“As empresas devem entender que não existe uma linha de chegada”, afirma o CEO da Icatu, Luciano Snel no Rio2C

Fonte: Icatu

O processo de aperfeiçoamento de um produto ou serviço não tem um ponto final, mesmo porque as necessidades e comportamento do consumidor mudam com o passar do tempo. Essa foi uma das reflexões que o CEO da Icatu, Luciano Snel, compartilhou com o público que assistiu o painel “Investimento com propósito e seu impacto na sociedade”, na manhã desta última quarta-feira, 27 de abril, no BrainSpace Icatu, no Rio2C – maior encontro de criatividade da América Latina, que acontece até este domingo, 1º de maio, na Cidade das Artes, Rio de Janeiro. 

“Muitas vezes, as inovações mais impactantes não surgem do processo de melhoria de um produto, mas da forma que podemos repensá-lo para alcançar outros públicos”, afirmou Snel. Essa é uma diretriz adotada pela seguradora que guia a estratégia de parcerias da companhia com diferentes players do mercado B2B2C, como startups, fintechs, varejistas, bancos e cooperativas de crédito, atuando para a democratização do acesso à produtos de proteção e planejamento financeiro em todo o país. 

Além das mudanças no ambiente de negócios, os debatedores reforçaram como, atualmente, negócios com fins lucrativos e geração de impacto social começam a ser vistos como segmentos conectados.  “Hoje vemos inúmeros empreendedores que têm sede de mudança, que refletem sobre a vida que levam e a forma como usam seu tempo e decidem colocar suas habilidades e aptidões em algo que faça sentido. E quando você tem um negócio escalável, é possível gerar lucro e impacto positivo ao mesmo tempo”, disse a VP da Valor Capital, Maria Carolina Lacombe.

Atualmente, em todo o mundo, existem cerca de cinco mil empresas do Sistema B que buscam o lucro com benefícios sociais. É o caso da Betterfly, insurtech chilena que iniciou sua operação no Brasil, no ano passado, em parceria com a Icatu, oferecendo ao mercado um seguro de vida com proteção dinâmica associado a uma plataforma de bem-estar e impacto social. “Investir com propósito é não considerar apenas o lucro e sim buscar gerar algo positivo para a sociedade. E, cada vez mais, os clientes buscam empresas que tenham um propósito claro e verdadeiro”, complementou o country manager Brasil da Betterfly, Caio Ribeiro.

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Esta é a primeira vez que a Icatu participa do Rio2C, sendo a única seguradora que apoia o evento. Até 1º de maio, o público poderá conferir diversas ativações da marca no espaço, como o naming rights do BrainSpace, como BrainSpace Icatu. Também apresenta uma instalação assinada pela Agência V3A que convida o público a fazer uma reflexão sobre o Futuro + Pessoas + Tempo; participa do Desafio de Startups, e do workshop de inovação, proporcionando trocas de experiências e de fomento de ideias entre os participantes. 

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A Icatu também fará a cobertura das ativações do Rio2C em tempo real no Instagram (@icatuseguros), reunindo conteúdo sobre o BrainSpace Icatu, os painéis com seus porta-vozes e outros pontos altos do evento, além de conteúdos especiais no LinkedIn. Pela hashtag #IcatuNoRio2C será possível acompanhar as ações da companhia no festival.

Guilherme Perondi agrega nova função na Swiss Re Corporate Solutions

A Swiss Re Corporate Solutions Brasil anuncia mudanças em sua diretoria, fortalecendo a estrutura executiva da seguradora e reforçando as iniciativas estratégicas focadas na expansão da companhia, que é uma joint-venture com a Bradesco Seguros.

Guilherme Perondi assume a função de vice-presidente executivo, atuando no desenho e execução da estratégia da companhia e na coordenação de projetos de desenvolvimento organizacional, mantendo sob sua gestão as áreas comerciais, responsáveis pela distribuição através de corretores multinacionais e dos canais Bradesco, além das estruturas de subscrição de negócios Standard e de transformação de negócio. Ele seguirá reportando a Angelo Colombo, CEO Swiss Re Corporate Solutions para Brasil e América Latina.

