SulAmérica registra lucro de R$ 212,4 milhões no acumulado até setembro de 2022

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 49,2 milhões no terceiro trimestre, com queda de 82,5% frente a igual período de 2021. Em relação ao período imediatamente anterior, houve recuo de 61,5%. Em nove meses de 2022, o lucro alcançou R$ 212,3 milhões, com recuo de 41,6% comparado a igual período do ano passado. “Estamos vivendo um dos momentos recentes mais desafiadores no sistema de saúde suplementar e acreditamos que o maior e melhor alinhamento entre os agentes do setor irá permitir um crescimento sustentável consistente para os próximos trimestres e anos”, Ricardo Bottas, CEO da SulAmérica, em nota divulgada.

Mesmo em um período econômico ainda bastante desafiador para o setor de saúde, a SulAmérica segue em sua trajetória de crescimento, com melhoria nas receitas totais, aumento no número de beneficiários(as) e clientes em seguro de saúde, odonto, de vida e acidentes pessoais, além de maiores volumes de reservas de previdência e ativos sob gestão. Em paralelo, segue também recuperando seu resultado, apresentando melhora sequencial da sinistralidade consolidada, na comparação com o segundo trimestre de 2022, e ganhos de eficiência em despesas administrativas, como apontam os números do balanço trimestral da companhia divulgados nesta quarta-feira (9).

No trimestre, a companhia viu suas receitas operacionais crescerem 16,4%, impulsionadas principalmente pelo segmento de saúde e odonto. A base de segurados(as) deste segmento atingiu a marca de 4,9 milhões, aumento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas desta carteira também subiram, chegando a R$ 5,7 bilhões (aumento de 17% vs. 3T21).

Já a sinistralidade consolidada melhorou 1,2 p.p. na comparação com o 2T22, enquanto o índice de despesas administrativas foi de 6,0%, ganho de 1,8 p.p. na comparação com igual trimestre de 2021, o que configura um dos melhores índices da série histórica e reflete as iniciativas da Companhia na busca por maior eficiência operacional, melhor utilização de recursos e maior otimização de despesas. 

“Em saúde e odonto, a sinistralidade também melhorou 1.4p.p em relação ao trimestre anterior, mas segue acima dos níveis que consideramos regulares, impactados pelo comportamento de frequências e custos de procedimentos eletivos que permanecem em patamares elevados”, destaca o executivo.

“Nossa força comercial combinada com os ganhos de eficiência e a evolução positiva do resultado financeiro contribuíram para a melhora no resultado operacional antes dos impostos em relação a períodos anteriores. Também evidenciaram que as ações para retomada dos resultados às nossas referências do pré-pandemia indicam o caminho da recuperação nos próximos trimestres”, afirma Bottas.

No período que compreendeu julho a setembro, a Companhia registrou avanços em sua estratégia de Cuidado Coordenado, que oferece uma melhor experiência e uma jornada mais custo-efetiva, abrangendo diversas ações focadas no(a) beneficiário(a), com um NPS (Net Promoter Score) de 84, que segue em ótimo patamar.

Ainda buscando uma maior promoção de saúde, a SulAmérica fechou uma parceria inovadora e exclusiva com o Gympass, maior plataforma corporativa de bem-estar do mundo. Pela promoção, as empresas clientes dos planos de saúde da SulAmérica podem oferecer o acesso ao Gympass para seus(suas) colaboradores(as), sem custo adicional, em mais uma ação para promover acesso à Saúde Integral, combinando prevenção e incentivo ao cuidado para nossos(as) beneficiários(as). 

Também com foco em ampliar o acesso à saúde para cada vez mais pessoas, a SulAmérica segue avançando com a sua estratégia midticket, que busca oferecer produtos mais acessíveis, mas mantendo alta qualidade assistencial. Neste nicho, a linha de produtos Direto segue em franca expansão, somando cerca de 82 mil vidas no trimestre, praticamente dobrando de tamanho nos últimos 12 meses. A fim de alavancar ainda mais este portfólio, a Companhia lançou, em setembro de 2022, o Direto Mais, uma evolução da linha que passa a oferecer também uma solução com abrangência e cobertura nacional, disponibilizando uma rede assistencial inteligente e com excelente custo-efetividade para nossos(as) clientes. Além de uma rede ambulatorial e hospitalar de alta qualidade, os(as) beneficiários(as) do Direto Mais contam também com uma estrutura própria de gestão clínica e ações integradas com a área de Cuidado Coordenado. 

No segmento midticket, também vale destacar o desempenho da Paraná Clínicas, operadora semi-verticalizada da SulAmérica no Sul do País, que segue em plena evolução e cresceu 52% no número de beneficiários(as) em relação a 2021. “Destaco ainda o plano de expansão desta operação para outras regiões do Estado do Paraná, onde já estamos inaugurando nas próximas semanas e meses as novas unidades em Londrina, Maringá e Cascavel, que devem alavancar o crescimento de nossa estratégia no segmento do midticket nestas regiões”, enaltece Bottas.

