo o país. 

Com mais R$ 3,5 bilhões de prêmios transmitidos por ano e mais de 2.000.000 de cotações por mês realizadas no TELEPORT, solução de Gestão e MultiCálculo da empresa para Corretoras de Seguros, é possível afirmar que a TEx possui o maior dataset do mercado, com abrangência nacional e mais de 20 mil Corretores utilizando suas soluções diariamente. “Essa penetração possibilitou a criação do Índice de Preços do Seguro Automóvel. O IPSA traz um panorama exato do cenário do seguro auto no Brasil”, comenta Emir Zanatto, Sócio e CEO da TEx. 

AIG lucra US$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre de 2021

Fonte: Dow Jones Newswires

A seguradora American International Group (AIG) registrou de US$ 1,66 bilhão no terceiro trimestre deste ano. O resultado representa um salto de 490% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de US$ 281 milhões.

O lucro ajustado por ação foi de US$ 0,97, acima da previsão de US$ 0,90 feita por analistas consultados pelo FactSet.

A chamada receita ajustada da AIG é observada de perto por analistas de Wall Street porque exclui certos itens julgados não recorrentes. No período citado, a AIG totalizou US$ 837 milhões na receita ajustada, um aumento de 18% na comparação anual.

Os resultados do ano passado foram prejudicados pelos lockdowns por conta da pandemia, o que prejudicou os negócios da AIG em seguro de viagens. A AIG havia assumido uma cobrança de US$ 185 milhões no terceiro trimestre contra ganhos por perdas estimadas da covid-19. Os resultados do ano anterior também foram prejudicados por custos relacionados a um desinvestimento.

A AIG informou que sua unidade de seguros gerais, que é um dos maiores vendedores mundiais de seguro de acidentes de propriedade para empresas em todo o mundo, continuou a mostrar melhorias em termos de indicadores de lucro cruciais.

O lucro de subscrição da seguradora para o trimestre mais atual incluiu US$ 628 milhões em catástrofes, predominantemente do furacão Ida, bem como inundações no Reino Unido e na Europa. Isso em comparação com US$ 790 milhões em catástrofes em igual período do ano anterior, que incluiu US$ 185 milhões de perdas estimadas em relação à covid-19.

A AIG está se preparando para uma oferta pública inicial (IPO) de sua unidade de seguro de vida e aposentadoria. No início deste mês, a empresa fechou a venda de uma participação acionária de 9,9% na unidade para o Blackstone Group.

Porto Seguro e Cosan formam joint venture em assinatura de veículos

Porto Seguro

Fonte: Reuters, Por Aluisio Alves

A Porto Seguro e a empresa de energia e logística Cosan anunciaram nesta segunda-feira a formação de uma joint venture de assinatura de veículos e de gestão de frotas, com a crescente aposta de ambas em mobilidade urbana.

A joint venture terá participação de 50% de cada sócia, com a Porto Seguro participando do negócio por meio de sua unidade Carro Fácil, que já atua em assinatura de veículos. A Cosan vai aportar cerca de 300 milhões de reais na parceria.

Criado em 2016, o Carro Fácil, serviço de assinaturas de carros zero quilômetro, tem crescido mais de 50% ao ano, e atualmente tem uma base de quase 10 mil clientes, disse o presidente-executivo da Porto Seguro, Roberto Santos.

Na saída, o negócio com a Cosan manterá foco atual na assinatura de veículos leves da Carro Fácil, que vende planos de 12 a 24 meses, com preços mensais de 1,7 mil a 5 mil reais.

“Estamos vendo uma avenida de crescimento movida pelas novas relações das pessoas em relação a automóveis”, afirmou Santos em entrevista à Reuters.

Ainda relativamente pequeno no Brasil, o mercado de assinatura de carros tenta ganhar tração buscando clientes em busca de ter o veículo como um serviço, ficando livres de burocracias com licenciamento, compra e venda, seguros, etc.

Para Porto Seguro e Cosan, a parceria evidencia a busca de fontes alternativa de receitas, ao mesmo tempo em que se vêem direta ou indiretamente desafiadas por novos negócios, como plataformas digitais de seguros ou a crescente demanda por veículos elétricos.

A Porto Seguro anunciou em junho a compra de 50% da empresa de pedágio eletrônico ConectCar, passando a dividir o controle da empresa com o Itaú Unibanco, seu maior sócio, que também tem feito parcerias na área de mobilidade urbana.

