“Olhar para o futuro e falar com a sociedade” foi a mensagem de presidente da CNseg na 8ª edição do Enconseg

Fonte: CNseg

O evento que marca o encontro de corretores de seguro, realizado pelo SINCOR-RJ, reuniu representantes do setor de seguros e teve a participação do presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, e do presidente do Conselho Diretor da CNseg, Roberto Santos.

A 8ª edição da Enconseg aconteceu após um hiato provocado pela pandemia e trouxe como tema a “Confiança no Futuro”, que foi tratado em uma palestra inicial comandada pelo empresário e professor Arthur Igreja. O economista Ricardo Amorim também participou do evento trazendo uma apresentação sobre macroeconomia.

Durante o painel apresentado pela CNseg, SINCOR-RJ e FENACOR, os corretores participaram através de perguntas. O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, disse que o setor de seguros ainda precisa olhar mais para o futuro. Segundo ele, é preciso se comunicar mais e o corretor de seguros precisa falar com a sociedade e estar muito preparado para ouvir também.

“Temos feito grandes mudanças na nossa comunicação, focando nos benefícios para a comunidade e no quanto a gente tem de benefícios para a sociedade. vemos muito positivamente o fortalecimento da profissão de corretor. No fundo, uma apólice de seguro é uma promessa. isso exige uma relação de confiança, difícil de passar pelo digital”

O presidente do conselho diretor da CNseg, Roberto Santos, comentou que o momento é um dos mais importantes do mercado de seguros. Ele destacou a união entre corretores e seguradoras para superar momentos difíceis no setor, seja por ameaças na legislação ou na digitalização dos processos e empresas. “A função do corretor foi colocada à prova durante muito tempo por causa da mudança na gestão da legislação e conseguimos passar por isso. O papel do corretor também foi colocado à prova por causa da chegada da digitalização. No entanto, duas plataformas que foram criadas nos Estados Unidos para vender seguros sem corretores já estão tendo que contratar corretores”, afirmou.

O presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão, chamou a atenção para a dificuldade do cadastramento de corretores de seguros pequenos e de cidades do interior nas seguradoras. Segundo ele, esse tem sido um grande empecilho para o desenvolvimento dos profissionais da área. “Em anos que sou presidente do sindicato, passo 30% do meu tempo lutando para cadastrar esses corretores nas seguradoras. Eu mesmo ligo e tento fazer esse cadastramento. Seria simples: a seguradora poderia informar com qual tipo de corretor ela trabalha, porque aí o profissional não ficaria de 5 a 6 meses esperando para se cadastrar e não conseguir.”, disse ele.

O Enconseg contou ainda com representantes das seguradoras SulAmérica, Bradesco Seguros, MAG Seguros e Porto no painel “Roda viva com o corretor”. Para fechar o evento, a escritora e pensadora digital Marta Gabriel fez uma apresentação sobre “Phygital e relacionamento com o cliente”; e o professor e escritor Leandro Karnal comandou o último painel com o tema “O futuro começa hoje”.

Seguradoras caminham para pagamentos de sinistros em tempo real 

Fonte: Valor

Uma das principais demandas de consumidores de seguros, os pagamentos instantâneos de sinistros caminham para se tornar uma realidade no mundo. No entanto, isso depende de existir no país uma infraestrutura de transferência de valores em tempo real, como o Pix no Brasil, traz o Valor Econômico.

Nos EUA, os pagamentos são feitos por meio das redes de cartões de crédito e pela própria infraestrutura das instituições financeiras, além da possibilidade de o cliente escolher plataformas digitais como PayPal e Venmo, conforme explicou o CEO da insurtech de pagamentos One Inc., Ian Drysdale, durante painel sobre pagamentos no InsurTech Connect (ITC), em Las Vegas, nesta quarta-feira (21). O especialista também mencionou o futuro FedNow, que será a versão americana do Pix brasileiro.

No mesmo evento, o sócio e diretor-executivo de parcerias da área de pagamentos do J.P. Morgan, Ray Nazloomian, afirmou que “cerca de 70% dos clientes de seguradoras mudariam de marca se pudessem ter uma experiência digital mais rápida no recebimento de indenizações”. Segundo o especialista, a possibilidade de realizar pagamentos em tempo real existe tanto para as insurtechs quanto para seguradoras incumbentes.

