Mulheres representam 68% do quadro de funcionários da Alper Consultoria em Seguros

A Alper Consultoria em Seguros comemora o Dia da Mulher sendo um dos destaques do setor de seguro na busca pela igualdade de gênero em postos de comando. No Brasil, as mulheres ocupam 38% dos cargos de liderança — quarto lugar no ranking global, segundo pesquisa da Grant Thornton, divulgada em março deste ano. No mercado de seguros, as mulheres representam 55% do total de trabalhadores, segundo pesquisa da Escola de Negócios e Seguros (ENS), divulgada em setembro de 2022. Em cargos de liderança há muito a avançar: há dois executivos homens em cargos executivos para uma mulher. Na Alper, 68% da equipe são mulheres, comemora Gabriela Rosati Pereira, diretora de marketing.

Em cargo de liderança a corretora já conta com 65 mulheres, sendo quatro diretoras, 29 coordenadoras, 24 gerentes e oito superintendentes. Entre elas, nenhuma estatutária no momento, mas isso deve mudar em breve. “Trabalho com seguros há 20 anos e posso afirmar que nossas conquistas são relevantes. A Alper é uma empresa que traz oportunidade para as mulheres, que conquistam suas posições com o apoio dos programas oferecidos em toda a empresa. Aqui não há uma guerra entre homens e mulheres. Cada profissional conquista sua posição de forma fluída, suave”, conta. 

Marcos Couto, CEO e presidente da Alper Seguros, é um dos principais incentivadores da igualdade de gênero. Ele é mentor do projeto Sou Segura. “É motivo de muito orgulho ter sido escolhido e poder contribuir para a evolução e maior presença das mulheres no mercado de seguros”, comenta.

Segundo ele, o que torna uma mulher imperdível para um cargo de liderança, além de competências e skills necessários para exercer a função, são duas características muito particulares nas mulheres. “A sensibilidade especial com as pessoas, que se traduz na capacidade de captar detalhes em tudo o que acontece, trazendo eficácia no cuidado com pessoas e tarefas, com um alto grau de comprometimento. Além da sensibilidade, as mulheres possuem a incrível habilidade de executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo, sendo multitasking, sempre de forma eficaz, com excelentes resultados. Não importa se são tarefas simples ou complexas”. 

Carolina Lima, diretora de gente e gestão, afirma que o modelo de Gestão de Gente (programa de desenvolvimento anual) proporciona feedbacks mais eficazes e ainda garante que o plano de desenvolvimento individual seja montado por uma equipe multidisciplinar. “Com isso, oferecemos, cursos, coaching e desafios alinhados ao momento de carreira de cada uma, proporcionando melhor aderência e resultado sustentável. Vejo como as principais características de uma líder a paixão em servir, proporcionar apoio e direcionamento para seus liderados em busca de resultados que equilibrem as motivações dos envolvidos. Uma liderança forte é aquela que fornece inspiração positiva ao seu time”.

Márcia Cruz dos Santos, acaba de assumir como diretora de benefícios filiais e filial Rio de Janeiro. “Embora a representatividade feminina tenha aumentado consideravelmente no setor, ainda há muitas oportunidades a serem desenvolvidas e as mulheres precisam sentir-se empoderadas para tal. O engajamento, empatia e sensibilidade das lideranças são fundamentais para incentivar as frentes de trabalho que trazem cada vez mais equidade nas organizações. Parte disso é o reconhecimento das habilidades do profissional, independente do gênero.”

Carolina Oliveira é diretora da filial Cruz Alta, Rio Grande do Sul. E é uma referência em todo o mercado de seguros por ter a gestão de uma carteira tão volumosa em clientes e em recursos, no segmento de agronegócios. Ela dá a receita de sucesso: “O cliente é nosso foco e quem sustenta nossa atividade, especialmente numa carteira de varejo do agronegócio. Servir é o nosso propósito genuíno. A partir desse entendimento, transformamos esse propósito em atendimento personalizado, competitividade comercial e em uma equipe comprometida com resultados. Todos na equipe pensando e, principalmente, agindo dessa forma, o fator multiplicador entre os clientes e o resultado financeiro fala por si, gerando um círculo virtuoso de prosperidade”.

