Setor de seguros arrecada R$ 12,1 bilhões em fevereiro, alta de 20,6%

IRB Brasil re

A 18ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, mostra que, em fevereiro, o setor de seguros arrecadou R$ 12,1 bilhões, resultado 20,6% superior ao mesmo mês do ano passado. Os destaques são os segmentos Automóvel, que faturou R$ 627 milhões a mais que em fevereiro de 2021, e Rural, com a maior variação positiva: 98,1%. Já na comparação entre fevereiro e janeiro desse ano, o mercado registrou queda de 3,8%, impactado, principalmente, por Corporativos de Danos e Responsabilidades, que recuou 19,9%. 

No acumulado de 2022, o setor de seguros variou positivamente 17,3%, com faturamento de R$ 24,7 bilhões. É a melhor evolução alcançada desde o início da série histórica, em 2014, e corresponde a R$ 3,7 bilhões a mais em prêmio emitido em comparação ao mesmo bimestre de 2021. Todos os segmentos tiveram incremento no período, com exceção do Individual Contra Danos, que recuou 3,3%.  

Em fevereiro, o índice de sinistralidade registrou aumento de 12,7 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mesmo mês de 2021. Já no primeiro bimestre de 2022, o índice cresceu 20,6 p.p. em relação à taxa registrada em igual período do ano passado. A alta na sinistralidade permanece sendo impulsionada pelo segmento Rural, que representa 32,7% do total dos sinistros ocorridos em 2022.  

Por segmento, Vida cresceu, em fevereiro, 12,7% frente ao segundo mês de 2021, com faturamento de R$ 4,2 bilhões. Já no primeiro bimestre de 2022, o segmento avançou 9,8%, representando alta de R$ 743 milhões, e com quase 34% de participação no mercado.Automóvel somou R$ 3,3 bilhões e cresceu 23,3% na comparação com fevereiro do ano passado. No acumulado, subiu 21,5%, com faturamento de R$ 1,2 bilhão a mais em relação ao mesmo período de 2021.   

O segmento de Danos e Responsabilidades faturou R$ 2,2 bilhões em fevereiro (+17,9%). No bimestre, cresceu 13,8%. Individuais contra Danos somou R$ 1 bilhão em fevereiro (+ 6,1%). O progresso do segmento teve como principal fator o avanço promovido pela linha Compreensivo Residencial, que cresceu 12,8%. Rural registrou variação positiva de 98,1%, nível ainda não observado desde 2014. No total, foram R$ 922 milhões arrecadados. No ano, o avanço foi de 104,2%. Por fim, Crédito e Garantia obteve, em fevereiro, arrecadação de R$ 439 milhões (+34,6%). Foi a segunda maior variação, atrás somente de Rural. No primeiro bimestre do ano, cresceu 36%.  

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep em 11/04, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios. A análise está disponível, na íntegra, no site do IRB Brasil RE. No mesmo endereço, o Dashboard IRB+Mercado Seguradorpermite consulta dinâmica e gratuita às informações de todo o setor. 

FF >>Seguros lança plataforma digital FF Orbi para corretores via webinar

corretores de seguros

Na próxima quarta-feira (4/5), às 10:00, a direção da FF Seguros organizará um webinar para apresentar oficialmente a FF ORBI, plataforma digital multiprodutos de seguros e desenvolvida especialmente para os corretores de seguros. A plataforma oferecerá uma variada oferta produtos de varejo, proporcionando inúmeros benefícios para os corretores e seus clientes, além de abrir espaço no futuro para a participação de novos canais de distribuição. 

A plataforma FF ORBI oferecerá uma solução integrada, proporcionando a melhor experiência para toda a cadeia de relacionamento do setor de seguros. Trata-se de uma poderosa ferramenta que visa simplificar o processo de cadastramento das corretoras e aprovação das apólices.  O objetivo é incentivar os Corretores de Seguros de todo o país a se cadastrarem na plataforma digital, uma poderosa ferramenta que facilitará a relação entre o corretor e seus cientes.