Claudio Mendes, atualmente CFO ad-interim Brasil, passa a ocupar a função de CFO de forma permanente e Alessandra Sayegh, é a nova Diretora de Riscos e Controles Internos e Chief Risk Officer para a América Latina passando a integrar a Diretoria Executiva.

Juntamente com Beatriz Almada e Cristina Aiach, respectivamente diretoras jurídica e de recursos humanos para o Brasil e América Latina, a equipe executiva compõe a frente da companhia no Brasil, reforçando a posição da empresa em promover a igualdade de gênero em sua estrutura diretiva.

MAPFRE Brasil registra crescimento de 35,3% em prêmios no 1º trimestre

No 1º trimestre, a MAPFRE Brasil registrou crescimento de 35,3% em prêmios no comparativo com o mesmo período de 2021. O volume atingido pela companhia no País totalizou 987 milhões de euros, alavancado, principalmente, pela evolução dos negócios agrícolas, de Vida Risco e os seguros de automóveis, que cresceram 76,3%, 21,7% e 35,2%, respectivamente.

Por ramos de negócio, os Seguros Gerais foram os que mais contribuíram para o Grupo no Brasil (+46,1%), com um volume de 541 milhões de euros. Em seguida, vieram os segmentos de Vida, com 295 milhões de euros, e Auto, com 151 milhões de euros.

“Mesmo ainda diante de um cenário de desafios econômicos, conseguimos evoluir com nosso plano estratégico, com modelos de subscrição ainda mais adequados à realidade do mercado. Temos objetivos claros para seguirmos com precisão e sustentabilidade em nossos ramos de atividade no Brasil, sempre próximos aos nossos parceiros e clientes”, comenta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil.

A MAPFRE no mundo Os prêmios da MAPFRE cresceram 10,9% globalmente no 1º trimestre, atingindo 6,5 bilhões de euros, com aumentos significativos em todos os mercados e suas operações.  O volume de prêmios marca um importante ponto de virada no retorno à trajetória de crescimento: é o maior volume de negócios dos últimos cinco anos.  

A receita do Grupo entre janeiro e março deste ano foi de 7,5 bilhões de euros, representando um aumento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2021. A maioria dos países apresenta crescimento significativo devido ao desempenho positivo de quase todas as moedas, tanto em euros quanto em cifras locais. A evolução do negócio evidencia os frutos da estratégia da diversificação geográfica, solidez e resiliência do Grupo MAPFRE.

No primeiro trimestre de 2022, apesar da variante Ômicron, a taxa de sinistros causados pela Covid foi reduzida com o avanço da vacinação.  O índice combinado ficou em 98% – o que representa um aumento de 3,7% – devido ao crescimento geral dos sinistros de Automóveis e Saúde, justificado pelo aumento da mobilidade e pelo custo médio impactado pelas tensões inflacionárias, este agravado pelo conflito na Ucrânia. Porém, a amplitude geográfica e de negócios da MAPFRE protege a companhia contra essas variações: outros ramos de negócios, como os Seguros Gerais, apresentaram desempenho favorável, com índice combinado de 92,6%.

“Juntos por Petrópolis”: Instituto SulAmérica promove evento solidário neste sábado, dia 30

O Instituto SulAmérica realiza neste sábado (30/4) a ação solidária presencial “Juntos por Petrópolis”, que oferecerá serviços gratuitos para apoiar a saúde emocional dos moradores da região, severamente impactada por fortes chuvas desde fevereiro. Das 9 às 14 horas, no Clube Petropolitano, a população poderá receber atendimento médico e acolhimento psicológico, além de solicitar a emissão da segunda via de documentos pessoais perdidos e receber doações de kits de higiene pessoal.  

O evento será promovido em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), que apoiou na articulação com a comunidade e na cessão do espaço de atendimento. Conta, ainda, com a contribuição das ONGs SOSERRA e Projeto Conectados, a Clínica Conviver, a Clínica Holon, a Docway e o Clube Petropolitano. “A CUFA está junto com o Instituto SulAmérica neste belo projeto, articulando tudo o que pudermos fazer pela qualidade de vida dos moradores de Petrópolis, que ainda sofrem com a catástrofe das chuvas de fevereiro. Vamos amparar as pessoas com problemas desde a perda de documentos até os que precisam de ajuda psicológica”, explicou Welington Galdino, presidente da CUFA Rio. 

