CNseg anuncia novo serviço para reporte de incidentes cibernéticos

Fonte: CNseg

Um novo serviço criado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) poderá reduzir os custos causados por incidentes cibernéticos e dar celeridade às iniciativas para proteger seus danos. Trata-se do Compartilhamento de Incidentes Cibernéticos (CIC), uma base centralizada para garantir o cumprimento da Circular Susep nº 638 sobre reportes de incidentes cibernéticos a todas as supervisionadas pelo órgão regulador.

As empresas aderentes ao CIC poderão ter seus casos informados às mais de 169 supervisionadas simultaneamente, segundo André Vasco, diretor de Serviços às Associadas da CNseg. “Esse serviço é importante porque oferece a possibilidade de custos operacionais menores para cumprir a legislação imposta pela Susep”, destaca. Além dos incidentes locais, o serviço da CNseg incluirá também os internacionais para o mercado adotar cuidados a mais na prevenção contra essas ocorrências.  

A Confederação oferece às associadas, com exclusividade, soluções que possibilitam aumentar a receita, otimizar e aperfeiçoar os processos de precificação, cotação, subscrição e regulação de sinistros, reduzir custos, mitigar riscos, prevenir e combater fraudes e manter-se em conformidade legal, resultando em melhoria contínua na prestação de serviços ao cliente.  “Hoje, com a implantação do CIC, a CNseg oferece 30 soluções disponíveis ao mercado segurador”, finaliza Vasco.

FF Seguros lança Seguro de Responsabilidade Civil D&O

Especialista na oferta de soluções na cobertura de seguros, a Fairfax Brasil (FF Seguros) lança mais um produto no segmento de Seguro de Responsabilidade Civil. Trata-se do Seguro de Responsabilidade Civil para Administradores e Diretores (D&O), que tem por objetivo garantir a proteção do patrimônio pessoal dos executivos com poder de gestão (CEOs, CFOS, COOS, membros de Conselho de Administração, entre outros cargos) que têm responsabilidade direta na gestão das organizações empresariais. 

O Seguro D&O assegura o reembolso de indenizações que eventualmente os altos executivos possam vir a ser obrigados a pagar, consequência de processos judiciais civil ou criminal movidos por acionistas por prejuízos financeiros, ações trabalhistas, diligência fiscal, entre outras.

A FF Seguros realizará no próximo dia 21 de setembro, no horário das 10hs, Webinar para lançar o Seguro D&O.  Durante o evento online, o head de Canais Digitais da FF Seguros, Eduardo Pitombeira, detalhará os principais diferenciais do seguro D&O da seguradora: contratação 100% digital, questionário simplificado, limites de até R$ 10 milhões, mais de 30 coberturas e mais de 25 atividades aceitas.

Eduardo Pitombeira observa ser importante na contratação do seguro de D&O que o segurado tenha claro quais as coberturas que deverão fazer parte da apólice. Segundo ele, essa modalidade permite que os altos dirigentes tenham tranquilidade na tomada de decisões financeiras e estratégicas das companhias. O executivo da Fairfax cita por exemplo a denúncia de terceiros de que a companhia foi omissa na ação sendo culpada por negligência ou imperícia. Outro tema que tem ganhado atenção é o vazamento de dados pessoais. Com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) as empresas devem se manter atentas para evitar que venham a ser processadas. 

Desde o início do ano, a FF Seguros anunciou sua entrada no segmento de Varejo a partir do lançamento da FF ORBI, plataforma digital de multiprodutos de seguros e desenvolvida exclusivamente para corretores de seguros e parceiros. A plataforma ORBI já conta com mais de 1.500 corretores de seguros cadastrados. Trata-se de um número expressivo de corretores listados que podem montar suas carteiras de clientes na própria plataforma digital, projetando a rentabilidade das operações, volume diário, semanal e mensal de vendas, simulador de ganho de comissões, campanhas promocionais, sistema de pontuação e prêmios.  

O Seguro D&O será lançado oficialmente no mercado a partir da segunda quinzena de setembro e passa a integrar o portfólio de produtos da Fairfax composto hoje pelo Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (E&O) voltado para as categorias de Médicos, Dentistas e Corretores de Seguro. Ele tem por objetivo proteger o patrimônio do segurado e ser usado para reparar eventuais prejuízos a terceiros. Recentemente, a seguradora lançou o Seguro de Bike e oferece diversos modelos de cobertura, como roubo ou furto, danos à bicicleta e a terceiros.