Em seguro de vida e acidentes pessoais, as receitas operacionais atingiram R$161 milhões, crescimento de 15,2% na comparação com igual período do ano passado. Já na Previdência, as reservas somaram cerca de R$9,9 bilhões, crescimento de 6,7% em relação ao mesmo período de 2021. 

Na SulAmérica Investimentos, gestora de ativos do grupo SulAmérica, os números seguem animadores, chegando à marca recorde de R$54,6 bilhões em ativos sob gestão, número 29,7% maior do que o observado nesta mesma época do ano anterior e que reflete principalmente a boa dinâmica em recursos de terceiros, com boas captações nos fundos de crédito privado e foram responsáveis por destacar a SulAmérica Investimentos como a 2ª maior gestora e administradora de recursos independentes do Brasil.

A companhia conquistou marcos relevantes no que diz respeito aos aspectos ESG. Além de aderir ao Movimento Elas Lideram 2030, iniciativa do Pacto Global da ONU Brasil e da ONU Mulheres para engajar empresas na luta pela igualdade de gênero, a Companhia lançou, por meio do Instituto SulAmérica, o movimento #BemAmarelo para reforçar a importância da saúde emocional como forma de prevenção ao suicídio não apenas no mês de setembro, mas em todos os outros meses do ano. Outra importante iniciativa neste trimestre veio pela SulAmérica Investimentos, que aderiu ao Código Brasileiro de Stewardship (CBS), iniciativa para promover o senso de responsabilidade nos investidores institucionais e reforçar o compromisso de incorporar aspectos ESG na estratégia de gestão de ativos.

Coface prevê forte desaceleração do PIB brasileiro com crescimento de 0,2% em 2023

Fonte: Coface

A Coface, líder global em seguro de crédito comercial e em serviços especializados, prevê uma forte desaceleração do PIB brasileiro, em linha com desempenho da economia mundial que deve ser impactada pela recessão na Europa. A expectativa é que o Brasil encerre o próximo ano praticamente estável, com uma leve alta de 0,2%, após uma expansão do PIB projetada para 2022 de 2,6% e de 4,6% em 2021.

A América Latina como um todo também terá uma forte desaceleração, com avanços de 3,1% em 2022 e 0,9% em 2023, após expansão de 6,9% no ano passado. Para Argentina e Chile, a expectativa é de recessão, com quedas de -0,5% e -1% no PIB, respectivamente, no ano que vem.

Segundo Patrícia Krause, economista-chefe da Coface América Latina, a inflação permanece perto ou no pico na maioria dos mercados da região. Para ela, o aperto monetário nos países latino-americanos está chegando ao fim, mas seus efeitos serão sentidos em 2023.

“O que pesa na região são fatores comuns ao cenário externo. Ainda que seja esperada uma desaceleração, a inflação ainda vai estar elevada e continuará acima das metas nos países que adotam esse sistema. A taxa de juros seguirá alta e há uma expectativa de acomodação dos preços das commodities”, disse a economista no webinar “O aumento da inflação e das taxas de juros serão o gatilho para a queda da economia?” , realizado pela Coface Brasil.

Para a economista, essa conjuntura de taxa de juros elevada e acomodação de preços de commodities terá impacto na economia brasileira, mas há viés de alta para as projeções da Coface de crescimento do PIB tanto para este ano como para o próximo. “No Brasil, chegamos ao final do ciclo de alta de juros. O BC salientou que continuará monitorando o cenário e mudará de posição se for surpreendido, mas em princípio a ideia é que taxa continue em 13,75% pelo menos até o final do primeiro semestre, podendo lentamente haver alguma redução. Mesmo com uma queda dos juros no ano que vem, continuaremos, no entanto, com uma taxa real positiva ”, complementou.

Patrícia ressaltou, por outro lado, que as taxas de juros elevadas na região fazem soar o alerta sobre o nível de endividamento de empresas, famílias e do governo. “A América Latina até está com um nível de endividamento abaixo dos demais mercados emergentes. O que preocupa principalmente é o endividamento público aqui, que está acima da média dos emergentes em muitos países da região, incluindo o Brasil. Com certeza com a expectativa de desaceleração do crescimento no ano que vem, com os preços das commodities menos favoráveis, é um ponto de atenção como será a condução da política fiscal”, disse. “Apesar da insolvência ainda sob controle, há sinais de alerta no Brasil, como os índices elevados de endividamento das famílias e a alta da inadimplência das famílias e empresas”, acrescentou.

