Icatu é patrocinadora do InvestSmart 

Icatu Seguros Henrique Diniz

Fonte: Icatu

O diretor de Produtos de Previdência da Icatu, Henrique Diniz, é um dos palestrantes confirmados do InvestSmart 2022. Ele fala sobre o tema “Mercado de Previdência e suas evoluções”, às 13h45, desta sexta-feira, 11 de fevereiro. O evento, que acontece no Rio de Janeiro, tem patrocínio da Icatu, uma das maiores seguradoras independentes do Brasil em Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos. A realização é do BankRio Financial Group.

Henrique é um dos 60 palestrantes que vão passar pelo evento, que tem o objetivo de conectar investidores com as melhores oportunidades do mercado, mostrando soluções para o planejamento financeiro. O evento, que terá início no dia 10 de fevereiro, também terá um stand da Icatu. No local, o público poderá conhecer melhor o portfólio de previdência da seguradora e tirar dúvidas com os consultores presentes. 

Em sua palestra, o diretor de Previdência da Icatu trará um panorama do mercado de previdência nos últimos anos, além de explicar as bases da previdência, tirando as principais dúvidas sobre os investimentos em fundos PGBL e VGBL. “O mercado de previdência vem mudando ao longo dos anos, muito impulsionado pelo cenário econômico e as reformas previdenciárias. A pandemia também gerou grande impacto no setor, mas, sobretudo, gerou consciência sobre a importância do planejamento e proteção financeira. Precisamos aproveitar esse impulso, e a informação é parte fundamental desse processo, para cada vez mais democratizarmos o acesso à previdência privada”, comenta Diniz. 

Dados mais recentes da Susep confirmam que, em novembro do ano passado, a Icatu somava mais de R$42 bilhões em reservas de Previdência, uma elevação de 6% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o mercado cresceu 5% no mesmo intervalo. Com mais de 390 fundos de mais de 130 gestores dos mais renomados, a Icatu acredita que democratizar o acesso dos brasileiros a soluções financeiras é a melhor forma de planejar o futuro.

Serviço: 

Evento: InvestSmart 

Palestra: Mercado de Previdência e suas evoluções 

Palestrante: Henrique Diniz – diretor de Previdência da Icatu 

Dia: 11 de fevereiro 

horário: 13h45 

Local: Espaço InvestArena 

Health tech Tem Saúde e clinica Partmed anunciam fusão para conquistar classes C e D

tem saude

A Tem Saúde, benefício que conecta pessoas a serviços de saúde e bem-estar em todo o país, e a Partmed, rede com 60 franquias de clínicas médicas espalhadas pelo Brasil de José Carlos Semenzato, anunciaram a fusão das operações. A Tem absorve 100% das ações da Partmed, que passa a ser minoritária na nova empresa, que une a experiência em soluções de cuidado a saúde popular e a dados e tecnologia da Tem, que atende cerca de 1,5 milhão de vidas, à capilaridade da PartMed, presente nos principais centros comerciais do Brasil.

A nova companhia já começa com uma projeção de crescimento de dobrar a operação em 2022. Nos próximos três anos, o objetivo é saltar para 450 franquias e, assim, ampliar a estrutura de atendimento aos clientes com um processo digitalizado e foco total em experiência diferenciada do usuário. No período de cinco anos, a expectativa é alcançar uma base com 10 milhões de beneficiários cadastrados com acesso a saúde de qualidade.

“Acreditamos que é possível criar a melhor experiência de cuidado com a saúde, e por isso decidimos juntar a expertise de atendimento e capilaridade da Partmed com o banco de dados, tecnologia e processos da Tem. O objetivo é transformar o jeito que milhares de brasileiros cuidam do que mais importa: sua saúde”, afirma Igor Pinheiro, CEO e Co-Fundador da Tem Saúde.

O propósito de popularizar o acesso aos cuidados com a saúde foi o que conectou a Tem e a PartMed. Em uma realidade em que 7 a cada 10 brasileiros não possuem plano de saúde, a fusão oferece uma alternativa de atendimento privado com valores acessíveis, digitalizada e com abrangência nacional, destacam os executivos.

“Para continuar proporcionando uma assistência de qualidade, a PartMed está investindo cerca de R$ 40 milhões em infraestrutura tecnológica. A rede se tornou referência no Brasil por levar medicina de qualidade por um preço mais em conta para as classes C e D e agora entregará o mesmo serviço aos beneficiários do cartão Tem”, explica Paulo Zahr, fundador e sócio da PartMed.