Rápida e descomplicada, a plataforma digital FF ORBI oferece uma solução integrada e proporciona a melhor experiência para toda a cadeia de relacionamento do setor de seguros. Trata-se de uma poderosa ferramenta que visa simplificar o processo de cadastramento das corretoras e aprovação das apólices.  Em apenas um minuto, é aprovada a apólice de seguro sem que o corretor e seu cliente tenham de aguardar horas ou dias, tempo que normalmente ocorre com as seguradoras tradicionais para aprovar a transação. Os produtos que fazem parte do portfólio da FF ORBI são baseados no conceito do mundo digital: cotação instantânea, emissão 100% digital em poucos minutos e disponibilização de inteligência de performance através de dados e dashboard de controle. A facilidade, agilidade e a segurança da plataforma permitem ao corretor apresentar cotações e emitir apólices em poucos cliques e sem burocracia.

Link para acessar a Webinar D&O: https://www.eventials.com/FFOrbi/lancamento-seguro-d-o/

Seguradoras disputam premiação melhor do Reclame Aqui

O Prêmio Reclame AQUI premia centenas de empresas brasileiras com as operações de atendimento mais eficientes e as melhores reputações. Dezoito seguradoras, 16 planos de saúde e cinco planos odontológicos disputam o reconhecimento e a confiança do consumidor nesta edição. Neste ano, a premiação completa 12 edições. Vote neste link.

Focada em inovação, MAG Seguros já oferece PIX para seus clientes

Fonte: MAG

De acordo com estatísticas apresentadas pelo Banco Central, o total de chaves PIX cadastradas no país ultrapassou 478 milhões em julho de 2022. Esta quantidade corresponde a mais que o dobro da população brasileira, evidenciando que o PIX foi amplamente adotado pelos brasileiros. Além disso, a modalidade P2B (que compreende pagamentos de pessoas físicas para empresas) já responde por 22% das transações PIX e apresenta um crescimento de mais de 340% em relação ao mesmo período de 2021, o que comprova que este meio de pagamento está consolidado e em franca expansão.

De olho nisso e focada sempre em inovar e promover uma melhor experiência aos seus clientes, corretores e parceiros de distribuição, a MAG Seguros — companhia especializada em vida e previdência com mais de 185 anos de atuação ininterrupta no Brasil — foi uma das primeiras companhias no país a disponibilizar a opção de primeiro pagamento de seguro via PIX, através do uso de QR Codes.

“Esta modalidade permite ainda mais agilidade no momento da contratação do seguro e, sobretudo, na implantação da apólice. Com os nossos processos muito bem estruturados e baseados em tecnologia, em muitos casos conseguimos realizar o aceite automático das propostas. Com o pagamento da primeira mensalidade via PIX, o segurado passa a estar protegido ainda mais rápido”, explica Alexandre Ramos, superintendente de arrecadação.

Além de trazer um benefício claro para o cliente, esta modalidade de pagamento ainda também permite que a comissão ao corretor seja paga ainda mais rápida. 

“Quanto mais ágil conseguimos fazer todo processo de operações, ou seja, da análise da proposta à arrecadação, mais rápido podemos pagar a comissão dos nossos corretores parceiros nas diferentes periodicidades que oferecemos, que vão desde mensal até mesmo o pagamento diário”, finaliza Ramos.

Webinar Sonho Seguro: Condicionantes nos Contratos de Resseguro Facultativo: devo me preocupar com isso?

podcast sonho seguro news

Em parceria com a corretora de resseguros KNW Brokers, o blog Sonho Seguro organizou o webinar “Condicionantes nos Contratos de Resseguro Facultativo: devo me preocupar com isso?“, que reunirá especialistas para alertar profissionais das seguradoras sobre importantes detalhes, dentre muitos, na negociação e gestão desses contratos que, caso negligenciados, podem expor as seguradoras ao cancelamento do resseguro. A proposta não é esgotar o tema, mas sim trazer à tona alguns pontos de atenção que devem ser observados, por meio de uma conversa descontraída e dinâmica.