Europa e economia global

Para Patrícia, a chegada do inverno no final de 2022 coloca a Europa no centro da crise energética. Embora os países europeus tenham abastecido os estoques de gás para se proteger da interrupção dos fluxos russos, o volume pode não ser suficiente se o inverno for muito rigoroso. Nesse sentido, a expetativa é de recessão na Europa e desaceleração acentuada no resto do mundo. “Os estoques até se mantiveram elevados e, agora se aproximando o inverno, estão em um patamar de cerca de 94%, o que é bom. Há, entretanto, um custo de importação mais elevado e uma preocupação mais à frente porque o clima está ameno, mas pode chegar em dezembro, janeiro e fevereiro mais rigoroso e reduzir esses estoques mais rápido. Isso é um ponto importante e até como será a recomposição desse estoque para o ano que vem ”, afirmou a economista

Nas projeções da Coface, o PIB mundial, que fechou o ano passado com crescimento de 5,8%, deve avançar 2,8% em 2022 e 1,9% em 2023. No caso da Europa, países como Alemanha (-0,5%), Itália (-0,4%) e Reino Unido (-0,8%), por exemplo, devem registrar queda da atividade em 2023. Para os EUA, a previsão é de expansão de 1% e 1,7% em 2022 e 2023,  respectivamente, após avanço de 5,7% no ano passado.

A expectativa para China, por sua vez, é de alta de 3,2% neste ano e 4% no próximo, depois do crescimento de 8,1% em 2021. “Na China, é um dos poucos cenários em que esperamos alguma aceleração do crescimento, mas vemos riscos crescentes como o mercado imobiliário local, que ainda não apresenta uma reação significativa. Além disso, sabemos que o país continua com a política de Covid zero”, disse.

A inflação elevada, em especial nas economias avançadas, continua sendo um grande desafio. Em resposta à escalada de preços, os bancos centrais seguem aumentando as taxas de juros. “Há ainda uma pressão muito importante nos países avançados, quando olhamos a evolução mais recente da inflação no Reino Unido, Estados Unidos e a Zona do Euro. No Estados Unidos, a desaceleração da inflação tem sido mais lenta do que a esperada anteriormente. Outro ponto importante é que o núcleo da inflação mostra que ela está espalhada. Tudo isso reforça a política monetária de alta de juros nos mercados avançados”, analisou Patrícia.

Diante do cenário, segundo a economista, uma pergunta importante é como ficam as insolvências corporativas. Isso porque as medidas de apoio às empresas são, em geral, menos generosas do que durante a pandemia, ao mesmo em tempo em que a posição de caixa das empresas já está afetada pelo aumento dos custos de insumos e as condições de empréstimo bancário ficaram mais rígidas com a alta das taxas de juros. Além disso, o cenário aponta para uma demanda mais fraca, gerando queda nas receitas, e um aumento dos custos – ao contrário do que aconteceu durante a pandemia quando os fechamentos levaram a uma queda nos custos variáveis. “Assim, esperamos, sim, uma elevação das insolvências corporativas”, disse.

CNseg apresenta Open Insurance aos executivos da Fides, em Santiago

“O Brasil tomou a dianteira na implementação do Open Insurance e somos pioneiros no mundo de uma estrutura tão avançada para o setor de seguros”. Assim Dyogo Oliveira começou a sua apresentação sobre esta nova plataforma em processo de implementação no País para os conselheiros participantes da Assembleia da Fides – Federação Interamericana de Empresas de Seguros, em Santiago, no Chile.

Por decisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), as seguradoras brasileiras estão implementando um ambiente digital em que todas as operações de seguros poderão ocorrer.  A primeira fase do OPIN, que deu acesso as informações dos produtos, já foi concluída. Neste momento está em operação a fase de dois que é o carregamento de dados pessoais e produtos contratados. A previsão da Susep é que o OPIN esteja pronto para operar em setembro de 2023.

Dyogo ressaltou aos executivos da Fides que o desenho final do Open Insurance vai permitir que consumidores, seguradoras e corretores tenham as mesmas informações e realizar operações como cancelamento, contratação e portabilidade em um único ambiente. Para o presidente da CNseg e membro da Fides, o OPIN é uma grande transformação para os produtos de varejo de seguros. 

“Quais os resultados esperados? É ter uma maior competividade do setor e naturalmente uma queda dos preços, preços esses mais adequados ao perfil do cliente. Esperamos também que o acesso a produtos e canais tradicionais passem a ser cada vez mais digitais”, disse o presidente da CNseg na reunião em que estavam executivos da Costa Rica, Paraguai, Bolívia, Argentina, Venezuela, Chile, entre outros.

#FidesRio2023

Dyogo também compartilhou com os membros da assembleia detalhes da Fides Rio 2023, que acontecerá em setembro. Deu detalhes dos temas que serão debatidos e destacou a relevância dos participantes, da feira e dos negócios que ocorrerão durante este evento, considerado o maior encontro iberoamericano do setor.