Equidade e inclusão são compromissos da CNseg, diz Dyogo Oliveira

cnseg mulheres seguros

Fonte: CNseg

Na véspera do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março em todo o Brasil, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, assumiu o compromisso com a agenda de inclusão das mulheres dentro da indústria de seguro. O comprometimento foi chancelado hoje (07), durante a abertura do Sou Segura Summit 2023.

Durante o evento, Oliveira destacou que, embora a segregação e a menorização de grupos, gêneros, raças e origens exista há milênios, a sociedade não pode demorar séculos para corrigir essa questão. “Temos que agir permanentemente. No caso do seguro, temos as melhores condições de liderar esse processo de transformação, que tem que acontecer pela alegria de viver em uma sociedade mais equitativa e inclusiva”. A CNseg, por sua vez, já está profundamente ligada ao tema, pois, atualmente, 70% dos cargos de liderança da entidade são ocupados por mulheres.

A programação do Sou Segura Summit 2023, que será realizado nos dias 7 e 8 de março de 2023, também conta com a participação de duas executivas da CNseg: Ana Paula Santos, diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo, que palestrará sobre o tema “Investimentos em Negócios femininos”; e Karini Madeira, superintendente de Acompanhamento Técnico, que participará do painel “Mulheres no Gerenciamento de Riscos”.

Além disso, durante o evento, também serão anunciadas as vencedoras da edição 2022- 2023 do “Prêmio Sou Segura”, que conta com duas representantes da Confederação Nacional das Seguradoras: Luciana Dall’Agnol, superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade, e Ana Paula Santos, diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo. Essa premiação tem como objetivo valorizar e incentivar os esforços das empresas e profissionais de seguros que melhor desenvolvem a cultura da equidade de gênero e promovem o empoderamento de mulheres.

Swiss Re fecha transação de stop loss de US$ 700 milhões liderada por J.P. Morgan

Fonte: Reinsurance News

A gigante global de resseguros Swiss Re garantiu sua segunda transação de stop loss plurianual com financiamento liderado pelo J.P. Morgan, fornecendo ao ressegurador US$ 700 milhões em proteção de subscrição, uma vez que visa o crescimento lucrativo em um atraente mercado de resseguros.

O financiamento se baseia em uma transação híbrida inovadora concluída com o J.P. Morgan em abril de 2022, que foi a primeira desse tipo a reunir financiamento bancário e títulos vinculados a seguros (ILS).

Na transação anterior, o J.P. Morgan forneceu US$ 1 bilhão em financiamento por meio de um empréstimo sênior, enquanto uma série de investidores institucionais participou por meio de um investimento de US$ 150 milhões em títulos juniores vinculados a seguros. Forneceu ao ressegurador proteção contra graves perdas de subscrição para os exercícios financeiros de 2022 a 2026. É possível aumentar para US$ 1 bilhão, se necessário no futuro.

Este novo acordo de stop-loss oferece proteção para graves perdas de subscrição em todo o Grupo Swiss Re para os anos financeiros de 2023 a 2027. A transação permite que o ressegurador expanda seus negócios em condições de mercado favoráveis e espera-se que tenha um benefício positivo para os requisitos de capital regulatórios e de classificação da empresa.

A empresa afirma que esta transação está totalmente garantida com os recursos a serem mantidos em notas emitidas pelo Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento, que possui ratings sólidos e estáveis da Moody’s, S&P e Fitch.

Philipp Rüede, chefe da Swiss Re Alternative Capital Partners, comentou em nota: “Esta transação com o J.P. Morgan efetivamente fornece à Swiss Re capital econômico que pode ser implantado no atual mercado atraente. Este acordo também representa outro passo importante na jornada dos parceiros de capital alternativo da Swiss Re, onde estamos usando cada vez mais capital alternativo para atender às nossas necessidades mais amplas de gerenciamento de capital, com o objetivo de reduzir o custo de capital da Swiss Re”.

A unidade Alternative Capital Partners da resseguradora é composta por suas capacidades de ILS sell-side e sua gestão de retrocessão, permitindo-lhe utilizar uma ampla gama de capital de terceiros à medida que expande seus negócios.

Busca por seguro cibernético cresce no país, mas análise das apólices fica mais burocrática

A jornalista Gilmara Santos, do InfoMoney, conta que o Brasil está entre os alvos preferidos quando o assunto é ataque cibernético, sendo o segundo país da América Latina mais atingido por essas ocorrências, ficando atrás apenas do México.

