Renato Gomes assume como superintendente de vendas na Icatu Seguros

Fonte: Icatu

Icatu anunciou o novo superintendente de vendas consultivas, Renato Gomes, que tem o desafio de fortalecer e sensibilizar a relação entre corretor e cliente. “Com o crescimento do mercado de seguros no pós-pandemia, vimos surgir muitas dúvidas sobre o seguro de vida, previdência e capitalização, e é justamente o corretor que atua no trato humano, como consultor, que irá trazer o máximo de informação e customização possível para o cliente final, algo que nenhuma tecnologia substitui. Queremos criar uma cultura de venda consultiva, ou seja, de escuta empática, para entrar nas particularidades financeiras do cliente e, assim, entender as suas reais necessidades. E o corretor é o principal agente protagonista dessa incrível jornada. É assim que vamos desenvolver um trabalho que vai fazer a diferença não só na Icatu, mas no país”, afirma Gomes, que conta com mais de 24 anos de atuação no mercado segurador.

O executivo é formado em Engenharia Civil, área em que atuou por 15 anos em grandes empresas projetistas e de construção até o ano de 1998, quando iniciou sua jornada no mercado segurador, na Prudential do Brasil, como Master Franqueado na gestão de vendas de seguro de vida através dos Corretores Franqueados Life Planners. A partir de 2013, atuou como gerente de treinamento, sendo o principal responsável por estruturar a capacitação da força de vendas de parceiros da seguradora. Em 2019, tornou-se sócio da RJ Investimentos, onde era responsável pelo desenvolvimento interno dos Assessores de Investimentos e head de Seguros de Vida Individual, sua última experiência até chegar na Icatu.

Com o propósito de democratizar o acesso a soluções de proteção e planejamento financeiro, a Icatu vê os corretores como parceiros fundamentais para ampliar cada vez mais essa missão. “Para 2023, estamos com a agenda completa de treinamentos, em diversos estados do Brasil, justamente para trazer essa força consultiva para os corretores e fomentar a cultura do seguro no Brasil. Nesse primeiro momento serão turmas menores, para que a gente consiga falar olho no olho com cada um e acompanhar suas jornadas.”, conta Gomes. Até o final do ano o objetivo é ter 250 corretores treinados.

A Icatu tem como um dos grandes focos na frente de treinamento avançar no conceito de lifelong learning, que é o desenvolvimento contínuo de conhecimentos e habilidades que as pessoas experimentam após a educação formal e ao longo de suas vidas. A sua proposta de qualificação para os corretores é capacitá-los para gerenciar sua própria aprendizagem em uma variedade de contextos, temas e sensibilizações ao longo de sua jornada, sempre buscando o máximo de humanização nos argumentos, entendimento das dores e profundidade no diagnóstico com os clientes. “Dentro desse contexto, também há o conceito de on the job training que eu gosto muito, que consiste no corretor consolidar o aprendizado teórico e prático absorvido em ambiente interno de treinamento, mas agora na experiência real e direta na venda consultiva junto aos clientes. Entendo isso como aprender fazendo. Dessa forma, ele adquire conhecimento a partir das suas próprias experiências, gerando um aprendizado contínuo”, explica Gomes.

Nos últimos anos o mercado de vida e previdência tem ganhado mais visibilidade, sobretudo após a pandemia. Mas ainda cerca de 90% dos corretores brasileiros não trabalham com vida e previdência. “Vim pra Icatu com respeito a sua brasilidade e pelo seu crescimento consistente ano após ano. É notório o quanto é uma empresa preparada para receber esses corretores, com uma gama de soluções que os auxiliam, além do suporte comercial e relacionamento, com regionais por todo o Brasil. E eles podem contar comigo nessa jornada. Queremos ampliar a cultura do seguro no Brasil e convidamos os corretores a viver essa jornada e crescer junto com a gente”, conclui o executivo.

Mudanças no Carf podem incrementar as vendas do seguro garantia judicial

Ontem, governo e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) fecharam acordo sobre o voto de qualidade – o desempate por um representante do Fisco nos julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ficou acertado que se perder, o contribuinte poderá ficar livre de multas e juros. “Acredito que poderá haver um maior nível de judicialização dos processos, numa consequente alta da demanda das empresas pelo seguro garantia judicial, que tem um custo inferior a fiança bancária”, aposta Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguro, líder no segmento de seguro garantia.

Segundo o executivo, o efeito positivo para o governo é que vai aumentar a arrecadação. Ontem, após oficializar o acordo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não deu detalhes de quanto a União perderá ao abrir mão de multas e juros. Ele preferiu fazer a conta ao contrário. Disse que pode haver arrecadação de R$ 50 bilhões com o novo modelo, informa o Valor Econômico.

