SURA e BikeHub lançam campanha no período do Tour de France 2023

Seguros SURA juntamente com a BikeHub anunciam uma nova campanha de vendas para acompanhar o maior evento de ciclismo do mundo, o Tour de France. Com mais de 100 anos de existência, a prova conta com os principais atletas do ciclismo mundial, e vencer o Tour é considerado o ápice que um atleta desse esporte pode chegar. Com mais de 20 equipes, o torneio reunirá atletas do mundo todo.

Como referência em seguros para bicicletas no Brasil, a SURA, em parceria com a BikeHub, lançou uma campanha com o suporte da corretora especializada em mobilidade, a Better Seguros. Nessa promoção, todos os clientes que contratarem o Seguro Bici SURA por meio da plataforma terão um desconto de 10% concedido no momento da contratação. Além disso, oferecendo condições de parcelamento diferenciadas para o seguro.

O Seguro Bici SURA é uma proteção completa para os apaixonados por bike, que oferece coberturas para todos os tipos de bicicletas com o valor a partir de R$1.000: urbanas, fixas, roads e mountain bikes, triathlon ou elétricas, sejam novas ou usadas. Dentre os diferenciais e a cobertura dos acessórios, componentes, reembolso de despesas de transportes em caso de acidentes, além da possibilidade de adicionar cinco bicicletas em uma única apólice e ganhar até 25% de desconto.

“O Brasil está experimentando uma transformação no uso de bicicletas, seja como meio de transporte, seja como instrumento de prática esportiva amadora ou profissional. O aumento da popularidade do ciclismo é impulsionado pela busca por alternativas de transporte mais sustentáveis e saudáveis, assim como pelo interesse renovado por atividades físicas. Estamos conectados nesse esporte e por isso, sempre apresentamos ao mercado novidades, parcerias, descontos e ações, para que os nossos clientes se sintam interligados nesse universo. A nossa parceria de longa data com a BikeHub confirma ainda mais o nosso papel dentro do ciclismo”, comenta Fabio Gabrielli, Gerente de Marketing da SURA.
 

O “Grand Départ” do Tour de France 2023 começou no dia 1º de julho em Bilbao, na região autônoma do País Basco. Depois de três etapas no lado oeste dos Pirineus, retorna para a França para uma edição que vai passar pelos cinco maciços montanhosos franceses, que são os Pirineus, Massif Central, Jura, Alpes e Vosges.
O Col de la Loze, a 2.304m, será o ponto mais alto de 2023. No percurso de 2023, com 3.404 km, há três novas subidas, a primeira delas o Côte de Vivero na etapa inicial.

Para acompanhar as lives no canal do BikeHub, acesse AQUI.

Zurich faz parceria com Localiza&Co e Tempo e passa a compensar emissões de carbono no seguro auto 

A seguradora Zurich anunciou nesta semana uma iniciativa que visa a compensação das emissões de carbono na carteira de seguro auto junto a dois importantes parceiros: a Localiza&Co e a Tempo. A partir de agora, as emissões resultantes do uso de carro reserva e de serviços de assistência 24h serão compensados por meio da compra de créditos de carbono dos parceiros, sem qualquer custo adicional para o cliente.   

No caso do carro reserva, a Zurich é a primeira seguradora a fazer parceria com a Localiza&Co para aderir ao Neutraliza, programa lançado em 2022 e que visa minimizar as emissões referentes ao escopo 3 – que são aquelas provenientes dos veículos alugados pela Zurich. Com esta iniciativa, as empresas estimam compensar aproximadamente 3,2 mil toneladas de CO2 anualmente, por meio da aquisição de créditos de carbono de projetos alinhados aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e que contribuem para o desenvolvimento social e preservação das florestas, por intermédio do Instituto Ekos.  

