Icatu Seguros anuncia Bernardo Carneiro como CTO para acelerar a digitalização do negócio

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A Icatu Seguros anuncia um relevante reforço para a sua área de tecnologia com a chegada de Bernardo Carneiro como Chief Technology Officer (CTO). Este movimento combinará a vasta experiência do Bernardo com a visão de longo prazo da companhia, baseada em dados, inteligência artificial, automação e arquitetura tecnológica escalável.

Nos últimos cinco anos, a companhia investiu mais de R$ 2 bilhões em tecnologia e inovação, com foco na modernização de plataformas, integração de sistemas, evolução da arquitetura digital e uso estruturado de dados para apoiar decisões estratégicas, desenvolvimento de produtos e melhoria contínua da experiência de clientes, parceiros e corretores.

O objetivo da seguradora é que a tecnologia se consolide como um elemento estruturante do negócio e esteja conectada diretamente às prioridades de produtos, canais e processos. “Avançamos para um modelo em que tecnologia é parte indissociável da estratégia. A nossa capacidade de escalar, inovar e responder à complexidade do mercado depende de uma base tecnológica sólida, integrada, flexível e pensada para o longo prazo”, afirma Luciano Soares, CEO da Icatu Seguros.

Esse aprofundamento da agenda tecnológica se traduz em iniciativas que combinam eficiência operacional, inovação em produtos e ampliação de capacidades digitais. A Icatu foi a primeira seguradora do país a oferecer portabilidade digital e aportes via Pix em previdência, além de desenvolver soluções baseadas em inteligência artificial para apoiar incialmente corretores – como por exemplo a A.V.I. (Assistente Virtual da Icatu), primeira assistente IA com gestão da carteira de clientes.

Entre os projetos pioneiros estão ainda o uso de modelos avançados de dados e machine learning para avaliação de risco, precificação mais precisa e desenho de coberturas, além da ampliação do uso de inteligência artificial generativa em processos operacionais e atendimento.

Liderança técnica alinhada à estratégia de longo prazo

Bernardo Carneiro tem mais de 25 anos de experiência no desenvolvimento de produtos digitais e na condução de transformações tecnológicas em larga escala. Formado em Informática pela PUC-Rio, com pós-graduação em Gerência de Projetos de Software e passagem pela Universidade de Oxford, o executivo construiu sua trajetória liderando times de engenharia e produto em empresas de tecnologia e plataformas digitais como Vivo, Fast Search (Microsoft), Peixe Urbano, Zap/VivaReal, OLX e PicPay.

“Meu papel aqui é ajudar a transformar tecnologia em vantagem competitiva real, por meio de uma estrutura eficiente e organizada. Isso passa por arquitetura bem pensada, decisões orientadas por dados e uma cultura que trate produto e engenharia como parte do coração do negócio, não como áreas isoladas”, afirma Bernardo Carneiro.

Segundo o executivo, o foco da nova etapa está em construir bases sólidas para o futuro. “Inovação não é só lançar coisas novas. É criar sistemas que escalam, que se conectam e que permitem à empresa evoluir de forma consistente ao longo do tempo. A Icatu já vem fazendo isso, e meu desafio é acelerar esse caminho”, reforça.

Tokio Marine cresce 11% na região Nordeste em 2025

A Tokio Marine Seguradora anuncia crescimento de 11% em 2025 na produção da Regional Nordeste, que atende os estados de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe. Com destaque para os produtos Garantia (320,2%), Riscos Digitais (108,6%), Risco de Engenharia (53,2%), E&O (45%), RC Geral (38,7%) e Condomínio (26,5%), a regional alcançou a marca de quase R$ 640 milhões em faturamentono ano passado.
 

Para o Diretor Comercial Regional Nordeste da Tokio Marine, Ronaldo Dalcin, os resultados são consequência direta de uma estratégia clara de especialização, disciplina comercial e investimento consistente em pessoas. “Crescer em um ambiente cada vez mais competitivo exige muito mais do que volume. Exige conhecimento, preparo técnico e capacidade de execução. A Tokio Marine vem investindo fortemente na capacitação e especialização de seus Corretores e equipes, pois acreditamos que o diferencial competitivo sustentável está nas pessoas”, afirma.
 

