Tech Trail faz parceria com seguradora Tokio Marine

Tech Trail Modelagem de Dados, startup especializada na construção de modelos preditivos de avaliação de riscos, fez parceria com a Tokio Marine Seguradora para lançar novo modelo de análise de riscos e precificação de seguros de forma instantânea e assertiva.

O modelo permite que a análise de risco do cliente seja feita em tempo real, com utilização das tecnologias de big data, inteligência artificial e machine learning. A mudança desburocratiza o processo de venda, reduz o declínio de propostas e agiliza o prazo de emissão dos seguros, além de permitir que a seguradora personalize a oferta mais adequada a cada perfil de cliente.

“A plataforma traz ao mercado de seguros a capacidade de otimização do processo de subscrição, a partir da análise do perfil do proponente com modelos preditivos e definição de score de risco individual”, explica Castelano Santos, co-fundador da Tech Trail.

“Com a implantação da solução da Tech Trail, houve uma melhoria da qualidade das informações recebidas para avaliação do risco e diminuição do tempo de aceitação, reduzindo de oito para um dia em média o prazo de emissão, proporcionando assim uma experiência mais fluida para o corretor e o cliente” afirma Nancy Rodrigues, Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine.

De acordo com os executivos, o desempenho da carteira de Pessoas também está atrelado a um novo olhar da sociedade para os produtos de seguros, principalmente o de Vida. Afirmam que nos últimos anos as pessoas têm demonstrado uma conscientização cada vez maior sobre a necessidade de proteção. Identificam nos seguros de Pessoas, por exemplo, características de planejamento familiar e financeiro e serviços que podem ser utilizados em vida com muitos benefícios agregados.

As vendas de seguros de pessoas somaram R$ 14,6 bilhões no primeiro trimestre deste ano, 12,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2022. Cerca de 47% dos prêmios foram em seguros de Vida, 29% no seguro Prestamista, 12% no seguro de Acidentes Pessoais e 12% nos demais ramos. Isso equivale a dizer que o seguro de Vida arrecadou R$ 6,9 bilhões, prestamista R$ 4,2 bilhões e acidentes pessoais R$ 1,8 bilhão e demais ramos R$ 1,7 bilhão. O maior crescimento foi em seguro Viagem (19%), seguido pela expansão nos prêmios do seguro Funeral (18,3%) e no seguro de Vida Individual (17,5%).

Em indenizações no primeiro trimestre 2023, foram pagos R$ 3,66 bilhões no segmento de vida, cerca de R$ 300 milhões acima do registrado no mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), com base nos dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Desse total, 54% (R$ 2 bilhões) foram em seguro de Vida (individual e coletivo), 18% (R$ 650 milhões) em seguro Prestamista, 14% (512 milhões) em seguro de Acidentes Pessoais e 14% nos demais ramos. Já as principais variações no período foram nos ramos de seguro Viagem (138,5%), Acidentes Pessoais (47,7%) e Doenças Graves/Terminais (33,1%). Por outro lado, vale destacar que tanto Vida individual quanto em grupo registraram variações negativas no período, retrações de 12,5% e 1,8%, respectivamente.

Liberty Seguros é destaque em prêmio do setor segurador

liberty seguros

A Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do país, foi destaque da 20ª edição do Prêmio Segurador Brasil, promovido pela Brasil Notícias Editora e Comunicação Empresarial e pela JCL Eventos – empresas responsáveis pela revista e pelo portal Segurador Brasil. A cerimônia de premiação aconteceu no dia 18 de maio, na sede da Escola Nacional de Seguros (ENS), em São Paulo.

Reconhecida por uma atuação regida pela qualidade e pela inovação, a Liberty foi a empresa mais premiada da noite, com prêmios em seis categorias: “Destaque de Maior Crescimento de Vendas”, “Melhor Desempenho em Seguro Auto”, “Melhor Experiência com o Cliente e Melhor Experiência com o Corretor”, “Marketing 10”, “Segurador Brasil Sustentabilidade” e “Pioneirismo e Empreendedorismo”.

O Prêmio Segurador Brasil avalia e reconhece o desempenho das seguradoras e traça um panorama que ressalta a relevância das empresas e das entidades do setor na implementação e desenvolvimento de conceitos, produtos e serviços para o mercado segurador brasileiro. Além disso, são enaltecidos projetos pensados para os consumidores e para sociedade como um todo e contempladas ações empreendedoras e pioneiras.