Levantamento do “FortiGuard Labs”, laboratório de inteligência e análise de ameaças da Fortinet, aponta que o país contabilizou, em 2022, 103,16 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, um aumento de 16% na comparação com o ano anterior.

A ampliação no número de ataques tem levado mais empresas a buscar proteção por meio do seguro para riscos cibernéticos ao mesmo tempo que as seguradoras adotam critérios mais rígidos para a liberação de apólices.

De acordo com dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), os prêmios (valores que os segurados pagam à seguradora) saltaram de R$ 21 milhões, em 2019, para R$ 174 milhões, em 2022. Os sinistros (riscos cobertos durante a vigência do seguro), por sua vez, saíram de R$ 1 milhão para R$ 64 milhões no mesmo período.

João Fontes, presidente da subcomissão de linhas financeiras da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) e líder de linhas financeiras da AIG no Brasil, destaca que o segmento vive um crescimento exponencial no país. Ao mesmo tempo que o mercado teve uma elevação no número de prêmios emitidos, aumentou também a taxa de sinistralidade.

Leia a matéria na íntegra na vertical Seguros, do InfoMoney.

Como as empresas se protegem de eventos climáticos?

infomoney seguros

A jornalista Jamille Niero, do InfoMoney, conta que as enchentes que todo ano assolam o Brasil cobram um preço alto da população, ceifando vidas e deixando milhares de desabrigados, além de prejuízos financeiros para as empresas. Em 2022, as enchentes foram responsáveis por cerca de 1,3 bilhão de dólares em perdas financeiras, aponta a edição mais recente do relatório “Weather, Climate and Catastrophe Insight” elaborado pela gestora de riscos corporativos Aon. Os estados mais impactados foram Pernambuco e Alagoas, que sofreram inundações em maio e julho, e o Rio de Janeiro, no mês de fevereiro, com mais de 200 vítimas.

Leia a matéria na íntegra no vertical Seguros, do InfoMoney.

Zurich alerta para impacto das mudanças climáticas  

zurich andressa mudanças climaticas

Fonte: Zurich

O mercado de seguros segue atento aos efeitos das mudanças climáticas no Brasil e no mundo, que têm provocado o agravamento de eventos como inundações, fortes chuvas, secas e furacões. As ocorrências têm afetado direta e indiretamente empresas de todos os segmentos, causando prejuízos, interrupção de negócios e danos econômicos e à segurança de pessoas. 

As tendências apontam para um futuro em que a questão ganhará ainda mais relevância. Na 18ª edição do Global Risks Report, estudo produzido anualmente pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich Insurance Group, Marsh McLennan, Universidade de Oxford, Universidade de Singapura e Universidade da Pensilvânia, divulgado em janeiro, os riscos relacionados às mudanças climáticas aparecem entre os 10 principais que a humanidade terá de enfrentar, tanto no curto quando no longo prazo.

 Nesse cenário, o gerenciamento de riscos é fundamental, já que mitigá-los deve ser parte importante do planejamento, ao mesmo tempo em que aumenta a resiliência ao longo do tempo. A Seguradora Zurich, que se diferencia no mercado por contar com uma equipe de engenharia de riscos que oferece expertise para diversas linhas de negócios, ressalta que a proteção deve ir além da transferência de riscos através de apólices de seguro.  

“Para as empresas, o risco de terem suas operações impactadas nos próximos anos, mesmo em locais que geralmente não eram afetados por eventos semelhantes, começa a se mostrar evidente”, avalia Andressa Meireles, Superintendente de Engenharia de Riscos da Seguradora Zurich. “Por isso, a gestão de riscos é fundamental para mitigar a ameaça à segurança dos funcionários, a interrupção de negócios da cadeia produtiva, seja da própria empresa ou de seus fornecedores, e o comprometimento do patrimônio”, pontua. 

O que fazer diante desse quadro? 

Segundo Andressa, a gestão de riscos, com foco em uma atuação preventiva, além de apenas protetiva (como possuir uma apólice de seguros), é o melhor caminho, visto que isso ajudará as empresas a se prepararem contra os riscos oriundos das mudanças climáticas e também tornará as coberturas de seguro mais eficientes, uma vez que medidas de redução dos riscos sejam adotadas. 