Teleconsultas gratuitas com médicos e psicólogos 

Para as pessoas que precisam de ajuda, mas não poderão participar da ação presencial, o instituto também segue oferecendo, em conjunto com a startup de telemedicina Docway, atendimentos médicos e psicológicos online e gratuitos a moradores de Petrópolis, Angra dos Reis e Paraty. Para ser acolhido(a) na campanha, o(a) interessado(a) deve ligar para 4020-6316 ou acessar www.sulamerica.docway.com.br

SERVIÇO:  

Local: Clube Petropolitano

Endereço: Av. Roberto Silveira, 82, Centro – Petrópolis 

Horário: 09h às 14h 

MAG Seguros busca parceiros em empresas de luto

A MAG Seguros, seguradora especialista em vida e previdência com mais de 185 anos de história ininterrupta, aposta na parceria e relacionamento com empresas do mercado de luto para potencializar ainda mais a distribuição de seus produtos no Brasil. 

Na última semana, a companhia esteve presente durante a 8ª edição da Feira Funerária, realizada em Natal, no Rio Grande do Norte, de 20 a 22 de abril. A seguradora busca aliar toda a sua experiência em oferecer soluções financeiras em todas as fases da vida com o grande conhecimento que as funerárias têm no mercado de luto, uma vez que o segmento é fundamental para garantir a dignidade humana no momento da partida de um ente querido. 

“Hoje este mercado de luto conta com mais de 8 mil empresas no Brasil. Nosso objetivo é estreitarmos o relacionamento para criarmos parcerias positivas e disponibilizar nossos seguros e serviços assistenciais para essas empresas, agregando ainda mais valor no negócio destas empresas”, explica Luiz Dib, superintendente da MAG Seguros. 

A seguradora também busca aportar, além de seu portfólio, todo o seu arcabouço tecnológico, de inovação, relacionamento e distribuição para contribuir com as eficiências operacional e financeira e na geração de novos negócios para as empresas de luto. 

“Um de nossos valores corporativos é relações duradouras, e vivenciamos isso na prática. Para a MAG Seguros, uma parceria só faz sentido se ela for positiva para todos: seguradora, parceiro e sociedade. Entendemos que temos a combinação perfeita junto com as empresas de luto, já que comungamos do mesmo propósito de amparar e dar tranquilidade às pessoas nos momentos mais difíceis”, finaliza Dib. 

Nova gestão da CNseg tem como foco a comunicação e a tecnologia para impulsionar o crescimento de seguros

CNseg gestão 2022 2025

Depois de um período de muitas transformações no mercado segurador nos últimos seis anos, Marcio Coriolano divide as atividades que comandou à frente da CNseg – Confederação Nacional das Seguradoras. Dyogo Oliveira assume como presidente executivo e Roberto Santos, CEO da Porto Seguro, a presidência do conselho diretor no triênio 2022 a 2025.

Uma coisa ficou clara na coletiva que os três concederam na manhã desta terça-feira a um grupo de jornalistas da mídia especializada: a estratégia está no consumidor, pois sem ele o mercado de seguros, por mais que invista em tecnologia disruptiva, produtos e serviços, canais de distribuição e renovação do arcabouço regulatório, não crescerá. O cliente precisa entender o produto, ter dinheiro para adquirir e seguir comprando proteções financeiras se tiver uma boa experiência. 

O recente caso da NetFlix, que revolucionou o mundo de vídeos há mais de uma década, hoje enfrenta problemas como a redução de clientes pela primeira vez em 10 anos. As dificuldades econômicas dos consumidores resultaram na renúncia do serviço de assinatura, uma vez que há outras empresas que oferecem soluções alternativas à Netflix. Sejam elas oficiais, como Apple ou Amazon, como também as piratas e os compartilhamentos de senhas. Cerca de 100 milhões de usuários usam contas compartilhadas com amigos, parentes e conhecidos.  Além disso, o anúncio de reajuste da mensalidade lhe custou 600 mil cancelamentos nos EUA e Canadá. Na Rússia, outros 700 mil. A projeção é perder 2 milhões neste ano. 

