IBA promove o 1º Fórum de Longevidade com foco no setor de seguros, na economia e em novos mercados

por Karem Soares

O Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) promoveu o 1º Fórum de Longevidade, no dia 27 de novembro, em São Paulo. As plenárias focaram nos desafios e oportunidades da longevidade na saúde, no setor de seguros, na economia e na estruturação de novos mercados. O evento reuniu atuários, professores e especialistas, promovendo aprendizado ao abordar temas essenciais para garantir um futuro longevo para a sociedade. 

Os dados do IBGE confirmam a urgência em debater a longevidade. O Brasil está vivendo uma das transições demográficas mais aceleradas do mundo. Se em 1980, a população de idosos, acima de 65 anos, representava apenas 4% do total, hoje esse índice já ultrapassa os 11%. A velocidade da mudança é dramática: em menos de 15 anos, por volta de 2040, o número de idosos vai superar o número de crianças e adolescentes. Projeções indicam que até 2050, um em cada quatro brasileiros terá mais de 60 anos. 

Durante a abertura, o presidente do IBA, Giancarlo Germany, relacionou que os desafios ao desenvolver produtos financeiros e apoiar o financiamento dos países não é um problema novo.  “Na realidade, o que enfrentamos no século XXI mantém similaridades com o passado, mas com uma complexidade ampliada, dado a velocidade com que o aumento da longevidade nos afeta. Como Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), temos o compromisso de aprofundar a compreensão sobre os problemas sociais e auxiliar no desenvolvimento de produtos financeiros para a população. No âmbito atuarial, a busca pelo equilíbrio é uma constante em nossa relação com o mercado e a sociedade”.

Germany ainda apontou a relevância da discussão transcendendo o mercado financeiro e o meio acadêmico, tornando-se central na agenda social brasileira. “Tivemos um acontecimento relevante em novembro, com o tema da redação do Enem trazendo a longevidade ao âmbito de discussão de jovens e adolescentes. O envelhecimento populacional nos impõe a necessidade de viver mais e com saúde, aproveitando a vida, mas com um custo financeiro para o qual talvez não estejamos totalmente preparados”.

O 1º Fórum de Longevidade promovido pelo IBA contou com debates  sobre “Saúde na Longevidade”, com o Dr. Luiz Roberto Ramos, professor e diretor Fundador do Centro de Estudos de Envelhecimento da Unifesp (Universidade Estadual de São Paulo), “Longevidade no Mercado Securitário”, com Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade da MAG Seguros, e Eduardo Lamers, Superintendente Geral da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), “Saúde Suplementar na Longevidade”, com Martha Oliveira, CEO do Grupo Laços, especialista em envelhecimento, e  Cátia Mantini, Gerente Geral Regulatória da Estrutura de Produtos da ANS – Agência Nacional de Saúde, “Economia e Mercado de Trabalho”, com Mórris Utvak, CEO e fundador da Maturi, e Clea Klouri, xxxx, e o “Desafio na estruturação de novos mercados”, com Hélio Zylberstajn, economista, professor da faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA-USP) e de membros do GT de Longevidade do IBA.   

Os palestrantes destacaram os impactos na falta de planejamento para viver mais, ressaltando a necessidade de proteção em transições demográficas como o Brasil está vivenciando, revisando a visão sobre o conceito de aposentadoria e perda de renda, a educação financeira, o impacto direto sobre a saúde e o bem-estar e a equidade na longevidade. 

No final das palestras, foram anunciados os artigos vencedores do 9º Prêmio Ricardo Frischtak: “Seguros de vida inteira e análise de persistência: uma abordagem com modelos de sobrevivência com fração de cura”, das atuárias Yasmin Santana da Silva e Milena Duarte da Rocha, ficou em primeiro lugar. O segundo lugar foi para o texto sobre a “Proposta de fundo assistencial para cobertura de eventos extremos em operadoras de planos de saúde”, do atuário Luanvir Luna da Silva. E o terceiro lugar foi da atuária Beatriz Pimenta Nora, que abordou o tema “Modelos de precificação atuarial de letra de risco e seguro para catástrofe climática no Brasil”. 