“Mas à medida em que se tem o voto de qualidade, que poderá reverter em benefício da União, entendo que um possível efeito será um aumento na demanda por seguro garantia judicial, pois nem todas as empresas optarão por um acordo imediato, mesmo ante aos benefícios concedidos, de modo a prosseguir com a discussão judicialmente”, acrescenta o presidente da Junto.

O Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco) estima que existam 93 mil processos do gênero no Carf. Destes, 162 representam receita de R$ 453 bilhões, de mais de R$ 1 trilhão que aguardam julgamento. “Mas à medida em que se tem o voto de qualidade, ou seja, a favor da União, temos também um aumento de judicialização, pois as empresas vão buscar resolver a questão na Justiça e isso pode elevar a procura do seguro garantia judicial”, comenta Melo.  

Felipe Leão, presidente da corretora de seguros THB Brasil, em entrevista concedida ao Universo do Seguro, acredita que o monitoramento desse tipo de risco no ambiente corporativo é extremamente importante. “Os grandes tomadores, que terão seus processos julgados daqui para frente, podem estar no limite do crédito do seguro garantia”, exemplifica. “Se esse for o caso, o trabalho é um pouco maior para conseguir as linhas de garantia. Por isso, todos devem ficar atentos em como os processos estão sendo pautados dentro do Carf, para estar preparado para uma futura emissão de garantia para discutir esse processo”, completa.

O corretor comenta que a pauta ainda deverá exigir uma nova análise de entendimento de como as empresas irão reagir à mudança no entendimento. “Nós precisaremos aguardar e entender como as empresas vão reagir – se elas vão de fato procurar um acordo na Receita ou se elas vão procurar brigar na justiça e precisarão da apólice”, finaliza ao evidenciar que também será necessário acompanhar como o próprio Carf reagirá em favor da Receita.

O segmento de seguro garantia encerrou 2022 com vendas de R$ 3,47 bilhões, alta de 14% em comparação a 2021, considerando-se prêmios diretos. São mais de 20 seguradoras na disputa, com as duas maiores detendo R$ 1,2 bilhão das vendas. A Junto Seguro é líder do segmento, com market share de 18%, com mais de 200 mil apólices emitidas. Este é um nicho de mercado que vem atraindo muito competidores, principalmente em seguro garantia judicial. São 36 seguradoras disputando um mercado tido com imenso potencial. As indenizações somaram R$ 891 milhões no ano passado, gerando um índice de sinistralidade de 28%.

Seguro rural indeniza aos produtores mais de R$ 10 bilhões em 2022

Fonte: CNseg

O seguro Rural vem se consolidando como um dos mais importantes instrumentos da política agrícola brasileira, pois permite que o produtor se proteja contra perdas decorrentes, principalmente, de fenômenos climáticos adversos, como o vivenciado na produção de grãos da safra 2022/2023. Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o segmento pagou mais de R$ 10,5 bilhões aos produtores em indenizações em 2022, um aumento de 47,1% ante o mesmo período do ano anterior.

A consciência sobre a importância da modalidade vem crescendo anualmente. Em 2022, esse tipo de seguro arrecadou mais de R$ 13,4 bilhões, valor 39,5% maior do que o registrado em 2021. Se comparado a 2018, o segmento teve um aumento de 351,4% em arrecadação e de 192,5% no pagamento de indenizações. Para Thiago Ayres, superintendente de Estudos e Projetos da CNseg, o aumento da demanda está diretamente relacionado à percepção de risco pelo produto rural.

Em 2023, a Confederação projeta que o seguro Rural cresça mais 7,3%. “Com o aumento constante na ocorrência de eventos climáticos severos, o produtor rural, cada vez mais, tem enxergado o setor de seguros como um forte aliado na saúde financeira do seu negócio”, destaca Ayres.

No ranking dos três principais estados do segmento, a Região Sul do país teve destaque. O Rio Grande do Sul foi o estado com a maior procura pelo produto, com R$ 2,5 bilhões, e o segundo em indenizações pagas, com R$ 3,2 bilhões. O Paraná, por sua vez, ficou em primeiro em total pago ao produtor rural, com R$ 3,3 bilhões, e segundo em arrecadação, com R$ 2,3 bilhões. São Paulo fecha o ranking em terceiro na arrecadação (R$ 2,1 bilhões) e na indenização (R$ 1,3 bilhão).

A modalidade é oferecida independente do porte do negócio, desde que este siga as boas práticas de manejo, tais como o Zoneamento Agrícola (Zarc), por exemplo, além de práticas de correção de solo, adubação e controles fitossanitários. “Com a ocorrência frequente de eventos climáticos que podem devastar lavouras inteiras, o setor de seguros traz a segurança que o produtor rural precisa para focar suas energias em aumentar a sua produtividade”, conclui o superintendente de Estudos e Projetos da CNseg.

