Swiss Re divulga queda no lucro líquido em meio à cenário desafiador

Christian Mumenthaler Swiss Re

A Swiss Re registrou lucro líquido de US$ 472 milhões em 2022, em comparação com US$ 1,4 bilhão no ano anterior, já que o impacto da inflação econômica nos sinistros esperados afetou seus negócios de P&C (Property & Casulty) e grandes perdas por catástrofes naturais excederam as expectativas em US$ 2,7 bilhões.

O lucro líquido do grupo no ano de 2022 foi sustentado pelo lucro líquido do quarto trimestre de US$ 757 milhões, enquanto o retorno sobre o patrimônio (ROE) alcançado no ano atingiu 2,6%, em comparação com 5,7% em 2021.

Em todo o negócio, a Swiss Re informa que os prêmios líquidos ganhos e a receita de taxas aumentaram quase 1%, para US$ 43,1 bilhões em 2022, embora o crescimento tenha sido impactado negativamente pelas oscilações cambiais adversas.

Em seu braço de resseguro de P&C, o lucro líquido do ano atingiu US$ 312 milhões e foi apoiado pelo lucro líquido do quarto trimestre de 2022 de US$ 595 milhões. A resseguradora diz que seu resultado de P&C para o ano inteiro foi impactado negativamente por uma inflação econômica acima do esperado, para a qual reservou US$ 1 bilhão.

Ao mesmo tempo, as perdas ficaram acima das expectativas em US$ 2,7 bilhões em 2022, principalmente devido ao furacão Ian, inundações na Austrália e África do Sul, tempestades de granizo na França, tempestades de inverno na Europa e nos EUA e alguns outros eventos.

Olhando para o futuro, a Swiss Re espera alcançar um lucro líquido de mais de US$ 3 bilhões em 2023, sustentado por condições de mercado atraentes, uma queda esperada nas reivindicações do COVID-19, taxas de juros mais altas e disciplina de custos.

O grupo comenta que o segmento de P&C Re deve registrar índice combinado inferior a 95% até 2023. Enquanto o segmento de Life & Health Re vislumbra um lucro líquido de aproximadamente US$ 900 milhões. A Corporate Solutions terá como meta índice combinado inferior a 94% no ano.

“2023 começou bem, com renovações bem-sucedidas em janeiro, refletindo nossa ambição de gerar lucratividade e criar valor para os acionistas, enquanto continuamos a apoiar os clientes. Nosso portfólio de investimentos está bem posicionado para se beneficiar do aumento das taxas de juros e não esperamos um retorno dos altos sinistros de COVID-19 que vimos nos últimos anos. Apesar do ambiente macroeconômico incerto, estamos confiantes na capacidade do grupo de cumprir as metas ambiciosas”, disse Christian Mumenthaler, CEO do Grupo, em nota.

Comitê de Open Insurance da camara-e.net irá discutir o futuro do setor de seguros na economia digital

manuel mattos

Fonte: Camara-e.net

A Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) oficializou a criação do Comitê de Open Insurance na última segunda-feira (13). O fórum reunirá empresas e instituições com atuação no setor de seguros para discutir temas relacionados ao Open Insurance, sistema de seguros aberto que permite aos consumidores de seguros, previdência complementar aberta e capitalização consentir com o compartilhamento de suas informações para a oferta de serviços personalizados e inovadores.

“Com o avanço do Open Finance no Brasil, identificamos uma lacuna para discussões específicas sobre o desenvolvimento do setor de seguros nesse sistema aberto”, afirmou Leonardo Palhares, presidente da camara-e.net.  “Vimos a oportunidade de ocupar esse espaço, com a criação do Comitê de Open Insurance, que terá como objetivo discutir e desenhar o futuro do setor de seguros na economia digital”, completou. 

O Comitê de Open Insurance está sendo organizado sob a coordenação de Manuel Matos, vice-presidente da Fenacor, entidade associada à camara-e.net e responsável pela Infraestrutura Brasileira de Proteção a Riscos (IPR-Brasil), estrutura tecnológica que reúne ferramentas e plataformas relacionadas a toda distribuição de seguros no Brasil.

“A camara-e.net já tem um importante papel no desenvolvimento do Open Finance no Brasil, atuando no Conselho Deliberativo do Open Banking. Agora, com o Comitê de Open Insurance, temos um espaço dedicado a debater o desenvolvimento do setor de seguros, com foco no crescimento com segurança e proteção aos riscos”, declarou Matos.

Betterfly se une a Icatu e BV na oferta de serviços para consumidores finais

Fonte: Betterfly

A Betterfly – primeiro unicórnio social da América Latina – inicia a expansão da sua plataforma modular SaaS (“Software as a Service”) de engajamento e impacto para o consumidor final. A solução digital de bem-estar, que transforma hábitos saudáveis em doações para diversas causas sociais, era, até então, disponibilizada somente no modelo B2B2C, como um benefício corporativo. Agora, por meio de uma parceria inovadora com o Banco BV, uma das maiores instituições financeiras do país, e com a Icatu, uma das maiores seguradoras do Brasil, o app está acessível diretamente para consumidores finais.