Durante o evento, serão apresentadas todas as funcionalidades e soluções que integram a plataforma digital. A abertura da reunião será feita pelo presidente da FF >> Seguros, Bruno Camargo, que dará as boas-vindas aos corretores e explicará os objetivos da seguradora com esse lançamento. Em seguida, falará o diretor comercial da Fairfax, Eduardo Silvestre, sobre a importância da plataforma e o potencial de crescimento no relacionamento da companhia com os corretores. Fechando a palestra, Eduardo Pitombeira, head de canais digitais da FF Seguros, fará uma apresentação detalhada sobre a plataforma FF Orbi, suas funcionalidades e a entrada de novos produtos e soluções.

As inscrições para os corretores poderem participar do webinar do lançamento da FF ORBI já estão abertas. Basta acessar o link https://www.eventials.com/FFOrbi/lancamento-da-plataforma-ff-orbi/

Corretora MDS faz a colocação do seguro do Baile Vogue 2022

Pelo quarto ano consecutivo, a MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, é a corretora de seguros oficial do Baile da Vogue 2022. Após dois anos de pandemia, a tradicional festa carnavalesca será realizada no hotel Copacabana Palace, no dia 29 de abril, sob o tema “Brasilidade Fantástica”.  


A MDS Brasil desenhou o Seguro Responsabilidade Civil Eventos. Conhecido como RC Eventos, o produto auxilia no gerenciamento e contenção dos riscos que envolvem as marcas organizadoras em caso de danos materiais, corporais ou morais involuntários a terceiros. “O RC Eventos é um grande aliado para situações que fogem ao controle durante festivais, shows, feiras e outros e, por ser feito sob medida, auxilia de forma precisa na identificação, gestão, controle e minimização dos incidentes para que os shows e atrações sigam sem interrupções”, explica Thiago Tristão, Vice-presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO da MDS Reinsurance Solutions. 

Tradição 

O tradicional Baile da Vogue é realizado há 17 anos com edições em São Paulo e, desde 2020, no Rio. A mudança de endereço foi uma forma de apoiar e explorar a diversidade carioca. A última festa foi realizada no Copacabana Palace, com o tema “Jardim das Delícias”.  
Nesta edição além de Ivete Sangalo, a noite contou com um line-up especialíssimo de atrações musicais: Valentina Luz, DJ Marlboro e Heavy Baile agitaram o salão com suas playlists animadíssimas. Preta Gil comandou o palco como Mestre de Cerimônia.   

Incentivo e proteção a eventos 

Conectados por meio do #MDSGO, pilar estratégico da MDS que engloba uma série de ações em prol da sociedade e da cultura e tem como objetivo incentivar iniciativas de arte, esporte e entretenimento como forma de unir as pessoas e promover uma evolução social, as marcas seguem em perfeita sintonia. “Ser a corretora do Baile da Vogue pela quarta edição seguida reforça a nossa expertise no mercado de gestão de risco e reafirma o nosso compromisso em oferecer um seguro de fácil contratação e com coberturas completas”, afirma Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink.   


A MDS Brasil já atuou em grandes superproduções, como Jornada Mundial da Juventude, Jogos Olímpicos Rio 2016, Rock in Rio 30 anos, Disney Magic Run Rio de Janeiro, São Paulo Oktoberfest, Havan Liberty League of Legends, entre outros shows, musicais e ações esportivas. 

“O acesso à informação é a saída”, diz diretora da Icatu em painel sobre Inclusão Financeira no Rio2C

Fonte: Icatu

O processo para a democratização do acesso a soluções de proteção financeira ainda é um desafio no que diz respeito à informação. “Para ter sucesso nessa jornada, é preciso entender o mindset do consumidor e também fazer a informação chegar até ele, para que compreenda a importância daquela solução para sua vida e a vida dos seus familiares”, afirmou Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu, durante sua participação no painel “Inclusão Financeira”, na tarde da última quarta-feira, 27, no Palco Biodom, no Rio2C – maior evento de criatividade da América Latina, que acontece até este domingo, 1º  de maio, na Cidade das Artes, Rio de Janeiro. 

