Bradesco Seguros promove encontro com nomes do mercado de seguros internacional

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Fonte: Bradesco

Nessa segunda-feira, 24, o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Gontijo, recebeu, junto aos executivos Jorge Nasser, Manoel Peres e Ney Dias, da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, da Bradesco Saúde e Mediservice e da Bradesco Auto/RE, respectivamente, além das lideranças do CQCS, os palestrantes internacionais que farão parte da programação do CQCS Insurtech & Innovation 2023.

Na ocasião, os executivos destacaram os diferenciais de cada uma das frentes de atuação, mostrando como o Brasil é um mercado de grande potencial para o setor. 

Os convidados também tiveram a oportunidade de abordar um pouco sobre os temas que apresentarão durante o CQCS Insurtech & Innovation 2023, que acontecerá nessa terça e quarta-feira, no PRO Magno Centro de Eventos, em São Paulo (SP).

“Nossa ideia foi promover um encontro de relacionamento para abordar previamente os principais temas que envolvem inovação e seguros. Consideramos de extrema importância reunir as lideranças do setor para que, juntos, possamos achar caminhos para cumprir com a nossa principal missão: criar uma cultura de proteção da sociedade, pensando no futuro do Brasil”, disse Ivan Gontijo.  

Alper Seguros compra TRR Corretora por R$ 95,5 milhões

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A Alper Consultoria e Corretora de Seguros adquiriu a TRR Corretora de Seguros, há 65 anos no mercado de consultoria e gestão de riscos e benefícios. Esta é a segunda aquisição da companhia em apenas 15 dias e a décima sexta sob a atual gestão, sendo a quinta na unidade de Benefícios e a maior transação da história recente da corretora. Os termos da transação preveem um pagamento de R$ 60 milhões à vista no fechamento da transação e parcelas variáveis e condicionadas ao atingimento de metas de performance estipuladas no contrato. As parcelas serão apuradas e pagas anualmente entre 2024 e 2025. O valor total estimado da aquisição é de R$ 95,5 milhões, informa em nota.

“Essa aquisição representa um marco significativo para a Alper, pois a TRR é um relevante player do mercado e trará inúmeras oportunidades de crescimento e expansão. Esse é o típico exemplo de uma aquisição em que 1+1 são 3, pois além das pessoas, vamos agregar uma carteira de clientes respeitada e todo o know-how em tecnologia, serviços e relacionamento. Estamos sempre atentos às oportunidades do mercado, mantendo nosso posicionamento como uma Companhia consolidadora. Essa é a nossa quinta aquisição em Benefícios e a décima sexta sob a minha gestão, e seguiremos assim”, diz Marcos Aurélio Couto, CEO da Alper.

A TRR, boutique de consultoria em seguros sediada em São Paulo, atende mais de 600 clientes, conta com uma equipe de 110 colaboradores altamente qualificados, e emitiu mais de R$ 762 milhões em prêmios no ano passado, cerca de 77% desse montante na divisão de benefícios.

“Acabamos de adquirir a Agis, corretora de seguros para transportes focados no agronegócio e agora concluímos mais uma transação para uma frente de atuação bem consistente para nós, a de Benefícios. Isso demonstra o nosso comprometimento em buscar oportunidades de crescimento e expansão no mercado, em linha com a nossa estratégia de consolidação do setor. Além disso, a corretora possui um modelo de negócio com alta receita recorrente, o que reforça a estabilidade e previsibilidade da nossa receita”, acrescenta André de Barros Martins, VP de Benefícios da Alper e um dos maiores acionistas pessoa física da companhia. 

Alinhado ao compromisso de expansão e estratégia de fortalecimento do portfólio da Business Unit de Benefícios da empresa, o movimento reforça significativamente a posição da Alper no mercado que passará a contar com mais de 1,5 milhão de vidas e segue como um dos maiores players do setor de seguros. Com a aquisição, a BU de Benefícios passa a representar 45% da receita total da Alper. A Aquisição é um importante movimento de crescimento inorgânico, que traz escala neste segmento, fortalecendo significativamente a nossa posição no mercado perante parceiros e seguradoras.

