IRB Brasil RE registra lucro líquido de R$ 8,6 milhões no 1T23

IRB Brasil re

O IRB Brasil RE apurou lucro líquido de R$ 8,6 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), redução de 89,4% em comparação com o resultado líquido de R$ 80,5 milhões no mesmo período de 2022. O resultado inclui o acordo de R$ 25,4 milhões com o United States Justice Department (DoJ), que pôs fim à possibilidade de processo pela veiculação de informação inverídica nos EUA.

“Iniciamos 2023 fazendo o nosso dever de casa, acelerando as mudanças internas, buscando eficiências e estreitando o relacionamento com os nossos clientes. O primeiro trimestre mostra a direção em que a companhia está seguindo, com retorno à lucratividade. Até o fim de junho, nosso processo de turnaround estará concluído. Com estrutura mais ágil e eficiente, o IRB seguirá com foco na disciplina financeira, excelência na subscrição e agilidade na execução, com metas simples e claras”, comenta Marcos Falcão, CEO do IRB Brasil RE, em nota.

Desconsiderando o efeito não-recorrente do acordo com as autoridades americanas, o lucro líquido normalizado no 1T23 foi de R$ 34 milhões. No primeiro trimestre de 2022, o IRB Brasil RE reportou lucro líquido de R$ 80,5 milhões, com impactos não-recorrentes de ganhos de ações judiciais e operação de LPT (Loss Portfolio Transfer). O resultado líquido normalizado, na ocasião, foi negativo em R$ 54,5 milhões.

Resultado de subscrição positivo

Após sete trimestres, o resultado de subscrição do IRB Brasil RE foi positivo em R$ 3,7 milhões no 1T23, ante prejuízo de R$ 96,4 milhões no 1T22. Vale destacar que, neste trimestre, houve reversão do resultado de subscrição no Brasil, que passou de R$ 113 milhões negativos no 1T22 para R$ 15,8 milhões positivos no 1T23. No exterior, o movimento foi inverso, com o resultado de subscrição apresentando perda de R$ 12,1 milhões no 1T23, comparada a um resultado positivo de R$ 16,5 milhões no 1T22.

“O resultado apresentado reflete os ajustes realizados no portifólio da companhia e são consequência do direcionamento estratégico de diluição de riscos e redução das exposições, visando uma carteira de qualidade e com rentabilidade. Seguimos com a meta de alcançar 80% do nosso portfólio no Brasil, reforçando nossos diferenciais competitivos, e completando o portfólio com 15% em prêmios emitidos na América Latina e 5% em outros mercados. Nos três primeiros meses do ano, renovamos 88% dos contratos que desejávamos reter e reforçamos a proximidade com os nossos clientes”, afirma Daniel Castillo, vice-presidente de Subscrição do IRB Brasil RE.

Em linha com a estratégia de subscrição, o prêmio emitido total caiu 21% no 1T23 ante o mesmo período de 2022, alcançando R$ 1,6 bilhão. No 1T23, a participação de negócios firmados no Brasil teve alta na base anual, alcançando 64% do portifólio. Em relação ao volume, houve recuo de 19% na comparação com o 1T22, para R$ 1 bilhão. O prêmio emitido no exterior, que representou 36% do portifólio, totalizou R$ 577 milhões no 1T23, o que representou queda de 25% em relação ao 1T22. 

Índice de sinistralidade fecha em 77,3%

No 1T23, o IRB Brasil RE registrou R$ 933 milhões em sinistro retido total, em linha com o verificado no 1T22. O índice de sinistralidade total nos três primeiros meses do ano foi de 77,3%, apresentando uma redução de 3,7 p.p. ante o mesmo trimestre do ano anterior, com 81%.

“Nesse trimestre, o índice poderia ser ainda melhor, não fosse o repique de sinistros registrados pelo segmento de vida no exterior – decorrentes de contratos não renovados – e pelo ramo de aviação, tanto nos negócios domésticos como nos provenientes do exterior. Importante registrar que não tivemos efeitos relevantes no segmento do agro e pouquíssimos sinistros referentes à covid-19, em vida”, diz Wilson Toneto, o vice-presidente Técnico e de Operações do IRB Brasil RE.