Clientes do BV que adquirirem um financiamento de veículo e optarem pelo seguro de Acidentes Pessoais Premiado da Icatu – que conta com a cobertura de morte acidental, além da participação do segurado em sorteios mensais – estão elegíveis para o uso gratuito das funcionalidades da Betterfly durante quatro meses e a uma série de desafios mensais, como pedalar, caminhar e meditar. 

Todas essas atividades do dia a dia podem ser mensuradas e convertidas em doações para causas como educação, reflorestamento, combate à fome, saúde infantil e acesso à água potável, apoiando pessoas em situação de vulnerabilidade social. A plataforma também possui um seguro de vida dinâmico da Icatu, inédito no mercado brasileiro, em que a cobertura aumenta à medida que o usuário pratica hábitos saudáveis, sem custo adicional para o usuário. A seguradora possui exclusividade do produto de proteção securitária da plataforma no Brasil.

“BV, Icatu e Betterfly formam um casamento perfeito. São empresas altamente engajadas socialmente e com visão inovadora de como trazer produtos para a sociedade que além de proteger os clientes, melhore a qualidade de vida deles e ainda ajude a população mais carente”, afirma Daniel Monteiro, diretor de Seguros e Cartões do BV. O BV foi uma das primeiras empresas no Brasil a ter a Betterfly como parceira e iniciar o processo de engajamento social para seus colaboradores. Em três meses, foram cerca de 249 milhões de passos e mais de 36 mil minutos dedicados à meditação – tudo convertido em doações de mais de 2,5 mil pratos de comida e 10 mil litros de água potável.

Na fase de expansão aos consumidores finais, após o término dos quatro meses de gratuidade no uso da plataforma, os clientes que quiserem continuar usufruindo dos serviços poderão contratar o Vida Digital – seguro de vida com autocontratação 100% digital com custo inicial de R$ 15,00 por mês, oferecido pela Icatu no marketplace do Banco BV.

“A Icatu desenvolve soluções para cuidar das pessoas. Ao oferecer o benefício de bem-estar da Betterfly para os clientes do BV, a Icatu inova ao fortalecer e ampliar o significado de cuidado do seguro. Com esta solução, os segurados do seguro de Acidentes Pessoais Premiado da companhia podem cuidar dos outros e de si mesmos, gerando um impacto social positivo no país. Esse é um importante avanço nessa parceria que acreditamos ser consequência de uma sinergia de valores e de propósitos entre as três empresas em prol de um único objetivo: democratizar o acesso do brasileiro – em suas diferentes realidades socioeconômicas – à proteção financeira e à qualidade de vida”, reforça Gustavo Arruda (foto), gerente de produtos de Vida da Icatu. A Icatu também oferece a solução em seu pacote de benefícios para funcionários. Desde o início da parceria com a Betterfly, a companhia já conta com o engajamento de 53% dos funcionários, convertidos em mais de 21,6 mil doações.

“A ampliação das parcerias com BV e com Icatu reforça o compromisso comum das três instituições: causar maior impacto no mundo. Essa é nossa mola mestre, o que nos move. Pela primeira vez vamos ofertar o nosso portfólio ao público final, não somente aos colaboradores das empresas e, desta forma, escalar nossa operação e permitir que mais pessoas tenham acesso ao leque de serviços da Betterfly cuidem de si e do mundo ao seu redor. Naturalmente, o engajamento será muito maior e em menor tempo e, consequentemente, o montante de doações às causas sociais parceiras será bem positivo”, conta Rodrigo de Freitas, head de Seguros da Betterfly no Brasil.

Globalmente, a Betterfly possui mais de 5 mil empresas clientes e, somente em 2022, contabilizou mais de 2,4 milhões de horas de exercícios físicos, 740 mil sessões de meditação, 26 milhões de ações positivas e 3,7 milhões de doações sociais.

Renato Gomes assume como superintendente de vendas na Icatu Seguros

Fonte: Icatu

Icatu anunciou o novo superintendente de vendas consultivas, Renato Gomes, que tem o desafio de fortalecer e sensibilizar a relação entre corretor e cliente. “Com o crescimento do mercado de seguros no pós-pandemia, vimos surgir muitas dúvidas sobre o seguro de vida, previdência e capitalização, e é justamente o corretor que atua no trato humano, como consultor, que irá trazer o máximo de informação e customização possível para o cliente final, algo que nenhuma tecnologia substitui. Queremos criar uma cultura de venda consultiva, ou seja, de escuta empática, para entrar nas particularidades financeiras do cliente e, assim, entender as suas reais necessidades. E o corretor é o principal agente protagonista dessa incrível jornada. É assim que vamos desenvolver um trabalho que vai fazer a diferença não só na Icatu, mas no país”, afirma Gomes, que conta com mais de 24 anos de atuação no mercado segurador.

