Seguros de vida registra vendas de R$ 4,2 bilhões em fevereiro  

seguro de vida

Fonte: FenaPrevi

Os seguros de pessoas alcançaram R$ 4,2 bilhões em prêmios, em fevereiro de 2022, resultado 3,8% maior do que o mês anterior. Os sinistros somaram R$ 1,1 bilhão, uma leve alta (0,3%) em relação a janeiro de 2022. As informações são do relatório mensal da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, com base nos dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados – Susep. 

Em termos de recursos, o Seguro de Vida continua sendo o de maior adesão, com aproximadamente R$ 2 bilhões em prêmios em fevereiro de 2022 – sendo cerca de R$ 1,1 bilhão referentes à modalidade Vida em Grupo e R$ 817 milhões do Vida Individual. 

Ainda no que diz respeito ao montante de prêmios vêm os ramos Prestamista, com R$ 1,2 bilhões, e o de Acidentes Pessoais que registrou R$ 575 milhões, ambos números de fevereiro deste ano. 

Em termos de variação percentual, os seguros Dotais foram os que mais se destacaram no mês registrando 37,3% de crescimento (R$ 83 milhões), quando comparado a janeiro de 2022. Os seguros Dotais pagam a indenização ao próprio segurado após o período contratado ou ao beneficiário caso o segurado faleça. O valor do capital segurado e a vigência são definidos na contratação do seguro. 

Indenizações por Covid-19 

O mercado segurador já pagou o equivalente a R$ 6,3 bilhões em indenizações por mortes decorrentes da Covid-19, entre abril de 2020 a fevereiro de 2022. Ao todo foram registrados mais de 170 mil sinistros durante o período. Tratam-se de contratos de seguros de Vida, Prestamista, Funeral, Viagem, Previdência Privada e Diárias por Incapacidade e de Internação Hospitalar, todos com previsão de cobertura por morte.  

A iniciativa, das empresas em aceitar indenizar os sinistros por Covid-19 ocorre em caráter de exceção, dada a cláusula de não obrigatoriedade de cobertura em pandemias. 

Sérgio Ribeiro deixa BrasilSeg após 19 anos e segue para novos desafios

Sérgio Ribeiro encerrou seu ciclo de 19 anos na Brasilseg, empresa do Banco do Brasil. O executivo atua desde 1994 no mercado segurador e passou por seguradoras como Porto, Bradesco, Aliança do Brasil, do grupo Segurador BB e Mapfre. Ocupou posições executivas e estratégicas tendo como principais missões impulsionar o crescimento das vendas, a base de clientes, manter o NPS acima do esperado, além de captar parcerias e novos negócios estratégicos. Passou por diversos segmentos do setor: varejo, empresarial, governo, agronegócio e na gestão de portfólio dos negócios de vida, habitacional, residencial, rural, empresarial, máquinas, automóvel, seguros massificados e personalizados. 

“Finalizo meu ciclo na Brasilseg deixando alicerces prontos e sólidos para construção de caminhos e resultados ainda melhores do que os vistos até aqui”, diz ele. Ribeiro aposta nas boas perspectivas no mercado segurador e acredita que a sua experiência somada ao momento atual do setor são grandes alavancas para construção de um segmento cada vez mais forte, dinâmico, atuante e protagonista. “O mercado segurador possui uma predisposição para ganho de escala com a expansão de ecossistemas, plataformas, marketplaces, jornadas digitais. O céu é o limite para este mercado”, afirma. 

O executivo acredita que a grande oportunidade de crescimento no setor está pautada em sua análise de dados tendo como pressuposto o índice atual de penetração de toda base segurada no mercado brasileiro ser muito incipiente comparada a outros países desenvolvidos e o potencial interno existente. 

O próximo passo é avaliar projetos onde possa colocar sua experiencia para impulsionar o setor de seguros. “Temos muito a fazer para consolidar a transformação e inovações tecnologias que beneficiem os distribuidores, corretores, clientes, parceiros, produtores e a sociedade em geral”, afirma. Segundo ele, há um espaço gigante para descomplicação dos produtos, processos, serviços com a geração de proposta de valor simples para os clientes, intuitivas, acessíveis em termos de ofertas, custos, processos digitais e que estejam disponíveis. Do físico ao digital. Do campo à Cidade. Do APP a Plataforma. Das Pessoas às Empresas.