No Brasil, Andressa explica que Zurich está atuando, principalmente, em avaliações de alagamento e vendaval. “Contamos com mapas de risco climáticos próprios, engenheiros de riscos especializados em fornecer aos clientes insights para gestão dos riscos e soluções práticas por meio de uma metodologia de avaliação bem definida. Esse serviço ajuda a identificar as principais exposições aos riscos atuais”, pontua Andressa.  

A Superintendente acrescenta ainda que a companhia possui recursos que simulam os impactos das mudanças climáticas, considerando como as projeções de aquecimento global podem se comportar para os próximos 20 ou 30 anos para eventos de alagamento, seca, vendaval e temperaturas extremas, entre outros. Para ela, a atuação dos corretores é fundamental para orientar seus clientes a aproveitarem essas soluções e se preparem para enfrentar e mitigar os riscos relacionados às mudanças climáticas. 

“A avaliação de mudanças climáticas traz insumos para as empresas melhorarem a resiliência e a desenvolver uma estratégia que inclua medidas físicas e organizacionais, além da transferência de riscos através de produtos de seguro” diz. “Ter clareza das ameaças climáticas do futuro é também um importante recurso para o processo de tomada de decisão e planejamento estratégico das empresas. O corretor, como consultor de seguros, tem papel fundamental para levar esse conhecimento aos seus clientes e ajudá-los a manter negócios, pessoas e patrimônio protegidos”, finaliza Andressa. 

 

Gallagher & Co adquire corretora de resseguros inglesa para impulsionar expansão global

O grupo Arthur J. Gallagher & Co. informou nesta segunda-feira, 6, que sua divisão de resseguros, Gallagher Re, adquiriu a Bay Risk Services Ltd., com sede em Londres. Os termos da transação não foram divulgados.

A Bay Risk, fundada em 2016, é especializada na estruturação e colocação de contratos de subscrição delegada para gerentes de programas de nicho, agentes gerais, detentores de cobertura do Lloyd’s e seguradoras que buscam canais alternativos de distribuição, disse Gallagher em comunicado.

A empresa se tornará parte da prática de programas globais da Gallagher Re e será liderada pelos diretores administrativos conjuntos Andrew Smallshaw e Robin Barker-Hahlo. Espera-se que a equipe de cerca de 10 funcionários da Bay Risk se junte a Gallagher.

J. Patrick Gallagher Jr., presidente do conselho, presidente e CEO da Arthur J. Gallagher, disse no comunicado que o acordo apóia a expansão da prática de programas globais da Gallagher Re.

Swiss Re investe em diversificação de produtos e serviços para contribuir com o crescimento de seguros no Brasil

swiss re resseguro

O Brasil é figura carimbada na estratégia mundial das resseguradoras há décadas. Depois de cinco anos de com perdas em catástrofes naturais e com a pandemia, os resseguradores, responsáveis pelo seguro das seguradoras, priorizam a América Latina, uma região vista com grande potencial de crescimento das vendas e dos lucros. Os principais players estrangeiros começam 2023 dedicados a construir pontes para ganhar contratos na atividade fim, que é o seguro de grandes riscos e de catástrofes naturais. Enquanto o primeiro ficou em terceiro plano nos últimos anos em razão da falta de investimentos em infraestrutura, as mudanças climáticas promovem desastres mundo afora sem cessar. 

Semana passada o Sonho Seguro conversou com Kaspar Mueller, CEO de resseguros para a América Latina da Swiss Re, sediado em Miami, Estados Unidos. “Estamos concentrados em ser percebidos como uma parceira de longo prazo, que vai além de oferecer capacidade para este ou aquele risco. Estou aqui para dizer aos nossos parceiros e prospects: como podemos ajudar a melhorar suas vendas e manter a resiliência dos seus negócios”, enfatiza o executivo que concedeu esta entrevista na semana passada, numa agenda recheada com diversas reuniões, incluindo até um churrasco com cerca de 150 clientes, empresários e funcionários. 

“A América Latina continha sendo uma promessa. O mundo está complexo, com comoções sociais, mudanças climáticas, pandemias, inflação em alta, que é muito preocupante para o setor pelos impactos que têm nos contratos de seguros. Para a Swiss Re, o Brasil tem o maior potencial da América Latina. Está pronta para crescer e ter um PIB robusto. Queremos apoiar nossos clientes locais em diversas frentes. Temos uma equipe local, liderada pelo Frederico Knapp, e eu estou aqui para ajudar a entender as necessidades locais e assim trazer soluções inovadoras e tradicionais que já estão em uso em diversas partes do planeta”, afirma. E isso inclui catástrofe natural.

