Fundo SulAmérica Excellence chega a R$ 2,5 bilhões em patrimônio líquido

Fonte: SulAmérica

O fundo SulAmérica Excellence FI RF CP chegou à marca de R$ 2,5 bilhões em patrimônio líquido, mais do que dobrando o número registrado seis meses atrás. O fundo completará 20 anos de história em 2022 e já se aproxima dos 16 mil cotistas.

Com rentabilidade de 2,72% no acumulado neste ano, o produto faz parte do portfólio da SulAmérica Investimentos, uma das maiores assets independentes do país. A estratégia é composta por títulos de crédito privado, como CDBs, letras financeiras, debêntures, notas promissórias, DPGEs e FIDCs de baixo risco.

“Nosso time de gestão de crédito tem feito um excelente trabalho. O crescimento do SulAmérica Excellence FI RF CP nesses últimos seis meses foi fruto de um rigoroso processo de seleção de ativos e da competência dos nossos gestores”, avalia o vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica, Marcelo Mello.

O produto é destinado a investidores em geral, requer aplicação mínima de R$ 1 mil, e apresenta taxa de administração de 0,30% do patrimônio líquido ao ano e resgate D+1.

Seguradora EZZE oferece portabilidade para seguro habitacional individual  

Juliana EZZE Seguros Seguro habitacional

Poucos brasileiros têm conhecimento dos detalhes do seguro habitacional. E ele é muito relevante no custo de um financiamento imobiliário. Pensando em como agregar valor ao consumidor alinhando tecnologia ligada à inovação e quebra de paradigmas, a EZZE Seguros criou, em parceria com a GEO, empresa especializada na criação de tecnologias para a área de seguros, a portabilidade. Sim, uma portabilidade como a que existe nas operadoras de celular ou em planos de previdência por consumidores que buscam condições mais vantajosas em seus contratos. 

A portabilidade é um direito garantido ao consumidor desde 2009 e permite que os clientes comparem preços e não fiquem presos aos seguros oferecidos pelas instituições financeiras no momento de contratação do crédito imobiliário. Mas só agora, 13 anos depois, uma seguradora lançou a portabilidade. Trata-se do seguro habitacional Individual da EZZE, destinado para financiamentos a partir de R$ 300 mil.  

Falando sobre este mercado, o CEO Richard Vinhosa tem uma certeza: “Trata-se de um nicho de negócio muito interessante para nós. Tem um potencial imenso e agrega valor ao consumidor, duas razões que atraem os corretores de seguros para a EZZE. É um lançamento que está dentro da nossa política de ter o cliente no centro da estratégia, com todos ganhando com a negociação.”  

Vinhosa afirma que como uma seguradora jovem e que investe no digital, o objetivo é oferecer aos clientes soluções para atender demandas reprimidas. “Nosso principal desafio foi nos colocar na posição do cliente para projetar um produto completamente inovador, que nunca foi feito antes. Tivemos que pensar e construir tudo do zero”.  

Antes de mais nada, é preciso que o consumidor entenda uma diferença importante. Enquanto o seguro habitacional está ligado ao empréstimo ou financiamento e é acionado em caso de morte do titular, o seguro residencial protege o imóvel de eventos como raio, explosão, incêndio e inundação. Segundo explica a CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais), em sua cartilha sobre seguros, o seguro habitacional faz parte da formação do patrimônio do consumidor, já que o deixa protegido no processo de compra do imóvel. O seguro residencial atua na preservação do patrimônio.  

De acordo com uma pesquisa realizada pela GEO, com alguns clientes de seguro durante o processo de desenvolvimento da plataforma online para o Seguro Habitacional Individual da EZZE, a maioria dos clientes afirmou que as principais preocupações no momento do financiamento eram documentação e aprovação do crédito. A existência do seguro e sua escolha não eram prioridades.

Segundo Rossana Costa, diretora da GEO, a expectativa é que o produto possa agregar ao mercado de crédito imobiliário a possibilidade real de escolha, sem qualquer direcionamento, permitindo ao cidadão uma economia substancial no custo do seu financiamento imobiliário. “A tecnologia é construída para o usuário, qual seja ele: o cliente, o corretor de seguros e as seguradoras”, acrescenta.   