Atualmente, a Tem Saúde disponibiliza suas soluções em saúde dentro do segmento B2B2C, com mais de 5 milhões de cartões emitidos em parceria com grandes empresas como PagSeguro, Itaú, Afinz, Cetelem, Casas Bahia, Lojas Marisa, entre outros gigantes, como programa de saúde puro ou embarcado como assistência em coberturas de seguro, em parceria com seguradoras como Mapfre, Zurich, Tokio Marine, Assurant, Chubb, que ​​podem disponibilizar para seus clientes uma plataforma de saúde completa. Contam com uma rede de médicos e laboratórios espalhados pelo Brasil com preços populares, descontos de até 70% em medicamentos, acesso a psicólogos, nutricionistas, dentistas, telemedicina 24 horas e outras soluções de cuidado à saúde. 

“Queremos revolucionar o acesso a saúde. A distribuição massiva foi a forma que escolhemos de chegar mais rápido perto da população. Queremos que as pessoas tenham tranquilidade de poder ter acesso médico sempre que precisarem, diz Mariana Esteves, vice-presidente comercial da Tem Saúde”. “Estamos comprometidos em desenvolver a melhor solução de acesso a saúde primaria e cuidado para todos os brasileiros, sendo uma operação verticalizada. E será exatamente isso que faremos juntos”, destaca Tuca Ramos, co-fundador da Tem Saúde (foto).

José Carlos Semenzato, empresário com mais de 25 anos de experiência no franchising e que detém participação na PartMed, acredita que a fusão inclui todos os atributos necessários para melhorar a oferta de serviços de saúde de qualidade no Brasil. “Ao unir o físico e o digital, a nova companhia terá o know-how no mercado de saúde e a escalabilidade e o baixo custo gerados pela tecnologia da Tem”, ressalta.

Camila Farani (foto), presidente da G2 Capital e uma das principais investidoras-anjo do Brasil, é a nova sócia do negócio. Ela conta que o potencial do setor fez com que os investidores de risco injetassem US$ 57,2 bilhões em iniciativas de digital health no mundo no ano passado. “A fusão da PartMed com a Tem é reflexo da intensa movimentação do mercado de saúde, e entro na operação para ajudar a fortalecer as áreas de growth e tecnologia”, destaca.

Segundo os executivos, a nova companhia nasce com sua porta aberta para novos parceiros em seu modelo de franquias,  que procuram uma oportunidade de negócio aliada ao propósito de oferecer saúde para todos. Além disso, já disponibiliza um novo modelo de plano individual para o consumidor final, com preços populares para consultas e exames e outras soluções em cuidado.

Artigo: Inovação em precificação em seguradoras

por Ricardo Lachac, executivo responsável pela América Latina na Earnix

Um relatório recente da McKinsey and Company destaca a necessidade de novas abordagens de precificação: “Como a precificação será o principal diferencial para a geração de valor de longo prazo em P&C, deve ser parte integrante da estratégia de resposta à COVID-19 de todas as seguradoras”.

Essa tendência mostra como estratégias inovadoras como otimização de preços e precificação dinâmica se tornarão essenciais à medida que as seguradoras buscam obter uma nova vantagem competitiva em 2022 e no futuro.

As seguradoras não podem mais confiar em processos manuais de precificação ou sistemas isolados que desperdiçam tempo, levam a erros e simplesmente não geram ofertas com preço otimizado que impulsionem a retenção e a lucratividade de clientes.

Em vez disso, elas precisam adotar soluções de precificação de ponta a ponta que ofereçam tudo o que precisam – automação, machine learning, algoritmos de autoaprendizagem, poderosos recursos analíticos e muito mais – tudo em uma única e intuitiva solução.

Essas soluções de preços de última geração podem ajudar as seguradoras a desenvolver e implantar estratégias e ofertas de otimização de preços altamente eficazes com base em precificação dinâmica. Com isso as seguradoras podem precificar produtos com base em diversos fatores, como demanda de mercado, limites de preços, resultados de retenção previstos e muito mais.

Por exemplo, as seguradoras podem tirar proveito de recursos avançados, como modelos de elasticidade de preço e modelos de curvas de projeção de lucratividade para tomar decisões baseadas em dados, maximizando os lucros e a retenção de clientes.