As estatísticas indicam que a penetração do seguro de vida no Brasil ainda é baixa e não chega a 20% da população. Como comparação, no Japão esse número alcança quase 100% de seus habitantes. “Muitas pessoas possuem o seguro de vida que é concedido pela empresa, por exemplo, mas acabam não conhecendo o produto, o que está incluso, as coberturas existentes ou até mesmo o valor segurado. É preciso mudar essa realidade e o acesso à informação é a saída”, afirmou a executiva. Mas, o contexto de pandemia trouxe algumas mudanças de cultura em relação ao seguro de vida, como reflete o crescimento de 166% no número de buscas no Google em 2021 com o termo “o que é seguro de vida”, quando comparado a 2020. “A curiosidade existe, mas a falta de educação financeira ainda é uma barreira para a consolidação desse tipo de produto”, reforçou Bastos.

Já para Hugo Bethlem, presidente do Instituto Capitalismo Consciente, uma consonância de fatores, nos últimos anos, como o cenário pandêmico e a aceleração da digitalização devido ao confinamento social, a ampliação do acesso à internet, e os programas sociais e de auxílio emergencial, contribuíram para impulsionar a bancarização e a digitalização financeira dos brasileiros, porém “ainda há muito a ser feito”, afirmou Hugo.

Como exemplo, trazido por Sergio All, fundador da Conta Black, estão os mais de 1.500 negócios criados na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, que registrou um movimento de R$ 950 milhões em produtos e serviços. Porém, a grande maioria dessas pessoas encontra-se em total informalidade, sem acesso a crédito e, mais uma vez, desprovidas de informação financeira de qualidade. “Muitas vezes, basta uma oportunidade, basta encontrar alguém que conduza a metodologia correta para que esse empreendedor, enfim, formalize seu negócio e inicie seu processo de crescimento. Mas, faltam iniciativas que entendam o que elas precisam”, complementou.

“As empresas devem entender que não existe uma linha de chegada”, afirma o CEO da Icatu, Luciano Snel no Rio2C

Fonte: Icatu

O processo de aperfeiçoamento de um produto ou serviço não tem um ponto final, mesmo porque as necessidades e comportamento do consumidor mudam com o passar do tempo. Essa foi uma das reflexões que o CEO da Icatu, Luciano Snel, compartilhou com o público que assistiu o painel “Investimento com propósito e seu impacto na sociedade”, na manhã desta última quarta-feira, 27 de abril, no BrainSpace Icatu, no Rio2C – maior encontro de criatividade da América Latina, que acontece até este domingo, 1º de maio, na Cidade das Artes, Rio de Janeiro. 

“Muitas vezes, as inovações mais impactantes não surgem do processo de melhoria de um produto, mas da forma que podemos repensá-lo para alcançar outros públicos”, afirmou Snel. Essa é uma diretriz adotada pela seguradora que guia a estratégia de parcerias da companhia com diferentes players do mercado B2B2C, como startups, fintechs, varejistas, bancos e cooperativas de crédito, atuando para a democratização do acesso à produtos de proteção e planejamento financeiro em todo o país. 

Além das mudanças no ambiente de negócios, os debatedores reforçaram como, atualmente, negócios com fins lucrativos e geração de impacto social começam a ser vistos como segmentos conectados.  “Hoje vemos inúmeros empreendedores que têm sede de mudança, que refletem sobre a vida que levam e a forma como usam seu tempo e decidem colocar suas habilidades e aptidões em algo que faça sentido. E quando você tem um negócio escalável, é possível gerar lucro e impacto positivo ao mesmo tempo”, disse a VP da Valor Capital, Maria Carolina Lacombe.

Atualmente, em todo o mundo, existem cerca de cinco mil empresas do Sistema B que buscam o lucro com benefícios sociais. É o caso da Betterfly, insurtech chilena que iniciou sua operação no Brasil, no ano passado, em parceria com a Icatu, oferecendo ao mercado um seguro de vida com proteção dinâmica associado a uma plataforma de bem-estar e impacto social. “Investir com propósito é não considerar apenas o lucro e sim buscar gerar algo positivo para a sociedade. E, cada vez mais, os clientes buscam empresas que tenham um propósito claro e verdadeiro”, complementou o country manager Brasil da Betterfly, Caio Ribeiro.