Mas o setor de seguros está numa situação muito mais confortável que a Netflix, neste momento. De crescimento. Em 2021, a indústria de seguros avançou 12%, mesmo diante de uma aguda crise econômica, para mais de R$ 306,4 bilhões. E a previsão para 2022 é de vender até 15% mais. Isso porque o setor caminha a largos passos na comunicação para contar aos consumidores, inclusive na palma da mão — algo imprescindível em um pais que tem mais celulares do que habitantes — todos os beneficios desta revolução silenciosa que se instalou no setor nos últimos anos e foi acelerada pela pandemia, com o digital virando a regra do mercado.

Com mais concorrentes e mais ofertas, muitos consumidores passaram a testar os produtos e serviços em vida. Antes, pouco era usado se não ocorresse uma perda total. Hoje não. Praticamente todos os seguros ofertam beneficios. Desde um encanador para um cano estourado como para um executivo acusado por má gestão. Além de trabalharem para melhor diariamente as ofertas, a luta está em baixar o custo do seguro, tanto via redução de custos administrativos e comerciais, como em personalizar o risco para atrair bons clientes e manter a rentabilidade atraente para o acionista aportar mais capital para o crescimento.

Ser caro ou barato vai depender de cada um. Muitos já entenderam o que Santos explicou sobre preço: quanto maior o risco, maior o preço. “Temos preços diferentes para cada tipo de risco, de produto, de regiões. A tecnologia nos permite uma precificação mais assertiva”. Sendo assim, uma pessoa que dirige bem seu veículo, paga menos. Um imprudente, mais. E mesmo quem nunca usou, conhece alguém que precisou da seguradora para sair de uma situação dificil. E com base na experiência observada no entorno de amigos e redes sociais, faz suas escolhas.

Muitos consumidores também já sentiram na pele o que é comprar algo que parece seguro, mas não é, como as associações de proteção veicular, que vendem seguro sem ser seguradoras, como mostram as queixas em órgãos de defesa do consumidor. Outra vivência que ajudou a explicar na prática ao consumidor o que é seguro foi a pandemia. Mais de 180 mil pessoas foram indenizadas por perdas causadas pela Covid-19, o que as fez entenderem a importância de se ter uma proteção financeira para saúde, para vida, para dívidas, para a aposentadoria. Oliveira lembrou os números: o setor pagou mais de R$ 6 bilhões em indenizações por Covid-19. 

Sendo assim, os três foram unânimes em afirmar que o norte da nova gestão é seguir o que as outras vinham fazendo: com que o setor contribuía mais para proteger a sociedade. “Temos uma agenda de projetos de infra-estruturas, de mudanças climáticas, de proteção ao produtor rural, de riscos cibernéticos e de responsabilidade civil. É isso que queremos discutir com a sociedade. Como podemos contribuir mais”, reforça Oliveira. E isso passa pela diversificação e criação de produtos e serviços mais eficientes, que atendam a demanda de governos, empresas, famílias, indivíduos. E, principalmente, pela comunicação. Se comunicar melhor com seus públicos-alvo tem trazido retornos significativos, como mostra o crescimento do setor nos últimos anos.

A tecnologia é um dos sustentáculos deste plano de expansão. “Não tenho um número para dizer, mas sei que são centenas de milhões de reais investidos pelas empresas e associadas”, disse ele, ao comentar os desafios do Open Finance, que inclui o Open Banking e Open Insurance. Segundo ele, cerca de 85% do mercado já cumpriu a etapa de desenvolvimento de APIs de produtos. “Agora temos a segunda fase com API de dados de segurados e a integração com o marketplace que ofertará os produtos aos corretores e clientes. Aqui é onde entra em vigor a SISS,  Sociedade Iniciadora de Serviços de Seguros, regulamentada em novembro passado, mas ainda sem qualquer candidato inscrito.

O mercado aberto é um tema bem-visto pelos três entrevistados. Citaram que precisam apenas alguns ajustes pontuais: no prazo e na SISS. “A SISS não tem uma natureza perfeitamente esclarecida. A interpretação é dúbia”, comenta Oliveira. “Ao mesmo tempo que é participante da infraestrutura, que congrega e agrega diversos bancos de dados, ela participa do mercado. Isso precisa ser melhor definido no conceito e na resolução”, acrescenta ele, afirmando que atuam em sintonia com o mesmo propósito da Susep: seguro tem de ser bom para o consumidor.

