MDS reforça estratégia de internacionalização e anuncia a contratação de Davi Wu 

Fonte: MDS

A MDS segue investindo em uma forte estratégia de internacionalização e capilarização. No final de 2021, esse plano tornou-se ainda mais concreto após os acionistas Sonae e IPLF Holding entrarem em acordo com o Ardonagh Group — o maior grupo de corretagem independente do Reino Unido — para a compra de 100% do capital social do Grupo MDS. O acordo ainda está em fase regulatória de validação. Agora, um novo passo importante é dado pela empresa ao anunciar a contratação do executivo Davi Wu.  

Especialista em relações internacionais, o profissional tem cerca de 20 anos de experiência no mercado chinês e cerca de 10 anos de atuação direta na área de seguros. Wu já trabalhou na MDS entre 2012 e 2015 como gerente de novos negócios e acumula passagens por grandes empresas do mercado segurador e de consultoria, a exemplo do Grupo Buritipar e da KPMG. 

“É uma grande alegria receber o convite do José Manuel para retornar à casa na qual iniciei a minha trajetória em seguros. Agradeço também ao Ariel Couto, que endossou a oportunidade e compactua com os planos e iniciativas que temos para a MDS junto ao cenário mundial”, destaca Wu.  

“O Davi será o ponto focal da MDS Brasil para relações com mercados externos. Tenho plena convicção de que sua expertise irá ao encontro da postura internacional que nutrimos por meio da Brokerslink”, explica José Manuel Dias da Fonseca, CEO Global do Grupo MDS e Chairman e Fundador da Brokerslink.  

Juliano Ferrer assume a presidência da AIDA Brasil

Fonte: AIDA

A Associação Internacional de Direito de Seguro – AIDA Brasil, entidade que se dedica ao estudo do direito do seguro, tem nova diretoria. A chapa AIDA Mais, encabeçada por Juliano Ferrer, tomou posse na quarta-feira, dia 30. “Estou muito honrado por estar à frente de uma Associação que tem buscado em cada gestão se aperfeiçoar e continuar trabalhando para estudar e disseminar informações tão pertinentes para o nosso setor. Contamos com um time qualificado e pronto para assumir esse desafio”, destaca o advogado especialista em Direito do Seguro e sócio do escritório C. Josias & Ferrer, com sede em Porto Alegre.

Ferrer está supermotivado para encarar o desafio e ressalta que será o primeiro presidente fora do eixo RJ – SP. “Isso demonstra a democratização da Associação e a ampliação da AIDA para o Brasil inteiro”, comenta. Segundo ele, a prioridade da gestão da chapa AIDA Mais é demonstrar para o mercado segurador, para o judiciário e para todas as pessoas que se comunicam com o direito do seguro a relevância da AIDA como um ambiente de estudos, de aperfeiçoamento, de troca de ideias sobre o direito do seguro.

Além de Ferrer, integram a chapa: Victor Benes, como 1º Vice-Presidente; Maria Amélia Saraiva, como 2ª Vice-Presidente; Pery Saraiva Neto, como Diretor Vice-Presidente Acadêmico; Vivien Lys Porto, como Diretora Vice-Presidente de Relações Institucionais; Gaya Schneider, como Diretora Vice-Presidente de Comunicação; Bárbara Bassani, como Diretora Vice-Presidente de Relações Internacionais; Milena Fratin, como Diretora Vice-Presidente de Eventos; Luis Antônio G. Sarro, como Presidente de Assuntos Legislativos; Adilson Neri, como Diretor Vice-Presidente de Planejamento e Projetos; Cláudia Heck, como Diretora Vice-Presidente Jurídica e Guadalupe Nascimento, como Diretora Vice-Presidente de Compliance.