A premiação visa desenvolver e promover o conhecimento do estudo atuarial no Brasil e em homenagem (in memoriam) ao professor Ricardo Frischtak. Participaram do concurso os atuários e os estudantes do Curso de Graduação em Ciências Atuariais associados ao IBA.

Temporada de furacões deste ano — silenciosa, mas com sequência recorde de ciclones categoria 5

Fonte: Intelligent Insurer

A temporada de furacões do Atlântico de 2025 pode ter passado quase despercebida devido ao número reduzido de tempestades e à escassez de impactos em terra, mas ainda assim recebeu a classificação de “acima da média”. O balanço foi divulgado pelo departamento de Pesquisa em Clima Tropical e Meteorologia da Colorado State University.

A etiqueta de “acima da média” se deve basicamente a dois fatores: o número de furacões de grande intensidade e o impacto deles na métrica de energia ciclônica acumulada (ACE), que considera duração, frequência e severidade das tempestades.

Das quatro grandes tempestades formadas, três atingiram a categoria 5 (Erin, Humberto e Melissa), o segundo maior número registrado em uma única temporada. Esses quatro sistemas foram responsáveis por 85% de toda a energia ciclônica do período; os três categoria 5 responderam por 70%; apenas Melissa e Erin, juntas, representaram mais da metade do ACE da temporada.

Outro fator que impulsionou o ACE foi a trajetória incomum das tempestades: praticamente todas desviaram para o mar aberto, evitando atingir o continente, o que permitiu que os grandes furacões se mantivessem por longos períodos sem interrupções.

A única exceção relevante foi o furacão Melissa — formado no Caribe — que deixou um rastro devastador na Jamaica, em Cuba e em partes das Bahamas. Os estágios iniciais de Gabrielle e duas tempestades costeiras também perderam força ao tocar terra.

Por outras métricas, a temporada pode parecer fraca. O total de 13 tempestades ficou 10% abaixo da média de 30 anos, de 14,4. E com apenas um furacão de menor intensidade, o número total de furacões — cinco — foi o mais baixo desde 2015, cerca de 30% abaixo da média histórica.

Fraca ou forte, a temporada entra para a história como altamente volátil e um tanto imprevisível. Quatro tempestades (Erin, Gabrielle, Humberto e Melissa) apresentaram “intensificação extremamente rápida”, com aumento de mais de 50 nós em 24 horas — número que empata o recorde histórico.

Na média da temporada, os pesquisadores afirmam que os fatores climáticos acabaram favorecendo a formação de furacões, embora menos do que se esperava ou do que ocorreu em anos recentes.

“O Atlântico quente combinado com o ENSO neutro frio/La Niña fraca levou a condições relativamente favoráveis à formação de furacões em 2025, apesar de uma notável redução de atividade no pico da estação”, escreveram os analistas no relatório.

De forma geral, as condições do ENSO recuaram de forma inesperada em direção a uma leve La Niña, fenômeno conhecido por criar cisalhamento de vento capaz de desorganizar tempestades antes mesmo de se formarem.

Leia a matéria completa no portal da Intelligent Insurer

Integração entre ciência, tecnologia e mercado para enfrentar eventos extremos

por Thais Ruco

O I Fórum de Previsão de Riscos Climáticos, realizado em 25 de novembro no Hub Green Sampa, em São Paulo, consolidou-se como um marco na discussão nacional sobre como ciência, dados e tecnologia podem transformar a gestão de riscos climáticos. Organizado pela MeteoIA, com o apoio da ADESAMPA (Agência São Paulo de Desenvolvimento) e da ABGR (Associação Brasileira de Gerência de Riscos), o evento reuniu pesquisadores, gestores públicos, executivos, especialistas em infraestrutura e representantes do mercado de seguros para debater caminhos que permitam antecipar, mitigar e responder aos impactos crescentes dos eventos extremos.

Logo na abertura, a MeteoIA reforçou o caráter simbólico de realizar o encontro no espaço onde começou sua trajetória em 2017, então uma incubada do programa Green Sampa. “Este evento foi idealizado para estimular a reflexão sobre a resiliência climática e apresentar estudos científicos que buscam antecipar e mensurar os impactos financeiros e sociais dos eventos climáticos severos”, destacou o diretor Comercial da MeteoIA, Daniel Protasio.

