Michel Temer se reúne com as empresas de seguros

O ex-presidente da República se reuniu nesta quinta-feira, 21, com os principais executivos do setor de seguro para uma avaliação da conjuntura política do País. A convite do presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o ex-ministro Dyogo Oliveira, Temer teve oportunidade de falar de eleições, política externa, teto de gastos, lei das estatais, atração de capital estrangeiro para o Brasil e defendeu um sistema de semi-presidencialismo para o Brasil com maior protagonismo do Legislativo.

Para o ex-presidente, o País deveria manter a política do Teto de Gastos para evitar ações populistas diante do Orçamento. Não ter o teto “tira a credibilidade fiscal do País”.

Temer descartou qualquer chance de golpe no País porque as Forças Armadas não estão dispostas a bancar essa ruptura institucional. “Não vejo possibilidade disso, mas vejo tumulto eleitoral”. O que Brasil precisa neste momento é um pacto institucional para voltarmos a estabilidade. Segundo ele, é fundamental harmonia e diálogo entre os poderes.

Também ressaltou aos empresários a necessidade do governo recuperar o diálogo com organismos multilaterais e com os países para o Brasil recuperar seu protagonismo externo e atrair mais capital, incluindo a área ambiental e agrícola. “Isso deveria ser uma agenda prioritária” de 2023.

Prudential do Brasil começa a vender seguro de vida individual ao segmento de varejo do Itaú

Patricia Prudential

Fonte: Prudential

A Prudential do Brasil, maior seguradora independente do segmento de pessoas no mercado brasileiro, está expandindo a parceria com a Itaú Corretora de Seguros, iniciada em 2018 com a venda de produtos do segmento de vida individual para os clientes Personnalité. O acordo, ampliado em 2019 para os clientes Uniclass, prevê agora que o banco passe a comercializar as proteções individuais para o segmento de varejo e os seguros de vida em grupo para os clientes empresariais. O aumento da parceria faz parte da estratégia Prudential Proteção para Todos, cujo objetivo é fomentar a cultura do seguro de vida, levando proteção financeira a famílias de todas as regiões do país.

“Estamos muito felizes com a evolução e o fortalecimento da parceria com a Itaú Corretora de Seguros. É um movimento que reforça o nosso propósito de expandir o acesso aos nossos produtos de proteção financeira, oferecendo propostas personalizadas e diferenciadas a cada vez mais brasileiros”, afirma a Vice-Presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais, Patricia Freitas.

A parceria com a Itaú Corretora de Seguros é um negócio estratégico para a Prudential do Brasil e totalmente alinhado à proposta de planejamento financeiro personalizada oferecida pela seguradora em seus 24 anos de atuação no país. Assim como a Prudential, o Itaú aposta em uma venda consultiva, com um time de especialistas, apto a explicar aos clientes a importância do seguro de vida e a montar proteções sob medida para cada pessoa e sua família.

“A partir de agora, com a chegada da Prudential ao segmento de varejo do Itaú, temos a possibilidade de levar proteção à cerca de 18 milhões de pessoas. Sem falar nos produtos voltados para empresas que desejam oferecer proteção financeira aos seus colaboradores, aumentando o conhecimento sobre um dos mecanismos mais importantes para o planejamento das finanças e a segurança das famílias”, complementa o Diretor de Negócios da Prudential, Rui Marques.

Seguradoras brasileiras lideram o ranking do mercado segurador latino-americano, aponta estudo da MAPFRE

O grupo MAPFRE, com US$ 8,3 bilhões e uma participação de mercado de 5,5%, atingiu o primeiro lugar da classificação geral do Ranking da América Latina em 2021. As brasileiras Brasilprev e Bradesco passaram a ter, em 2021, uma participação de mercado de 5,3% e 5,1%, respectivamente, com US$ 7,9 bilhões e US$ 7,68 bilhões em prêmios emitidos. “A evolução do negócio Vida é o principal fator que justifica esses movimentos no ranking, de modo que, para 2022, ano em que a recuperação desse segmento continua, pode haver mudanças nas primeiras posições novamente”, alerta Manuel Aguilera Verduzco, diretor-geral da MAPFRE Economics.