Valor Econômico: Incerteza à vista para seguradoras

Valor Economico Seguros

O jornal Valor Econômico traz hoje um especial sobre seguros. Veja abaixo os principais tópicos:

Cenário do Setor – Fatores macroeconômicos, ambientais e geopolíticos podem atrapalhar o desempenho da indústria de seguros este ano. Na lista de variáveis que fogem ao controle das seguradoras despontam: eleições, inflação, juros altos, desastres climáticos e a guerra na Ucrânia, que embaralham o cenário e criam imprevisibilidade. “A expectativa eleitoral pode tornar complexo o crescimento do setor este ano e deixar o empresário mais cauteloso. A inflação corrói a renda e o juro elevado torna os empréstimos mais caros e o acesso ao dinheiro e ao seguro mais restrito”, afirma Marcio Coriolano

Insurtechs – As insurtechs ou startups do setor de seguros querem atrair clientes com inovação e flexibilidade de adesão. Entre as estratégias estão uma melhor análise do perfil do segurado para reduzir o preço das apólices e a simplificação dos contratos, feitos de forma 100% on-line. Parte das novidades é bancada com o apoio de investidores.

Sinistralidade – Após a expressiva queda na sinistralidade em 2020, influenciada pela drástica redução da mobilidade no início da pandemia da covid-19, o desembolso das seguradoras com o pagamento de indenizações e benefícios voltou a crescer em 2021. Esse comportamento, contudo, foi heterogêneo entre os produtos do setor de seguros, segundo Marcio Coriolano.

Guerra – Depois da pandemia da covid-19, tudo o que o mercado segurador não precisava era de uma guerra. As empresas de seguro já sentem e repassam os efeitos do conflito na Ucrânia. O mais imediato é um aumento das apólices, pela elevação dos riscos e do custo de capital. Para setores como aviação, agronegócio e segurança cibernética, as perdas parecem inevitáveis e os impactos já são reais.

ESG – A agenda ESG – sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança – vem ganhando espaço no setor de seguros em linha com a crescente relevância do tema entre investidores globais. As principais iniciativas surgiram em 2021, tanto no cenário internacional, quanto no Brasil, quando a S&P Global divulgou seu primeiro relatório detalhando impactos dos princípios ESG nas seguradoras. No Brasil, a Susep abriu consulta pública, a de número 44, a fim de estabelecer diretrizes para que o mercado de segurador passe a inserir a avaliação de impactos ambientais, sociais e de governança em seus negócios.

Catástrofes – Ao mesmo tempo em que refletem a gravidade da crise climática, tornados, furacões, chuvas torrenciais, invernos rigorosos, desmoronamentos e alagamentos, entre outros, são exemplos de eventos e desastres naturais que têm provocado perdas econômicas globais bilionárias e prejuízos às seguradoras. “Infelizmente, esses problemas têm sido atacados de forma desordenada, ainda que existam metas para reduzir riscos climáticos”, diz Ricardo Ciardella, diretor de especialidades da corretora de seguros Marsh Brasil.

Previdência – O mercado de previdência privada foi atingido em cheio pelos efeitos da pandemia. Com o desemprego elevado e contas a pagar, o investidor está usando parte dos recursos reservados para a aposentadoria para saldar dívidas. O resultado foi um aumento no volume de resgates de 25,2% no acumulado de 2021, se comparado ao ano anterior, num total de R$ 103,4 bilhões. O que fez com que a captação líquida recuasse 16,5% no mesmo período, mas, ainda assim, seguisse no terreno positivo, com R$ 35 bilhões.

Seguro Auto – Com a falta de carros novos no mercado, um reflexo da pandemia, as seguradoras passaram a mirar os seguros para veículos usados, com dez anos ou mais. Para atrair clientes, elas oferecem desde cancelamento imediato da apólice, parcelamento em 12 meses, opções de escolha de serviços, uso de tecnologia para otimizar a localização de peças e reparos.

Celular – Mais de 100 mil celulares foram roubados em São Paulo no ano passado, apenas entre janeiro e setembro. O número chegou a 114,9 mil, segundo levantamento do Departamento de Pesquisas em Economia do Crime da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), baseado em boletins de ocorrência da Secretaria Estadual de Segurança Pública.