O potencial de sinergias operacionais e comerciais, e um modelo de negócio com receita recorrente, reforça a estabilidade e previsibilidade da receita, que permitirão à Alper alcançar novos patamares de eficiência e rentabilidade. Além disso, a empresa vê grande potencial de venda cruzada com outros ramos de produtos que opera.

Valor: Previdência rateia e portabilidade move a concorrência

Fonte: Valor

A jornalista Adriana Cotias, do Valor, conta que a previdência privada perdeu pulso no primeiro semestre, mas já mostra sinais de reação. De janeiro a junho, os fundos que abrigam os recursos da categoria registraram resgates líquidos de R$ 3 bilhões, em comparação a ingressos de R$ 1,6 bilhão no mesmo período do ano passado, segundo dados da Anbima, que representa o mercado de capitais e de investimentos. Em 12 meses, o patrimônio da indústria cresceu 14,2%, para quase R$ 1,3 trilhão, pouco mais que a variação do CDI no período.

Já há, contudo, um prenúncio de melhora para a segunda metade deste ano, período que sazonalmente atrai mais dinheiro para o segmento, com uma captação líquida de R$ 1,7 bilhão até 14 de julho.

Mas se o bolo ainda não cresce a contento, a lógica de roubar a produção alheia é que tem movimentado a concorrência. Os números da Susep, até maio, mostram que alguns bancos continuam perdendo recursos para os planos vendidos por plataformas de varejo. Os que se defendem melhor têm apostado num canal de distribuição mais próximo com o cliente e abordado a previdência dentro do pacote de investimentos.

A seguradora XP Vida e Previdência levou sozinha R$ 3,0 bilhões líquidos em portabilidade externa e a do BTG Pactual, outros R$ 2,3 bilhões. A Bradesco Vida e Previdência cedeu R$ 1,6 bilhão líquido; a Brasilprev, R$ 1,7 bilhão; a Caixa Vida e Previdência, R$ 272,9 milhões; e a Zurich Brasil Santander, R$ 75,1 milhões. No rol das independentes, a Icatu perdeu R$ 3,4 bilhões até maio.

Na contramão, a Itaú Vida e Previdência ganhou liquidamente R$ 2,4 bilhões e a seguradora do Safra, R$ 107,9 milhões. Entre os grupos independentes, a SulAmérica contabilizou ingresso líquido de R$ 183,1 milhões.

“Os principais players têm olhando para a portabilidade de forma bem agressiva e fica esse rouba-monte”, resume Gustavo Ledimuth, responsável pela área de previdência do Santander. “Tem que estar muito focado na captação líquida, que traz crescimento, e olhar, sim, a portabilidade, para tanto trazer novos planos quanto defender o que tem aqui, no sentido de garantir a melhor alocação possível. O que faz o cliente levar a previdência para outro lugar normalmente é ou porque não está no plano adequado ao seu perfil ou porque está distante da empresa, do banco, da seguradora, fica sem referência, vem alguém do mercado e acaba mudando.”

O executivo afirma que quando compara o primeiro semestre de 2022 com o de 2023, a captação líquida cresceu cerca de 25%. Ele credita a maior produtividade à expansão da base de escritórios especializados em investimentos, o “AAA”, com uma força de vendas que alcançou 1,2 mil assessores em menos de um ano. Com R$ 80 bilhões em previdência na “joint-venture” Zurich Santander, ele espera dobrar a atração de dinheiro novo com um time mais maduro. “O banco elegeu a previdência no tema de investimento como um dos carros-chefes, criou o mantra que quem tem a previdência, tem a preferência do cliente”, afirma. “Gosto do produto porque além de ser um instrumento eficiente de planejamento tributário e de sucessão contribui para a construção do patrimônio e proteção para o futuro, com impacto social, educaci onal e financeiro.”

Ledimuth diz que a concorrência nos últimos anos, com a entrada de novos participantes, incomodou os grupos tradicionais e ocupou um espaço relevante. “Costumo olhar com bons olhos, fez a indústria se preocupar em trazer uma experiência cada vez melhor. Nós fomos provocados a criar nosso modelo de assessoria e isso nos deu potência e exclusividade no tema investimentos, que inclui a previdência.”