As mudanças climáticas figuram em todas as rodas de conversas. E não poderia ser diferente no Brasil. “A indústria de resseguros e de seguros tem um lugar claro na mesa de discussões e ações relacionadas às mudanças climáticas”, disse. Há um esforço significativo em andamento para entender melhor os riscos climáticos no setor de resseguros e dividir esta experiência com o governo. Entre as ferramentas mais usadas para a mitigação dos riscos de catastróficos temos seguros, resseguros, fundos governamentais e títulos de catástrofe, mais conhecidos como Cat Bonds. 

Mueller cita como outras regiões já se organizaram para conviver com catástrofes. “Nos EUA, há o National Flood Insurance. Na Califórnia temos a Earthquake Association, que é uma entidade governamental. No México, o Fundo para Desastres Naturais (Fonden). E no Brasil é preciso desenvolver um mecanismo para as enchentes e inundações. Trata-se de uma solução do governo. Acho que é responsabilidade do país realmente pensar em como proteger a sociedade desses eventos, que sabemos que vão acontecer como mais frequência diante das mudanças climáticas”.

Knapp, CEO da subsidiária brasileira da Swiss Re, comentou que há conversas com o órgãos do governo, que envolvem a iniciativa privada. “Estamos em conversas com o governo e com seguradoras locais para contribuirmos para evitar novas tragédias como a vista no Litoral Norte de São Paulo. Não foi a primeira e nem será a última, mas a próxima pode contar com uma estrutura financeira e de gerenciamento de riscos oferecidas pelo setor de seguros”.

Também na semana passada, a subsidiária brasileira divulgou seu balanço financeiro, com um prejuízo de R$ 39,5 milhões em 2022 (R$ 19,4 milhões em 2021), principalmente na carteira de seguro rural, que fez estragos em praticamente todas as resseguradoras e seguradora atuantes neste nicho do setor. 

“Fizemos dois aumentos de capital para manter nosso crescimento e oferecer um serviço completo aos nossos clientes localmente. Quando olhamos do ponto de vista do negócio, o resultado é muito positivo. Obviamente, tivemos uma grande perda na agricultura, como todos tiveram. Nosso olhar está no longo prazo. O desempenho histórico do ano passado não parece bom porque tivermos um evento catastrófico, que costumam acontecer de tempos em tempos. No geral, o Brasil para nós é um mercado muito lucrativo”, afirmou Mueller. 

As vendas superaram R$ 650 milhões, alta de 11,7% comparada ao ano anterior. O bom desempenho foi creditado a diversificação de carteira, ampliado por uma transformação e implementação de novas soluções digitais.

“Temos certeza, olhando tudo que temos no mundo e na América Latina, que podemos apoiar os clientes locais a avançarem em suas vendas, seja com oferta de capital, com programas de resseguro e com tecnologia para reduzir custos e facilitar o ingresso em novos mercados latentes no Brasil, como o seguro de vida, por exemplo, tão demandados por bancos digitais, como o Nubank, e marketplaces, como o Mercado Pago, por exemplo”, comentou Mueller.

Segundo ele, esses dois cases brasileiros sinalizam o quanto as seguradoras podem avançar na oferta de soluções para diversos segmentos da economia. “E nós queremos contribuir para que essas oportunidades sejam potencializadas”, acrescentou. 

Quanto ao risco de fraudes em balanços, tema que voltou ao radar do mercado de seguros, os executivos afirmam que o sinal amarelo está ligado. O gatilho foi a Americanas, que entrou em recuperação judicial em 19 de janeiro, alegando dever R$ 42,5 bilhões, tendo o trio de acionistas de referência Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira. “Temos uma pequena participação como ressegurador neste caso e nosso time de subscritores redobrou a atenção aos balanços financeiros”, informou Knapp. 

Muller acrescentou que o consumo, principal fator de lucro ou prejuízo de uma varejista, depende basicamente de duas variáveis: emprego e crédito. Sem isso, é inevitável um cenário de desaceleração da economia, que impacta também o setor de seguros, seja no crescimento das vendas daqueles que descobriram como o seguro pode ser um aliado em momento de crise, ou no aumento do volume de indenizações pagas.

