AM Best matém rating do IRB Brasil RE

IRB Brasil re

Fonte: IRB

A AM Best Rating Services, agência global de classificação de ricos com foco exclusivo no setor de seguros e resseguros, informou hoje (16/12) a manutenção do Rating de Força Financeira do IRB Brasil RE em “A-” (Excelente) e a Classificação de Crédito de Longo Prazo do Emissor em “a-“. “A manutenção do rating é o reconhecimento de que as medidas de recuperação financeira e da credibilidade da companhia estão surtindo resultados”, diz o vice-presidente executivo de Riscos, Conformidade e Jurídico do IRB Brasil RE, Carlos Guerra.

De acordo com a análise da AM Best, o balanço patrimonial do IRB Brasil RE foi classificado como “mais forte”. Já o desempenho operacional, segundo a análise, começa a mostrar uma tendência favorável, com os esforços contínuos para reestruturar a carteira de negócios. “É considerado adequado quando comparado com os pares”, afirma a AM Best, ressaltando ainda a influência de questões macroeconômicas nos números e o reforço de provisões realizado pela companhia.

A AM Best destaca ainda que o IRB Brasil RE é o player dominante no Brasil, com linhas de negócios diversificadas e perfil “neutro”. Em relação ao gerenciamento de riscos corporativos, a análise o considera “apropriado” e destaca a chegada dos novos CEO, Raphael de Carvalho, e CFO, Willy Jordan, assim como a nomeação de um diretor dedicado a Riscos, Daniel Volpe, com reporte direto ao CEO e a presença de oito conselheiros independentes no Conselho de Administração. “A AM Best reconhece que o IRB tomou muitas medidas para reforçar suas estruturas e governança, e essas melhorias têm ajudado na estabilização de suas operações”, afirma o relatório.

A perspectiva “negativa” atribuída pela AM Best, de acordo com o documento, ocorre, pois, “apesar das recentes melhorias operacionais e estruturais, os benefícios esperados ainda não são aparentes no desempenho operacional”.

Em setembro, outra agência de classificação de riscos, a Standard&Poor’s Global Ratings, também manteve em “brAAA” o rating de crédito de emissor do IRB Brasil RE na escala Nacional Brasil, com perspectiva estável. Na época, a S&P informou em relatório que conferiu perspectiva estável ao rating pois espera que o desempenho operacional do IRB “se estabilize nos próximos dois anos”.

Artigo: Confira as principais rodadas de investimentos em InsurTechs em 2021

por José Prado, da Insurtech Brasil

O mercado de insurtechs no Brasil está cada vez mais aquecido e atraindo capital de investidores atentos ao potencial de disrupção dessas startups no país. Em 2021, segundo o monitoramento do Conexão Fintech, as insurtechs brasileiras receberam em investimentos mais de meio bilhão de reais. O número ainda não é tão alto quando comparado com os R$ 33 bilhões arrecadados por startups até setembro de 2021, segundo levantamento da KPMG em parceria com a ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital).

Para termos uma comparação, as fintechs brasileiras superaram esta marca em 2018, mas sem dúvida estamos caminhando na direção certa com um recorde de investimentos anual e com duas rodadas que bateram recordes a rodada da Justos como maior valor de um Series A para uma startup pré-operacional na américa latina e a 180º Seguros com o maior seed para uma startup de seguros no mesmo mercado. 

É possível notar, pelos ramos de atuação das investidas, o potencial diverso do setor, tais como: auto, residencial, cobertura celular, vida e saúde. Apesar disso, a maioria das investidas tem o consumidor final como seu principal foco de vendas, mostrando que talvez exista um potencial ainda inexplorado em soluções B2B e B2B2C. Estes investimentos podem ser usados como uma medida de sucesso para o programa de Sandbox da Susep, visto que 6 dos 10 maiores aportes foram para empresas selecionadas para o programa. 

Confira abaixo as maiores rodadas de investimentos de venture capital em insurtech no Brasil: 

1 – JUSTOS – R$ 197 milhões

Em outubro a startup criada por Dhaval Chadha, Jorge Soto Moreno e Antonio Molins, levantou a maior rodada do ano, U$ 35,8 (cerca de R$ 197 milhões). A rodada série A foi liderada pela Ribbit Capital com participação dos fundos SoftBank Latin America Fund e GGV. Também participaram da rodada os já investidores Kaszek, BigBets, David Velez (CEO do Nubank) e Carlos Garcia Otatti (CEO da Kavak).

“Estamos muito animados e gratos pela confiança dos nossos investidores, colaboradores e outros parceiros. Agora o foco é em executar à altura dessa confiança, criando um produto que ajude acelerar a democratização de seguros no Brasil.” afimou Dhaval Chadha, CEO da Justos.