As 10 primeiras respondem por 40% dos prêmios totais de US$ 149,8 bilhões em 2021, crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Deste valor, US$ 63 bilhões se referem a venda de seguros de vida e US$ 86 bilhões a seguros gerais. Em 2020, a região registrou prêmios totais de US$ 133,8 bilhões, sendo US$ 57,3 bilhões e US$ 76,5 bilhões, respectivamente. Quanto à classificação geral, os 25 maiores grupos seguradores incluídos no levantamento receberam US$ 93,4 bilhões, sendo US$ 8,6 bilhões a mais em prêmios em 2021, o que representa um aumento de 10,2% em relação ao ano anterior. Se esta amostragem de grupos for reduzida aos 10 maiores, o crescimento anual entre 2020 e 2021 chegou a 10,8%.

Segundo nota do grupo, este ano foi ampliada a perspectiva de análise do ranking, estudando com maior profundidade a dispersão geográfica e regional dos prêmios e crescimentos para os dez primeiros grupos seguradores. Da análise realizada, a MAPFRE Economics concluiu que, com US$ 150 bilhões de prêmios emitidos em 2021 e 12% crescimento, o setor de seguros latino-americano conseguiu uma rápida recuperação após a crise da Covid-19, embora este crescimento ainda não tenha permitido alcançar os níveis de prêmios totais que existiam antes da pandemia. Assim, este crescimento correspondeu a um movimento expansivo, tanto para o ramo de Vida, que cresceu 11,3%, como para o de Não Vida, que aumentou em 12,5%. Desta maneira, avaliados em dólares e ordenados por sua importância no peso do negócio, o mercado de seguros do Brasil cresceu 7,2%, México 15,9%, Chile 12,3%, Colômbia 14,5% e Peru 26,4%.

A MAPFRE Economics — área do Grupo MAPFRE dedicada a pesquisas e análises sobre seguros, previdência, macroeconomia e finanças –, em seu mais recente estudo “Ranking de grupos seguradores na América Latina em 2021”, classifica os principais grupos seguradores que operam na região com base no volume de prêmios, bem como para os segmentos Vida e Não Vida. Adicionalmente, o desempenho do mercado segurador na América Latina é apresentado sob duas perspectivas diferentes: uma visão ano-a-ano (2019-2021), bem como uma visão de dez anos (2011-2021).  “Analisamos a evolução da concentração da indústria de seguros na região e a forma como ela varia de acordo com o ramo analisado na última década”, explica Verduzco.

Fenaprevi: dados indicam que seguradoras já pagaram R$ 5,7 bilhões em benefícios em 2022

O último relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, com base nos números da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, revela que somente nos primeiros cinco meses do ano foram desembolsados R$ 5,7 bilhões em sinistros referentes a seguros de pessoas. Segundo a entidade, um alto volume pago de benefícios, também superior aos níveis de 2019 (pré-pandemia). Já em prêmios, o mercado alcançou R$ 22,5 bilhões entre janeiro e maio de 2022.

A procura pelos ramos de Vida, contra Doenças Graves e o seguro Funeral continua avançando: 18%, 21% e 17%, respectivamente, quando comparada ao mesmo período de 2021. Os produtos tiveram ampliada sua importância nos dois anos de crise sanitária, e podem demonstrar aumento da preocupação do brasileiro com situações tais como “deixar a família sem condições de se manter” e “não ter como pagar tratamento médico”, conforme revelou pesquisa encomendada pela Fenaprevi ao Instituto Datafolha, apresentada no final do ano passado.

Para a Fenaprevi, “o principal motivo que explica o crescimento da percepção da importância destes produtos é o fato de muitas famílias terem sido amparadas por meio da proteção que estes seguros proporcionam”, em análise divulgada junto ao material.

Mais de 181 mil sinistros, apenas por mortes decorrentes da Covid-19, foram acertados pelo setor, ou seja, cerca de R$ 6,7 bilhões pagos às vítimas e suas famílias de abril de 2020 até maio de 2022. Ainda de acordo com a Federação, “os seguros ajudaram a resguardar a vida de milhares de famílias que teriam ficado sem proteção no momento mais difícil da vida, caso não estivessem cobertas”.

Resseguro: nova regra da Susep propõe extinção do limite de cessão global por seguradoras e ampliação para 70% para resseguradoras

Fonte: Machado, Meyer, Sendacz e Opice, em 20.07.2022

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública minuta de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que dispõe sobre as operações de cessão e aceitação de resseguro e retrocessão e sua intermediação, cosseguro, operações em moeda estrangeira e contratações de seguro no exterior.

