Susep destaca iniciativas para levar cultura do seguro à sociedade, no Prêmio de Jornalismo em Seguros

Fonte: Susep

O superintendente interino da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Carlos Queiroz, participou na noite de ontem, 08 de fevereiro, em São Paulo, da cerimônia de premiação da 6ª edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, iniciativa que incentiva e dissemina a cultura do seguro em todo o País. 

A premiação realizada pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) conta com apoio da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na ocasião, Queiroz parabenizou os organizadores: “A CNseg também foi parceira e apoiadora da Susep na realização do 1º Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros, cuja premiação foi entregue agora em janeiro. Outra iniciativa importante da ENS, próxima à essa nossa, foi o Concurso de Artigos Acadêmicos em Seguros, realizado no ano passado. Projetos como esses são de extrema relevância para ao setor, pois fomentam a produção de material, seja jornalístico ou acadêmico, estimulam a pesquisa e contribuem para o desenvolvimento do setor, além de promover o setor à sociedade e incentivar educação financeira em nosso país”, destacou.

Participaram do evento lideranças do setor como o presidente da ENS, Lucas Vergílio, o diretor da ENS, Tarcísio Godoy; o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; o presidente da CNseg, Dyogo de Oliveira – junto a diversas lideranças dos mercados supervisionados pela Susep; o presidente do Instituto Brasileiro de Autorregulação da Corretagem de Seguros (Ibracor), Joaquim Mendanha; e o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, Boris Ber – junto a presidentes de Sincors de diversos outros estados.

O superintendente declarou que não é fácil para a sociedade entender a linguagem do seguro. “O jornalismo, aqui, tem um papel fundamental, que vai além da informação. A imprensa tem e sempre terá um papel educacional importantíssimo”, disse.

Ele destacou que o tema educação financeira vem sendo tratado pela Susep como uma pauta estratégica. “É nossa missão, também enquanto autarquia, promover a educação financeira para despertar a consciência da população quanto às suas decisões individuais e familiares relacionadas a seus recursos. E, junto com a pauta de inovação, vêm consistindo em verdadeiros pilares que norteiam o planejamento estratégico da nossa autarquia”. 

No que tange à inovação, apontou que muitos trabalhos finalistas desta premiação já mostram que estamos só no início da jornada. “Tivemos, nos últimos anos, muitas matérias sobre insurtechs, open insurance, sandbox, inovações tecnológicas, SRO e novos produtos. Elas relatam a revolução pela qual passa o setor de seguros, e ações da Susep para o desenvolvimento. E alguns desses trabalhos estão aqui, concorrendo como finalistas do prêmio”, afirmou. “Merecem destaque, ainda, temas como seguro rural ou seguro agrícola, e o tema do impacto da pandemia no setor, que, de maneira geral, demonstrou a importância, a seriedade, a resiliência do setor e a sua capacidade de recuperação”.

Outro ponto observado por Queiroz foi a representatividade feminina. “Assim como ocorreu no Prêmio Susep, em que tivemos participação feminina em 5 dos 6 trabalhos vencedores, aqui, no VI Prêmio de Jornalismo em Seguros, pude observar que, dos 25 trabalhos indicados, temos a participação feminina, como autoras ou coautoras, em 19 deles. É uma felicidade ver que esses números não apareceram isoladamente, o que corrobora a capacidade técnica das mulheres e indica a sua grande força para o setor”.

Além da participação feminina, também notou a representatividade de diversos Estados brasileiros entre os finalistas, com veículos regionais do Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. “É um bom sinal. Sinal de que a informação sobre seguros está chegando em todo Brasil. E essa informação torna-se ainda mais relevante quando advém de um jornalista, um player fundamental para a educação financeira, securitária e previdenciária, tendo em vista o seu papel de facilitador nas comunicações entre o setor e a sociedade”.

Mercado de capitalização cresceu 16,9% em 2022, com receita de R$ 28,39 bilhões 

Fonte: Fenacap

Com 93 anos de atuação no Brasil,  o setor de Capitalização comemora bons resultados em 2022 com receita de R$ 28,39 bilhões, alta de 16,9% no acumulado se comparada a 2021. As reservas técnicas, que medem a robustez financeira do setor, totalizaram R$ 37,19 bilhões, com alta significativa de 12,10%. Injetou na economia mais de R$ 21,60 bilhões entre resgates e premiações de sorteios.

Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), a expectativa de crescimento de dois dígitos foi confirmada, construída dia a dia, a partir das respostas de um ambiente econômico positivo. “Nossa força vem do papel  social da Capitalização como reserva de valor, capaz de suportar planos e desejos, tornando-os realidade. Registramos no período o crescimento de consumidores, focados em sustentabilidade e responsabilidade social. Estes, entre outros fatores, confirmaram o otimismo com os resultados de 2022 e projetam novos planos para 2023”, declara o presidente da FenaCap, Denis Morais.

Todas as regiões do país também tiveram aumento de dois dígitos. O Norte ganhou a liderança com maior crescimento (29,90%) – tendo o Acre como protagonista, com evolução de 46,74% (a segunda maior do Brasil). Em seguida, há Nordeste (25,99%) e a performance de Alagoas – maior do Brasil – com 56,57%. Na sequência: Centro-Oeste (21,46%), Sul (16,29%) e Sudeste (13,90%). 

Os títulos da modalidade Tradicional continuam liderando as vendas, com 74% da receita, seguidos pela Filantropia Premiável e  Instrumento de Garantia (ambas com 11%), Incentivo (3%) e Popular (1%).  A modalidade Tradicional também de destaca com o maior crescimento de 22,4% e receitas de R$ 20,90 bilhões. 

A modalidade de Filantropia Premiável direcionou um volume recorde de recursos de R$ 1,48 bilhão às organizações filantrópicas, um crescimento de 12% e se posicionando entre os maiores financiadores de projetos sociais do Brasil. 

Outra modalidade em sintonia com o cenário atual é o Instrumento de Garantia, que apresentou evolução de 4,6%, somando R$ 3,03 bilhões. Nela, as reservas do titular podem ser vinculadas como garantia de uma operação de crédito, de locação de imóveis (em substituição ao fiador) ou qualquer outro tipo de contrato entre as partes. 

“É um mercado aquecido. Os títulos de garantia fiduciária e dos de venda direta para empresas que por meio deles têm a chance, em um mercado mais competitivo, de fidelizar clientes. São cenários que já começam a ser desenhados e nos quais o mundo digital terá forte presença. É nessa direção que todas as empresas estão investindo e o mercado de capitalização não está ausente disso. Ao contrário: tem se focado para atender esses novos consumidores com pesados investimentos”, destaca o presidente da FenaCap, apontando a tecnologia como aliada para expansão dos negócios, em 2023.

AXA no Brasil leva 440 colaboradores para passeio na Roda Rico

Fonte: AXA

Esta semana, os colaboradores da AXA no Brasil estão reunidos em São Paulo para um encontro anual dedicado ao alinhamento de estratégias e ao planejamento da companhia para 2023 a 2027. Além da oportunidade de integração e fortalecimento da cultura, por ser o primeiro encontro presencial que reúne toda a companhia desde a pandemia, o ponto alto do evento foi levar os 440 colaboradores à Roda Rico, maior roda-gigante da América Latina, segurada e patrocinada pela AXA no Brasil. 

Outra novidade é a presença de dois executivos internacionais: Antimo Perretta, CEO da AXA na Europa e América Latina, Nuria Fernández París, Gerente Geral do AXA Madrid International Hub, que tem entre suas atribuições o desenvolvimento da operação brasileira, uma das prioridades do Grupo AXA entre países emergentes. Encontros com os parceiros e corretores também fazem parte da agenda. A presença de ambos representa a confiança do grupo na operação do Brasil, além de um apoio importante para a realização das ações previstas.

“A presença de Antimo e Núria é motivo de celebração, são dois executivos muito importantes dentro do Grupo e tê-los aqui é uma validação importante do nosso plano estratégico 22-27. Além disso, levar os colaboradores na Roda-Gigante é importante para que eles vejam a grandeza do projeto e também sintam-se orgulhosos por sermos a seguradora oficial do mais novo cartão postal de São Paulo.”, afirma Erika Medici, CEO da AXA no Brasil.