2 – Sami – R$ 110 milhões

A startup de planos de saúde para pequenas empresas Sami anunciou em dezembro que recebeu um aporte de 110 milhões de reais liderado pelos fundos de capital de risco DN Capital, Monashees, Redpoint e Valor Capital.

Trata-se da extensão de uma rodada inicial recebida no ano passado, elevando a captação total para cerca de 200 milhões de reais e envolveu também os fundos Two Culture Capital, Endeavor Scale Up Ventures, The Fund, Lakewood, além dos investidores Kevin Efrusy e Ricardo Marino, este o presidente do conselho do Itaú Unibanco para a América Latina.

3 – PIER – R$ 108 milhões

Figurinha frequente nessa lista nos últimos anos, a Pier levantou em setembro um novo aporte de R$ 108 milhões (U$ 20 milhões) em rodada Séries B, liderada pelo Raiz Investimentos. a empresa projetou um crescimento expressivo do seu faturamento anualizado, que já atingiu R$48 milhões em outubro de 2021, um aumento de 312% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior.

O CEO da Insurtech, Igor Mascarenhas, comenta sobre o crescimento da empresa e a autorização inédita da Susep para atuar com licença definitiva em todo o Brasil que a Pier conseguiu, “estamos muito felizes com esse feito e com o que construiremos daqui pra frente. Vamos seguir utilizando inteligência artificial para melhorar a experiência com seguros, assim como fizemos com reembolso instantâneo e com a cobertura de Furto Simples para celulares”.

4 – Azos – R$ 55 milhões

Após um ano da sua primeira rodada de venture capital, a insurtech Azos, levantou R$ 55 milhões em rodada liderada pela gestora Prosus, a antiga Naspers Ventures. Também participaram, Kaszek Ventures e Maya Capital que já haviam investido na startup anteriormente.

A proposta da insurtech, que nasceu a partir de experiências ruins dos sócios com esse mercado, é tornar os seguros de vida, invalidez e doenças graves muito mais acessíveis, por meio de ganhos de eficiência e redução de custo. 

5 – 180º Seguros – R$ 44 milhões

Mais uma novata na lista, a 180º Seguros começou com pé direto. Em maio a startup divulgou rodada Seed de U$ 8 milhões (R$ 44 milhões) lideradas pelos fundos Canary, Dragoneer e Rainfall.

A startup foi criada pelos empreendedores Mauro Levi D’Ancona (Nubank), Alex Körner e Franco Lamping possui um modelo de negócio que foca no mercado corporativo. Com sua tecnologia, os clientes podem desenvolver seus próprios produtos de seguros. 

6 – IZA– R$ 16,5 milhões

Em operação desde abril, oferecendo seguro de acidentes pessoais 100% digital, a insurtech IZA recebeu 16,5 milhões em rodadas com investidores anjos. 

A empresa que foi aprovada na primeira rodada do sandbox da Susep, um ambiente criado para que novos projetos possam inovar com produtos inéditos para o mercado de seguros, oferece seguros de forma online com apólice de R$ 35mil para proteção dos segurados em caso de acidentes, a um valor mensal acessível, inferior a R$ 1 por dia.

7 – Darwin – R$ 11 milhões

Em fase pré-operacional, a insurtech criada pelos ex-sócio da Stone e ex-diretor de M&A da BBM Logística, Carlos Alberto Souza Barros e Firmino Freitas, pretende inovar o seguro auto usando dados e inteligência artificial. A startup aprovada na segunda turma do sandbox da Susep recebeu R$ 11 milhões em rodada Seed.

A primeira captação da insurtech teve a participação dos fundos de venture capital Invisto Capital e Duxx Investimentos, fundos com investimentos em fintechs e insurtechs, e que no caso da DUXX, conta como principais acionistas Marcos Couto, que tem mais de 30 anos de experiência em seguros e Daniel Matumoto. O investimento envolveu ainda outros investidores estratégicos como Felipe Affonso, ex-diretor do Softbank Brasil, Antonio Lemos, ex-CEO da Unidas, Ricardo Bechara, ex-CEO e fundador da Rappi Brasil, Fernando Julianelli, CEO da Stockcar, e Enrico Ventura, ex-diretor geral na Bradesco Seguros Auto/RE.

8, 9 e 10 – 88i Seguradora Digital, Flix e Seu Guru

Com rodadas de R$ 5 milhões, completam a lista, 88i Seguradora Digital, Flix e Seu Guru. As duas primeiras receberam investimentos da gestora de venture capital Domo Invest e a última em rodada liderada por Pércio de Souza. 