“Trabalhamos diariamente para oferecer as melhores experiências e opções de produtos e serviços para todos os nossos públicos, portanto, é extremamente gratificante sermos reconhecidos em uma cerimônia tão importante como a do Prêmio Segurador Brasil 2023 e em tantas categorias diferentes”, celebra o diretor de Produtos e Analytics da Liberty Seguros, Rafael Citelli, que esteve presente no evento e recebeu os troféus em nome da companhia. “Esperamos manter essa jornada de sucesso para os próximos anos e garantir um ambiente de respeito para nossos colaboradores, as melhores ferramentas para apoiar o crescimento dos corretores parceiros e, claro, as melhores experiências para nossos clientes”, finaliza o executivo.

Setor de saúde precisa de uma solução urgente

Denise Bueno coluna infomoney saude

O debate de propostas de mudanças para garantir que mais brasileiros tenham acesso aos planos de saúde e que o setor alcance a sustentabilidade é antigo. Mas agora passou a ser mais urgente do que nunca, escrevo na coluna do Infomoney.

A manchete da Folha de S. Paulo “Em crise, planos de saúde rescindem contratos e deixam crianças sem tratamento” expõe velhos problemas que explodem na cara da sociedade ainda sem soluções. Uma coisa ou outra melhorou, mas o plano de saúde, principal desejo de consumo dos brasileiros, corre o risco de ficar ainda mais inacessível e ser um problema ainda maior para todos os envolvidos.

Consumidor reclama que paga muito e recebe pouco. Operadoras se queixam da alta da inflação médica, fraudes e regulamentação excessiva. Clínicas, laboratórios e hospitais reclamam da remuneração recebida. A justiça está atolada em ações de saúde, que responde por algo em torno de 15% de todos os processos em curso no Brasil. E o governo não consegue lidar com esta situação e vê cada vez mais o Sistema Único de Saúde (SUS) afundado em filas de atendimentos que podem ultrapassar um ano. 

São mais de 50,2 milhões de beneficiários de planos de saúde, segundo dados referentes a janeiro de 2023, divulgados em abril pela Agência Nacional de Saúde (ANS), que regula o setor. Já os planos exclusivamente odontológicos registraram 30,7 milhões de usuários, mantendo o amplo crescimento do ano passado.

Os consumidores, que já pagam valores elevados, terão um reajuste ainda mais amargo em 2023 para um atendimento muitas vezes precário. Um exemplo é a marcação de consultas ou autorização de exames que podem superar 3 meses. Vez ou outra a ANS intervém e proíbe a companhia de vender novos planos até adequar oferta e demanda. 

As reclamações contra planos de saúde mais do que dobraram no Brasil desde que a ANS criou o IGR (Índice Geral de Reclamação), em 2018, que leva em conta o número de clientes de cada plano e a quantidade de reclamações contra a empresa. Esse número era de 15,5 em 2018, quando o índice foi criado, e saltou para 37 em 2022. 

Muitas empresas que oferecem planos aos seus funcionários estão incrédulas com o reajuste de preço apresentando pelos corretores de seguros. A média está em 30% e com elevação de percentuais de coparticipação e negativas de atendimentos amparados pela legislação, como, por exemplo, a exclusão a autistas. 

Segundo a ANS, o mercado de planos de saúde encerrou o ano passado com um prejuízo operacional de R$ 11,5 bilhões, a maior perda registrada desde 2001. O resultado é 12,5 vezes pior do que o registrado em 2021. Praticamente em todo o mundo vemos notícias parecidas de déficit em saúde e boa parte da culpa é jogada na pandemia, que gerou uma ressaca de atendimentos postergados pelo período de isolamento e também deixou sequelas que exigem tratamentos longos e caros. 

Somente nos três anos de Covid, as operadoras de planos de saúde associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) viabilizaram mais de 585 mil internações em virtude da Covid-19, sendo cerca de 30% em UTI; 1,1 milhão de exames sorológicos; e 6,9 milhões de exames RT-PCR; totalizando um custo de R$ 30,4 bilhões. Também foram registrados cerca de 9,2 milhões de atendimentos de telessaúde.

Vera Valente, diretora executiva da presidente da FenaSaúde, afirma que além do Covid, ainda há o descompasso entre receitas e despesas. A receita efetiva de operações de saúde foi de R$ 237,6 bilhões em 2022 e o lucro de R$ 2,5 milhões, que representou apenas 0,001% da receita. Em 2021, o lucro foi de R$ 3,8 bilhões. Já em 2020, o setor havia registrado um recorde, com o montante de R$ 18,7 bilhões, segundo dados da ANS.