Segundo Dalcin, esse direcionamento estratégico permitiu à Regional Nordeste manter crescimento de dois dígitos mesmo em um cenário extremamente desafiador, além de posicionar a região como destaque nacional no agrupamento de Produtos PJ, na visão dos últimos 12 meses, conforme os dados mais recentes da Susep. “Esse reconhecimento não é circunstancial. Ele reflete um modelo de atuação baseado em eficiência operacional, inteligência comercial e aprofundamento técnico dos nossos parceiros”, reforça.
 

Para 2026, o executivo avalia que o nível de exigência do mercado será ainda maior. “O próximo ciclo será marcado por margens mais pressionadas e decisões mais estratégicas. Nesse contexto, só terão espaço aqueles que estiverem preparados. A Tokio Marine vem se antecipando a esse movimento, investindo continuamente em treinamento, especialização por produto e no aculturamento da venda consultiva, sempre buscando uma carteira mais diversificada”, destaca.
 

Dalcin ressalta que produtos como Empresarial, Garantia, Frotas, RC Geral, Fiança e Vida seguirão como pilares relevantes de crescimento, porém com uma abordagem cada vez mais técnica e segmentada. “Nosso papel é preparar e apoiar o Corretor para atuar com profundidade, segurança e diferenciação. Seguiremos oferecendo suporte próximo, inteligência de mercado e soluções que gerem valor real para Clientes e Parceiros”, conclui.

HDI Seguros lança plataforma de benefícios e amplia experiência do seguro além do sinistro

A HDI Seguros, marca do Grupo HDI – um dos maiores conglomerados seguradores do país –, anuncia o lançamento do Aproveite+, uma nova plataforma de benefícios que amplia a usabilidade do seguro para além dos momentos de sinistro e assistência. A iniciativa reforça a estratégia da companhia de agregar valor ao produto por meio de serviços e vantagens voltadas ao uso cotidiano dos segurados.

Disponível no Portal do Segurado, o Aproveite+ reúne descontos exclusivos em diversos parceiros — incluindo Zletric, Localiza, Autoglass e Airport Park do Aeroporto Internacional de Guarulhos — ampliando ainda mais as opções de benefícios para os segurados. A iniciativa oferece economia e conveniência em serviços que fazem parte da rotina dos clientes. Os benefícios disponíveis podem variar conforme o produto contratado, e todas as condições podem ser consultadas diretamente na plataforma antes da utilização.

Segundo Carla Oliveira, diretora de Produto Auto do Grupo HDI, a proposta é ampliar o papel do seguro na rotina dos clientes. “A plataforma reforça nosso objetivo de estar presente não apenas em situações imprevistas, mas também no dia a dia, com vantagens que geram economia e conveniência”, afirma a executiva.

A solução já era utilizada pelos segurados da Yelum, outra marca do Grupo HDI, e passa agora a integrar também o portfólio de benefícios da HDI Seguros. Com o lançamento, a companhia avança no posicionamento das marcas e fortalece uma proposta focada na centralidade do cliente, combinando proteção, serviços e benefícios em uma experiência mais simples e próxima.

Itaú formaliza novo contrato de call center com Porto Seguro Atendimento

O Itaú Unibanco Holding comunicou aos acionistas e ao mercado a formalização de um contrato de prestação de serviços de call center entre a Itaú Corretora de Seguros  e a Porto Seguro Atendimento. A operação envolve partes relacionadas, uma vez que o Itaú é acionista relevante da Porto Seguro, relação societária estabelecida desde 2009, quando o banco passou a deter participação estratégica no capital da seguradora.

Desde então, a parceria entre Itaú e Porto Seguro tem sido aprofundada de forma consistente, com foco na distribuição de seguros por meio da rede bancária, no desenvolvimento conjunto de produtos e no ganho de escala operacional. A aliança é considerada uma das mais relevantes do mercado segurador brasileiro, ao combinar a capilaridade e a base de clientes do Itaú com a expertise técnica e operacional da Porto Seguro.

De acordo com o Itaú, diversas empresas do conglomerado contratam serviços de call center, inclusive de fornecedores terceirizados que não são partes relacionadas. No caso específico da Itaú Corretora, a opção pela Porto Seguro Atendimento levou em conta a experiência acumulada da empresa em operações de venda e pós-venda de seguros, além do histórico de integração operacional entre as duas organizações.

Pelo contrato, a Porto Seguro Atendimento será responsável pela comercialização de seguros residenciais e de automóveis ofertados pela Itaú Corretora, além do atendimento de pós-venda, que inclui alterações de apólices, cancelamentos e renovações.