Perto do que saiu da indústria de fundos de maneira geral – com resgates líquidos de R$ 205 bilhões no primeiro semestre -, a previdência até que resistiu, diz Sandro Bonfim da Costa, superintendente de produtos da Brasilprev, a empresa de previdência da BB Seguros com a americana Principal e que tem o balcão do Banco do Brasil como seu canal de distribuição. “Reforça o conceito de realização de um projeto de médio e longo prazo que é quando o benefício fiscal se materializa”, diz.

Os resgates no pós-pandemia fazem todo sentido a seu ver. Foi um período em que a previdência mostrou o seu propósito de proteger as famílias, ajudou a atravessar um período difícil. “Se tem algo que a pandemia trouxe de positivo foi a percepção da importância de se ter uma reserva de investimentos, porque de um dia para o outro faltou fluxo financeiro. A arrecadação segue estável, as pessoas continuam colocando dinheiro todo mês, apesar de terem usado parte do patrimônio.”

Costa diz que a Brasilprev atraiu cerca de R$ 2,2 bilhões de captação líquida até maio. Apesar de perder recursos para a concorrência via portabilidade, ele entende que a possibilidade de migração entre seguradoras é saudável ao dar mobilidade para o cliente sem pênalti.

Com cerca de R$ 370 bilhões e a maior fatia do mercado, de 28,5% dos ativos, naturalmente a sua base tende a ser a mais atacada. “É razoável que as saídas sejam altas, mas as reservas seguem crescendo num ambiente controlado”, diz. “Há ações importantes de relacionamento com o cliente durante todo o ciclo de vida, o momento de retenção não se dá só quando o cliente pede a portabilidade.”

O executivo acrescenta que o grupo não tem restrição de usar só a BB Asset e tem hoje na grade 32 estratégias de investimentos de gestores externos. A ideia foi ter uma grade mais restrita mesmo, trazendo para a oferta as gestoras mais consolidadas.

Esse também foi o caminho da Bradesco Vida e Previdência, que fez uma abertura gradual para a oferta de terceiros e hoje tem cerca de 40 parcerias. “A gente não conseguiria a diligência necessária para acompanhar com a acurácia que gosta”, diz Estevão Scripilliti, diretor da companhia. “Foi mais seletivo e foi bom, a gente tomou menos susto no meio do cenário mais adverso.”

Depois de um primeiro semestre que estimulou o conservadorismo, com a Selic em 13,75% ao ano, incertezas com a troca de governo e os eventos de crédito corporativo de Americanas e Ligth, ele se mostra mais construtivo para a segunda metade do ano. “A queda da inflação e a expectativa de corte de juros, com a consequente melhora do emprego e da renda favorecem a formação de poupança, começa a ter mais disponibilidade de recursos”, afirma

Claudio Sanches, diretor de produtos de investimentos e previdência do Itaú Unibanco, diz que o período de julho a dezembro costuma ser de 10% a 12% melhor em termos de captação do que a primeira metade do ano. Vai depender do andar economia, afirma, mas costuma entrar mais dinheiro de bônus, 13º salário e o cliente que faz a declaração de Imposto de Renda completa busca reforçar o aporte para abater a contribuição feita via Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) – em que até 12% do rendimento tributável pode ser dedutível. “Quem está com as finanças mais equilibradas, investe no longo prazo e a previdência é um dos únicos produtos que tem a sazonalidade marcante no processo de captação.”

Com a percepção de que há uma melhor condição para o equilíbrio da economia – com o novo marco fiscal e a reforma tributária no Congresso -, “todo mundo está tirando a pressão e começando a ficar mais otimista”, prossegue Sanches. “Quando isso acontece, o investimento de longo prazo volta.” Se, por um lado, a previdência tem o benefício da menor tributação, que chega a 10% após 10 anos para quem opta pela tabela regressiva, por outro, se o resgate é feito antes do programado, o investidor acaba pagando uma alíquota salgada, de 35% em até dois anos. “Nas horas de muita incerteza, em movimentos de transição, as pessoas param de colocar o dinheiro na previdência e estacionam em algo mais conservador.”