Integrante do Sandbox da Susep, a Flix é a única da lista focada 100% em seguros e assistências residenciais. Em agosto, a startup criada em 2020 por Felipe Barranco, Marcos Carneiro e Manoel Carlos Barranco lançou a Flix2Business, uma plataforma B2B2C, com objetivo de oferecer uma nova frente para distribuição de seus produtos. 

“Os investimentos recebidos pela Flix, estão sendo aplicados em diversas áreas, mas muito focado na ampliação da empresa através de novas contratações, de profissionais referência no mercado, pessoas que estão formando um time campeão para o ano que está vindo, possamos bater as nossas metas e aumentar em 100% a nossa atuação” destaca Felipe Barranco, CEO da Flix

A 88i Seguradora Digital é uma insurtech focada em ecossistemas de mobilidade delivery, fintech e ecommerce. Recebeu também um investimento estratégico de R$ 1,5 milhões da Dash (rede de blockchain) em junho e outros investimentos privados. Também é integrante do Sandbox da Susep.

A Seu Guru possui como proposta desenvolver uma plataforma digital para oferta de seguros para profissionais autônomos, MEIs e pequenas empresas.

Esses são os 10 maiores investimentos públicos de venture capital em startups de seguros. Outras formas de investimentos também alavancaram com o setor, como o M&A da Minutos Seguros pela Creditas e novas iniciativas de Corporate Venture. Mas esses deixamos para uma próxima conversa. Uma coisa é certa, 2022 promete!

Conheça os vencedores do 10º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

cnseg premio inovacao 2021

Fonte: CNseg

Os nove vencedores da décima edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, foram anunciados em solenidade virtual realizada nesta quarta-feira à tarde, 15/12. Quinze finalistas disputaram troféus e prêmios – em NFTs (token não fungível) – nos três primeiros lugares das categorias “Produtos e Serviços”, “Comunicação” e “Processos e Tecnologias”. Segundo o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, um dos principais objetivos da premiação é divulgar práticas inovadoras que agregam ao mercado de seguros, o que levou a Confederação a adotar o nome de Antonio Carlos de Almeida Braga ao Prêmio. O dirigente lembrou que “nosso querido e eterno inovador Braguinha investiu em novas modalidades de seguros, aperfeiçoou o atendimento ao consumidor, incentivou a capacitação dos profissionais. Seu legado, que também se estende aos esportes, servirá sempre de inspiração para todos nós”.

– O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido com muita honra pela CNseg, acumula importantes contribuições ao longo de sua trajetória, não havendo exagero em dizer que muitas soluções para o mercado de seguros nos próximos anos já estão na cabeça dos finalistas –, acrescentou Coriolano ao participar do evento de premiação.

Na categoria “Comunicação”, foram vitoriosos os seguintes projetos: “Conexão Criativa – Programa de Ideias Corporativo”, de Péricles Borba, da SulAmérica Seguros (1º lugar); “Bradesco Seguros – O Grupo Segurador Pioneiro no TikTok”, de Marco Antonio Silva Siqueira, da Bradesco Seguros (2º lugar); e “De AMMS à Sou Segura: um Case de Rebranding pela Equidade de Gênero no Setor Segurador”, de Izabel Barbosa dos Santos, da empresa Bethe B (3º lugar).

Na categoria “Produtos e Serviços”: “P.A.E.S – Programa Aluno e Escola Seguros”, de Luciano Basilio, da Styllo Corretora de Seguros (1º lugar); “Prev4U – Plataforma de Cashback para Aporte em Planos de Previdência”, de José Augusto Nalesso Camargo, da 4U Publicidade (2º lugar); “Alfa Sem Franquia”, de Fabio Luciano da Silva Conceição, da Alfa Seguradora (3º lugar).

Na categoria “Processos e Tecnologia”: “Fast Track SulAmérica: Encaminhamento de Pronto-Socorro na COVID-19”, de Liana Sampaio Inhauser, da SulAmérica Seguros (1º lugar); “Mediação On-Line e Desjudicialização em Conflitos de Seguro”, de Gustavo Esteves Natal, da Generali Brasil Seguros (2º lugar); e “Psicólogo na Tela”, de Ananda Garofalo Fontes, da SulAmérica Seguros (3º lugar).

A Diretora-Executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, em sua participação na premiação, destacou também a importância do Prêmio de Inovação em Seguros da Confederação, em particular para as questões Sociais, Ambientais, de Governança e Diversidade. “Foi para estimular ainda mais o ‘olhar ASG’ que, em 2021, incluímos, como novo critério de avaliação dos projetos, a adoção de práticas que estejam em sintonia com os ‘Princípios de Sustentabilidade em Seguros”, informou. E observou: “Nos últimos três anos foram apresentados diversos projetos que buscaram atender às demandas da nova sociedade. Soluções envolvendo equidade feminina, mudanças climáticas, saúde emocional, humanização nos processos, cuidados com o idoso, mitigação de litígios, atendimento à saúde a distância, inteligência artificial a serviço do cliente, passando por facilidades digitais para melhor acesso de nossa população e de nossos segurados, entre outros”.