A minuta consolida diversos normativos que tratam desses temas, moderniza dispositivos e os compatibiliza com regulamentos editados recentemente pelo CNSP e pela Susep.

Conforme exposição de motivos, o processo de elaboração do texto foi acompanhado de debates com representantes do mercado supervisionado. Também foram levadas em consideração referências internacionais sobre o tema, e as recomendações da International Association of Insurance Supervisors (IAIS).

A grande novidade diz respeito à alteração na regra do limite de cessão global. Essa regra determina que as seguradoras e os resseguradores locais não poderão ceder em resseguro e retrocessão mais de 50% dos prêmios emitidos relativos aos riscos que tiverem subscrito, considerando a globalidade de suas operações, em cada ano civil. Alguns ramos não são levados em consideração para o cálculo do limite (por exemplo, seguro garantia, seguro rural e de crédito).

A minuta de regulamento propõe a seguinte flexibilização:

• para as seguradoras, extinção do limite de cessão global; e

• para os resseguradores locais, ampliação do percentual para as cessões de retrocessão em até 70% dos prêmios emitidos (sem exceção por ramos).

Em contrapartida, o texto exige que as seguradoras apresentem justificativa técnica, até 31 de março do ano civil subsequente, para a adoção de percentual de cessão em resseguro superior a 90%, considerando a globalidade de suas operações, por ano civil. Segundo a Susep, tal regra é medida de cautela, igualmente adotada por outras jurisdições de referência, para monitorar e coibir desvirtuamentos no emprego do resseguro.

A Susep também esclareceu que a manutenção de um limite para os resseguradores locais se justifica, na medida em que é da natureza de sua operação a retenção de riscos elevados. Além disso, em regra, esses atores não necessitam de retrocessão para viabilizar negócios, ao contrário das seguradoras. No contexto geral, suas carteiras se encontram adequadas ao limite operacional vigente (que é de 50%).

Em paralelo, a minuta do regulamento insere comando principiológico, determinando que as seguradoras e os resseguradores locais gerenciem adequadamente suas operações de resseguro e retrocessão, mediante desenvolvimento e implementação de uma política de transferência de riscos (a qual complementará a política de gestão riscos prevista na Resolução CNSP 416/21).

A minuta do normativo estabelece diretrizes mínimas que devem compor as políticas de retenção e cessão de riscos em resseguro e retrocessão. O prazo para que as seguradoras e os resseguradores locais elaborem suas políticas de transferência de riscos será de 180 dias, contados da entrada em vigor da resolução.

Os novos comandos, segundo a Susep, estabelecem uma abordagem menos prescritiva, baseada na estratégia de negócios das próprias supervisionadas, com ênfase na estruturação de programas de resseguros.

As medidas beneficiarão especialmente as companhias que atuam em ramos considerados de grande risco, com negócios que envolvem importâncias seguradas elevadas e que demandam o uso intensivo do resseguro. As companhias entrantes em certas linhas de negócio também serão beneficiadas, pois o apoio e expertise do ressegurador geralmente é fundamental nesse cenário para viabilizar a operação.

A minuta também deixa de fazer referência ao percentual da oferta preferencial da cessão de resseguro a resseguradores locais, passando a fazer remissão à legislação aplicável (hoje, 40%, conforme art. 11, inciso II, da Lei Complementar 126/07). O texto está preparado para eventual alteração legislativa (cujos estudos estão em andamento, conforme noticiado pela Insurance Europe – vide Country fact sheet de junho de 2022).

A Consulta Pública 9/22 ficará aberta até 18 de agosto de 2022, podendo receber sugestões por meio do e-mail cgres.rj@susep.gov.br, acompanhada de quadro padronizado específico para as proposições, disponível no site da Susep.

Darwin Seguros fecha investimento de R$ 43 milhões em rodada pre-Series A 

Fonte: Darwin

A Darwin Seguros acaba de concluir uma nova rodada (Pre-Series A), de R$ 43 milhões, liderada pelo braço de Corporate Venture Capital do banco BV e que contou também com investidores da rodada seed, como a Invisto Capital e os irmãos Heilberg, sócios-fundadores da HIX Capital, quanto novos investidores como, por exemplo, Álvaro Augusto Vidigal, fundador e CEO da Singulare.