A obrigatoriedade do seguro não é ruim. Afinal, se o tomador do financiamento vier a óbito, o seguro quita a dívida e o beneficiário herda o imóvel. Há muitos casos assim durante a pandemia. De abril de 2020 a dezembro de 2021 as seguradoras indenizaram mais de R$ 6 bilhões em diversos tipos de seguros por mortes decorrentes da Covida-19. “É um seguro bom para o agente financiador e para o tomador do crédito, pois a apólice quita o financiamento e libera o imóvel para o beneficiário sem dívida.   

Apesar de ser obrigatório, o consumidor é quem escolhe qual seguradora oferece as melhores condições de pagamento e benefícios para fechar um contrato. Quanto menor for o valor do percentual do seguro, mais dinheiro sobra para o empréstimo, além do valor das prestações também ficar mais acessível e impactar menos a renda da família. A instituição financeira tem a “obrigação” de ofertar pelo menos dois seguros para o tomador do empréstimo.    

De forma geral, o valor do seguro chega a representar entre 1% e 4% do valor de cada prestação do financiamento e considera questões como idade do segurado e riscos associados à contratação do crédito e ao empreendimento. “Com a opção da escolha, o cliente pode reduzir em até 10 vezes o valor total do seguro, diminuindo as prestações. Isso porque o Seguro Habitacional Individual utiliza taxa única para qualquer idade, o que o torna mais competitivo”, explica Juliana Fonseca, executiva especializada no seguro habitacional na EZZE Seguros.  

O seguro habitacional é, como diz o ditado popular, “a menina dos olhos”, do setor em 2022. A arrecadação do seguro habitacional, que mantém forte relação com o montante de financiamento imobiliário, apresentou um crescimento de 12% no ano passado, para R$ 5 bilhões em vendas. 

Em 2021, os financiamentos de imóveis registraram alta de 65% na comparação com o ano anterior e atingiram R$ 205,4 bilhões. E, mesmo com a alta da taxa Selic, a expectativa é de crescimento neste ano também em razão da competitividade dos bancos neste nicho de financiamento de longo prazo e de fidelização de clientes.   

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Seguros de vida registra vendas de R$ 4,2 bilhões em fevereiro  

seguro de vida

Fonte: FenaPrevi

Os seguros de pessoas alcançaram R$ 4,2 bilhões em prêmios, em fevereiro de 2022, resultado 3,8% maior do que o mês anterior. Os sinistros somaram R$ 1,1 bilhão, uma leve alta (0,3%) em relação a janeiro de 2022. As informações são do relatório mensal da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, com base nos dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados – Susep. 

Em termos de recursos, o Seguro de Vida continua sendo o de maior adesão, com aproximadamente R$ 2 bilhões em prêmios em fevereiro de 2022 – sendo cerca de R$ 1,1 bilhão referentes à modalidade Vida em Grupo e R$ 817 milhões do Vida Individual. 

Ainda no que diz respeito ao montante de prêmios vêm os ramos Prestamista, com R$ 1,2 bilhões, e o de Acidentes Pessoais que registrou R$ 575 milhões, ambos números de fevereiro deste ano. 

Em termos de variação percentual, os seguros Dotais foram os que mais se destacaram no mês registrando 37,3% de crescimento (R$ 83 milhões), quando comparado a janeiro de 2022. Os seguros Dotais pagam a indenização ao próprio segurado após o período contratado ou ao beneficiário caso o segurado faleça. O valor do capital segurado e a vigência são definidos na contratação do seguro. 

Indenizações por Covid-19 

O mercado segurador já pagou o equivalente a R$ 6,3 bilhões em indenizações por mortes decorrentes da Covid-19, entre abril de 2020 a fevereiro de 2022. Ao todo foram registrados mais de 170 mil sinistros durante o período. Tratam-se de contratos de seguros de Vida, Prestamista, Funeral, Viagem, Previdência Privada e Diárias por Incapacidade e de Internação Hospitalar, todos com previsão de cobertura por morte.  

A iniciativa, das empresas em aceitar indenizar os sinistros por Covid-19 ocorre em caráter de exceção, dada a cláusula de não obrigatoriedade de cobertura em pandemias. 