Já a Cosan, sócia da rede de postos de combustíveis Shell, vem na esteira de uma reorganização societária enquanto diversifica suas linhas de negócios, apostando em segmentos alinhados à menor emissão de carbono. Nos últimos meses, anunciou investimentos em startups ligadas ao setor e uma segunda fábrica de etanol celulósico.

Segundo Luis Henrique Guimarães, presidente-executivo da Cosan, na parceria com a Porto Seguro serão gradativamente incluídos na oferta de assinatura veículos com “menor pegada de carbono, inclusive elétricos…Vai depender da demanda”, disse.

Definição da PEC dos Precatórios poderá trazer de volta cenários menos voláteis para 2022, avalia CNseg

Pedro Simoes, CNseg

Os analistas consultados no Relatório Focus continuam a promover ajustes graduais e de valência predominantemente negativa em suas expectativas para a economia brasileira. Segundo o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, isso resulta do cenário ainda incerto em relação à tramitação da PEC dos Precatórios – interpretada, por grande parte dos analistas do mercado, como um “furo” no Teto de Gastos, que é a âncora fiscal da política econômica brasileira. 

“A partir da definição sobre a PEC dos Precatórios os cenários para o ano que vem começarão a ficar mais claros. Se não for aprovada, o Governo deve definir um plano alternativo para ampliação das transferências, que pode passar pelo retorno do Auxílio Emergencial, mas toda essa incerteza tende a trazer ainda mais volatilidade ao mercado”, segundo o economista. “Nesta semana, temos também o IPCA, que pode vir acima de 1%, o que deve levar a nova alta no acumulado de 12 meses e aumenta a chance de a inflação fechar este ano em dois dígitos”, acrescentou.

“A Ata da mais recente reunião do Copom, divulgada na semana passada, trouxe um tom claramente mais duro que o comunicado que acompanhou a decisão, indicando que se chegou a discutir uma elevação maior do que a de 1,50p.p., que levou a Selic a 7,75%, e que a taxa básica de juros, ao final do ciclo de aperto, poderá ficar acima daquela indicada pelo cenário básico do Banco Central”, avalia Simões. “Os riscos fiscais, de que o mercado sentiu falta no comunicado, foram tratados de maneira mais clara, ainda que a Ata não cite explicitamente o Teto dos Gastos”, explica o economista, que destaca ainda a revisão significativa da projeção para o PIB do ano que vem, que caiu de 1,2% para 1,0%.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Laado Mais Seguro fará Semana do Planejamento Financeiro, evento on-line e gratuito, de 8 a 12 de novembro, no YouTube

Laado A educação financeira

Quem não quer melhorar de vida? O problema é que muitos acreditam que a solução é só ganhar mais dinheiro. No entanto, esse discurso sedutor é só a ponta do iceberg que desconsidera as questões comportamentais e os riscos que fazem parte da vida. Com mais de 70% das famílias endividadas, a pandemia mostrou que a falta de educação financeira e um planejamento adequado pode tornar a vida financeira ainda mais desafiadora.

“O mercado financeiro ainda tem uma linguagem muito voltada para uma pequena parcela das pessoas que se interessam por investimentos. Mas o que percebemos na prática, nas consultorias individuais, é que a grande maioria têm suas carreiras e se veem paralisadas diante de tanta informação. Elas têm a preocupação com o futuro, querem investir melhor mas não querem virar investidores profissionais”, destaca Nelson Paiva, sócio e diretor executivo da Laado.

Essa é uma evolução natural do mercado financeiro no Brasil. Assim como os investimentos, os seguros e a gestão financeira são pilares de um planejamento financeiro de vida. Mas costumam ser tratados como coisas separadas. E o que pesquisadores de finanças comportamentais e vencedores de prêmio Nobel de Economia como o Daniel Kahneman e o Richard Thaler mostram é que as pessoas têm dificuldades de tomar decisões financeiras complexas. E o planejamento é uma das estratégias que melhora e facilita essas escolhas no dia a dia.

Percebendo essa carência, a Laado Mais Seguro vai realizar entre os dias 8 e 12 de novembro, às 14h14, uma série de cinco lives gratuitas no YouTube para ajudar as pessoas a construir um planejamento financeiro de um jeito mais simples e seguro de verdade. Das dívidas aos investimentos, passando por todos os pilares do planejamento. O evento também integra a 8ª Semana Nacional de Educação Financeira.