Ela também acrescentou que “isso é inovar. Traçar relações insuspeitas. Pensar de modo divergente. Pensar no outro. Pensar como respeitar e agregar valor. Isso é diversidade e inclusão. E o setor de seguros, com as várias centenas de empresas e entidades, está caminhando a passos largos nessa direção”.

Nessa 10ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, a CNseg entregou aos autores dos projetos vitoriosos, troféus e prêmios em NFTs – sigla em inglês para token não fungível. São novos formatos de ativos digitais que se integram à tecnologia blockchain, equivalendo certificados que representam, no mundo digital, objetos de valor percebido elevado. Outra novidade dessa edição foi a apresentação de um show de música ao vivo, com repertório de clássicos nacionais e internacionais de todos os tempos, durante a entrega dos prêmios. 

Para finalizar, o Presidente da CNseg fez questão de agradecer a todos os dirigentes das seguradoras, corretoras e empresas especialistas pelo apoio, estimulando e dando oportunidade para que os participantes pudessem usufruir do precioso tempo de trabalho. “Essa premiação confirma que o setor segurador é avançado e arejado com propostas consistentes para a inovação. Criamos todas as possibilidades para que seja ampliado o acesso da população brasileira à proteção do seguro” afirmou.

Além das inovações na cerimônia de solenidade, a edição deste ano do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foi também a mais concorrida de sua história: 167 projetos inscritos em uma mesma edição, totalizando, ao longo dos 10 anos de existência do Prêmio, 855 projetos que contribuíram para a inovação no setor de seguros.  

Ituran faz parceria com Assurant para distribuir seguro de autopeças e de conteúdo

Fonte: Ituran

A Ituran, empresa de monitoramento veicular, anuncia ampliação do portfólio de serviços e produtos. Em parceria com a Assurant, líder global em produtos e serviços de proteção ligados à vida conectada, a empresa passa a oferecer o Seguro Autopeças e o Seguro Conteúdo, que podem ser contratados como um adicional com a Ituran. “O cliente pode contratar aquilo que desejar e achar necessário, desde o básico que é o rastreador com seguro roubo e furto e adicionar o que precisar de acordo com suas condições e necessidades”, ressalta o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon.  

No Seguro Roubo de Autopeças, a cobertura abrange indenização nos casos de roubo e/ou furto qualificado dos seguintes itens do veículo segurado: faróis, espelhos retrovisores, pneus, rodas, estepes e/ou macaco e ainda cobertura para perda ou roubo das chaves do veículo. O pagamento é feito em forma de reembolso; desta forma, é necessário apresentar a nota fiscal da nova peça em substituição à que foi roubada ou furtada, além dos demais documentos para regulação do sinistro. A mensalidade é de R$ 16,25.

Já o Seguro de Conteúdo – Auto dá direito à indenização nos casos de roubo e/ou furto qualificado dos seguintes objetos que estiverem dentro do veículo segurado: celular, tablet, notebook e/ou óculos de sol. A indenização somente será devida com a apresentação da nota fiscal dos itens roubados. O produto pode ser contratado pelo valor de R$ 17,67 por mês.

“A Assurant busca oferecer cada vez mais opções de seguros complementares ao tradicional de carros (de casco), atuando onde esses não conseguem atender. Com a parceria da Ituran, conseguimos oferecer aos consumidores uma solução com mais agilidade e menos burocracia, garantindo a tranquilidade e a segurança que o cliente busca em um seguro completo,” afirma Ricardo Fiuza, CEO da Assurant Brasil. 

Os dois produtos oferecem cobertura nacional, com limite máximo de indenização de R$ 3.000,00. O seguro é cancelado automaticamente, quando há o esgotamento da cobertura, isto é, nas situações em que a soma das indenizações resulta em R$ 3.000,00. O período de carência é de 30 dias. 

“Todos esses lançamentos seguem o conceito do Ituran com Seguro, que é promover a inclusão de todos que ainda não possuem seguro. Emitimos mais de 2,6 milhões de apólices – por um preço que cabe no bolso do brasileiro. Ele atende perfeitamente às necessidades das pessoas que querem segurar seu veículo, mas não conseguem, às vezes, arcar com os altos valores das apólices tradicionais”, completa Louzon.