Novas modalidades – Ter agilidade, oferecer serviços melhores e apostar tudo na experiência do cliente, do corretor e do funcionário se tornaram a prioridade número “1” das seguradoras. Muitos projetos de transformação digital, antes colocados em segundo plano, chegaram à linha de frente em 2021. Nichos até então excluídos, como doentes crônicos, motos e sequestros relâmpagos são exemplos.

Securitização – Tratada no mercado como “novo marco da securitização”, a MP 1103 abre espaço para novas formas de financiamento de seguros e resseguros por meio da entrada do setor no mercado de capitais. Anunciada pelo governo federal em 15 de março, a MP traz como principais novidades a criação de dois novos produtos, a Letra de Risco de Seguros (LRS) e o Certificado de Recebíveis (CR), que poderão ser emitidos no mercado por uma Sociedade Seguradora de Propósito Especifico (SSPE), responsável pela modelagem de uma carteira de seguros e/ou resseguros e a lançaria aos investidores.

Juridiquês – Uma das barreiras à expansão do mercado segurador no Brasil, admitido pelos próprios especialistas da área, é a linguagem. Empolada na relação com o cliente e excessivamente carregada de termos jurídicos nos contratos, ela começa a ser debatida por seguradoras e corretoras em busca de modernização.

Criada há um ano, Resolução CNSP 407/2021 trouxe nova dinâmica para os Seguros de Grandes Riscos

Antonio Trindade - Presidente FenSeg (2)

Fonte: FenSeg

Ao entrar em vigor em 1º abril de 2021, a Resolução 407/2021 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) abriu um precedente histórico na elaboração e comercialização de contratos de seguros de Grandes Riscos, dando novo impulso à competitividade, inovação e transparência no segmento, além de caracterizar uma necessária diferenciação entre Seguros Massificados e de Grandes Riscos, como se verifica em países com mercados mais maduros e desenvolvidos. Esta é a avaliação do presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, sobre o normativo da SUSEP que há um ano passou a garantir maior flexibilidade nas negociações contratuais, com a consequente ampliação da oferta de produtos e serviços.

“Há muito tempo, o mercado já demandava uma maior liberdade para a estruturação de produtos e clausulados diferenciados, de modo a atender às demandas do segmento de Grandes Riscos. A Resolução 407 veio suprir essa demanda, ao criar condições para oferta de seguros sob medida, indo ao encontro das necessidades de cada cliente, que buscam mais simplicidade e menos burocracia”, explica Trindade.

Entre as mudanças, precedidas de ampla consulta pública que contou com a participação da FenSeg e de entidades representativas do setor, estão a redução do Limite Máximo de Garantia (LMG) de R$ 100 milhões para R$ 15 milhões e a maior liberdade na redação dos contratos, cujas cláusulas passaram a ser livremente pactuadas, podendo prever coberturas relativas a diferentes ramos de seguros de danos – desde que observada a regulamentação contábil vigente.

A Resolução CNSP 407/2021 prevê, ainda, a necessidade de guarda dos documentos dos seguros, para ficarem à disposição da SUSEP, e a possibilidade de incluir cláusulas de arbitragem e outras soluções de conflitos, em sintonia com as melhores práticas internacionais.

Apesar dos avanços, o presidente da FenSeg vê com atenção o atual momento. É que no último dia 8 de fevereiro, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) deu entrada no Supremo Tribunal Federal contra a Resolução 407. Em suas alegações, a ADI afirma que o normativo da SUSEP teria ultrapassado suas atribuições, “violando princípios da separação dos poderes e da reserva de lei”, ao tratar de matérias do direito civil e securitário que deveriam ser de competência do Legislativo federal.

Na avaliação de Trindade, a ADI é um retrocesso, pois traz um clima de insegurança jurídica ao mercado de seguros brasileiro, que representou, no ano passado, 6,3% do PIB, com ativos financeiros de R$ 1,63 trilhão de garantias, equivalente a 23,4% da dívida pública brasileira, o que coloca o setor entre os maiores investidores institucionais do País.