“Esse novo aporte nos dá um runway importante, além de permitir investir ainda mais em nossa tecnologia, experiência do cliente e atração de talentos. A conversa com o BV começou como uma parceria de distribuição de seguros e rapidamente evoluiu para o investimento, prova de que o mercado está carente por inovação. Com o BV, a Darwin Seguros ganha acesso a uma base de 4,7 milhões de cliente ativos, uma das maiores Corretoras do país, mais de 20 mil lojistas e muito know-how no setor”, explica Carlos Alberto Souza Barros, co-fundador da Darwin Seguros.  

A parceria alia a expertise do banco BV no setor de veículos com o mercado de seguros, que conta com um grande potencial de crescimento. “O banco BV sempre teve protagonismo no mercado de financiamento de carros. Nossa ambição é fornecer aos nossos clientes soluções completas relacionadas ao ecossistema automotivo. A Darwin se encaixa perfeitamente nisso, pois além de trazer soluções bastante inovadoras para o mercado de seguro automotivo, tem, assim como o BV, uma cultura centrada no cliente e em processos 100% digitais” afirma Daniel Monteiro, diretor de Seguros do banco BV.

A Darwin Seguros fará sua estreia em agosto com um produto completo de seguro de automóvel. A jornada será 100% digital, desde a cotação até o pagamento da indenização. A startup não acredita no sistema padrão de “preço médio” usado pelo mercado, e promete precificar o seguro pelo risco gerado pelo motorista. 

O cliente fará o download do aplicativo da Darwin no seu aparelho, o que permitirá a startup coletar dados sobre seu perfil de dirigibilidade e estilo de vida, componentes importantes do Darwin Score. Além disso, desde sua fundação, a Darwin Seguros possui uma vertical de distribuição por canais de terceiros bastante relevante, estratégia que está bastante alinhada com o investimento do BV na Darwin.

“Nossa plataforma vem sendo construída para ser totalmente digital e customizada para todos os canais que iremos atender – sejam as pessoas físicas diretamente, sejam os canais de terceiros. Após a consolidação do nosso produto de seguro auto completo que atenda, de fato, às necessidades do mercado brasileiro, partiremos para os nossos planos de expansão do portfólio de produtos, incluindo outros ramos de seguros como, por exemplo, o seguro residencial e seguro celular, além da oferta de produtos financeiros que tenham sinergia com os nossos dados e nossa carteira de clientes, como o crédito para pessoa física. Queremos ser o melhor e mais completo ecossistema de produtos financeiros nos próximos 5 anos”, comenta Firmino Freitas, co-fundador da Darwin Seguros.  

A Darwin Seguros foi a primeira aprovada para se tornar seguradora digital pela segunda edição do sandbox regulatório da Susep. “O sandbox regulatório foi transformacional para o mercado de seguros, assim como foi fundamental para o nascimento da Darwin Seguros. Com as nossas parcerias de distribuição, resseguros e outras parcerias comerciais, planejamos iniciar o pedido de licença definitiva até o final de 2023”, completa Freitas.

Número de idosos em planos de saúde mais que duplica em 20 anos e atinge recorde de sete milhões de beneficiários no País

Fonte: IESS

Diferentemente de faixas etárias de pessoas mais jovens, que sofreram oscilações, a quantidade de vinculados em planos médico-hospitalares direcionadas a idosos, com 60 anos ou mais, acumulam sucessivos crescimentos nos últimos 20 anos no País. Entre março de 2002 e o mesmo mês deste ano, os vínculos saltaram de 3,4 milhões para 7 milhões (número recorde), ou seja, mais que duplicaram, com alta de 107,6%. As informações são do Panorama dos Idosos Beneficiários de Planos de Saúde no Brasil, desenvolvido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).  

De acordo com o estudo, do total de beneficiários, em março de 2022, o maior volume está no grupo etário de 60 e 69 anos (52%), seguido por 70 a 79 anos (31%) e idosos com 80 anos ou mais (18%). A maior prevalência (60%) é do sexo feminino correspondente a 4,2 milhões de vínculos. Além disso, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados que têm mais idosos tanto na população (45% do total) quanto entre os beneficiários (63% do total). 