Sobre a Laado Mais Seguro

A Laado Mais Seguro nasceu há cinco anos como uma consultoria independente e especializada em seguros de vida. De lá para cá, o negócio cresceu e hoje a empresa é uma consultoria de planejamento financeiro completo. “Os seguros são um dos pilares para uma vida financeira saudável. Mas ele precisa fazer parte de uma estratégia de vida, que inclui o planejamento, o controle orçamentário e as estratégias de investimentos. O que sempre reforçamos para as pessoas nas redes sociais é que investir sem planejar, sabe lá aonde vai chegar”, ressalta Nelson Paiva, sócio e diretor executivo da Laado.

Serviço: Semana do Planejamento Financeiro +Seguro

De 8 a 12 de novembro, às 14h14

On-line e gratuito

Inscreva-se em https://conteudo.laado.com.br/semana-do-planejamento-financeiro

Temas:

Live 1 – 8/11: Como sair das dívidas

Live 2 – 9/11: 5 estratégias para organizar suas finanças pessoais

Live 3 – 10/11: Indicadores financeiros pessoais

Live 4 – 11/11: Estratégias de proteção financeira que valem a pena (Seguros de vida, renda, doenças graves, cirurgia e outros)

Live 5 – 12/11: Começando a investir do zero

Youtube: https://www.youtube.com/c/LAADOMaisSeguro

Instagram: https://www.instagram.com/laadomaisseguro

Bradesco Seguros faz parceria com FS Security para oferecer soluções de segurança digital

Data: 25.05.2018 Local: Rio de Janeiro, RJ. Cliente: Bradesco Seguros Assunto: Ney Dias, diretor do Bradesco Auto/RE. Fotógrafo: Julio Bittencourt Assistente: Luiz Michelini

A Bradesco Seguros passa a oferecer cobertura para aplicativo bancário. Destinado a correntistas do banco Bradesco, a novidade tem como objetivo garantir o seguro em caso de transações indevidas, realizadas por terceiros, em situações como perda, furto simples, furto qualificado ou roubo do dispositivo móvel, e/ou coação sofrida pelo segurado. Assim, consumidores terão acesso a coberturas, em casos de operações indevidas via Transações PIX, Transferências, TED, DOC, pagamentos de boletos e recarga de crédito em telefonia móvel. O seguro está disponível aos clientes do banco Bradesco desde o dia 25 de outubro.

“A criação do produto acontece em um momento oportuno e necessário, em que capitais brasileiras registram aumento no número de roubos de celulares. Diante deste cenário, a Bradesco Seguros viabiliza para o mercado soluções que atendam à real necessidade de consumidores e ofereçam proteção, a partir de investimentos em inovação e tecnologia”, declara Ney Dias, diretor-presidente da Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros.

A oferta do produto foi viabilizada com a parceria fechada com a empresa de tecnologia FS Security. Pelo acordo, a FS vai disponibilizar aos clientes que adquirirem o Seguro Proteção Digital toda a sua linha Hero. Ela inclui desde a assistência técnica remota Suporte Digital, voltada a multiplataformas, até o Cloud, para armazenamento seguro de dados em nuvem e o antivírus para navegação protegida na internet. 

Landim: a indústria de seguros ainda pode avançar na oferta de serviços de cibersegurança como benefício ao cliente

“Nossa linha de produtos Hero é uma solução de segurança robusta para o consumidor final da Bradesco Seguros, já que ele receberá uma assistência 100% digital. Além de agregar qualidade ao usuário nos benefícios a que ele tem direito, garantimos a proteção dele no ambiente virtual à medida em que fica protegido de fraudes e outros ataques”, avalia o CEO da FS, Carlos Landim.

Dessa forma, os segurados contarão com maior proteção em suas apólices, incluindo a vertente de tecnologia entre os benefícios, além de oferecer, conforme uma tendência recente da indústria de seguros, produtos e serviços digitais com soluções próximas do dia a dia dos clientes – exclusivamente, correntistas do banco.

“Embora esteja em crescimento, a indústria de seguros ainda pode avançar na oferta de serviços de cibersegurança como benefício ao cliente. É isso que nos motiva nessa parceria com uma empresa com a tradição e o reconhecimento de mercado da Bradesco Seguros”, comenta o CEO da FS.

Educação em Seguros presente na 8ª Semana ENEF

Solange Beatriz_CNseg (2)

Fonte: CNseg

A CNseg e empresas do setor de seguros se preparam para apresentar as principais ações no campo da educação em seguros durante a 8ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF). A abertura do evento ocorre nesta segunda-feira (8/11), a partir das 10h, e poderá ser acompanhada pelo canal do Banco Central no YouTube. A Semana ENEF, iniciativa do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF), do qual a Susep faz parte, acontece anualmente desde 2014, com a finalidade de promover ações de educação financeira no país. A Semana ENEF encerra-se no domingo,14.