Diante deste cenário, o setor protagonizou um dos maiores números de fusões e aquisições, com Hapvida adquirindo Intermédica São Camilo e Rede D’ Or comprando SulAmérica, para citar apenas as maiores negociações. Até as novatas que prometem revolucionar o mercado enfrentam problemas. Em maio, a healthtech Alice anunciou que passa a cuidar dos mais de 16 mil clientes da concorrente QSaúde, totalizando 27 mil beneficiários. A Allianz, uma das maiores do mundo, anunciou sua saída do mercado de saúde no Brasil em abril deste ano. 

SulAmérica e Hapvida afirmaram em entrevistas sobre os resultados do primeiro trimestre que o foco em 2023 é reajustar o preço, mesmo que isso leve a uma redução no número de beneficiários. Somente a Hapvida, em janeiro, perdeu 43 mil beneficiários, sendo 28 mil nos planos corporativos, segundo análise do BTG sobre o setor.  A SulAmérica outros 7 mil, afirmando a tendência de uma desaceleração do setor diante da alta dos preços e da demora da economia em proporcionar ganho de renda aos brasileiros. 

A saída para este caos seria aumentar a competição. O setor é visto como um dos mais potenciais por investidores. No entanto, eles afirmam que só despejaram milhões em investimentos quando houver maior clareza no que acreditam ser um mercado extremamente potencial, mas muito arriscado por carecer de uma regulamentação flexível e segurança jurídica.  

O diagnóstico sobre os problemas da saúde no Brasil é praticamente consensual entre operadoras, prestadores de serviço, contratantes, reguladores e legisladores. Todos sabem o que é preciso mudar para que mais brasileiros tenham acesso à saúde de qualidade e a agenda das operadoras inclui, por exemplo, a volta da oferta dos planos individuais, maior segmentação de coberturas, incentivo à atenção primária e redução das fraudes. 

Os planos de saúde privados complementam a cobertura do sistema público, permitindo que as pessoas tenham acesso a uma gama mais ampla de serviços, como consultas com especialistas, cirurgias e tratamentos específicos. Isso pode ser especialmente relevante para condições crônicas ou de longa duração que exigem cuidados contínuos.

Sem a concorrência dos planos de saúde privados, o governo provavelmente seria pressionado a aumentar os investimentos em saúde para melhorar a qualidade e a disponibilidade dos serviços do SUS. Isso incluiria investimentos em recursos humanos, infraestrutura e tecnologia médica. E todos sabem que esses recursos não estão disponíveis para a pasta de saúde, que recebe ano a ano cada vez menos verba do que necessita. 

Sendo assim, por que não sentar à mesa e resolver essas pendências que pioram a vida de todos há anos? As operadoras de planos de saúde frequentemente criticam o excesso de regulamentações governamentais, argumentando que isso aumenta os custos operacionais e limita sua capacidade de inovação. Pedem uma regulamentação mais flexível, que permitiria maior concorrência e preços mais acessíveis.

Outra queixa é a carga tributária elevada. Os altos impostos reduzem a capacidade de investir em melhorias nos serviços, ampliar a cobertura e reduzir os custos dos planos, argumentam. Estabelecer incentivos fiscais para a compra de planos de saúde, como deduções de impostos ou subsídios para determinados grupos da população também está na pauta do setor. 

Muitas operadoras têm programas de estímulo, mas poucos usuários aderem. Incentivar hábitos saudáveis, campanhas de vacinação, exames preventivos e programas de educação em saúde podem ajudar a evitar o surgimento de condições crônicas que demandem tratamentos mais caros.

Para que todos possam ter acesso à saúde, todos precisam se engajar para reduzir os custos dos planos de saúde a longo prazo. Afinal, a vida não tem preço. Mas saúde tem. E para todos os bolsos.

Icatu participa da 10ª Feira Brasileira do Varejo, no Rio Grande do Sul

Fonte: Icatu

Entre os dias 24 e 26 de maio, a Icatu participará da 10ª edição do FBV (Feira Brasileira do Varejo), que acontece no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O vice-presidente da companhia e presidente da Rio Grande Seguros, César Saut, será um dos palestrantes do painel “Como criar credibilidade, recorrência e fidelização?”, compartilhando cases da seguradora Icatu e da Rio Grande Seguros e Previdência, joint venture criada em parceria com o Banrisul, que em poucos mais de seis anos de existência já aferiu, em 2022, um movimento econômico superior a R$ 2 bilhões.