Sérgio Ribeiro deixa BrasilSeg após 19 anos e segue para novos desafios

Sérgio Ribeiro encerrou seu ciclo de 19 anos na Brasilseg, empresa do Banco do Brasil. O executivo atua desde 1994 no mercado segurador e passou por seguradoras como Porto, Bradesco, Aliança do Brasil, do grupo Segurador BB e Mapfre. Ocupou posições executivas e estratégicas tendo como principais missões impulsionar o crescimento das vendas, a base de clientes, manter o NPS acima do esperado, além de captar parcerias e novos negócios estratégicos. Passou por diversos segmentos do setor: varejo, empresarial, governo, agronegócio e na gestão de portfólio dos negócios de vida, habitacional, residencial, rural, empresarial, máquinas, automóvel, seguros massificados e personalizados. 

“Finalizo meu ciclo na Brasilseg deixando alicerces prontos e sólidos para construção de caminhos e resultados ainda melhores do que os vistos até aqui”, diz ele. Ribeiro aposta nas boas perspectivas no mercado segurador e acredita que a sua experiência somada ao momento atual do setor são grandes alavancas para construção de um segmento cada vez mais forte, dinâmico, atuante e protagonista. “O mercado segurador possui uma predisposição para ganho de escala com a expansão de ecossistemas, plataformas, marketplaces, jornadas digitais. O céu é o limite para este mercado”, afirma. 

O executivo acredita que a grande oportunidade de crescimento no setor está pautada em sua análise de dados tendo como pressuposto o índice atual de penetração de toda base segurada no mercado brasileiro ser muito incipiente comparada a outros países desenvolvidos e o potencial interno existente. 

O próximo passo é avaliar projetos onde possa colocar sua experiencia para impulsionar o setor de seguros. “Temos muito a fazer para consolidar a transformação e inovações tecnologias que beneficiem os distribuidores, corretores, clientes, parceiros, produtores e a sociedade em geral”, afirma. Segundo ele, há um espaço gigante para descomplicação dos produtos, processos, serviços com a geração de proposta de valor simples para os clientes, intuitivas, acessíveis em termos de ofertas, custos, processos digitais e que estejam disponíveis. Do físico ao digital. Do campo à Cidade. Do APP a Plataforma. Das Pessoas às Empresas.

“Sigo agora em busca de novos desafios. Certamente minha experiência poderá entregar valor para os acionistas, instituições, clientes, corretores e parceiros fortalecendo marcas, instituições, culturas, relacionamentos e resultados contemplando novos modelos de negócios com evoluções sustentáveis, solidárias e rentáveis”.

Zurich dá desconto em dobro em oficinas para clientes que possuem seguros auto e residência

Ismael Andrade

Fonte: Zurich

Uma das maiores seguradoras do mundo, a Zurich tem, cada vez mais, colocado o cliente no centro de tudo o que faz. E isso tem se evidenciado no seguro residencial da empresa: após disponibilizar aos seus clientes coberturas e serviços com pegada sustentável, a seguradora anuncia novos benefícios do produto, que incluem novas regras de cobertura e um desconto para os clientes que possuírem também o seguro para automóvel da companhia.

Todos os clientes do seguro auto da Zurich que tenham um sinistro e levem seus veículos numa oficina referenciada já contam, atualmente, com um desconto de R$ 400 na franquia. A novidade é que, se eles também possuírem um seguro residencial da empresa, terão mais R$ 400 de desconto, totalizando R$ 800 de abatimento no valor final. Essa condição faz parte de uma campanha da Zurich que se iniciou no começo deste mês de abril. 

“Com essa campanha de desconto dobrado, deixamos claro que o ‘clientecentrismo’ está em todas as nossas ações, mesmo que indiretamente. Com este excelente benefício, queremos incentivar nossos clientes a terem uma visão mais ampla. O seguro auto é o mais difundido do país, mas outras proteções também são importantes e a Zurich, que é uma seguradora multilinha e multiproduto, pode oferecer, com qualidade, um leque de opções que atende a todas as necessidades do cliente”, pontua Ismael Andrade, Superintendente de Seguros Massificados da Zurich no Brasil.