Em 2022, pessoas seguradas receberam mais de R$ 14 bilhões em benefícios

seguro de vida

Em 2022 foram pagos R$ 57,9 bilhões em prêmios diretos de seguros de pessoas, superando o resultado de 2021 em 13,1%, segundo estudo consolidado pela Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), com base nos dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

A alta segue um ritmo de crescimento dos prêmios observado desde 2020, e que pode indicar uma maior preocupação da população em se prevenir frente a momentos adversos – comportamento já evidenciado em pesquisa da Fenaprevi encomendada ao Datafolha no final de 2020.

Do montante, quase metade (46%) se refere às modalidades de Vida (individual e coletivo) que juntas somaram R$ 27 bilhões, um incremento de 15,1% sobre o acumulado do ano anterior. Em seguida, com participação de 29% no total, o seguro Prestamista registrou R$ 16,7 bilhões em prêmios e uma variação de 7,1%. 

O maior crescimento foi do ramo Viagem, 166,7% superior em prêmios a 2021, sendo um reflexo da retomada do turismo, passado o período mais intenso da pandemia da covid-19. Os seguros Funeral e Doenças Graves / Terminais também alcançaram números relevantes no período, crescendo respectivamente 15,1% e 18,9%.

Retorno a sociedade

Em termos de benefícios à população segurada, foram pagos R$ 14 bilhões de janeiro a dezembro de 2022. O valor caiu 18,9% em relação ao registrado no acumulado dos doze meses anteriores, quando o segmento foi impactado fortemente pela pandemia da Covid-19. Vale destacar que os pagamentos de benefícios em função da Covid-19 caíram de R$ 4,83 bilhões em 2021, para R$ 1,18 bilhão no ano seguinte. 

Novamente, os seguros de Vida (individual e coletivo) se destacaram também pelo valor pago em benefícios – de R$ 8,1 bilhões, embora apresentando queda de 25,9% quando comparado ao ano prévio. O Prestamista, que obteve participação de 18% nos sinistros pagos em 2022, caiu 30,2% na mesma base de comparação. Outro ramo de seguro com redução elevada foi o Funeral, 16,6% em relação ao observado em 2021. Por outro lado, os seguros de Acidentes Pessoais, Doenças Graves / Terminais e Viagens registraram aumento de 18,9%, 32,4% e 77%, respectivamente, no acerto dos sinistros.

Seguradora Liberty investe em especialização para crescer em seguro transporte

Diante do expressivo crescimento do seguro de transporte, entrevistei o diretor de Transportes da Liberty Seguros, Marcos Siqueira, para trazer aos leitores um cenário sobre este nicho do setor de seguros. Em 2022, o segmento movimentou vendas de R$ 5,3 bilhões, avanço de 25% em relação a 2021, e pagou indenizações de R$ 2,87 bilhões, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), analisados pela CNseg, a confederação nacional das seguradoras. Leia abaixo os principais trechos da conversa:

Qual o desempenho do segmento de seguros de transportes neste ano em vendas?

Em 2022, o mercado de seguros de transportes cresceu 25% em prêmios, de acordo com a SUSEP. E esse número foi muito puxado pelo segmento de agronegócios – que teve alta de mais de 32% em volume de movimentação de mercadorias, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária – e pelo de petróleo, que também registrou um boom no ano passado. A Liberty Seguros registrou um crescimento de cerca de 5,9% no período. Tal resultado foi um pouco mais modesto em relação ao mercado e pode ser justificado pelo fato de a companhia não trabalhar com opções para esses setores anteriormente mencionados. Independentemente, o segmento de transportes é muito importante para nós, e trabalhamos com um portfólio completo, além de oferecer diversos serviços para fomentar a adesão dos corretores a esse mercado.

E em indenizações?

O mercado de transportes mostrou queda em termos de indenizações. No que diz respeito a sinistros, o setor teve uma piora de 2,8 pontos percentuais, indo de 51,1% para 53,8%, conforme aponta a SUSEP, principalmente por conta de um grande aumento na frequência de acidentes rodoviários, que é um dos grandes problemas dessa frente de atuação hoje em dia. 

No que diz respeito à Liberty, até dezembro de 2022 a companhia estava na contramão do mercado, registrando uma melhora no segmento. Em dezembro de 2021, o acumulado de sinistralidade da companhia era de 44,5% e, um ano depois, encerrou o mesmo período de 2022 com 40,3% – uma melhora de 4,2 pontos percentuais.

É uma carteira rentável?