O executivo é formado em Engenharia Civil, área em que atuou por 15 anos em grandes empresas projetistas e de construção até o ano de 1998, quando iniciou sua jornada no mercado segurador, na Prudential do Brasil, como Master Franqueado na gestão de vendas de seguro de vida através dos Corretores Franqueados Life Planners. A partir de 2013, atuou como gerente de treinamento, sendo o principal responsável por estruturar a capacitação da força de vendas de parceiros da seguradora. Em 2019, tornou-se sócio da RJ Investimentos, onde era responsável pelo desenvolvimento interno dos Assessores de Investimentos e head de Seguros de Vida Individual, sua última experiência até chegar na Icatu.

Com o propósito de democratizar o acesso a soluções de proteção e planejamento financeiro, a Icatu vê os corretores como parceiros fundamentais para ampliar cada vez mais essa missão. “Para 2023, estamos com a agenda completa de treinamentos, em diversos estados do Brasil, justamente para trazer essa força consultiva para os corretores e fomentar a cultura do seguro no Brasil. Nesse primeiro momento serão turmas menores, para que a gente consiga falar olho no olho com cada um e acompanhar suas jornadas.”, conta Gomes. Até o final do ano o objetivo é ter 250 corretores treinados.

A Icatu tem como um dos grandes focos na frente de treinamento avançar no conceito de lifelong learning, que é o desenvolvimento contínuo de conhecimentos e habilidades que as pessoas experimentam após a educação formal e ao longo de suas vidas. A sua proposta de qualificação para os corretores é capacitá-los para gerenciar sua própria aprendizagem em uma variedade de contextos, temas e sensibilizações ao longo de sua jornada, sempre buscando o máximo de humanização nos argumentos, entendimento das dores e profundidade no diagnóstico com os clientes. “Dentro desse contexto, também há o conceito de on the job training que eu gosto muito, que consiste no corretor consolidar o aprendizado teórico e prático absorvido em ambiente interno de treinamento, mas agora na experiência real e direta na venda consultiva junto aos clientes. Entendo isso como aprender fazendo. Dessa forma, ele adquire conhecimento a partir das suas próprias experiências, gerando um aprendizado contínuo”, explica Gomes.

Nos últimos anos o mercado de vida e previdência tem ganhado mais visibilidade, sobretudo após a pandemia. Mas ainda cerca de 90% dos corretores brasileiros não trabalham com vida e previdência. “Vim pra Icatu com respeito a sua brasilidade e pelo seu crescimento consistente ano após ano. É notório o quanto é uma empresa preparada para receber esses corretores, com uma gama de soluções que os auxiliam, além do suporte comercial e relacionamento, com regionais por todo o Brasil. E eles podem contar comigo nessa jornada. Queremos ampliar a cultura do seguro no Brasil e convidamos os corretores a viver essa jornada e crescer junto com a gente”, conclui o executivo.

Mudanças no Carf podem incrementar as vendas do seguro garantia judicial

Ontem, governo e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) fecharam acordo sobre o voto de qualidade – o desempate por um representante do Fisco nos julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ficou acertado que se perder, o contribuinte poderá ficar livre de multas e juros. “Acredito que poderá haver um maior nível de judicialização dos processos, numa consequente alta da demanda das empresas pelo seguro garantia judicial, que tem um custo inferior a fiança bancária”, aposta Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguro, líder no segmento de seguro garantia.

Segundo o executivo, o efeito positivo para o governo é que vai aumentar a arrecadação. Ontem, após oficializar o acordo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não deu detalhes de quanto a União perderá ao abrir mão de multas e juros. Ele preferiu fazer a conta ao contrário. Disse que pode haver arrecadação de R$ 50 bilhões com o novo modelo, informa o Valor Econômico.

“Mas à medida em que se tem o voto de qualidade, que poderá reverter em benefício da União, entendo que um possível efeito será um aumento na demanda por seguro garantia judicial, pois nem todas as empresas optarão por um acordo imediato, mesmo ante aos benefícios concedidos, de modo a prosseguir com a discussão judicialmente”, acrescenta o presidente da Junto.

O Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco) estima que existam 93 mil processos do gênero no Carf. Destes, 162 representam receita de R$ 453 bilhões, de mais de R$ 1 trilhão que aguardam julgamento. “Mas à medida em que se tem o voto de qualidade, ou seja, a favor da União, temos também um aumento de judicialização, pois as empresas vão buscar resolver a questão na Justiça e isso pode elevar a procura do seguro garantia judicial”, comenta Melo.  