E os benefícios para os clientes da Zurich vão além. Quem possui um seguro residencial da empresa e necessitar de cobertura para substituição de algum item sinistrado, contará com outra novidade. Isso porque o valor utilizado para o cálculo sempre será o de um item novo – não há, portanto, depreciação, nem tampouco haverá a necessidade de o cliente contratar uma cláusula adicional na apólice, como é prática do mercado: isto também é feito de forma automática, para todos os clientes.

“Os produtos da Zurich são diferenciados. Além dessas novidades, o seguro residencial, que é um dos mais bem avaliados pela PROTESTE, ainda oferece um serviço de descarte responsável de entulhos, bem como consultoria ambiental para os clientes que queiram implementar medidas sustentáveis, voltadas ao consumo consciente de água e de energia elétrica e reciclagem de lixo”, comenta Ismael.

Foco em produtos massificados

Além das mudanças no seguro residencial, a Zurich tem intensificado as ações para diferenciar a sua carteira de seguros massificados como um todo no mercado, sem perder de vista sua promessa de gerar um impacto positivo no planeta. 

Em fevereiro de 2022, a companhia lançou seu seguro para motocicletas, o Zurich Moto. Antes disso, já havia anunciado mudanças no seguro auto, com pagamento em 12x sem juros no cartão de crédito e novas coberturas para pequenos reparos, pneus e vidros. Conta ainda com o Zurich Driver, um aplicativo para auxiliar os clientes em uma condução mais segura no trânsito, e foi pioneira no lançamento de um seguro para carros elétricos e híbridos no Brasil.

A Zurich é ainda a única seguradora do país a conceder um Selo Verde para as oficinas mecânicas credenciadas (que atendem no seguro auto individual e em frotas) que estejam preocupadas com a diminuição do impacto ambiental que geram em suas atividades. Ações como essas beneficiam não só nossos clientes, mas a todos, ajudando a criar um futuro melhor e mais protegido.

Marcio Coriolano debate open insurance durante evento em Lisboa

Fonte: CNseg

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participou nesta terça-feira, 19, de uma mesa redonda programada para o segundo dia do evento do Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), em Lisboa. O evento, que se encerra no dia 21, discute “Os Desafios do Desenvolvimento”, com ênfase na regulação estatal de mercados relevantes. O tema tratado na mesa redonda de Marcio Coriolano reportou os desafios gerais e transversais da regulação nas áreas de serviços, financeira e de seguros. Participaram desse debate Cristiano Cozer, Procurador-Geral do Banco Central; Fernando Martins, Professor da Universidade Federal de Uberlândia; José Gabriel Queiró, Executivo do Banco de Portugal; Ricardo Morishita Wada, Professor do IDP (moderador) e Walfrido Warde, Presidente do IREE. O Ministro do STF, Gilmar Mendes, assim como outros magistrados e especialistas prestigiaram a mesa de debates.

Coriolano articulou a recente prioridade do open insurance com a evolução da regulação de seguros, ao apresentar as principais características de cada etapa nas últimas décadas. Até os anos 90, predominou uma regulação prescritiva, com notória proteção do mercado nacional, limitada capitalização das operações de seguros e resseguros e baixa inclusão social. Também destacou as taxas de crescimento reduzidas, os altos custos de transação e supervisão precária, combinando-se à concentração em poucos ramos nessa etapa.

Ele relatou um quadro mais dinâmico na década seguinte, tendo em vista que, nos anos 90, alcançou-se a estabilidade monetária (a partir de 1994), permitindo um impulso da atividade de seguros. Paralelamente, houve a abertura dos seguros à concorrência externa (1996), a previsão do fim do monopólio do resseguro (1998), a regulação dos planos de saúde, em 1999, e a criação dos planos de acumulação de previdência privada, em 2001. Essas ações, nos planos macro e micro, contribuíram para uma diversificação moderada de produtos, reconheceu ele.

O ciclo expansionista do setor segurador se deu no período de 2000/2018. Isso porque a alta da economia no período de 2003 a 2010 ampliou os salários médios dos trabalhadores, gerando elevadas taxas de crescimento do setor. No plano regulatório, houve também avanços importantes, como a criação das agências reguladoras setoriais (em 2000), as novas regras do resseguro (em 2007), e avanço das fusões e incorporação, além de acordos de vendas, entre seguradoras.