GFIA: associação global de seguradoras tem agora uma mulher no comando

GFIA nova presidente

Susan K. Neely deixa de ser a vice-presidente para ser a nova presidente da Federação Global de Associações de Seguros (GFIA, na sigla em inglês), que representa as associações de seguradoras do mundo, em substituição a Don Forgeron. Ter uma mulher no comando da Federação já era esperado pelo setor, diante da importância da pauta da indústria de seguros, vista como muito conservadora e tradicional, em avançar na equidade de gênero. Como vice-presidente da GFIA desde novembro de 2020, Susan vinha atuando na comissão responsável por finanças e infraestrutura.

Susan, recebeu a notícia nesta tarde de quarta-feira, 9, durante a Assembleia Geral da GFIA, que acontece em Santiago, no Chile, juntamente com a reuniao do Conselho da Presidência e da Assembleia Geral da FIDES, lançamento da FIDES Rio 2023 pela CNseg e também a Conferência Anual da International Association of Insurance Supervisors (IAIS). “Ficamos felizes com a eleição da Susan e colocamos o Brasil e a CNseg completamente à disposição da GFIA para colaborar nos trabalhos da federação”, disse Dyogo Oliveira, presidente da CNseg.

Tim Grafton, executivo-chefe do Conselho de Seguros da Nova Zelândia, assumirá o cargo anterior de Neely como vice-presidente. Além disso, Norma Alicia Rosas, diretora geral da Associaciòn Mexicana de Instituciones de Seguros, que é membro da Federaciòn Interamericana de Empresas de Seguros, substitui Grafton como executiva de associação. Todos os cargos são de dois anos.

Neely comentou: “Estou honrada por ser eleita presidente da GFIA e estou ansiosa para aproveitar o sucesso de Don Forgeron na liderança da organização nos últimos dois anos. Don e outros líderes melhoraram significativamente a missão da GFIA de apresentar uma voz unificada em questões globais de seguros. Aproveitaremos esse momento em 2023 com um estudo explorando as lacunas de proteção e desenvolvendo recomendações de políticas com base em suas descobertas”, comentou em nota enviada pela GFIA.

“As seguradoras fazem contribuições importantes para as sociedades e economias em todo o mundo por meio da proteção que oferecem e dos investimentos que fazem. Juntos por meio da GFIA, avançaremos em soluções para os desafios de proteção contra riscos que os países enfrentam e trabalharemos com formuladores de políticas globais e normatizadores que buscam maneiras de ajudar seu povo a prosperar.”

A nova presidente da GFIA tem uma trajetória profissional intensa e invejável. Tanto que faz parte de uma seleta lista de pessoas mais influentes na liderança de associações. Ela é foi reconhecida em premiações duas vezes uma das “pessoas mais influentes” de Washingtonian e “100 mulheres mais poderosas de Washington”. Também recebeu o “Prêmio Luminar” da Diversity & Flexibility Alliance pela dedicação vitalícia à paridade, diversidade e inclusão de gênero.

Presidente e CEO da American Council of Life Insurers (ACLI), é descrita como uma criadora de mudanças. Ela tem um histórico de transformar indústrias, construir consenso e usar parcerias bipartidárias para revolucionar os negócios e a política. Em seu cargo na ACLI, a executiva lidera um setor cuja missão é ajudar as famílias a viverem melhor, alcançando segurança financeira. As empresas associadas da ACLI representam 94% dos ativos do setor e fornecem produtos e serviços de segurança financeira para 90 milhões de famílias.

Em uma missão tão complexa e difícil, Susan construiu pontes e desenhou parcerias inovadoras em política de segurança tributária e de aposentadoria, incluindo a aprovação do SECURE Act em 2019, a primeira legislação de segurança de aposentadoria aprovada em uma década. Sob sua liderança, a ACLI anunciou a formação de uma iniciativa histórica do setor, 360 Community Capital, para expandir exponencialmente a capacidade de investimento de impacto, começando com moradias acessíveis para atender às necessidades de comunidades carentes.

Antes de ingressar na ACLI, Susan liderou a American Beverage Association, onde ajudou empresas como Pepsi e Coca-Cola a navegar na guerra do açúcar, com parcerias improváveis ​​com a Iniciativa Global do presidente Clinton e a campanha Let’s Move da primeira-dama Michelle Obama. Antes disso, Neely foi assistente especial do presidente George W. Bush na linha de frente da criação do Departamento de Segurança Interna após o 11 de setembro, servindo como o primeiro secretário assistente do DHS para Assuntos Públicos. Antes da liderança da associação, foi consultora sênior de dois membros do Congresso, bem como do governador Terry Branstad de Iowa. Ela foi uma das primeiras mulheres nacionalmente a gerenciar uma campanha estadual.

Ela é ex-presidente do Comitê da Associação da Câmara de Comércio dos EUA de 100 das maiores associações comerciais e da Sociedade Americana de Executivos de Associações. Neely também foi eleita a primeira mulher presidente do Washington Rotary Club de 105 anos e do University Club de Washington, D.C., de 113 anos. Ingressou no Conselho de Consultores do Conselho Americano de Formação de Capital. Ela também atua como presidente do Congressional Coalition on Adoption Institute e como diretora do conselho da Global Child Nutrition Foundation.