Os aportes que começam a ganhar força no banco têm sido direcionados a planos ligados à renda fixa tradicional, com títulos pós-fixados ou com um pouco de crédito. “Se melhorou do ponto de vista da captação, do ponto de vista da diversificação ainda não há esse movimento. O cliente está indo para produtos bem conservadores, que não necessariamente são ideais para o longo prazo”, diz Sanches. Mas como na previdência é possível se movimentar por meio da portabilidade – sem ter que resgatar os recursos e pagar imposto -, o investidor consegue navegar bem se tiver uma boa assessoria, afirma, podendo se mexer quando tiver mais conforto.

Com mais de R$ 220 bilhões na previdência, o Itaú trouxe dinheiro novo para o segmento e também ganhou atalhos pela portabilidade. “Está muito relacionado a ter a visão do bolso inteiro do cliente, não só a previdência, sem meta de produto, mas no que é melhor do ponto de vista de alocação e isso vai claramente criando confiança”, diz Sanches. “Como a nossa plataforma é aberta [a produtos de terceiros], ele não vê razão para sair do Itaú e portar se tudo que tem no mercado, encontra aqui.”

Olhando pelo retrovisor, o ambiente macroeconômico sem crescimento de renda real que justifique a entrada de novos participantes, o desemprego alto e a necessidade de recorrer à reserva da previdência para pagar contas do dia a dia explicam o desempenho decepcionante da previdência no primeiro semestre, diz Marcelo Mello, CEO de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica. Para o executivo, o segundo semestre pode ser um replay disso. “Acho difícil mudar, mesmo com uma Selic menor e o aumento da projeção do PIB. Até bater na renda e estabilizar as condições de crédito leva tempo.”

IRB reduz prejuízo em maio de 2023

O IRB Re registrou prejuízo de R$ 10,4 milhões em maio deste ano, reduzindo prejuízo de R$ 273,1 milhões apurado no mesmo mês de 2022, segundo dados mensais enviados à Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Os prêmios emitidos somaram R$ 518,6 milhões, ante R$ 564,2 milhões registrados em maio de 2022. Os prêmios retidos totalizaram R$ 465 milhões em maio de 2023, ante R$ 465,4 milhões sobre um ano antes. Já os prêmios ganhos chegaram a R$ 475,7 milhões ante R$ 480,8 milhões de um ano atrás.

O índice combinado ficou em 115,0% em maio deste ano, ante 163,1% no mesmo mês do ano passado. O índice combinado ampliado, por sua vez, ficou em 103,9% ante 155,1% apurado um ano antes.

“As insurtechs chegam com um novo olhar”, afirma Ullisses Assis, CEO da BB Seguridade

BB Seguridade Ulisses Assis

A BB Seguros anunciou as finalistas da primeira edição do Prêmio BB Seguros de Inovação: Daoura, Diretrix, 88I Seguradora Digital, PIX Force e a WeCancer. A premiação tem como objetivo reconhecer as três startups que melhor impulsionaram o mercado de seguros do país com a criação de soluções estratégicas para o setor.

As finalistas irão se apresentar no palco do Demostage, no dia 25 para uma banca da BB Seguros. A cerimônia de premiação será no dia 26 e contemplará três empresas no palco principal do evento CQCS Insurtech & Innovation 2023.

Em 10 dias de inscrição mais de 40 startups que possuem solução ou produto sendo utilizado por clientes, com receita mínima anual projetada para 2023 de R$ 300 mil se inscreveram.

Ullisses Assis, CEO da BB Seguridade, contou ao Sonho Seguro um pouco mais sobre a premiação.

Qual o espírito do Prêmio, o que levou a BB Seguros a lançá-lo?