Nessa altura, ocorreram mudanças importantes no ranking do mercado, envolvendo todos os players, como bancos, multinacionais, pequenas e médias. Registrou ainda uma importante capitalização das empresas com estreia no mercado de capitais, aumento na régua de solvência, diversificação regional e advento das techs do setor.

A pandemia, e suas consequências econômicas, ao lado da demonstração de resiliência do setor; a transição para a regulação por princípios no caso do mercado segurador; as regras de flexibilização de produtos e a redução dos custos de transação; a guinada digital do mercado; e o open insurance foram outros tópicos mais recentes avaliados por Marcio Coriolano, dando uma clara imagem das transformações ocorridas neste mercado nos últimos dois anos.

Coriolano utilizou esse histórico para destacar os atuais desafios endereçados ao setor nos próximos anos, pela prioridade à voga “open”, que, como defendeu, deve ser feita por etapas, progressivamente, já que, hoje, o acesso pleno à internet alcança apenas 1/3 da população. A condição de país continental e diverso impõe desafios a mais na distribuição de seguros. Ainda que possa ser estratégica nesse avanço à internet, cuja oferta é desigual entre os extratos sociais, limita essa expansão, ao lado da falta de conhecimento do setor, que representa outro freio. As futuras normas precisam reconhecer as peculiaridades do País, tornando-se necessários regulamentos que reconheçam assimetrias das mais diversas naturezas. Simultaneamente, tais normativos devem prestigiar a incorporação inclusiva da população com limitado acesso digital, criando um ambiente de confiança e de previsibilidade para todos os participantes.

Prudential do Brasil investe R$1 bi em tecnologia para acelerar transformação digital

prudential logo


Fonte: Prudential


Nos últimos cinco anos, a seguradora Prudential do Brasil já investiu cerca de R$ 1 bilhão em tecnologia e pretende aplicar o mesmo valor pelos próximos quatro anos para acelerar a transformação digital da empresa. Com foco em modernização do atendimento ao cliente, a companhia vem aprimorando tecnologias de inteligência artificial e machine learning para oferecer produtos cada vez mais customizados para os clientes, um seguro que seja personalizado de acordo com as necessidades do consumidor e de sua família. Além disso, no segundo semestre, a Prudential vai lançar uma nova plataforma que trará uma grande evolução para os negócios dos parceiros comerciais da seguradora.
 

“A Prudential do Brasil está na liderança da transformação digital dentro da Prudential Internacional. Nosso desenvolvimento tecnológico está sendo uma referência para as mais de 40 operações da seguradora pelo mundo. Inclusive, a plataforma que estamos desenvolvendo será usada também em outros países onde a Prudential atua”, afirma o Vice-Presidente de Operações da Prudential do Brasil, Felipe Votto.
 

No ano passado, ao lançar o OneClick, a companhia deu o primeiro passo de toda a experiência por trás da venda do seguro. A ferramenta promoveu uma evolução significativa no processo de análise de riscos a partir de recursos de automação. Após a implantação do OneClick, o prazo médio de emissão de uma apólice baixou de 13 para 9 dias. Em três meses, mais de 5,2 mil propostas foram transmitidas pela ferramenta. 
 

“OneClick é uma plataforma tecnológica de ponta que facilita o processo de venda de seguros, de avaliações de risco, subscrição e de pagamentos. Antigamente, demorávamos 13 dias para que um cliente tivesse sua apólice, sua proteção, em mãos. Com essa tecnologia, estamos reduzindo esse tempo. Ou seja, uma pessoa vai ter a cobertura total em nove dias ou até menos. Recentemente, 20% das apólices foram emitidas em até 24 horas e 44% dos casos tiveram a subscrição de forma automática e online”, explica Votto.
 

O investimento da Prudential em tecnologia nos próximos anos também vai englobar a modernização da infraestrutura, especialmente na área de cibersegurança, e alavancar a experiência mobile dos corretores franqueados, parceiros comerciais e clientes. 

Debate com a Susep reúne lideranças e reforça diálogo com o setor de seguros

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Fonte: Sincor-SP

Marcando o primeiro evento presencial do Sincor-SP em 2022, o Debate com a Superintendência da Susep, realizado em parceria com o SindsegSP, aconteceu nesta segunda-feira (18/04), em São Paulo. Na ocasião, os presidentes Boris Ber e Rivaldo Leite receberam o superintendente Alexandre Camillo, o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, o novo presidente da CNseg, Dyogo de Oliveira, que assume no fim deste mês, e equipe da Susep, composta por Marcelo Rocha, Augusto Coelho, José Nagano e Carlos Queiroz. 