“Sigo agora em busca de novos desafios. Certamente minha experiência poderá entregar valor para os acionistas, instituições, clientes, corretores e parceiros fortalecendo marcas, instituições, culturas, relacionamentos e resultados contemplando novos modelos de negócios com evoluções sustentáveis, solidárias e rentáveis”.

Zurich dá desconto em dobro em oficinas para clientes que possuem seguros auto e residência

Ismael Andrade

Fonte: Zurich

Uma das maiores seguradoras do mundo, a Zurich tem, cada vez mais, colocado o cliente no centro de tudo o que faz. E isso tem se evidenciado no seguro residencial da empresa: após disponibilizar aos seus clientes coberturas e serviços com pegada sustentável, a seguradora anuncia novos benefícios do produto, que incluem novas regras de cobertura e um desconto para os clientes que possuírem também o seguro para automóvel da companhia.

Todos os clientes do seguro auto da Zurich que tenham um sinistro e levem seus veículos numa oficina referenciada já contam, atualmente, com um desconto de R$ 400 na franquia. A novidade é que, se eles também possuírem um seguro residencial da empresa, terão mais R$ 400 de desconto, totalizando R$ 800 de abatimento no valor final. Essa condição faz parte de uma campanha da Zurich que se iniciou no começo deste mês de abril. 

“Com essa campanha de desconto dobrado, deixamos claro que o ‘clientecentrismo’ está em todas as nossas ações, mesmo que indiretamente. Com este excelente benefício, queremos incentivar nossos clientes a terem uma visão mais ampla. O seguro auto é o mais difundido do país, mas outras proteções também são importantes e a Zurich, que é uma seguradora multilinha e multiproduto, pode oferecer, com qualidade, um leque de opções que atende a todas as necessidades do cliente”, pontua Ismael Andrade, Superintendente de Seguros Massificados da Zurich no Brasil.

E os benefícios para os clientes da Zurich vão além. Quem possui um seguro residencial da empresa e necessitar de cobertura para substituição de algum item sinistrado, contará com outra novidade. Isso porque o valor utilizado para o cálculo sempre será o de um item novo – não há, portanto, depreciação, nem tampouco haverá a necessidade de o cliente contratar uma cláusula adicional na apólice, como é prática do mercado: isto também é feito de forma automática, para todos os clientes.

“Os produtos da Zurich são diferenciados. Além dessas novidades, o seguro residencial, que é um dos mais bem avaliados pela PROTESTE, ainda oferece um serviço de descarte responsável de entulhos, bem como consultoria ambiental para os clientes que queiram implementar medidas sustentáveis, voltadas ao consumo consciente de água e de energia elétrica e reciclagem de lixo”, comenta Ismael.

Foco em produtos massificados

Além das mudanças no seguro residencial, a Zurich tem intensificado as ações para diferenciar a sua carteira de seguros massificados como um todo no mercado, sem perder de vista sua promessa de gerar um impacto positivo no planeta. 

Em fevereiro de 2022, a companhia lançou seu seguro para motocicletas, o Zurich Moto. Antes disso, já havia anunciado mudanças no seguro auto, com pagamento em 12x sem juros no cartão de crédito e novas coberturas para pequenos reparos, pneus e vidros. Conta ainda com o Zurich Driver, um aplicativo para auxiliar os clientes em uma condução mais segura no trânsito, e foi pioneira no lançamento de um seguro para carros elétricos e híbridos no Brasil.

A Zurich é ainda a única seguradora do país a conceder um Selo Verde para as oficinas mecânicas credenciadas (que atendem no seguro auto individual e em frotas) que estejam preocupadas com a diminuição do impacto ambiental que geram em suas atividades. Ações como essas beneficiam não só nossos clientes, mas a todos, ajudando a criar um futuro melhor e mais protegido.