Já com a Tempo, serão compensados todos os serviços de assistência que geram emissões diretas, como guincho, táxi, socorro via moto e deslocamentos de chaveiros, através do projeto Tempo Sustentável. Só com os serviços de guincho, um dos mais utilizados pelos clientes da seguradora, as companhias calculam de 3,3 mil toneladas de carbono compensadas por ano, uma média de 280 toneladas por mês. A Zurich também é a primeira seguradora a aderir ao programa da Tempo, lançado no início do ano.  

“A jornada da Zurich para reduzir as emissões em nível global já começou, e os desafios são enormes nessa transição. Precisamos fazer isso juntos e por isso, estamos muito felizes por nos unirmos à Localiza e à Tempo nesses projetos”, destaca Fabio Leme, diretor executivo de Personal Lines da Zurich. “Essas ações contribuem para esta jornada, conectando parceiros e chamando a atenção dos clientes com uma contribuição direta, que é a compensação das emissões”. 

Para Daniel Linhares, diretor executivo de Gente da Localiza&Co, a parceria com a Zurich é um marco importante para o Neutraliza pelo fato de ser a primeira seguradora a oferecer esse benefício para quem precisa de um carro reserva, dando ainda mais escala à iniciativa que, apenas em 2022, compensou mais de 14 mil toneladas de CO2 provenientes das emissões da jornada de mobilidade de clientes. 

“Reduzir os impactos das mudanças climáticas é prioridade para a Localiza e a nossa jornada rumo à uma economia de baixo carbono está baseada em três pilares: medir, reduzir e compensar. O Neutraliza é uma evolução natural dessa estratégia e estamos muito satisfeitos em poder contribuir com a agenda ESG da Zurich, apoiando a seguradora nos seus objetivos de sustentabilidade e gerando valor para clientes, parceiros e para a sociedade como um todo”, afirma o executivo.  

Já para João Armesto, vice-presidente Comercial e Marketing da Tempo Assistência, o projeto com a Zurich é uma oportunidade de materializar o programa disponibilizado pela empresa no início de 2023, o Tempo Sustentável. Segundo ele, é um movimento importante para conscientizar empresas e clientes sobre a importância da adoção de práticas sustentáveis. 

“Apoiar nossos clientes e parceiros em práticas sociais e ambientais é um compromisso da Tempo com o mercado segurador e com toda sociedade. A disseminação do tema e compreensão sobre os impactos das ações fazem com que tenhamos boas expectativas para um futuro cada vez mais equilibrado”, completa João Armesto. 

Como funciona 

Quando o segurado solicitar o serviço de carro reserva ou qualquer serviço de assistência 24h, será feita a medição da quantidade de gases poluentes para serem neutralizados. Para calcular as emissões de carbono geradas pelos veículos são considerados fatores como consumo de combustível, tipo de motor e quilometragem anual. Com base nesse resultado, a Zurich faz a compra dos créditos dos parceiros conforme o serviço utilizado. 

Dessa forma, ao escolher o seguro auto da Zurich, os clientes garantem a proteção de seu veículo e, também, contribuem para a mitigação das mudanças climáticas e a preservação do meio ambiente, sem pagar nada a mais por isso. 

Sustentabilidade na prática 

Na Zurich, a sustentabilidade é uma preocupação que pode ser vista em toda a jornada do cliente dentro da companhia, começando pela oferta, em que a seguradora é pioneira e especialista no segmento de veículos híbridos e elétricos com coberturas e serviços diferenciados. Além disso, a companhia tem processos de cotação, emissão e envio de apólice aos clientes do seguro auto 100% digitais. 

O envolvimento dos parceiros na jornada de adoção de práticas mais sustentáveis da seguradora pode ser visto na Certificação Selo Verde, que se tornou o grande exemplo de como a Zurich conseguiu sensibilizar o ecossistema que envolve o seguro auto. Com o projeto, a seguradora passou a oferecer, junto ao Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), um selo às oficinas mecânicas que adotassem ações mais sustentáveis no processo de conserto de veículos. Desde 2021, quando foi lançado, já são mais de 200 oficinas contempladas pelo selo. 