A inovação está no DNA da BB Seguros: é um valor declarado da nossa empresa e é um atributo da nossa marca. Nos últimos anos, nos preocupamos em definir uma estratégia de inovação (que está materializada na nossa Tese de Inovação, disponível no Relatório de Sustentabilidade), estimular uma cultura de inovação, criar processos e instrumentalizar nosso pessoal. Ou seja, buscamos praticá-la internamente. Mas sabemos da importância e necessidade de trabalhá-la de maneira aberta, também de fora para dentro. Assim, começamos a investir em CVC (Corporate Venture Capital) e pensamos: “por que não lançar um prêmio de inovação?”. Isso traz aproximação mais ampla com startups e reforça a nossa presença no ecossistema de inovação.

E sobre a expectativa de participação? Será uma aposta de longo prazo?

Temos as melhores expectativas, sentimos que este é o momento. O setor vem sendo saudavelmente provocado pelas iniciativas de inovação e há muito o que conquistar. Vemos muitas oportunidades de negócio – há clientes buscando soluções do setor e que ainda precisam ser atendidos. Nesse sentido, sim, é uma aposta de longo prazo. Temos um trabalho forte a ser feito, e reconhecer o mérito e o sucesso de quem trabalha nesse desafio, de quem promove os avanços necessários, nos parece ser um bom caminho a seguir.

Como tem sido a experiência da BB Seguros com a inovação? O Prêmio vem preencher uma lacuna para identificação de fornecedores de soluções?

A melhor possível. Temos iniciativas em todo o conglomerado. Para exemplificar, a Brasilseg – nossa empresa de seguros – já estruturou mais de 20 projetos piloto com startups por meio do Impulso Open, seu programa de inovação aberta. Os resultados são altamente promissores e com impacto significativo nas operações. Esse movimento, combinado com outras iniciativas internas e aculturamento dos colaboradores, renderam à Brasilseg o reconhecimento no Top 100 Open Corps 2022, que lista as 100 empresas mais inovadoras do país, ficando no top 5 no segmento de seguros. A Brasilprev, nossa empresa de previdência, foi reconhecida como uma das 20 mais inovadoras do país pela MIT Technology Review, na premiação Innovative Workplace. Lembro ainda que temos a Ciclic, nossa corretora digital, que provê soluções de proteção em várias frentes.  Na holding, investimos em CVC, buscando tanto a solução de desafios atuais quanto a identificação de novos negócios. Assim, o prêmio vai além da identificação de fornecedores – queremos fornecedores sim, mas ainda mais parceiros e novos negócios. Já andamos bastante, e vamos continuar evoluindo! 

As insurtechs vêm crescendo em participação em várias frentes de negócios no setor. O que você acha disso e qual o impacto desse movimento?

Nosso setor é bastante atrativo e com muitas oportunidades de negócios, e as insurtechs chegam com um novo olhar, com ideias que, se bem planejadas e implementadas, podem promover movimentos disruptivos importantes para a indústria da seguridade. Não vemos um futuro possível sem insurtechs, e por isso também estamos investindo nele, com iniciativas como a do Prêmio BB Seguros de Inovação. Sem esquecer dos investimentos que já fizemos em modernização tecnológica, sendo R$ 565 milhões em 2022 e com mais um montante relevante previsto para este ano. O impacto está aí, melhores produtos, melhores experiências para os clientes e a cultura de seguros e proteção sendo impulsionada.

Cade aprova de forma definitiva aquisição da Liberty, pela HDI

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) aprovou de forma definitiva a compra, pela seguradora HDI, da operação da Liberty Seguros no Brasil.  

Para que a operação possa ser concluída, as partes aguardam aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Até lá, cada empresa segue operando de forma independente. A HDI e a Liberty continuarão o seu trabalho sem mudanças nas ofertas de produtos e serviços. As relações comerciais também seguem inalteradas e a administração das seguradoras continua de maneira independente.

No início de julho o Cade comunicou a aprovação sem restrições da operação. Em 21.07.2023, essa passou a ser definitiva diante da ausência de oposição de terceiros e de avocação pelo Tribunal Administrativo do Cade.

“Seguiremos em frente com o nosso objetivo, que é oferecer produtos ainda mais competitivos, com um dos mais amplos portfólios do mercado. A Liberty preza muito pelo cliente e pelo relacionamento com os corretores, valores que também são a base do negócio da HDI”, diz Eduardo Dal Ri, CEO da HDI Seguros.