Marcio Coriolano debate open insurance durante evento em Lisboa

Fonte: CNseg

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participou nesta terça-feira, 19, de uma mesa redonda programada para o segundo dia do evento do Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), em Lisboa. O evento, que se encerra no dia 21, discute “Os Desafios do Desenvolvimento”, com ênfase na regulação estatal de mercados relevantes. O tema tratado na mesa redonda de Marcio Coriolano reportou os desafios gerais e transversais da regulação nas áreas de serviços, financeira e de seguros. Participaram desse debate Cristiano Cozer, Procurador-Geral do Banco Central; Fernando Martins, Professor da Universidade Federal de Uberlândia; José Gabriel Queiró, Executivo do Banco de Portugal; Ricardo Morishita Wada, Professor do IDP (moderador) e Walfrido Warde, Presidente do IREE. O Ministro do STF, Gilmar Mendes, assim como outros magistrados e especialistas prestigiaram a mesa de debates.

Coriolano articulou a recente prioridade do open insurance com a evolução da regulação de seguros, ao apresentar as principais características de cada etapa nas últimas décadas. Até os anos 90, predominou uma regulação prescritiva, com notória proteção do mercado nacional, limitada capitalização das operações de seguros e resseguros e baixa inclusão social. Também destacou as taxas de crescimento reduzidas, os altos custos de transação e supervisão precária, combinando-se à concentração em poucos ramos nessa etapa.

Ele relatou um quadro mais dinâmico na década seguinte, tendo em vista que, nos anos 90, alcançou-se a estabilidade monetária (a partir de 1994), permitindo um impulso da atividade de seguros. Paralelamente, houve a abertura dos seguros à concorrência externa (1996), a previsão do fim do monopólio do resseguro (1998), a regulação dos planos de saúde, em 1999, e a criação dos planos de acumulação de previdência privada, em 2001. Essas ações, nos planos macro e micro, contribuíram para uma diversificação moderada de produtos, reconheceu ele.

O ciclo expansionista do setor segurador se deu no período de 2000/2018. Isso porque a alta da economia no período de 2003 a 2010 ampliou os salários médios dos trabalhadores, gerando elevadas taxas de crescimento do setor. No plano regulatório, houve também avanços importantes, como a criação das agências reguladoras setoriais (em 2000), as novas regras do resseguro (em 2007), e avanço das fusões e incorporação, além de acordos de vendas, entre seguradoras.

Nessa altura, ocorreram mudanças importantes no ranking do mercado, envolvendo todos os players, como bancos, multinacionais, pequenas e médias. Registrou ainda uma importante capitalização das empresas com estreia no mercado de capitais, aumento na régua de solvência, diversificação regional e advento das techs do setor.

A pandemia, e suas consequências econômicas, ao lado da demonstração de resiliência do setor; a transição para a regulação por princípios no caso do mercado segurador; as regras de flexibilização de produtos e a redução dos custos de transação; a guinada digital do mercado; e o open insurance foram outros tópicos mais recentes avaliados por Marcio Coriolano, dando uma clara imagem das transformações ocorridas neste mercado nos últimos dois anos.

Coriolano utilizou esse histórico para destacar os atuais desafios endereçados ao setor nos próximos anos, pela prioridade à voga “open”, que, como defendeu, deve ser feita por etapas, progressivamente, já que, hoje, o acesso pleno à internet alcança apenas 1/3 da população. A condição de país continental e diverso impõe desafios a mais na distribuição de seguros. Ainda que possa ser estratégica nesse avanço à internet, cuja oferta é desigual entre os extratos sociais, limita essa expansão, ao lado da falta de conhecimento do setor, que representa outro freio. As futuras normas precisam reconhecer as peculiaridades do País, tornando-se necessários regulamentos que reconheçam assimetrias das mais diversas naturezas. Simultaneamente, tais normativos devem prestigiar a incorporação inclusiva da população com limitado acesso digital, criando um ambiente de confiança e de previsibilidade para todos os participantes.

Prudential do Brasil investe R$1 bi em tecnologia para acelerar transformação digital

prudential logo


Fonte: Prudential


Nos últimos cinco anos, a seguradora Prudential do Brasil já investiu cerca de R$ 1 bilhão em tecnologia e pretende aplicar o mesmo valor pelos próximos quatro anos para acelerar a transformação digital da empresa. Com foco em modernização do atendimento ao cliente, a companhia vem aprimorando tecnologias de inteligência artificial e machine learning para oferecer produtos cada vez mais customizados para os clientes, um seguro que seja personalizado de acordo com as necessidades do consumidor e de sua família. Além disso, no segundo semestre, a Prudential vai lançar uma nova plataforma que trará uma grande evolução para os negócios dos parceiros comerciais da seguradora.
 