Alper adquire Agis Consultoria e Corretagem de Seguros por R$ 28,4 milhões

marcos couto alper segurros

A Alper Consultoria e Corretora de Seguros, em mais um movimento na sua estratégia de consolidação, acaba de adquirir 100% da Agis Consultoria e Corretora de Seguros, especializada no segmento de seguros de Transportes para o ramo do agronegócio, com sede em Maringá, no Paraná. Pela aquisição, a Alper irá desembolsar um valor estimado em R$ 28,4 milhões, condicionado a metas de performance estipuladas no contrato de compra e venda, a serem apuradas anualmente entre 2024 e 2027. “Esse movimento faz parte da estratégia de crescimento e consolidação através da aquisição de corretoras especialistas.” afirma o CEO da Alper, Marcos Couto.

De acordo com Jackson Froguel, sócio da Agis, a corretora, fundada em 2015, possui forte atuação no segmento de Transportes para o ecossistema do agronegócio, sendo considerada uma das três principais corretoras do Paraná. A venda para a Alper tem como objetivo agregar ainda mais qualidade, agilidade e serviços aos clientes, além de permitir uma maior ampliação da oferta de produtos e serviços. “Nós temos um know-how neste segmento que nenhuma corretora local tem. Criamos uma metodologia com foco no atendimento ao sinistro que é um dos nossos diferenciais. Agora, com a chegada da Alper e seu amplo portfólio, vamos ampliar nosso potencial de negócios e oferta de serviços e produtos”, afirma.

No ano passado, a Agis movimentou cerca de R$ 61 milhões em prêmios totais. De acordo com Couto, unir forças é o melhor caminho para o crescimento. “Estamos sempre atentos às oportunidades do mercado e vimos na Agis um grande potencial de negócios. Transportes é um segmento em que estamos investindo fortemente para o desenvolvimento de soluções e tecnologias agregadoras, além de já termos concluído duas grandes aquisições: a Transbroker em 2020 e a Trade Vale em 2022”, explica. 

Denis Teixeira, VP de Transportes da Alper, reforça que a chegada da Agis vai trazer uma importante expertise para a área da companhia. “A área de Transportes da Alper já entrega serviços exclusivos e está pronta para absorver todo o know-how da Agis, oferecendo ainda mais excelência no atendimento e na prestação de serviços. Estamos preparados também para oferecer toda nossa pluralidade de soluções para os clientes da Agis.”

Froguel ressalta que, diante do movimento de fusões e aquisições no mercado, encontrou na Alper a parceira ideal para uma nova fase da empresa. “Unir forças com o time da Alper vai nos permitir um crescimento muito mais sustentável, tornando nossas projeções de crescimento para o ano ainda maiores”, acrescenta. O executivo assumirá como diretor da filial Maringá e Luis Fernando de Almeida, sócio e fundador da Agis, assumirá como diretor associado.

Desde 2018, a Alper já comprou 15 corretoras, considerando a Agis. Nos últimos dois anos, além das aquisições no ramo de Transportes, as compras incluem Ô Benefits e Ferfi (Benefícios), JDM e Next Marka (Agro), Almeida Budoya (Ramos Elementares) e a Good Winds (Aeronáutico), além da corretora de Resseguros do C6 Bank, que deu origem à Alper Re.

HDI agrega valor ao seguro de casa com serviços de assistência 24 horas

Fonte: HDI

Um estudo da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) aponta o crescimento de 25% no IP (Índice de Penetração) do seguro residencial, entre 2017 e 2021. A participação saltou de 13,6% para 17%, o que representa 12,7 milhões de residências seguradas em todo o país. Atenta a esse cenário, a HDI Seguros, uma das principais seguradoras do país, destaca os benefícios do seguro residencial, incluindo os serviços de assistência 24 horas.