****

Esta é a primeira vez que a Icatu participa do Rio2C, sendo a única seguradora que apoia o evento. Até 1º de maio, o público poderá conferir diversas ativações da marca no espaço, como o naming rights do BrainSpace, como BrainSpace Icatu. Também apresenta uma instalação assinada pela Agência V3A que convida o público a fazer uma reflexão sobre o Futuro + Pessoas + Tempo; participa do Desafio de Startups, e do workshop de inovação, proporcionando trocas de experiências e de fomento de ideias entre os participantes. 

****

A Icatu também fará a cobertura das ativações do Rio2C em tempo real no Instagram (@icatuseguros), reunindo conteúdo sobre o BrainSpace Icatu, os painéis com seus porta-vozes e outros pontos altos do evento, além de conteúdos especiais no LinkedIn. Pela hashtag #IcatuNoRio2C será possível acompanhar as ações da companhia no festival.

Guilherme Perondi agrega nova função na Swiss Re Corporate Solutions

A Swiss Re Corporate Solutions Brasil anuncia mudanças em sua diretoria, fortalecendo a estrutura executiva da seguradora e reforçando as iniciativas estratégicas focadas na expansão da companhia, que é uma joint-venture com a Bradesco Seguros.

Guilherme Perondi assume a função de vice-presidente executivo, atuando no desenho e execução da estratégia da companhia e na coordenação de projetos de desenvolvimento organizacional, mantendo sob sua gestão as áreas comerciais, responsáveis pela distribuição através de corretores multinacionais e dos canais Bradesco, além das estruturas de subscrição de negócios Standard e de transformação de negócio. Ele seguirá reportando a Angelo Colombo, CEO Swiss Re Corporate Solutions para Brasil e América Latina.

Claudio Mendes, atualmente CFO ad-interim Brasil, passa a ocupar a função de CFO de forma permanente e Alessandra Sayegh, é a nova Diretora de Riscos e Controles Internos e Chief Risk Officer para a América Latina passando a integrar a Diretoria Executiva.

Juntamente com Beatriz Almada e Cristina Aiach, respectivamente diretoras jurídica e de recursos humanos para o Brasil e América Latina, a equipe executiva compõe a frente da companhia no Brasil, reforçando a posição da empresa em promover a igualdade de gênero em sua estrutura diretiva.

MAPFRE Brasil registra crescimento de 35,3% em prêmios no 1º trimestre

No 1º trimestre, a MAPFRE Brasil registrou crescimento de 35,3% em prêmios no comparativo com o mesmo período de 2021. O volume atingido pela companhia no País totalizou 987 milhões de euros, alavancado, principalmente, pela evolução dos negócios agrícolas, de Vida Risco e os seguros de automóveis, que cresceram 76,3%, 21,7% e 35,2%, respectivamente.

Por ramos de negócio, os Seguros Gerais foram os que mais contribuíram para o Grupo no Brasil (+46,1%), com um volume de 541 milhões de euros. Em seguida, vieram os segmentos de Vida, com 295 milhões de euros, e Auto, com 151 milhões de euros.

“Mesmo ainda diante de um cenário de desafios econômicos, conseguimos evoluir com nosso plano estratégico, com modelos de subscrição ainda mais adequados à realidade do mercado. Temos objetivos claros para seguirmos com precisão e sustentabilidade em nossos ramos de atividade no Brasil, sempre próximos aos nossos parceiros e clientes”, comenta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil.

A MAPFRE no mundo Os prêmios da MAPFRE cresceram 10,9% globalmente no 1º trimestre, atingindo 6,5 bilhões de euros, com aumentos significativos em todos os mercados e suas operações.  O volume de prêmios marca um importante ponto de virada no retorno à trajetória de crescimento: é o maior volume de negócios dos últimos cinco anos.  

A receita do Grupo entre janeiro e março deste ano foi de 7,5 bilhões de euros, representando um aumento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2021. A maioria dos países apresenta crescimento significativo devido ao desempenho positivo de quase todas as moedas, tanto em euros quanto em cifras locais. A evolução do negócio evidencia os frutos da estratégia da diversificação geográfica, solidez e resiliência do Grupo MAPFRE.