Liberty Seguros mantém esforços para auxiliar população do Sul do Brasil após ciclone extratropical

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros implementou ações emergenciais para continuar apoiando as necessidades da população afetada pelo ciclone extratropical que atingiu a região Sul do país entre os dias 12 e 13 de julho. Até o dia 17 deste mês, a companhia havia registrado 338 avisos de sinistros em residências e em comércios/serviços nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Além disso, no período, houve cinco registros de sinistros de automóveis.

Como iniciativa contingencial, a Liberty enviou uma equipe especializada para a região, a fim de dar suporte para a operação. O time está no local desde a última segunda-feira, 17, com atuação próxima aos clientes afetados, tomando todas as devidas providências para priorizar os casos e, pessoalmente, dar todo o suporte necessário à população.

Além disso, a companhia também realizou uma doação de R$10 mil para a unidade de Glorinha, no Rio Grande do Sul, da Legião da Boa Vontade, associação que atua há mais de 70 anos na promoção do desenvolvimento humano e social, que utilizará a quantia para montar kits e distribuir às vítimas do ciclone.

O trabalho da seguradora nos estados do Sul do Brasil é um exemplo do empenho incessante da Liberty em acompanhar de perto as principais áreas de risco no país. O mesmo foi feito no início do ano, quando o litoral norte de São Paulo sofreu com as consequências das chuvas de verão e, em junho deste ano, quando a Grande Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, registrou fortes vendavais e alagamentos.

“Lamentamos muito que o Sul do Brasil tenha sido novamente atingido por eventos climáticos. A Liberty segue atenta aos desdobramentos em cada estado afetado e nos colocamos à disposição para apoiar a população que está sofrendo com as consequências do ciclone extratropical”, afirma a CEO da Liberty Seguros, Patricia Chacon. “Nossas equipes estão trabalhando ativamente na região e, desde o início das ocorrências, atuando fortemente para mitigar ao máximo possível as perdas advindas desses desastres”, conclui a executiva.

Para auxiliar os segurados neste momento, qualquer situação de emergência pode ser informada por meio dos canais oficiais da Liberty no WhatsApp e telefone, via assistência 24h e SAC.

Seguros está entre os temas prioritário na Agenda de Reformas Financeiras

Cinco de um total de 17 propostas prioritárias para destravar o crescimento são oriundas do mercado segurador e serão discutidas no âmbito da Agenda de Reformas Financeiras – ciclo 23/24 do governo, segundo o Ministério da Fazenda.

Investimentos das entidades de previdência complementar; desenvolvimento do mercado de anuidades; uso do Seguro Garantia em licitações (concessões); ampliação do alcance do Seguro Rural;  e Regulamentação do PL 2.250/2023, que amplia garantia nas operações de crédito, são as propostas do setor que constam da nova agenda, que inclui ainda sugestões dos mercados de capitais e de crédito.

Ao todo, 120 propostas, sugeridas ao governo por 40 entidades empresariais, foram apresentadas para discussão pelos grupos de trabalho criados no âmbito da Iniciativa do Mercado de Seguros (IMS) ou do Iniciativa de Mercado de Capitais (IMK). A escolha das 17 propostas pelo governo se deveu aos impactos maiores que podem produzir a curto prazo. 

Ao participar da reunião inaugural da Agenda de Reformas Financeiras, ocorrida hoje (20/7), na sede do Ministério da Fazenda no Rio, o ministro Fernando Haddad destacou que as reformas microeconômicas, ao lado da reforma tributária, são de extrema relevância para estabelecer um novo horizonte para a economia brasileira, que tem oportunidade de deslanchar “se fizermos aquilo que precisa ser feito em favor do desenvolvimento do País.” Sem endereçar essas reformas, o País não conseguirá crescer e as tensões sociais logo vão ser acirrar de novo.

Representantes da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), que participaram do encontro, elogiaram a disposição de diálogo do governo e de promover reformas. “É muito importante o permanente diálogo entre o governo e representantes da sociedade, e em particular dos setores regulados. Todos temos o mesmo objetivo, que é o desenvolvimento econômico e social do Brasil. E soluções criadas a partir de várias visões são as que entregam os melhores resultados”, assinalou Alexandre Leal, diretor Técnico e de Estudos da CNseg.