O seguro HDI em Casa disponibiliza serviços de assistências que podem ser personalizados de acordo com a realidade de cada cliente, promovendo ainda mais conforto e segurança para os imprevistos do dia a dia.

Há a opção de serviços como mão de obra elétrica e hidráulica, limpeza da residência, conserto de equipamentos – por exemplo, ar-condicionado –, vidraceiro, chaveiro, conserto de eletrodomésticos, inspeção kids, assistência para bicicletas, help desk informática, baby sitter, orçamento para manutenção em geral e assistência pet, entre outros.

“O segmento de seguro residencial deu um salto importante em quatro anos, no entanto acredito que ainda temos muito a conquistar com esse tipo de seguro, proporcionando segurança e tranquilidade para ainda mais casas e apartamentos, com todo o suporte para os proprietários e moradores em casos de imprevistos que possam ocorrer”, explica Paula Erica Tassi, gerente de Produto da HDI Seguros. 

Além dos serviços de assistência 24 horas, o HDI em Casa oferece todo o respaldo em caso de sinistro no imóvel, com as coberturas contra incêndio, explosão, queda de raio, fumaça e queda de aeronaves. Além disso, há as coberturas adicionais que podem ser contratadas, como roubo e furto de bens, intempéries climáticas (Vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo), danos elétricos, microempreendedor em residência, quebra de vidros e roubo e furto de bicicleta fora da residência, entre outras.

A companhia está sempre atenta às necessidades do consumidor e busca continuamente aprimorar-se para agregar facilidades ao seguro HDI em Casa. “Além das coberturas e assistências, procuramos disponibilizar um processo simples e ágil ao segurado, para que ele possa resolver os imprevistos e sinistros com todo o nosso apoio”, conclui Paula.

XP entra em seguro residencial e empresarial com Pottencial Seguradora

A XP passará, pela primeira vez, a comercializar seguros residenciais e empresariais, com marca própria, em parceria exclusiva com a Pottencial Seguradora, líder em seguro garantia no Brasil. O objetivo do lançamento é transformar a forma como se contrata seguro no país, com soluções customizadas, e contratação simplificada. Além dos dois novos produtos, a empresa também fortalecerá a oferta de seguro garantia e fiança locatícia, que já é ofertada pela plataforma. A comercialização terá abrangência nacional, a todos os clientes XP. 

“Esse lançamento reforça o nosso apetite para seguir avançando no mercado de seguros do país, que possui um potencial de crescimento muito grande nos próximos anos. O setor de seguros representa hoje apenas 6,4% do PIB nacional, enquanto países como Inglaterra e Estados Unidos esse percentual chega a 12%”, explica Roberto Teixeira, head da XP Seguros e Previdência.  

“O mercado de seguros garantia, empresariais e residencial somou R$ 21 bilhões em 2022. Trata-se de um segmento crescente, que acompanha a ampliação da nossa oferta de produtos e serviços. Com a Pottencial, ganhamos ainda mais tração para seguir oferecendo as melhores soluções de seguros e previdência a um conjunto de pessoas cada vez maior” complementa o executivo.  

Para viabilizar a parceria entre XP e Pottencial, será desenvolvido um hub de soluções tecnológicas para garantir uma integração entre todos os canais de comunicação dos clientes da XP. A seguradora desenvolveu uma tecnologia de alta performance, para que o cliente tenha uma experiência simples, independente e intuitiva, que permita contratar um seguro com poucos cliques. 

“Estamos extremamente motivados e determinados em concretizar esse lançamento. Acreditamos muito na capilaridade que a XP tem na distribuição de seguros, como agregadora de valor para os seus clientes. Queremos atrair novos clientes para esse mercado e proporcionar mais proteção. São duas empresas com muita sinergia e que agora estão juntas nessa parceria promissora”, afirmou o vice-presidente da Pottencial, Carlos Quick.  Segundo ele, essa e outras parcerias inovadoras têm um papel importante na estratégia de crescimento da seguradora, que vem se mantendo acima dos dois dígitos desde sua fundação.  