Felipe Leão, presidente da corretora de seguros THB Brasil, em entrevista concedida ao Universo do Seguro, acredita que o monitoramento desse tipo de risco no ambiente corporativo é extremamente importante. “Os grandes tomadores, que terão seus processos julgados daqui para frente, podem estar no limite do crédito do seguro garantia”, exemplifica. “Se esse for o caso, o trabalho é um pouco maior para conseguir as linhas de garantia. Por isso, todos devem ficar atentos em como os processos estão sendo pautados dentro do Carf, para estar preparado para uma futura emissão de garantia para discutir esse processo”, completa.

O corretor comenta que a pauta ainda deverá exigir uma nova análise de entendimento de como as empresas irão reagir à mudança no entendimento. “Nós precisaremos aguardar e entender como as empresas vão reagir – se elas vão de fato procurar um acordo na Receita ou se elas vão procurar brigar na justiça e precisarão da apólice”, finaliza ao evidenciar que também será necessário acompanhar como o próprio Carf reagirá em favor da Receita.

O segmento de seguro garantia encerrou 2022 com vendas de R$ 3,47 bilhões, alta de 14% em comparação a 2021, considerando-se prêmios diretos. São mais de 20 seguradoras na disputa, com as duas maiores detendo R$ 1,2 bilhão das vendas. A Junto Seguro é líder do segmento, com market share de 18%, com mais de 200 mil apólices emitidas. Este é um nicho de mercado que vem atraindo muito competidores, principalmente em seguro garantia judicial. São 36 seguradoras disputando um mercado tido com imenso potencial. As indenizações somaram R$ 891 milhões no ano passado, gerando um índice de sinistralidade de 28%.

Seguro rural indeniza aos produtores mais de R$ 10 bilhões em 2022

Fonte: CNseg

O seguro Rural vem se consolidando como um dos mais importantes instrumentos da política agrícola brasileira, pois permite que o produtor se proteja contra perdas decorrentes, principalmente, de fenômenos climáticos adversos, como o vivenciado na produção de grãos da safra 2022/2023. Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o segmento pagou mais de R$ 10,5 bilhões aos produtores em indenizações em 2022, um aumento de 47,1% ante o mesmo período do ano anterior.

A consciência sobre a importância da modalidade vem crescendo anualmente. Em 2022, esse tipo de seguro arrecadou mais de R$ 13,4 bilhões, valor 39,5% maior do que o registrado em 2021. Se comparado a 2018, o segmento teve um aumento de 351,4% em arrecadação e de 192,5% no pagamento de indenizações. Para Thiago Ayres, superintendente de Estudos e Projetos da CNseg, o aumento da demanda está diretamente relacionado à percepção de risco pelo produto rural.

Em 2023, a Confederação projeta que o seguro Rural cresça mais 7,3%. “Com o aumento constante na ocorrência de eventos climáticos severos, o produtor rural, cada vez mais, tem enxergado o setor de seguros como um forte aliado na saúde financeira do seu negócio”, destaca Ayres.

No ranking dos três principais estados do segmento, a Região Sul do país teve destaque. O Rio Grande do Sul foi o estado com a maior procura pelo produto, com R$ 2,5 bilhões, e o segundo em indenizações pagas, com R$ 3,2 bilhões. O Paraná, por sua vez, ficou em primeiro em total pago ao produtor rural, com R$ 3,3 bilhões, e segundo em arrecadação, com R$ 2,3 bilhões. São Paulo fecha o ranking em terceiro na arrecadação (R$ 2,1 bilhões) e na indenização (R$ 1,3 bilhão).

A modalidade é oferecida independente do porte do negócio, desde que este siga as boas práticas de manejo, tais como o Zoneamento Agrícola (Zarc), por exemplo, além de práticas de correção de solo, adubação e controles fitossanitários. “Com a ocorrência frequente de eventos climáticos que podem devastar lavouras inteiras, o setor de seguros traz a segurança que o produtor rural precisa para focar suas energias em aumentar a sua produtividade”, conclui o superintendente de Estudos e Projetos da CNseg.

Em 2022, pessoas seguradas receberam mais de R$ 14 bilhões em benefícios

seguro de vida

Em 2022 foram pagos R$ 57,9 bilhões em prêmios diretos de seguros de pessoas, superando o resultado de 2021 em 13,1%, segundo estudo consolidado pela Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), com base nos dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

A alta segue um ritmo de crescimento dos prêmios observado desde 2020, e que pode indicar uma maior preocupação da população em se prevenir frente a momentos adversos – comportamento já evidenciado em pesquisa da Fenaprevi encomendada ao Datafolha no final de 2020.

Do montante, quase metade (46%) se refere às modalidades de Vida (individual e coletivo) que juntas somaram R$ 27 bilhões, um incremento de 15,1% sobre o acumulado do ano anterior. Em seguida, com participação de 29% no total, o seguro Prestamista registrou R$ 16,7 bilhões em prêmios e uma variação de 7,1%. 