Esses recursos fornecem uma vantagem de leitura em relação aos mecanismos tradicionais de modelagem de risco e precificação que simplesmente não podiam fornecer insights tão detalhados e controle de modelagem e de mercado, deixando as seguradoras essencialmente fazerem o melhor palpite no momento de uma nova precificação, de um modo não científico. Com a capacidade de modelar vários cenários hipotéticos (“what-if”), as seguradoras podem determinar rapidamente o preço certo para maximizar o lucro e as renovações, fatores essenciais para aumentar a retenção de clientes, o valor a longo prazo e os lucros.

Nenhum desses cenários de precificação poderia ser alcançado com facilidade ou rapidez suficientes usando abordagens de precificação ultrapassadas. Mas agora, uma nova e poderosa tecnologia de precificação, como o Earnix Price-IT, permite que as seguradoras obtenham muito mais conhecimento e controle para alterar os preços com extrema rapidez.

Novas ofertas são baseadas em fatores reais de mercado, como comportamento do cliente, demanda e preços dos concorrentes. Essas soluções oferecem às seguradoras a precificação realmente orientada por dados e analíticos, permitindo que elas testem os resultados e criem novas ofertas que lhes dão a melhor chance de conquistar novos negócios. Elas podem até alinhar esses cenários com os KPIs mais críticos de sua organização, como a maximização de índices de renovação, conquistar novos negócios ou atingir as metas de lucratividade.

SulAmérica anuncia nova vice-presidente de Saúde e Odonto  

A SulAmérica anuncia a chegada de Juliana Caligiuri como nova vice-presidente de Saúde e Odonto da companhia. A executiva, que inicia sua jornada em 21 de fevereiro, chega à companhia com a missão de fortalecer as carteiras de Saúde e Odonto, além das estratégias de Cuidado Coordenado e expansão da família SulAmérica Direto. 

Com uma bagagem de mais de 20 anos de carreira, Juliana tem passagens de destaque por respeitados grupos dos setores de Saúde, Financeiro e Consultoria, como a BP – Beneficência Portuguesa de São Paulo, o Banco Real ABN AMRO, o Grupo Jereissati, o Santander e a McKinsey. Em sua experiência, administrou grandes estratégias em crescimento e desenvolvimento de negócios de saúde, com foco em expansão de serviços e gestão de grandes times.

A chegada da nova executiva reforça o destaque da SulAmérica entre as 13 empresas brasileiras com mais igualdade de gênero, segundo índice da Bloomberg. Em sua posição, Juliana vai liderar um time de mais de 1.500 colaboradores e gerenciar uma carteira com mais de 2,4 milhões de beneficiários em Saúde, além de 2,0 milhões de beneficiários em Odonto.  

Juliana substitui Raquel Giglio, a quem a companhia agradece por todas as conquistas e resultados alcançados por meio de sua gestão ao longo de mais de dez anos na SulAmérica. Raquel permanecerá na SulAmérica até o final deste mês de fevereiro.  

Simple2u espera atingir a marca de 50 mil clientes durante os dois primeiros anos de operação

leonardo lourenco mag seguros simple2u

A MAG investe em inovação há muito tempo, pois sabe que para ser longeva precisa estar plugada na transformação da sociedade. Desde que Nilton Molina passou o comando para o filho, Helder Molina, em 2004, o clima de inquietação por fazer algo diferente tomou conta da equipe. As mudanças são ligeiras no centenário grupo segurador, que comemorou 187 anos em janeiro último. Fez parceria com o grupo holandês Aegon. Inovou ao criar lojas virtuais para os corretores. Depois lançou a WinSocial para vender seguro para um grupo excluído, os diabéticos. Em 2020, foi a única seguradora tradicional que se inscreveu na primeira edição do Sandbox da Superintendência de Seguros Privados (Susep).  

E neste início de 2022, outra conquista: o lançamento da Simple2u dentro do projeto que cria um ambiente experimental constituído com condições especiais para que as empresas selecionadas ofereçam novas tecnologias ou processos inovadores. “Uma alegria e tanto lançar uma seguradora 100% digital para atuar em outros segmentos. Estamos super animados, mas confesso que estamos também com um frio na barriga. O desafio é grande para conquistar novos consumidores com um modelo de negócio totalmente novo”, conta o diretor da Simple2u Leonardo Lourenço. 