Em comunicado, Gustavo Lopes Rodrigues, diretor de Relações com Investidores do Itaú, destacou que a contratação contribui para maior assertividade no contato com os clientes, potencializa o volume de vendas e reduz os riscos inerentes à operação. Segundo ele, a iniciativa reforça a eficiência do modelo de parceria e está alinhada à estratégia do conglomerado de buscar ganhos operacionais e melhor experiência para o cliente final.

Tensões na Venezuela reacendem riscos para seguradoras globais

Com agências internacionais

Os recentes desdobramentos políticos e militares na Venezuela voltaram a colocar o país no radar do mercado global de seguros, especialmente em linhas especializadas de não vida, como marítimo, aviação e crédito comercial. Em comunicado, a Morningstar DBRS avalia que, mais do que a exposição direta ao país, o principal risco está nos efeitos regionais, com potencial impacto sobre portos, rotas marítimas e o espaço aéreo do Caribe.

A escalada da tensão inclui a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e na nomeação da vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina, além do controle das exportações de petróleo venezuelano e da apreensão de navios-tanque. Segundo a agência de rating, esse conjunto de eventos amplia o risco geopolítico na região e tende a afetar cadeias logísticas, transporte internacional e fluxos comerciais.

De acordo com a Morningstar DBRS, a propagação dos riscos para além das fronteiras venezuelanas pode levar à reprecificação de prêmios, ao endurecimento de termos e condições contratuais e à redução da capacidade de resseguro disponível, com impacto direto sobre a rentabilidade e a volatilidade das seguradoras expostas a essas linhas.

No seguro de crédito, a exposição direta ao país segue limitada, mas o aumento das tensões eleva o risco de perdas em carteiras especializadas e de disputas associadas a regimes de sanções internacionais. Esses fatores podem, de forma gradual, pressionar os perfis de risco de seguradoras com atuação relevante na América Latina e no Caribe.

“Para seguradoras diversificadas, o impacto é administrável. Para grupos mais concentrados, os eventos reforçam que o risco geopolítico é persistente e volátil, exigindo gestão ativa e contínua”, afirma Marcos Alvarez, analista da Morningstar DBRS, ao portal portugues ECO.

Mercado doméstico encolhido

A Venezuela já era classificada, historicamente, como um mercado de alto risco, em função da crise econômica prolongada, inflação elevada, controles cambiais, sanções internacionais e insegurança jurídica. Como resultado, a maior parte dos grupos seguradores globais reduziu significativamente ou encerrou suas operações no país ao longo da última década.

Entre as grandes companhias estrangeiras, apenas a Mapfre mantém presença relevante, com cerca de 6% de participação de mercado. Outras deixaram o país anteriormente. Em 2019, a Liberty Mutual vendeu a Seguros Caracas ao grupo liderado pelo empresário chileno Isidoro Quiroga. A companhia ocupa atualmente a segunda posição do mercado, com aproximadamente 20% de participação. No mesmo ano, a Zurich vendeu sua operação local a um grupo venezuelano, que passou a operar sob a marca Real Seguros.

O mercado segurador venezuelano movimentou, em 2024 e 2025, o equivalente a cerca de € 1 bilhão. O valor, no entanto, é fortemente distorcido pela inflação elevada e pela volatilidade do bolívar, o que dificulta comparações em moeda local. Enquanto os prêmios apresentam crescimento expressivo em bolívares, há retração quando convertidos para dólares, em função da desvalorização cambial.

O seguro automóvel responde por cerca de 40% do volume total de prêmios. Os seguros patrimoniais representam aproximadamente 25%, saúde, 15%, e vida, cerca de 12%.

Os principais operadores do mercado são empresas privadas, sem vínculos diretos com o regime político, segundo fontes locais. A líder é a Mercantil, com 26,5% de participação, seguida pela Seguros Caracas, com 20%, Internacional de Seguros, com 6,1%, e Mapfre, com 5,6%. As cinco maiores seguradoras concentram cerca de 61% do mercado, enquanto as dez principais respondem por aproximadamente 80%.

EZZE Seguros bonifica o Corinthians pela conquista da Copa de Brasil em 2025

ezze seguros Corinthians

A EZZE Seguros, patrocinadora do time profissional masculino do Corinthians e uma das principais companhias seguradoras do país, concedeu hoje (8/1/26) uma bonificação de R$ 4 milhões ao clube pela conquista da Copa do Brasil. O prêmio está previsto no contrato de patrocínio, iniciado em 2024.