Natural de Iowa, Susan possui graduação em jornalismo e civilização francesa pela Universidade de Iowa e mestrado em administração pública pela Drake University. Ela é mãe de dois filhos adultos, Eve e Ben.

Banco digital BV lança seguro para transações eletrônicas em parceria com a seguradora MAPFRE

Em parceria com a seguradora Mapfre, o banco BV anuncia o lançamento da cobertura para Transações Eletrônicas (TED, DOC e Pix) no seguro Cartão Protegido, com valores a partir de R$ 6,90 por mês. As opções são divididas em três planos – Clássico, Especial e Premium, com coberturas que podem indenizar o cliente em até R$ 10 mil de acordo com o plano contratado.

“O seguro Cartão Protegido já oferecia coberturas para casos como roubo, furto qualificado, perda, saque ou compra sob coação, bolsa protegida e sorteios. Com a nova cobertura para transações eletrônicas, reforçamos nosso papel de parceiro dos nossos clientes, trazendo serviços que trazem mais leveza e tranquilidade para a vida financeira das pessoas”, afirma Daniel Monteiro, diretor de Seguros do BV.

Assim como todos os produtos da MAPFRE, o seguro Cartão Protegido tem o objetivo de trazer segurança e confiabilidade para o dia a dia dos clientes. Por meio da parceria com o banco BV, ampliamos a capilaridade do produto em mais um canal de distribuição, permitindo que ainda mais consumidores tenham acesso ao serviço e com uma importante novidade, que é a cobertura para transações eletrônicas”, comenta Patrícia Siequeroli, diretora de Seguros Gerais e Empresas da MAPFRE.

A cobertura também vale para transações eletrônicas feitas em contas correntes de outros bancos. “O único requisito é que o usuário tenha um cartão BV e contrate um dos planos para ter acesso a essa e outras coberturas do seguro. Com isso, ele poderá acionar a cobertura caso o prejuízo aconteça, independente do banco”, complementa Monteiro.

Para prejuízos decorrentes de transações eletrônicas, o pacote Clássico oferece indenização de até R$ 2,5 mil; no plano Especial, de até R$ 5 mil; e no Premium, de até R$ 10 mil. Todos os planos oferecem cobertura para perda, roubo e furto qualificado, compra e saque sob coação, compra protegida, bolsa protegida (planos Especial e Premium), e para melhor preço (exclusiva do Premium) além de sorteios mensais de até R$ 30 mil.

Indenizações pagas pelo setor de seguros começam a arrefecer, segundo dados da CNseg

O volume de indenizações pagas pelas seguradoras à sociedade tem crescido num ritmo mais acelerado do que as vendas no acumulado do ano. O setor retornou à sociedade R$ 166,3 bilhões, quase 20% a mais do que em 2021, no mesmo período, revela a mais recente edição da Conjuntura CNseg, publicação da Confederação Nacional das Seguradoras. “Esse valor é significativo para o setor, tendo em vista que o o volume de indenização avança dois pontos percentuais a mais do que o volume de arrecadação do setor”, destaca o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira. Nos nove primeiros meses do ano, as seguradoras venderam R$ 265,1 bilhões, 18,1% acima do observado em 2021, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), consolidados pelos economistas da CNseg, sem Saúde e DPVAT).

A análise do mês de setembro mostra o retorno ao equilíbrio do índice de sinistralidade, com as indenizações consumindo 54% do faturamento, menor do que os 63% acumulados no ano. Em setembro foram mais de R$ 17 bilhões com indenizações, benefícios, resgates e sorteios, valor 4,5% superior ao de setembro do ano passado. Já o avanço das vendas chegou a 24,4% sobre o mesmo mês do ano passado, com R$ 31,8 bilhões. Segundo Oliveira, a previsão é de crescimento de vendas acima de 15% no encerramento do ano.

A CNseg lança neste mês uma abertura mais detalhada dos dados do setor. Em termos de crescimento, Oliveira destaca que houve um aumento expressivo de vendas do seguro automóvel (+ 41,6%) e do Rural (+39,5%). Acredita-se que o avanço dos números foi impulsionado pelos reajustes de preço para equilibrar as perdas crescentes dos últimos dois anos, tanto por impactos da inflação na carteira automóvel como pelos perdas geradas pelo clima no setor agrícola.

Oliveira acredita que com o Sistema de Registro de Operações (SRO), da Susep, previsto para entrar no ar em 2023, juntamente com o Open Insurance, será possível medir se há avanço na conquista de novos clientes de forma praticamente online, possibilitando uma melhor análise sobre o motivo do crescimento do faturamento do setor.