A experiência da seguradora Liberty mostra ser importante oferecer opções ao cliente sobre a forma como ele quer receber o valor.

O CEO da One Inc. acrescentou que as seguradoras vivem no mesmo mundo que as companhias digitais de várias indústrias. “Então os consumidores querem experiências que sejam como aquelas que eles têm com a Netflix ou a Amazon”, disse. “Isso significa ser capaz de trabalhar nesse mundo”, complementou.

Parte dessa experiência, avaliou Drysdale, é a oferta de pagamentos multicanais. “Globalmente há uma guinada em direção a sistemas de pagamentos em tempo real. O seguro tem de ser capaz de pagar sinistro em menos de 24 horas e mesmo em minutos.”

Segundo ele, esse tipo de solução envolve a possibilidade de o cliente escolher como e onde quer receber o dinheiro. “As seguradoras precisam ser capazes de enviar a indenização para uma conta com cartão de débito, mas também para cartões de crédito ou carteiras digitais”, afirmou.

De acordo com Nazloomian, do J.P.Morgan, mesmo as companhias com sistemas legados muito antigos conseguem implementar soluções de pagamentos instantâneos. “As empresas só precisam de APIs [protocolos para conexão de aplicações e sistemas]”, apontou. “Bancos e empresas de pagamentos têm focado bastante nos últimos anos em desenvolver um ecossistema de APIs e é realmente importante fazer essas plataformas de fácil conexão, seja para insurtechs ou grandes seguradoras.”

MAG Seguros comemora a valorização do corretor de seguros no evento ITC Vegas 2022

Entre os 7 mil inscritos para o InsureTech Connect (ITC), em Las Vegas, maior evento do mundo de seguros e inovação que aconteceu dias 21 e 22 de setembro, estavam Helder Molina, CEO da MAG Seguros, juntamente com Nuno David, diretor comercial e de marketing. Ambos voltam impressionados com a quantidade de informações compartilhadas nas dezenas de palestras simultâneas realizadas ao longo dos dois dias. “Feira bem organizada, muito grande, de curta duração, mas que contou a curadoria da equipe brasileira especializada neste evento”, contou David. Ele se refere ao CQCS Experience, que organizou a ida de uma comitiva de 80 executivos brasileiros para Vegas.

Entre tantos temas debatidos, David citou tecnologias relacionadas à distribuição. “Há um protagonismo renovado para o corretor/agente. É como se houvesse uma retomada de consciência subliminar do papel importantíssimo que um consultor/advisor tem na venda de um seguro de vida. Desapareceram da feira as grandes plataformas de venda direta B2C, com Lemonade ou Metromille. Fala-se muito do embedded insurance, ou seguro embarcado, para fazer essa venda B2C “dentro” de outros produtos, que vão de crédito, passam por transporte e seguem para comida. Literalmente tudo. Mas não havia nada de venda direta pura de B2C”, contou.

Segundo publicou o Valor, o seguro “embedded”, ou seja, proteções embutidas ou invisíveis podem se tornar um mercado trilionário no mundo nos próximos anos. De acordo com o CEO e co-fundador da Next Insurance, Guy Goldstein, o seguro embarcado pode preencher uma lacuna de proteção globalmente que alcança US$ 1,3 trilhão. O que é muito, tendo os US$ 7 trilhões de vendas totais no mundo em 2021, segundo estudo da Fundação Swiss Re. O CEO da insurtech Pattern, Meitav Harpaz, explica que a tendência abrange coberturas que ficam embutidas em produtos ou serviços, como viagens, reservas em hotéis ou aquisição de bens. “Uma das tendências trazidas pelo seguro embutido é que os produtos de proteção tem de se tornar experiências em tempo real e não apenas serem sobre bens”, disse.

Em tecnologia, David afirma que a palavra da moda é lowcode/nocode. São plataformas utilizáveis por qualquer leigo em código na empresa, que operam diretamente na configuração do sistema sem necessidade de desenvolvedores ou equipes multidiciplinares para resolver problemas específicos, ou no jargão do setor, devs ou squads.