A diretora da ADESAMPA, Musa Miranda, reforçou a relevância do espaço para o ecossistema de inovação da cidade. “É um tema tão importante que hoje é uma necessidade. Para nós, é uma grande honra receber vocês em um espaço tão simbólico para o empreendedorismo sustentável”, afirmou.

Durante a contextualização inicial, Protasio reforçou que eventos extremos deixaram de ser exceções. O mundo perdeu US$ 202 milhões por dia entre 1970 e 2019 em desastres climáticos; o número de desastres aumentou mais de 80% em vinte anos, afetando mais de 100 milhões de pessoas por ano; e, no Brasil, entre 2014 e 2023, foram R$ 421 bilhões em danos materiais.

Além disso, destacou o caráter econômico da adaptação: “Cada R$ 1 não investido hoje em adaptação custará de R$ 4 a R$ 7 nos próximos anos. O alerta baseado em dados é claro: o clima já mudou e o custo da inação é alto”, afirmou.

Observações de desastres e cálculos de riscos

O primeiro painel abordou como transformar dados em métricas e modelos que orientam prevenção, resposta e políticas públicas. Dr. Thomas Martin, cofundador da MeteoIA e PhD em Ciências Atmosféricas, mediou o painel e ressaltou o simbolismo do local: “É realmente muito emblemático estar aqui, porque este edifício era um antigo lixão. Hoje, ele representa inovação e soluções para problemas que antes agravava”, afirmou.

Francinelli Francisco, doutoranda em Ciências Ambientais e pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), por meio do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), apresentou a Plataforma AdaptaBrasil, mostrando a estrutura de indicadores de risco e sua aplicação no planejamento público. Em sua fala, destacou: “A capacidade adaptativa é o único fator inverso ao risco. Quanto maior ela é, menor tende a ser o risco e é por aí que começa qualquer processo de adaptação”. Ela reforçou a urgência do tema: “Os eventos estão cada vez mais frequentes e mais intensos. O primeiro passo é entender esses riscos e onde eles ocorrem para planejarmos ações eficazes”.

Gustavo Bourdot Back, especialista em Engenharia Geotécnica e Defesa Civil do CEPED/UFSC (Centro de Estudos e Pesquisas em Engenharia e Defesa Civil da Universidade Federal de Santa Catarina), enfatizou desafios estruturais no registro de desastres, ao apresentar o Atlas de Desastres. “Uma concessionária registra um evento de um jeito, outra registra de outro. Falta padronização e isso afeta tudo: modelagem, prevenção e planejamento territorial”, apontou. Ele reforçou que a qualidade dos dados é a base de qualquer estratégia: “Se o registro não é uniforme, a decisão também não será”.

Ao fechar o painel, Thomás Martin sintetizou a mensagem central: “Sem dados de qualidade, não há cálculo de risco confiável. A integração entre academia, municípios e sistemas de defesa civil é urgente para reduzir vulnerabilidades”.

Inteligência artificial aplicada na previsão de riscos climáticos

O segundo painel apresentou como algoritmos avançados elevam a precisão dos modelos e ampliam a capacidade de antecipação. O painel foi mediado por Dr. Gabriel Perez, cofundador da MeteoIA e PhD em Ciências do Clima, que relembrou a evolução tecnológica: “Quando comecei meu mestrado em 2016, o uso de IA para previsão ainda era desacreditado. Hoje, treinamos modelos que prevêem ameaças climáticas de curto e longo prazo com precisão inédita”.

Paola Bueno, doutoranda em Ciências Atmosféricas, pesquisadora do Grupo de Estudos Climáticos (GrEC) do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP), especialista em previsões sazonais e sub-sazonais, apresentou ganhos recentes no uso de machine learning. “A IA consegue aprender padrões que antes eram impossíveis de captar nos modelos tradicionais. Isso amplia a previsibilidade e melhora a tomada de decisão meses à frente”, declarou.

O pesquisador Elton Escobar, pós-doutorando do CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), trouxe a perspectiva operacional do monitoramento em tempo real. “O grande desafio agora é a previsão contínua, com um único sistema capaz de capturar desde as próximas horas até as tendências de longo prazo”, explicou. Elton também destacou a dificuldade dos eventos inéditos: “Precisamos prever fenômenos fora do domínio histórico. Esse é o limite atual e onde a IA tem enorme potencial”.