A edição deste ano terá como tema central “Planejamento, Poupança e Crédito Consciente: O PLA-POU-CRÉ e a sua saúde financeira”, reunindo, mais uma vez, diversas instituições do País e até mesmo pessoas físicas que promovem ações e iniciativas de educação financeira, previdenciária, securitária ou fiscal. São palestras, cursos, oficinas, campanhas de divulgação e webinars, entre outras ações.

Dentro da programação da 8ª Semana ENEF, a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg participará do painel “Iniciativas do mercado para a educação e inclusão securitária no Brasil”, promovido pela Susep nesta terça-feira, 9, às 15h. O evento contará com as seguintes participações: Rafael Scherre, Diretor da Susep; Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora-Executiva da CNseg; Maria de Fatima Mendes de Lima, Diretora da Fundación MAPFRE no Brasil; Marcela Vavassori Machado Dias Luiz, Coordenadora de Recursos Humanos da Tokio Marine; Bárbara Possignolo, Head of Legal & Compliance da Pier e Diretora Presidente da ABInsurtech; Felipe Barranco, Founder & CEO da Flix, e André Gregori, CEO da Thinkseg.

A CNseg planeja promover, também, ações próprias de educação em seguros durante a edição 2021 da Semana ENEF. São elas: iniciativas nas redes sociais – como stories no Instagram e enquetes; posts no LinkedIn do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano; entrevistas na Rádio CNseg sobre a importância da Semana ENEF para o mercado segurador, e notícias alusivas ao evento no portal da CNseg. “A informação é a principal ferramenta para tomada de decisão qualificada. Informação gera conhecimento. É esse conhecimento compartilhado com toda a sociedade e consumidores que agrega valor ao seguro e permite assegurar proteção em momento de infortúnio, perda de patrimônio ou renda, doença, entre outros riscos”, afirma Solange Beatriz.

A Semana ENEF é uma importante oportunidade para o setor de seguros expor algumas de suas ações educativas para os mais variados públicos, integrantes do Programa de Educação em Seguros promovido pela Confederação. Entre as quais, a publicação de livretos e cartilhas sobre temas ligados à educação securitária, o Glossário de Seguros , a programação do Canal CNseg no YouTube – , composta por webinars, webtecs e as ações “Segure Aí” e “Que Seguro é Esse?”; as ações em mídias sociais; as parcerias com instituições de ensino e entidades de defesa do consumidor – como o “Colóquio de Proteção do Consumidor”; o “Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros” – iniciativa da CNseg, até a promoção ou participação em workshops.

Para Solange Beatriz, todas essas ações educativas ampliam as habilidades para a tomada de boas escolhas no campo do seguro, colaboram para reduzir as vulnerabilidades de toda a sociedade, e, por fim, empoderam os consumidores, a partir de conhecimento específico e da maior compreensão dos produtos.

“Maratona Social Zurich” promove discussões sobre a sociedade atual junto a instituições apoiadas pela seguradora

fotos Ricardo Benichio/divulgaçao
fotos Ricardo Benichio/divulgaçao

Fonte: Zurich

Desde o começo de 2020, o mundo passou por muitas mudanças por conta da pandemia. A forma como trabalhamos, vemos e interagimos com o planeta, entendemos a sociedade e até mesmo como usamos e lidamos com a tecnologia já não é mais a mesma. Aos poucos, estamos aprendendo a viver nessa nova fase pós-Covid-19. Um caminho sem volta e que aponta para novos desafios.

Pensando nesta transição que está em pleno curso, recentemente a seguradora Zurich promoveu um evento online chamado “Maratona Social Zurich”, com palestras, bate-papos e consultorias pensadas para ajudar instituições e seus assistidos a ficarem por dentro das inovações e das necessidades do mercado de trabalho, do meio ambiente e das relações entre as pessoas numa sociedade em constante transformação.

O evento contou com conferências e discussões sobre diferentes temáticas, como empreendedorismo, educação financeira, futuro do consumo, confiança na sociedade digital (com dicas sobre cyber bulling e golpes virtuais, por exemplo), diversidade e inclusão e até as competências que serão valorizadas no ambiente de trabalho nos próximos anos – por meio das quais os participantes puderam ter consultorias sobre carreira, primeiro emprego e elaboração de currículo. 