Sim, quando bem trabalhado, o segmento de transportes é bastante rentável. Para isso, é fundamental conhecer todos os detalhes das operações dos clientes, como qual tipo de mercadoria eles transportam, como administram suas operações e como atuam para prevenir e gerenciar riscos. A Liberty hoje trabalha com uma carteira de seguros de transportes bastante rentável e vamos continuar investindo neste tipo de serviço, pois acreditamos nas oportunidades deste mercado e que temos boas chances de crescer 

Quais as medidas adotadas para estabilizar a carteira?

Entre as medidas adotadas, a principal é o entendimento do risco. Quando temos essa compreensão, desenhamos um plano de gerenciamento mais adequado para cada situação e isso acaba por mitigar possíveis ameaças. Nesse contexto, quanto mais capazes formos de mitigar os riscos, como evitar acidentes e situações de roubo,mais chances temos de melhorar ainda mais o desempenho da carteira. Além disso, essas medidas ajudam em questões relacionadas à ASG, pois há melhor gestão de combustível, redução do risco de acidentes e, consequentemente, podemos evitar danos ao meio ambiente – inclusive, reduzindo a emissão de carbono, que é uma das principais preocupações da Liberty.

5) Como a Liberty se posiciona neste mercado?

Nosso objetivo é sempre posicionar a Liberty como uma das principais seguradoras atuando no segmento de transportes. Inclusive, em 2022, realizamos roadshows por todo o Brasil para conversar com parceiros e representantes do mercado, para assegurá-los de que Liberty vai continuar apostando na carteira deste setor para garantir mais crescimento. Nossos investimentos na área são, majoritariamente, em tecnologia, para facilitar e agilizar o atendimento a segurados e corretores; em processos, para termos maior fluidez e simplicidade; e em pessoas, que são nosso maior ativo, para que seja possível viabilizar o crescimento que queremos ter.

6) Quais os principais desafios para elevar a participação do seguro transporte no total das vendas do setor?

Um dos principais desafios que a Liberty enfrenta hoje é entrar em novos segmentos, como o de combustíveis, por exemplo. A ideia é que, no futuro, a companhia passe a atuar nesses novos mercados, por isso, estamos nos especializando para dar mais esse passo.

7) Quais as mercadorias mais visadas pelas quadrilhas?

Atualmente, as placas solares são as mercadorias mais visadas. Depois, temos cobre e outros metais de alto valor agregado, medicamentos e eletrônicos.

8) O gerenciamento de risco é uma exigência mandatória? A seguradora oferece ou o cliente contrata à parte? 

Quando falamos sobre seguro obrigatório não, mas para seguro de roubo e desvio de cargas, sim, as seguradoras praticamente os tornam mandatórios, pois é isso que previne roubos e evita acidentes. Se a pessoa ou empresa tem um bom plano de gerenciamento de risco, isso vai fazer com que o mercado cresça, tenha uma menor sinistralidade e que o cliente se preocupe menos com o roubo de cargas. Hoje, quem contrata o plano de gerenciamento de risco é o segurado, pois a gestão logística da operação acaba ficando nas mãos dele. Dessa forma, a empresa de seguros tem um papel de consultoria, orientando o cliente sobre as melhores tecnologias e equipamentos e o melhor plano de gerenciamento de risco para cada operação. 

9) Cite pelo menos dois exemplos sobre as contribuições da tecnologia adotadas pela seguradora para encantar clientes.

Claro. O primeiro deles é a gestão das frotas, em que avaliamos como os motoristas dirigem para evitar acidentes e o diminuir o máximo possível de impactos ao meio ambiente. Quando fazemos isso, também somos capazes de reduzir custos, pois podemos consumir menos combustível e seguir por rotas mais curtas.

Outro exemplo, e que ajuda a evitar muitos roubos, é o que chamamos de isca. Ela consiste em um pequeno dispositivo eletrônico que é colocado dentro da embalagem das mercadorias, que pode ser ativado à distância no momento do transporte da carga. Dessa forma, quando algum roubo ocorre, o ladrão não consegue identificar em qual embalagem o dispositivo se encontra.

Por fim, outra contribuição da tecnologia é o controle de algumas funcionalidades do transporte, como onde o motorista vai fazer paradas, bloqueio de combustível, quinta roda e abertura da porta do veículo – hoje, tudo isso pode ser feito à distância com o uso da tecnologia.

Allianz: confira dicas e operação para quem vai viajar de carro no feriado de Carnaval 

Fontes: Allianz

Muitas pessoas aproveitam o Carnaval para passar os dias de folia fora dos grandes centros. Antes de pegar a estrada, porém, alguns itens devem ser conferidos pelo motorista para que a viagem ocorra com segurança. “É necessário cumprir as revisões periódicas. Certificar-se de que todos os detalhes do carro estão em dia e em perfeitas condições, aliado ao comportamento prudente diante do volante, é o primeiro passo para viajar tranquilamente e aproveitar o passeio sem preocupações”, destaca Marlon Teixeira, diretor de Sinistros Auto da Allianz Seguros, uma das principais seguradoras de automóveis do país.