A XP Seguros e Previdência conta com R$ 50 bilhões em ativos sob custódia e é uma das líderes de mercado em portabilidade e captação líquida em Previdência Privada no Brasil, com mais de R$ 2 bilhões de captação líquida de janeiro a maio de 2023 de captação líquida de janeiro a maio de 2023, segundos os últimos dados da Fenaprevi e SES/SUSEP.  

Entre outros produtos, a XP também oferece seguro de vida, planos de saúde, odonto, seguro de responsabilidade civil, entre outros.  

Brasilseg anuncia Amauri Aguiar de Vasconcelos como novo Presidente

A Brasilseg, uma empresa BB Seguros, anuncia que Amauri Aguiar de Vasconcelos é seu novo Presidente. Graduado em Ciência da Computação, com especializações em Finanças e Gestão de Políticas Públicas, além de um MBA pelo Insper, Amauri até então liderava a área de Cobrança e Reestruturação de

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Ativos do Banco do Brasil, além de ter feito parte do Comitê de Auditoria da Brasilseg (COAUD) e presidir o Conselho de Administração da Ativos S.A Securitizadora de Créditos Financeiros.

Amauri chega chancelado por BB Seguros e MAPFRE, acionistas da Brasilseg, com o desafio de sustentar a transformação da Companhia, consolidando os resultados e conquistas de forma alinhada aos objetivos estratégicos e garantindo o cumprimento da missão da empresa de cuidar das pessoas e do que é valioso para elas.

“Estou muito feliz em assumir a importante responsabilidade de dar continuidade ao excelente trabalho que a Brasilseg tem feito. A solidez dos direcionadores estratégicos da seguradora, com foco na ampla distribuição dos produtos e legítima preocupação com a experiência dos clientes, está condizente com o estágio atual de amadurecimento do setor”, afirma Amauri Aguiar de Vasconcelos, Presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

No 1o trimestre de 2023, a Brasilseg emitiu R$ 3,7 bilhões em prêmios, resultado 35,2% maior que o conquistado no mesmo período do ano anterior. O ramo Prestamista foi o principal destaque, com crescimento de 82,4%, impulsionado principalmente pelo maior volume de vendas novas e redução do cancelamento; seguido por Rural, que registrou crescimento de 39,6% em prêmios emitidos.

El Niño gera incertezas para a safra de grãos 2023/24

Fabio Damasceno Fairfax

Fonte: FF Seguros

Agências meteorológicas confirmaram o início do El Niño, um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento das águas do oceano no Pacífico, que traz mudanças significativas para os padrões climáticos globais. De acordo com o Centro Americano de Previsão do Climática (CPC-NOAA), o El Niño pode persistir até março de 2024 e a probabilidade de que tenha forte intensidade é de 56%.

A incidência do El Niño nas regiões agrícolas do Brasil traz potenciais riscos e desafios para os agricultores. O El Niño ocasiona padrões irregulares de chuvas e aumento na intensidade e frequência de eventos climáticos extremos, como secas, tempestades e enchentes, geadas e chuvas de granizo. Geralmente, o El Niño provoca secas prolongadas nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, enquanto ocasiona volumes de chuvas acima da médias nas regiões Sudeste e Sul do país.

Essas variações climáticas podem ter impactos diretos e negativos na safra de grãos 2023/24. “O El Niño pode causar problemas já no início da safra, em meados de setembro a outubro. Entre as preocupações, é possível que as chuvas mais frequentes e com volumes acima da média na região Sul dificultem as operações de semeadura e provoquem a necessidade de replantios de áreas. Já no Centro-Oeste, algumas áreas podem registrar restrição hídrica e redução das taxas de germinação da soja, comprometendo o potencial produtivo”, alerta Fabio Damasceno, diretor de agronegócios da seguradora FF Seguros.