A seguradora digital marca a entrada do grupo MAG, especializado em seguro de vida, planos de previdência abertos e fechados e gestão de ativos, em novos mercados. A startup traz um portfólio de seguros baseado em on demand, com coberturas que podem ser ativadas e desativadas a qualquer tempo, manualmente ou de forma automática. Os dois primeiros produtos são para acidentes pessoais e residência. “Queremos trazer ainda mais poder de escolha e autonomia para os nossos clientes, com objetivo de oferecer cada vez mais produtos personalizados e moldados às demandas e estilo de vida de cada um”, diz ele que se dedica ao grupo MAG (ex-Mongeral Aegon) desde 2005. 

Parece simples ligar e desligar um seguro. Mas isso não existia até muito pouco tempo atrás e as experiências existentes mostram que os ajustes são necessários em todo o processo. Também revelam que a aceitação é grande entre millennials, geração que normalmente não se identifica com uma cobertura de seguros tradicional. Criar a infraestrutura tecnologia para viabilizar a operação demandou centenas de horas de trabalho e muitos milhares de reais. Back-office pronto, agora a missão é ensinar a população que nunca comprou um seguro que há uma proteção diferenciada, na qual o cliente paga somente pelo que usa. 

Um exemplo: alugou um imóvel por um período curto. Ao acionar o play do seguro começa a valer cobertura escolhida. Se para acidentes pessoais, o seguro pode ser ligado durante um trajeto ou calendário pré-determinado, como o horário de trabalho, uma atividade de lazer ou viagem. O produto permite receber indenizações em caso de morte, invalidez permanente e reembolso de despesas com médicos e hospitais.  Se para residência, contará com cobertura para roubo, furto ou dano elétrico. Também há no pacote serviços emergenciais como chaveiro, encanador, eletricista e vidraceiro. Voltou para a casa habitual, desliga o seguro e paga só pelo que usou. 

“O seguro pode ser ativado por intervalos de uma hora até 30 dias, em situações como trabalho, lazer ou uma viagem”, explica Lourenço. Um dos desafios é: e se o cliente esquecer de ligar? De desligar? A geolocalização, que em breve entrará no ar, ajudará a resolver esta questão. O cliente define os lugares que precisa de seguros. “Se ele optar que em casa não precisa do seguro, mesmo sem ter desligado, a plataforma assumirá que o “taxímetro” parou”, explica. 

Para evitar esquecimentos quanto ao pagamento, o consumidor contará com uma carteira digital de seguros. Os valores serão descontados à medida em que a cobertura for utilizada. E permitirá a ativação de diferentes produtos, de acordo com a sua vontade, com previsão de devolução do dinheiro não utilizado. “A decisão e do consumidor. Não vou criar uma regra. Ele pegou a dinâmica de outros mercados como streamings, e trouxe para seguro”, argumenta.

A Simple2u tem um cronograma no qual se espera atingir a marca de 50 mil clientes durante os dois primeiros anos de operação. Saindo do modelo Sandbox para a maioridade de uma seguradora digital, poderá ampliar o portfólio de produtos. Um dos ramos em pauta é o seguro celular, além de cobertura para bens em geral, estilo de vida, viagens e para pets. 

A previsão é ter vendas acima de R$ 150 milhões no quinto ano de operação. Outra boa notícia é que como ela nasce digital, já estará dentro do modelo de regulação digital, livre de uma rotina pesada que as seguradoras tradicionais enfrentam. “Já nascemos dentro do SRD”, diz Lourenço, que nada mais é do que o envio de informações online ao órgão regulador. Sem papel. 

MDS Brasil anuncia mudanças em posições executivas 

Paulo Loureiro VP Saude e Benefício

Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anuncia mudanças em seu quadro executivo. Focadas nos níveis de vice-presidência e diretorias, as movimentações vão ao encontro das estratégias de crescimento e aprimoramento estabelecidas pela marca a médio e longo prazo.  

“A MDS Brasil tem crescido em escala, qualidade e capilaridade. Além das recentes aquisições, que seguem em um ritmo consistente desde 2018, a companhia tem investido em infraestrutura, ativos tecnológicos, capacitação de equipe técnica e parcerias com importantes players do mercado de seguros e corretagem”, explica Ariel Couto, CEO da operação brasileira. “O resultado de todas essas iniciativas é a clara transformação da empresa em uma opção ainda mais completa para nossos clientes e, consequentemente, para o mercado. As mudanças anunciadas, por um lado, reconhecem a performance de nossos executivos e, por outro, visa a trazer mais autonomia e representatividade para as diferentes áreas”. 