O maior crescimento foi do ramo Viagem, 166,7% superior em prêmios a 2021, sendo um reflexo da retomada do turismo, passado o período mais intenso da pandemia da covid-19. Os seguros Funeral e Doenças Graves / Terminais também alcançaram números relevantes no período, crescendo respectivamente 15,1% e 18,9%.

Retorno a sociedade

Em termos de benefícios à população segurada, foram pagos R$ 14 bilhões de janeiro a dezembro de 2022. O valor caiu 18,9% em relação ao registrado no acumulado dos doze meses anteriores, quando o segmento foi impactado fortemente pela pandemia da Covid-19. Vale destacar que os pagamentos de benefícios em função da Covid-19 caíram de R$ 4,83 bilhões em 2021, para R$ 1,18 bilhão no ano seguinte. 

Novamente, os seguros de Vida (individual e coletivo) se destacaram também pelo valor pago em benefícios – de R$ 8,1 bilhões, embora apresentando queda de 25,9% quando comparado ao ano prévio. O Prestamista, que obteve participação de 18% nos sinistros pagos em 2022, caiu 30,2% na mesma base de comparação. Outro ramo de seguro com redução elevada foi o Funeral, 16,6% em relação ao observado em 2021. Por outro lado, os seguros de Acidentes Pessoais, Doenças Graves / Terminais e Viagens registraram aumento de 18,9%, 32,4% e 77%, respectivamente, no acerto dos sinistros.

Seguradora Liberty investe em especialização para crescer em seguro transporte

Diante do expressivo crescimento do seguro de transporte, entrevistei o diretor de Transportes da Liberty Seguros, Marcos Siqueira, para trazer aos leitores um cenário sobre este nicho do setor de seguros. Em 2022, o segmento movimentou vendas de R$ 5,3 bilhões, avanço de 25% em relação a 2021, e pagou indenizações de R$ 2,87 bilhões, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), analisados pela CNseg, a confederação nacional das seguradoras. Leia abaixo os principais trechos da conversa:

Qual o desempenho do segmento de seguros de transportes neste ano em vendas?

Em 2022, o mercado de seguros de transportes cresceu 25% em prêmios, de acordo com a SUSEP. E esse número foi muito puxado pelo segmento de agronegócios – que teve alta de mais de 32% em volume de movimentação de mercadorias, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária – e pelo de petróleo, que também registrou um boom no ano passado. A Liberty Seguros registrou um crescimento de cerca de 5,9% no período. Tal resultado foi um pouco mais modesto em relação ao mercado e pode ser justificado pelo fato de a companhia não trabalhar com opções para esses setores anteriormente mencionados. Independentemente, o segmento de transportes é muito importante para nós, e trabalhamos com um portfólio completo, além de oferecer diversos serviços para fomentar a adesão dos corretores a esse mercado.

E em indenizações?

O mercado de transportes mostrou queda em termos de indenizações. No que diz respeito a sinistros, o setor teve uma piora de 2,8 pontos percentuais, indo de 51,1% para 53,8%, conforme aponta a SUSEP, principalmente por conta de um grande aumento na frequência de acidentes rodoviários, que é um dos grandes problemas dessa frente de atuação hoje em dia. 

No que diz respeito à Liberty, até dezembro de 2022 a companhia estava na contramão do mercado, registrando uma melhora no segmento. Em dezembro de 2021, o acumulado de sinistralidade da companhia era de 44,5% e, um ano depois, encerrou o mesmo período de 2022 com 40,3% – uma melhora de 4,2 pontos percentuais.

É uma carteira rentável?

Sim, quando bem trabalhado, o segmento de transportes é bastante rentável. Para isso, é fundamental conhecer todos os detalhes das operações dos clientes, como qual tipo de mercadoria eles transportam, como administram suas operações e como atuam para prevenir e gerenciar riscos. A Liberty hoje trabalha com uma carteira de seguros de transportes bastante rentável e vamos continuar investindo neste tipo de serviço, pois acreditamos nas oportunidades deste mercado e que temos boas chances de crescer 

Quais as medidas adotadas para estabilizar a carteira?

Entre as medidas adotadas, a principal é o entendimento do risco. Quando temos essa compreensão, desenhamos um plano de gerenciamento mais adequado para cada situação e isso acaba por mitigar possíveis ameaças. Nesse contexto, quanto mais capazes formos de mitigar os riscos, como evitar acidentes e situações de roubo,mais chances temos de melhorar ainda mais o desempenho da carteira. Além disso, essas medidas ajudam em questões relacionadas à ASG, pois há melhor gestão de combustível, redução do risco de acidentes e, consequentemente, podemos evitar danos ao meio ambiente – inclusive, reduzindo a emissão de carbono, que é uma das principais preocupações da Liberty.