O presidente do SindsegSP, Rivaldo Leite, abriu os trabalhos celebrando a retomada dos eventos presenciais. “Há muito tempo tínhamos a necessidade de um momento especial, de voltar a nos reunirmos. Durante esses pouco mais de dois anos, trabalhamos exaustivamente para cumprir com o nosso papel de protetores e, são nessas crises que percebemos que a união é importante”, destacou. 

Durante seu discurso, o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, lembrou da relação com Camillo, quando o mesmo era presidente da entidade. “Por nove anos, eu e Camillo trocamos planos, fizemos projeções, debatemos e, hoje, ter ele na Susep é um grande orgulho para todos nós do Sincor-SP. Que você possa trazer para o mercado, e para os corretores, tudo aquilo que você se dispor a realizar”.

Dyogo de Oliveira ressaltou que o encontro com as entidades representa um momento de mudança, principalmente, com Camillo a frente da Susep. “Temos uma expectativa de que essa gestão da autarquia traga alívio e uma grande visão de futuro, de construir uma pauta que dê ao nosso setor a percepção e a relevância que ele tem”.

Armando Vergílio concordou e destacou que com Camillo na Susep, renasce o diálogo com a autarquia e se inicia a construção de um novo mercado. “Temos que corrigir erros que foram cometidos. Este é um momento especial de alinhamento, nessa conjuntura que estamos vivendo. Se a sociedade não nos via muito bem, acredito que a pandemia veio para mudar isso. O comportamento do setor de seguros e, principalmente, do corretor de seguros está mudando essa percepção da sociedade”. 

Em seu discurso, Alexandre Camillo apresentou os diretores da Susep e acrescentou: “o que comprova nossas intenções são nossas ações. E a nossa diretoria aqui presente é a constatação do diálogo, da nossa intenção de manter a conexão e as portas abertas com o setor”. 

Marcelo Rocha, diretor 1 da Susep, é responsável pela regulação e supervisão de frandes riscos e resseguros, bem como da autorização e credenciamento das supervisionadas, dos corretores de seguros e dos processos administrativos sancionadores e dos processos de regimes especiais. “Vamos começar a verificar as normas e a cumprir o plano de regulação. Temos a intenção de cumprir essa agenda da melhor forma possível.

O diretor 2, Augusto Coelho, fica responsável pela regulação e supervisão de seguros massificados de danos, seguros de pessoas, previdência complementar aberta e capitalização, orientação ao consumidor e a promoção da educação financeira. “Vamos construir junto com o mercado um ambiente regulatório favorável e criar oportunidades para todo o setor”.

José Nagano, diretor 3, ficará a cargo de fiscalizar as normas prudenciais, o Sistema de Registro de Operações, Open Insurance, bem como a supervisão de governança, estrutura de gestão de riscos, controles internos e prevenção à lavagem de dinheiro. “Os desafios são retomar o diálogo, a fomentação do seguro, além de propor e apoiar o crescimento do setor”.

Já a diretoria 4 será liderada pelo coordenador Carlos Queiroz, que está em processo de nomeação e será responsável pela supervisão, monitoramento e fiscalização das operações e do funcionamento das supervisionadas.

O superintendente ainda apresentou os dados mais recentes do setor de seguros, destacando o avanço de 11,8% em 2021. “Todo o trabalho do mercado e do entendimento de como deveríamos atender a sociedade é o reflexo desse crescimento do setor. Isto é para alertar o quanto ainda temos que fazer. Os corretores podem viver situações conflituosas e é preciso ter o entendimento que esses números se fazem possíveis graças à atuação desses profissionais”.

Sobre o futuro, Camillo lembrou os presentes que o mercado de seguros trabalha com muita transparência, concorrência e tecnologia. “Estamos levando uma estrutura organizacional que dará um atendimento muito melhor para todos os players do setor”.

Perda na indústria do conflito na Ucrânia pode ultrapassar US$ 20 bilhões, segundo Verisk

A perda do setor de seguros e resseguros com o conflito na Ucrânia pode ultrapassar US$ 20 bilhões, de acordo com a unidade de dados de sinistros PCS, da empresa Verisk, informa o portal Reinsurance News.