Além dos impactos do COVID-19 e das crescentes perdas por catástrofes naturais, o setor de resseguros agora é confrontado com questões como inflação, risco de recessão e tensões geopolíticas. No Brasil, ainda temos mudanças na regulamentação, que chegam para inaugurar uma nova safra de clausulados no período de renovação de contratos, diante da entrada em vigor da nova regulamentação da Susep (Superintendência de Seguros Privados) para grandes riscos, que deixa de lado os clausulados padrões para fazer valer a criatividade das seguradoras em construir um programa de seguro sob medida para seus clientes. 

O ambiente incerto exige ajustes mais frequentes nas práticas de subscrição. O foco na qualidade e nas margens, bem como na clareza contratual em todo o setor, será fundamental nesse sentido. Venha participar deste debate que reúne especialistas que tem muito a colaborar para mitigar riscos de clausulas de contratos e assim agilizar os pagamentos de indenizações, quando for o caso. 

ATIVE O SINO PARA LEMBRAR CLICANDO AQUI

AGENDA:

Data: segunda-feira, 26/09/22

Horário: às 17h30

Público: profissionais do setor de seguros que atuam, ou tenham interesse em atuar, na negociação, formalização e gestão de contratos de resseguro

Debatedores:  

  • Júlia Santoro, Sócia, DR&A Advogados
  • Márcio Ribeiro, CEO, KNW Brokers
  • Rafael Abad, CFO, KNW Brokers
  • Walter Polido, Sócio, Polido Consultoria

Mediação: jornalista Denise Bueno

3º XP Insurance Forum debateu a importância da pauta ASG nas seguradoras

fatima lima

Fonte: CNseg

“As questões ASG (Ambientais, Sociais e de Governança) têm importantes impactos econômicos, financeiros, regulatórios e reputacionais no setor segurador, razão pela qual  “a pauta da sustentabilidade tem um respaldo permanente na CNseg”, afirmou a superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da CNseg, Luciana Dall’Agnol, durante o “3º XP Insurance Forum”, realizado em 14/9. E foi em função disso, prosseguiu ela, que “a CNseg já realizou uma série de ações para que o tema ganhasse mais substância e concretude na realidade das empresas do setor”. Entre essas ações, ela destacou a adesão, em 2012, aos PSI (Princípios da Sustentabilidade em Seguros, na sigla em inglês), do braço financeiro das Nações Unidas (UNEP Fi), e, no mesmo ano, a criação da Comissão de Sustentabilidade e Inovação, atual Comissão de Integração ASG da CNseg. 

Luciana também informou, com base no Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros 2021, que será divulgado em breve, que atualmente, 86,4% das seguradoras associadas já integram as questões ASG em suas estratégias de negócios, ao passo que, em 2016, esse índice era de 77%. “As seguradoras não começaram a debater o tema agora, apesar dele ter se fortalecido nos últimos dois anos”, afirmou.  

O webinar também contou com a participação da diretora de Sustentabilidade da Mapfre e presidente da Comissão de Integração ASG da CNseg, Fátima Lima; do head de Previdência da XP Seguros, Amancio Paladino, e do head de Risco Socioambiental & Climático da XP Inc., Fábio Simabukuro Cruz, moderador do debate.   

Em sua participação, Fátima Lima afirmou que “a integração das questões ASG nos negócios é um dos mais importantes desafios globais para empresas, governos e sociedade como um todo”. E, entre esses desafios, prosseguiu, está “a transição para uma economia de baixo carbono, que fará surgir e desaparecer mercados”, razão pela qual “as empresas precisarão estar preparadas para os riscos inerentes, bem como para as novas oportunidades de negócios”. 

Norma da Susep sobre requisitos de sustentabilidade é elogiada pelo setor

O encontro também abordou Circular Susep Nº666/2022, que entrou em vigor em 1º de agosto e dispõe sobre requisitos de sustentabilidade a serem observados pelas seguradoras, entidades abertas de previdência complementar e sociedades de capitalização. 