5) Como a Liberty se posiciona neste mercado?

Nosso objetivo é sempre posicionar a Liberty como uma das principais seguradoras atuando no segmento de transportes. Inclusive, em 2022, realizamos roadshows por todo o Brasil para conversar com parceiros e representantes do mercado, para assegurá-los de que Liberty vai continuar apostando na carteira deste setor para garantir mais crescimento. Nossos investimentos na área são, majoritariamente, em tecnologia, para facilitar e agilizar o atendimento a segurados e corretores; em processos, para termos maior fluidez e simplicidade; e em pessoas, que são nosso maior ativo, para que seja possível viabilizar o crescimento que queremos ter.

6) Quais os principais desafios para elevar a participação do seguro transporte no total das vendas do setor?

Um dos principais desafios que a Liberty enfrenta hoje é entrar em novos segmentos, como o de combustíveis, por exemplo. A ideia é que, no futuro, a companhia passe a atuar nesses novos mercados, por isso, estamos nos especializando para dar mais esse passo.

7) Quais as mercadorias mais visadas pelas quadrilhas?

Atualmente, as placas solares são as mercadorias mais visadas. Depois, temos cobre e outros metais de alto valor agregado, medicamentos e eletrônicos.

8) O gerenciamento de risco é uma exigência mandatória? A seguradora oferece ou o cliente contrata à parte? 

Quando falamos sobre seguro obrigatório não, mas para seguro de roubo e desvio de cargas, sim, as seguradoras praticamente os tornam mandatórios, pois é isso que previne roubos e evita acidentes. Se a pessoa ou empresa tem um bom plano de gerenciamento de risco, isso vai fazer com que o mercado cresça, tenha uma menor sinistralidade e que o cliente se preocupe menos com o roubo de cargas. Hoje, quem contrata o plano de gerenciamento de risco é o segurado, pois a gestão logística da operação acaba ficando nas mãos dele. Dessa forma, a empresa de seguros tem um papel de consultoria, orientando o cliente sobre as melhores tecnologias e equipamentos e o melhor plano de gerenciamento de risco para cada operação. 

9) Cite pelo menos dois exemplos sobre as contribuições da tecnologia adotadas pela seguradora para encantar clientes.

Claro. O primeiro deles é a gestão das frotas, em que avaliamos como os motoristas dirigem para evitar acidentes e o diminuir o máximo possível de impactos ao meio ambiente. Quando fazemos isso, também somos capazes de reduzir custos, pois podemos consumir menos combustível e seguir por rotas mais curtas.

Outro exemplo, e que ajuda a evitar muitos roubos, é o que chamamos de isca. Ela consiste em um pequeno dispositivo eletrônico que é colocado dentro da embalagem das mercadorias, que pode ser ativado à distância no momento do transporte da carga. Dessa forma, quando algum roubo ocorre, o ladrão não consegue identificar em qual embalagem o dispositivo se encontra.

Por fim, outra contribuição da tecnologia é o controle de algumas funcionalidades do transporte, como onde o motorista vai fazer paradas, bloqueio de combustível, quinta roda e abertura da porta do veículo – hoje, tudo isso pode ser feito à distância com o uso da tecnologia.

Allianz: confira dicas e operação para quem vai viajar de carro no feriado de Carnaval 

Fontes: Allianz

Muitas pessoas aproveitam o Carnaval para passar os dias de folia fora dos grandes centros. Antes de pegar a estrada, porém, alguns itens devem ser conferidos pelo motorista para que a viagem ocorra com segurança. “É necessário cumprir as revisões periódicas. Certificar-se de que todos os detalhes do carro estão em dia e em perfeitas condições, aliado ao comportamento prudente diante do volante, é o primeiro passo para viajar tranquilamente e aproveitar o passeio sem preocupações”, destaca Marlon Teixeira, diretor de Sinistros Auto da Allianz Seguros, uma das principais seguradoras de automóveis do país.

O executivo separou algumas dicas para auxiliar os condutores nesta checagem: 

1. Verifique o estado dos pneus 

Confira se os pneus do carro estão gastos e se há necessidade de trocá-los. Também é importante calibrá-los de acordo com as libras indicadas no manual do proprietário do automóvel. Opte, ainda, por um pneu de boa qualidade no estepe. “A mesma atenção dada aos pneus é necessária no estepe. Se possível, calibre também o pneu reserva”, aconselha Marlon Teixeira. 

2. Não deixe as revisões simples de lado 

Certifique-se de que ferramentas como triângulo, macaco e chave de roda estejam realmente no veículo. Antes de viajar, avalie suspensão, faróis, sistema de freio, nível do óleo e fluídos, e sistema elétrico. “Inclua nessa lista o sistema de limpeza dos vidros. Apesar de simples, é uma ferramenta que garante muita segurança”, pontua o executivo. 