“A Prudential do Brasil está na liderança da transformação digital dentro da Prudential Internacional. Nosso desenvolvimento tecnológico está sendo uma referência para as mais de 40 operações da seguradora pelo mundo. Inclusive, a plataforma que estamos desenvolvendo será usada também em outros países onde a Prudential atua”, afirma o Vice-Presidente de Operações da Prudential do Brasil, Felipe Votto.
 

No ano passado, ao lançar o OneClick, a companhia deu o primeiro passo de toda a experiência por trás da venda do seguro. A ferramenta promoveu uma evolução significativa no processo de análise de riscos a partir de recursos de automação. Após a implantação do OneClick, o prazo médio de emissão de uma apólice baixou de 13 para 9 dias. Em três meses, mais de 5,2 mil propostas foram transmitidas pela ferramenta. 
 

“OneClick é uma plataforma tecnológica de ponta que facilita o processo de venda de seguros, de avaliações de risco, subscrição e de pagamentos. Antigamente, demorávamos 13 dias para que um cliente tivesse sua apólice, sua proteção, em mãos. Com essa tecnologia, estamos reduzindo esse tempo. Ou seja, uma pessoa vai ter a cobertura total em nove dias ou até menos. Recentemente, 20% das apólices foram emitidas em até 24 horas e 44% dos casos tiveram a subscrição de forma automática e online”, explica Votto.
 

O investimento da Prudential em tecnologia nos próximos anos também vai englobar a modernização da infraestrutura, especialmente na área de cibersegurança, e alavancar a experiência mobile dos corretores franqueados, parceiros comerciais e clientes. 

Debate com a Susep reúne lideranças e reforça diálogo com o setor de seguros

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Fonte: Sincor-SP

Marcando o primeiro evento presencial do Sincor-SP em 2022, o Debate com a Superintendência da Susep, realizado em parceria com o SindsegSP, aconteceu nesta segunda-feira (18/04), em São Paulo. Na ocasião, os presidentes Boris Ber e Rivaldo Leite receberam o superintendente Alexandre Camillo, o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, o novo presidente da CNseg, Dyogo de Oliveira, que assume no fim deste mês, e equipe da Susep, composta por Marcelo Rocha, Augusto Coelho, José Nagano e Carlos Queiroz. 

O presidente do SindsegSP, Rivaldo Leite, abriu os trabalhos celebrando a retomada dos eventos presenciais. “Há muito tempo tínhamos a necessidade de um momento especial, de voltar a nos reunirmos. Durante esses pouco mais de dois anos, trabalhamos exaustivamente para cumprir com o nosso papel de protetores e, são nessas crises que percebemos que a união é importante”, destacou. 

Durante seu discurso, o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, lembrou da relação com Camillo, quando o mesmo era presidente da entidade. “Por nove anos, eu e Camillo trocamos planos, fizemos projeções, debatemos e, hoje, ter ele na Susep é um grande orgulho para todos nós do Sincor-SP. Que você possa trazer para o mercado, e para os corretores, tudo aquilo que você se dispor a realizar”.

Dyogo de Oliveira ressaltou que o encontro com as entidades representa um momento de mudança, principalmente, com Camillo a frente da Susep. “Temos uma expectativa de que essa gestão da autarquia traga alívio e uma grande visão de futuro, de construir uma pauta que dê ao nosso setor a percepção e a relevância que ele tem”.

Armando Vergílio concordou e destacou que com Camillo na Susep, renasce o diálogo com a autarquia e se inicia a construção de um novo mercado. “Temos que corrigir erros que foram cometidos. Este é um momento especial de alinhamento, nessa conjuntura que estamos vivendo. Se a sociedade não nos via muito bem, acredito que a pandemia veio para mudar isso. O comportamento do setor de seguros e, principalmente, do corretor de seguros está mudando essa percepção da sociedade”. 

Em seu discurso, Alexandre Camillo apresentou os diretores da Susep e acrescentou: “o que comprova nossas intenções são nossas ações. E a nossa diretoria aqui presente é a constatação do diálogo, da nossa intenção de manter a conexão e as portas abertas com o setor”. 