O executivo separou algumas dicas para auxiliar os condutores nesta checagem: 

1. Verifique o estado dos pneus 

Confira se os pneus do carro estão gastos e se há necessidade de trocá-los. Também é importante calibrá-los de acordo com as libras indicadas no manual do proprietário do automóvel. Opte, ainda, por um pneu de boa qualidade no estepe. “A mesma atenção dada aos pneus é necessária no estepe. Se possível, calibre também o pneu reserva”, aconselha Marlon Teixeira. 

2. Não deixe as revisões simples de lado 

Certifique-se de que ferramentas como triângulo, macaco e chave de roda estejam realmente no veículo. Antes de viajar, avalie suspensão, faróis, sistema de freio, nível do óleo e fluídos, e sistema elétrico. “Inclua nessa lista o sistema de limpeza dos vidros. Apesar de simples, é uma ferramenta que garante muita segurança”, pontua o executivo. 

3. Cuidado em trechos alagados 

As chuvas de verão geralmente são rápidas, mas também podem ser seguidas de temporais. “Importante evitar o tráfego durante as chuvas fortes e, consequentemente, os trechos alagados, procurando locais seguros para aguardar as condições de tráfego melhorarem”, explica Marlon Teixeira. 

4. Cinto de segurança sempre 

A dica é simples e já conhecida, mas não custa lembrar: o cinto de segurança deve ser utilizado em todo o trajeto, inclusive pelos passageiros que estão no banco traseiro. “Embora a obrigatoriedade do cinto de segurança para motoristas e passageiros esteja previsto no Código de Trânsito Brasileiro, muitas vezes seu uso é negligenciado”, frisa Marlon Teixeira. Um estudo feito pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego indica que o uso do cinto no banco dianteiro reduz em 45% as chances de lesões graves em acidentes e, nos bancos de trás, os passageiros que utilizam o cinto ficam até 75% mais seguros. 

5. Faça todas as revisões com antecedência 

Por último – e não menos importante –, Marlon Teixeira aconselha que todos os itens do automóvel sejam checados com antecedência. “Quanto mais cedo o motorista averiguar o veículo, melhor. Assim, caso seja necessário substituir alguma peça, ele terá tempo de fazer essa substituição com calma e sem dores de cabeça”, finaliza. 

Operação especial no feriado 

Entre os dias 17 e 23 de fevereiro, a Allianz Partners, empresa do Grupo Allianz e líder global em assistência 24 horas e seguro viagem, realizará a Operação Carnaval 2023 e mobilizará prestadores de serviço locais para atender os chamados mais comuns de segurados das empresas parceiras. A operação será realizada em localidades como os litorais Sul e Norte de São Paulo, a Costa Verde e a Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, bem como o litoral de Florianópolis (SC), Pernambuco, Bahia, Ceará e Paraíba.  

Seguradora Zurich dá 10 dicas para evitar o roubo de celular

Dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo apontam que houve aumento no número de roubos no estado, que chegaram a 245.900 ocorrências registradas em 2022. Desse total, de acordo com a secretaria, 67,29% são roubos de celulares. 

“Antes, o roubo de aparelhos era motivado pelo equipamento em si. Hoje, o motivo principal é o que há dentro deles, em especial apps dos bancos, a partir dos quais é possível fazer transações indevidas e causar muita dor de cabeça aos proprietários”, diz o Diretor Executivo de Parcerias da Seguradora Zurich, Luís Reis. “Entendemos que as pessoas ficam ainda mais expostas a este perfil de crime durante períodos como o carnaval”, aponta o executivo. 

Luís se refere especialmente ao PIX, que caiu no gosto do brasileiro. Em dezembro, o Banco Central chegou a registrar recorde de transações diárias: foram 104,1 milhões de operações em 24 horas no dia 20 de dezembro. O país tem 143,3 milhões de usuários, dos quais 131,6 milhões são pessoas físicas e 11,7 milhões, pessoas jurídicas. 

Desde o dia 2 de janeiro, o PIX conta com novas regras. Entre elas, o usuário pode transferir todo o limite de um período (diurno ou noturno) em apenas uma transação PIX ou fazê-lo em diversas vezes, ficando a critério do correntista. O BC também elevou o limite para as retiradas de dinheiro por meio das modalidades Pix Saque e Pix Troco. O valor máximo passou de R$ 500 para R$ 3 mil durante o dia e de R$ 100 para R$ 1 mil no período noturno. 