Inscrições para o campeonato mundial de inovação da Zurich estão abertas até 23 de dezembro

Fonte: Zurich

Startups do mundo todo podem participar da 3ª edição do campeonato mundial de inovação do Zurich Insurance Group, o Zurich Innovation Championship 2022 – que já se consolidou como um dos programas com maior participação global de startups do mercado segurador mundial. As inscrições continuam abertas até o dia 23 de dezembro. Basta acessar este link; www.zurich.com/zic.

A iniciativa dará a 12 startups a chance de concorrem a um prêmio de até US$ 100 mil de apoio financeiro paraentrar no programa acelerador da seguradora. Desta forma, terão a oportunidade de trabalhar ao lado da empresa – contando com mentoria de executivos seniores – e, assim, levar seus produtos ou serviços a um público internacional. 

Iniciativas que o Zurich Insurance Group está procurando

No Brasil, Zurich se destaca pela inovação

Presente no Brasil há mais de 80 anos, a Zurich está sempre atenta à necessidade de inovar para manter-se competitiva no mercado, seja com iniciativas internas, seja por meio de projetos com diversas fintechs e insurtechs, que são consideradas suas parceiras de negócio.

Diz Lucía Sarraceno (foto), executiva responsável pela inovação na Zurich no Brasil: “As startups surgiram para apontar soluções a problemas, ou mesmo explorar novas oportunidades, de forma inusitada. Com elas, a Zurich, que é uma seguradora com quase 150 anos de história, pode aprender no processo de identificação do problema, ideação pensada ‘fora da caixa’ e, assim, fazer uma implementação ágil – todos os processos alavancados por uma cultura forte de inovação. É, portanto, um caminho bastante próspero para a adoção das novas tecnologias e para agilização de processos, que se unem à experiência e credibilidade de que já dispomos. A inovação aberta é essencial”.

Gallagher inicia operação no Brasil com investimentos de R$ 40 milhões

Protasio: meta no Brasil é dobrar de tamanho em 4 anos

Com mais de 90 anos de presença global, a Gallagher – corretora de seguros corporativos, gestão de risco e consultoria em benefícios – desembarca no Brasil trazendo toda a experiência do grupo. A companhia tem capital aberto na Bolsa de Nova Iorque e é uma das três maiores corretoras do mundo, com capital avaliado em U$ 35 bilhões. No Brasil, a trajetória consolidada se mistura a um mindset de startup, com inovação e empreendedorismo, reunindo um time de bastante referência no mercado brasileiro. 

A Gallagher já começa a operar com uma carteira de cerca de 250 clientes globais, que representam R$ 300 milhões em prêmios no Brasil. A empresa pretende investir R﹩ 40 milhões nos primeiros anos de operação, ampliando o faturamento em R$ 100 milhões, comercializando linhas como property, responsabilidade civil, garantia, D&O, garantia e cyber, uma das especialidades da marca no exterior.A Gallagher vai investir também em consultoria e corretagem de benefícios e a meta é chegar a 50 mil vidas em 12 meses nesse segmento. 

Outro segmento em que a empresa ganha protagonismo é na área de resseguros. A aquisição da Willis Re, por cerca de U$4 bilhões, coloca a companhia entre os três maiores players de resseguros do mundo. No Brasil, operando desde 2017, a Gallagher Re, passa a contar com uma carteira de resseguros de cerca de R$ 1,5 bilhão em prêmios, assumindo posição entre as três maiores companhias do setor. Toda a equipe da Willis Re já foi incorporada pela Gallagher Re. 

Nesta primeira fase, a Corretora vai se dedicar aos mercados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, com vistas a expandir seus negócios para as regiões Sul e Nordeste. O CEO da Gallagher Corretora de Seguros Brasil, Rodrigo Protasio, conta que o primeiro passo foi trazer uma equipe com profundo conhecimento de mercado e que entende as necessidades dos clientes de áreas essenciais para a economia do país, como energia, óleo e gás, marine, petróleo e agro. 

“Estamos consolidados no mundo com uma longa história de sucesso. Temos apetite para replicar esse modelo no Brasil, que já tem uma corretora de resseguro presente há 4 anos, sob a liderança do Luiz Eduardo Araripe, também Country Manager responsável pelo grupo Gallagher no Brasil, trazendo inovação e tecnologia”, conta o executivo. 

“O que posso dizer é que nosso time aqui é extremamente qualificado para trabalhar com foco nos segmentos da indústria (que lá fora chamamos de specialties), tais como: Mineração & Siderurgia, Construção & Infraestrutura, Power & Utilities,Marine, Agronegócios, entre outras. Nosso capital humano será nosso principal diferencial, além das vantagens competitivas e da customização com parceiros. Buscamos os melhores para crescer junto com a gente em uma proposta de partnership“, afirma Protasio.