Com a lição de casa bem feita e muito ainda em andamento, uma vez que tudo se renova com muita agilidade, o crescimento do setor de seguros seguirá o ritmo ditado pela economia brasileira. ” Temos uma agenda positiva. É como quando olhamos para o horizonte. Nunca chegamos nele. Mas o horizonte te remete para frente. E é isso que esta gestão mira. Levar o mercado para um outro patamar. O patamar que ele merece”, afirma Santos. avaliou que o setor segurador, apesar de não ter alcançado ainda a total sofisticação de outros países, é bastante diversificado. “Temos um mercado plural e competitivo. Um dos principais focos da gestão será mostrar para a sociedade essa transformação”, acrescentou Oliveira.

Questionado sobre um percentual alvo para o setor atingir em relação ao PIB, Oliveira e Santos afirmam: “Há 20 anos, quando começamos a acompanhar o setor, se falava em algo como 0,5%. Hoje, 6%. Então, melhor do que prever um número, que depende do crescimento econômico, queremos enfatizar nosso objetivo de ter uma contribuição maior. E através disso, o mercado vai se desenvolver”, diz Oliveira, seguido por Santos.

O economista Oliveira foi escolhido após processo seletivo, iniciado no último trimestre de 2021, quando Coriolano informou que iria seguir para novos desafios. Traz em sua trajetória profissional gestão nas áreas pública e privada, incluindo seguros, como o cargo de ex-ministro do Planejamento no governo Michel Temer, o que lhe deu a presidência do CNSP, ex-presidente do BNDES e também foi membro do conselho do IRB Brasil Re.

Roberto foi eleito em chapa de consenso junto com o novo Conselho. Está há mais de 15 anos no grupo Porto. A nova função não é novidade para ele. Foi primeiro vice-presidente do Conselho Diretor do mandato que se encerra. 

E Marcio Coriolano disse em recente entrevista que para um ex-regulador, executivo e profissional de seguros com trajetória ao longo de 29 anos, ter participado da liderança de uma entidade com o peso e responsabilidade da CNseg exige muita reflexão sobre o futuro. “Planejamos antecipadamente e detalhadamente a renovação da condução da Confederação, e tenho muito orgulho dessa transição que fizemos. Pretendo doravante cuidar dos meus afazeres pessoais e familiares, sem pretender deixar de oferecer a minha contribuição dessa experiência acumulada onde puder ser útil para os seguros.”

WinSocial: um em cada quatro brasileiros adultos tem hipertensão arterial 

Raphael rosas

Fonte: WinSocial

Em 26 de abril é lembrado Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, data que busca conscientizar a sociedade brasileira sobre esse enorme problema de saúde pública. De acordo com a primeira análise global abrangente das tendências na prevalência, detecção, tratamento e controle da hipertensão – liderada pelo Imperial College London e Organização Mundial da Saúde (OMS) e publicado em agosto de 2021 na revista The Lancet, o número de adultos com hipertensão entre 30 e 79 anos aumentou, mundialmente, de 650 milhões para 1,28 bilhões nos últimos 30 anos. 

Também de acordo com dados do último levantamento do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – Vigitel Brasil 2020, realizado pelo Ministério da Saúde, 26,34% dos brasileiros adultos afirmam ter hipertensão arterial; ou seja, um em cada quatro adultos. 

Foi pensando nesse grande número de pessoas normalmente penalizadas pelo mercado formal de seguros que a startup WinSocial, em parceria com a MAG Seguros, incluiu hipertensos em seu portfólio de seguro de vida. A startup valoriza as atitudes saudáveis e recompensa financeiramente pessoas que cuidam da saúde, independente de alguma condição pré-existente. 

“Identificamos no mercado segurador um volume elevado de pessoas recusadas ou severamente penalizadas pela condição de saúde”, explica Rafael Rosas, diretor da WinSocial. “Damos opções até então inéditas para essas pessoas, considerando a doença e o estilo de vida da pessoa, se ela pratica atividade física, entre outras informações. Muitas pessoas com uma condição preexistente têm a doença crônica sob controle, além de manter hábitos saudáveis. Aqui nós recompensamos essas atitudes, e as incluímos no mercado de seguros com vantagens: quanto menor o risco e maior o controle saudável da pessoa, melhor o preço”, comenta o executivo. 