Marcelo Rocha, diretor 1 da Susep, é responsável pela regulação e supervisão de frandes riscos e resseguros, bem como da autorização e credenciamento das supervisionadas, dos corretores de seguros e dos processos administrativos sancionadores e dos processos de regimes especiais. “Vamos começar a verificar as normas e a cumprir o plano de regulação. Temos a intenção de cumprir essa agenda da melhor forma possível.

O diretor 2, Augusto Coelho, fica responsável pela regulação e supervisão de seguros massificados de danos, seguros de pessoas, previdência complementar aberta e capitalização, orientação ao consumidor e a promoção da educação financeira. “Vamos construir junto com o mercado um ambiente regulatório favorável e criar oportunidades para todo o setor”.

José Nagano, diretor 3, ficará a cargo de fiscalizar as normas prudenciais, o Sistema de Registro de Operações, Open Insurance, bem como a supervisão de governança, estrutura de gestão de riscos, controles internos e prevenção à lavagem de dinheiro. “Os desafios são retomar o diálogo, a fomentação do seguro, além de propor e apoiar o crescimento do setor”.

Já a diretoria 4 será liderada pelo coordenador Carlos Queiroz, que está em processo de nomeação e será responsável pela supervisão, monitoramento e fiscalização das operações e do funcionamento das supervisionadas.

O superintendente ainda apresentou os dados mais recentes do setor de seguros, destacando o avanço de 11,8% em 2021. “Todo o trabalho do mercado e do entendimento de como deveríamos atender a sociedade é o reflexo desse crescimento do setor. Isto é para alertar o quanto ainda temos que fazer. Os corretores podem viver situações conflituosas e é preciso ter o entendimento que esses números se fazem possíveis graças à atuação desses profissionais”.

Sobre o futuro, Camillo lembrou os presentes que o mercado de seguros trabalha com muita transparência, concorrência e tecnologia. “Estamos levando uma estrutura organizacional que dará um atendimento muito melhor para todos os players do setor”.

Perda na indústria do conflito na Ucrânia pode ultrapassar US$ 20 bilhões, segundo Verisk

A perda do setor de seguros e resseguros com o conflito na Ucrânia pode ultrapassar US$ 20 bilhões, de acordo com a unidade de dados de sinistros PCS, da empresa Verisk, informa o portal Reinsurance News.

Property Claim Services (PCS) analisou dados de suas três ofertas de produtos mais relevantes, os serviços PCS Global Aviation, PCS Global Marine and Energy e PCS Global Large Loss, bem como pesquisas internas, para obter algumas informações úteis na possível escala de perdas que as resseguradoras podem estar enfrentando devido à guerra em curso causada pela invasão da Ucrânia pela Rússia e suas consequências.

A PCS acredita que a perda final da indústria para linhas especializadas de seguro e resseguro ficará dentro de uma faixa de uma estimativa baixa de US$ 13,05 bilhões a mais de US$ 23 bilhões.

Uma estimativa de trabalho de US$ 20,6 bilhões é o que a PCS está procurando atualmente, mas a empresa observa que há uma incerteza significativa em algumas linhas de negócios, onde as verdadeiras ramificações do conflito podem não ser quantificáveis ​​para o setor de seguros global por algum tempo.

O conflito já teve um impacto significativo nas resseguradoras focadas em linhas especializadas, enquanto a volatilidade do mercado financeiro causada pela guerra em curso também afetou as carteiras de investimento das resseguradoras globais.

Pode levar meses após a cessação das hostilidades para que os ajustadores de perdas obtenham uma imagem mais clara das perdas que estão chegando para o setor, disse a PCS, mas as informações estão começando a fluir, tornando um pouco mais fácil montar uma imagem do possível perda da indústria.

“A PCS acredita que as perdas seguradas agregadas em todo o setor podem exceder aproximadamente US$ 20 bilhões com base na inteligência de mercado disponível até o momento”, disse a empresa, alertando que a perda, em termos de um evento de violência política, será significativa, não importa onde ela se instale.

“Ainda está no início do conflito, no entanto, e o fluxo de informações é apenas uma gota em comparação com o que provavelmente acontecerá quando os ajustadores de perdas eventualmente obtiverem acesso aos sites afetados. Como resultado, o conflito na Ucrânia tem o potencial de se tornar a maior perda segurada em toda a indústria, em todas as classes de negócios, na história, superando até mesmo os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.”