Pier sai do Sandbox da Susep para atuar como seguradora digital em todo o Brasil

Pier

A Pier foi a primeira insurtech a entrar e a sair do Sandbox da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ela acaba de receber a autorização para sair do ambiente experimental e atuar com licença definitiva em 2022. Com essa permissão, a empresa se tornará uma seguradora do segmento S3 no grupamento de danos e pessoas em todo território nacional.

Os planos de operar permanentemente já estavam previstos desde o comunicado do aporte de R$108 milhões, em agosto deste ano. “O crescimento acelerado da companhia fez com que a obtenção da autorização definitiva fosse o caminho natural, uma vez que operamos próximos dos limites da quantidade de importância segurada e prêmios subscritos do programa Sandbox”, comenta Igor Mascarenhas, CEO e Co-Founder da Pier.

Além disso, no anúncio do seu Séries B, a empresa projetou um crescimento expressivo do seu faturamento anualizado, que já atingiu R$48 milhões em outubro de 2021, um aumento de 312% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Outra conquista do período foi o fortalecimento da equipe, que saltou para 170 colaboradores, incluindo a chegada de Carla Marchese para assumir a posição de Chief Marketing Officer (CMO). A executiva, ex-Diretora Global da Johnson & Johnson, já acumula 30 anos de experiência profissional, dos quais 16 deles como diretora em grandes multinacionais.

Para o próximo ano, a licença definitiva, que acaba com as limitações e amplia o ramo de atuação da seguradora, permitirá que a Pier se consolide como uma plataforma completa, e siga revolucionando o setor de seguros com produtos personalizados que atendam às necessidades individuais das pessoas.

“Estamos muito felizes com esse feito e com o que construiremos daqui pra frente. Vamos seguir utilizando inteligência artificial para melhorar a experiência com seguros, assim como fizemos com reembolso instantâneo e com a cobertura de Furto Simples para celulares”, finaliza Igor.

Foto divulgação: Da esquerda pra direita_ Maurício Banduk, Lucas Prado, Marina Evangelista, Carlos Colucci, Alice Iglesias, Rafael Oliveira e Igor Mascarenhas – Foto_ André Bueno.jpg

B3 e Finansystech lançam plataforma para auxiliar seguradoras a aderirem ao Open Insurance

Fonte: B3

Tem início hoje a implementação da primeira fase do Open Insurance e as seguradoras já podem realizar o compartilhamento de dados públicos. Para auxiliar as empresas do mercado securitário a cumprirem a adesão ao programa, a B3 lança uma plataforma para atuar como infraestrutura do mercado e realizar o tráfego e gerenciamento de dados entre as empresas.

De acordo com definição da Susep, o Open Insurance ou Sistema de Seguros Aberto, é a possibilidade de consumidores de produtos e serviços de seguros, previdência complementar aberta e capitalização permitirem o compartilhamento de suas informações entre diferentes sociedades autorizadas/credenciadas pela Susep, de forma segura, ágil, precisa e conveniente.

Para aderir ao Open Insurance, as empresas credenciadas devem disponibilizar, em um primeiro momento, arquivos com as informações públicas sobre produtos e canais de atendimento. Na segunda fase, que terá início em setembro de 2022, serão compartilhados os dados mais sensíveis como informações de apólices e dados pessoais de clientes, de acordo com a autorização deles. As seguradoras deverão então realizar a gestão de dados compartilhados, integração de sistemas, além de gestão de diretório, gestão de consentimento, motor de regras de negócios, entre outros processos operacionais.

A B3 já opera o Sistema de Registro de Operações (SRO) e atua como provedor da infraestrutura para os registros das operações de seguro pelas participantes, que devem informar dados como apólices e contratos similares, endossos, fluxos financeiros, sinistros, entre outras informações.

Como parte das informações que deverão ser disponibilizadas para o Open Insurance já estão registradas na B3, no SRO, a empresa desenvolveu em conjunto com a startup Finansystech um sistema integrado, capaz de realizar o tráfego de informações entre as empresas usando a infraestrutura da B3 e a base de dados do SRO, se a seguradora quiser. Desta forma, a seguradora consegue aderir ao Open Insurance sem a necessidade de montar uma estrutura tecnológica e operacional no seu próprio ambiente.

“A nossa proposta é fornecer toda a infraestrutura para que a seguradora cumpra as normas e facilitar a gestão e a troca de informações entre as partes, de forma prática, consistente e segura. A empresa que contratar o serviço pode se conectar à plataforma e enviar as informações via arquivo ou API para que possam ser compartilhadas com outras empresas dentro do ambiente da B3, que também fica responsável pelos processos de monitoramento, consentimento e regras de negócio”, explica diz Ícaro Demarchi Araujo Leite, superintendente de Produtos de Seguros da B3.