É sempre muito significativo levarmos a Icatu e o caso da Rio Grande ao público, pois além dos resultados financeiros são cases de propósito, que geram impacto e transformação para pessoas e famílias, como também são ferramentas de estabilização de diversos setores econômicos e que são responsáveis pela sustentabilidade social e financeira das comunidades do entorno”, afirma César Saut.


O executivo estará no palco principal Grandes Resultados, às 16h do dia 25, ao lado do CEO e Co-fundador da PagBrasil, Ralf Germer, e do CEO das Lojas Lebes, Otelmo Drebes. Juntos, criarão reflexões sobre os seus cases, bem como abordarão alternativas de fidelização às marcas, corroborando com o objetivo principal do evento: provocar novos olhares e estimular mudanças e transformações positivas na sociedade.

A feira acontece desde 2013 e é referência para o segmento, reunindo profissionais para discutir as tendências e inovações tecnológicas do mercado. Ao longo das nove edições, a FBV atingiu um público de mais de 41 mil pessoas, 600 expositores e cerca de 2 mil prospects. Neste ano, o evento terá a participação de mais de 60 palestrantes, mais de 20 horas de conteúdo e a expectativa de público de mais de 10 mil pessoas

SERVIÇO:

Feira Brasileira do Varejo

Painel: Como criar credibilidade, recorrência e fidelização?

Participantes: César Saut, Ralf Germer e Otelmo Drebes

Data: 25 de maio, às 16 horas 

Local: Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul

Mercado Segurador faz primeira reunião de trabalho com novo superintendente da Susep

susep cnseg

Em encontro realizado na última sexta-feira(19), CEOs e executivos de companhias de seguros, previdência privada, capitalização e da CNseg apresentaram a pauta de prioridades do setor ao novo superintendente da Susep, Alessandro Octaviani. Entre os temas, estavam o Open Insurance, o Sistema de Registro de Operações (SRO), o novo modelo de DPVAT sugerido pelo setor, o Marco Regulatório da Capitalização, o Seguro de Vida Universal e sobre as Associações de Proteção Veicular, chamadas APVs.

Em tom conciliador, o superintende da Susep afirmou que esta é apenas a primeira de muitas rodadas de diálogo que pretende manter com o mercado e se colocou à disposição para discutir os diversos temas pertinentes ao setor.

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, reforçou a necessidade de reuniões de trabalho como essa para avançar na pauta que afeta tanto o consumidor quanto as companhias assim, como destravar diversos temas que vão contribuir para o crescimento do mercado. “Saímos otimistas da reunião. O superintendente se mostrou aberto ao diálogo e interessado em conhecer os argumentos do setor”, avaliou Dyogo Oliveira.

Próxima onda de ganhos de expectativa de vida está no horizonte, diz relatório da Swiss Re

longevidade

Os ganhos na longevidade humana diminuíram na última década, mas a próxima onda de melhorias está a caminho, diz o último relatório da Swiss Re, The future of life expectancy: Forecasting long-term mortality improvement trends for insurance (O futuro da expectativa de vida: Previsão de tendências de melhoria de mortalidade a longo prazo para seguros).

Avanços no diagnóstico e tratamento do câncer são as áreas mais prováveis para melhorar a longevidade global, de acordo com o relatório. Melhorias futuras precisarão ser apoiadas abordando questões de saúde de idosos, como Alzheimer, fatores de estilo de vida e acesso a cuidados de saúde.

“Enquanto as pessoas continuam sonhando com a expectativa de vida superior a 100 anos, os ganhos do século passado estão ameaçados. Claramente, a pesquisa médica tem o poder de impulsionar a próxima grande onda de melhorias na longevidade. No entanto, os indivíduos precisam manter e intensificar suas escolhas de estilo de vida saudável para garantir uma vida mais longa e saudável. Como sociedade, precisamos abordar as barreiras ao acesso aos cuidados de saúde”, explica Paul Murray, CEO da L&H Reinsurance da Swiss Re.

As melhorias na expectativa de vida geralmente ocorrem em ondas após grandes avanços médicos ou tendências sociais em larga escala, como a cessação do tabagismo. No século XX, as inovações farmacêuticas que reduziram a pressão arterial e o colesterol desencadearam uma melhora acentuada na expectativa de vida. A expectativa de vida média global para uma pessoa nascida em 2020 é bem superior a 70 anos, em comparação com apenas 55 anos no final da década de 1950.