Seguradoras pagam R$ 5,4 bilhões aos produtores rurais em 2021, segundo MAPA

seguro rural MAPA

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulga nesta segunda-feira (18) o relatório com o resultado consolidado da execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2021. Foram aplicados R$ 1,18 bilhão em subvenção ao prêmio do seguro rural, o que permitiu auxiliar financeiramente a contratação de 217.934 apólices. Essas apólices foram contratadas pelos produtores rurais em todas as regiões do país e totalizaram cerca de 14 milhões de hectares segurados. Já o valor total segurado representou a importância de R$ 68,3 bilhões.

O secretário de Política Agrícola, Guilherme Bastos, destaca o alcance de novos patamares pelo Programa e a eficiência da utilização do recurso. “Conseguimos pela primeira vez atingir a marcar de R$ 1 bilhão aplicado no PSR, um crescimento de 34% em relação ao executado no ano passado, com isso foi possível aumentar em 49% o capital total segurado”.

“Considerando os sucessivos problemas climáticos observados nos últimos anos, cada vez mais severos, o produtor rural não deveria plantar sem a proteção do seguro e as recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático. Apenas nos dois primeiros meses de 2022, as seguradoras já pagaram aos produtores aproximadamente R$ 4,5 bilhões em indenizações, decorrente principalmente dos sinistros observados nas lavouras de soja e milho verão na região Centro-Sul. Isso demonstra a importância e efetividade do seguro”, avalia o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola. Em 2021, o total pago em indenizações pelas seguradoras aos produtores foi de R$ 5,4 bilhões.

O relatório traz informações detalhadas sobre a execução do PSR em 2021, com destaque para as principais atividades. Para 2022, está previsto o orçamento inicial de R$ 990 milhões para o Programa. 

Contratação 

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 16 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores, pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural. 

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa.

A partir de 2022, o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40% para todas as culturas/atividades, exceto para a soja, cujo percentual permanece fixo em 20%. Essa regra vale para qualquer tipo de produto e cobertura, conforme as regras do PSR.

Corretores e assessorias impulsionam negócios da seguradora Zurich no Brasil

zurich seguros brasil

2022 é um ano em que a Zurich do Brasil tem foco estratégico no crescimento como uma seguradora multicanais e multiprodutos referência em qualidade ao corretor de seguros e assessorias, escritórios que fazem a intermediação de procedimentos operacionais e comerciais entre as seguradoras e corretores. Estes dois canais devem responder por mais de 30% do volume de negócios da seguradora neste ano. A estimativa é conquistar 12 novas assessorias, saindo dos atuais 50 para 62 até dezembro. 

Esta estratégia foi a pauta de encontro com jornalistas nesta manhã de terça-feira, 19. Marcio Benevides, diretor executivo de distribuição da Zurich, acompanhado de oito diretores regionais, afirmou que 2021 foi um ano desafiador e com crescimento. Entre os principais pontos destacados estavam o crescimento de 17,9% em vendas, principalmente em produtos empresariais, garantia, engenharia e patrimoniais, além da intensificação da atuação da seguradora em seguros de vida e de auto.

“Em 2022, a estratégia está fundamentada no relacionamento com corretores e assessorias, para que possamos abraçar o cliente como um todo, com várias soluções, seja ele pessoa física ou jurídica”, enfatizou o executivo. “Temos uma fatia muito expressiva para conquistar no mercado brasileiro e para isso investimentos na digitalização, com uma plataforma, que vem proporcionando uma experiência em produtos e em serviços que dão autonomia aos profissionais de vendas e agregam valor aos clientes”, afirmou Benevides. 

Atualmente, a seguradora opera com 27 filiais físicas, com diretorias comerciais dedicadas ao relacionamento com

mais de 50 assessorias parceiras, dando suporte a mais de 2 mil corretores. “Quando começamos a atuar fortemente com as Assessorias aumentamos nossa presença física de 10 para 19 estados brasileiros. Em complemento, intensificamos o trabalho junto ao pilar de Associações, apostando no potencial de crescimento do nosso produto vida e na infraestrutura tecnológica diferenciada que oferecemos com robustas ferramentas digitais de angariação”, revela.