Quanto ao “Analytics”, a palavra mais falada em entrevistas de seguros, David informa que segue em alta. “O mercado deste tipo de soluções segue totalmente pulverizado. Há centenas de estandes de empresas que apresentam soluções, mas não há, ainda, empresas que consolidem soluções para consumo mais fácil de algoritmos e soluções. Talvez nunca isso venha a acontecer. É uma área de altíssima customização e dependente muito de talento. E este profissional dificilmente quer se transformar em um funcionário”, comenta.

Ainda em Analytics, “Inteligência Artificial” é outra expressão que deu uma sumida. “Acho que o pessoal finalmente deixou de achar que as máquinas vão pensar sozinhas e isso trouxe a AI para um plano mais instrumental e terráqueo, menos “sexy”. Possivelmente menos “marqueteiro” e mais útil”, segundo o executivo.

Uma palavra praticamente inexistente em Las Vegas foi Open Insurance. “Nada. Zero. De lado nenhum da feira, de nenhum país. O que nos surpreendeu. Nem levantando o assunto a conversa se desenvolve. O que nos deixou a impressão que tem qualquer coisa errada nesta história. Ou no Brasil ou no mundo. Ou nos dois”, brincou.

Outros temas que os executivos acompanharam durante o evento envolviam UX, ou experiencia do usuário, e segurança cibernética (cibersecurity). São temas em alta, mas sem grandes novidades sobre os debates em curso até agora. Como publicou a Revista Apólice, Billy Gouveia, fundador, e Brian Dykstra, diretor forense, ambos da Surefire Cyber, afirmaram que no mundo cibernético, a infraestrutura é a primeira defesa. Se não acharem uma fraqueza externa, os cibercriminosos mandam emails com malware. Phishing é muito comum e pode ser bem genérico”, destacou Dykstra. A saída é usar filtros de email para evitar o risco de phishing, com multi níveis de autenticação.

“As insurtechs que se apresentam aqui têm um papel estruturante no mercado que vai para além das proposições de valor que cada uma apresenta. Elas trazem um enorme desconforto e impulso para o mercado das tradicionais/grandes. E isso instiga todos a se mexeram, seja na busca de associação, criando fundos de Venture capital, mudando formas de remuneração, criando sandboxs internos entre outras possibilidades. Realmente o panorama nos leva a olhar para a frente e a pensar diferente. E digo isso com base nas conversas que tivermos. Todas as resseguradoras e as grandes seguradoras globais estavam presentes de alguma forma este evento. Realmente foi incrivel”, finalizou David.

E em outubro tem mais. O CQCS Experience realiza nos dias 25 e 26, em São Paulo, a quarta edição do CQCS Insurtech & Innovation, o maior evento Latino Americano de Inovação em Seguros. O evento tem uma jornada matinal com Keynote Speakers da América Latina, Europa, Ásia e América do Norte, onde referências globais em inovação em seguros e proteção, compartilharão suas experiências e visões com o público presente.

As tardes estão reservadas para os painéis compartilhados divididos em quatro trilhas. Serão mais de 40 painéis com palestrantes dos mais importantes países latino americanos e convidados dos outros continentes, criando o hub para ampliar as possibilidades de solidificação do ecossistema de inovação e seguros com foco em repensar o seu negócio, fortalecer parcerias e encontrar possibilidades de desenvolvimento para um mercado de seguros maior, melhor e mais justo para todos, informa o idealizador, Gustavo Doria.

Debates sobre mudanças no seguro garantia mobilizam equipe da EZZE Seguradora

A equipe da EZZE Seguradora está debruçada nas mudanças regulatórias do seguro garantia para sair na frente neste ramo no qual é especializada. Luiz Paulo Lorencini, Superintendente de Subscrição, explica quem em 2023 entram em vigor dois importantes normativos. Um de esfera federal, com a Lei de Licitações, promulgada em abril de 2021 e que entra em vigor a partir de abril de 2023. “Diferentes órgãos dos governos federal, estadual e municipal já promovem debates e consultas públicas para explicar o que deverá constar no clausulado de seguros”, conta o especialista. 