A Maratona Social é apenas uma das muitas iniciativas de empreendedorismo e questões sociais que a Zurich vem promovendo. No final de 2020, por exemplo, a empresa realizou uma palestra como Instituto Locomotiva, que também esteve presente na “Maratona”, porém, voltada especificamente à educação financeira – que é uma bandeira que a seguradora defende e se preocupa.

“Acreditamos que nosso papel vai muito além de oferecer seguros; precisamos também promover as mudanças necessárias para transformar o mundo. Através desse tipo de evento, conseguimos difundir o conhecimento interno e alcançar diversos tipos de pessoas, em todos os lugares e especialmente junto a instituições cuja atuação já é, por si só, transformadora”, diz Superintendente de Marketing e Comunicação da Zurich no Brasil, Ana Quintela. 

Participaram do evento as seguintes instituições: Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores (IPPE), Instituto Locomotiva, Instituto Techmail, GRAAC e a Orquestra Sinfônica de São Paulo (OSESP). A seguir, confira um resumo sobre algumas palestras, bem como depoimentos de membros de algumas das instituições apoiadas pela Zurich que participaram do evento.

Futuro do consumo

Com apresentações de Lucía Sarraceno e Ismael Andrade, respectivamente Superintendente de Canais Digitais e Relacionamento com o Cliente e Superintendente de Seguros Massificados na Zurich do Brasil, a palestra “Futuro do Consumo” teve como foco principal discutir o desenvolvimento tecnológico e mostrar como os produtos no mercado mudam de acordo com a necessidade social.

“O futuro do consumo demonstra o foco cada vez maior consumidor. Nesse contexto, pode-se esperar que os desejos, anseios, dificuldades e particularidades desse público tornam-se elementos ainda mais poderosos tanto para marcas quanto para os próprios clientes”, constatou Clarice Tolentino, do IPPE (Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores), uma das participantes da audiência da palestra sobre o Futuro do Consumo.

Confiança na sociedade digital

Com o objetivo de instruir como as pessoas precisam se comportar e se proteger no meio digital, a palestra “Confiança na Sociedade Digital” foi comandada por Fábio Souza e Roberto Kazuhisa, respectivamente Especialista em Sistemas e Gerente de Projetos na Zurich do Brasil. Alta exposição, golpes na internet, cyber bullyng e fakes news foram termas discutidos ao longo do painel, que contou também com dicas de como ter mais segurança no meio digital para crianças, adolescentes, pais, educadores, idosos e técnicos.

Nickson Baldoino, colaborador na GRAACC que assistiu às palestras, contou como esse tema foi importante para seu desenvolvimento pessoal e profissional. “Poder participar das discussões com especialistas, trocando informações e dúvidas com outras pessoas e organizações, contribuiu ainda mais para a experiência da maratona, em especial na palestra sobre ‘Confiança na Sociedade Digital’. Mais que atual, este tema tem impacto direto na forma em que construímos relações e evoluímos enquanto cidadãos, conectados e compartilhando informações constantemente”, relatou. 

Diversidade e Inclusão

Caio Gama, da área de recursos humanos da Zurich do Brasil, ficou responsável pelo tema “Diversidade e Inclusão”, que discutiu as diferenças entre identidade de gênero, orientação sexual, sexo biológico e expressão de gênero. Além disso, ressaltou a importância da inclusão dentro do ambiente do trabalho. O colaborador explicou as diferenças de cada identidade de gênero e o significado da sigla LGBTQIA+, bem como os benefícios da adesão a uma linguagem neutra, que garante respeito aos não-binários. 

Ester Neves, aluna do Instituto Techmail, participou da palestra e contou o quanto o tema a tocou. “Aprendi que o conhecimento derruba a barreira do preconceito, porque te faz entender a outra pessoa, ter a dimensão do seu dia a dia, das suas vivências e lutas. A empatia e o respeito nos fazem humanos e não há nada que desejamos mais que a paz de sermos livres e o poder de expressarmos nossa sexualidade, sem o medo de sermos discriminados. Caio nos mostrou como a Zurich combate o preconceito e vai além, proporcionando oportunidades”.

Lucro da BB Seguridade recua 8,6% no acumulado até setembro, para R$ 2,7 bilhões

BB Seguridade

Fonte: BB Seguridade

A BB Seguridade registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,7 bilhões, queda de 8,6% ante igual intervalo de 2020. No terceiro trimestre de 2021, o ganho ficou em R$ 975,822 milhões, com queda de 11% frente ao mesmo período do ano passado. Os prêmios emitidos de seguros atingiram R$ 8,9 bilhões no acumulado do ano, alta de 16,9% ante os nove meses de 2020, No terceiro trimestre totalizaram R$ 3,4 bilhões, com alta de 19,4% sobre o mesmo período do ano passado.