“Para nós, o mais importante neste assunto é o risco reputacional. Estamos aqui para sermos parceiros de longo prazo e nos comprometemos a pagar milhões se algo der errado. Mas a reputação é nossa prioridade número um. Se eu olhar para um negócio e acreditar que há risco para a nossa reputação, então é claro que vamos evitar completamente, mesmo que ele possa ser lucrativo”, finalizou Mueller.  

MAG Seguros treina corretores no tema longevidade financeira

luiz fernando cruz mag seguros

Com o objetivo de garantir a proteção e o bem-estar financeiro de longo prazo de seus clientes, a MAG Seguros apresenta seu curso de formação de corretores em Planejadores Financeiros. Os corretores que participarem do curso de formação – realizados em parceria com a MAG Universidade – poderão escolher entre três tipos de envolvimento com a área de investimentos, tendo uma remuneração proporcional à sua dedicação — formando-se como Planejador I, Planejador II e Consultor.

A formação, que pode ser feita de forma online com flexibilidade, inclui uma série de tópicos que variam desde a identificação do potencial de investimento de um cliente até a apresentação de carteiras recomendadas com o apoio técnico do time da MAG Consultoria de Investimentos. O Planejador I fica apto a identificar o potencial do cliente como investidor, entendendo o básico de sua capacidade e necessidade financeira; o Planejador II consegue, além da identificação, aplicar a ferramenta de diagnóstico que permite identificar o perfil do investidor e dividir os objetivos de curto, médio e longo prazo — e seus respectivos montantes.

Já o Consultor, além dos passos anteriores, tem certificação extra e podem apresentar e/ou tirar dúvidas sobre as carteiras recomendadas pela MAG Consultoria de Investimentos. O curso tem a duração de aproximadamente 20 horas.

“Com a formação completa e conceitual oferecida pela MAG Universidade, os corretores poderão se tornar planejadores financeiros definitivos, oferecendo soluções ainda mais completas para seus clientes e ampliando sua carteira de negócios”, diz Luiz Fernando Cruz, diretor da MAG Consultoria de Investimentos. “Além disso, os corretores terão acesso a centenas de produtos financeiros, como fundos, títulos públicos e privados de renda fixa, ações, entre outros, para recomendar, com o respaldo da MAG Consultoria de Investimentos, aos nossos clientes”, explica Luiz.

“Assim, com base em três pilares essenciais a um planejamento financeiro eficiente — investimentos, previdência e seguros — conseguimos fazer com que corretores parceiros da MAG ofereçam soluções personalizadas para atender às necessidades individuais de cada cliente”, informa o executivo. 

A MAG Consultoria de Investimentos é aprovada e regulada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários do Brasil), garantindo a segurança e a qualidade de seus serviços.

Susep lança Programa de Liderança Feminina para valorização e capacitação da equipe

Fonte: Susep

Entre diversas ações de valorização e capacitação de seus servidores e líderes, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) criou o Programa de Liderança Feminina, que tem início na semana de comemoração do Dia Internacional da Mulher (8 de março), com uma agenda especial para todos.     

No dia 06 de março, será apresentado o Programa para os colaboradores, em um evento que contará ainda com uma palestra sobre mulheres no mercado de trabalho. A abertura será conduzida por Valeria Chaves, diretora do Departamento de Administração e Tecnologia da Informação da Susep, apresentando um panorama das mulheres na Autarquia.  

“Sabemos que todas as questões de equidade de gênero deveriam ser pauta diária e rotineira em todas as esferas da sociedade. Mas o Dia Internacional das Mulheres segue sendo um marco, quando o mundo todo reverbera sobre questões tão importantes, ouvindo o que as mulheres têm a dizer”, explica Valeria Chaves. “Convidamos todos e todas a serem parte desse movimento, participando das ações. Vamos buscar juntos uma Susep cada vez mais diversa e inclusiva”, afirma.  

O Programa, que terá seus próximos passos construídos em conjunto com as participantes, prevê a formação de mulheres da Susep em diversos temas que abrangem a Liderança Feminina, contando ainda com diversas iniciativas para fortalecimento do tema, campanhas de comunicação interna e ações de engajamento, como, por exemplo, “cartões eletrônicos” com mensagens de incentivo e agradecimento para mulheres inspiradoras da equipe.