Thales Amaral, diretor de associações, destacou a importância de ferramentas digitais neste nicho de negócios, que conta com mais 360 apólices com os de 380 mil segurados, com arrecadação de R$ 17 milhões por meio de desconto em folha de pagamento em órgãos federal, estaduais e municipais. Segundo ele, o ramo vida individual cresce consistentemente há 10 anos. Só em 2021, avançou 22% na Zurich. “A estratégia está em agregar mais coberturas ligadas a indenizações em vida, como telemedicina e doenças graves, além de assistências ligadas ao bem-estar e saúde. “Vem muita novidade por ai. Podem falar para os corretores e assessorias ficarem de olho em nossas redes”, comentou. 

Luiz Gasperi, superintende da Zurich com as assessorias, afirmou que por meio das assessorias foi possível aumentar a capilaridade e a presença nas cinco regiões do país, em especial em duas delas, nas quais a atuação presencial da seguradora era menor: Norte e Nordeste. Mas também conseguiu expandir a atuação nas demais, onde há espaço para crescer. “Com o estreitamento do relacionamento das Assessorias com os corretores atendidos, percebemos um aumento de 50% no volume de cotações em seguros de automóvel e 78% em vendas em todos os nossos produtos entre janeiro e dezembro de 2021”, comemora.

Alexandre Oliveira, responsável pela diretório regional de São Paulo capital, destacou que a filial registrou crescimento de 19% em vendas em 2021, comparado a 2020. Isso representa cerca de 20% do total de produção do canal de corretores, que dispõe de uma equipe especializada em corporate e varejo, além de 12 assessorias. “Somos reconhecidos no Corporativo, mas nosso foco é também crescer nos produtos voltados às pessoas físicas, notadamente auto, residencial e vida individual, maximizando a atividade comercial com efetiva entrada no Varejo, intensificando o relacionamento com os corretores atendidos pela nossa equipe e pelas Assessorias”. 

João Amato, responsável pela sucursal São Paulo Interior, responsável por 13% do total de vendas do Brasil, com 5 filiais físicas e sete assessorias. O grupo conta com gerentes mobile, onde a seguradora não tem estrutura física, mas tem gerentes que podem ser acessados remotamente. “No primeiro trimestre já crescemos 55%, o que mostra que nossa estratégia esta no caminho certo, que é ser relevante, de fato, para o corretor ter a companhia como uma das principais opções”, citou. O seguro de moto, cibernético, garantia e vida foram citados como os principais impulsionares deste crescimento das vendas. 

Cristiane Mello, responsável comercial em 18 estados (RJ, ES, N NE), atua no setor há 24 anos de mercado, sendo seis na Zurich. Conta com três filiais físicas, sendo Rio, Salvador e Recife, e 18 assessorias que fazem parte do projeto de expansão, com representatividade de 11% no total de prêmios emitidos pelo grupo. Ela destacou que há uma prioridade do grupo em ampliar a atuação com as assessorias, com treinamento e capacitação dos parceiros, para que a seguradora atue de forma mais próxima dos corretores. Em pessoas, o foco está em auto, vida e residencial. 

Luciano Silveira, responsável pela região Sul, com 9 filiais e 12 assessorias, com 23% das vendas totais do Brasil pelo canal corretor, sendo a agricultura, pecuária, indústria, comercio e serviços como os principais ramos de atuação. “As Assessorias serão o braço forte de expansão na nossa região. Por meio delas, levaremos a Zurich a uma quantidade superior de corretores, proporcionando maior abrangência geográfica de relacionamento”, afirmou.

Rogerio Gebin, responsável pela diretoria regional Minas Gerais e Centro Oeste, conta com 9 filiais, que representam 33% das vendas pelo canal corretor. Concentra mineradoras, industriais, comercio, serviços e agronegócios, com crescimento de 22% em vendas em 2021, comparado com 2020. “O que vai fazer a diferença daqui para frente é ajudar o corretor ser consultor de proteções diversas, financeira e de bens, para os clientes e não apenas um distribuidor de seguros”, afirmou. “O objetivo é trazer nossos corretores parceiros para dentro da Zurich, apoiando-os no desenvolvimento e no conhecimento das melhores soluções com as quais eles podem realizar a melhor assessoria de riscos ao cliente”.