Os três convergiram ao lembrar episódios recentes de São Sebastião e Rio Grande do Sul: “Nenhum modelo físico ou algorítmico conseguiu antecipar a magnitude total do que aconteceu. Isso mostra como precisamos evoluir para prever o imprevisível”, resumiu Gabriel Perez.

Previsão para ação: inteligência preditiva contra mudanças climáticas

O terceiro e último painel mostrou como setores estratégicos já utilizam dados climáticos para reduzir riscos, proteger ativos e tomar decisões. Mediado por Márcia Ribeiro, diretora de Riscos e Empreendedorismo da ABGR (Associação Brasileira de Gerência de Riscos), o painel reuniu infraestrutura, construção civil e seguros. Ao abrir o debate, Márcia afirmou: “Aqui é a prática. Estamos falando de quem usa esses dados para proteger vidas, ativos e operações”.

Mariana Bosso, gerente de Capex (investimentos) e Ativos do Grupo Arteris, apresentou o uso intensivo das previsões da MeteoIA: “Nossos ativos rodoviários precisam funcionar independentemente do tempo. As previsões nos permitem agir antes: fechar faixas, emitir alertas, planejar obras e priorizar os taludes mais sensíveis”, explicou.

Eduardo Galeskas, gerente de Sustentabilidade da incorporadora Mitre Realty, trouxe os riscos da construção em altura: “Cair um material de um prédio de 40 andares vira uma arma. Com previsões de vento e chuva, conseguimos planejar fases críticas da obra e reduzir riscos para trabalhadores e para a cidade”, afirmou.

Raidel Báez Prieto, especialista em Riscos Climáticos e Seguros Paramétricos da Howden Re Brasil, destacou o desafio técnico do setor: “Paramétricos exigem simplicidade para o cliente final e complexidade suficiente para resseguradoras internacionais auditarem. Isso só é possível com dados sólidos, inteligência artificial e rigor estatístico”, explicou.

Ciência, mercado e gestão pública em um mesmo caminho

No encerramento, Gabriel Perez reforçou a missão da MeteoIA:

“Estamos tentando construir uma ponte entre academia e mercado. Sem essa conexão, soluções não chegam onde precisam chegar”, afirmou.

Thomas Martin agradeceu aos parceiros e lembrou a trajetória da empresa: “Criar tecnologia brasileira, fomentar ecossistemas de adaptação e prevenção… esse sempre foi o sonho. E hoje vemos isso ganhando forma”.

A conclusão dos sócios sintetizou o espírito do evento: “O Brasil já tem ciência, tecnologia e especialistas. Agora precisa usar. A integração entre academia e mercado é indispensável e começou a se fortalecer aqui”.

O encontro terminou com um convite coletivo: transformar conhecimento em ação e acelerar a construção de uma sociedade mais segura, resiliente e preparada para os eventos extremos que já fazem parte do nosso cotidiano.

Alper Seguros leva acolhimento emocional no Festival Nova Brasil FM em São Paulo

alper seguros pauta gallo

Festival Nova Brasil FM retorna ao cenário musical de São Paulo com uma causa social em destaque: o bem-estar mental. A Alper Seguros, consultoria de seguros que oferece soluções em gestão de saúde, é a patrocinadora oficial das Tendas de Acolhimento Emocional no evento, que acontece no sábado, dia 29/11, no Parque Villa Lobos, localizado na zona oeste da capital paulista. 

Enquanto nomes consagrados da MPB como Arnaldo Antunes, Zélia Duncan, Alceu Valença, Alcione e Xande de Pilares, entre outros, cantam e encantam, a Alper reforça seu compromisso com a saúde integral do público.

Posicionadas logo na entrada do Parque Villa Lobos, as três Tendas de Acolhimento da Alper têm como foco oferecer suporte emocional e descompressão, com atenção especial a públicos vulneráveis:

  • Pessoas que necessitem de descompressão emocional;
  • Pessoas com autismo e espaço de descompressão;
  • Pessoas com deficiência;

Para garantir um atendimento humanizado e de excelência, a consultoria contará com uma psicóloga líder e uma equipe de especialistas treinada para o suporte imediato aos participantes.