“A EZZE Seguros sempre esteve ao lado do Corinthians, em todos os momentos. Acreditamos nesta parceria para divulgar a cultura do seguro no Brasil. Reconhecemos o potencial da equipe, dos jogadores e estamos confiantes que novas conquistas virão nesta temporada”, afirma Richard Vinhosa, CEO da EZZE Seguros.

Para o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, a parceria tem papel estratégico no momento vivido pelo clube. “Essa parceria entre o Corinthians e a Ezze é importante para essa caminhada de reestruturação do clube. É importante para os dois lados. Premia uma conquista importante, que é a Copa do Brasil.”

O prêmio foi entregue durante cerimônia realizada no Parque São Jorge, sede social do clube. Na avaliação de Ivo Machado, vice-presidente executivo da EZZE Seguros, o título também impulsiona a temporada esportiva e a presença da marca no futebol. “Este é um título motivante para a temporada. A Ezze entra com força no futebol. O Corinthians é um time de massa e com história secular. Estamos ao lado do Timão.”

O bônus está atrelado à performance esportiva do time no ano passado, que venceu a disputadíssima Copa do Brasil. O Corinthians conquistou o torneio nacional pela quarta vez – 1995, 2002, 2009 e 2025.

Sobre a EZZE Seguros – Empresa 100% brasileira fundada há mais de seis anos, com certificação pelo terceiro ano consecutivo de GPTW – GreatPlaceToWork, autoridade global no mundo do trabalho. É considerada uma das companhias de seguros mais rentáveis no país.

Na foto, da esquerda para a direita: Diego Azevedo, Vice-Presidente Comercial da EZZE, Ivo Machado, Vice-Presidente Executivo da EZZE, Bruno Cals, Vice-Presidente Financeiro da EZZE, Osmar Stabile, Presidente do Corinthians, Henry Soares, Gerente de Marketing da EZZE.

Mapfre atualiza marca global e reposiciona identidade para refletir nova fase do grupo

A Mapfre passa a adotar, a partir de hoje, uma nova identidade visual. A mudança marca o primeiro reposicionamento da identidade do grupo em mais de 40 anos e inaugura uma nova fase da seguradora, que se aproxima do seu centenário com um olhar ainda mais atento à proximidade com as pessoas, à simplicidade e à construção de relações de longo prazo.
 

O rebranding traduz a transformação vivida pela companhia nos últimos anos, período em que a Mapfre evoluiu seu modelo de atuação, sua cultura e a forma de se relacionar com clientes, parceiros e a sociedade. Impulsionada pela digitalização e por mudanças nos hábitos de consumo, a companhia consolidou uma atuação mais ágil, acessível e orientada ao futuro, movimento que agora se expressa também na forma como a marca se apresenta visualmente.

O reposicionamento é resultado de um trabalho iniciado em 2024, que incluiu diagnóstico de marca, pesquisas de percepção e a participação de lideranças de diferentes países, incluindo o Brasil. O estudo confirmou a forte associação da Mapfre a valores como confiança, solidez e credibilidade e apontou a necessidade de atualizar a identidade visual para refletir, de forma mais contemporânea, o estágio atual da companhia e suas ambições para os próximos anos.
 

“A Mapfre passou por uma transformação profunda ao longo dos anos, e entendemos que este era o momento de atualizar a nossa identidade à fase atual da companhia”, afirma Felipe Nascimento, CEO da Mapfre no Brasil. “A nova marca respeita a trajetória da Mapfre e o legado que construímos, mas expressa melhor quem somos hoje e como queremos seguir atuando, sempre próximos das pessoas”, explica o executivo.
 

Hoje somos uma companhia diferente daquela que éramos há apenas uma década”, destaca Antonio Huertas, presidente global da Mapfre. “Nos transformamos e estamos preparados para competir melhor no mundo digital e, como sempre, priorizando as pessoas. Isso não vai mudar; o que evolui é a marca, para refletir melhor tudo o que somos agora e enfatizar ainda mais o quanto nos sentimos próximos dos clientes e de suas necessidades”, afirma. 
 