Em linha com o esforço de negociação de comissões e preços, a companhia melhorou o índice combinado – que considera sinistralidade, comissionamento e demais custos – em 7,7 pontos percentuais (p.p.), passando de 118,6% no 1T22 para 110,9% no 1T23. 

Resultado financeiro positivo em R$ 146 milhões

O resultado financeiro e patrimonial do IRB Brasil RE no 1T23 foi positivo em R$ 146 milhões, apresentando um decréscimo de 44% em relação ao mesmo período de 2022, principalmente devido ao efeito não-recorrente de ganhos provenientes de ação judiciais (R$ 150,2 milhões) no 1T22. Desconsiderado esse efeito, haveria um incremento de 35% no 1T23.

O caixa consumido nos três primeiros meses do ano totalizou R$ 411,2 milhões, comparado a um consumo de caixa de R$ 288,1 milhões no 1T22. O consumo de caixa nesse trimestre deu-se, principalmente, pelo maior volume de pagamento de sinistros e maior repasse de prêmios por cessão de riscos, a retrocessão.

As despesas gerais e administrativas, no 1T23, totalizaram R$ 88 milhões, com incremento de 25% em relação ao 1T22. Se excluirmos o acordo com as autoridades americanas, que impactou a despesa administrativa em R$ 25,4 milhões, teríamos uma redução na despesa de 11%. O índice de despesa administrativa, excluindo este acordo, seria de 5,2% no 1T23, em linha com o índice de 5,1% no 1T22.

Suficiência nos indicadores regulatórios

O IRB Brasil RE deve observar dois indicadores regulatórios, conforme dispõe normativo da Susep, órgão responsável pela supervisão do setor de seguros e resseguros: Índice de Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado em relação ao Capital Mínimo Requerido e o Índice de Cobertura de Provisões Técnicas. Em 31/03/2023, a companhia apresentou suficiência em ambos os índices.

“Nosso patrimônio líquido ajustado (PLA) correspondeu a 105% do capital mínimo requerido (CMR) em 31/03/2023, enquanto o indicador de cobertura de provisões técnicas apresentou suficiência de R$ 239 milhões. Este último indicador era de R$ 17 milhões em março de 2022. Vale acrescentar que a solvência total, em 31/03/2023, se apresentou em patamares compatíveis com grandes players internacionais: 260%”, informa Thais Ricarte Peters, diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade do IRB Brasil RE.

A Análise de Desempenho completa está disponível no site de Relações com Investidores da companhia (www.ri.irbre.com).

Setor de seguros paga R$ 60 bilhões em indenizações de janeiro a março de 2023

Dyogo de oliveira, cnseg

Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que o setor de seguros pagou aproximadamente R$ 60 bilhões em indenizações, resgates, benefícios e sorteios nos três primeiros meses do ano, valor 1,2% maior do que no mesmo período de 2022. O resultado é reflexo da queda de 15,8%, nas indenizações pagas por Danos e Responsabilidades no período, impulsionada pela redução de 70,3% nos pagamentos do seguro Rural, o que representa R$ 4,4 bilhões a menos. 

Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, “a queda no pagamento de indenizações no primeiro trimestre de 2023 foi muito impactada pelo comportamento do mercado em 2022. Naquele ano, a seca severa registrada durante a safra 2021/2022 fez com que as indenizações pagas pelo seguro rural aumentassem em relação à safra anterior”, explicou.  Por outro lado, no mesmo período, os segmentos de Coberturas de Pessoas e de Capitalização mantiveram o crescimento consistente de 9,2% e 6,7% no volume retornado aos seus clientes, respectivamente. 

Em termos de procura pelos produtos do setor, a evolução no primeiro trimestre foi 10,1% maior, somando R$ 90,4 bilhões em arrecadação. Somente em março, o avanço da demanda foi de 9,6% sobre 2022, com um total de R$ 32,2 bilhões arrecadados, com destaque para: Marítimos e Aeronáuticos (+114,1%), Riscos de Engenharia (103,0%), seguro Condominial (+32,5%), Responsabilidade Civil (+31,6%) e seguro Automóvel (+24,1%). 

Ainda em março, as indenizações somaram R$ 21,2 bilhões, alta de 5,5%. O seguro Condominial foi um dos que registrou o maior avanço (+17,3%), quando comparado ao que foi pago no mesmo mês em 2022.