“Nosso posicionamento como consultoria de saúde não se limita à gestão de apólices. É fundamental estarmos em eventos como o Festival Nova Brasil FM, cuidando da saúde mental das pessoas e promovendo a importância desta pauta no dia a dia. Acreditamos que o bem-estar do indivíduo é o foco de toda nossa atuação”, afirma Paula Galo, diretora de Gestão de Saúde e Riscos da Alper Consultoria em Benefícios e Seguros. 

Paula também explica que locais com grandes aglomerações de pessoas podem desencadear alguns sintomas de ansiedade síndrome do pânico e alguns surtos, reforçando a necessidade da ação.

“A maioria dos grandes eventos hoje em dia já possuem espaços estruturados de acolhimento com profissionais preparados para acolher o público nesses casos. A Alper, em parceria com a Rádio Nova BR, estará neste sábado pronta para atender a todos, caso necessário”.

A ação no festival reforça a visão da Alper de atuar ativamente na promoção da saúde, e no cuidado com o indivíduo, integrando a expertise em gestão de benefícios e seguros com iniciativas que impactam diretamente a qualidade de vida da população – não somente em eventos, mas também nas empresas

Serviço:
Festival Nova Brasil FM 
Sábado, dia 29/11, das 14h15 às 21h30.
Parque Villa Lobos (Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001)
Ação Alper Seguros: Tendas de Acolhimento localizadas na entrada do evento

AXA no Brasil patrocina o Festival de Cinema Francês do Brasil 

A AXA no Brasil, seguradora de origem francesa e pertencente a um dos maiores grupos seguradores do mundo, confirma, pelo segundo ano consecutivo, o patrocínio ao Festival de Cinema Francês do Brasil (anteriormente conhecido como Festival Varilux). O evento acontece de 27 de novembro a 10 de dezembro em cinemas de todo o território nacional e traz Isabelle Huppert e Pierre Richard como convidados na edição de 2025. 

Esta iniciativa integra a estratégia de marca da companhia de continuar ampliando o alcance, proporcionando experiências – nesse caso,  o acesso à cultura. A empresa vem seguindo esse caminho desde 2022, quando iniciou o patrocínio da Roda Rico, em São Paulo. 

“Renovar o apoio ao Festival de Cinema Francês está alinhado à visão da AXA de estar próxima da sociedade e da cultura. Ao longo de dez anos no Brasil, seguimos focados em oferecer segurança e confiança para o maior número de pessoas. Patrocinar um evento como o Festival de Cinema Francês, coloca a marca em local de diálogo com público e praças diversas, reforçando a intenção da AXA de proporcionar cada vez mais experiências para o cliente final.”, afirma Luciano Calheiros, Vice-Presidente Comercial, Marketing e Experiência do Cliente da AXA no Brasil.”

Destaques da Edição 2025

A 16ª edição do evento marca um novo momento com a mudança de nome para Festival de Cinema Francês do Brasil e exibirá 20 longas-metragens recentes e um clássico, que será A Cabra, de 1981, um comédia que traz um dos atores franceses mais conhecido pelo grande público, Gérard Depardieu. Entre os destaques, está a presença de uma delegação artística de peso em São Paulo e no Rio de Janeiro, incluindo a estrela Isabelle Huppert, convidada de honra, e o icônico Pierre Richard, que será o grande homenageado deste ano.

O público poderá conferir também obras premiadas como Mãos à Obra, vencedor de Melhor Roteiro em Veneza, e O Estrangeiro, de François Ozon. Outro destaque é O Segredo da Chef, que foi exibido na abertura do Festival de Cannes 2025 e tem no elenco Bastien Bouillon, ator convidado pelo festival para vir ao Brasil nesta edição. 

Campanha da MAG Seguros valoriza profissionais do setor de seguros 

Márcio Batistuti MAG Seguros

A MAG Seguros, especialista em vida e previdência com 190 anos de atuação ininterrupta, segue com a edição atual da Campanha Arrebenta, que reconhece os profissionais de destaque em proteção financeira e lideranças comerciais. 