Principais mudanças

Entre os principais elementos da renovação está a simplificação do logotipo, que passa a ser apresentado em letras minúsculas e formas arredondadas com a intenção de tornar a marca mais leve e menos rígida. O vermelho, cor histórica da companhia, foi mantido e ganhou mais intensidade, se destacando como um dos principais elementos de diferenciação da Mapfre no setor.
 

O trevo, símbolo da marca há mais de 40 anos, também foi redesenhado. A nova versão preserva seu significado original, associado à proteção e à solidez, mas agora incorpora conceitos como crescimento, movimento e proximidade, em linha com a estratégia de longo prazo do grupo.
 

Segundo Felipe Nascimento, o reposicionamento reflete a forma como a companhia já se relaciona com seus públicos. “A nova marca nasce de uma reflexão sobre quem somos hoje, como nos conectamos com as pessoas e como queremos ser percebidos daqui para frente”, afirma. “É uma identidade mais simples, mais próxima e coerente com a experiência que já oferecemos no dia a dia”, explica o CEO. 
 

Visão de negócios
 

A atualização da marca acompanha a evolução do modelo de negócios da Mapfre num momento em que o mercado de seguros passa por transformações. A ampliação da presença internacional, o avanço da digitalização e a oferta de soluções multiproduto fazem parte de uma estratégia voltada à eficiência, escala e relevância nos diferentes mercados em que a companhia opera. Atualmente, o Brasil responde por quase um quarto (24%) do lucro global da Mapfre e se consolidou como a segunda principal operação fora da Espanha.
 

O novo posicionamento também se apoia em uma personalidade de marca mais definida. A Mapfre se apresenta como uma aliada no progresso das pessoas e das empresas, combinando inspiração e flexibilidade. A proposta é reforçar o papel da companhia como parceira de longo prazo, capaz de antecipar necessidades, oferecer soluções relevantes e acompanhar clientes em diferentes momentos da vida.
 

“O reposicionamento mantém a essência da Mapfre, baseada no cuidado, na proteção e na confiança, mas a projeta para um cenário mais simples, próximo e fácil de ser compreendida”, explica Nascimento. “O propósito permanece o mesmo, cuidar do que é importante para as pessoas, mas agora expresso por uma identidade pensada para funcionar em um ambiente global, digital e cada vez mais orientado à experiência”, afirma. 
 

A implementação da nova marca será gradual e acontecerá nos 38 países onde a Mapfre opera, abrangendo comunicação institucional, canais digitais, espaços físicos e materiais corporativos.

Transição verde em foco: 69 países são avaliados pela Allianz por desempenho e ritmo de avanço

Allianz

Dez anos após o Acordo de Paris, a transição verde global chega a um momento decisivo. O mais recente relatório da Allianz Research, “Uma década após Paris: progresso, paralisia e a corrida para o net zero”, mostra que, embora o avanço varie amplamente entre os países, muitos estão progredindo mais rapidamente do que se supõe.

O relatório se baseia nos resultados do Green Transition Tracker, da Allianz Research, que avalia 69 países em cinco indicadores: intensidade de carbono, intensidade energética, emissões per capita territoriais e baseadas no consumo, e a participação de energia de baixo carbono na matriz elétrica. O Tracker utiliza uma estrutura de “pares e progresso” que avalia tanto o desempenho atual de descarbonização quanto a velocidade da transição, revelando fortes contrastes entre regiões e grupos de renda.

Os resultados por pares refletem padrões globais conhecidos. Países de baixa renda, como Sri Lanka, se destacam devido às baixas emissões per capita, enquanto países europeus como a Suécia apresentam bom desempenho graças a esforços contínuos de descarbonização. Economias exportadoras de petróleo aparecem no fim da lista. Preocupante é a posição dos dois maiores emissores do mundo: China e Estados Unidos aparecem respectivamente em 57º e 58º lugar, destacando a dimensão do desafio que ainda enfrentam.

No entanto, as pontuações de progresso, que medem a distância até a meta de emissões líquidas zero em 2050, contam uma história mais encorajadora. Quinze países já percorreram um terço ou mais do caminho necessário para alcançar o net zero até 2050, o que os coloca no rumo certo se mantiverem o ritmo atual. Luxemburgo e Suíça lideram esse grupo, com altos níveis de eficiência energética impulsionados por mais de 90% de eletricidade de baixo carbono em suas matrizes elétricas. Outros 20 países já avançaram ao menos 20% do caminho, mantendo-se em uma rota íngreme, porém viável, para cumprir a meta de 2050. Outras economias ainda têm muito a percorrer, com os EUA e a China — responsáveis por cerca de 40% das emissões globais — avançando apenas marginalmente em relação ao seu nível de 2015.