A esse respeito, Luciana lembrou que antes dessa Circular, não havia um escopo regulatório que demandasse ações das seguradoras sobre requisitos de sustentabilidade, “mas muito já estava sendo feito a respeito”. A superintendente da CNseg informou que as seguradoras receberam muito bem a norma, que traz requisitos que atendem às demandas do setor. “Um dos seus grandes benefícios é que as exigências seguem uma lógica baseada em etapas, com os prazos variando de acordo com a segmentação de cada seguradora”, explicou. Além disso, “a Circular não limita os negócios, mas fornece diretrizes que devem orientar as decisões”. 

Fátima Lima também se mostrou muito satisfeita com a Circular, parabenizando a Susep pela condução do processo e pela capacidade de escutar o mercado. “O processo de regulamentação do setor para questões ASG não poderia acontecer em melhor momento, pois a forma tradicional de se subscrever os riscos não se sustenta mais e ainda precisa ser melhor explorada pelas empresas”, concluiu. 

Em seu artigo 6º, a Circular 666 informa que as seguradoras devem implementar critérios e procedimentos para a seleção de investimentos que levem em conta os riscos de sustentabilidade, entre outros. E, nesse sentido, segundo o head de Previdência da XP Seguros, “a norma da Susep é um passo importante, mas há ainda um longo caminho no mercado de investimentos”.  A avaliação de Amancio Paladino é de que o mercado de investimentos se apresenta de maneira muito diversificada, tanto em termos de capacidade de avaliação desses riscos de sustentabilidade por parte dos investidores, como em relação à capacidade das empresas proverem essas informações. 

Já ao final dos debates, Fátima Lima afirmou que a prevenção é a forma mais segura de se evitar um colapso ambiental e que, no setor de seguros, cujo negócio é o gerenciamento de riscos, a consideração dessas questões ASG torna-se ainda mais importante.  

Estratégia de salvação do IRB Brasil funciona e empresa se livra de rebaixamento da S&P

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Fonte: Seu Dinheiro

Ainda que polêmicas, as estratégias que o IRB Brasil (IRBR3) vem traçando para sair do sufoco estão funcionando. Nesta sexta-feira (16), a companhia informou que a agência de classificação de risco S&P retirou seu nome da lista para eventual rebaixamento.

Além disso, a S&P também reafirmou o rating “brAAA” — o mais alto em escala nacional — do IRB, mas com perspectiva negativa.

Na avaliação da agência, a recente emissão de R$ 1,2 bilhão e a venda de ativos, como a própria sede do IRB no Rio de Janeiro, são suficientes para preservar o rating da companhia — por enquanto.

Leia a matéria completa no Seu Dinheiro

Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros completa 19 anos e celebra com encontro sobre encantamento do cliente

Fonte: Bradesco

A ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros completa, neste mês, 19 anos de atuação. Para celebrar a ocasião, a companhia promoveu para os seus funcionários a palestra ‘Clientologia – a arte de encantamento ao cliente’, ministrada por Claudemir Oliveira, Presidente do Seeds of Dreams Institute. Com a ação, o Grupo visa promover, ainda mais, sua cultura de atendimento focado na compreensão das individualidades de cada consumidor para melhor atendê-lo. 

Há 10 anos consecutivos, o Grupo Bradesco Seguros está entre as empresas que têm as melhores ouvidorias do país, segundo o Prêmio Ouvidorias Brasil, da Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente (ABRAREC). Para Valdirene Soares, Diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros, estes reconhecimentos são fruto do pioneirismo e esforço da companhia para oferecer processos cada vez mais eficientes para o mercado segurador, com uma atuação focada no cliente que visa entregar sempre produtos e serviços ainda mais qualificados. 

Ainda segundo a executiva, a palestra ‘Clientologia – a arte de encantamento ao cliente’, é uma maneira de disseminar ainda mais essa cultura centrada no cliente dentro da organização. “O Claudemir é um dos maiores especialistas no tema, com uma carreira focada no encantamento dos clientes. Estamos muito felizes em celebrar os 19 anos de ouvidoria com um conteúdo tão relevante para nossa organização”, diz Valdirene. 