Esteves Colnago, diretor de Assuntos Legislativos da CNseg, acrescentou que eventos como este são de suma importância para a promoção do desenvolvimento econômico e um exemplo de parceria público privada. 

Alessandro Octaviani Susep

Para o Superintendente da Susep, o diálogo entre os diversos atores é imprescindível para o sucesso dos projetos priorizados. “O amplo diálogo deve ser uma constante entre o setor público e o setor privado, sendo essa uma das marcas da atual gestão da Susep, que vem realizando reuniões com diversos atores, com o objetivo de colher contribuições para o desenvolvimento do setor segurador brasileiro”, destacou Octaviani.

Em uma próxima etapa da ação, serão compostas equipes temáticas para tratar dos projetos, compostas por representantes do setor público e do setor privado. A expectativa é que as reuniões das equipes sejam encerradas em junho de 2024, quando deverão ser entregues os relatórios finais. Na sequência, as sugestões deverão ser transformadas em projetos de lei e medidas provisórias, para análise do Congresso Nacional.

Na contramão do índice brasileiro, EZZE mantém redução de turnover 

Fonte: EZZE

A EZZE Seguros tem reduzido, a cada ano, o turnover em sua equipe, taxa que analisa a entrada e a saída de colaboradores. No 1º semestre de 2023, por exemplo, houve uma queda de 50% com relação ao mesmo período do ano passado. 

O índice é considerado positivo, tendo em vista que o Brasil apresenta o maior percentual de rotatividade do mundo: 56% de aumento no turnover, à frente de países europeus como Reino Unido (43%), França (51%) e Bélgica (45%), segundo levantamento da empresaRobert Half, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

A alta rotatividade pode causar prejuízos como problemas financeiros, além de perda de conhecimento e de reputação para as organizações. “Queremos que as pessoas venham trabalhar e queiram ficar aqui. A EZZE é a empresa perfeita para criar, implementar e construir um ambiente próspero e com resultados de negócios espetaculares”, explica a diretora de Recursos Humanos e Facilities da EZZE, Vanessa Oliva.

De acordo com a executiva, desde fevereiro de 2023, a companhia tem implementado processos de gestão de pessoas, como os apresentados por grandes companhias, em tempo recorde. 

Entre as ações está a realização de pesquisa de clima; reestruturação do processo de recrutamento e seleção; convenção e lançamento de um programa de reconhecimento pelos valores da empresa; definição de todas as competências essenciais na organização; lançamento do programa de avaliação de performance; apresentação do mapa de talentos e até a criação de um grupo de samba como banda oficial da seguradora.

“O grande diferencial é que a EZZE escuta todos os colaboradores para que eles se sintam participantes e protagonistas de uma empresa melhor ainda para se trabalhar. O grupo de samba, por exemplo, permite que os profissionais se sintam mais felizes e mais conectados não só com o dia a dia do trabalho, mas também porque se identificam. E até quem não gosta de samba valoriza a iniciativa”, considera Vanessa Oliva.

Ainda segundo a diretora, o fato da EZZE participar neste ano da certificação Great Place to Work (GPTW), que avalia as melhores empresas para se trabalhar, já mostra o compromisso de se preparar e de avaliar onde é preciso mudar. “Temos feito processos de avaliação de desempenho e pesquisa de clima para mudar o que é o desejo das pessoas, porque queremos ser ainda melhores para os colaboradores”.

Conforme Vanessa Oliva, tudo isso tem sido possível porque a liderança da EZZE acredita e permite todas as implementações. “Temos que ser tão prósperos em negócios como na nossa gestão de talentos e, por isso, promovemos práticas de ponta no mesmo patamar de empresas vanguardistas. Tudo com muita agilidade e cuidado com as pessoas”, finaliza.