“Há 13 anos a Federação tem sido protagonista do processo de desenvolvimento do segmento de seguros de danos e responsabilidades, que inclui 13 grupos e mais de 90 ramos. Participamos ativamente das consultas sobre a nova regulamentação do seguro de Grandes Riscos, que aperfeiçoou o modelo regulatório e trouxe mais transparência e competitividade ao mercado. Em razão disso, estamos estudando as medidas judiciais cabíveis para resguardar essa conquista que pertence aos segurados e seguradoras, e em última análise, a toda a sociedade”, conclui.

Coface atualiza cenário global macroeconômico e passa a prever crescimento de 0,4% para o PIB brasileiro 

Fonte: Coface

A Coface, líder global em seguro de crédito comercial e em serviços especializados, ajustou a sua projeção para o desempenho da economia brasileira em 2022. A previsão agora é de um crescimento de PIB de 0,4% neste ano, ante expectativa anterior de estabilidade.  

“Tivemos no começo de março a divulgação do PIB do ano passado, uma alta de 4,6% e um quarto trimestre um pouco melhor, uma expansão de 0,5%, em relação ao trimestre anterior, levando a economia ao nível 0,5 acima do patamar pré-pandêmico do quarto trimestre de 2019. Isso acabou gerando também um carregamento estatístico de 0,3%. Isso quer dizer que mesmo que a economia ficasse constante nos quatro trimestres deste ano, teríamos uma alta de 0,3%, o que nos levou a melhorar um pouco a estimativa do PIB, de estabilidade para uma alta de 0,4%”, afirmou Patrícia Krause, economista-chefe da Coface América Latina, durante a apresentação sobre a “Atualização do contexto macroeconômico global”. 

No entanto, segundo a economista, a preocupação com a inflação segue relevante. Na sua avaliação, embora o IPP em 12 meses (índice de preço ao produtor) tenha mostrando uma desaceleração nos últimos meses, a alta de preços das commodities pode pressionar novamente o indicador. “O que alivia um pouco é a situação do câmbio, mas ainda sim as altas de preços de commodities no mercado internacional são bastante expressivas”, disse. 

Patrícia destacou que a taxa de juros real positiva tem ajudado o desempenho do câmbio junto com o aumento de preço das commodities. Segundo ela, esse cenário, aliado à queda de mais de 10% na Bolsa em 2021- o que deixou os ativos brasileiros mais atrativos para o investidor estrangeiro – contribui para a entrada de fluxo de investimento de curto prazo. 

“É claro que o câmbio é sempre uma variável muito volátil. É um cenário muito incerto, é difícil saber se o câmbio vai se apreciar ainda mais. No segundo semestre, a gente tem alguns fatores adicionais de risco; então pode haver um viés de depreciação novamente”, ponderou. 

Entre os fatores de risco, a economista destacou a condução da política monetária dos países desenvolvidos, principalmente o comportamento do Fed, e as eleições presidenciais no Brasil. “Sabemos que a situação fiscal do país é um calcanhar de Aquiles. Então, no segundo semestre, com a discussão de planos para a consolidação fiscal, podemos sentir uma volatilidade maior na taxa de câmbio”, acrescentou.  

Cenário global de estagflação 

Patricia também falou dos impactos da guerra entre a Rússia e Ucrânia na economia global, que completou um mês na última semana. “A situação deteriorou-se muito e é difícil estimar possíveis resoluções e quando serão tomadas. Agora, começa uma nova rodada de negociação na Turquia”, comentou.   

Para a economista, as sanções impostas à Rússia foram mais severas que as esperadas – proibição de exportações, desconexão com o sistema SWIFT, congelamento das reservas -, o que acaba isolando o país.  

“De um modo geral, o impacto é de queda na atividade econômica global e de alta da inflação. Se no começo do ano, já discutíamos a preocupação com a inflação no Brasil e no cenário global, ela ganhou ainda mais força por conta de a região Rússia – Ucrânia ser grande produtora de commodities energéticas, agrícolas e minerais e possíveis novas interrupções nas cadeias de suprimentos. Aí, vem o receio do cenário de estagflação, caracterizado por baixo crescimento do PIB e inflação elevada, levando os Banco Centrais a repensarem suas políticas de taxas de juros”, explicou.  