Com dados fechados de Saúde, indenizações do setor somam R$ 450 bi em 2022 

Com a recente publicação dos dados de Saúde Suplementar pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), referentes ao fechamento de 2022, o setor de seguros (sem DPVAT) avançou 11,7% sobre 2021 em termos de demanda, com R$ 618,7 bilhões em arrecadação. No mesmo período, o setor pagou aos seus clientes R$ 450,5 bilhões em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, volume 13,1% superior ao ano anterior e o equivalente a 7,3 vezes o orçamento do Auxílio Brasil para todo o ano de 2022.

O presidente Dyogo Oliveira destaca que o setor segurador tem um potencial extraordinário de crescimento. “Para alcançar esses objetivos, temos trabalhado intensamente em várias frentes para tornar o setor mais bem compreendido pela população, pela sociedade organizada e pelos governos. Importante mostrar que o seguro é um serviço único, capaz de oferecer soluções para os mais diversos anseios da sociedade e das economias modernas”. 

Um dos projetos, lançado recentemente, foi o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização (PDMS), que tem o objetivo de aumentar em 20% a parcela da população atendida pelos diversos produtos do mercado, além de elevar o pagamento de indenizações, benefícios, sorteios, resgates e despesas médicas e odontológicas dos atuais 4,6% do PIB para 6,5% do PIB. Oliveira estima que, como consequência da implementação do Plano, em termos de receita, o mercado atinja 10% do PIB nacional em 2030.   

Swiss Re Corporate Solutions debate tendências globais do setor com corretores

Perondi, Freitas e Knapp

Fonte: Swiss Re

A Swiss Re Corporate Solutions traz ao mercado brasileiro o Corporate Resilience Days. Com histórico de sucesso na Europa, o evento reúne especialistas de diferentes setores para discutir desafios, oportunidades, tendências, análises sobre o cenário que se aproxima e possibilidades de negócios em uma perspectiva aprofundada.

Em sua primeira edição, 150 corretores de todo o país tiverem acesso exclusivo ao conteúdo do evento. “O nosso propósito é tornar o mundo mais resiliente. Acreditamos que compartilhar conhecimento é uma das maneiras mais eficientes. O Corporate Resilience Days vem reforçar o nosso compromisso com a vanguarda do setor, trazendo discussões sobre temas relevantes, como agronegócio, o segmento mais pujante da economia brasileira, hidrogênio verde, a inovação da energia renovável e a conjuntura de mercado. Entendemos que com esses debates o corretor estará preparado para enfrentar os desafios do mercado e, mais do que isso, antecipar as necessidades dos seus clientes”, comenta Angelo Colombo, CEO Brasil & América Latina da Swiss Re Corporate Solutions.

Painéis

O evento trouxe de Zurique Massimo Giachino, Head of Oil & Petro Risk Engineering Services da Swiss Re Corporate Solutions, que, junto com Alvaro Costa, Head Engenharia & Construção LatAm Swiss Re Corporate Solutions levantaram pontos importantes sobre os desafios e oportunidades do hidrogênio verde no Brasil.

Segundo Massimo, a previsão é que a demanda global por hidrogênio verde* aumente até 2050. Isso tornaria o hidrogênio uma indústria de US$ 600 a 800 bilhões em receitas anuais. No Brasil, o tema é prioridade do Plano Energético do país. “O hidrogênio verde será uma característica central da transição global para a energia limpa e neutralização do carbono. O Brasil tem vantagem competitiva, pois é um dos maiores produtores de energia renovável do mundo”, avalia Massimo.

No painel sobre o futuro do agro, Glaucio Toyama, Head Global Agro Swiss Re Corporate Solutions, Dilmar Antônio Peri, diretor de Negócios da Credicoamo, e Luis Fernando Guedes Pinto, diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, discutiram sobre o impacto das catástrofes naturais e mudanças climáticas no setor, trazendo como parte da solução tratar o clima e a biodiversidade como aliados e cuidar da restauração da Mata Atlântica. Além disso, ressaltaram que esse cenário abre uma avenida de oportunidades para o mercado de seguros desenvolver novas soluções.