No entanto, desde 2010, fatores como doenças relacionadas à obesidade, o crescente impacto da doença de Alzheimer e o acesso desigual aos cuidados de saúde diminuíram os ganhos de expectativa de vida em muitas partes do mundo. Como resultado, as expectativas de vida se estabilizaram nos mercados avançados.

Quedas nos EUA na expectativa de vida

Os EUA divergem de outros mercados avançados, a partir de 2019, apenas os 10% mais ricos da população dos EUA por status socioeconômico têm uma expectativa de vida comparável ao nascer com a média da OCDE de cerca de 80 anos para homens e 84 anos para mulheres. Para um homem dos EUA nascido entre os 10% mais baixos por status socioeconômico, a expectativa de vida é de apenas 73 anos.

A tendência dos EUA está ligada ao acesso desigual aos cuidados de saúde como resultado da crescente desigualdade socioeconômica. Além disso, com cerca de 70% da população afetada pela obesidade, doenças como diabetes tipo 2 estão se tornando mais prevalentes. As mortes relacionadas aos opioides impactaram a expectativa de vida, com um aumento de oito vezes desde 1999.

O crescimento da expectativa de vida no Reino Unido diminui na ausência de avanços médicos

Entre 1968 e 2010, cerca de 70% da melhoria da longevidade no Reino Unido foi atribuída a reduções substanciais nas mortes relacionadas a doenças circulatórias. Isso apoiou um aumento na expectativa de vida de 71 para 80 anos. Desde 2010, no entanto, a expectativa de vida no Reino Unido aumentou apenas um ano, já que menos avanços nos tratamentos de câncer e o crescente impacto da demência e doenças respiratórias minaram os ganhos anteriores em longevidade.

Japão e Suíça são campeões da longevidade

O Japão e a Suíça alcançaram algumas das maiores expectativas de vida ao nascer nas economias avançadas, com uma média de cerca de 84 anos em ambos os países. Esta é uma melhoria de cerca de 70 anos em 1960 e é principalmente devido à melhoria da saúde cardiovascular.

Fatores de estilo de vida e acesso a sistemas de saúde bem financiados apoiaram seu sucesso. Por exemplo, os esforços do Japão para reduzir as mortes relacionadas a derrames em mais de 80% entre 1980 e 2012 são dignos de nota, pois isso foi alcançado por meio de medidas relativamente simples, como incentivar as pessoas a reduzir o sal em suas dietas.

A próxima onda de melhorias na expectativa de vida

De acordo com o relatório da Swiss Re, os avanços nos tratamentos e diagnósticos de câncer têm o maior potencial para alavancar melhorias na expectativa de vida. As biópsias líquidas, por exemplo, podem oferecer uma detecção muito mais precoce de certos tipos de câncer, enquanto a mudança de terapias mais gerais para medicamentos personalizados e de precisão deve melhorar as taxas de sobrevivência. Além disso, o uso de vacinas de mRNA, que foram implantadas com sucesso durante a pandemia de COVID-19, é uma área de potencial melhoria.

A política pública pode desempenhar um papel em levar mais pessoas a verificar se há câncer. No Reino Unido, por exemplo, a alta adesão ao rastreamento de alguns tipos de câncer demonstrou melhorar a capacidade de sobrevivência em mais de 50%.

Abordar as doenças que afetam as pessoas mais tarde na vida será fundamental para prolongar a expectativa de vida – especialmente a doença de Alzheimer e outras causas de demência. Projeções no Reino Unido, por exemplo, mostram o número de pessoas afetadas pela doença de Alzheimer quase dobrando para mais de 1,6 milhão em 2040. Atualmente, poucas terapias oferecem mais do que alívio sintomático e os desenvolvimentos médicos nesta área têm sido relativamente lentos, com resultados controversos para alguns tratamentos propostos.

Várias tecnologias emergentes podem ter um grande efeito na expectativa de vida. A chegada da inteligência artificial na pesquisa médica e na orientação de decisões de tratamento, bem como dispositivos vestíveis e aplicativos para monitorar a saúde ou o bem-estar de um indivíduo, pode trazer melhorias futuras.

“A tecnologia médica, as mudanças no estilo de vida e o acesso aos cuidados de saúde impulsionarão a próxima onda de melhorias na longevidade. Os setores público e privado têm papéis a desempenhar. Para o setor de seguros , é vital que entendamos esses fatores complexos para que possamos continuar a proteger os clientes quando eles mais precisam e incentivar as pessoas a fazerem escolhas de estilo de vida que proporcionem uma vida mais longa e saudável”, diz Natalie Kelly, chefe de subscrição global, reivindicações e P&D da Swiss Re.