Paulo Loureiro, que era diretor executivo de filiais, assume o cargo de vice-presidente de Saúde e Benefícios com a missão de implementar uma atuação comercial ainda mais diversificada e regionalizada, seja por equipe própria ou por meio de parcerias estratégicas. ‘’O setor de saúde, que é o carro-chefe nas operações das grandes brokers com atuação em Benefícios, conta com uma carteira de mais de 48 milhões de beneficiários, e encerrou o ano de 2021 com um crescimento de cerca de 66% em arrecadação.” De acordo com Loureiro, comercialmente e tecnicamente, o preço é um tema que desafia todos os stakeholders desse mercado: “Por isso, nossa expectativa de crescimento transcende o aspecto comercial e nos permite focar em ações de melhoria constante nas relações de custo x benefício para nossos clientes”, complementa. 

Paulo acrescenta que a estrutura de Health Intelligence será potencializada em 2022: “Essa área engloba análises estatísticas dos dados de utilização dos planos de saúde e, neste ano, será possível gerar insights ainda mais assertivos e endossar o desenvolvimento de soluções proativas para aprimoramento da gestão e promoção da saúde em temas mais sensíveis. Como consequência, toda essa cadeia bem estruturada proporcionará reduções nos índices de sinistralidade”, conclui o VP.  

Modificações na diretoria 

Patrícia Martins, que era Superintendente de Parcerias, assume o cargo de diretora do canal. Conhecido como MDS Partners, o programa da MDS conta com mais de 100 parceiros de negócios em diversas regiões do Brasil e oferece condições e vantagens diferenciadas em relação aos demais programas similares do mercado. Na direção da área, Patrícia menciona a importância da parceria e de todo o acompanhamento dos contratos com as grandes corporações. “Atuamos em parceria com corretores, na dinâmica de corretagem. Já temos parcerias consolidadas com grandes empresas e efetuamos toda a assistência necessária aos nossos parceiros de negócios. Nossa perspectiva é ampliar a atuação, mantendo a excelência nessas demandas e trazendo parcerias que agreguem para a nossa carteira de clientes”, assinala a executiva. 

Já Marcelo Ferreira, que respondia pela Superintendência de Relacionamento, assume o cargo de Diretor na área. “2021 foi um ano de muito trabalho, transformação e preparação para o time de Relacionamento. No intervalo de 12 meses, a nossa carteira de clientes para atendimento diário cresceu 80% e, consequentemente, o time também dobrou de tamanho”, explica o profissional.  Apesar de toda a conjuntura desafiadora do último ano, a área de Relacionamento atendeu todas as linhas de seguros e reteve todos os clientes. “Além disso, por meio de Cross Selling,  implementamos novas soluções à cadeia de patrimônio de clientes que já faziam parte do nosso portfólio e conseguimos contabilizar prêmios em torno de R$ 4,5MI. Para 2022, o desafio é trazer ainda mais senioridade à equipe”, destaca Ferreira. 

Por fim, Willians Cruz, que era Superintendente de Sinistros, torna-se Diretor da área devido ao desempenho exemplar da equipe no último ciclo. “Em 2021, vários dos nossos principais clientes experienciaram sinistros relevantes, complexos e desafiadores, entretanto, embora, grande parte destes sinistros ainda esteja em regulação, fechamos o ano com um aumento de mais de 25% nos valores indenizados, se comprados a 2020”, enfatiza o diretor. “O trabalho engajado e consultivo do time de Sinistros está em total sinergia com a equipe de Placement, e também conta com o apoio irrestrito do board da MDS. Para 2022, a meta é consolidar procedimentos mais simplificados para regulação e liquidação de sinistros”, finaliza Cruz. 

Setor de seguros encerra 2021 com vendas de R$ 306 bilhões, alta de 11,8%

Susep mercado de seguros em 2021

As vendas de seguros e arrecadação de planos de previdencia e titulo de capitalização do setor de seguros supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) ultrapassou R$ 300 bilhões em 2021, movimentando, até dezembro, a soma de R$ 306,31 bilhões, o que corresponde a R$ 32,2 bilhões a mais do que o arrecadado em 2020. Em termos percentuais, o ano de 2021 apresentou crescimento de 11,8% em relação ao ano anterior.

Nos seguros de pessoas e danos, os prêmios diretos totalizaram R$ 267,17 bilhões em 2021, alta de 12,8% em relação a 2020, quando totalizaram R$ 236,77 bilhões. O segmento de seguros de pessoas apresentou um total de prêmios de R$ 176,98 bilhões em 2021, o que representa aumento de 12,1% em relação ao ano de 2020. O grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu o montante de R$ 23,46 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 17,4% em relação a 2020, correspondendo a um aumento de R$ 3,48 bilhões na arrecadação de prêmios.

