Seguradora Prudential aposta em educação financeira e o avanço do seguro de vida no país

Fonte: Prudential

O mercado de seguro de vida precisa inovar para conscientizar os brasileiros sobre o papel da proteção financeira no planejamento pessoal e familiar. Esse foi um dos assuntos abordados pelo diretor de Produtos da Prudential do Brasil, Dennys Rosini, durante a 3ª Maratona da Inovação em Seguros, realizada na quinta-feira, 17, em Porto Alegre. O executivo participou do painel “Desafiando o Status Quo: Insights para pensar Fora da Caixa”, ao lado do diretor de Capacidades e Portfólio da Seguros SURA, Rodrigo Fujita, e do diretor da Sabemi Seguradora, Rodrigo Pecoraro.

“Sabemos que no Brasil mais de 85% da população ainda não conta com seguro de vida. Um dos motivos é a falta de conhecimento sobre a importância da proteção e os riscos de não contar com um seguro no planejamento das finanças pessoais. Por isso, é papel das seguradoras investir em educação financeira e inovar no desenvolvimento de produtos e na distribuição do seguro, sempre com foco nas necessidades dos clientes e nas mudanças de comportamento do consumidor ao longo do tempo”, afirma Rosini.

Durante o painel, o executivo compartilhou algumas inovações desenvolvidas pela Prudential em seu portfólio de produtos no último ano. Dennys destacou coberturas que podem ser aproveitadas pelo segurado em vida, como é o caso da recém-lançada Cirurgias e Quebra de Ossos. De forma pioneira, a Prudential trouxe ao mercado também o “Minha Primeira Proteção”, primeiro seguro de vida no Brasil voltado para a cobertura de doenças graves em crianças e adolescentes de 2 a 13 anos. “Entendemos que o produto contribui para a conscientização sobre a necessidade de proteção financeira desde a infância”, reforçou o executivo.

Outra novidade que deve chegar, em breve, ao Brasil é o Vida Universal. De acordo com Dennys, é o único seguro que não tem a cobertura cancelada se o segurado precisar parar de pagar o prêmio por um período. Com grande flexibilidade, o produto alia características dos seguros de vida e de formação de poupança. “O Vida Universal prevê a utilização do fundo de reserva para quitar os prêmios obrigatórios e assim manter a proteção do cliente ativa. Isso tem importância social relevante”, comentou.

Promovido pelo JRS, a 3ª Maratona da Inovação em Seguros reuniu diversas seguradoras, corretores, executivos e especialistas do mercado para debater as novas perspectivas para transformar o mundo dos seguros. A Prudential do Brasil foi uma das patrocinadoras do evento. 

Latin Re é a primeira corretora brasileira a obter licença para operar no Lloyd’s of London

Fonte: Latin Re

A Latin Re, corretora independente fundada em 2019, alcançou um feito histórico ao se tornar a primeira corretora brasileira a obter a licença para operar diretamente no Lloyd’s, o principal marketplace de seguros e resseguros do mundo. Essa conquista marca um marco significativo para a Latin Re e para o mercado de seguros e resseguros brasileiro como um todo.

Com uma equipe composta por profissionais com mais de 15 anos de atuação no mercado de seguros e resseguros, a Latin Re tem se destacado no desenvolvimento de soluções exclusivas e estruturadas que atendem às necessidades do mercado. A empresa tem expertise em colocações complexas de contratos multilinhas e grandes riscos, o que a posiciona de forma competitiva no setor.

A obtenção da licença para operar diretamente no Lloyd’s permite que a Latin Re venda diretamente aos underwriters de Londres os riscos de resseguros de toda a América Latina. Essa abertura de mercado traz consigo uma série de benefícios, tanto para as seguradoras locais quanto para os clientes finais. A Latin Re está preparada para oferecer soluções personalizadas e inovadoras, combinando o conhecimento local com os resseguradores internacionais do Lloyd’s.

Maria Eduarda Bomfim, CEO da Latin Re, comemora essa importante conquista: “Estamos extremamente orgulhosos de sermos a primeira corretora brasileira a obter a licença para operar diretamente no Lloyd’s. É um marco significativo para a Latin Re e para o mercado de seguros e resseguros brasileiro como um todo. Essa conquista demonstra nossa expertise e compromisso em oferecer soluções de alta qualidade aos nossos clientes.”