BB Seguridade lucra R$ 6 bilhões em 2022, alta de 53%


Impulsionado principalmente pelo forte desempenho comercial e crescimento do resultado financeiro, o lucro líquido da BB Seguridade fechou 2022 em R$ 6 bi, crescimento de 53,7% em relação ao ano anterior. Em 2022, o resultado operacional não decorrente de juros, antes de impostos, evoluiu 27,9% e superou a projeção de crescimento de 24% a 27% divulgada no guidance da companhia.

O crescimento do lucro ocorreu mesmo com as adversidades enfrentadas no seguro agrícola, decorrentes do evento climático La Niña, que afetou principalmente o estado de Mato Grosso do Sul e a região Sul do país, perfazendo em 2022 um total de R$ 3,2 bilhões em indenizações aos produtores rurais.

No 4T22, o lucro líquido evoluiu 47,3%, totalizando R$ 1,8 bi, e o resultado operacional não decorrente de juros (ex- holdings) cresceu 21,0% em relação ao mesmo período de 2021. O resultado financeiro combinado das empresas do grupo, após impostos, atingiu R$ 457 milhões, superando em mais de 3 vezes o resultado gerado no 4T21.

Líquido de impostos, o resultado operacional contribuiu com R$ 1,1 bilhão para a variação do lucro. Os principais destaques para esse desempenho foram a redução da sinistralidade, com a dissipação dos efeitos da COVID-19 nos produtos com cobertura de morte, o forte crescimento de vendas de seguro rural e prestamista e o aumento da arrecadação com títulos de capitalização e previdência.

O resultado financeiro consolidado, líquido de impostos, de todo o conglomerado – BB Seguridade e de suas investidas – atingiu R$ 1,1 bilhão em 2022 e contribuiu com um aumento de R$ 978 milhões para o lucro líquido, com elevação na taxa de retorno dos ativos, favorecida pela alta da taxa Selic e menor impacto de marcação a mercado, expansão do volume de ativos financeiros e recuperação do resultado financeiro da Brasilprev.

A companhia divulgou estimativas de crescimento para 2023, prevendo novamente uma expansão de dois dígitos em todos os indicadores do seu guidance. Para o resultado operacional não-decorrente de juros (ex- holdings), a expectativa da BB Seguridade é crescer entre 12% e 17%. Já para os prêmios emitidos da Brasilseg, a evolução projetada está entre 10% e 15%. Por fim, com relação às reservas de previdência – PGBL e VGBL da Brasilprev, a companhia espera uma alta entre 10% e 14%.

Seguros: com crescimento de 30,7%, volume de prêmios emitidos supera as projeções de crescimento e chega a R$ 15 bilhões no ano

Os prêmios emitidos superaram o intervalo projetado de crescimento de 25% a 28%, apresentando forte desempenho em praticamente todas as linhas de negócio: (i) rural (+51,8%), devido ao aumento da demanda e expansão do Plano Safra 2022/2023; (ii) prestamista (+26,3%), reflexo de aumento da penetração no desembolso de crédito do Banco do Brasil e maior volume de vendas nas operações de crédito em estoque, além de redução do cancelamento; (iii) vida (+4,5%), com a evolução de vendas novas e melhora do cancelamento; e (iv) residencial (+18,3%) e empresarial/massificados (+33,1%).

Previdência: captação líquida fecha 2022 em R$ 1,7 bi, ante resgate líquido de R$ 783 milhões em 2021

A captação líquida em 2022 foi positiva em R$1,7 bilhão, ante resgate líquido de R$783 milhões em 2021, impulsionada pelo expressivo aumento das contribuições (+15,7%). No 4T22, a captação foi positiva em R$676 milhões, com crescimento da arrecadação, que somou R$13 bilhões no trimestre (+8,1% s/ 4T21), e redução do índice de resgate (-0,8 p.p. s/ 4T21 | -0,4 p.p. s/ 3T22).