Outra mudança importante que requer atenção das seguradoras é com a Resolução 662 da Susep (Superintendência de Seguros Privados), que entra em vigor no início do próximo ano. “Apesar das dúvidas sobre deveres e direitos, consideremos o fim do clausulado padrão positivo. O normativo refina as regras e diretrizes do segmento, aumenta a precisão técnica, reforça os mecanismos de transparência, adota redações mais adaptadas à realidade do mercado e reduz significativamente a assimetria de informações entre as partes interessadas no seguro”.

As discussões avançam entre resseguradores, clientes e tomadores, bem como as esferas institucionais do setor de seguros e órgãos públicos para a construção de clausulados de contratos aderentes para as partes. 

A nova regulamentação 662, praticamente já entra em vigor em contratos negociados neste segundo semestre. “A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), por exemplo, já está adequando os editais que divulgam neste momento, pois o seguro garantia de performance terá validade a partir do primeiro trimestre de 2023. A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) também já chamou o mercado segurador para conversar sobre este tema”, explica. 

Lorencini alerta que este é um momento crucial para o seguro garantia, que envolve várias empresas, como corretores, seguradoras, resseguradores, advogados e órgãos públicos. “Ainda restam dúvidas sobre as garantias que as licitantes vão exigir e as garantias que as seguradoras e seus contratos de resseguros vão ofertar, com muitas prerrogativas em estudo. As definições de clausulados serão importantes para estimular as vendas e garantir que esta importante proteção financeira seja um mitigador de riscos em contratos com o poder público”. 

Lorencini afirma que a concorrência será acirrada em 2023. “Cada seguradora terá um clausulado e vencerá aquele que for mais aderente às necessidades dos clientes, com um preço compatível, o que exige especialização e tecnologia para reduzir custos, aumentar a capilaridade e trazer agilidade na entrega e monitoramento das obras”, finaliza. 

Nova Plataforma do Seguro PASI para PMEs realiza cotações em menos de 1 minuto

Fonte: Pasi

Desde o seu lançamento, o Portal PASI tem atraído cada vez mais corretores que buscam por soluções que lhe dão autonomia e agilidade para a realização da venda de seguros 100% on-line, com o objetivo de multiplicar as oportunidades para o crescimento dos seus negócios. 

Para aumentar a performance de vendas do corretor e fazer com que a sua experiência continue cada vez melhor, o Seguro PASI acaba de disponibilizar mais uma plataforma em seu portal, desta vez para cotações de produtos com foco em Micro, Pequenas e Médias empresas (PMEs). Através da nova ferramenta é possível realizar cotação do seguro, em menos de 1 minuto, de maneira simples e totalmente on-line, podendo ainda compartilhar com o cliente através de Whatsapp, SMS ou e-mail. 

Em apenas alguns cliques a proposta é gerada e o corretor, mantém a qualidade e a agilidade do seu atendimento com os clientes. Além dos produtos disponíveis de PMEs, o Seguro disponibilizou a mesma Plataforma também para outros produtos de destaque da companhia, como o Agrovida e o Seguro Funeral. 

“Para micro, pequenas ou médias empresas, desde 1989 somos referência nacional no mercado segurador, atuando através das Convenções Coletivas de Trabalho. Conhecemos os desafios que os empreendedores enfrentam e as necessidades das PMEs. Por isso, desenvolvemos novos produtos que se encaixam na realidade dessas empresas e conseguimos levar através de soluções simplificadas e acessíveis, proteção e benefícios que de fato impactam a vida de milhares de pessoas em todo o Brasil”, destaca Fabiana Resende, vice-presidente executiva do Seguro PASI.

Atualmente, das mais de 42 mil empresas seguradas pelo PASI, 90% delas se encaixam na categoria das PMEs. A partir de um colaborador já é possível gerar uma proposta para empresas dos mais diferentes segmentos produtivos tais como: comércio, serviços, condomínios, atividades rurais, construção civil, transporte, metalurgia e muitos outros.  As contratações são efetivadas por meio de MEI, CPF, CEI, ou CNO. Os planos oferecidos além de atender toda a legislação, ainda oferecem coberturas e assistências exclusivas para os profissionais da empresa, dos sócios aos estagiários, passando pelos prestadores de serviços e terceirizados. 