O presidente da CNseg vê o agronegócio como um segmento que tem muito a avançar no Brasil e por este motivo pautam as conversas da confederação e da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais) com o governo. “O seguro rural demostrou que é vital para a agricultura moderna. Os que tiveram perdas e receberam a indenização valorizam a proteção. Os que não tinha, perceberam o quanto é importante ter um seguro para minimizar as perdas diante das intempéries do clima”, comentou em entrevista em Santiago, Chile, onde cumpre uma agenda intensa para divulgar o mercado de seguros do Brasil e atrair a atenção do mundo. A cidade foi palco do lançamento da Fides Rio 2023, evento que acontece em setembro, organizado pela CNseg. 

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Ampliar a oferta do seguro rural para outras regiões está entre os desafios do setor, que pagou R$ 9,7 bilhões em indenizações de janeiro a setembro deste ano, para um volume de prêmios de R$ 10,5 bilhões. “Hoje o seguro rural está concentrado na região Sul e precisa chegar a outros importantes centros do agronegócio. As associadas da CNseg também buscam formas para mitigar os riscos diante da severidade do clima, mais intensa a cada ano”, comenta.  Outra pauta é discutir um novo formato para o fundo de estabilização do seguro rural diante das catástrofes, uma vez que o modelo atual não despertou o interesse das seguradoras na forma como foi concebido. “Em breve deveremos ter uma resposta do governo sobre este tema”, adiantou. 

Além de rural e automóvel, o setor avança na venda de vários outros produtos. O ramo patrimonial agora conta com aberturas por ramos, permitindo identificar tendências. Com venda de R$ 15,6 bilhões, alta de 23,3%, e indenizações de R$ 5,6 bilhões, recuou de 1,6%, é possível saber que o maior volume de vendas vem o nicho massificados, com R$ 10 bilhões, e grandes riscos, com R$ 4,9 bilhões e R$ 3,1 bilhões e R$ 2,1 bilhões, respectivamente.  

O presidente da CNseg acredita que ambos os segmentos devem ganhar força em 2023. Massificados em razão da esperada recuperação da renda da população e infraestrutura pela retomada do investimento público do governo, segundo notícias veiculadas sobre a gestão da equipe do futuro presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O investimento público ficou por volta de R$ 20 bilhões em 2022. Para se ter uma ideia, em 2014 superou R$ 50 bilhões. O Brasil precisa de melhoras na infraestura para suportar o crescimento e por isso acreditamos que teremos mais investimentos privados e a volta das parcerias públicos privadas”. 

Oliveira chama a atenção para o acumulado até setembro de 2022. Esses produtos foram responsáveis por quase a metade de todo o crescimento nas buscas por proteção pelo setor de seguros (sem Saúde e DPVAT) em relação a 2021. “Dentro dos seguros patrimoniais um dos destaques é o seguro residencial, que ganhou adesão durante a pandemia quando boa parte dos empregadores implementaram o home-office como consequência do isolamento social, que vem mantendo sua trajetória positiva desde então”.  

O seguro residencial, em setembro de 2022, pagou R$ 112,4 milhões em indenizações, avanço de 22,9% em relação a 2021. Em nove meses, já foi pago quase R$ 1 bilhão, 39% a mais do que no mesmo período do ano passado. Em termos de demanda pelo produto, o residencial chegou ao seu pico histórico em setembro, com R$ 433,3 milhões arrecadados, uma evolução de 24,5% em relação a 2021. No acumulado nos nove primeiros meses do ano, a arrecadação já soma R$ 3,3 bilhões, resultado 16,9% superior àquele do ano passado.

O presidente da CNseg explica que o seguro residencial oferece proteção completa para a moradia do segurado, cobrindo reparo ou reconstrução da moradia caso esta tenha sido danificada ou destruída por algum evento coberto, reposição ou reparo de bens, responsabilidade civil familiar – que é o reembolso de quantias pelas quais o segurado vier a ser responsável, em casos de danos causados involuntariamente a terceiros – entre outras coberturas.

“Esse tipo de seguro oferece também serviços emergenciais com assistência 24 horas, o que inclui a disponibilização de eletricistas, encanadores e até de técnicos que fazem reparos nos mais variados eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos. Há também serviços de conveniência, a exemplo de limpeza de caixa d´água, check-up residencial, assistência veterinária para animais de estimação, reparo de bicicletas, entre outros”, afirma. 

Os dados detalhados podem ser acessados no portal da CNseg, na aba “estatísticas”.

Índice de concentração do mercado de seguros é baixo, afirma presidente da CNseg

O índice de concentração do mercado de seguros brasileiro é baixo, apesar da ideia dos próprios agentes considerar que é elevado. “Realizamos um estudo com reconhecida eficácia que mede o grau de concentração de mercados conhecido como Índice de Herfindahl-Hirschman (HHI). O indicador até 15% considera baixa concentração, entre 15% e 25% moderada e acima de 25%, alta concentração. Considerando-se todos os segmentos, exceto saúde, temos 146 seguradoras disputando cada centímetro do mercado. O indicador ficou em 12,8% em 2016, caiu para 11,5% em 2017 e ficou estavam em 10% desde então, até agosto último”, explica Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg, a confederação nacional das seguradoras.