A Campanha Arrebenta proporcionará aos participantes experiências voltadas para Agentes e Novos Especialistas, com objetivo de aprendizado, crescimento e ascensão profissional; Capacitação para Lideranças, com foco em inovação e tecnologia aplicada à performance; e, também, o MDRT (Million Dollar Round Table 2026), uma experiência da campanha de vendas concedida aos Especialistas em Proteção Financeira no maior encontro mundial de corretores, que reúne participantes de mais de 80 países. 


“Nós da MAG acreditamos que o papel fundamental das campanhas de vendas é incentivar e valorizar nossos corretores, que têm reforçado a cada campanha, nossa missão de levar proteção financeira para o máximo de famílias brasileiras. A premiação destes profissionais, com a participação em eventos tão importantes e exclusivos, destaca ainda mais o nosso compromisso em prover um ambiente propício para o aprendizado e a troca de experiências, fortalecendo as convicções e o propósito da empresa,”, comenta Márcio Batistuti, diretor comercial de varejo do Grupo MAG.

MetLife firma parceria com Fundo de Educação FIFA Global Citizen

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Fundo de Educação FIFA Global Citizen, uma iniciativa que visa arrecadar US$ 100 milhões para oferecer acesso à educação de qualidade e ao esporte para crianças em todo o mundo, abriu seu período de inscrição para concessão de subsídios. Organizações sem fins lucrativos comprometidas em melhorar as oportunidades educacionais para crianças do ensino fundamental e médio (K-12) em todo o mundo, incluindo no Brasil, podem enviar suas candidaturas para financiamento até 31 de dezembro de 2025.

O Fundo de Educação FIFA Global Citizen tem como objetivo ampliar o acesso à educação de qualidade, à alfabetização e ao esporte, oferecendo subsídios para programas comunitários em mais de 200 localidades ao redor do mundo. Para iniciar os esforços rumo à meta de arrecadar US$ 100 milhões, a MetLife Foundation foi reconhecida como doadora fundadora após sua contribuição de US$ 9 milhões para o fundo. Além da MetLife Foundation, o Bank of America é o outro parceiro oficial do projeto.

“O acesso a recursos educacionais pode realmente transformar vidas. O Fundo de Educação FIFA Global Citizen aproveita tanto a linguagem universal do esporte quanto o impacto transformador da educação para oferecer às crianças um futuro mais confiante”, disse Denise Coelho, diretora de marketing e comunicação da MetLife Brasil. 

As inscrições estão abertas até 31 de dezembro de 2025 para organizações comunitárias que trabalham para melhorar a qualidade e o acesso à educação e ao esporte para crianças. Aproximadamente 150 organizações, atendendo entre 500 e 10.000 jovens, receberão subsídios que variam de US$ 50.000 a US$ 250.000. A primeira rodada de beneficiários será anunciada no início de 2026.

Grupo HDI intensifica relacionamento com corretores com eventos, campanhas e ações especiais em todo o país

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O Grupo HDI – segundo maior conglomerado segurador do país – promoveu, ao longo de novembro, uma agenda intensa de relacionamento com corretores e parceiros em diferentes regiões do Brasil, combinando encontros presenciais, iniciativas de conscientização, campanhas comerciais e novos conteúdos dedicados à força de vendas. 

O mês começou com o tradicional Café com Presidente, realizado no dia 04/11 em Cascavel, no Paraná, reunindo corretores e parceiros locais para um bate-papo direto com o CEO Eduardo Dal Ri e lideranças da companhia. Em 13/11, o Grupo HDI também recebeu os representantes da Sicredi no prédio Matriz, em São Paulo, que foram recepcionados pelo CEO Eduardo Dal Ri, pelo Vice-Presidente Comercial Marcos Machini, pelo Diretor de Operações e Sinistros Marcio Probst e pelo Diretor de Afinidades Eduardo Sallum, reforçando o alinhamento entre as instituições e o avanço de iniciativas conjuntas de distribuição e atendimento.

A agenda seguiu em Chapecó, em Santa Catarina, no dia 12/11, com o Encontro de Vida, que trouxe atualizações, oportunidades e debates conduzidos por Alexandre Vicente e pelo time comercial da região – encontro que voltou a ocorrer em 26/11 na cidade de Uberlândia, Minas Gerais. O movimento reforça o compromisso da companhia em levar conteúdo e estratégia aos parceiros de forma regionalizada e alinhada com cada mercado.