Omni1 firma parceria com Seguradora Zurich 

Luis Reis
Luis Reis

A Seguradora Zurich, parceira do Grupo Omni na distribuição de produtos de seguridade desde 2010, foi escolhida pela Omni1, joint venture entre o Grupo Wiz Co e o Grupo Omni, para ofertar o seguro prestamista com exclusividade e demais seguros correlatos no balcão da Omni, por 5 anos. A parceria é relevante para ampliar o portfólio de produtos oferecido pela seguradora.  

“Após mais de uma década de uma parceria muito próspera, agora também somos parceiros da Omni1, com o compromisso de aperfeiçoar ainda mais nosso portfólio de produtos, prezando sempre pela melhor experiência dos nossos clientes”, afirma Luís Reis, diretor executivo de Parcerias da Zurich.  

A Omni1 realiza a comercialização de seguros no modelo bancassurance e conta com produtos como prestamista e assistências veicular e residencial. Agora, amplia o seu portfólio de produtos de seguros e atuação no Grupo Omni, reforçando o movimento de consolidação da parceria com a Zurich.  

O seguro prestamista é o foco principal da parceria. “O seguro prestamista é uma proteção importante para o consumidor, especialmente em momentos de instabilidade da economia como o que estamos vivendo atualmente. Essa parceria chega para ampliar a oferta de produtos em nossos canais de distribuição, o que também confere grande oportunidade para a Zurich, que passa a contar com a expertise da corretora na distribuição de produtos de seguridade associados aos financiamentos de automóveis”, destaca o diretor executivo da Omni1, Reinaldo da Silva. 

Luís Reis ressalta também a importância da disseminação do produto através da parceria, já que o seguro prestamista pode amortizar ou custear total ou parcialmente a obrigação financeira do segurado.  

“Em um cenário com mais de 70 milhões de brasileiros negativados, poder ofertar uma proteção como essa através da parceria com a Omni1 significa contribuir para a educação financeira dos clientes, que podem ter seu patrimônio protegido caso algum infortúnio aconteça”, pontua Luís. “A aderência ao produto mostra que a disseminação desse tipo de proteção tem sido bem-sucedida”. 

Expertise no modelo de distribuição 

A Seguradora Zurich destaca a relevância da parceria com a Omni1 e segue ampliando a distribuição de seguros comercializados por meio das demais parceiras, que em 2023, já somam mais de 100. Luís Reis enfatiza que o leque diferenciado de produtos e parceiros coloca a Zurich em uma posição de alcançar diferentes públicos. 

Flexível, a seguradora soma milhões de clientes junto a parceiros de diferentes setores, como bancos, empresas financeiras, varejistas, empresas de Telecom, entre outras. Luís explica que as operações são viáveis graças ao grande investimento da seguradora em tecnologia, sobretudo em APIs (Interfaces de Programação de Aplicações, na sigla em inglês).  

“Eles são facilitadores para as empresas interessadas em distribuir os seguros, já que permitem que sistemas de diferentes linguagens de programações sejam integrados de forma rápida, fácil e segura, sem a necessidade de grandes investimentos por parte do parceiro”, pontua o executivo. 

A diversidade e qualidade dos produtos da Zurich, bem como a capacidade tecnológica da seguradora, foram atrativos para a Omni1 fechar a parceria. “A Zurich é uma empresa sólida e com expertise no mercado de seguros, o que nos deu a confiança de selar essa parceria. Estamos muito otimistas e certos do sucesso dessa união”, afirma Reinaldo. 

Clínica Meu Doutor Novamed chega à Barra da Tijuca

Fonte: Bradesco

A rede de clínicas Meu Doutor Novamed, do Grupo Bradesco Seguros, dá sequência à estratégia de expansão nacional, com a inauguração de sua 33ª unidade do país e da quinta na região Metropolitana do Rio de Janeiro. A nova clínica está localizada na Barra da Tijuca, na avenida Ministro Ivan Lins, 300. No último ano, a rede registrou um crescimento de 75% de atendimentos no Grande Rio, em comparação ao ano de 2021. Dos mais de 100 mil atendimentos na região, 60% são do sexo feminino.

Com um modelo assistencial voltado à Atenção Primária à Saúde (APS), que tem como foco a prevenção de doenças e a promoção da saúde, as clínicas Meu Doutor Novamed são referência em atendimento personalizado. Para isso, contam com o Programa Meu Cuidado, que proporciona um cuidado integral centralizado no paciente, a partir de atendimento com médico de família e equipe multidisciplinar.