Pelas métricas do indicador HHI, o mesmo usado pelo Departamento de Justiça dos EUA, conclui-se que a maioria dos grupos de produtos do setor segurador nacional analisados apresenta baixa concentração e poucos têm níveis de concentração que podem ser considerados acima do padrão normal: Habitacional, Rural e Marítimos e Aeronáuticos, todos estes do segmento de Danos e Responsabilidades, com 82 seguradoras ofertando produtos aos clientes.

Segundo Oliveira, ramos como Seguro Habitacional, com 20 seguradoras, e no Rural, com 35, há influência do modelo histórico brasileiro, com presença relevante do poder público e de agentes de controle estatal. Já o segmento de seguros marítimos e aeronáuticos), a concentração é justificada pelos valores envolvidos, que requerem muita especialização e elevado uso de resseguro facultativo. Somente em seguro rural, a BB Seguros, do Banco do Brasil, detém quase 70% de market share, em razão do banco dominar 60% dos financiamentos para este nicho.

Automóvel, um segmento que muita vezes os corretores se queixam da concentração, o índice mostra baixa concentração. Temos muita competitividade neste segmento com empresas brasileiras e estrangeiras disputando cada cliente com novos produtos e um atendimento diferenciado aos corretores e clientes. É preciso investir para ser competitivo em seguro de carro no Brasil, pois as líderes detêm tecnologia de ponta para manter suas participações no mercado. Aliás, algumas delas são tão diferenciadas, que a operação serve de exemplo para outros países”, afirmou.

Em coberturas de pessoas, com 96 seguradoras na disputa, o indicador mostra concentração moderada, puxada pelos produtos VGBL e PGBL, basicamente distribuídos por bancos, com HHI de 22,4%, com 25 empresas na disputa. Já em seguro de vida, o indicador recua para 8,8%, com 80 competidores. Em capitalização, com 16 empresas atuantes, boa parte delas ligadas a bancos, o indicador é de 13,8%.

Segundo Oliveira, um mercado de seguros saudável é parte fundamental de uma agenda de crescimento sustentável da economia e de evolução do bem-estar social. “O tema da concorrência no setor de seguros tem despertado interesse crescente e estudos medindo o grau de concentração dos mais diversos produtos do setor passarão a ser mais frequentes. Os líderes estão sempre pressionados pela entrada de novos concorrentes. As barreiras de entrada para atuar em seguros no Brasil são baixas, com requerimentos de R$ 5 milhões. Mesmo em segmentos com alta concentração, como o crédito habitacional, a legislação trouxe medidas que obrigam mais de duas ofertas aos clientes na tomada do crédito, o que mostra que a concorrência é decisiva para manter os negócios”.

MAG Seguros é reconhecida novamente como uma das empresas mais inovadoras do mercado

Fonte: MAG

A MAG Seguros acaba de receber mais dois importantes reconhecimentos do mercado. A seguradora — especializada em vida e previdência, sendo a mais longeva do país com 187 anos de atuação ininterrupta — ganhou destaque e se consagrou na 2ª posição no quesito Inovação e em 4° em Visão de Futuro, segundo o anuário Época 360°. A empresa também subiu duas posições na classificação das 50 maiores seguradoras do país em faturamento, ficando em 20º lugar.

“Mais uma vez, demonstramos que a inovação é um dos nossos pilares, não sendo algo pontual ou inesperado — mas, sim, um aspecto marcante da nossa cultura corporativa”, afirma Helder Molina, CEO da MAG Seguros. “Ao longo de quase dois séculos, a companhia vem buscando novas possibilidades e moderniza seus processos, de forma a oferecer o melhor para os nossos clientes, corretores, parceiros e beneficiários. Continuaremos sempre em busca desta excelência, a fim de acompanhar o espírito do nosso tempo”, comenta o executivo.

Uma das três empresas mais longevas do Brasil, no decorrer dos últimos anos, a MAG Seguros investe fortemente e de forma contínua em inovação e tecnologia. O objetivo é desenvolver e entregar soluções que promovam melhores experiências e negócios para os diversos públicos atendidos pela companhia — como corretores, parceiros, clientes e colaboradores.

Outras iniciativas da MAG também contribuíram para o destaque da empresa, como a criação da WinSocial, plataforma digital que permite oferecer seguros personalizados a pessoas com doenças crônicas, público que, em geral, não encontra este tipo de oferta no mercado. Outro exemplo é a Simple2u, seguradora 100% digital voltada à comercialização de seguros sob demanda em que é possível simular o período de uso do produto contratado.