O número de óbitos por hipertensão arterial vem crescendo a cada ano no Brasil. Em 2015, foram registradas 47.288 mortes. Em 2019, o número saltou para 53.022, segundo o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. E não apenas isso, mas segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), há ligações entre a pressão arterial e a Covid-19, onde estudos apontaram que a hipertensão arterial foi o fator de risco mais importante para a morte de pacientes com Covid-19. Entre o fim de 2021 e início de 2022, especialistas notaram que pessoas que não tinham nenhuma história de hipertensão arterial, mas que tiveram Covid-19 confirmada, começaram a apresentar pressão alta. Estudos recentes da mesma entidade mostram que a Covid-19 facilita o desenvolvimento de hipertensão e de doenças crônicas, por exemplo, diabetes – doença também atendida pela WinSocial. 

Controle e tratamento são essenciais 

No entanto, para manter a hipertensão arterial sobre controle basta ter um estilo de vida saudável: atividades físicas frequentes, como caminhadas de 30 minutos por dia, uma dieta mais equilibrada com baixo teor de sal (o que também inclui o sódio dos alimentos industrializados), procurar manter o peso adequado para o seu tipo físico e não fumar. 

“Dentre seus produtos e coberturas atrelados ao seguro de vida, a WinSocial também oferece uma série de serviços que podem ser utilizados no dia a dia do cliente para promover seu bem-estar. Entre eles, está a telemedicina, desconto em medicamentos e agendamento de consultas e exames. Além disso, a plataforma dispõe de informações e tecnologias personalizadas para cada público a fim de ampliar e fortalecer seus cuidados com a saúde, buscando uma longevidade saudável”, informa Rafael Rosas. 

CNseg destaca aumento da inflação para 2022 no boletim Focus divulgado hoje

priscila cnseg

Após quatro semanas sem divulgação, em virtude da greve dos servidores, o Banco Central voltou a divulgar o Relatório Focus com as expectativas das instituições financeiras para os principais indicadores da economia. A mediana do IPCA para 2022 que há um mês estava em 6,86% saltou para 7,65%, seguindo em quinze semanas de aumentos consecutivos. “Importante lembrar que esse resultado de 7,65% é mais do que o dobro da meta de inflação do Banco Central (3,5%) para esse ano”, destaca Priscila Aguiar, economista da CEM – Comissão de Estudos de Mercado da CNseg.

Segundo a economista, as pressões inflacionárias seguem muito disseminadas. “O alívio para a inflação brasileira virá nos próximos meses com a queda prevista para energia elétrica devido à eliminação das bandeiras tarifárias, que passou direto para a bandeira verde (sem cobrança adicional) em abril – e não tem dado trégua também no cenário internacional”, comenta. 

O relatório Perspectiva Econômica Mundial do FMI divulgado na semana passada mostra recuo na projeção do crescimento do PIB mundial de 4,2% para 3,6%, este ano. “A inflação global elevada é um dos motivos da redução na perspectiva de crescimento, que demandará forte aperto monetário por parte das economias mundiais, como também o conflito entre Rússia e Ucrânia e o surto de Ômicron na China que está gerando medidas mais restritivas à mobilidade urbana e já impacta a atividade econômica”, acredita. 

Ela cita que no relatório do FMI, o Brasil foi exceção, sendo um dos poucos países em que a projeção da atividade econômica subiu de 0,3% para 0,8% em 2022, puxada pelo aumento nos preços no mercado de commodities, principalmente dos alimentos. Para 2023, o FMI reduziu a expectativa do avanço do PIB brasileiro de 1,6% para 1,4%, observando que a elevação das taxas de juros pesará sobre a demanda doméstica. 