 Além da Barra da Tijuca, a Meu Doutor Novamed está presente em mais três bairros na capital fluminense – Centro, Botafogo e Méier – e com uma clínica na cidade de Niterói, na Região Metropolitana. Em outros estados, possui unidades em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Bahia. Em 2022, a rede superou a marca de 1 milhão de atendimentos desde sua criação, em 2015.

 “A rede Meu Doutor Novamed promove uma experiência completa na promoção da saúde, por meio do modelo de cuidado assistencial integral que prevê o acompanhamento médico para todas as necessidades do paciente. Com o objetivo de ampliar o acesso aos cuidados médicos, a rede mais que dobrou de tamanho desde o início da pandemia, com a inauguração de 17 clínicas, em um forte processo de expansão. A chegada à Barra da Tijuca, bairro tão arrojado na cidade do Rio de Janeiro, é um importante marco desse nosso crescimento”, destaca Carlos Marinelli, diretor-geral da Meu Doutor Novamed. 

Para garantir o cuidado integral do paciente, a Meu Doutor Novamed presta atendimento em 15 especialidades: Médico da Família, Cardiologia, Dermatologia, Endocrinologia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Gastroenterologia, Ginecologia e Obstetrícia, Nutrição, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Psicologia e Urologia. Além das consultas, também oferece exames laboratoriais e de imagem e realiza procedimentos ambulatoriais. 

“A atenção primária à saúde possibilita o cuidado além do diagnóstico, tratamento e reabilitação, com uma abordagem que se inicia na prevenção de doenças. Esse modelo de atendimento é capaz de resolver cerca de 80% das demandas por cuidados de saúde, de acordo com dados da OMS. Além dessa expressiva resolutividade, o nosso modelo de atendimento com foco na APS também se destaca pela elevada satisfação dos pacientes”, explica Aline Thomasi, superintendente da rede Meu Doutor Novamed. 

Facilidade no acesso ao atendimento

Com atendimento a beneficiários Bradesco Saúde e Mediservice, empresas conveniadas, além de clientes particulares, as clínicas Meu Doutor Novamed se caracterizam pela facilidade do acesso à assistência. As unidades oferecem consultas agendadas e por livre demanda – sem necessidade de agendamento prévio –, além de consultas na modalidade telemedicina. Como forma de garantir a segurança do paciente e o acompanhamento médico, a rede de conta com o histórico clínico por meio do uso de prontuário eletrônico integrado. 

Para acolher todos os que procuram pelos serviços em suas 33 clínicas, a rede conta com a atuação de mais de 1.000 profissionais de saúde, entre médicos, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, equipe de enfermagem e administrativa.  

Plataforma GEO, em parceria com a Zurich, lança seguro para home equity

A plataforma GEO em parceria com a seguradora Zurich lançam cobertura para as operações de securitização e home equity. Trata-se do Seguro Financeiro, que oferta três apólices, sendo uma de Morte ou Invalidez Permanente (MIP) e duas de Danos Físicos ao Imóvel (DFI), para comercial e residencial.

A cobertura garante proteção às operações que ficaram descobertas com a Resolução CNSP 447/2022 do novo marco regulatório, que limitou o uso do Seguro Habitacional Apólice de Mercado aos contratos de compra e venda de imóveis e terrenos; financiamentos imobiliários; consórcio de imóveis; contratos realizados com alienação fiduciária; e promessas de compra e venda de imóveis em construção.

“Com a nova resolução, as operações de securitização e home equity tornaram-se objeto de seguro no ramo de riscos diversos. O lançamento do Seguro Financeiro engloba as apólices necessárias para que agentes financeiros e consumidores continuem operando de forma protegida. E tudo isso de um jeito facilitado, através da plataforma de seguros da GEO”, explica Rossana da Costa, fundadora e CEO da empresa.

Além da facilidade de acesso ao Seguro Financeiro, há outras vantagens de contratar a solução pelo portal GEO. Uma delas é a dispensa de Declaração Pessoal de Saúde (DPS) para devedores de até R$ 4 milhões, conforme faixa etária, e também a dispensa do laudo de avaliação do imóvel para unidades de até R$ 25 milhões. A contratação é flexível, por períodos diferentes de um ano, de acordo com o prazo da dívida e pagamento mensal sem juros enquanto perdurar a dívida.