“O desafio climático ainda tem subidas íngremes pela frente, mas já fizemos progressos significativos e não devemos desistir no meio do caminho”, afirma Patrick Hoffmann, economista de ESG na Allianz Research. “Aproximadamente metade dos países avaliados ainda está no caminho de contribuir para limitar o aquecimento global a 2°C. Isso não significa que a missão esteja cumprida, mas sim que não estamos condenados. Esses exemplos devem servir de motivação para os retardatários, incluindo China e Estados Unidos.

O Brasil ocupa a 5ª posição entre seus pares e a 26ª globalmente no ranking de progresso. O país já fechou 25,2% da distância até o net zero 2050, mantendo-se dentro do alcance da meta de 2°C do Acordo de Paris. Embora as emissões totais tenham continuado a subir — 5,3% na última década — esse aumento foi menor do que o esperado, considerando que o PIB cresceu mais de 12% no mesmo período. Esse desacoplamento parcial foi impulsionado por uma grande expansão da energia de baixo carbono, com a participação de eletricidade limpa subindo de 77% para 91% nos últimos dez anos. Como resultado, a intensidade de carbono da economia brasileira caiu 6,4%, e a fatia do país nas emissões globais de CO₂ recuou de 2,55% para 2,44%.

No entanto, as emissões relacionadas ao uso da terra permanecem um grande desafio: o desmatamento agrícola e os incêndios induzidos pelo clima elevaram as emissões do em 39%, anulando parte do progresso alcançado no setor energético. Se o Brasil conseguir explorar o potencial de sequestro de carbono de suas vastas florestas e conter o desmatamento, estará bem-posicionado para alcançar sua meta de redução de emissões de 59–67% até 2035.

“O Brasil está provando que uma economia emergente pode avançar de forma concreta na transição energética, com a rápida expansão da energia limpa se destacando como uma história de sucesso”, avalia Katharina Utermöhl, líder de Pesquisa Temática e de Políticas da Allianz Research. “O teste decisivo agora vai além do setor energético: proteger os vastos sumidouros naturais de carbono do país. Se o Brasil conseguir conter o desmatamento e preservar suas florestas, fortalecerá significativamente o seu caminho rumo ao net zero e desempenhará um papel crucial nos esforços globais para limitar o aquecimento.”

O relatório conclui que, embora a transição global esteja longe de ser concluída, também está longe de fracassar. “A transição global não é uma questão de possibilidade, mas de velocidade”, ressalta Ludovic Subran, economista-chefe e Chief Investment Officer do Grupo Allianz. “Países que incorporam ambição climática em seus arcabouços econômicos e financeiros estão se posicionando para um crescimento mais forte e resiliente. O desafio à frente é acelerar o investimento onde ele importa mais — energia, infraestrutura e tecnologia — para garantir que a transição permaneça crível e inclusiva.”

Ourocap 30 Anos contempla clientes com prêmios de R$ 1 milhão no sorteio especial

bb capitalização

O sorteio especial do Ourocap 30 Anos foi realizado em 27 de dezembro de 2025, e marcou o encerramento de uma campanha histórica para a Brasilcap. Ao todo, oito clientes foram contemplados com o prêmio máximo de R$ 1 milhão cada, celebrando o sucesso de um produto que, ao longo de 236 dias de vendas distribuiu mais de R$ 1 milhão em premiação instantânea e sorteios mensais, e mais R$ 8 milhões no sorteio especial.

No grande sorteio especial, realizado em 27 de dezembro, foram premiados clientes dos estados da Bahia, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, São Paulo (dois contemplados), Goiás e Rio Grande do Sul.

O tradicional Ourocap completou 30 anos em 2025 e, para comemorar, a Brasilcap preparou um edição especial do título de capitalização. Lançada em maio, com pagamento único de R$ 3 mil, o produto distribuiu prêmios instantâneos de R$ 3 mil, realizou sorteios mensais de R$ 30 mil e, no sorteio especial, prêmios de R$ 1 milhão. Ao fim da vigência do contrato, em 36 meses, os clientes receberão de volta o valor pago no título, com saldo atualizado pela Taxa Referencial. Em vendas, o produto registrou faturamento de R$ 322 milhões.