Diante desses números e das novas regras, a Seguradora Zurich, que é a líder de mercado para o seguro de roubo e furto de celulares, preparou uma lista de 10 dicas para evitar problemas com roubo e furto de celulares, objetos e recursos indispensáveis no nosso dia a dia. As orientações incluem, também, o que fazer se o pior acontecer.

Para prevenção 
 

1 — Redobre a atenção ao utilizar o celular na rua e nos transportes  

Se isto for realmente necessário, fique numa posição em que consiga ver todo o ambiente em seu entorno. Evite deixar o aparelho à vista de janelas. No automóvel, mantenha-o longe do painel do veículo ou suportes de para-brisa. 
 

2 — Cuidado ao guardar o aparelho 

Evite deixá-lo sobre mesas ou no bolso traseiro. E quando guardá-lo em mochilas e bolsas, feche-as bem e as mantenha à frente do corpo. 
 

3 — Utilize senha ou código de bloqueio para destravar o celular e aplicativos bancários 

A Federação Nacional de Bancos (Febraban) recomenda evitar os métodos de reconhecimento facial ou digitais para desbloquear aplicativos bancários, pois alguns aparelhos têm brechas que possibilitam a alteração com facilidade em caso de furto. Use senhas ou códigos de bloqueio, mas evite desenhos simples e óbvios demais e tome cuidado ao desbloqueá-lo em público.

Assim, caso o aparelho for perdido ou, pior, furtado ou roubado, o criminoso terá dificuldade em acessar os dados que, por sua vez, poderão ser apagados remotamente. 
 

4 — Evite deixar o e-mail logado no celular — e cuidado com as senhas! 

O e-mail é um dos meios mais eficazes para alterar senhas rapidamente em um celular desbloqueado. Evite mantê-lo logado automaticamente no aparelho. 

Evite também repetir senhas, deixá-las anotadas em blocos de notas, ou mesmo criar senhas muito fáceis – elas podem ser rapidamente decodificadas. Especialistas recomendam senhas longas, com letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Se você é do tipo esquecido, versos de músicas ou frases com conexão emocional (por exemplo, “esse ano farei uma viagem incrível”), com pequenas alterações, podem ser bons pontos de partida. Você também pode usar gerenciadores de senha — mas lembre-se: use uma senha diferente da do desbloqueio do aparelho, e não a anote em nenhum app. 
 

— Guarde os detalhes do aparelho 

Faça um registro de todas as informações importantes do aparelho e mantenha-as em um local seguro. São elas: o número do telefone, nome do fabricante, cor e modelo, PIN ou código de desbloqueio e IMEI (número interno de identificação do dispositivo), além de características peculiares como marcas, arranhões ou rachaduras. O IMEI, especificamente, é fundamental para registro no Boletim de Ocorrência em caso de roubo ou furto. Para acessar o seu IMEI, procure na etiqueta da caixa do celular, no adesivo que fica atrás da bateria, ou digite *#06# no celular e aperte a tecla “ligar”. 
 

6 — Atente-se às opções de seguro disponíveis no mercado 

No final do dia, todos estão sujeitos ao risco de roubo ou furto de seus aparelhos. Por isso, contratar um seguro também é uma boa medida de prevenção. Hoje, há diversas opções de seguro no mercado, tanto para aparelhos celulares quanto transações eletrônicas indevidas. As opções para o aparelho celular podem cobrir reparos causados por danos acidentais, como quebras, e permite a indenização se o objeto não tiver conserto, ou em caso de roubo ou furto qualificado. A Zurich também oferece um seguro que cobre operações eletrônicas indevidas, via TED, DOC e PIX com algumas instituições bancárias parceiras, e indeniza seus clientes no caso de transferências indevidas sob coação, extorsão ou sequestro. 


E se o aparelho for roubado, o que fazer? 
 

7 — Registre um Boletim de Ocorrência 

Para quem tem seguro, o que é sempre recomendável, o B.O. é imprescindível na análise da cobertura e posterior indenização. Este boletim de ocorrência pode ser feito presencialmente na delegacia mais próxima ou de forma on-line, no site da Polícia Militar do seu estado. Assim, você terá uma prova, caso seu celular seja usado em qualquer atividade ilícita, de que não foi você quem utilizou o aparelho. Somente com o boletim em mãos, será possível fazer o bloqueio do seu telefone através do código IMEI dele. 
 

8 — Bloqueie o IMEI  

Bloqueie o IMEI junto à operadora para que suas funções sejam automática e completamente desativadas de forma remota.