3. Cuidado em trechos alagados 

As chuvas de verão geralmente são rápidas, mas também podem ser seguidas de temporais. “Importante evitar o tráfego durante as chuvas fortes e, consequentemente, os trechos alagados, procurando locais seguros para aguardar as condições de tráfego melhorarem”, explica Marlon Teixeira. 

4. Cinto de segurança sempre 

A dica é simples e já conhecida, mas não custa lembrar: o cinto de segurança deve ser utilizado em todo o trajeto, inclusive pelos passageiros que estão no banco traseiro. “Embora a obrigatoriedade do cinto de segurança para motoristas e passageiros esteja previsto no Código de Trânsito Brasileiro, muitas vezes seu uso é negligenciado”, frisa Marlon Teixeira. Um estudo feito pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego indica que o uso do cinto no banco dianteiro reduz em 45% as chances de lesões graves em acidentes e, nos bancos de trás, os passageiros que utilizam o cinto ficam até 75% mais seguros. 

5. Faça todas as revisões com antecedência 

Por último – e não menos importante –, Marlon Teixeira aconselha que todos os itens do automóvel sejam checados com antecedência. “Quanto mais cedo o motorista averiguar o veículo, melhor. Assim, caso seja necessário substituir alguma peça, ele terá tempo de fazer essa substituição com calma e sem dores de cabeça”, finaliza. 

Operação especial no feriado 

Entre os dias 17 e 23 de fevereiro, a Allianz Partners, empresa do Grupo Allianz e líder global em assistência 24 horas e seguro viagem, realizará a Operação Carnaval 2023 e mobilizará prestadores de serviço locais para atender os chamados mais comuns de segurados das empresas parceiras. A operação será realizada em localidades como os litorais Sul e Norte de São Paulo, a Costa Verde e a Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, bem como o litoral de Florianópolis (SC), Pernambuco, Bahia, Ceará e Paraíba.  

Seguradora Zurich dá 10 dicas para evitar o roubo de celular

Dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo apontam que houve aumento no número de roubos no estado, que chegaram a 245.900 ocorrências registradas em 2022. Desse total, de acordo com a secretaria, 67,29% são roubos de celulares. 

“Antes, o roubo de aparelhos era motivado pelo equipamento em si. Hoje, o motivo principal é o que há dentro deles, em especial apps dos bancos, a partir dos quais é possível fazer transações indevidas e causar muita dor de cabeça aos proprietários”, diz o Diretor Executivo de Parcerias da Seguradora Zurich, Luís Reis. “Entendemos que as pessoas ficam ainda mais expostas a este perfil de crime durante períodos como o carnaval”, aponta o executivo. 

Luís se refere especialmente ao PIX, que caiu no gosto do brasileiro. Em dezembro, o Banco Central chegou a registrar recorde de transações diárias: foram 104,1 milhões de operações em 24 horas no dia 20 de dezembro. O país tem 143,3 milhões de usuários, dos quais 131,6 milhões são pessoas físicas e 11,7 milhões, pessoas jurídicas. 

Desde o dia 2 de janeiro, o PIX conta com novas regras. Entre elas, o usuário pode transferir todo o limite de um período (diurno ou noturno) em apenas uma transação PIX ou fazê-lo em diversas vezes, ficando a critério do correntista. O BC também elevou o limite para as retiradas de dinheiro por meio das modalidades Pix Saque e Pix Troco. O valor máximo passou de R$ 500 para R$ 3 mil durante o dia e de R$ 100 para R$ 1 mil no período noturno. 

Diante desses números e das novas regras, a Seguradora Zurich, que é a líder de mercado para o seguro de roubo e furto de celulares, preparou uma lista de 10 dicas para evitar problemas com roubo e furto de celulares, objetos e recursos indispensáveis no nosso dia a dia. As orientações incluem, também, o que fazer se o pior acontecer.

Para prevenção 
 

1 — Redobre a atenção ao utilizar o celular na rua e nos transportes  

Se isto for realmente necessário, fique numa posição em que consiga ver todo o ambiente em seu entorno. Evite deixar o aparelho à vista de janelas. No automóvel, mantenha-o longe do painel do veículo ou suportes de para-brisa. 
 

2 — Cuidado ao guardar o aparelho 

Evite deixá-lo sobre mesas ou no bolso traseiro. E quando guardá-lo em mochilas e bolsas, feche-as bem e as mantenha à frente do corpo. 
 

3 — Utilize senha ou código de bloqueio para destravar o celular e aplicativos bancários 

A Federação Nacional de Bancos (Febraban) recomenda evitar os métodos de reconhecimento facial ou digitais para desbloquear aplicativos bancários, pois alguns aparelhos têm brechas que possibilitam a alteração com facilidade em caso de furto. Use senhas ou códigos de bloqueio, mas evite desenhos simples e óbvios demais e tome cuidado ao desbloqueá-lo em público.