Felipe Aragão, CCO da Latin Re, destaca a importância dessa licença para o futuro da empresa: “Operar diretamente no Lloyd’s nos proporciona uma vantagem competitiva única. Estamos preparados para oferecer aos underwriters de Londres os riscos de resseguros de toda a América Latina, fornecendo soluções personalizadas e inovadoras que atendam às necessidades específicas do mercado.”

Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s no Brasil salienta a importância para o mercado brasileiro: “Estamos muito entusiasmados em trabalhar com a Latin Re, que possui ampla experiência em resseguros e conhecimento regional do mercado no Brasil e América Latina. Isso ajudará o Lloyd’s a atender crescente necessidades da região, ao mesmo tempo em, que fortalecerá nossas relações com seguradoras, corretoras de seguros e resseguradores locais.”

A Latin Re está preparada para levar prêmios de médio porte, proporcionando uma ampla gama de oportunidades de negócios no mercado de seguros e resseguros.

A companhia abre um novo capítulo no cenário do mercado de seguros e resseguros brasileiro ao se tornar a primeira corretora do país a operar diretamente no Lloyd’s. Com seu conhecimento local aliado aos resseguradores internacionais, a Latin Re está pronta para enfrentar os desafios do mercado, oferecendo soluções inovadoras e de alta qualidade aos clientes, fortalecendo ainda mais a indústria de seguros e resseguros no Brasil.

“Esta conquista é o resultado do trabalho árduo de toda a equipe da Latin Re. Estamos muito orgulhosos de sermos pioneiros nesse marco histórico para a corretora e para o mercado brasileiro. Estamos entusiasmados com as oportunidades que essa licença nos proporcionará e ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com o Lloyd’s.” diz Maria Eduarda Bomfim.

“Essa licença é um reconhecimento do nosso compromisso com a excelência e a capacidade de oferecer soluções de resseguros inovadoras e sob medida para os clientes da América Latina. Estamos prontos para expandir nossas operações e fortalecer nossa presença no mercado internacional, contribuindo para o crescimento e aprimoramento do setor como um todo”, completa Felipe Aragão.

Com a licença para operar diretamente no Lloyd’s, a Latin Re se consolida como uma corretora de destaque no cenário global de seguros e resseguros, impulsionando a indústria brasileira a novos patamares de excelência e competência. Essa conquista representa um marco na trajetória da Latin Re e reafirma seu compromisso em oferecer serviços de alta qualidade e soluções inovadoras aos seus clientes em toda a América Latina.

Veja a seguir a entrevista com Maria Eduarda e Felipe Aragão:

O que motivou a Latin Re obter a licença de Broker do Lloyd’s?

A licença Lloyd’s nos permitirá transmitir com maior assertividade a essência dos perfis de risco Brasil e da América Latina aos subscritores, existe muito potencial e volume de negócios que estão concentrados localmente.

Mesmo estando em Miami, hub de resseguros para AL, é preciso estar no mercado londrino. Quais as vantagens para os clientes?

O mercado de Londres, em particular o Lloyd’s, tem desempenhado um papel historicamente crucial no âmbito do resseguro. Somado a isso, considerando também os mercados em Miami, conquistaremos acesso abrangente às soluções globais disponíveis. Nossa estratégia visa estabelecer uma sólida presença nos principais centros de resseguro, com o propósito de proporcionar uma ampla gama de soluções aos nossos clientes.

Quais as expectativas com a operação de Londres em termos de volume de colocações e que tipo de negócios (facultativos, em que áreas)?

Focaremos principalmente nos ramos de Property, Power Gen, Financial Lines e Aviation. Além disso, essa operação nos possibilitará introduzir novos produtos e impulsionar a inovação em nossa abordagem. Como exemplo, destacamos o desenvolvimento de produtos voltados para eventos, soluções destinadas a instituições esportivas e uma expansão na capacidade de cobertura para o segmento de Cyber. A expectativa é de alocar ao menos 10% do nosso prêmio cedido para o mercado de Londres ultrapassando a barreira de BRL 100.000.000,00 dentro de 3 a 5 anos.

Como está o cenário para negociar resseguro?

Cada negociação requer um entendimento técnico e discussões profundas para estabelecer condições competitivas viáveis. Embora não estejamos mais presenciando as consideráveis reduções de prêmio observados em anos recentes, é notório que os resseguradores estão enfrentando absorções substanciais de sinistros de grande monta relacionados principalmente às coberturas de Casco-Guerra no Aeronáutico, Quebra de Máquinas e NAT/CAT no Property e derivados de companhias com exposição em bolsa, principalmente nos EUA, no D&O, gerando maiores restrições às Seguradoras locais e diminuição de capacidade de cosseguro.