Capitalização:arrecadação sobe 38% e encerra ano com volume de R$ 5,9 bilhões

Com incremento do ticket médio dos títulos de pagamento único e expansão de 37,5% nas vendas de títulos de pagamento mensal, a arrecadação com títulos de capitalização cresceu 38% em 2022, totalizando R$ 5,9 bi. Na comparação 4T22 x 4T21, o crescimento foi de 55,8%, totalizando o volume de R$ 1,7 bilhão.

Seguradora Mapfre avança 45% em vendas em 2022, para € 4,8 bilhões, e lucro avança 93%

O grupo segurador Mapfre registrou crescimento de 45% em emissão de prêmios na comparação com 2021, atingindo 4,8 bilhões de euros em volume total, informa comunicado global. O lucro líquido atingiu 144 milhões de euros, 93% acima do registrado em 2021. De acordo com comunicado, o forte resultado foi impulsionado, principalmente, pela evolução da diversificação dos negócios firmados pela companhia ao longo dos últimos 12 meses e pela valorização do real no período – cerca de 18%.

O crescimento das vendas foi o mais alto entre todas as regiões em que o grupo opera no mundo, posicionando-se à frente do crescimento que a seguradora obteve na América do Norte (25%), América Latina Sul (23%) e Ibéria (0,4%). Na análise sobre ramos, os Seguros Gerais foram os que mais contribuíram para os negócios da companhia no Brasil, com 2,7 bilhões de euros em prêmios, um aumento de 58% no período de um ano. O segmento de Vida também obteve um bom desempenho em prêmios, com 1,5 bilhão de euros arrecadados (crescimento de 30%), seguido pelos seguros de Automóvel, com 623 milhões de euros (35,1%).

Na avaliação do CEO da Mapfre no Brasil, Fernando Pérez-Serrabona, os resultados positivos refletem a solidez da companhia, que, com eficiência operacional e resiliência frente aos desafios econômicos, conseguiu realizar investimentos que tornaram seu modelo de negócios competitivo. “O Brasil é estratégico para os negócios da companhia e um dos mercados com maior potencial de crescimento no setor de seguros. Temos objetivos claros para seguir com precisão e sustentabilidade em nossos ramos de atividade. Nossos investimentos em melhoria de processos internos e na experiência do cliente, principalmente, com modelos de tarifação e subscrição adequados a realidade do mercado e incremento da oferta multicanal, contribuíram de forma significativa para os resultados observados em 2022, traçando um horizonte promissor para 2023”, explica o executivo. 

Brasil em destaque 

Em 2022, o Brasil se firmou como a segunda região mais relevante para as receitas globais do grupo Mapfre, com pouco mais de 24% de participação em prêmios, atrás de Portugal e Espanha, que detém, juntos, 37% da fatia dos negócios globais. Os números refletem a evolução dos negócios no segmento Vida Risco, cujo lucro cresceu consideravelmente, passando de 2 milhões para 54 milhões de euros, fruto da diminuição da taxa de sinistralidade derivada do Covid-19. Da mesma forma, o lucro do negócio agrícola cresceu 143% frente a 2021, apesar do impacto da seca no norte e sul do país.

Resultado global

No consolidado de 2022, o grupo Mapfre atingiu globalmente 24,5 bilhões de euros em prêmios, o que representa um aumento de quase 11% na comparação com 2021. O resultado reflete uma melhora geral do negócio de seguros em praticamente todas as regiões, com aumentos significativos na América Latina e América do Norte, bem como nos negócios de resseguro e grandes riscos, além da valorização de quase todas as moedas em relação ao euro.

Já com relação aos lucros, a Mapfre atingiu a cifra de 642 milhões de euros, uma redução de 16% na comparação com 2021. As elevadas taxas de inflação nos mercados e o aumento da sinistralidade de automóveis e decorrente de eventos climáticos impactaram as contas da companhia. Do lado positivo, contribuíram a evolução de novos negócios na América Latina e os resultados da Mapfre RE, a resseguradora do grupo, além do desempenho nos ramos de Seguros Gerais e Vida.  