Na conversa sobre a atual dinâmica dos seguros e resseguros, Fred Knapp, Head Reinsurance Brazil & South Cone da Swiss Re, Leonardo Freitas, diretor comercial do Bradesco Auto/RE, e Guilherme Perondi Neto, vice-presidente Brasil da Swiss Re Corporate Solutions, desenharam um panorama sobre os acontecimentos que mais impactaram o setor nos últimos anos e suas consequências na dinâmica do mercado.

Europ Assistance Brasil promove mudanças em sua diretoria administrativo financeira

A Europ Assistance Brasil (EABR) promoveu mudanças em sua diretoria administrativo financeira, dando seguimento a seu processo contínuo de transformação que teve início em 2021. Com o foco de torná-la mais ágil e horizontal, a multinacional acaba de anunciar a chegada de José Andrés Acebo Niño para o posto de Chief Financial Officer (CFO).

Ele será responsável pelo planejamento financeiro, reestruturação da área, relacionamento com investidores e outras atividades estratégicas ligadas a finanças. José fará parte do GMC (Group Member of C-levels) do Brasil e se reportará diretamente à presidência da empresa. 

Com mais de 20 anos de experiência no setor, o executivo já fez parte do Grupo Europ Assistance, justamente na função de CFO, mas pela filial da Espanha. Formado em Administração pela Universidad Autonoma de Madrid, José também pode atuar como Auditor de Contas, uma vez que detém habilitação do Ministério de Economia do Governo da Espanha.

“Estou muito feliz em poder continuar a história que eu construí na Europ Assistance, mas agora em outro país e em um mercado que é novo para mim, mas que já pude notar que existem muitas oportunidades de crescimento para a EABR. Será um novo desafio, mas tenho certeza de que vou poder agregar bastante com a minha experiência”, disse.

Adicionalmente entrada de Jose, a EABR anunciou a promoção de Wlamir Ianez a Head de Finanças, fazendo parte do GMC do Brasil, sendo seu reporte direto ao CFO e pontilhado a presidência. O executivo, inclusive, vem sendo fundamental no processo de desenvolvimento da diretoria financeira, que teve início no segundo semestre de 2022.

“A diretoria administrativo financeira foi uma das áreas em que muito nos dedicamos para fortalecer o time, conseguindo inúmeros resultados positivos. O fortalecimento da área se faz necessário justamente para termos maior robustez e apoio nos planos para mudanças e emergências que eventualmente possam acontecer”, lembrou o CEO Newton Queiroz.

Por mais um ano, Valia promove ações na Semana ENEF

Educação financeira e previdenciária está no DNA e é um dos pilares estratégicos da Valia. No ano em que completa meio século de história, a entidade preparou uma programação especial para a 10ª edição da Semana ENEF – Estratégia Nacional de Educação Financeira, que traz como tema principal a Resiliência Financeira.

A programação preparada pela Valia será aberta com o lançamento de um episódio do ValiaCast que traz como tema o bem-estar financeiro. Esta edição conta com as convidadas Vera Rita de Mello Ferreira, maior autoridade em psicologia econômica do país, e Mara Luquet, jornalista, escritora e sócia do canal My News. O papo tem a condução de Bárbara Ferraz, especialista de Educação Financeira da Valia.

“Temos a certeza de que a educação financeira é um pilar muito importante e entendemos que também é nosso papel contribuir para este desenvolvimento social e econômico da população. Por isso, sempre participamos e promovemos iniciativas direcionadas à melhor relação com o dinheiro e com o futuro”, explica Daniel Coelho, gerente de Educação e Marketing da Valia.

Durante a semana, a Valia também apresentará uma série de conteúdo nas suas redes sociais, além de fomentar o ValiaVerso, plataforma recém-lançada de educação financeira totalmente gratuita e aberta à sociedade que conta com artigos, simuladores, calculadoras e vídeos. 

Marta Helena Schuh se junta ao time de especialistas da corretora Howden Brasil

Howden Marta Schuh riscos cibernéticos

A corretora de seguros Howden Brasil contratou Marta Helena Schuh como diretora de Cyber Insurance. Marta atuou junto a instituições financeiras no mercado europeu, como AIB e Sociétè Générale e, nos últimos oito anos, como líder de riscos cibernéticos em grandes corretoras.