No primeiro trimestre de 2022, apesar da variante Ômicron, a taxa de sinistros causados pela Covid foi reduzida com o avanço da vacinação.  O índice combinado ficou em 98% – o que representa um aumento de 3,7% – devido ao crescimento geral dos sinistros de Automóveis e Saúde, justificado pelo aumento da mobilidade e pelo custo médio impactado pelas tensões inflacionárias, este agravado pelo conflito na Ucrânia. Porém, a amplitude geográfica e de negócios da MAPFRE protege a companhia contra essas variações: outros ramos de negócios, como os Seguros Gerais, apresentaram desempenho favorável, com índice combinado de 92,6%.

“Juntos por Petrópolis”: Instituto SulAmérica promove evento solidário neste sábado, dia 30

O Instituto SulAmérica realiza neste sábado (30/4) a ação solidária presencial “Juntos por Petrópolis”, que oferecerá serviços gratuitos para apoiar a saúde emocional dos moradores da região, severamente impactada por fortes chuvas desde fevereiro. Das 9 às 14 horas, no Clube Petropolitano, a população poderá receber atendimento médico e acolhimento psicológico, além de solicitar a emissão da segunda via de documentos pessoais perdidos e receber doações de kits de higiene pessoal.  

O evento será promovido em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), que apoiou na articulação com a comunidade e na cessão do espaço de atendimento. Conta, ainda, com a contribuição das ONGs SOSERRA e Projeto Conectados, a Clínica Conviver, a Clínica Holon, a Docway e o Clube Petropolitano. “A CUFA está junto com o Instituto SulAmérica neste belo projeto, articulando tudo o que pudermos fazer pela qualidade de vida dos moradores de Petrópolis, que ainda sofrem com a catástrofe das chuvas de fevereiro. Vamos amparar as pessoas com problemas desde a perda de documentos até os que precisam de ajuda psicológica”, explicou Welington Galdino, presidente da CUFA Rio. 

Teleconsultas gratuitas com médicos e psicólogos 

Para as pessoas que precisam de ajuda, mas não poderão participar da ação presencial, o instituto também segue oferecendo, em conjunto com a startup de telemedicina Docway, atendimentos médicos e psicológicos online e gratuitos a moradores de Petrópolis, Angra dos Reis e Paraty. Para ser acolhido(a) na campanha, o(a) interessado(a) deve ligar para 4020-6316 ou acessar www.sulamerica.docway.com.br

SERVIÇO:  

Local: Clube Petropolitano

Endereço: Av. Roberto Silveira, 82, Centro – Petrópolis 

Horário: 09h às 14h 

MAG Seguros busca parceiros em empresas de luto

A MAG Seguros, seguradora especialista em vida e previdência com mais de 185 anos de história ininterrupta, aposta na parceria e relacionamento com empresas do mercado de luto para potencializar ainda mais a distribuição de seus produtos no Brasil. 

Na última semana, a companhia esteve presente durante a 8ª edição da Feira Funerária, realizada em Natal, no Rio Grande do Norte, de 20 a 22 de abril. A seguradora busca aliar toda a sua experiência em oferecer soluções financeiras em todas as fases da vida com o grande conhecimento que as funerárias têm no mercado de luto, uma vez que o segmento é fundamental para garantir a dignidade humana no momento da partida de um ente querido. 

“Hoje este mercado de luto conta com mais de 8 mil empresas no Brasil. Nosso objetivo é estreitarmos o relacionamento para criarmos parcerias positivas e disponibilizar nossos seguros e serviços assistenciais para essas empresas, agregando ainda mais valor no negócio destas empresas”, explica Luiz Dib, superintendente da MAG Seguros. 

A seguradora também busca aportar, além de seu portfólio, todo o seu arcabouço tecnológico, de inovação, relacionamento e distribuição para contribuir com as eficiências operacional e financeira e na geração de novos negócios para as empresas de luto. 

“Um de nossos valores corporativos é relações duradouras, e vivenciamos isso na prática. Para a MAG Seguros, uma parceria só faz sentido se ela for positiva para todos: seguradora, parceiro e sociedade. Entendemos que temos a combinação perfeita junto com as empresas de luto, já que comungamos do mesmo propósito de amparar e dar tranquilidade às pessoas nos momentos mais difíceis”, finaliza Dib. 