Allianz anuncia 6 milhões de euros para ajudar na recuperação dos estragos do terremoto na Turquia e na Síria

Oliver Batt CEO do Grupo Allianz (6)

O Grupo Allianz anunciou hoje que disponibilizará 6 milhões de euros para apoiar os esforços de socorro e recuperação após os terremotos na Turquia e na Síria, incluindo até um milhão de euros para igualar as doações de seus funcionários e agentes vinculados. “O compromisso decisivo de seis milhões de euros da Allianz é uma expressão de nossa solidariedade com nossos colegas e clientes, bem como com seus entes queridos, que foram afetados por os terremotos na região. Esses recursos também são uma expressão de nossa confiança inabalável na capacidade das sociedades e dos indivíduos de se reconstruir e prosperar após desastres naturais. O pessoal da Allianz, em todo o mundo, está pronto para fazer nossa parte no apoio a esses esforços”, disse Oliver Bäte, CEO e presidente do Conselho de Administração da Allianz SE.

Até o momento, 1 milhão de euros já foi mobilizado por meio de uma colaboração da Allianz Türkiye, Allianz Partners e Allianz Trade na Turquia para apoiar um fundo local especial que fornece alívio imediato às pessoas diretamente afetadas pela crise. O escopo da primeira onda de apoio varia de busca e salvamento a moradia, realocação e fornecimento de outros suprimentos necessários. Deste montante, 500.000 euros já foram aplicados.

A Allianz vai também igualar os donativos dos seus colaboradores até um milhão de euros, estando já em curso uma campanha interna de donativos. A empresa tem mais de 2.000 funcionários baseados na Turquia. O Programa de Assistência ao Funcionário da Allianz – disponível para todos os colegas globalmente 24 horas por dia – tem apoiado ativamente os colegas da Allianz após o desastre. “À medida que as consequências devastadoras do terremoto continuam a se desenrolar, a única resposta apropriada é tomar medidas imediatas – tanto por meio de apoio financeiro quanto ativando as várias redes de apoio que já temos. no lugar”, comentou Sirma Boshnakova, Membro do Conselho de Administração da Allianz SE. “A Allianz mantém laços fortes e históricos com a Turquia e suas comunidades há um século, e estamos fazendo o possível para garantir a segurança e o suporte de nossos clientes e colegas que contribuem diretamente no local”.

“Estamos em contato próximo com todo o nosso ecossistema, inclusive com nossos colegas de equipe na Allianz Türkiye, Allianz Partners e Allianz Trade, e com autoridades públicas, ONGs, municípios e associações médicas. Juntos, vamos superar este momento difícil e reconstruir mais fortes do que nunca”, acrescentou o CEO da Allianz Türkiye, Tolga Gurkan.

Ricardo Brockmann é nomeado CEO da Marsh McLennan América Latina e Caribe

A Marsh McLennan (NYSE: MMC), empresa líder mundial em serviços profissionais nas áreas de risco, estratégia e pessoas, anunciou hoje a nomeação de Ricardo Brockmann como CEO da Marsh McLennan América Latina e Caribe (LAC), além de suas responsabilidades liderando a Marsh na região, a partir de 1º de março 2022.

Brockmann liderará um novo esforço colaborativo na região para entregar soluções inovadoras e maior impacto ao cliente nas interseções dos quatro negócios da empresa: Marsh, Mercer, Guy Carpenter e Oliver Wyman. Ele se reportará ao CEO da Marsh McLennan International, Flavio Piccolomini, e continuará baseado na Cidade do México. Andre Maxnuk, Presidente da Mercer América Latina, se reportará ao Brockmann e continuará se reportando a Martine Ferland, Presidente e CEO Global da Mercer.

“Com uma carreira de mais de 40 anos na Marsh, Ricardo é um dos líderes empresariais mais respeitados e experientes da América Latina”, diz Piccolomini. “Tendo ocupado cargos de liderança sênior em toda a região, tem um profundo conhecimento da ampla gama de problemas que as organizações enfrentam. Sob sua liderança, estaremos bem posicionados para apoiar os clientes a enfrentar as incertezas impostas pelo cenário de risco em rápida mudança”, complementa.

“Os clientes nas economias dinâmicas da América Latina estão enfrentando desafios econômicos e empresariais significativos para manter seu crescimento e prosperar. Para abordá-los de forma eficaz, nossos clientes precisam de uma gama de recursos de todos os nossos negócios que possam ajudá-los a encontrar estabilidade e crescimento, e é isso que vamos entregar juntos – maior valor para o cliente”, afirma Brockmann.