O código IMEI (International Mobile Equipment Identity) é o número de identificação próprio de cada aparelho celular. Ele pode estar localizado na caixa original do produto ou na nota fiscal de compra do aparelho. Com o boletim de ocorrência e o código IMEI do seu aparelho em mãos, entre em contato com a operadora e solicite o bloqueio. Em algumas horas, o celular já deve estar bloqueado. Veja abaixo os números das principais operadoras do país para bloquear um celular roubado/furtado ou perdido: Vivo — 1058; Oi — 1057; Claro — 1052; Tim — 1056. 
 

9 — Troque as senhas e desconecte contas  

Troque as senhas de acesso ao ID do Google ou Apple e desconecte as contas de aplicativos instalados (por exemplo, e-mail e redes sociais). 
 

10 — Apague os dados remotamente

Encontre, o mais rápido possível, outro aparelho de celular, computador ou tablet para apagar os dados também remotamente. De acordo com o site da Serasa, para fazer isso, acesse o site com nome e senha associado à conta do aparelho celular. Se for no sistema Android, quando aparecer o mapa de localização, basta clicar em “Limpar Dispositivo” no menu à esquerda; se for IOS, após login, é preciso clicar em “buscar iPhone”; assim que aparecer o mapa de localização, clicar em “Apagar iPhone”.

Se você conseguir recuperar o celular, pode desbloqueá-lo ligando novamente para a sua operadora. Você vai precisar informar o número da linha, números do RG e CPF do titular da linha e nota fiscal do aparelho. 

Auto Compara é premiada por campanha de orientação a motoristas de carros elétricos

A insurtech Auto Compara, corretora digital de seguros do Santander Brasil, é vencedora do prêmio Waze Awards 2022, na categoria Inovação Criativa. O reconhecimento da companhia global responsável pelo principal aplicativo de mobilidade e tecnologia do mundo se deu pela parceria entre as duas empresas na campanha de orientação a motoristas de carros elétricos. 

“Criamos no Waze uma rota específica para carros elétricos, que coloca pontos de recarga no trajeto, otimizando o dia a dia do dono desse tipo de veículo”, comenta Rogério Ferreira de Souza, executivo de Transformação Digital do Auto Compara, em comunicado do Santander, acionista da corretora digital. Com a campanha, 8 milhões de usuários únicos do Waze foram impactados, em 1.437 pontos de recarga e 187 estabelecimentos parceiros. O Waze ainda registrou aumento de 25% das navegações de motoristas para pontos de recarga. 

A premiação levou em conta a estratégia criativa da campanha sustentada pelo reconhecimento das marcas Auto Compara e Waze no campo da inovação e da tecnologia. E como ambas as empresas transformam os mercados em que atuam, encurtando distâncias e reduzindo tempo com tecnologias acessíveis, de fácil entendimento, disponíveis na palma na mão. 

“Acreditamos que inovação e criatividade são o melhor caminho para entregar mais valor aos clientes. É isso que nos move a apoiar ideias criativas. Ainda mais quando têm a sustentabilidade como ponto central”, conclui o executivo do Auto Compara. A empresa do Santander foi reconhecida pelo Waze ao lado da Suno United Creators, que apoiou na elaboração e execução do projeto.

Terremoto na Turquia expõe a tragédia de um país com baixa penetração de seguros

A trágica situação que vive a Turquia e a Síria expõem ao mundo muitos alertas sobre como gerenciar riscos. Mesmo sendo uma catástrofe natural, a urgência em privilegiar a ética nos negócios. Um dos questionamentos nos países atingidos é sobre a qualidade das construções que vieram abaixo. O número de mortes por causa do terremoto de magnitude 7,8 que atingiu na semana passada a Turquia e a Síria passou da marca de 40 mil pessoas. 

O ministro da Urbanização da Turquia, Murat Kurum, disse que cerca de 42.000 edifícios desabaram, precisam urgentemente de demolição ou foram gravemente danificados em dez cidades. A Justiça da Turquia afirmou que está iniciando processos judiciais contra 130 pessoas que, supostamente, participaram de incorporações de imóveis que foram construídos com má qualidade e de forma ilegal, sem observar as regras de engenharia que os tornariam mais resistentes a tremores de terra.

Com base nos dados disponíveis, a Extreme Event Solutions espera que a perda total exceda US$ 20 bilhões, com perdas seguradas provavelmente ultrapassando o limite de US$ 1 bilhão. Isso destaca a vasta lacuna de proteção (disparidade entre perdas econômicas e seguradas pós-evento) que existe na região, com uma expectativa de US$ 19 bilhões ou mais da perda total não sendo coberta pelo seguro, o que significa que os governos arcarão com a grande maioria dos conta.