“Estou muito animada em fazer parte do time Howden, não apenas pelo momento que a empresa se encontra, mas por acreditar que o nosso propósito de transformar o mercado de cyber com soluções inovadoras, como parte de um amplo ecossistema, está muito alinhado. Vamos fazer algo único envolvendo tecnologia, conhecimento e parceiros, o que, certamente, irá beneficiar não apenas os nossos clientes, mas trazer um novo marco ao mercado segurador local”, comemora Marta, que também é presidente do Comitê de Riscos e Seguros da Câmara de Comércio e Indústria Britânica (BRITCHAM) no Brasil.

Andoni Hernández, presidente executivo da Howden Brasil, reforça a importância da chegada de Marta ao time de especialistas: “Ela é a pessoa de referência para o cyber no Brasil e essa é, precisamente, uma linha de specialty prioritária e estratégica para a Howden, já reconhecida e premiada internacionalmente pela prática diferenciada nessa área. Esse é mais um passo firme na nossa estratégia de expansão no Brasil”, define Hernández.

O time atual de especialistas ganha, ainda, o reforço de Gustavo Pereira, que acompanha Marta há anos, para elevar qualitativamente a equipe do Brasil, de maneira totalmente alinhada ao que está sendo feito em nível mundial, incluindo toda a região Latam. A Colômbia acaba de nomear a executiva Maria Camila Ortiz Cárdenas como Head de Cyber, também com a missão de consolidar o seguro cyber localmente.

A equipe Howden Cyber conta com mais de 100 profissionais sob a liderança do pioneiro mundial em cyber security e expert no assunto, Shay Simkin, Global Head de Cyber da Howden Specialist Insurance Brokers e fundador da Cyber Insurance Academy – centro de treinamento e capacitação para executivos da Howden do mundo todo, em Israel.

Marta Helena Schuh é bacharel em Business pela University of Arts London e especialista em CyberSecurity. Em sua longa trajetória no mercado de seguros, atuou junto a instituições financeiras, como AIB e Sociétè Générale, no mercado europeu. Os últimos 8 anos foram dedicados à JLT e Marsh, onde foi Líder de Riscos Cibernéticos.

É licenciada em Finanças pelo Chartered Institute for Securities & Investments (CISI), em Londres, e certificada em Economics of Cybersecurity pela Delft University of Technology.

Tem especialização em Direito Digital pelo Insper, em Cybersecurity for Insurance pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e em Cyber Attacks pelo Instituto Politécnico da Universidade de Nova Iorque (New York University Tandon School of Engineering). É Presidente do Comitê de Riscos e Seguros da Câmara de Comércio e Indústria Britânica (BRITCHAM) no Brasil.

Ricardo Bottas é o novo CEO do UnitedHealth Group Brasil

O UnitedHealth Group Brasil anunciou hoje a contratação de Ricardo Bottas para a posição de CEO da companhia. Formado em administração de empresas, com especialização em finanças corporativas, Bottas trabalha há 26 anos em companhias abertas, passando pelos setores de saúde, seguros, energia elétrica, petróleo e gás. 

Ex-CEO da SulAmérica, onde atuou por 8 anos, ele substitui no comando do UnitedHealth Group Brasil (UHG Brasil) no Brasil o pediatra José Carlos Magalhães, que se aposentou no fim de 2022. O executivo assume a posição com a missão de combinar a aceleração do crescimento com a alavancagem da sustentabilidade da mais completa organização de saúde do país, alinhando as oportunidades e sinergias entre suas unidades de negócios.

“É uma honra e um grande desafio representar no Brasil uma empresa tão sólida e relevante para a promoção de saúde no mundo como o UHG. A agenda é a de crescimento com sustentabilidade, sempre entregando qualidade aos nossos clientes e beneficiários, um dos valores relevantes do grupo. Possuímos ativos e valores fundamentais, como nosso time e nossas marcas, e pretendo avaliar com a equipe como fortalecer e avançar em parcerias estratégicas e no desenvolvimento de novas oportunidades de eficiência. Considero que esta seja a maior oportunidade da minha carreira no exato momento em que, passados 10 anos, o UHG reitera seu compromisso de longo prazo com o país”, afirma Bottas em comunicado.