Para finalizar, Fabiana deixa um convite para que os corretores explorem ao máximo o Portal PASI e suas ferramentas disponíveis. “Sabemos que o seu tempo e de seus clientes é precioso. Por isso, o Portal PASI é uma poderosa ferramenta disponibilizada para oferecer a você, soluções completas para que vocês fechem muitos negócios todos os dias, sem despender tempo e esforço desnecessário”, concluiu.

MAPFRE lança campanha de incentivo para capacitação de corretores e parceiros

Lançado em 2007 para apoiar o desenvolvimento dos corretores, o MAPFRE Centro de Formação comemora 15 anos este ano. E para celebrar a data, a seguradora lança a campanha “Mais conhecimento, mais prêmios”, que irá premiar com vales-compra que vão de R$300 até R$1,6 mil. O objetivo da ação é manter os parceiros atualizados nas novidades e particularidades do mercado, além de também incentivá-los a oferecer as melhores soluções aos clientes.

O MAPFRE Centro de Formação, ao longo desses 15 anos, se aprimora continuamente e oferece cursos gratuitos para uma série de assuntos que estão diretamente ligados ao dia a dia do corretor “O mundo está cada vez mais dinâmico e imprevisível, o que exige que todos os profissionais busquem constantemente novos meios para aprender e se manter atualizado” considera Raphael Bauer, Diretor Geral Comercial. “Conhecimentos adquiridos sobre negociação, vendas, experiência do cliente, produtos e mercado são ainda mais valiosos para a evolução da carreira e alcance do sucesso profissional. Queremos ser um apoio aos nossos importantes parceiros de negócios nessa contínua jornada sobre atualização”, complementa o executivo.

A campanha vai até o dia 30/11 e os ganhadores vão precisar concluir a maior quantidade de cursos. Ao final do período, serão oito premiados em duas categorias, cinco em “Corretores” e três em “Corretores Mais”.
 

O MAPFRE Centro de Formação pode ser acessado diretamente pelo portal de negócios. Para informações, inscrições e regulamento sobre a campanha clique neste link.

O MAPFRE Centro de Formação

O MAPFRE Centro de Formação é um ambiente digital de cursos dedicados aos corretores parceiros que desejam desenvolver habilidades sobre os mais variados temas. Entre algumas das trilhas de ensino oferecidas dos cursos oferecidos estão vendas, negociação, gestão de carteira de clientes, atendimento, planejamento e vendas aplicados ao mercado segurador, inteligência emocional, LGPD e conformidade. Alguns cursos também foram desenvolvidos em parceria com o Senac e o filósofo Mário Sérgio Cortella. Nos 15 anos desde o lançamento da plataforma, mais de 30 mil cursos já foram concluídos.

Tokio Marine patrocina a 4ª edição da corrida Pink Run 

A Tokio Marine é uma das patrocinadoras da 4ª edição da Pink Run, corrida exclusiva para mulheres, que tem como objetivo conscientizar sobre a importância da prevenção do câncer de mama, além de estimular a prática de atividade física, saúde e bem-estar. A corrida acontecerá no dia 02 de outubro, nas dependências do Shopping SP Market, em São Paulo. 

Durante o evento, as participantes irão percorrer 5km correndo ou caminhando e poderão aproveitar as diversas ativações na Arena SP Pink Run, como massagens, esmaltação, brincadeiras, shows, degustação de produtos, entre outras.

Para Marcos Kobayashi, Diretor Comercial Nacional Vida da Tokio Marine, o apoio à Pink Run reforça o compromisso da Companhia em apoiar iniciativas que promovam cuidados com a saúde e qualidade de vida. “Na Tokio Marine temos uma forte preocupação em incentivar práticas saudáveis, seja com nossos Clientes, Colaboradores ou Parceiros de Negócios. Para nós é uma honra fazer parte de iniciativas como a Pink Run, que visam conscientizar a população sobre um tema tão importante como a prevenção ao câncer de mama” completa o executivo.