Planos de previdência somam R$ 41,7 bilhões – alta de 19% no 3° trimestre de 2022

Fonte: Fenaprev

Os planos de previdência privada continuaram a crescer no Brasil no terceiro trimestre de 2022, alcançando R$ 41,7 bilhões e alta de 18,8% sobre o mesmo período do ano anterior. Já nos nove primeiros meses de 2022 os valores superaram os R$ 115,6 bi, montante 15% maior do que em 2021. Os dados são de levantamento realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi.

Ainda no terceiro trimestre houve R$ 30 bilhões em resgates, que vêm registrando menor crescimento e cujo resultado impacta positivamente a captação líquida dos planos, de R$ 11,6 bilhões, e que obteve alta de 41,4% e no mesmo período comparado ao ano passado.

Atualmente, o setor de previdência privada conta com R$ 1,2 trilhão de ativos no Brasil, o equivalente a 12,5% do PIB.

VGBL é o preferido dos brasileiros

Dentre os planos, o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) continua como o produto de maior volume de aportes entre os participantes brasileiros, com R$ 38,9 bilhões em prêmios e contribuições, e crescimento 19,8% acima do resultado apresentado em 2021.

Na sequência vêm o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), com R$ 2,6 bi acumulados, e os planos tradicionais e FAPI que registraram R$ 199 milhões em captação bruta. Os números são do levantamento da Fenaprevi e consideram o terceiro trimestre de 2022 sobre o mesmo intervalo do ano anterior.

Grupo Primo lança a gestora de investimentos Grão com fundo de previdência privada da Icatu

Luciano Snel_CEO Icatu

Fonte: Icatu

A Icatu foi escolhida para o lançamento do Arca Grão, fundo de investimentos da Grão, que pertence ao Grupo Primo. Inédito no mercado, a modalidade terá aporte inicial mínimo de R$100 e será voltada para investidores com foco no médio e longo prazo, tendo como objetivo superar o CDI e gerar ganhos acima da inflação, com risco avaliado entre moderado e arrojado. O novo fundo está sendo comercializado pela Grão de forma exclusiva junto a Icatu, que é a seguradora responsável por cuidar e fazer a manutenção do plano de previdência, além de estar disponível para todos os parceiros e canais da companhia.

O fundo ARCA oferece uma metodologia inovadora de investimentos, inédita no Brasil, idealizada por Thiago Nigro, CEO e fundador do Grupo Primo. Com foco em diversificação, utiliza quatro classes de ativos financeiros (Ações Brasileiras, Real Estate – representada pelos fundos imobiliários, Caixa – ativos de renda fixa – e Ativos internacionais) visando proteger o patrimônio a médio e longo prazo.

“Com o novo fundo, além de ter acesso a todas as vantagens de um veículo de previdência, como benefícios tributários e sucessórios, o investidor vai contar com uma estratégia de alocação com eficiência, testada em 9 países diferentes, que confirma que a metodologia ARCA supera o ativo livre de risco e a inflação em todos os países listados. O Fundo ARCA vai aliar esse sucesso da estratégia com a escolha dos principais gestores do Brasil para cada uma das classes. Não há fundo similar no mercado”, explica Thiago Nigro.

A Icatu conta com o mais robusto e diversificado marketplace de previdência do mercado, com mais de 400 fundos de 130 renomadas gestoras do país. Ao longo dos últimos anos, por meio de forte investimento em tecnologia, a companhia expandiu seu portal de API’s, infraestrutura, arquitetura de dados e ferramentas, que permitiu aos parceiros integrarem seus sistemas de forma simples, com maior eficiência e soluções, possibilitando a Icatu de atingir cada vez mais canais, parceiros e clientes.

“Fomos escolhidos por oferecer tecnologia e serviços que entregam melhores experiências, jornadas e serviços aos clientes. E o lançamento do fundo Arca Grão é mais uma iniciativa importante na ampliação do alcance da previdência privada e democratização ao acesso à serviços de proteção e planejamento financeiro para todos os brasileiros, sendo essa a sinergia de propósitos que moveu a parceria entre as duas empresas”, afirma Luciano Snel, CEO da Icatu.

Inclusão financeira 

No Brasil, apenas 15% da população economicamente ativa possui algum produto de previdência, dos quais, 87% dos investimentos estão nos cinco grandes bancos tradicionais do mercado. “A Grão tem como filosofia a busca pela transformação do mercado de investimentos no Brasil. Queremos disponibilizar aos nossos clientes produtos com taxas justas, estratégias diversificadas e que reúnem benefícios que são realmente bons para os investidores. O nosso foco é o cliente. Queremos atuar com transparência, oferecendo produtos que realmente sejam benéficos para cada público alvo. Assim, poderemos construir um mercado mais justo, contribuindo para a educação financeira e prosperidade dos nossos clientes no longo prazo”, afirma Mônica Saccarelli, cofundadora e CEO da Grão.

A Grão planeja fechar 2022 com um volume entre R$500 milhões e R$1 bilhão sob gestão. É possível adquirir o fundo ARCA no site e no aplicativo da Grão, disponibilizado nas lojas App Store e Play Store.