No país desde 2012, o UnitedHealth Group Brasil controla a operadora de planos de saúde Amil (com rede própria composta por 20 hospitais no Rio de Janeiro e em São Paulo), a Amil Dental – juntas, as duas empresas atendem 5,3 milhões de beneficiários – e a rede médico-hospitalar Americas (com 12 hospitais de excelência em cinco estados e no Distrito Federal). O grupo no Brasil conta com cerca de 36 mil colaboradores, além de uma extensa rede de prestadores de saúde parceiros, com mais de 29 mil médicos e serviços de saúde credenciados, cerca de 13,5 mil prestadores odontológicos credenciados e realiza sua distribuição de produtos nacionalmente em parceria com corretores de seguros corporativos e de varejo. 

O UnitedHealth Group é a maior e mais diversificada empresa do setor de saúde do mundo, com sede no estado de Minnesota, nos Estados Unidos. O grupo possui mais de 400 mil colaboradores e oferece benefícios e serviços de saúde em 130 países, para 151 milhões de pessoas. Sua trajetória teve início em 1974, com a venda de planos de saúde no mercado americano. Hoje, o grupo reúne negócios de saúde com sinergia entre si e, por meio da informação, tecnologia e experiência clínica, tem a missão de ajudar as pessoas a viver de forma mais saudável e contribuir para que o sistema de saúde funcione melhor para todos.

BB Seguridade lucra R$ 1,8 bilhão no 1o. trimestre de 2023, alta de 51%

A BB Seguridade registrou alta de 51,5% no primeiro trimestre de 2023, em comparação ao mesmo período do ano anterior, alcançando a marca de R$ 1,8 bilhão. O lucro registrado no período é o maior para um primeiro trimestre desde o IPO da companhia, realizado há 10 anos.

O resultado apresentado já incorpora as alterações trazidas pelo CPC 50 (IFRS 17). A fim de melhorar a compreensão, o grupo apresentou a análise a seguir com base no padrão contábil anterior, onde o lucro teria sido de R$ 1,76 bi, com crescimento de 49,3%, segundo explica comunicado.

Na comparação com o 1T22, a expansão de 50,1% do resultado operacional consolidado gerencial, líquido de imposto, explica a maior parte do crescimento do lucro, pela retração expressiva da sinistralidade do seguro agrícola e forte evolução das vendas dos seguros prestamista e rural, além da captação em previdência.

O resultado financeiro gerencial consolidado, líquido de impostos, de todo o conglomerado – BB Seguridade e de suas investidas – atingiu R$ 338 milhões no 1T23. O crescimento de 45,7% em relação ao saldo de R$ 232 milhões no 1T22 decorre da elevação da taxa média Selic, da desaceleração expressiva do IGP-M, que reduziu o custo do passivo dos planos tradicionais na Brasilprev, da menor magnitude de abertura da curva de juros futuros e da expansão do saldo médio de ativos financeiros.

Destaques:

▪ Seguros: crescimento de 35% eleva volume de prêmios emitidos a R$ 3,7 bi

Na comparação 1T23 X 1T22, o volume de prêmios emitidos registrou evolução em todas as linhas de negócio, impulsionados por rural e prestamista: (i) rural (+39,6%), alavancado pelo maior ticket médio em todos os produtos do segmento, além de expansão no volume de vendas do vida produtor rural; (ii) prestamista (+82,4%), impulsionado pelo maior volume de vendas novas e redução do cancelamento.

▪ Previdência:captaçãolíquidachegaaquaseR$2binoprimeirotri

As contribuições para os planos de previdência subiram 13,7% no período, totalizando R$ 14,8 bi. O aumento se justifica pelo crescimento da quantidade de planos totais e da elevação do ticket médio de planos de contribuição esporádica. Este fator, aliado à redução do índice de portabilidade, gerou captação líquida de R$ 1,9 bi, volume superior ao registrado em todo o ano de 2022. Como consequência, as reservas de previdência tiveram alta de 10,3% no período de 12 meses, levando as receitas com taxa de gestão a um crescimento de 5,3%.