Para Silvana Raksa, Ouvidora do Grupo Bradesco Seguros, o amplo tempo de atuação reforça como a área é importante para o negócio, que tem permitido com que a empresa cumpra com a sua missão de encantar os seus clientes e que garanta a prática da transparência, agilidade e responsabilidade. “O relacionamento com os clientes é parte fundamental da nossa estratégia. Atuamos sempre com foco na busca contínua pelo aperfeiçoamento dos processos, produtos e serviços oferecidos” finaliza. 

Sustentabilidade e ESG marcam segundo dia do 26º Congresso Abramge

abramge

As práticas de ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança corporativa) estão em pauta, visando mitigar impactos ambientais e  promover inclusão e diversidade. A gestão das operadoras com o intuito de impactar positivamente a sociedade foi tema debatido na manhã de encerramento do 26º Congresso Abramge, nesta sexta-feira, no evento realizado em São Paulo.

No início do dia, Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, inspirou a plateia em sua Conferência Especial sobre o valor da sustentabilidade para o mercado e as práticas de inclusão. “O ESG veio para ficar, o cliente mudou e está muito mais exigente. Mas não compra apenas pelo preço e qualidade, mas escolhe empresas que estão ajudando o Brasil”, destacou a  empresária.”

Luiza também destacou a importância da inclusão e do trabalho em conjunto para apresentar propostas consistentes que sejam boas para a sociedade. “A desigualdade social é uma responsabilidade nossa. Não apenas do governo. Somente unindo forças faremos diferença, pois saúde, educação e segurança têm que ser para todos, não podem ser para privilegiados”, finalizou.

Para Renato Casarotti, presidente da Abramge, “O setor de saúde é, por natureza, focado no social, e os planos cumprem papel fundamental na promoção da qualidade de vida das pessoas”.

Em seguida, no painel Boas práticas sociais e ambientais como diferenciais de mercado, Marcella Ungaretti, Head de Research ESG e sócia da XP Inc. trouxe para o debate a agenda ESG e o impacto dessas práticas nos resultados financeiros, no desenvolvimento e na geração de valor para as organizações.

“As práticas sociais, ambientais e de governança são uma evolução necessária e cada vez mais relevante para se manter ativa no mercado. Hoje, a agenda de ESG é impulsionada por um consumidor mais exigente. O mercado investidor busca por empresas responsáveis, e as regulamentações obrigam a inserção de algumas das principais ações socioambientais”, aponta.  

Dando continuidade às reflexões, Rosana Jatobá, âncora da Rádio CBN e apresentadora do CBN Sustentabilidade, conduziu o debate “Como pensar ESG em Saúde”, que ofereceu diversos insights para o setor em transformação e para a identificação dos temas prioritários a serem tratados pelas empresas nos pilares social, ambiental e governança. 

Juliana Caligiuri, vice-presidente da SulAmérica Saúde & Odonto, defende que para pensar em ESG “é necessário tirar as barreiras, promover mudanças dos antigos modelos e criar ações mais efetivas, por meio de programas de atenção primária e cuidados coordenados para ampliar o acesso e trazer mais qualidade e benefícios para o setor de saúde e a sociedade brasileira”.

O painel também destacou sobre a relevância da prevenção e governança para manter a sustentabilidade do negócio. De acordo com Carlos Ferreira, diretor e membro do board do grupo Athena Saúde, “o foco precisa estar em promover o acesso. A solução está em ter uma governança estruturada para alcançar o beneficiário e criar uma relação de confiança. Nós sabemos fazer um negócio sustentável, mas o Brasil precisa investir em um programa de saúde, porque a doença é absurdamente mais cara”. Para ele, a palavra-chave do negócio da saúde é o acolhimento. 

“Acredito em levar a saúde por meio da tecnologia. Com a Telemedicina, podemos dar acesso a um médico em qualquer lugar do país e alcançar regiões que antes não era possível”, afirma João Alceu Amoroso Lima, VP de ESG da HapVida Notredame Intermédica.

Para encerrar o evento, Casarotti reforça “a importância do diálogo, integração e boas propostas como as destes debates do Congresso, que nos ajudará a construir um sistema de saúde suplementar mais acessível e de qualidade”, concluiu  o presidente da Abramge. 