Em novembro, houve ainda uma nova campanha de conscientização do Cresça com o Vida, desta vez focada no combate ao câncer de próstata, como parte da ação extra de Novembro Azul. Entre as ações que o Grupo promoveu estão, em 19/11, o treinamento especial sobre Doenças Graves no Seguro de Vida – que contou com mais de 300 participantes – e a campanha de pontuação em dobro, entre 01 e 30/11, para corretores que comercializassem o produto Yelum Vida Perfil. Esse seguro, voltado à proteção individual e familiar, inclui opções de cobertura para Doenças Graves (10 a 30 doenças), telemedicina 24h, telepsicologia, assistência nutricional, personal fitness e outros benefícios focados no cuidado e bem-estar.

Já nas últimas semanas do mês, a companhia buscou incentivar as vendas dos produtos Yelum Residência, Yelum Affinity Residência e HDI Em Casa com a Black Week Residência, uma ação do Cresça Corretor. A iniciativa, vigente no período de 17 a 28/11, oferece descontos de até 15% para o cliente final, além de vouchers de até R$500 para corretores que apresentassem maior crescimento nas vendas durante esse período. Lives e webinars sobre Residência, Assistências e Sinistros complementaram a ação, reforçando o compromisso da seguradora com capacitação e atualização contínua.

Para fechar o período, em 27/11, foi lançado o segundo episódio da segunda temporada do Cresça Cast, o podcast do Cresça Corretor, com a participação da Gerente de Marca e Comunicação Externa do Grupo HDI, Renata Camargo. O conteúdo aborda a estratégia das marcas Yelum, HDI e Aliro para os corretores, as campanhas de mídia lançadas recentemente, os reconhecimentos recebidos no trade de seguros e a presença da empresa no Salão do Automóvel.

“Novembro foi um mês de intensa proximidade com os corretores. São eles que levam os produtos e nossa proposta de valor aos clientes em todo o país, e por isso investimos continuamente em capacitação, diálogo e reconhecimento”, destaca Marcos Machini, Vice-Presidente Comercial do Grupo HDI. “As ações realizadas reforçam nossa estratégia de estar cada vez mais presentes, seja no digital ou no presencial, com iniciativas que apoiem o desenvolvimento do corretor e ampliem suas oportunidades de negócio”, completa o executivo.

CNseg: CCJ do Senado aprova PL 2951/2024, que moderniza seguro rural e pode viabilizar o fundo de catástrofe

por CNseg

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (26), por unanimidade, o Projeto de Lei nº 2951/2024, que institui novos marcos legais para a modernização do Seguro Rural no Brasil. A medida é celebrada pelo mercado segurador e pelo agronegócio como um passo fundamental para estancar a crise de encolhimento da proteção no campo e garantir a segurança jurídica e orçamentária de um dos setores mais vitais da economia nacional.
 

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) manifestou apoio integral à aprovação, classificando o texto como crucial para reverter um “cenário de encolhimento alarmante” na gestão de riscos agrícolas.
 

Segundo o diretor de Relações Institucionais da CNseg, Esteves Colnago, o projeto da senadora Tereza Cristina (PP-MS) pode trazer um impulso muito forte para o seguro rural e para a mitigação de riscos climáticos na agricultura nacional, que representa quase 25% do PIB (Produto Interno Bruto).
 

“O PL aprovado pelo Senado foi um passo muito importante. A proposta permite que se tenha uma certeza do orçamento que será disponibilizado para subvenção ao prêmio de seguro rural, permitindo que prevaleça uma previsibilidade mínima necessária para o planejamento dos setores segurador e rural. O projeto também permite uma melhor junção entre as políticas de crédito (Plano Safra) e a de Subvenção ao Seguro Rural (PSR), além de aproximar o Brasil de experiências internacionais exitosas, como as dos EUA. Além disso, o projeto moderniza e cria efetivas condições para constituição de um fundo rural para catástrofe, um fundo de suma importância para momentos como esses que vivemos, com grande variação nos eventos climáticos e na intensidade dos mesmos”, destacou.
 