Seguro agrícola

Reconhecendo os potenciais riscos associados ao El Niño, torna-se crucial que os agricultores adotem medidas para proteger lavouras e mitigar perdas. Uma importante recomendação é a contratação de seguro agrícola. A FF Seguros disponibiliza o Seguro Multirrisco Grãos, com coberturas contra ocorrências de chuvas excessivas, geadas, chuvas de granizo, secas, ventos frios, raios, incêndios, trombas d’água e ventos fortes.

O seguro agrícola funciona como uma rede de segurança financeira para os agricultores, oferecendo proteção contra perdas causadas por condições climáticas adversas. “O seguro é fundamental para ter estabilidade. Quando há sinistro, o produtor é indenizado, consegue se recuperar financeiramente e reinvestir em suas operações, garantindo a continuidade do negócio agrícola”, diz Damasceno.

A capacidade do setor agrícola de se adaptar e prosperar diante da variabilidade climática é essencial para garantir a segurança alimentar. E, com a confirmação do El Niño, a importância do seguro agrícola torna-se ainda mais evidente já que, além de proteger os investimentos dos agricultores, o seguro contribui para a resiliência e sustentabilidade do agronegócio no longo prazo. “As catástrofes estão se tornando mais frequentes e precisamos atuar com cautela. Desenvolvemos estudos para relacionar os possíveis impactos de cada evento climático nas culturas, em determinados períodos do ano, fases de desenvolvimento da planta e região com o objetivo de melhorar o nosso atendimento aos produtores”, conta Damasceno.

A seguradora prevê uma retomada do crescimento do seguro agrícola. Na safra de grãos 2022/23, esse produto da FF Seguros respondeu por R$ 22.900 milhões em prêmios. Para a safra 2023/24, as operações de seguro agrícola da FF Seguros devem totalizar R$ 60 milhões de prêmios. “Apesar da previsão de crescimento, ainda vivenciamos um clima de incertezas e o mercado tem capacidade de oferta de resseguro e seguro limitada, então nós e os nossos parceiros precisaremos ter ainda mais resiliência”, analisa Damasceno.

CNseg acerta e entra no ranking Top 5 do BC de junho para o IPCA de médio prazo

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) ficou em primeiro lugar no ranking Top 5 do Banco Central (BC) para o IPCA de médio prazo, divulgado pela instituição. O IPCA fechou em uma ligeira queda de 0,08% em junho, e a projeção da CNseg foi, na visão de médio prazo, a que mais se aproximou do resultado efetivo do indicador, alcançando a nota 9,7210 do BC. 

A participação da CNseg no Sistema de Expectativas do Banco Central do Brasil, ocorrida no final do ano passado, é um marco importante no reconhecimento da importância do setor segurador, previdência privada e capitalização para a economia nacional. “É muito gratificante termos alcançado essa posição. Não pela posição em si, mas pelo fato de isso refletir o bom trabalho que estamos fazendo. Sem dúvida, é mais um incentivo para continuarmos aprimorando nossas análises”, afirmou Alexandre Leal, diretor Técnico e de Estudos da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

O ranking Top 5 do Banco Central é um sistema de classificação das instituições baseado no índice de acerto de suas projeções de curto, médio e longo prazos. Participam instituições que atuam no mercado financeiro, como bancos, gestoras de recursos, consultorias além de, em alguns casos, empresas do setor, que possuem equipes especializadas que projetam as principais variáveis macroeconômicas, segundo o Banco Central. 

O BC, mensalmente, divulga rankings Top 5 de curto prazo, enquanto trimestralmente são divulgados rankings Top 5 de médio prazo.  O ranking objetiva destacar a “capacidade preditiva dos participantes da pesquisa e reconhecer seu esforço analítico”. Essas projeções são avaliadas tanto nas reuniões do Copom (que decide a taxa Selic) quanto constam do Relatório Focus, a pesquisa semanal do BC divulgada toda segunda-feira.  