A plataforma foi desenvolvida em parceria com a Finansystech, startup que já atua no desenvolvimento de soluções para o Open Banking. “Criamos uma solução com o intuito de facilitar e agilizar o procedimento de adesão aos sistemas abertos. Usamos os modelos de segurança cibernética e padrões operacionais do Open Banking, mas com o contexto de ser adaptável a outros mercados. Estamos levando para o mercado securitário toda a experiência desenvolvida com o mercado bancário, evitando que as seguradoras passem pelas mesmas dificuldades que as instituições financeiras já passaram”, comenta Danillo Branco, CEO da Finansystech.

“Montamos um modelo de negócio para auxiliar as seguradoras no processo de onboarding do Open Insurance somando a agilidade e expertise técnica da Finansystech com a solidez e experiência da B3, que há décadas atua como infraestrutura para o mercado financeiro. Estamos à disposição para entender as necessidades das empresas e, juntos, criarmos novos produtos capazes de contribuir com a evolução e crescimento do mercado securitário”, diz Ícaro Leite.

Artigo: Há o que comemorar no mercado de seguros em 2021

marcio coriolano cnseg

por Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e Presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras

Faltando pouco para encerrar 2021, já é hora de alguma reflexão sobre o que ocorreu na extensa cadeia de valor agregado do setor de seguros e o que podemos esperar para 2022.

Escoimados os problemas mais agudos que afligiram o País e a nação desde a declaração da pandemia, em março de 2020, cujas repercussões ainda se fazem sentir neste ano, restou comprovada a capacidade de superação das instituições, empresas e pessoas que produzem, intermedeiam e consomem os produtos e serviços de seguros, previdência privada e capitalização.

O fato é que já vínhamos de um ano muito forte de conquistas em 2019. Mesmo com graus elevados de dificuldades herdadas de períodos de estagnação econômica, aquele exercício fechou com um volume de negócios superior a 12% sobre o antecedente, ou mais ou menos 8% de crescimento em termos reais. O que aconteceu foi uma consolidação de nova consciência da população a respeito dos riscos que quer suportar, embora alguns ainda teimem em não reconhecer. O mercado de seguros só não cresceu mais em 2019 pelas restrições de renda que caracterizam a sociedade brasileira.

Também em 2019 já havia ficado clara a mudança de preferências dos demandantes de seguros por produtos mais importantes para a sua existência e que pudessem caber nos seus orçamentos, como os seguros de Saúde, de Vida, Residencial, Prestamista, fora a dinâmica dos seguros Rural e de Crédito e Garantias. Assim como também já estava patente um novo espaço de concorrência intrassetorial e de ajustes severos de despesas, em presença, à época, da taxa baixa de juros que remunerava menos os ativos. A par, há que se reconhecer o avanço da inovação e da tecnologia embarcada nas empresas incumbentes.

Ainda olhando pelo retrovisor, em 2020 iniciou-se uma ruptura do padrão até então conhecido da regulação governamental no tocante aos seguros. Foi naquela época que assumiu uma nova administração na Superintendência de Seguros Privados, a Susep, com promessa de modernizar e transformar o marco de normativos no sentido de maior liberdade de produtos ao tempo de maior aperto na supervisão de conduta.

As expectativas mais otimistas para o ano passado esbarraram na declaração, em março, da pandemia da Covid-19. Em menos de três meses, a taxa anualizada de crescimento dos seguros, que havia estacionado na faixa de 12%, caiu abruptamente para níveis muito baixos até o segundo semestre. Mas o pior foi evitado exatamente por todos os atributos de avanço do setor acumulados até então. A inovação e a tecnologia foram desembarcadas para dar suporte às cadeias de transmissão do setor, que são o funcionamento das equipes (desta vez remotamente), ao esforço de vendas (com plataformas automatizadas), ao atendimento aos consumidores (também remotamente), tudo isso mesmo em presença de um nível de expectativas negativas que, em determinados períodos, beirou patamares críticos. Ao fim e ao cabo, com recuperação consistente dos ramos líderes a partir de julho, 2020 assistiu a um aumento pequeno da demanda global da ordem de 1,3%, ou um decréscimo real estimado em 3,5%. Melhor, entretanto, do que os demais setores produtivos, exceto o agrícola, há muito tempo o polo dinâmico da economia brasileira.

Pois, desde então, e permanecendo em 2021, foi o mesmo quadro pandêmico que havia derrubado as expectativas no ano anterior que serviu para estimular novo ciclo de crescimento do mercado de seguros. Assim sendo, tanto a população quanto as empresas viram aumentar a sua aversão aos riscos. O risco, esta matéria-prima dos seguros, mostrou seus efeitos com uma visão dura, porém prática, para todos. Não foi por outra razão senão a busca pela proteção contra riscos agora mais sentidos, que vêm ganhando espaço progressivo na preferência agregada os seguros de Saúde (as doenças), de Vida (a formação de Pecúlios e Rendas), de Residências (a moradia como lugar além do convívio), de Prestamistas (para garantia de empréstimos e financiamentos), de Habitações (garantias de imóveis novos), entre outros.