Para a CNseg, esse projeto pode oferecer as ferramentas necessárias para que o Brasil retome o crescimento da área segurada, garantindo que o agronegócio continue sendo o motor da economia brasileira, mas agora com a devida proteção contra imprevistos climáticos e financeiros. A proposta ainda será objeto de turno suplementar na CCJ do Senado e, mantida a aprovação, seguirá para apreciação na Câmara dos Deputados.
 

Panorama Crítico

A aprovação do PL ocorre em um momento delicado. Apesar de a agropecuária representar 23,2% do PIB nacional em 2024, a proteção dessa riqueza vem diminuindo drasticamente devido à instabilidade orçamentária e à estrutura insuficiente de subsídios atuais. Para Tereza Cristina, “a atividade se encontra sujeita a ter seus resultados comprometidos por adversidades climáticas e sanitárias, além de incorrer nos riscos inerentes a qualquer atividade empresarial, como os de flutuações de preço, operacionais, legais, de imagem e de mercado”, afirma a autora da proposta.
 

Dados levantados pela CNseg, via Panorama do Seguro Rural, apontam uma retração severa nos últimos anos:

  • Queda na área segurada: A cobertura despencou de 16,3% da área plantada em 2021 para apenas 7,5% em 2024. Projeções parciais da entidade indicam que, sem mudanças, 2025 poderia registrar a menor cobertura da história, com apenas 2,3%.
  • Menos produtores protegidos: O número de beneficiários caiu de 120 mil (2021) para 85 mil (2024).
  • Redução de valores: O capital segurado recuou de R$ 66,4 bilhões para R$ 50,6 bilhões no mesmo período.

A falta de previsibilidade e os cortes recorrentes no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) são as causas centrais dessa crise, agravada por um cenário climático cada vez mais hostil.
 

O que muda com o PL 2951/2024

O texto aprovado busca transformar o PSR em uma verdadeira política de Estado – a exemplo de modelos bem-sucedidos nos EUA, Espanha e Índia – blindando o programa contra contingenciamentos fiscais.

Entre as principais inovações do projeto, destacam-se:

  1. Criação do Fundo de Catástrofe: O mecanismo oferecerá cobertura complementar para riscos rurais em casos de eventos catastróficos, criando um ambiente de maior solvência e segurança para produtores, seguradoras e para o próprio Governo.
  2. Segurança Orçamentária: O PL torna a despesa com o PSR obrigatória, eliminando a incerteza anual sobre a disponibilidade de recursos.
  3. Incentivos ao Produtor: O projeto prevê a possibilidade de taxas de juros diferenciadas para o crédito rural segurado e preferência na liberação de recursos subvencionados para quem contratar seguro.
  4. Governança e Dados: Será instituída uma base de dados nacional robusta com informações das operações, aprimorando a precificação e a gestão de riscos.

Bradesco Vida e Previdência conquista o 1º lugar entre seguradoras no Guia de Previdência FGV/Valor 2025

Estevão Scripilitti, diretor da Bradesco Vida e Previdência

A Bradesco Vida e Previdência conquistou o 1º lugar na categoria “Seguradoras” do Guia de Fundos de Previdência FGV/Valor 2025. O levantamento, realizado pelo jornal Valor Econômico em parceria com o Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), reconhece as instituições com melhor desempenho e consistência na gestão de fundos de previdência no país.

A pesquisa é referência no setor e analisa o desempenho das companhias com foco nos resultados de longo prazo. O estudo considera tanto a rentabilidade quanto a consistência das estratégias de investimento, premiando quem entrega bons resultados de forma sustentável ao longo do tempo.

“Ser reconhecida como a melhor seguradora em previdência privada é motivo de orgulho e reforça nossa missão de cuidar do futuro das pessoas. Trabalhamos para que cada cliente tenha a confiança de que está construindo, hoje, a base para uma vida mais tranquila e segura. Nosso compromisso é unir inovação, governança e excelência em gestão para transformar o planejamento financeiro em um instrumento de realização de sonhos”, afirma Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

Com mais de quatro décadas de atuação, a Bradesco Vida e Previdência é líder na América Latina em previdência privada, com reserva técnica superior a R$ 365 bilhões e mais de 100 fundos de investimento desenvolvidos em conjunto com a Bradesco Asset Management e gestoras parceiras, oferecendo soluções para diferentes perfis.