Quais os segmentos mais afetados pela alta de preço e franquias?

Os segmentos que hoje estão sofrendo com restrições de capacidade são aqueles com exposições altamente concentradas como: (i) riscos aeronáuticos com cobertura de casco guerra e tumultos (ii) riscos da indústria pesada – têxtil, frigorifico, plástico, borracha (iii) armazéns logísticos e (iv) empresas com exposição de nível ADR II. É importante observar que o incremento de custo da capacidade se aplica tanto para riscos facultativos quanto para as renovações de contratos automáticos, embora ainda não tenha sido completamente refletido no custo do seguro.

Há segmentos com facilidade para negociar descontos e aumento de coberturas?

A questão da facilidade é complexa para se abordar quando falamos em negociações de resseguro, no entanto, é notável que clientes de qualidade, que possuem um histórico de parceria com o mercado e que são bem apresentados aos players, têm obtido sucesso em negociar a inclusão de algumas das coberturas que foram retiradas durante os últimos anos dentro do cenário desafiador do mercado. A palavra-chave para nós é “informação”: quanto mais tivermos acesso à informações completas, maior é a disponibilidade do mercado ressegurador para apresentar soluções. Como brokers, temos uma margem maior para propor modificações nas coberturas, elaborar estudos de franquias mais criativas e alinhadas com a realidade do segurado.

CNseg lança hub de seguros para o consumidor 

A CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), em parceria com a Capgemini, lançou uma plataforma batizada de Encontre seu Seguro, que possibilita ao público em geral comparar características dos produtos de seguro, previdência complementar aberta e capitalização ofertados por mais de 60 empresas que, em conjunto, representam 90,5% da arrecadação do setor.

“Estamos na vanguarda em apresentar uma plataforma aberta a todos que querem conhecer os produtos oferecidos pelas empresas do setor. Esta é a primeira vez que uma solução deste nível é lançada no mercado”, explica Dyogo Oliveira, presidente da CNseg. A plataforma receberá upgrade, ao conectar corretores de seguros aos consumidores. Segundo Oliveira, a confederação já está em conversas com a Fenacor, federação dos corretores, para viabilizar tecnicamente a forma como o consumidor encontrará o profissional de vendas mais próximo, cadastrado na Susep, o órgão regulador.

“Em 2022, vislumbramos uma oportunidade de transformar em realidade um desejo antigo da Confederação, que era justamente disseminar, de maneira simplificada e padronizada, informações à sociedade a respeito dos produtos oferecidos por nossas associadas”, explica Alexandre Leal, diretor de Estudos e Relações Regulatórias da CNseg.

Leal se refere ao ano em que foi concluído o desenvolvimento das APIs (Interface de Programação de Aplicação) que possibilitam esse tipo de consulta, a partir da regulamentação publicada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), autarquia da Administração Pública Federal responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.

Certamente, futuramente, acrescenta Oliveira, a plataforma será uma importante base de dados para estudos, no sentido de saber quem são os consumidores de seguros, que produtos querem, em que regiões estão entre outras estatísticas relevantes para o desenho de estratégias que levem o seguro para um número maior da população brasileira.

“Essa iniciativa é muito importante para nós, pois associamos nosso profundo conhecimento e expertise do mercado de seguros com o desenvolvimento de uma solução para a CNseg que trará muitos benefícios para a sociedade brasileira e para o mercado”, afirma Gustavo Laença, da Capgemini Brasil, no evento realizado hoje em São Paulo.

A plataforma “Encontre seu Seguro” unifica exclusivamente informações de domínio público e o seu acesso não requer nenhum cadastro prévio. Na ferramenta, também é possível encontrar, de maneira consolidada, os canais de atendimento destas seguradoras. 

Mesmo com o compilado de produtos disponíveis para o consumidor, o Encontre seu Seguro não exclui o acompanhamento e a orientação do corretor de seguros, uma vez que, o auxílio deste profissional garante mais agilidade nos orçamentos e, também, proporciona mais assertividade na análise de risco do segurado, sendo que, esta última, pode, inclusive, impactar no valor pago à seguradora. 