Além de apoiar causas voltadas a conscientização e promoção de uma rotina mais saudável, a Tokio Marine ainda conta com um portfólio na carteira de pessoas voltado para atender as diferentes necessidades dos clientes. No caso do Tokio Marine Vida Mulher, um dos seguros destinados para o público feminino mais completos do mercado, cobre diagnósticos para câncer de mama, ovário e trompas, indenização para até 25 doenças graves, despesas médicas e odontológicas e outras vantagens. As seguradas ainda dispõem do serviço de telemedicina do Einstein Conecta e do Aplicativo Vida Saudável, onde podem obter orientaçõesfitness e nutricionais.

Serviço:

4ª SP Pink Run 2022

Data: 02/10/2022 às 07h (domingo)

Local: Shopping SP Market

Endereço: Avenida das Nações Unidas, 22.540; Vila Almeida

Mais informações: https://pinkrun.com.br/ 

Fenaprevi: previdência privada soma R$ 88 bilhões em prêmios e contribuições em 2022

Fonte: Fenaprevi

O volume de prêmios e contribuições dos planos de acumulação (previdência privada aberta) segue em alta: são 6,9% na comparação de julho de 2022 com o mesmo mês do ano anterior, e de 12% no saldo acumulado dos sete primeiros meses deste exercício – R$ 87,8 bilhões, frente ao mesmo intervalo de 2021. O setor conta com R$ 1,1 trilhão de ativos em previdência privada aberta, no Brasil.

Já a captação líquida, que é o resultado da captação bruta menos os resgates, apresentou o melhor resultado do ano em julho, chegando a R$ 3,6 bilhões (leitura mensal), e atingiu R$ 16,6 bi nos sete primeiros meses, embora na visão do acumulado continue sofrendo pressão do elevado patamar de resgates – o valor caiu 22% em relação ao observado ao mesmo período do ano anterior. Os valores resgatados cresceram 27,4% e 24,6%, respectivamente na comparação com julho de 2022 sobre 2021, e no acumulado do ano.

Na comparação com julho de 2021, houve um crescimento de 8,2% no volume total de ativos. O levantamento ainda detalha as informações, conforme o tipo de plano de previdência contratado: VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre; PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre; e os Planos Tradicionais de Acumulação e FAPI. 

O primeiro (VGBL) corresponde a 93,7% dos prêmios e contribuições alcançados no mês de referência – R$ 12,9 bilhões, a maior do ano. E acumula R$ 81,6 bilhões de janeiro a julho de 2022. O PGBL registrou captação de R$ 0,8 bi no mês e de R$ 5,7 bilhões no ano. Já a terceira opção (planos Tradicionais e FAPI) acumula R$ 476 milhões nos sete primeiros meses de 2022.

As informações são do levantamento mensal elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi junto às associadas.

Diogo Arndt Silva assumirá posição no Conselho de Administração da Lojacorr e Dirceu Tiegs como novo CEO

A partir de janeiro de 2023, o presidente (CEO) da Rede Lojacorr e cofundador, Diogo Arndt Silva, irá evoluir de papel para uma posição estratégica dentro do Conselho de Administração da Holding, que tem como principal intuito cuidar da visão sistêmica e da longevidade do grupo. Dirceu Tiegs, atualmente diretor executivo de Gente & Gestão, assumirá como CEO da Lojacorr, com a missão de expandir a empresa com o fortalecimento de sua cultura e valores.

A Lojacorr trabalha intensamente para expandir a atuação e o impacto na sociedade. “Estamos realizando fortes investimentos não somente para crescer mais que a média de mercado, mas para universalizar a cultura do seguro à toda população e fortalecer a profissão do corretor de seguros como profissional imprescindível para o desenvolvimento dos negócios e da sociedade”, afirma Dirceu Tiegs.

Objetivos ousados requerem uma organização à altura e a empresa tem trabalhado muito para construí-la, por meio de Conteúdo Digital e Educação; aceleração do processo de entrada de novos corretores na rede; e desenvolvimento de uma plataforma digital que permitirá ao corretor ofertar, de forma assistida, a maior parte dos seguros digitais do mercado a seus segurados. Foi implantada a agilidade em todos os níveis da organização e hoje funciona em grande parte como uma empresa digital, focada em produtos e jornadas, centrada no Corretor de Seguros.