As contribuições do VGBL em 2021 superaram as de 2020 em 11,9%, totalizando R$ 126,16 bilhões – vide Tabela 4. As contribuições de dezembro de 2021 ficaram 15,8% abaixo das de dezembro de 2020. Já os resgates de 2021 apresentaram aumento de 28,3% em relação ao volume resgatado em 2020, totalizando R$ 92,65 bilhões. Em 2021, as contribuições superaram os resgates em R$ 33,51 bilhões.

Os seguros de danos apresentaram crescimento de 14,4% na arrecadação de prêmios em 2021, quando comparado ao ano de 2020. Foram movimentados R$ 90,19 bilhões no último ano, face aos R$ 78,86 bilhões movimentados em 2020. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 38,43 bilhões no ano de 2021, valor 8,8% superior ao do mesmo período em 2020. Na comparação entre dezembro de 2021 e dezembro de 2020, houve crescimento de 16,0%, com uma arrecadação de prêmios de R$ 4,09 bilhões.

Desconsiderando-se auto, o desempenho das demais linhas de negócio dos seguros de danos foi 18,9% superior no ano de 2021 em relação a 2020, crescimento de R$ 8,24 bilhões na arrecadação de prêmios. A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 40,0%. Os seguros das linhas riscos especiais patrimoniais, responsabilidade civil (RC) e transporte também se destacaram, com crescimento acima de 20% na arrecadação de prêmios em 2021.

Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 14,4% na arrecadação de prêmios no acumulado de 2021, quando comparado com 2020. Ao analisarmos os seguros de danos sem auto, o crescimento no acumulado do ano é ainda maior, 18,9%. Já a arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 38,43 bilhões no acumulado do ano, valor 8,8% superior ao do mesmo período em 2020.  

Impulsionado pela sinistralidade do seguro agrícola, a sinistralidade do seguro de danos atingiu pico de 81,7% em dezembro de 2021. A sinistralidade dos seguros de danos em 2021 ficou em 54,6%, frente aos 49,4% observados em 2020. Nos seguros de pessoas, a sinistralidade de 2021 foi de 45,8%, frente aos 34,0% observados em 2020.  

A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 40%. Os seguros das linhas responsabilidade civil (RC), transporte e riscos especiais patrimoniais também se destacaram, com crescimento acima de 20% na arrecadação de prêmios em 2021. 

Nos produtos de previdência, observa-se crescimento nominal de 5,8% na receita em 2021, em comparação com 2020. O PGBL apresentou, em 2021, crescimento nominal de 7,2% nas receitas em relação a 2020, tendo arrecadado R$ 11,62 bilhões no período. Os resgates em 2021 cresceram 14,0% em relação a 2020, totalizando R$ 9,64 bilhões –vide Tabela 7. As contribuições superaram os resgates em R$ 1,98 bilhão em 2021. Observou-se, no ano de 2021, em comparação com 2020, crescimento nominal de 1,3% nas contribuições de Previdência Tradicional. Os resgates, por sua vez, cresceram, totalizando R$ 2,09 bilhões em 2021, 16,1% acima do valor resgatado em 2020, conforme a Tabela 7. As contribuições superaram os resgates em R$ 1,26 bilhão em 2021.

Bradesco Seguros tem alta de 4,4% no lucro líquido em 2021, para R$ 5,3 bilhões

O Grupo Bradesco Seguros registrou lucro líquido de R$ 5,3 bilhões, alta de 4,4% no acumulado do ano. O faturamento registrou expansão de 10,9% em 2021, em relação a 2020, totalizando R$ 81,8 bilhões, com crescimento dos prêmios ganhos de 9%. Houve evolução em todas as linhas de negócios. Em indenizações e benefícios, foram pagos R$ 42 bilhões em 2021, dos quais R$ 5 bilhões destinados exclusivamente a eventos relacionados à Covid-19, além de indenizações relativas aos Seguros de Vida e Habitacional.

De acordo com Octavio Lazari, presidente do Bradesco, o volume de sinistros relacionados à covid-19 no 4º trimestre foi o menor desde o início da pandemia no Brasil, apesar do avanço da variante ômicron. Segundo ele, a pior fase da pandemia parece ter ficado para trás e o banco terá alta de prêmios e redução de sinistros em 2022, informa o Valor. A área de seguros respondeu por 23% do lucro nos últimos três meses do ano. Em 2021, o resultado foi de R$ 11,452 bilhões, com queda de 5,5%. Para 2022, o Bradesco prevê crescimento de 18% a 23% no resultado de seguros.