O Ourocap é um título de capitalização da modalidade Tradicional, que oferece aos clientes a oportunidade de juntar dinheiro de forma planejada. Ao fim da vigência do plano, 100% do valor contratado é resgatado, com atualização pela Taxa Referencial. Além disso, ao adquirir o título, o cliente recebe combinações de números da sorte para concorrer a sorteios de prêmios em dinheiro. Foi justamente em um desses sorteios, realizado no dia 3 de dezembro, que uma aposentada foi contemplada com o prêmio milionário de R$ 6,2 milhões.

Para o presidente da Brasilcap, Antonio Carlos Teixeira, os números refletem a credibilidade do produto: “O Ourocap construiu, ao longo dos anos, uma trajetória sólida, baseada em confiança e planejamento. O sucesso do Ourocap 30 Anos e a realização deste sorteio especial reforçam a vitalidade do produto e o seu papel na vida de milhões de brasileiros. Celebrar 30 anos com um sorteio desse porte traduz, de forma muito concreta, a relação de credibilidade que os brasileiros construíram com a Brasilcap ao longo de sua história e isso nos enche de orgulho.”

Capitalização cresce 8,8% e movimenta R$ 28,67 bilhões até outubro 

A Capitalização movimentou R$ 28,67 bilhões entre janeiro e outubro de 2025, crescimento de 8,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), mostram um setor em expansão e cada vez mais relevante para os brasileiros, sustentado pela solidez de um produto que combina segurança, formação de reserva e a possibilidade de participação em sorteios, dentro de um ambiente regulado e supervisionado.
 

No período, os resgates alcançaram R$ 21,55 bilhões e os sorteios pagos em dinheiro somaram R$ 1,70 bilhão, totalizando R$ 23,25 bilhões devolvidos à sociedade. As reservas técnicas da Capitalização chegaram a R$ 44,11 bilhões, reforçando a segurança para clientes e empresas que utilizam os Títulos como instrumento de planejamento financeiro.
 

Nesse cenário, as modalidades Tradicional, Filantropia Premiável e Incentivo apresentaram evolução em todas as variáveis analisadas – arrecadação, resgates e sorteios -, consolidando o papel dos Títulos como uma alternativa acessível, segura e confiável para a formação de reservas e a organização financeira de diferentes perfis de público. 
 

A modalidade Tradicional registrou arrecadação de R$ 20,60 bilhões, alta de 7%. A Filantropia Premiável totalizou R$ 3,49 bilhões, um aumento de 6,3%. A confiança dos clientes nessa modalidade permitiu o repasse de R$ 1,73 bilhão a entidades filantrópicas. Desta forma, a Capitalização representa um aliado essencial para a sustentabilidade financeira dessas instituições e apoio a pessoas em vulnerabilidade social.
 

Em relação à modalidade de Incentivo, foram registrados R$ 280 milhões de sorteios, alta de 51,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A arrecadação do produto teve um crescimento de 27,9%. Muito procurada por quem deseja participar de múltiplos sorteios, a modalidade Popular registrou receita de R$ 240 milhões. 

“O desempenho até outubro confirma a solidez do setor e a confiança dos brasileiros em um produto que alia formação de reserva, possibilidade de resgate e sorteios, sempre dentro de um ambiente regulado e supervisionado. Os números mostram que a Capitalização cumpre um papel relevante na organização financeira das famílias e na devolução de recursos à sociedade”, destaca Denis Morais, presidente da FenaCap.
 

A Capitalização tem ampliado seu alcance ao atender diversos objetivos financeiros, desde a organização do orçamento familiar até estratégias empresariais de incentivo, promoção e apoio a causas sociais. Além disso, os Títulos também são utilizados como instrumento de garantia em contratos e obras públicas, contribuindo para a execução de projetos de infraestrutura e para a segurança das relações comerciais. Essa versatilidade, aliada à supervisão regulatória e à solidez do setor, reforça o papel da Capitalização como um produto democrático, capaz de se adaptar às demandas da economia e contribuir para o desenvolvimento econômico e social.
 

“Com quase cem anos de história no país, o setor segue evoluindo, investindo em inovação e em títulos cada vez mais flexíveis e digitais, sem abrir mão da segurança e da supervisão. É um produto que atende a todos os públicos, incentiva a educação financeira e contribui para o desenvolvimento econômico em diferentes contextos”, completa Denis.