Com o tema central “Ecossistemas, Acesso e Sustentabilidade na Saúde Suplementar”, o 26º Congresso Abramge aconteceu ontem (15) e hoje (16), em formato híbrido, com apresentação presencial no Hotel Rosewood São Paulo, e transmissão online. A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) sempre aborda as principais discussões do setor, para que novas perspectivas e direções melhorem a qualidade dos serviços para os beneficiários e garantam a sustentabilidade das operadoras. 

Sustentabilidade é um tema prioritário para a seguradora Tokio Marine em 2023

Tokio Marine Seguradora

José Adalberto Ferrara, CEO da seguradora Tokio Marine, é um executivo otimista por natureza. Acolhedor, abraça todos que se aproximam e sempre — sempre — tem um sorriso no rosto para qualquer tipo de abordagem. Essa característica pessoal faz a diferença para a equipe, 2,3 mil colaboradores, que comanda e também no relacionamento com seu principal canal de vendas, 37 mil corretores e assessorias. Em conversa com o Sonho Seguro, contou um pouco sobre o passado, o presente e o futuro. Acompanhe a entrevista.

Quais as perspectivas para encerrar 2022?

Acredito que o segundo semestre deve ser marcado pela recuperação da rentabilidade do mercado, muito impactada no primeiro semestre. O crescimento da Tokio Marine deve seguir em dois dígitos, acima do PIB Nominal. O seguro de Automóvel se mantém como o carro-chefe da Companhia, mas vislumbramos muitas oportunidades para o segmento Pessoa Jurídica, com a área de Property, e para a carteira de Pessoas, especialmente o Vida Individual. Este produto, lançado há cinco anos, cresceu 50% nos últimos três anos.


Quais as estratégias e ramos de seguros estão mais em evidência no radar para 2023?

Recentemente a Susep divulgou diretrizes para o marco regulatório de sustentabilidade do nosso setor, e esse é um tema que está entre as prioridades da Tokio Marine. Temos fortalecido cada vez mais nossa agenda ESG, por meio da iniciativa Tokio ESG, com o propósito de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, transparente e que use os recursos naturais de forma responsável. 

Exemplo disso é que, no início do ano, lançamos nosso primeiro produto com Selo ESG: o Seguro Riscos Ambientais – Instalações Fixas, que contempla cobertura para acidentes que ocorram no local do risco e/ou migrem para além dos limites físicos da atividade segurada. Mais recentemente, apresentamos ao mercado um produto inédito para o setor de energia, que reúne, em uma única apólice, as coberturas de Riscos de Engenharia e Property. Com o seguro Energia Sustentável Integrada, projetamos, em 12 meses, um crescimento de 10% a 15% desse nicho na Companhia.

Já a nossa carteira de Pessoa Jurídica vem registrando recordes de produção nos últimos anos, o que reflete o aumento na percepção de risco pela sociedade e a maior conscientização da necessidade de proteção entre empresas – principalmente as Pequenas e Médias. Entre os fatores que explicam esta performance estão a nossa autonomia de gestão local, mesmo fazendo parte de um grupo internacional; e disponibilidade de buscar soluções às solicitações do Corretor. E os planos são de manter essa linha de atuação.

Ainda nesse segmento, o aumento dos crimes digitais, envolvendo tanto Pessoas Físicas quanto Jurídicas – como roubo de dados cadastrais; transações irregulares – PIX; ransonware e ataques hacker -, vão aumentar as questões em torno de cyber segurança, o que é uma oportunidade para a oferta de seguros contra riscos cibernéticos, por exemplo.

Outros produtos que devem continuar aquecidos em 2023 são o Seguro de Vida, por conta da maior prevenção e cuidado das pessoas com a saúde, em decorrência da própria pandemia, e o Seguro de Transportes, baseado na produtividade do setor do agronegócio e da consolidação do e-commerce nos hábitos de compra do brasileiro.

Qual o impacto nos resultados da companhia com o atual cenário macroeconômico de juros altos, inflação resistente e perda do poder de compra dos consumidores?

Enfrentamos momentos realmente desafiadores nos últimos dois anos, mas a Tokio Marine, com muita resiliência, motivação do time de 2,3 mil colaboradores e relacionamento estreito com mais de 37 mil corretores e assessorias, tem demonstrado a força de sua de atuação na indústria de seguros do Brasil.