Para os analistas consultados pelo Focus, a projeção para o PIB 2022 também subiu, estava em 0,50% no final de março e passou para 0,65%. A projeção para Selic em 2022 aumentou, passando de 13% a.a. para 13,25% a.a., mas para 2023, a projeção segue em 9% a.a. pela 5ª semana consecutiva. Segundo Priscila, os ajustes das expectativas do mercado para a Selic seguem a indicação dada pelo Comitê de Política Monetária. “Na ocasião, o comitê indicou em ata a previsão de um novo aumento da mesma magnitude na próxima reunião que ocorrerá no início de maio, visto que dado o cenário atual, “é apropriado que o ciclo de aperto monetário continue avançando significativamente em território ainda mais contracionista”, lembra. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Para Barsi, bancos controladores devem ‘salvar’ o IRB

barsi IRB

Fonte: TradeMap

A jornalista Silvia Rosa publicou esta entrevista na Agencia TradeMap. Compartilho aqui apenas a parte da entrevista que cita o IRB Brasil Re. A entrevista completa pode ser lida no portal da TradeMap.

Acionista minoritário do grupo ressegurador IRB (IRBR3) e um dos maiores investidores pessoa física da Bolsa, Luiz Barsi acredita que os controladores da empresa (Itaú Seguros e Bradesco Seguros) têm a responsabilidade de “salvar” a companhia.

O IRB reportou prejuízo de R$ 682,7 milhões em 2021 e tenta se recuperar após ter sofrido com fraudes contábeis no passado, que levaram ao afastamento da antiga gestão.

Na segunda-feira da semana passada (18), o ex-diretor financeiro da empresa, Fernando Passos, sofreu a abertura de um processo pela SEC (Securities and Exchange Commission, a Comissão de Valores Mobiliários americana) por informação falsa, ao divulgar que a Berkshire Hathaway, de Warren Buffet, era acionista da empresa.

Segundo Barsi, Passos tem afirmado que a maioria dos maus contratos que o IRB tem foram repassados pelos controladores. Na opinião do investidor, isso pode se refletir sobre os bancos controladores. “Agora, talvez eles [controladores] queiram que os acionistas menores resolvam o problema, mas acho que são eles que têm que resolver”, afirmou Barsi, em entrevista concedida à Agência TradeMap na última quarta-feira (20).

Aos 83 anos, Barsi, que tinha um patrimônio na Bolsa estimado pelo próprio em mais de R$ 2 bilhões em 2019, é um investidor dedicado e ainda dá expediente presencialmente em seu escritório no centro de São Paulo, onde trabalha com a filha Louise Barsi, que está seguindo os passos do pai.

Conhecido como o “Rei dos Dividendos”, Barsi investe desde os anos 1970 em empresas tidas como perenes, que paguem bons dividendos e ofereçam bom retorno no longo prazo. Suas mais recentes investidas foram nas ações da Vibra (VBBR3), ex-BR Distribuidora, e da empresa de energia renovável Auren Energia (AURE3).

Barsi acompanha o mercado o tempo todo. Durante entrevista à Agência TradeMap, um funcionário entra na sala e pergunta se pode comprar mais ações dessas empresas. E Barsi responde: “Abaixo de R$ 16, pode ir comprando a Auren”.

Para atingir seus objetivos, ele é disciplinado: compra as ações em etapas, estabelecendo metas para cada fase. E não hesita em vender ou parar de comprar o papel quando atinge sua meta, como fez com a alocação em Cosan (CSAN3), cuja ação chegou a vender quando atingiu R$ 90 e que agora voltou para a carteira.

Barsi segue o método que criou há 50 anos, quando decidiu montar uma carteira de ações para receber periodicamente dividendos. “Decidi pagar a contribuição para a aposentadoria pelo mínimo. Meu pensamento na época foi: para me aposentar, preciso contribuir por 30 anos. E se eu comprar ações durante 30 anos? Coloquei no papel um projeto de compra de mil ações por mês durante 30 anos e dei o título de ‘Ações Garantem o Futuro’.  Hoje eu colocaria o mesmo título e reforçaria ‘Ações Garantem Muito o Futuro’.”

O senhor investe na resseguradora IRB, que teve problemas com a gestão passada. Por que investiu nesses papéis?

Tenho 27 milhões de ações do IRB porque estou olhando a empresa a médio e longo prazos.

Nesses últimos dois dias [a entrevista foi dada no último dia 20], o ex-funcionário do IRB [Fernando Passos] foi processado pela SEC. O que você acha que vai acontecer com esse processo? Com certeza, na minha opinião, vai refletir nos controladores, que são os dois bancos [Itaú Seguros e Bradesco Seguros]. Agora, o Passos já andou falando que a maioria dos maus contratos que o IRB tem foram os dois bancos que mandaram. Pode ser que isso se reflita nos bancos.