Para a rotina de trabalho do corretor, além de mais agilidade na visualização das opções disponíveis no mercado de maneira centralizada, a plataforma Encontre seu Seguro também pode ser utilizada como instrumento de pesquisa de novos segmentos que o especialista queira explorar.   

“Avaliamos que, assim como outros segmentos do mercado, o setor de seguros também pode e deve explorar as oportunidades que surgem com a tecnologia. Queremos trazer mais informação para todos e esperamos que a plataforma possa facilitar a experiência de todos os envolvidos, sejam consumidores, corretores e seguradoras e, claro, potencializar a aderência dos produtos pela sociedade”, explica Oliveira. 

Novo site com foco em notícias sobre seguros 

Ao encontro das estratégias de comunicação da CNseg que visam aproximar o público em geral dos produtos e benefícios do seguro, previdência privada, saúde suplementar e capitalização, na próxima segunda-feira, 21 de agosto, será lançado oficialmente o hub de conteúdos Notícias do Seguro. 

A novidade, que terá informações em texto, vídeo e podcast, também fornecerá conteúdos sobre educação securitária e educação financeira.

A iniciativa está alinhada aos pilares do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização (PDMS), que objetiva ampliar o conhecimento acerca dos produtos e democratizar o acesso ao seguro. 

Generali intensifica ações sociais para engajar e incluir colaboradores

Práticas sustentáveis têm sido uma das principais pautas das seguradoras neste ano. A Generali Brasil tem a convicção de que este é o único caminho para se manter longeva e ser um empregador responsável: “O bom desempenho das empresas que se preocupam com os fatores ESG está ligado, sobretudo, às suas boas práticas de gestão. E nós certamente estamos engajados neste tema aqui no Brasil, uma vez que fazemos parte de um dos maiores grupos do mercado segurador europeu, com longa trajetória na implementação de ações que envolvem os pilares social,  governança e ambiental”, comenta Débora Pinto, Diretora de RH da seguradora.

Neste ano, a Generali está na fase de levantamento das ações para o seu primeiro relatório de sustentabilidade, previsto para ser divulgado em 2024, antes mesmo da previsão regulatória da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Em abril, a seguradora publicou sua política local de sustentabilidade, determinada na Circular 666 do órgão regulador, que visa garantir que aspectos de sustentabilidade sejam considerados na condução dos negócios e no relacionamento com partes interessadas, devendo ser implementada através de ações concretas, no que tange à oferta de produtos e serviços e ao desempenho das atividades e operações. 

Agora, Débora se debruça em ações para o relatório de sustentabilidade, ações relacionadas à política de sustentabilidade e dos aspectos mais relevantes relativos à gestão dos riscos de sustentabilidade. “Temos muito trabalho pela frente, mas já estamos felizes com os resultados obtidos ao longo dos últimos anos”, diz. 

A executiva conta que o principal foco está nas ações de engajamento: “Na pesquisa global realizada no ano passado, em parceria com a consultoria WTW, o Brasil registrou um índice de engajamento de 97%. Queremos manter este excelente resultado”.  Para isso, foi criado um comitê, que reúne um grupo de porta-vozes de diferentes áreas da empresa que apoiam ações de engajamento dos colaboradores,  diversidade, equidade e inclusão, eficiência e novos modelos de trabalho.

Com cerca de 250 colaboradores no Brasil, Débora conta que o recrutamento interno, que também contribui para o maior engajamento das pessoas, tem sido um sucesso. “Temos profissionais na área de atendimento com pós-graduação e que atendem às exigências de outras vagas como analistas, por exemplo. Já promovemos talentos, movimentamos pessoas entre as áreas, efetivamos estagiários, beneficiando a todos e valorizando a prata da casa”, cita.

Entre outras ações, a executiva destaca a busca pela equidade de gêneros, hoje em 50% homens e 50% mulheres. “Nossa meta agora é elevar o público feminino em posições gerenciais, hoje em 40%, com a oferta de programas de formação de liderança”, informa. 

O etarismo consta na pauta, com a contratação de pessoas 50+ e organização de mentoria dos mais velhos aos mais novos. “Também temos um trabalho dedicado a atrair novos talentos e inclusão da população LGBTQIA+, da população negra e das pessoas com deficiência. Fizemos um Censo de Diversidade e Inclusão para entender as necessidades específicas de todos os grupos para que as pessoas possam se sentir seguras de ser quem são em nossa empresa, sem receios”. 