E o que é mais importante, em minha avaliação, é o crescimento que o mercado de seguros tem registrado como um todo. Temos um mercado de seguros bastante maduro no País, cujos atores têm plena noção do papel que exercem, sem espaço para amadorismo ou ações inconsequentes.

Um dos efeitos da pandemia foi o aumento do interesse em relação à proteção e ao planejamento financeiro. E de forma geral, esse novo olhar para os benefícios do seguro vem ampliando as oportunidades para o nosso setor.

Claro que os efeitos da crise sanitária sobre a economia ainda são evidentes e é necessário um grande esforço, tanto das empresas quanto do governo, para retomar o crescimento e o poder de compra. Como sou bastante otimista, tenho certeza de que venceremos este desafio.

Os efeitos da pandemia ainda aparecem nos resultados da seguradora em 2021 e 2022?

Em 2021, registramos, até então, o melhor desempenho da história da Tokio Marine no Brasil, com um crescimento de 15,5% em relação ao ano anterior. A produção alcançou R$ 7,53 bilhões em Prêmios Emitidos, contra os R$ 6,52 bilhões de 2020. E isso, vale lembrar, ocorreu mesmo com a nossa decisão de indenizar os sinistros de Covid-19. 

E a excelente notícia é que mantivemos o ritmo e a nossa capacidade de adaptação ao cenário econômico e no primeiro semestre deste ano, crescemos 42% em relação aos seis primeiros meses de 2021, o que é digno de celebração. Neste período, a produção foi de R$ 5,14 bilhões em prêmios emitidos e o Índice Combinado de 99,2%, o que chancela a força dos negócios da Tokio Marine no Brasil. Vale citar ainda que os Sinistros Pagos chegaram ao montante de R$ 2,54 bilhões nos seis primeiros meses do ano.  

Apenas em junho deste ano, atingimos R$ 938 milhões de produção – o melhor mês da companhia em 63 anos de presença no Brasil. Nos últimos 12 meses, acumulamos R$ 8,9 bilhões em prêmios. Seguimos confiantes e trabalhando arduamente para cumprir o plano estratégico Tokio Inova, cujo principal objetivo é o atingir da marca de R$ 10 bilhões de prêmios até 2024.

O que mudou na estratégia com as perdas em automóvel e rural e vendas mais comedidas em outros ramos? Entrou em novos nichos? Em novas regiões? Em novos canais de vendas? Quais?

Sobre o mercado de Automóvel, apesar de todas as variáveis que impactaram o ramo, como a escassez e, consequentemente, o aumento no preço das peças e dos serviços prestados pelas oficinas, mantivemos um resultado bastante expressivo na carteira. Durante o período mais severo da pandemia, inclusive, registramos um incremento de 500 mil veículos em nossa base. Como consequência do trabalho integrado entre as áreas de Produto e Comercial, acabamos de alcançar o marco de 2,5 milhões de veículos segurados, o que nos consolida como a terceira maior frota do País. 

Vale registrar ainda que, mesmo com inflação, desemprego e queda no poder aquisitivo, também observamos o crescimento do mercado de carros usados. Dessa forma, disponibilizamos um mix de produtos capaz de atender as necessidades dos mais diferentes perfis de Clientes. Iniciamos o ano com o lançamento do Tokio Marine Auto Econômico, um produto completo, amparado pelas novas diretrizes da Susep, e com preço cerca de 30% mais baixo em relação ao seguro tradicional. Na sequência, lançamos o Auto Você Escolhe, com coberturas essenciais e assistência 24h, além de contratação simplificada e digital.

No caso do Seguro Rural, o mercado como um todo vem sofrendo com a intensidade dos eventos climáticos que têm atingido o Brasil, em especial a região Sul, como fortes chuvas, inundações e secas. Mas mesmo diante desse cenário de alta sinistralidade, temos como estratégia diversificar a nossa comercialização para outras regiões e canais. 

Tem no radar fusões e aquisições para ganhar escala?

Estamos sempre atentos às oportunidades de mercado, mas para ganhar escala e manter a excelência nos serviços prestados aos nossos Parceiros de Negócios e Segurados, mantemos a estratégia de crescer de forma orgânica. Desta forma, continuamos investindo em inovação e diversificação do portfólio.