Diante do cenário imposto pela guerra, a Coface projeta que o crescimento da economia mundial desacelere para 3,6% em 2022, após uma alta de 5,6% estimada no ano passado. Segundo Patrícia, há ainda um viés de baixa por não ser possível saber por quanto tempo se estenderá o conflito.  

No caso dos Estados Unidos, a taxa de expansão do PIB deve cair de 5,6% em 2021 para 3,7% neste ano. A China terá uma desaceleração de 8,1% para 5,2%, no período. 

Para a Zona de Euro, região fortemente impactada pelas tensões geopolíticas, o crescimento econômico previsto pela Coface é 2,8% em 2022, ante os 4% estimados incialmente. Segundo a economista, há vários canais de contágio na região, como o poder de compra impactando consumo das famílias, interrupções nas cadeias de suprimentos e sanções da Rússia, deterioração do sentimento econômico reduzindo os investimentos e a falta de grandes estímulos fiscais. “O impacto, médio, estimado é de uma queda de 1,2 p.p. para a taxa de crescimento e uma alta de 1,8 p.p. para a inflação em 2022. No grupo de países com maiores revisões de perspectiva de crescimento, temos o caso da Alemanha e da Itália por conta da maior dependência do gás natural da Rússia, em comparação com outros países”, acrescentou.  

Já a América Latina não será poupada pela guerra, mas deve ser relativamente menos afetada. Segundo a economista, o fluxo comercial entre os dois países e o mercado latino-americano é pequeno. Rússia e Ucrânia representam apenas 0,5% e 0,04%, respectivamente, do total das exportações da região. No caso das importações, as fatias são de 0,4% e 0,03%.   

“Além de esses países não serem tão representativos, tem o fato da região ser beneficiada pela alta dos preços das commodities, que não devem ter grandes dificuldades de realocação para outros mercados. Já nas importações o que chama atenção é a forte dependência de fertilizantes, do total importado pela América Latina da Rússia, 48% são fertilizantes. No Brasil, há uma preocupação do Ministério da Agricultura e negociações com Canadá. Há indicativos também que teremos um maior volume do Canadá, embora não seja claro se isso possa ser suficiente para a próxima safra”, completou.  

Presidente da CNseg participa de evento do Fórum Brasil Europa – FIBE sobre desenvolvimento e regulação estatal

marcio coriolano cnseg

Fonte: CNseg

O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participa, em 19 de abril, do evento “Os desafios do desenvolvimento: o futuro da regulação estatal”. O evento, que ocorrerá em Lisboa, Portugal, é organizado pelo Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), que tem como um de seus coordenadores o Ministro Gilmar Mendes, do STF, e debaterá os caminhos da retomada do bem-estar econômico e social, em meio às transformações da revolução digital, da pandemia, e do reposicionamento dos blocos econômicos globais. Entre os participantes, estarão várias autoridades do Poder Judiciário, do Executivo, parlamentares, professores e especialistas no campo do direito, da economia e da sociedade que tratam dos temas no Brasil, em Portugal e em outros países da Europa.

Coriolano participará de mesa redonda do painel “Regulação Econômica”, tratando de “Serviços e instituições financeiras”, a partir das 14 horas do dia 19 de abril. Ele abordará os limites e possibilidades da tecnologia na regulação do mercado de seguros, ao lado do Procurador-Geral do BACEN, Cristiano Cozer, e do Diretor do BNDES Marcelo Sampaio Vianna Rangel, entre outros, em mesa moderada pelo professor do Instituto Brasiliense de Direito Público e consultor da CNseg Ricardo Morishita. 

Além dos debates, o evento também contará com visitas técnicas reunindo entidades brasileiras e suas congêneres portuguesas. 