▪ Capitalização: com alta de 17,9%, lucro líquido alcança R$ 62,7 mi

O desempenho é explicado pelo crescimento de 23,6% do resultado financeiro em relação ao 1T22, que resultou da alta no saldo médio de ativos e do aumento na margem financeira de juros. A arrecadação com títulos de capitalização cresceu 3,6%, reflexo da evolução nas vendas de título de pagamento único e aumento da base de títulos de pagamento mensal.

HDI Seguros lança portal de comunicação para corretor

Fonte: HDI

A HDI Seguros, com uma carteira de mais de 30,2 mil corretores, acaba de lançar um portal de comunicação direcionado exclusivamente aos corretores de seguro, o HDI+ Corretor. Com interface moderna e intuitiva, o portal foi desenvolvido para propiciar ainda mais praticidade, comodidade e agilidade ao profissional, disponibilizando informações sobre a empresa, os produtos, as campanhas, as notícias e o acesso ao HDI Digital. 

“Para nós, o corretor de seguros está no centro da estratégia da companhia. Por isso estamos continuamente aprimorando e inovando nossos recursos para facilitarmos ao máximo o dia a dia do corretor, com qualidade e excelência. Prova disso é o nosso mais recente investimento no portal HDI+ Corretor. Trata-se de mais uma ferramenta da seguradora para a comunicação com os profissionais que, tenho certeza, vai agregar muito para todos”, ressalta Cintia Kim, superintendente de Marketing da HDI Seguros. 

Ao entrar no portal HDI+ Corretor (Link), basta o corretor preencher os campos com os dados que já utiliza para acessar o HDI Digital. Dessa forma, as informações ficarão salvas para os acessos posteriores. 

No portal, o profissional tem à disposição inúmeras informações, divididas nas seguintes categorias: Divulgação, Informativos, Novidades, Campanhas e Portal do Corretor. Na área Divulgação, estão concentrados os materiais sobre as coberturas e as assistências de cada seguro da HDI. Para localizar de forma rápida uma informação específica, basta fazer a busca por categoria. 

Na aba Informativos, os corretores encontram os materiais de apoio para a capacitação sobre cada produto do portfólio da companhia. Isso contribui muito para que o profissional esteja alinhado com todas as informações e esclareça rapidamente as dúvidas de seus clientes. Já na área Novidades, estão reunidas as principais notícias da companhia no mercado segurador, para que o corretor possa acompanhar as publicações sobre os produtos e os serviços, além das notícias relacionadas aos executivos. Por fim, clicando na aba Portal do Corretor, o profissional pode acessar o HDI Digital, de forma ágil. 

“Essa novidade está atrelada à nossa estratégia de manter um relacionamento próximo aos corretores, auxiliando-os com informações e materiais que contribuam para a identificação de novas oportunidades de negócios, com uma postura mais consultiva junto ao cliente, conhecendo as suas necessidades e ofertando o melhor para atendê-las de forma personalizada”, acrescenta a executiva.

Bradesco Seguros estende parceria com Veloe para seguro caminhão

Fonte: Bradesco

Clientes do Bradesco Seguro Caminhão contam com mensalidades grátis ao adquirir um plano pós é pré-pago da Veloe, que oferece dispositivos para pagamento eletrônico em pedágios em todo o Brasil para economizar tempo. A novidade, que era oferecida apenas para veículos de passeio, já está disponível e acompanha a recente reformulação do Seguro Caminhão, que inclui também novas assistências e coberturas exclusivas.

A parceria está disponível para pessoas físicas e jurídicas e não há taxas de adesão ou mensalidade. O dispositivo ‘Veloe Tag’ será enviado para a casa do segurado, sem valores adicionais. A adesão poderá ser feita logo após a contratação do seguro.

“O trabalho do caminhoneiro é, essencialmente, desempenhado nas estradas, dia e noite. Com um plano Veloe, os motoristas poderão evitar filas em rodovias com pedágios em todo o Brasil”, destaca o Superintendente Executivo de Produto Auto da Bradesco Seguros, Eduardo Menezes, ressaltando a praticidade do dispositivo.

Voltado para caminhões leves, médios, pesados e rebocadores, o Seguro Caminhão conta com novas coberturas, serviços e benefícios. As novidades incluem serviço para vidros completos, cobertura de DMH, assistência residencial e assistência funeral para motoristas e ocupantes do veículo.