Brockmann é o líder da Marsh na América Latina e no Caribe desde 2010 e atuou por oito anos como CEO da Marsh México. Ele é membro do conselho de administração de várias empresas e diferentes organizações não governamentais (ONGs). 

Maxnuk foi nomeado em seu cargo de liderança na América Latina em 2018, adicionalmente ao seu cargo de CEO da Mercer no México, que assumiu em 2015. Ele tem mais de 25 anos de experiência em liderança e consultoria no Brasil, EUA e México, em diferentes linhas de negócios da Mercer.

Operação de seguros representa quase 25% do ganho do Itaú

O Itaú Unibanco divulgou registrou alta de 25% no resultado de seguros, previdência e capitalização, para R$ 7,4 bilhões em 2022. No acumulado de 2022, o banco Itaú obteve lucro recorrente gerencial de R$ 30,7 bilhões, alta de 14,5% na comparação com 2021. Numa comparação grotesca, o resultado de seguros, previdencia e capitalização representou quase 25% do lucro recorrente do banco.

Os prêmios ganhos atingiram R$ 5,5 bilhões em 2022 e o resultado recorrente gerencial alcançou R$ 2,2 bilhões, com crescimentos de 19,9% e 48,3%, respectivamente, em relação à 2021. “A agenda de seguros de bancassurance continua evoluindo, contribuindo para formação de carteira futura e oferta de proteção aos clientes”, afirmou em nota.

Segundo o banco, o bom desempenho está relacionado com as maiores vendas em todas as carteiras de seguros, principalmente vida, acidentes pessoais, prestamista e habitacional, além das maiores receitas de capitalização. Também tivemos aumento da margem financeira gerencial, devido a maior remuneração de nossos ativos, aumento da receita de serviços, em função de maiores vendas de seguros de terceiros, e redução de sinistros retidos, mesmo com o crescimento da carteira de seguros, devido a menores acionamentos relacionados a COVID-19.

O crescimento do resultado de seguros, previdência e capitalização no quarto trimestre está relacionado ao aumento de prêmios ganhos por maiores vendas nas carteiras de seguros de vida, acidentes pessoais, prestamista e habitacional; ao aumento da margem financeira gerencial, devido à maior remuneração de nossos ativos em previdência; e com o aumento das receitas de prestação de serviços, principalmente por maiores vendas de seguros de terceiros. Estes efeitos foram parcialmente compensados pela constituição de provisão com o teste de adequação de passivos realizado em previdência.

Fenasaúde completa 16 anos na defesa do acesso aos planos de saúde

Vera Valente FenaSaúde

Fonte: Fenasaude

Fundada no Rio de Janeiro em 7 de fevereiro de 2007, a FenaSaúde surgiu com o propósito de representar os planos e seguros de saúde e odontológicos na defesa de seus pleitos perante os poderes constituídos e órgãos oficiais. Hoje, a entidade representa 13 grandes operadoras, que juntas fornecem acesso à saúde a cerca de 27 milhões de brasileiros.

Ao longo de seus 16 anos, a FenaSaúde participou de marcos do setor, regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A criação da agência, em 1999, trouxe mais transparência às relações de consumo entre operadoras e beneficiários, abrindo a oportunidade de contribuições públicas para a regulamentação do setor. Nesse sentido, a FenaSaúde colaborou com a agência para o aperfeiçoamento da Saúde Suplementar em momentos importantes como a criação das regras de portabilidade, de reajuste e de solvência; instituição das ouvidorias; e regulamentação das juntas médicas e odontológicas. 

Mais recentemente, a Federação tem se destacado pela sua atuação na área de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), para melhor organização do processo de análise, visando a segurança do paciente e a melhor eficiência de uso de recursos. Também vem empenhando esforços constantes para a redução da judicialização, participando de iniciativas diversas com este objetivo. Outro destaque é sua atuação na prevenção e combate às fraudes em saúde, mobilizando diversos agentes da cadeia e investindo em estrutura interna e denúncias de práticas que lesam o sistema. A entidade também se mostrou atuante no processo de regulamentação da telessaúde, apresentando uma série de argumentos técnicos em diversas instâncias, em defesa da liberação da prática da modalidade de atendimento em todo o território nacional. 