Segundo comunicado, no terceiro trimestre, o resultado da BB Seguridade foi negativamente impactado pelo descasamento temporal na atualização de ativos e passivos vinculados ao IGP-M na Brasilprev, efeito que é neutro para o resultado ao longo do tempo. Adicionalmente, o aumento de 5 p.p. da alíquota de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de sociedades seguradoras e de capitalização, em vigor até o final deste ano, conforme Lei nº 14.183/21, retirou R$ 30,5 milhões do lucro da companhia.  

Em bases normalizadas, que refletem o desempenho estrutural da companhia ao excluir ambos os efeitos mencionados acima, o lucro líquido acumulado até setembro de 2021 ficou praticamente estável em relação ao mesmo período de 2020. Na visão trimestral, houve crescimento de 10,2% em relação ao 3º trimestre de 2020 e de 20,0% em relação ao 2º trimestre de 2021. 

Ao comparar o desempenho do terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre de 2021, fica evidente o início da recuperação do resultado, após um primeiro semestre severamente impactado pelo pior momento da pandemia e pela alta do IGP-M. O resultado operacional consolidado cresceu 12,4%, com a sinistralidade combinada dos seguros relacionados à vida retornando aos patamares do primeiro trimestre de 2021, em função da queda no número de mortes por Covid-19 no país.

Já o resultado financeiro combinado, que no segundo trimestre foi negativo em R$ 101,7 milhões, voltou a ser positivo no terceiro quarto do ano, totalizando uma contribuição de R$ 14 milhões para o lucro líquido ajustado, reflexo da desaceleração do IGP-M e alta do IPCA, além de aumento da taxa média Selic.  

Destaques: 

  • Seguros: prêmios emitidos crescem 16,9% no 9M21 e sinistralidade começa a melhorar 

Os prêmios emitidos foram impulsionados pelo forte desempenho em seguros rurais (+36,6%), puxado pela alta nos custos de produção e no crédito para custeio da safra 2021/2022; seguros de vida (+19,4%), com crescimento das vendas e aumento do prêmio na renovação; e seguros residenciais (+21,4%), devido ao maior volume vendido. 

A sinistralidade, que na visão acumulada até setembro de 2021 teve alta de 12,3 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado, como consequência da maior frequência de avisos em produtos com cobertura por morte a partir do agravamento da pandemia, iniciou tendência de queda no 3º trimestre, retraindo 9,8 p.p. em relação ao segundo trimestre do ano, reflexo do avanço na imunização da população. No acumulado do ano, a BB Seguros já registrou R$676 milhões em avisos de sinistros relacionados à COVID-19, sendo que desde o início da pandemia o montante já soma R$904 milhões. 

  • Previdência: captação bruta cresce 16,7% e 228 mil novos planos são adicionados até setembro de 2021 

A captação bruta para a previdência nos nove primeiros meses de 2021 totalizou R$33,7 bilhões, o melhor ano da história da companhia para esse período. Em doze meses, houve a adição líquida de 228 mil novos planos de previdência à base da companhia. 

Até setembro de 2021, foram alocados mais de R$68,6 bilhões em fundos multimercado, volume 4,5 vezes superior ao registrado em 2020, o que representa cerca de 69% da captação líquida para fundos multimercado na indústria de previdência. O saldo de reservas totais cresceu 4,4% em 12 meses e alcançou R$310,8 bilhões ao final de setembro/2021.   

  • Capitalização: reservas de capitalização alcançam saldo de R$8,0 bilhões e base de clientes cresce 13% em doze meses 

A arrecadação com títulos de capitalização acumulou R$3,2 bilhões no ano, com foco na distribuição de títulos de pagamento mensal, que cresceu 34,6% no período, o que contribui para uma maior previsibilidade e recorrência dos resultados futuros, apesar de impactar os volumes de arrecadação no curto prazo devido ao menor tíquete médio. Ao longo dos primeiros nove meses, a Brasilcap distribuiu R$48,1 milhões em prêmios de sorteio. 

  • Planos odontológicos: 17 mil novas adesões 

Nos noves primeiros meses de 2021, a base de planos pessoas físicas cresceu mais de 32% se comparado com o mesmo período do ano passado, com aumento de quase 50% no total de vendas realizadas por meio de canais digitais.