Segundo Benevides,  essa frente visa a dar ainda mais robustez e participação à companhia no mercado segurador brasileiro. “Não queremos ser o maior e sim a melhor seguradora para nossos segurados. Nossa estratégia é crescer de forma sustentável. E isso está intrinsicamente ligado a ter um relacionamento claro com corretor e entrega de uma experiencia única aos clientes. E é assim que vamos consolidar a nossa marca no Brasil”, finalizou Benevides. 

SulAmérica lança instituto para promover acesso à Saúde Integral  

Fonte: SulAmérica

Com o propósito de promover a Saúde Integral para todos e todas, o Grupo SulAmérica anuncia o lançamento de sua organização social sem fins lucrativos: o Instituto SulAmérica. O objetivo é possibilitar o acesso de pessoas em situação de vulnerabilidade social a informações e serviços de cuidado da saúde emocional, física e financeira, além de gerar conhecimento técnico para a sociedade.  

Inicialmente, o instituto atuará a partir do pilar da saúde emocional, que vem apresentando dados alarmantes de agravamento na população. Um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2017 indica que o Brasil é o país com a maior taxa de ansiedade do mundo, atingindo quase 20 milhões de pessoas, o que corresponde a 9,3% da população. O cenário é ainda mais preocupante ao olharmos para grupos em situação de vulnerabilidade social, para os quais a taxa atinge cerca de 36% dos adultos moradores de comunidades no país. 

“O Instituto SulAmérica foi criado para levar Saúde Integral para um maior número de pessoas. E, para nós, cuidar da Saúde Integral é ter mente, corpo e bolso em equilíbrio. As nossas ações começarão pela promoção da saúde emocional, normalizando a discussão sobre o tema e apoiando o diagnóstico e tratamento de transtornos como ansiedade e depressão, com meta de impactarmos 150 mil vidas em cinco anos”, afirma Luiz Pires, diretor executivo do Instituto. 

O Instituto já nasce como embaixador da iniciativa #MenteEmFoco, projeto da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, do qual a SulAmérica é signatária. Lançado em 2021, convida empresas e instituições a adotarem compromissos concretos pela saúde da mente, sendo um dos maiores movimentos de promoção à saúde mental do Brasil.  

“Ainda existe um grande estigma em relação à depressão. Fazermos parte de um pacto com a ONU nesse sentido potencializa nossos esforços para conscientização sobre o tema, além de promover a capacitação de profissionais no diagnóstico e tratamento de questões relacionadas à saúde emocional”, comenta Luiz. 

Mantido pelo Grupo SulAmérica, o instituto tem independência operacional e conselho deliberativo próprio. Como organização sem fins lucrativos, reinvestirá quaisquer novos recursos em projetos do próprio instituto. O compromisso de impactar 150 mil vidas em cinco anos está firmado oficialmente, por meio da última emissão de debêntures do Grupo SulAmérica, em novembro de 2021, que foi uma captação do tipo Sustainability-Linked Bond. 

Apoio à população atingida por fortes chuvas no Rio de Janeiro 

Antes mesmo do lançamento oficial, o Instituto SulAmérica já desenvolveu uma primeira ação direta de impacto social em Petrópolis, Angra dos Reis e Paraty, no Rio de Janeiro. Em conjunto com a Docway, startup de telemedicina da SulAmérica, a organização passou a oferecer, desde o início do mês de março, atendimentos médicos e psicológicos online e gratuitos a moradores da região, atingida recorrentemente pelas fortes chuvas.  

Além disso, em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), as ONGs SOSERRA e Projeto Conectados, a Clínica Conviver e a Docway, o Instituto SulAmérica promoverá em 30 de abril a ação solidária presencial “Juntos por Petrópolis”, que levará para a população atingida serviços de atendimento médico e acolhimento psicológico, além de doações de kits de higiene pessoal e emissão da segunda via de documentos pessoais perdidos durante as chuvas. 

Saúde da mulher, onde ela estiver 

Em mais uma parceria, o Instituto SulAmérica e a startup de telemedicina Docway vão oferecer atendimento psicológico online gratuitamente para mais de 700 mulheres que se inscreveram na campanha “Saúde da Mulher, onde ela estiver”, iniciativa realizada no Dia Internacional da Mulher de 2022. O objetivo é apoiar e empoderar mulheres no cuidado com a saúde emocional, oferecendo acesso a um tratamento via teleconsulta com psicólogos ao longo do ano inteiro.