Vera Valente, diretora-executiva da FenaSaúde, destaca a capacitação técnica dos profissionais da FenaSaúde como um dos principais diferenciais da entidade. “Nosso time é multidisciplinar, composto, entre outros, por profissionais da área médica, jurídica, econômica e de pesquisa com ampla experiência na saúde pública e suplementar. Essa diversidade, aliada ao expertise técnico, nos permite fazer uma entrega estruturada e de alta qualidade no que tange a avaliação de cenários e busca de soluções que garantam a sustentabilidade do setor, em benefício de todos os seus usuários”, afirma a advogada e engenheira, que desde 2019 ocupa o cargo. 

Destaca-se também, nesses últimos anos, o protagonismo da FenaSaúde em campanhas de comunicação e conscientização, além da participação em eventos públicos e fóruns privados com autoridades sobre temas centrais para o desenvolvimento do setor, como financiamento do sistema de saúde, ampliação do acesso à saúde, integração com o sistema público, incorporação de tecnologias, interoperabilidade, saúde digital e modelos de pagamento. Para os próximos anos, a FenaSaúde prevê uma agenda intensa de colaboração com a ANS, debates técnicos e atuação constante junto ao Legislativo, Executivo e Judiciário para encarar o desafio de garantir a sustentabilidade do setor em meio às profundas transformações sociais, econômicas e tecnológicas pelas quais o setor atravessa.

Lucro da Chubb recua para US$ 5,31 bilhões em 2022

chubb compra hartford

A Chubb Limited divulgou lucro líquido de US$ 5,31 bilhões em 2022, contra US$ 8,54 bilhões no ano anterior. O lucro operacional alcançou o recorde de US$ 6,46 bilhões, com um crescimento de 15,9%. Para o trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2022, o lucro foi de US$ 1,31 bilhão, ou US$ 3,13 por ação, e lucro operacional de US$ 1,70 bilhão, ou US$ 4,05 por ação. O lucro líquido no trimestre foi afetado negativamente pela realização de perdas líquidas ajustadas de US$ 363 milhões após os impostos, principalmente devido ao impacto da marcação a mercado em private equity.

Os prêmios retidos consolidados do ano foram de US$ 41,8 bilhões, um aumento de 10,3% ou 13,0% em dólares constantes. Os prêmios retidos de P&C cresceram 7,7% ou 10,3% em dólares constantes, com aumento de 11,0% nas linhas comerciais e de 8,4% nas linhas de consumo/produtos ao consumidor. Os prêmios retidos de seguro de vida no ano cresceram 47,1% ou 52% em dólares constantes, num total de US$ 3,64 bilhões, impactados por seis meses da aquisição dos negócios da Cigna na Ásia.

A América do Norte cresceu 9,7%, com avanço de 10,6% nas linhas comerciais e 6,2% nas linhas pessoais, e as operações internacionais cresceram 3,2% ou 11,4% em dólares constantes, com crescimento de 11,8% nas linhas comerciais e 10,8% nas linhas de produtos ao consumidor.

O lucro de P&C no ano foi um recorde de US$ 4,56 bilhões, um aumento de 23,2%, levando a um índice combinado de P&C de 87,6% em comparação com 89,1% no ano anterior. A lucratividade do ano de subscrição de P&C excluindo perdas por catástrofes foi um recorde de US$ 5,86 bilhões, um aumento de 13,3%, levando a um índice combinado recorde de 84,2% em comparação com 84,8% no ano anterior.

O índice combinado de P&C foi de 88% em comparação com 85,5% no ano anterior, e o índice combinado de P&C do ano excluindo perdas por catástrofes foi de 85,6% em comparação com 83,9% no ano anterior. O resultado dos investimentos antes dos impostos no ano foi de US$ 3,74 bilhões, alta de 8,3%, e o ganho ajustado de investimentos foram de US$ 4,02 bilhões, alta de 8,2%. Ambos foram recordes. O ROE do ano foi de 9,6% e o ROE operacional ficou em 11,2%.