O pacote de benefícios da Generali é diferenciado, acrescenta Débora. Chega a representar um salário à parte para alguns cargos, o que colabora para a retenção e atração de talentos. A empresa investe na qualidade de vida e bem-estar de seus colaboradores. Oferece programas de suporte ao empregado que vai de assessoria psicológica, financeira e jurídica até ações de fornecimento de frutas para lanches nos dias de trabalho presencial e modelo de trabalho híbrido com jornada flexível.

Recentemente, um dos pedidos dos colaboradores ao comitê de engajamento foi atendido. “Muitos se queixaram das incessantes reuniões, mesmo em dia de trabalho presencial. Então implementamos um dia sem reunião no mês, chamado No Meetings Day, para que todos possam de dedicar a outros trabalhos que exigem atenção e urgência. O objetivo é que nossos colaboradores se sintam acolhidos e vistam a camisa da empresa. Um ganha- ganha para todos”, finaliza Débora Pinto. 

Porto leva cuidado ao The Town 2023

Já começou a contagem regressiva para o The Town 2023, o maior festival de música, cultura e arte de São Paulo (SP). Nos dias 2, 3, 7, 9 e 10 de setembro, a primeira edição do evento traz grandes nomes da música nacional e internacional ao Autódromo de Interlagos. Em uma área de 360 mil metros quadrados, a Cidade da Música terá 7 grandes espaços, 5 palcos e uma cenografia inspirada nos ícones da arquitetura paulistana. A Porto é patrocinadora oficial do evento e vai cuidar do público nessa maratona sonora e visual com ativações especiais das verticais Porto Seguro e Porto Saúde, como uma montanha-russa de dois loopings e um lounge, além de toda a operação dos ambulatórios do evento. 

Com tradição em apoiar diversas iniciativas culturais e de entretenimento, a Porto conhece o potencial que grandes eventos têm de mobilizar pessoas, promovendo socializações e interações positivas, além de engajar multidões. “Queremos estar conectados com as pessoas durante o festival, com todo o cuidado necessário para ajudar a criar uma experiência fantástica para o público. Voltamos nossa atenção para o que pode fazer a diferença durante um evento deste porte, seja uma tomada para carregar a bateria ou um lugar para descansar, da forma que só a Porto é capaz de fazer. São aguardadas 100 mil pessoas por dia de evento. Com certeza, será histórico”, adianta Luiz Arruda, VP de Marketing, Clientes e Dados da Porto.

Para ativar o patrocínio, a Porto promoveu a campanha “Vai com a Porto para o The Town 2023”, que sorteou 250 pares de ingressos para clientes dos produtos participantes (seguros Auto, Residência, Celular, Vida, Viagem, Saúde e Odontológico). 

“Como todo cuidado é Porto e o nosso objetivo foi atender aos sonhos de todas as pessoas, contemplamos também aqueles que ainda não eram clientes, para que tivessem a oportunidade de acompanhar um dos maiores festivais do país”, acrescenta Luiz Arruda.

Lounge Porto – The Town 2023

Além disso, em abril, um guincho especial transportou um amplificador gigante por diferentes locais da cidade de São Paulo, como a Avenida Paulista, o Parque Ibirapuera, a Avenida Faria Lima e o Estádio do Pacaembu. A ação, acompanhada pelas redes sociais da Porto, foi um teaser para as ações que poderão ser acompanhadas com todo cuidado na Cidade da Música em setembro.

Atrações especiais    

A Porto estará presente no evento com atrações para o público, como espaços especiais para curtir a música com ainda mais conforto, distribuição de brindes e opções de entretenimento. A montanha-russa dupla, com dois loopings, poderá ser agendada previamente pelo app do festival. Já o Lounge Porto, ao lado do palco Skyline, terá três andares, sendo o primeiro aberto ao público, com karaokê e tomadas para recarregar os celulares. Todo o time de apoio do festival, com 700 profissionais dando o devido suporte ao público, também terá uniformes da Porto Seguro. Já a Porto Saúde cuidará de todo o serviço dos ambulatórios, deixando o festival com maior conforto, segurança e amparo. 

Todo cuidado é Porto

Em junho, a Porto lançou sua nova plataforma de comunicação, com o conceito “Todo cuidado é Porto”, reforçando o zelo que a empresa tem com seu público, um diferencial que a tornou conhecida por mais de 12,7 milhões clientes em 77 anos de atuação. Para promover a ação, peças de mídia OOH disponíveis em diversos pontos das principais vias de São Paulo, foram atualizadas em tempo real com o número de serviços prestados em diversos segmentos, mensurando a extensão dos cuidados da Porto nos momentos cotidianos. Além disso, a campanha conta com um hub de histórias reais de clientes que protagonizam minidocs sobre os atendimentos.