Property Claim Services (PCS) analisou dados de suas três ofertas de produtos mais relevantes, os serviços PCS Global Aviation, PCS Global Marine and Energy e PCS Global Large Loss, bem como pesquisas internas, para obter algumas informações úteis na possível escala de perdas que as resseguradoras podem estar enfrentando devido à guerra em curso causada pela invasão da Ucrânia pela Rússia e suas consequências.

A PCS acredita que a perda final da indústria para linhas especializadas de seguro e resseguro ficará dentro de uma faixa de uma estimativa baixa de US$ 13,05 bilhões a mais de US$ 23 bilhões.

Uma estimativa de trabalho de US$ 20,6 bilhões é o que a PCS está procurando atualmente, mas a empresa observa que há uma incerteza significativa em algumas linhas de negócios, onde as verdadeiras ramificações do conflito podem não ser quantificáveis ​​para o setor de seguros global por algum tempo.

O conflito já teve um impacto significativo nas resseguradoras focadas em linhas especializadas, enquanto a volatilidade do mercado financeiro causada pela guerra em curso também afetou as carteiras de investimento das resseguradoras globais.

Pode levar meses após a cessação das hostilidades para que os ajustadores de perdas obtenham uma imagem mais clara das perdas que estão chegando para o setor, disse a PCS, mas as informações estão começando a fluir, tornando um pouco mais fácil montar uma imagem do possível perda da indústria.

“A PCS acredita que as perdas seguradas agregadas em todo o setor podem exceder aproximadamente US$ 20 bilhões com base na inteligência de mercado disponível até o momento”, disse a empresa, alertando que a perda, em termos de um evento de violência política, será significativa, não importa onde ela se instale.

“Ainda está no início do conflito, no entanto, e o fluxo de informações é apenas uma gota em comparação com o que provavelmente acontecerá quando os ajustadores de perdas eventualmente obtiverem acesso aos sites afetados. Como resultado, o conflito na Ucrânia tem o potencial de se tornar a maior perda segurada em toda a indústria, em todas as classes de negócios, na história, superando até mesmo os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.”

Seguradoras pagam R$ 5,4 bilhões aos produtores rurais em 2021, segundo MAPA

seguro rural MAPA

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulga nesta segunda-feira (18) o relatório com o resultado consolidado da execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2021. Foram aplicados R$ 1,18 bilhão em subvenção ao prêmio do seguro rural, o que permitiu auxiliar financeiramente a contratação de 217.934 apólices. Essas apólices foram contratadas pelos produtores rurais em todas as regiões do país e totalizaram cerca de 14 milhões de hectares segurados. Já o valor total segurado representou a importância de R$ 68,3 bilhões.

O secretário de Política Agrícola, Guilherme Bastos, destaca o alcance de novos patamares pelo Programa e a eficiência da utilização do recurso. “Conseguimos pela primeira vez atingir a marcar de R$ 1 bilhão aplicado no PSR, um crescimento de 34% em relação ao executado no ano passado, com isso foi possível aumentar em 49% o capital total segurado”.

“Considerando os sucessivos problemas climáticos observados nos últimos anos, cada vez mais severos, o produtor rural não deveria plantar sem a proteção do seguro e as recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático. Apenas nos dois primeiros meses de 2022, as seguradoras já pagaram aos produtores aproximadamente R$ 4,5 bilhões em indenizações, decorrente principalmente dos sinistros observados nas lavouras de soja e milho verão na região Centro-Sul. Isso demonstra a importância e efetividade do seguro”, avalia o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola. Em 2021, o total pago em indenizações pelas seguradoras aos produtores foi de R$ 5,4 bilhões.

O relatório traz informações detalhadas sobre a execução do PSR em 2021, com destaque para as principais atividades. Para 2022, está previsto o orçamento inicial de R$ 990 milhões para o Programa. 

Contratação 

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 16 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores, pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural. 

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa.

A partir de 2022, o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40% para todas as culturas/atividades, exceto para a soja, cujo percentual permanece fixo em 20%. Essa regra vale para qualquer tipo de produto e cobertura, conforme as regras do PSR.