Levando-se em conta a progressão nas duas décadas, a análise revela que o grupo de pessoas com 80 anos ou mais foi o que mais cresceu (194%). A quantidade de vínculos praticamente triplicou, saindo de 422,7 mil, em março de 2002, para 1,2 milhão em março de 2022. Na sequência, aparece a faixa entre 70 e 79 anos, que dobrou o número de beneficiários, passando de 1,1 milhão para 2,2 milhões.

Para José Cechin, superintendente executivo do IESS, houve aumento da representatividade de pessoas inseridas no grupo etário dos idosos, especialmente das pessoas com 80 anos ou mais, que acompanha o envelhecimento natural dos beneficiários da saúde suplementar. “Existe uma preocupação pela manutenção dos planos, por ser um grupo mais suscetível, que tem uma ou mais doenças crônicas, e precisam utilizar mais os serviços. E também um enorme esforço para as pessoas manterem o benefício, por se tratar de contratos com valores mais elevados”, pontua.   

Observa-se também que, em relação ao tipo de contratação, houve grande alta em aquisições a planos coletivos, especialmente os empresariais. A modalidade quase quadruplicou com registro de alta de 280,5% – eram 761,2 mil vínculos em março de 2002 e atingiu 2,9 milhões em março deste ano. No caso dos coletivos por adesão, o número quase triplicou, saindo de 570,7 mil para 1,5 milhão.

Dyogo Oliveira destaca reservas de R$ 1,7 trilhão do setor de seguros e saúde em evento do CVG-RJ

“70% da população não está protegida com um seguro. A percepção de fora ainda não alcançou a dimensão que o setor tem. Existe uma penetração pequena na sociedade:, disse o presidente da CNseg, a Confederação Nacional de Seguradoras, Dyogo Oliveira, em cerimonia onde foi agraciado com o título de sócio honorário do Clube de Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), nesta quarta-feira (20/07).

Oliveira destacou números que reforçam a importância da indústria de seguros no dia a dia da população e, consequentemente, na economia do país. “O setor de saúde suplementar teve mais de R$ 200 bilhões em despesas médicas no ano passado. O orçamento do Ministério da Saúde é de cerca de R$ 150 bilhões. 85% das receitas de toda a rede médica no Brasil vêm dos planos de saúde. Temos cerca de R$ 1,7 trilhão em reservas, o que representa 30% das dívidas públicas”, completou. 

De acordo com a Conjuntura CNseg nº 75, o avanço da arrecadação de seguros (incluindo Saúde), Vida e Previdência e Capitalização permanece firme, apesar de um cenário de grandes desafios, tendo em vista a conjuntura do País, o cenário internacional adverso e o comportamento dos indicadores domésticos ou externos.

O presidente do CVG-RJ, Octávio Perissé, disse que este é o momento do mercado brasileiro fortalecer a indústria de seguros. “O setor tem na figura do novo presidente um agente valioso na luta para que a indústria de seguros alcance o protagonismo que merece junto aos diversos segmentos da sociedade”.

O almoço de celebração aconteceu na sede da Associação Comercial do Rio e contou com a presença das principais lideranças do estado fluminense. A diretora-executiva da CNseg Solange Beatriz Mendes e o diretor técnico Alexandre Leal, acompanharam o presidente Dyogo Oliveira na homenagem. O encontro organizado pelo CVG-RJ também contou com a presença do Deputado Federal Hugo Leal (PSD/RJ), do vice-presidente da Escola de Negócios e Seguros, Antônio Carlos Costa, do presidente do Sindseg (RJ/ES), Pablo Guimarães, do presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão, e da diretora comercial da SulAmérica, Solange Zaquem.

Usebens estrutura comitê executivo e anuncia a chegada de Renato Pedroso e Marcelo Moura

Fonte: Usebens

A Usebens, seguradora digital com foco nos produtos de automóvel e prestamista, estruturou um Comitê Executivo com a chegada de Renato Pedroso (foto), que assumirá como membro do comitê e COO e Marcelo Moura, também membro do comitê e novo diretor técnico e de canais digitais. Os executivos recém-chegados participarão da tomada de decisões juntamente com os outros membros do comitê Mauro Meinberg, da área de Riscos e Estratégia, Rafael Barufi (CFO) e os fundadores Marcella Verdi Zago e Carlos Gustavo Zago, que continuarão atuantes na gestão. A companhia possui mais de 9 milhões de clientes em todo o país e prevê um crescimento de 60% nos prêmios emitidos em 2022.