Assim, caso o aparelho for perdido ou, pior, furtado ou roubado, o criminoso terá dificuldade em acessar os dados que, por sua vez, poderão ser apagados remotamente. 
 

4 — Evite deixar o e-mail logado no celular — e cuidado com as senhas! 

O e-mail é um dos meios mais eficazes para alterar senhas rapidamente em um celular desbloqueado. Evite mantê-lo logado automaticamente no aparelho. 

Evite também repetir senhas, deixá-las anotadas em blocos de notas, ou mesmo criar senhas muito fáceis – elas podem ser rapidamente decodificadas. Especialistas recomendam senhas longas, com letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Se você é do tipo esquecido, versos de músicas ou frases com conexão emocional (por exemplo, “esse ano farei uma viagem incrível”), com pequenas alterações, podem ser bons pontos de partida. Você também pode usar gerenciadores de senha — mas lembre-se: use uma senha diferente da do desbloqueio do aparelho, e não a anote em nenhum app. 
 

— Guarde os detalhes do aparelho 

Faça um registro de todas as informações importantes do aparelho e mantenha-as em um local seguro. São elas: o número do telefone, nome do fabricante, cor e modelo, PIN ou código de desbloqueio e IMEI (número interno de identificação do dispositivo), além de características peculiares como marcas, arranhões ou rachaduras. O IMEI, especificamente, é fundamental para registro no Boletim de Ocorrência em caso de roubo ou furto. Para acessar o seu IMEI, procure na etiqueta da caixa do celular, no adesivo que fica atrás da bateria, ou digite *#06# no celular e aperte a tecla “ligar”. 
 

6 — Atente-se às opções de seguro disponíveis no mercado 

No final do dia, todos estão sujeitos ao risco de roubo ou furto de seus aparelhos. Por isso, contratar um seguro também é uma boa medida de prevenção. Hoje, há diversas opções de seguro no mercado, tanto para aparelhos celulares quanto transações eletrônicas indevidas. As opções para o aparelho celular podem cobrir reparos causados por danos acidentais, como quebras, e permite a indenização se o objeto não tiver conserto, ou em caso de roubo ou furto qualificado. A Zurich também oferece um seguro que cobre operações eletrônicas indevidas, via TED, DOC e PIX com algumas instituições bancárias parceiras, e indeniza seus clientes no caso de transferências indevidas sob coação, extorsão ou sequestro. 


E se o aparelho for roubado, o que fazer? 
 

7 — Registre um Boletim de Ocorrência 

Para quem tem seguro, o que é sempre recomendável, o B.O. é imprescindível na análise da cobertura e posterior indenização. Este boletim de ocorrência pode ser feito presencialmente na delegacia mais próxima ou de forma on-line, no site da Polícia Militar do seu estado. Assim, você terá uma prova, caso seu celular seja usado em qualquer atividade ilícita, de que não foi você quem utilizou o aparelho. Somente com o boletim em mãos, será possível fazer o bloqueio do seu telefone através do código IMEI dele. 
 

8 — Bloqueie o IMEI  

Bloqueie o IMEI junto à operadora para que suas funções sejam automática e completamente desativadas de forma remota.

O código IMEI (International Mobile Equipment Identity) é o número de identificação próprio de cada aparelho celular. Ele pode estar localizado na caixa original do produto ou na nota fiscal de compra do aparelho. Com o boletim de ocorrência e o código IMEI do seu aparelho em mãos, entre em contato com a operadora e solicite o bloqueio. Em algumas horas, o celular já deve estar bloqueado. Veja abaixo os números das principais operadoras do país para bloquear um celular roubado/furtado ou perdido: Vivo — 1058; Oi — 1057; Claro — 1052; Tim — 1056. 
 

9 — Troque as senhas e desconecte contas  

Troque as senhas de acesso ao ID do Google ou Apple e desconecte as contas de aplicativos instalados (por exemplo, e-mail e redes sociais). 
 

10 — Apague os dados remotamente

Encontre, o mais rápido possível, outro aparelho de celular, computador ou tablet para apagar os dados também remotamente. De acordo com o site da Serasa, para fazer isso, acesse o site com nome e senha associado à conta do aparelho celular. Se for no sistema Android, quando aparecer o mapa de localização, basta clicar em “Limpar Dispositivo” no menu à esquerda; se for IOS, após login, é preciso clicar em “buscar iPhone”; assim que aparecer o mapa de localização, clicar em “Apagar iPhone”.

Se você conseguir recuperar o celular, pode desbloqueá-lo ligando novamente para a sua operadora. Você vai precisar informar o número da linha, números do RG e CPF do titular da linha e nota fiscal do aparelho.