Fechar lacunas de proteção global requer US$ 1,8 trilhão a mais por ano

Em sua quinta edição, o relatório Sigma Restoring resilience: The need to reload shock absorption capacity”, realizado pelo Swiss Re Institute, constata que fechar as lacunas de proteção global para catástrofes naturais, agrícolas, seguros de mortalidade e saúde exigiria US$ 1,8 trilhão em prêmios de seguro anualmente.

Apesar da falta de proteção em nível recorde, o relatório mostra que a capacidade da sociedade de absorver choques financeiros inesperados melhorou nos últimos 10 anos, com 57% dos riscos globais relacionados a catástrofes naturais, culturas, mortalidade e saúde, agora cobertos por seguro. Isso representa um aumento de três pontos percentuais desde 2012. No Brasil, por exemplo, o Índice de Resiliência em Mortalidade, estimado em 57% em 2022, aumentou mais de 20% desde 2012.

O relatório deste ano introduz um novo indicador de resiliência para a segurança alimentar: o grau de subseguro na produção agrícola mundial. De acordo com essa medida, 60% da produção agrícola no mundo está sem seguro, com a maior lacuna de proteção ocorrendo na Ásia emergente. Fechar a lacuna no seguro agrícola exigiria US$ 113 bilhões em prêmios de seguro por ano.

Para Jerome Haegeli, Group Chief Economist da Swiss Re, são observadas mudanças estruturais nas políticas econômicas em todo o mundo à medida que os governos responderam a guerras, pandemia e aumento da inflação. “Apesar da incerteza e volatilidade, o mundo está mais resiliente hoje, e o seguro desempenha um papel mais forte do que há uma década. No entanto, a resiliência ainda está 15% mais fraca do que antes da Crise Financeira Global, e o risco é elevado. O processo de ajuste monetário para controlar a inflação expõe a estabilidade financeira e os riscos de recessão, enquanto a inflação persistente aumenta a necessidade de apoio fiscal para compensar a erosão do poder de compra das famílias. Não esperamos grande melhoria na resiliência macroeconômica em 2023”, afirma Haegeli.

Os ganhos globais em resiliência são causados por um número limitado de economias, sugerindo que é necessário um esforço mais amplo e inclusivo para melhorar a proteção agrícola. A China foi de longe a principal contribuinte para as melhorias, com seu Índice de Resiliência aumentando em 24% entre 2016 e 2022, impulsionado por fortes avanços na penetração do seguro. O Brasil também apresentou ganhos significativos na resiliência da agricultura com índice de 31,7%.

Jerome Haegeli diz ainda que “o seguro ajuda as pessoas a absorverem choques financeiros quando ocorrem. No entanto, construir resiliência também requer investimentos em medidas de adaptação e mitigação para reduzir perdas em primeiro lugar. Mais investimentos são necessários nessa área. Por exemplo, o desenvolvimento de títulos de resiliência pode atrair novas fontes de capital, ao mesmo tempo em que traz benefícios econômicos”, conclui.

Além da nova medida de resiliência agrícola, o relatório fornece atualizações de 2022 sobre a resiliência econômica global geral, seguro saúde, mortalidade e catástrofes naturais.

Principais conclusões:

  • A resiliência global geral melhorou nos últimos 10 anos, principalmente devido aos avanços na resiliência das colheitas, catástrofes naturais e saúde, para os quais a proteção disponível está aumentando mais rapidamente do que a necessidade total de proteção.
  • Aproximadamente 43% dos riscos globais estavam desprotegidos por ativos como seguros em 2022, uma melhora em relação aos 46% de uma década atrás.
  • A lacuna global de proteção está aumentando, atingindo um recorde histórico estimado de USD 1,8 trilhão em prêmios equivalentes em 2022, muito acima de US$ 1,5 trilhão equivalente em prêmios comparáveis em 2018.
  • A resiliência geral da saúde melhorou em 2022, com 78,3% das necessidades de proteção cobertas por seguros, um aumento em relação a 77,5% em 2021. A mudança foi impulsionada pelos mercados emergentes asiáticos, onde os padrões de saúde melhoraram nos últimos cinco anos. A lacuna de proteção de saúde restante é de US$ 889 bilhões em prêmios equivalentes.
  • A lacuna de proteção para mortalidade, em termos de seguro necessário para cobrir totalmente as necessidades financeiras das famílias quando o provedor principal falece, aumentou ligeiramente em 2022 para 43,4%. Isso equivale a um recorde histórico de US$ 406 bilhões em prêmios equivalentes. Esse aumento foi impulsionado pela inflação, aumento dos salários e mercados financeiros mais fracos.
  • A resiliência de catástrofes naturais permaneceu baixa em 2022, com 76% das exposições globais desprotegidas. Seriam necessários mais US$ 368 bilhões em prêmios de seguro futuros para cobrir essa lacuna.
  • As estratégias para fortalecer a resiliência incluem investir na prevenção de perdas e expandir a cobertura de seguros.
  • Os mercados emergentes exigem um investimento estimado de US$ 100 bilhões por ano nesta década em infraestrutura resiliente, imóveis e agricultura para se adaptarem às catástrofes naturais.
  • Títulos de resiliência e outros instrumentos financeiros inovadores podem apoiar investimentos em infraestrutura, propriedades e resiliência agrícola. Tais investimentos proativos podem gerar índices significativos de custo-benefício variando de 2:1 a 10:1.
  • Quando a prevenção de perdas atinge seu limite, a transferência de risco entra em jogo, com uma maior adesão ao seguro exigindo uma colaboração mais próxima entre o setor público e privado para facilitar incentivos e a segurabilidade de riscos difíceis de segurar.

Seguro cibernético registra queda de taxas em junho, segundo corretora Howden

Com agências internacionais

As taxas de seguro cibernético caíram cerca de 10% em junho em comparação com o ano anterior, revertendo os recentes aumentos acentuados nas taxas, já que os sinistros se mostraram menores do que o esperado. “Embora os prêmios de resseguro cibernético estejam atualmente na faixa de US$ 6 bilhões, eles precisariam aumentar mais de três vezes para atender às expectativas de crescimento até o final da década”, sugerem analistas da corretora de seguros internacional Howden.

Segundo os analistas, esses altos níveis de crescimento seriam ambiciosos em condições de mercado favoráveis, muito menos quando a oferta é tão restrita como é atualmente no mercado de resseguros. “O uso de resseguro pelo mercado direto é o maior diferencial entre ciber e qualquer outro tipo de negócio”, explica a corretora. “Com aproximadamente 45% dos prêmios cibernéticos cedidos a resseguradores atualmente, amplas restrições de capacidade e correções de preços no mercado de resseguros apresentam limitações potenciais”.

A Howden observa que, se o mercado cibernético crescer para rivalizar com outras grandes linhas de negócios, a oferta de resseguro cibernético precisará aumentar significativamente para atender à demanda até 2030.

As taxas de seguro cibernético mais que dobraram em 2021 durante a pandemia de COVID-19, impulsionada por um aumento nos chamados ataques de ransomware, acrescenta a corretora de seguros. O software de resgate funciona criptografando os dados das vítimas e, normalmente, os hackers oferecem às vítimas um código de acesso para recuperá-lo em troca de pagamentos em criptomoeda.

No entanto, o número de ataques globais de ransomware caiu 20% em 2022 em relação ao ano anterior, após o início do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, já que os hackers desses países se concentraram no esforço militar, disse Howden.

Outra tendencia apontada no estudo é que as seguradoras também têm exigido que seus clientes aumentem a segurança para se proteger contra ataques, diminuindo os riscos e incentivando os subscritores a entrar no mercado, após um período de nervosismo.