O evento presencial, com coordenação científica do Ministro do STF Gilmar Mendes, e do economista José Roberto Afonso, também consultor da CNseg, será realizado no Hotel Pestana Palace, na cidade de Lisboa, em Portugal, e tem inscrições gratuitas, que podem ser feitas clicando aqui. Mais esclarecimentos podem ser obtidos pelo e-mail: contato@forumbrasileuropa.org

Santander Auto anuncia Gustavo Rodrigues como CFO 

gustavo santander

A Santander Auto, seguradora digital especializada no ramo automotivo, informa que o especialista em finanças e gestão de negócios Gustavo Rodrigues é seu novo diretor executivo de finanças (CFO). A chegada de Rodrigues à liderança da área reforça as perspectivas de crescimento da seguradora. 

“Estou muito feliz em assumir esse novo desafio na Santander Auto, uma insurtech nacional que está agregando valor em serviços ao mercado de seguros auto no Brasil. O meu objetivo é seguir alavancando as metas de crescimento da empresa e gerir novos projetos garantindo a solidez financeira da seguradora”, comenta Rodrigues.

Gustavo Rodrigues tem mais de 20 anos de experiência profissional em gestão de projetos e planejamento no setor de finanças. O executivo já trabalhou em empresas nacionais e multinacionais dos segmentos de energia, alimentos e bebidas. Nos últimos 8 anos, esteve à frente de diversas posições de liderança na área financeira do segmento de seguros, tais como Diretor Financeiro da SulAmérica Auto e Diretor de Tesouraria e Real Estate da Allianz Brasil. 

“Agradeço ao Gustavo por ter aceitado o convite para integrar o time da Santander Auto e desejo a ele uma nova fase de realizações e conquistas ao nosso lado. Ele desempenhará um papel fundamental para o crescimento dos nossos negócios, ajudando a identificar e implementar oportunidades de investimentos”, ressalta Denis Ferro, CEO da Santander Auto. 

Icatu lança desafio para startups no Rio2C

icatu seguros

Um desafio para startups sobre Open Insurance, sistema de seguros abertos, está sendo lançado pela Icatu no Rio2C, maior encontro de criatividade da América Latina que acontece de 26 de abril a 01 de maio. As interessadas em participar do Desafio Corporativo Rio2C, pelo track de Inovação do evento, terão de responder à pergunta: “Como podemos aprimorar a experiência dos nossos Stakeholders e gerar novos negócios com Open Insurance?” As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 4 de abril. Cada startup só poderá participar com um projeto, que será submetido a uma banca examinadora.

“Esperamos com essa ação conhecer potenciais parceiros com os quais possamos desenvolver projetos inovadores tanto para criação de modelos de negócio novos, quanto para aumentar a nossa inteligência de dados e otimizar processos”, explica Rachel Bonel, superintendente executiva de Dados, Privacidade e Planejamento Comercial da seguradora.

Com as oportunidades trazidas pelo Open Insurance, a segurança da informação é um desafio dado ao mercado segurador, bem como a adoção de tecnologias ágeis que facilitem a conexão com outros sistemas para otimizar ou criar novos modelos de negócio a partir da conectividade com outras empresas.  Além disso, a transformação digital do setor exige, cada vez mais, que as companhias criem soluções e produtos ainda mais personalizados. Com o Desafio Corporativo Rio2C, a Icatu quer se conectar com startups que apresentem soluções que possam acelerar sua jornada de aprendizado e conhecimento.

Ao total, serão selecionados três projetos para concorrer ao desafio da Icatu. Cada startup terá cinco minutos na fase do pitching, antes de passar por uma banca examinadora que terá sete minutos para perguntas – composta por investidores anjo e aceleradoras. Os selecionados serão informados oficialmente do resultado no dia 11 de abril. Para ter acesso a mais informações e realizar as inscrições, basta acessar o site do Rio2C.

AXA no Brasil tem crescimento recorde em seguros na região Sul em 2021

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Fonte: AXA

A regional Sul da seguradora AXA no Brasil, subsidiária brasileira de um dos maiores grupos seguradores do mundo, tem representado uma fatia cada vez maior no faturamento da companhia. Em 2021, a região atingiu um crescimento de 65% em relação a 2020, com destaque para o seguro Transporte, que obteve 42% de crescimento – principalmente em Santa Catarina.