Ampliando os horizontes, em julho, a campanha chegou à Times Square, em Nova Iorque (EUA), levando histórias de clientes, segurados e colaboradores para os maiores e mais famosos telões do mundo. É uma forma de reconhecer e homenagear tantos parceiros da marca, que está presente em todos os momentos da vida dos brasileiros.

Previdência privada cresce 2,9% no 1º semestre e aportes somaram R$ 77 bilhões

Fonte: Fenaprevi

Levantamento realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi relativo aos dados de previdência privada do primeiro semestre de 2023 mostra que os aportes foram de R$ 77,4 bilhões, alta de 2,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Os resgates somaram R$ 66 bilhões enquanto a captação líquida fechou o semestre em R$ 11,4 bilhões. O resultado revela que quase 11 milhões de brasileiros já acumulam R$ 1,3 trilhão em ativos, alta de 14,1% sobre os primeiros seis meses de 2022.

O estudo sugere uma leitura positiva do movimento da previdência privada no semestre, principalmente se considerada a conjuntura econômica. De acordo com a Fenaprevi, o momento é bom em termos de arrecadação. Nos últimos três anos em especial, houve comprovadamente um esforço dos participantes para manter as contribuições. Ao olhar o histórico, nos últimos 10 anos (2013-2022) a captação bruta cresceu em média 8,6% ao ano em termos nominais. Em termos reais, quando descontada a inflação, observa-se um crescimento quase quatro vezes maior do que o da economia brasileira no período.

Segundo o presidente da Fenaprevi, Edson Franco, “apesar do cenário de recuperação lenta da economia, com um nível de inadimplência acima da média e alta restrição de crédito, o crescimento no volume de aportes e a estabilidade da quantidade de participantes no sistema são bons indicadores da importância dada pelos consumidores ao planejamento financeiro familiar e da relevância de preservar uma poupança previdenciária de longo prazo. É um balanço muito positivo dadas as circunstâncias”, avalia o executivo.

Cerca de 11 milhões de pessoas possuem planos de previdência privada

Em junho, 10,9 milhões de pessoas tinham planos de previdência privada, valor 1,6% acima do registrado em junho passado. Desses, 80% estão em planos individuais e 20% em planos coletivos. Ao mesmo tempo, 61% estão em planos VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre e 21% em PGBL – Planos Gerador de Benefício Livre. Os demais estão em planos tradicionais e FAPI – Fundos de Aposentadoria Programada Individual.

VGBL lidera aportes

Distribuindo-se os aportes do primeiro semestre entre os produtos, o levantamento aponta que R$ 70,5 bilhões foram em VGBL, alta de 2,6%, R$ 5,4 bilhões em PGBL, 10% acima do registrado no primeiro semestre do ano passado, e R$ 1,6 bilhão foram destinados aos planos tradicionais e Fapi-Fundo de Aposentadoria programada Individual.

Desafios da indústria

A despeito dos avanços, de acordo com Fenaprevi os maiores desafios da indústria são a carência de educação financeira — educação securitária e previdenciária em particular — da população e o nível de renda. Para Edson Franco, “os produtos de previdência, assim como os seguros de pessoas, são bens superiores, exigem uma capacidade de poupança que não é a realidade da maioria”, aponta. “Só conseguiremos aumentar a proteção da renda da nossa população com mais educação financeira — educação securitária e previdenciária, em particular —, e com o crescimento da renda”, conclui o presidente da Fenaprevi. 

Brasilprev registra lucro líquido de R$ 876 milhões no 1º semestre de 2023 

Angela Assis

Em meio as comemorações de 30 anos, a Brasilprev, empresa de previdência privada do Banco do Brasil em parceria com a americana Principal, divulgou nesta quinta-feira (17) o balanço financeiro do primeiro semestre de 2023 com lucro líquido ajustado no valor de R$ 876,7 milhões, crescimento de 39% em relação ao mesmo período de 2022 (R$ 632,3 milhões). O volume de ativos sob gestão atingiu R$ 371,8 bilhões, 12,6% superior ao apresentado em junho de 2022.  