Por que o IRB não dava lucro? Porque ela possuía maus contratos. Quem colocou o Passos lá? O IRB teve lucros inexistentes e pagou dividendos indevidos, e quem recebeu isso? Foram os bancos controladores. Agora, talvez eles queiram que os acionistas menores resolvam o problema, mas acho que são eles que têm que resolver.

Eu não vou salvar. Se chamarem subscrição de ações, eu não faço, porque acho que é uma responsabilidade deles [controladores]. Quem levou a empresa a essa situação foram eles. Acho que eles têm que salvar a empresa. Acho que Itaú e Bradesco têm que se unir e falar: ‘vamos capitalizar isso aí’. Essas pessoas que estão lá agora no IRB são pessoas competentes. Acho que temos que olhar o IRB agora sob esse aspecto. Tem que exorcizar aquilo que ela já foi. Ela custava R$ 40 e agora custa R$ 2,90.

Procurado, o Grupo Bradesco afirmou que não comenta rumores de mercado. O Itaú Unibanco disse que não comenta o assunto.

O IRB divulgou um prejuízo de R$ 682 milhões em 2021 e apresentou aumento da sinistralidade. Como resolver essa situação no curto prazo?

Vejo uma perspectiva muito boa para o IRB. O preço está nessa situação por causa dos vendidos. Tem 170 milhões em ações alugadas. Se eles [os vendidos] tivessem que comprar esses papéis para devolver, o preço não seria esse.

O IRB não tem o custo de uma estrutura operacional como BB Seguridade [BBSE3], Caixa Seguridade [CXSE3] e a SulAmérica [SULA11]. Ele faz o resseguro. As empresas repassam os contratos de seguro para ele. E no passado houve o repasse de maus contratos. Por si só, acho que o IRB vai se recuperar.

Corretora de seguros digital da BB Seguros, Ciclic anuncia novo CEO, Darllan Botega

Ciclic BB Seguros


Fonte: Ciclic

A Ciclic, insurtech da BB Seguros, anuncia seu novo CEO, Darllan Botega. O executivo possui mais de 22 anos de experiência no mercado bancário e chega para dar continuidade ao crescimento da digitalização no mercado de seguros e serviços de proteção, que estava sob gestão interina de Gustavo Zobaran, atual CMO. Criada há quatro anos, a companhia já iniciou sua trajetória nesse setor, atendendo demandas de Seguro Celular, Seguro Viagem, Saúde Protegida, Saúde Pet, entre outros diversos produtos. 

“A Ciclic vem crescendo muito, pois já nasceu direcionada às mudanças mercadológicas ocorridas nos últimos tempos em termos de seguros, principalmente por ser 100% digital. Estou muito feliz em assumir este novo desafio na minha carreira e a inovação será a palavra-chave, com tecnologia e comunicação ampla e transparente em todas as áreas da empresa. Chego para alavancar parcerias estratégicas, aprimorar a jornada digital de ponta a ponta e, claro, criar uma experiência ímpar e personalizada para nossos clientes, tudo isso através de um competente time de profissionais, os Ciclickers”, afirma o executivo.

Darllan é formado em Sistemas da Informação e, ao longo dos anos, acumulou certificações internacionais em inovação (MIT xPro e XBA – exponencial business administration) e nacionais como: MBA em Mercado Financeiro, Serviços Bancários e Mercado de Ações, Especialização em Gestão de Pessoas e CPA-20 (investimentos), além de MBA e Business Coaching pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC). Além disso é instrutor convidado de produtividade pela Call Daniel(representante no Brasil da David Allen Academy (DAA) – método GTD de produtividade).

Anteriormente ocupava o cargo de executivo no Banco do Brasil, na área de Design de Suprimentos e Patrimônio (Strategic Sourcing e Suplly Chain) na Diretoria de Suprimentos (Disec), atuou também como executivo nas áreas de seguridade, diretoria de clientes, gestão da rede e implantação de novos modelos de negócios. Acumula experiência estratégica e tática em superintendências nas cinco regiões do país.