De acordo com Antonio Viana, Diretor Comercial Regional Sul da AXA no Brasil, boa parte do resultado em Transportes se deve ao desempenho da consolidação da parceria em corretores especialistas. “O Sul do Brasil possui uma localização estratégica, facilitando o escoamento dos insumos através dos portos distribuídos nos três estados, além da proximidade com os países do Cone Sul/Mercosul. A dinâmica da economia do Sul é outro importante pilar, com destaque à Indústria de transformação, ao Agronegócio e a produção de proteína animal – definitivamente, temos uma atividade econômica plural”, reforça o executivo.

A evolução tecnológica na companhia contribuiu no desenvolvimento do produto. Em 2020, a seguradora implantou uma plataforma online para cotação e emissão de seguros Transportes e após dois meses de revisão, o projeto decolou e é um dos grandes cases da casa. Na ferramenta, o corretor leva aproximadamente cinco minutos para preencher os dados de submissão e a cotação é realizada instantaneamente, com um prazo para emissão de, no máximo, 48 horas – bem abaixo da média de mercado.

O seguro de Property – que protege bens e ativos físicos –  obteve 36% de crescimento. No segmento de Massificados, com  soluções para Condomínios e Empresas, dobrou o faturamento. “Muitos esforços foram realizados para conquistarmos esses resultados! Primeiro investimos em tecnologia, para garantir um workflow mais automatizado. Também detectamos as oportunidades de cada região, agregando uma visão mais capilar de cada negócio e do modelo da companhia – tudo isso com máxima proximidade ao corretor.” comenta Antônio.

MetLife e Ame firmam parceria para comercialização de seguro de vida com mensalidade a partir de R$5,00 

Marcelo Tomei_Diretor Comercial MetLife Brasil

Fonte: MetLife

A Ame — plataforma financeira da Americanas S.A. – oferece a contratação de seguro de vida com mensalidade a partir de R$ 5. O produto, desenvolvido em parceria com a Pulso Seguros e  a MetLife — seguradora com mais de 150 anos de mercado e uma das principais instituições financeiras do mundo — contempla cobertura por morte, invalidez por acidente, assistência funeral, diária por internação hospitalar e assistência funeral para os beneficiários, sejam eles filhos, pais, sogros ou cônjuge. A oferta do seguro de vida complementa o portfólio de produtos do hub de seguros da Ame, que já conta com seguro residencial, de celular, portáteis, pet e dental. 

O produto é válido para contratação por pessoas de 18 a 60 anos, com reenquadramento etário após cinco anos da contratação, e não há qualquer variação de preço por atividade profissional. O valor de cobertura pode chegar a R$ 200 mil em caso de morte ou invalidez, para ser utilizado como o segurado quiser, e, além disso, o segurado concorre a um sorteio mensal de R$ 10 mil. Para adquirir o serviço, basta acessar a área de “Seguros e planos”, disponível dentro do menu inicial do super app Ame Digital e selecionar “Seguro vida”. A contração dos planos é imediata e sem burocracia e o consumidor pode fazer o pagamento com cartão de crédito, saldo da conta Ame e até com o cashback recebido em compras anteriores com a carteira digital. 

“Estamos muito orgulhosos e entusiasmados com lançamento da parceria com a Ame, que assim como nós da MetLife tem o objetivo de democratizar o acesso aos serviços financeiros e oferecer soluções que são essenciais na vida das pessoas. Desenvolvemos uma proposta simples, intuitiva e digital exatamente para este momento em que os clientes reconhecem o valor do seguro para utilizar em vida e proteger a família. O objetivo é que o cliente tenha uma solução customizada e que cabe no bolso, além de contar com a proteção do seguro de vida em alguns minutos através do super app”, comenta Marcelo Tomei, diretor comercial da MetLife Brasil.