As estatísticas estão aí para tirar a prova dos nove da tese da recuperação pela preferência da sociedade. Em 2021, em termos anualizados, saímos de 1,3% de crescimento no início do ano para chegar a 10,7% em setembro último, ou perto de uma estabilidade em termos reais. E fora aqueles ramos líderes, são dignos de nota outros ramos de seguros antes apenas encarados como promessa de desenvolvimento, como o de Responsabilidade Civil, o Cibernético.

E nada é tão trivial que deva ser julgado apenas por volumes. A maturidade de empresas e profissionais que operam os seguros e os distribuem foi posta à prova e correspondeu, muito bem. Em período crítico para a manutenção do propósito e do ânimo em setor tão grande e diverso, as várias representações institucionais deram-se as mãos para ampliar o diálogo com os Poderes da República – em suporte às centenas de empresas e aos milhares de corretores -, para responder assertivamente a toda a espécie de propostas e medidas que povoaram a agenda pública, aos olhos atentos e críticos da sociedade que sofria e ainda sofre os efeitos dos ciclos epidemiológicos, econômicos e políticos.

Um exemplo paradigmático dessa maturidade e capacidade de adaptação tem sido, particularmente, a persistência da mesma visão e valores das representações institucionais de seguradores e corretores diante do modismo das “techs” e da sua postura ativa para empreender propostas que coloquem no caminho correto e sustentável o que se passou a chamar de “open”, no nosso caso o “open insurance”. Comprovado, por esse breve histórico acima alinhado, a natureza inovadora do setor de seguros, fruto de experiência, empreendedorismo, investimento, capacidade de gestão, confiança e respeito ao consumidor, as lideranças sabem reconhecer os evidentes avanços transformadores da regulação estatal, ao mesmo tempo em que têm o conhecimento teórico e prático e credibilidade para postular as mudanças inadiáveis no “open insurance”, para que este não ameace todo o edifício que foi construído por elas e pelos cidadãos e empresas em tempos tão complexos quanto os por todos vividos recentemente.

Sabemos o quanto difícil é fazer previsões para 2022. Na média, os especialistas não são otimistas sobre o desempenho econômico do Brasil, em presença de tantas incógnitas nos ambientes interno e externo. Embora, no nosso setor, a confiança possa ser medida não apenas pelos números ainda positivos que se sucedem. Vemos também com alegria a progressiva adesão, e mesmo protagonismo, a temas como o da diversidade, o da participação equânime de mulheres em todos os postos de direção das seguradoras, o da alavancagem prática da tríade ASG – Ambiente, Social e Gestão. O compromisso com os seguros é, por natureza, o compromisso com o futuro sustentável. Portanto, nada mais natural que esses temas devam fazer parte da agenda permanente do setor de seguros. E assim pretendemos caminhar em 2022: com o mesmo espírito de superação que nos guiou em 2020 e em 2021.

Generali Brasil lança Cobertura PIX para indenizar transações não autorizadas

Fonte: Generali

A Generali Brasil lança a Cobertura PIX, que contempla cobertura para roubo, subtração com evidência ou coação em transferências de dinheiro não autorizadas. A Cobertura PIX vale para até três eventos durante a vigência anual do certificado e garante o reembolso (limitado ao capital segurado) de uma transação não autorizada (PIX, PIX Poupança, DOC e TED).

“As pessoas ficam expostas diariamente ao ter os apps de bancos em seus celulares – e, assim, estão sujeitas a roubos. Por isso, a Generali Brasil criou um produto fácil e prático para cobrir esses riscos”, explica Claudia Lopes, diretora comercial e de marketing da Generali Brasil. “A apólice cobre eventos ocorridos nas 24 horas anteriores à comunicação formal, que pode ser um simples boletim de ocorrência”, finaliza.

Segundo Conrado Gordon, Chief Insurance Officer da Generali, “a Cobertura PIX é uma vantagem que pode também ser incluída em contratos como o Seguro Bolsa Protegida, Seguro Perda e Roubo de Cartão ou Seguro Proteção de Eletrônicos”. Essas apólices estão disponíveis com valores mensais que vão de R$ 9,99 a R$ 49,99 (a depender do plano – básico, standard, plus ou premium). Além disso, é possível combinar a Cobertura PIX com outros serviços (assistência medicamentos, assistência para vítimas de crimes, telemedicina e monitoramento digital).