O Retorno Médio sobre o Patrimônio Líquido (ROAE) também apresentou melhora significativa, passando de 14,3% para 17,7%. Vale destacar, ainda, a contribuição do Resultado Financeiro, que apresentou crescimento de 55,3% no ano e 43,1% na comparação com o quarto trimestre de 2020, influenciado pelo comportamento dos índices econômico-financeiros.

Segundo nota divulgada, ao longo do exercício, o grupo intensificou o desenvolvimento de produtos mais aderentes à nova dinâmica do mercado, com soluções que simplificam e agilizam as interações de clientes e corretores no processo de contratação. Foram realizados investimentos em projetos ligados à transformação digital em três principais frentes: tecnologia e análise de dados que possibilitem aos corretores de seguros exercer um papel cada vez mais consultivo; aprimoramento da jornada do cliente em sua plenitude, desde o primeiro contato com a companhia até o momento da regulação do sinistro; e fomento a iniciativas de inovação, visando garantir a sustentabilidade dos negócios no longo prazo.

Com a expansão e o aprimoramento dos canais digitais de comercialização, as vendas nessa modalidade cresceram 60% de janeiro a dezembro de 2021, alcançando R$ 1,6 bilhão, com aumento de 90% na quantidade de itens distribuídos. Os aplicativos Bradesco Seguros já acumulam cerca de 10 milhões de downloads.

O modelo multirramo e a estratégia adotada em cada segmento de atuação se traduziu no aumento do número de contratos em praticamente todas as linhas de negócios. As carteiras de Previdência, Saúde e Auto/Ramos Elementares registraram crescimento entre 4% e 10%, com a inclusão de 112 mil, 140 mil e 260 mil novos segurados, respectivamente. 

A Bradesco Saúde aprofundou o foco operacional no modelo de atendimento primário, elevando para 26 o total de clínicas Meu Doutor Novamed, das quais oito inauguradas em 2021. Em novembro, a rede lançou o Programa Pós-Covid-19, para suporte especializado aos desdobramentos da doença – iniciado em três clínicas e com previsão de chegar a um total de oito unidades. Desde a sua criação, em dezembro de 2015, as clínicas Meu Doutor Novamed totalizam mais de 800 mil atendimentos, com um nível de satisfação superior a 85% entre os pacientes.

No segmento de Previdência Privada, a grade de produtos foi modernizada, com o lançamento de novos planos com soluções de investimento, de modo a atender a demanda por diversificação de ativos e gestores. Além disso, a Bradesco Vida e Previdência implementou novas ações e parcerias comerciais, aproximando ainda mais o relacionamento com os clientes, ampliando, também, seus canais de distribuição, com ênfase em processos e serviços digitais. Da mesma forma, no ramo Vida, a empresa aperfeiçoou sua jornada, com a introdução de aceite digital, autofaturamento de apólices e possibilidade de alteração de beneficiários no AppBradesco.

Em Seguro Auto e Ramos Elementares, a Bradesco Auto/RE investiu em novos produtos personalizáveis e de contratação simplificada, com a utilização de tecnologia e serviços agregados, buscando maximizar a experiência do cliente. Merecem destaque os produtos com características de combo, como o Bradesco Seguro Auto Lar, que reúne coberturas dos Seguros Auto e Residencial e tem como objetivo ampliar a distribuição do segmento residencial. Na mesma linha, o Bradesco Auto Light permite acesso a um produto em média até 30% mais barato do que o Seguro Auto tradicional, sem prejuízo dos serviços contratados.

Já a Bradesco Capitalização intensificou a parceria com a Livelo e diversificou ainda mais seu portfólio de produtos, visando atender a todos os perfis de clientes, e expandiu o autosserviço, criando novas funcionalidades para consulta e gerenciamento dos títulos nos canais digitais.

EZZE Seguros contrata André Yoshinore para assumir a diretoria comercial em São Paulo

EZZE Seguros

A EZZE Seguros contratou André Yoshinore para a diretoria comercial da empresa, em São Paulo. Ele atuará ao lado de Ivo Machado, vice-presidente comercial e de marketing, no relacionamento com clientes e corretores parceiros e na oferta de soluções personalizadas para aumentar a participação da empresa nesta modalidade, rumo a meta de R$ 1 bilhão de faturamento, até 2024.