Nova gestão da CNseg tem como foco a comunicação e a tecnologia para impulsionar o crescimento de seguros

CNseg gestão 2022 2025

Depois de um período de muitas transformações no mercado segurador nos últimos seis anos, Marcio Coriolano divide as atividades que comandou à frente da CNseg – Confederação Nacional das Seguradoras. Dyogo Oliveira assume como presidente executivo e Roberto Santos, CEO da Porto Seguro, a presidência do conselho diretor no triênio 2022 a 2025.

Uma coisa ficou clara na coletiva que os três concederam na manhã desta terça-feira a um grupo de jornalistas da mídia especializada: a estratégia está no consumidor, pois sem ele o mercado de seguros, por mais que invista em tecnologia disruptiva, produtos e serviços, canais de distribuição e renovação do arcabouço regulatório, não crescerá. O cliente precisa entender o produto, ter dinheiro para adquirir e seguir comprando proteções financeiras se tiver uma boa experiência. 

O recente caso da NetFlix, que revolucionou o mundo de vídeos há mais de uma década, hoje enfrenta problemas como a redução de clientes pela primeira vez em 10 anos. As dificuldades econômicas dos consumidores resultaram na renúncia do serviço de assinatura, uma vez que há outras empresas que oferecem soluções alternativas à Netflix. Sejam elas oficiais, como Apple ou Amazon, como também as piratas e os compartilhamentos de senhas. Cerca de 100 milhões de usuários usam contas compartilhadas com amigos, parentes e conhecidos.  Além disso, o anúncio de reajuste da mensalidade lhe custou 600 mil cancelamentos nos EUA e Canadá. Na Rússia, outros 700 mil. A projeção é perder 2 milhões neste ano. 

Mas o setor de seguros está numa situação muito mais confortável que a Netflix, neste momento. De crescimento. Em 2021, a indústria de seguros avançou 12%, mesmo diante de uma aguda crise econômica, para mais de R$ 306,4 bilhões. E a previsão para 2022 é de vender até 15% mais. Isso porque o setor caminha a largos passos na comunicação para contar aos consumidores, inclusive na palma da mão — algo imprescindível em um pais que tem mais celulares do que habitantes — todos os beneficios desta revolução silenciosa que se instalou no setor nos últimos anos e foi acelerada pela pandemia, com o digital virando a regra do mercado.

Com mais concorrentes e mais ofertas, muitos consumidores passaram a testar os produtos e serviços em vida. Antes, pouco era usado se não ocorresse uma perda total. Hoje não. Praticamente todos os seguros ofertam beneficios. Desde um encanador para um cano estourado como para um executivo acusado por má gestão. Além de trabalharem para melhor diariamente as ofertas, a luta está em baixar o custo do seguro, tanto via redução de custos administrativos e comerciais, como em personalizar o risco para atrair bons clientes e manter a rentabilidade atraente para o acionista aportar mais capital para o crescimento.

Ser caro ou barato vai depender de cada um. Muitos já entenderam o que Santos explicou sobre preço: quanto maior o risco, maior o preço. “Temos preços diferentes para cada tipo de risco, de produto, de regiões. A tecnologia nos permite uma precificação mais assertiva”. Sendo assim, uma pessoa que dirige bem seu veículo, paga menos. Um imprudente, mais. E mesmo quem nunca usou, conhece alguém que precisou da seguradora para sair de uma situação dificil. E com base na experiência observada no entorno de amigos e redes sociais, faz suas escolhas.

Muitos consumidores também já sentiram na pele o que é comprar algo que parece seguro, mas não é, como as associações de proteção veicular, que vendem seguro sem ser seguradoras, como mostram as queixas em órgãos de defesa do consumidor. Outra vivência que ajudou a explicar na prática ao consumidor o que é seguro foi a pandemia. Mais de 180 mil pessoas foram indenizadas por perdas causadas pela Covid-19, o que as fez entenderem a importância de se ter uma proteção financeira para saúde, para vida, para dívidas, para a aposentadoria. Oliveira lembrou os números: o setor pagou mais de R$ 6 bilhões em indenizações por Covid-19. 