Seguro de vida da seguradora Zurich oferece assistência pet para clientes e colaboradores 

Carlos Toledo

FOnte: Zurich

O Brasil ocupa o 3º lugar no ranking mundial de países com mais pets, com um total de 149,6 milhões de animais de estimação, conforme aponta o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021. Diante disso, é cada vez mais comum a diversidade de serviços a esses animais que, cada vez mais, são vistos como parte integrante das famílias brasileiras. 

De olho nisso, a Zurich lançou em 2021 uma assistência em seu seguro de vida individual que visa ajudar as pessoas a cuidarem melhor de seus bichinhos de estimação. O benefício está entre as assistências que podem ser escolhidas gratuitamente pelo cliente em seu seguro e inclui consultas veterinárias emergenciais e de rotina, exames, cirurgias, serviços de transporte e hospedagem, entre outras vantagens, dentro dos limites estipulados nas apólices vigentes. 

“O Zurich Vida para Você foi pensado, desde o início, para ser flexível e atender o cliente em suas necessidades cotidianas, ao longo de toda a sua vida”, afirma Daniela Cruz, Superintendente de Vida, Previdência e Capitalização da Seguradora Zurich. “Só quem já teve um animalzinho doente em casa sabe o impacto emocional e, muitas vezes, financeiro, que isso gera para toda a família. Oferecer essa assistência como uma possibilidade no seguro de vida cumpre com o nosso propósito, de ter um seguro que, de fato, proteja o cliente e sua família em suas necessidades específicas”, pontua. 

Segundo Daniela, desde o seu lançamento, a assistência já é uma das mais procuradas, sendo que atualmente milhares de clientes já possuem acesso ao benefício. 

Ela faz parte do rol de mais de 15 assistências que o cliente pode escolher ao contratar o Zurich Vida Para Você, que incluem assistência bike, telemedicina, segunda Opinião Médica, assistência residencial entre muitas outras que podem ser utilizadas em todos os momentos da vida, sempre que necessário. 

Colaboradores também contam com benefício 

Em 2022, a companhia disponibilizou a assistência também no seguro de vida em grupo que oferece aos seus colaboradores. Assim como outras iniciativas voltadas para os pets – como o recente pet day da companhia, em que os colaboradores puderam trazer seus bichinhos para o escritório e contar com uma série de atividades de recreação e palestras – o benefício fez sucesso e também a diferença para o bem-estar dos colaboradores e suas famílias. 

Katia Elizabeth Camara, gerente executiva de produtos da seguradora, foi uma das colaboradoras a utilizar o benefício para um de seus cachorros, o Zé. Ela conta que o pet começou a apresentar uma tosse frequente e que, ao acionar a assistência do seguro, foi prontamente atendida. “Entre a ligação e o atendimento na clínica, não se passaram nem duas horas. Indicaram um local próximo da minha casa, fomos bem atendidos, fizemos os exames também com o apoio da assistência. Ele recebeu o tratamento e está bem agora”, conta. 

Para ela, a assistência cumpre com um dos propósitos do seguro de vida, que é proteger não apenas o segurado, mas aqueles que o rodeiam. “Os pets são nossos companheiros. Ter essa prestação de serviço em um seguro de vida significa proteção e bem-estar para aqueles que também são membros da família, só que têm quatro patas”, opina Katia. 

Suely Gomes Soares, analista técnica da área de Qualidade, foi outra colaboradora que utilizou o benefício com a Nyna, a cachorra de estimação da família. Suely conta que a cadela passou mal em um momento em que ela também lidava com outras questões familiares. Foi quando ela lembrou do benefício apresentado pela comunicação interna. “Entrei em contato e imediatamente fui direcionada a uma clínica 24 horas. O tempo todo tive suporte da equipe que, além de indicar onde eu deveria ir, me deram todo o apoio emocional necessário”, reforça. 

Para Carlos Toledo, Diretor Executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich, a extensão do benefício para os pets reflete o olhar integral da empresa para a saúde e bem-estar dos colaboradores. “Sabemos a importância que os bichinhos têm para nossas famílias. Fornecer essa assistência significa dar mais tranquilidade e segurança aos nossos colaboradores, que podem contar com um suporte especializado no caso de seus bichinhos precisarem de cuidados”, finaliza.