Profissional com mais de 20 anos de experiência em seguro garantia e passagem por grandes empresas do país, André é especialista em análise de riscos e chega para reforçar o time da seguradora que apresentou resultados expressivos em 2021, com apenas dois anos de operação. “Meu objetivo sempre foi o de ser um facilitador. Chego na EZZE para desenvolver equipes, prospectar novos negócios com agilidade, construir e levar soluções personalizadas para os clientes e estreitar, ainda mais, o relacionamento com os corretores especialistas”, reforça André Yoshinore.

A EZZE, fundada há dois anos, tem a meta de alcançar R$ 1 bilhão até 2024 e se configurar entre as 20 maiores seguradoras do país.

Chubb lucra US$ 8,54 bilhões em 2021, alta de 141,7%

A Chubb Limited (NYSE: CB) divulgou lucro líquido para o trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2021 de US$ 2,14 bilhões, ou US$ 4,95 por ação, e lucro operacional de US$ 1,65 bilhão, ou US$ 3,81 por ação. O índice combinado de P&C foi de 85,5%, comparado a 87,6% no ano anterior, e o índice combinado de P&C do ano excluindo perdas por catástrofe foi de 83,9%, comparado a 86,4% do ano anterior.

Para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2021, o lucro líquido foi de US$ 8,54 bilhões, ou US$ 19,27 por ação, e o lucro operacional foi de US$ 5,57 bilhões, ou US$ 12,56 por ação. O índice combinado de P&C foi de 89,1%, comparado a 96,1% no ano anterior, e o índice combinado de P&C do ano excluindo perdas por catástrofe foi de 84,8%, comparado a 86,7% do ano anterior.

Evan G. Greenberg, presidente e CEO da Chubb Limited, comentou: “Com crescimento de dois dígitos nos prêmios comerciais e a expansão contínua da margem de subscrição, a Chubb terminou o ano com lucros trimestrais e resultados de subscrição recordes, o que contribuiu para um dos melhores anos na história da nossa empresa. O lucro operacional por ação de US$ 3,81 no trimestre foi um recorde e aumentou quase 20%, com lucro líquido e lucro operacional do ano de US$ 8,54 bilhões e US$ 5,57 bilhões, respectivamente, também recordes. Os resultados recordes de subscrição no trimestre incluíram ganhos de subscrição de P&C de US$ 1,3 bilhão, um aumento de 31%, com um índice combinado de P&C de 85,5%.

“Os prêmios de P&C no trimestre cresceram 9,6%, com aumento nas linhas comerciais de 13% e de linhas de consumo acima de 2%, à medida que continuamos a sofrer o impacto da pandemia. Os prêmios comerciais aumentaram 11% na América do Norte e 15% em nossas operações internacionais, com fortes contribuições em nossos negócios. As taxas de P&C comerciais aumentaram 10,5% e 13%, respectivamente, na América do Norte e nas operações internacionais e esperamos que as taxas continuem a superar os custos de sinistros por algum tempo. Em nossas linhas de consumo internacionais, o crescimento está se recuperando lentamente e ganhando força. Por exemplo, os prêmios em nossa divisão internacional de acidentes pessoais aumentaram mais de 5,5% em dólares constantes, o terceiro trimestre consecutivo de crescimento e o melhor desde o início da pandemia.

“No lado dos ativos do balanço patrimonial, o lucro líquido ajustado de investimento superou US$ 900 milhões no trimestre e contribuiu para um recorde de US$ 3,7 bilhões no ano. Com o FED (Banco Central Americano)  finalmente aceitando que a inflação é uma realidade que não vai desaparecer, as taxas de juros estão aumentando e continuarão subindo, e os “spreads” devem começar a aumentar, principalmente se o FED começar a reduzir seus balanços como deveria. Isso começará a beneficiar nossa carteira de investimentos em renda fixa, que tem prazo de quatro anos. Cada 100 pontos-base de rendimento do portfólio para nós produz cerca de US$ 1,2 bilhão de receita de investimento adicional.

“Olhando para o futuro, além do forte e contínuo crescimento orgânico, nos beneficiaremos de maiores receitas e ganhos, a curto e longo prazo, com a aquisição dos negócios da companhia Cigna na Ásia e o aumento de participação no Huatai Group na China, quando aprovado pelo regulador.

“Em suma, estamos em um período de forte criação de valor e 2022 deve ser um bom ano em termos de crescimento e melhoria de margem.”