“A diferença considerável entre as perdas seguradas e econômicas – a lacuna de proteção – representa o custo das catástrofes para a sociedade, muitos dos quais são arcados pelos governos. O aumento da penetração de seguros pode aliviar grande parte do fardo. Existem soluções disponíveis que podem melhorar os esforços globais de resiliência, incluindo gerenciamento de emergência, mitigação de riscos, financiamento público de desastres, agrupamento de riscos e outras iniciativas de mitigação de riscos e perdas lideradas pelo governo”, informa Bill Churney, presidente da Extreme Event Solutions, ao portal Reinsurance News.

Em um comunicado, a Munich Re disse que uma estimativa confiável das perdas totais ou seguradas dos terremotos ainda não era possível e que não estava claro quais dos edifícios destruídos estavam cobertos pelo TCIP. Acrescentou que as resseguradoras internacionais estavam cobrindo “a maior parte” do pool e observou que a soma segurada está atualmente limitada a Lyra 640.000 (US$ 34.000) por residência. “A Munich Re é parceira de longa data do TCIP e atualmente também participa do programa de resseguros”, afirmou o portal Insurance Day.

O grupo Mapfre e a Allianz anunciaram doações. A Fundación MAPFRE lançou uma campanha de doações para apoiar o povo da Turquia e fornecer urgentemente à população afetada cobertores, tendas, sacos de dormir, abrigos pré-fabricados e outros materiais essenciais. Cada euro doado será acompanhado por outro euro da Fundación MAPFRE, informou Antonio Huertas, CEO da Mapfre em sua página no LinkedIn.

O Grupo Allianz anunciou que disponibilizará 6 milhões de euros para apoiar os esforços de socorro e recuperação após os terremotos na Turquia e na Síria, incluindo até um milhão de euros para igualar as doações de seus funcionários e agentes vinculados. “O compromisso decisivo de seis milhões de euros da Allianz é uma expressão de nossa solidariedade com nossos colegas e clientes, bem como com seus entes queridos, que foram afetados por os terremotos na região. Esses recursos também são uma expressão de nossa confiança inabalável na capacidade das sociedades e dos indivíduos de se reconstruir e prosperar após desastres naturais. O pessoal da Allianz, em todo o mundo, está pronto para fazer nossa parte no apoio a esses esforços”, disse Oliver Bäte, CEO e presidente do Conselho de Administração da Allianz SE.

#ficaadica

Que o governo Lula, que relança o Minha Casa Minha Vida, fique atento a índole das construtoras e à qualidade das construções. Que use as seguradoras como gestoras de riscos. O Brasil não tem histórico de terremotos, mas tem em corrupção nas licitações que acabam em contratos que não são finalizados e de centenas e centenas de imóveis entregues sem condições de serem habitados pela população, principalmente a de baixa renda, na última década. Há também alguns prédios que ruíram por erros de construção. Bom lembrar que as seguradoras são mitigadoras de riscos. Se elas não aceitarem o seguro, é porque o risco de perda, financeira e humana, é extremamente elevado.

Seguro transporte é beneficiado por investimentos em conexão 4G nas rodovias

Marcello Van Cleef FF Seguros Fairfax

Uma boa notícia para o seguro transporte, que movimentou vendas de R$ 5,3 bilhões em 2022, avanço de 25% em relação a 2021, e pagou indenizações de R$ 2,87 bilhões, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), analisados pela CNseg, a confederação nacional das seguradoras.

A EcoRodovias e a TIM fecharam uma parceria para cobrir 850 quilômetros de três estradas no interior do Brasil com o sinal de 4G de forma ininterrupta ao longo dos trechos. Este é o primeiro acordo entre uma concessionária e uma operadora para cobrir integralmente a malha rodoviária com internet – movimento que tende a crescer nos próximos anos, dado que a obrigação de cobertura passou a constar nos editais de concessão de infraestrutura e telecomunicações.

O fato é visto como positivo por Marcello Van Cleef, head da unidade de negócios de transportes da Fairfax Seguros (FF Seguros), uma das principais seguradoras do Brasil em seguro transporte. “O anúncio sobre a parceria da TIM e EcoRodovias colabora para garantir a manutenção da segurança das cargas transportadas nessas estradas que terão a cobertura integral do sinal 4G”, disse o executivo ao Sonho Seguro.

Segundo Cleef, aliado ao fato da má conservação de algumas estradas, existe também o fato da falta de cobertura de sinal de internet em algumas regiões, o que prejudica a segurança da carga transportada. “É muito comum ser exigido nas apólices de seguro de transporte que o veículo transportador seja rastreado e monitorado pelas empresas de gerenciamento de risco. Muitas vezes, por falta de cobertura, o veículo viaja longos trechos sem sinal e a gerenciadora de risco fica impossibilitada de monitorar o veículo por algum tempo, o que deixa o veículo e mercadoria vulneráveis diante de uma ação criminosa”.