“A reestruturação da Usebens por meio da formação de um Comitê Executivo irá fortalecer a estratégia de empoderar o consumidor por meio de produtos e canais digitais preservando o propósito da companhia de Solidez, Tecnologia e Simplicidade”, comenta Marcella Verdi Zago, cofundadora da Usebens.

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de Seguros, dedicados a Previsul Seguradora, Renato Pedroso é formado em Direito pela Unicuritiba e cursou MBA em Gestão Empresarial e Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na Previsul, passou pela Diretoria Jurídica, Vice-Presidência (englobando a função de Diretor Responsável Técnico e de Relações com a SUSEP) e Diretoria de Negócios (englobando Departamentos Comercial, Marketing, Subscrição e Pricing). Renato deixa o cargo de Diretor Presidente que exercia desde 2016. 

Já Marcelo Moura, possui mais de 20 anos de experiência no mercado, é formado em Estatística pela Unicamp, cursou MBA em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e se especializou em Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas (FGV). O executivo integra o time da Usebens após passagem na HDI Seguros onde atuou como diretor de automóveis massificados e analytics. Foi responsável pela implementação do HDI Digital e participou também da implantação da seguradora Santander Auto. 

FF>>SEGUROS lança seguro para bikes

Fonte: FF Seguros

A partir desta semana, os clientes da Fairfax Brasil (FF>>Seguros) poderão contratar o Seguro de Bike, solução completa de seguro que engloba todos os modelos – desde as bicicletas tradicionais, mountain bike, até as modernas bikes elétricas – ciclista e seus familiares, danos a terceiros, acessórios, roubo ou furto, entre outras coberturas.

O produto Bike passa a integrar o portfólio de Riscos Diversos (RD) e foi desenvolvido pelo time da seguradora para ser ofertado com exclusividade pelos corretores de seguros e parceiros cadastrados por meio da FF ORBI, plataforma digital multiprodutos de seguros com foco no Varejo.

A cobertura do seguro conta com garantias e serviços para cada tipo de bike e adequada ao perfil de cada cliente, podendo chegar até R$ 120.000,00. Dentre as principais coberturas do Bike Seguros vale destacar roubo e/ou furto qualificado em todo o país e pago 100% do valor aprovado; danos à bike, durante o uso e/ou transporte; danos a terceiros, incluindo prejuízos materiais e/ou corporais podendo atingir de 50% a até 500% do valor aprovado; acessórios, abrangendo GPS, ciclocomputador ou velocímetro; e danos elétricos. Também prevê a cobertura internacional da bike, tendo ainda como opção competições esportivas ou modificações (upgrade) no equipamento.

A contratação do Seguro de Bike é 100% digital. Para fazer a cotação basta acessar a plataforma ORBI, preencher os dados de risco e gerar o PDF da proposta. A operação é rápida e descomplicada, pois a plataforma digital da Fairfax oferece uma solução integrada e proporciona a melhor experiência para toda a cadeia de relacionamento do setor de seguros. Trata-se de uma poderosa ferramenta que visa simplificar o processo de cadastramento das corretoras e aprovação das apólices. A facilidade, agilidade e a segurança da plataforma permitem ao corretor apresentar cotações e emitir apólices em poucos cliques e sem burocracia.

head de Canais Digitais da FF >>Seguros, Eduardo Pitombeira, afirma que o mercado de bicicletas no Brasil tem crescido nos últimos anos, ocupando hoje a 4ª posição no mundo. De acordo com dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a frota nacional é estimada em mais de 70 milhões e são comercializadas cerca de 6 milhões de unidades/ano.

Segundo estudo apresentado pela entidade, a indústria de bicicletas está revisando o seu mix de produção para se adequar à demanda do mercado.  A procura por modelos de maior valor agregado tem aumentado, como a bike elétrica, que foi a categoria que registrou no período de janeiro a maio de 2022 a maior alta – 33% (4.319 unidades) na comparação com igual período do ano passado.  

“A bicicleta está cada vez mais presente nas cidades e surgem novos perfis de ciclistas”, assinala Eduardo Pitombeira. O seguro de bikes apresenta grande potencial de crescimento porque elas deixaram de ser apenas um equipamento de lazer e passaram a ser um importante veículo para se locomover, seja para ir ao trabalho ou para fugir dos congestionamentos”, completa o executivo da Fairfax.