TEM Saúde expande portfólio com healthtech focada em saúde feminina 

 
A TEM Saúde, finhealthtech provedora de soluções em saúde e bem-estar para o mercado B2B2C, anuncia fusão com a healthtech Bella&Materna. A operação expande os serviços oferecidos pela TEM Saúde, que passa a disponibilizar atendimento e trilhas de cuidados específicos para mulheres em todos os momentos da vida. 

De acordo com Mariana Esteves, sócia e vice-presidente comercial da TEM Saúde, o objetivo da fusão é posicionar a empresa como um ecossistema de saúde completo, com trilhas para cuidar da saúde de forma integral, procurando entregar soluções que vão além do acesso a consultas e exames. 

Com o M&A, o time ganha a experiência de Simone Renata, CEO da Bella&Materna, enfermeira, pós-graduada em obstetrícia e gestão hospitalar. Simone criou todos os protocolos dentro da plataforma. “Minha experiência como mulher, mãe e profissional da saúde me trouxe uma visão 360º dessa jornada feminina. Não basta olhar para o tratamento, é preciso entender o dia a dia da mulher para incluir rotinas de cuidados preventivos”, comenta Simone. Seguindo a identidade da TEM Saúde, a trilha de cuidados para mulheres será oferecida sob o nome TEM Bella com a infraestrutura da Bella&Materna, que continua com Simone Renata como CEO. 

A operação ocorre em um momento no qual a companhia intensifica seu olhar para canais B2B. Segundo Mariana Esteves, a movimentação visa oferecer aos atuais e novos parceiros, como varejistas, bancos, seguradoras e outras empresas de grande e médio porte, produtos de saúde personalizados e com maior aderência aos seus usuários finais (contratantes independentes ou colaboradores de empresas). 

Para anunciar ao mercado a novidade, a marca promoveu na último dia 17 de maio, em sua sede na Vila Olímpia, em São Paulo, a roda de conversa “Vida executiva, carreira e família”, com Camila Farani, uma das empreendedoras e investidoras mais influentes no Brasil, fundadora da G2 Capital, e também membro do board da TEM Saúde; Ana Claudia Calil, CSO da MAWDY, antiga Mapfre Assistência; Marusia Gomez, conselheira nas empresas Parada Advogados, Inner Group e Ubica; Claudia Lopes, vice-presidente de comercial e marketing da Generali Brasil. Acompanharam e participaram ativamente mais de 40 mulheres do setor de seguros. 

Tecnologia a serviço da saúde  
A TEM Saúde lançou uma operação transacional para um produto de acesso a consultas e exames, adquirindo informações valiosas sobre o consumo de serviços de saúde, que agora dão suporte para criação de produtos altamente customizados e que podem auxiliar na saúde preventiva das pessoas. “O TEM Bella será uma dessas soluções, muito útil para quem não tem plano, mas que se for conectada a populações com plano de saúde também será um grande aliado na redução da sinistralidade”, comenta a vice-presidente da TEM Saúde, Mariana Esteves. 

“O plano de saúde não é nosso concorrente, somos complementares. Isso porque com a TEM Saúde conseguimos disponibilizar atendimento 24 horas e on-line, todos os dias da semana. Dessa forma, solucionamos dúvidas simples e evitamos idas desnecessárias ao pronto-socorro. O beneficiado evita o deslocamento, o desgaste de horas de espera – que ocorrem mesmo em hospitais particulares – e recebe um atendimento humanizado personalizado. Já os hospitais conseguem se dedicar aos casos realmente de emergências e urgências, de forma mais ágil e eficiente, o que impacta nos custos de toda a cadeia, das operações internas até o preço dos planos de saúde”, explica a executiva. 

Crescimento e expansão 
Há sete anos, a TEM Saúde iniciou no segmento de cartão de benefícios em saúde voltados para o B2B2C, posição pavimentada principalmente por meio das vendas por afinidades. Dentre seus atuais clientes estão mais de 60 grandes empresas, como Itaú, Santander, C&A, PagSeguro, Mapfre e Casas Bahia, que ofertam os serviços e a rede da TEM Saúde por meio de produto próprio ou introduzindo a TEM Saúde como rede parceira para assistência e atendimentos.  

Atuando como administradora de cartões e arranjos de pagamentos fechados, que transaciona para uma rede de saúde, a TEM Saúde se voltou para o atendimento aos públicos das classes B, C e D, e surgiu com o propósito de suprir a lacuna da falta de assistência à saúde primária no Brasil. Durante a pandemia, devido à alta demanda por serviços de saúde, a empresa expandiu seu alcance com soluções como telemedicina, democratizando o acesso à saúde, e, atualmente, chega a cuidar de mais de 3 milhões de vidas.