Em um ano, a Rede Lojacorr cresceu de 75 para 175 pessoas, estando em todo o território nacional com 59 Unidades de Negócios. Nos últimos 12 meses, foram produzidos mais de R$ 1 bilhão em prêmios. 

“Evoluir nossa governança era apenas mais um passo planejado e necessário. Mudanças de posição fazem parte deste processo. Negócios mais complexos requerem processos mais sofisticados de gestão e divisão de responsabilidades para não perder o foco. Depois de 26 anos na empresa, sendo os últimos seis anos como CEO, movo minha atuação para o Conselho de Administração, para dar ainda mais solidez e aprofundar em questões estratégicas da empresa para as melhores tomadas de decisões”, afirma Diogo.

Como CEO da Lojacorr a partir de janeiro de 2023, Dirceu Tiegs trará sua visão ampla, construída em seus mais de 20 anos no mercado de seguros e seu trânsito irrestrito entre as seguradoras e os corretores, para fortalecer ainda mais a gestão e a entrega de valor da empresa, durante os próximos anos, que terão como tônica o crescimento exponencial. “Tudo para tornar real nosso propósito de elevar a consciência da população sobre a importância da proteção do seguro e do papel do corretor, ao orquestrar um ecossistema onde todos possam ter acesso, transacionar, aprender e inovar juntos. Sonho grande, organização grande”, finaliza o executivo.

Valor Econômico – companhias de seguro precisam se transformar e ir além de oferecer produtos 

Fonte: Valor

As grandes companhias de seguros vão precisar mudar a estratégia de ser uma organização voltada ao produto para uma que entenda o consumidor e busque atender suas necessidades, afirmou o CEO da seguradora Farmers, Jeffrey Dailey, em apresentação durante o InsureTech Connect (ITC), em Las Vegas. O executivo explicou que no processo de transformação da cultura de inovação da companhia a visão orientada ao produto precisou ser questionada.

“Na perspectiva da companhia, somos muito orientados ao produto. Mas na visão da equipe [de inovação] na verdade não importa tanto o produto que vendemos. A abordagem do time é entender a demografia dos consumidores e que os clientes têm coisas que eles querem que sejam feitas”.

Para o presidente e executivo-chefe de operações (COO) da Verisk, Mark V. Anquilare, as mudanças têm acelerado na indústria de seguros em meio a um cenário de combinação de fatores, como pandemia, guerra, catástrofes climáticas e comportamento de consumidores. “O momento é de aceleração da inovação, acho que as empresas precisam ser capazes de tomar risco e ser criativas, além de alimentar uma cultura de inovação”, avaliou.

Um dos pontos chaves para essa mudança está ligada ao relacionamento com os clientes. “O setor de seguros tem de conseguir ser mais rápido e mais ativo com os consumidores”, disse. Conforme Anquilare, a tecnologia ajuda as seguradoras a entender melhor os riscos, a precificação desses riscos e também as possibilidades de fraudes.

“Todo mundo [no setor] se tornou uma versão digital melhor de si mesmo após a pandemia. Mas é preciso acelerar e evoluir a maneira como usamos inteligência artificial, aprendizado de máquina e promover um engajamento digital [as organizações].”

Um dos desafios de uma grande seguradora em relação à inovação é justamente decidir deixar a zona de conforto negócio. “É realmente difícil para uma companhia grande investir em algo que será pequeno por algum tempo”, explicou Dailey. “Mas nós realmente precisamos ter uma missão e ser devotados a ela. No nosso caso, tem sido entender o consumidor e suas necessidades e acho que temos feito um bom trabalho em todos os tipos de trabalho.”

O CEO da Farmers citou iniciativas como a criação de uma equipe que faz resgates em eventos catastróficos. “Tenho orgulho de nosso trabalho em catástrofes, por exemplo, fomos pioneiros em manter uma frota para evacuações em casos de desastres. Nós literalmente enviamos um exército de pessoas da companhia para lidar com furacões ou incêndios florestais.”

Na visão do CEO da Farmers, “você tem de inovar continuamente, porque se não fizer isso haverá companhias que vão esmagar você”. No momento, reforçou Dailey, “é tentar entender o consumidor e para ele que estamos criando uma categoria de produtos”.