Sendo assim, os três foram unânimes em afirmar que o norte da nova gestão é seguir o que as outras vinham fazendo: com que o setor contribuía mais para proteger a sociedade. “Temos uma agenda de projetos de infra-estruturas, de mudanças climáticas, de proteção ao produtor rural, de riscos cibernéticos e de responsabilidade civil. É isso que queremos discutir com a sociedade. Como podemos contribuir mais”, reforça Oliveira. E isso passa pela diversificação e criação de produtos e serviços mais eficientes, que atendam a demanda de governos, empresas, famílias, indivíduos. E, principalmente, pela comunicação. Se comunicar melhor com seus públicos-alvo tem trazido retornos significativos, como mostra o crescimento do setor nos últimos anos.

A tecnologia é um dos sustentáculos deste plano de expansão. “Não tenho um número para dizer, mas sei que são centenas de milhões de reais investidos pelas empresas e associadas”, disse ele, ao comentar os desafios do Open Finance, que inclui o Open Banking e Open Insurance. Segundo ele, cerca de 85% do mercado já cumpriu a etapa de desenvolvimento de APIs de produtos. “Agora temos a segunda fase com API de dados de segurados e a integração com o marketplace que ofertará os produtos aos corretores e clientes. Aqui é onde entra em vigor a SISS,  Sociedade Iniciadora de Serviços de Seguros, regulamentada em novembro passado, mas ainda sem qualquer candidato inscrito.

O mercado aberto é um tema bem-visto pelos três entrevistados. Citaram que precisam apenas alguns ajustes pontuais: no prazo e na SISS. “A SISS não tem uma natureza perfeitamente esclarecida. A interpretação é dúbia”, comenta Oliveira. “Ao mesmo tempo que é participante da infraestrutura, que congrega e agrega diversos bancos de dados, ela participa do mercado. Isso precisa ser melhor definido no conceito e na resolução”, acrescenta ele, afirmando que atuam em sintonia com o mesmo propósito da Susep: seguro tem de ser bom para o consumidor.

Com a lição de casa bem feita e muito ainda em andamento, uma vez que tudo se renova com muita agilidade, o crescimento do setor de seguros seguirá o ritmo ditado pela economia brasileira. ” Temos uma agenda positiva. É como quando olhamos para o horizonte. Nunca chegamos nele. Mas o horizonte te remete para frente. E é isso que esta gestão mira. Levar o mercado para um outro patamar. O patamar que ele merece”, afirma Santos. avaliou que o setor segurador, apesar de não ter alcançado ainda a total sofisticação de outros países, é bastante diversificado. “Temos um mercado plural e competitivo. Um dos principais focos da gestão será mostrar para a sociedade essa transformação”, acrescentou Oliveira.

Questionado sobre um percentual alvo para o setor atingir em relação ao PIB, Oliveira e Santos afirmam: “Há 20 anos, quando começamos a acompanhar o setor, se falava em algo como 0,5%. Hoje, 6%. Então, melhor do que prever um número, que depende do crescimento econômico, queremos enfatizar nosso objetivo de ter uma contribuição maior. E através disso, o mercado vai se desenvolver”, diz Oliveira, seguido por Santos.

O economista Oliveira foi escolhido após processo seletivo, iniciado no último trimestre de 2021, quando Coriolano informou que iria seguir para novos desafios. Traz em sua trajetória profissional gestão nas áreas pública e privada, incluindo seguros, como o cargo de ex-ministro do Planejamento no governo Michel Temer, o que lhe deu a presidência do CNSP, ex-presidente do BNDES e também foi membro do conselho do IRB Brasil Re.

Roberto foi eleito em chapa de consenso junto com o novo Conselho. Está há mais de 15 anos no grupo Porto. A nova função não é novidade para ele. Foi primeiro vice-presidente do Conselho Diretor do mandato que se encerra. 

E Marcio Coriolano disse em recente entrevista que para um ex-regulador, executivo e profissional de seguros com trajetória ao longo de 29 anos, ter participado da liderança de uma entidade com o peso e responsabilidade da CNseg exige muita reflexão sobre o futuro. “Planejamos antecipadamente e detalhadamente a renovação da condução da Confederação, e tenho muito orgulho dessa transição que fizemos. Pretendo doravante cuidar dos meus afazeres pessoais e familiares, sem pretender deixar de oferecer a minha contribuição dessa experiência acumulada onde puder ser útil para os seguros.”