A arrecadação dos planos de previdência, por exemplo, atingiu no semestre a marca de R$ 27,1 bilhões, representando um crescimento de 9,4% frente ao mesmo período de 2022 com uma participação de mercado de 35%. Já o resultado antes de impostos e participações acumulado até junho, que foi de R$ 1,5 bilhão, e teve um crescimento de 38% em relação ao ano passado, refletiu a evolução da companhia tanto em receitas operacionais como em resultado financeiro. 

“Comemoramos esta data empenhados em transformar o jeito que o brasileiro constrói seu futuro, promovendo o desenvolvimento sustentável”, afirmou a presidente Ângela Assis durante almoço com jornalistas. “Temos mais de 2,6 milhões de clientes. Entre eles, 805 acima de 100 anos. Desses, 71% são mulheres”, conta. 

Angela ressalta números que revelam o potencial de crescimento do segmento de previdência privada e a urgência de uma campanha público- privada para a conscientização da população sobre a importância de se preparar para o futuro. Atualmente, menos de 11 milhões de pessoas tem um plano de previdência, menos de 10% da população brasileira. “É uma realidade que precisa mudar com muitos programas de educação financeira e a imprensa tem um papel relevante neste tema”, afirmou. 

De acordo com dados da Brasilprev, a partir de 2023, a única faixa da população que vai crescer é a de pessoas acima de 50 anos. “Em 2050, o Brasil será o sexto país mais velho e estará na frente de todos os outros países em desenvolvimento. E, a cada ano, um recém-nascido vive aproximadamente 3 meses mais do que aqueles que nasceram no ano anterior. Esses dados mostram a urgência do amadurecimento da população em relação a se preparar financeiramente para o futuro”, ressaltou. 

Diante de uma economia volátil, poupar é um assunto polêmico, principalmente com o expressivo número de pessoas inadimplentes. Segundo Angela, várias ações vêm sendo discutidas com o órgão regulador para que as empresas possam atuar com mais liberdade na criação de produtos diferenciados e flexíveis para atender os diferentes ciclos de vida do investidor. A ideia é que as pessoas possam ter acesso a fundos com depósitos mensais com valores inferiores a R$ 100. 

Entre as mudanças esperadas estão estímulos para que pequenas e médias empresas contratem o plano de previdência para seus funcionários. “Hoje, apenas 3% das empresas no Brasil têm planos, uma vez que a vantagem fiscal é para empresas com regime tributário pelo lucro real. Nos EUA, 70% das empresas têm planos de previdência privada, pois o benefício fiscal é para todas”, cita. 

Outra importante mudança na regulamentação é poder incluir todos os novos funcionários no plano de forma automática. Atualmente, as empresas ofertam o plano para o funcionário ao ser contratado, e a recusa é elevada. A ideia é que ele seja incluído automaticamente, e, caso não queira, pede para sair. As experiências em outros países mostram que este pequeno ajuste eleva de forma significativa o número de adesão aos planos de aposentadoria”, cita. 

Também na pauta, o Universal Life e novos produtos com alternativas para usar o dinheiro acumulado, como renda vitalícia em diversas versões, é um tema importante nas discussões da Fenaprevi com o órgão regulador. “Acompanhamos muito o mercado americano, em razão da nossa acionista Principal, e há diversos produtos que podemos trazer para o Brasil, se a Susep mudar pontos da regulamentação”, comentou Sandro Costa, superintendente de produtos da BrasilPrev.

Um dos avanços foi conseguir que a reserva financeira de planos de previdência sejam garantidores de empréstimos, o que beneficia o tomador com taxas menores. A MP já está em fase final para seguir para a sanção do presidente Lula. Atualmente, as empresas de previdência aberta fazem a gestão de R$ 1,25 trilhão em ativos de seus clientes. 

Em debate há muitos anos, Angela lembra que segue em pauta o modelo de previdência privada aberta atrelado a saúde, apelidado de PrevSaúde. A ideia defendida por operadoras de seguro é garantir um incentivo tributário, com possível isenção do Imposto de Renda (IR), a quem destinar os recursos acumulados exclusivamente para gastos com tratamento de saúde ou pagamento de faculdades, por exemplo. 

Ter o corretor de seguros como um aliado na distribuição de planos de previdência ajudaria muito o desenvolvimento da consciência de poupança para o futuro. Angela cita que os corretores de seguros ainda são focados em automóvel e perdem a chance de criar eles mesmos uma reserva de longo prazo com o comissionamento da venda de planos de longa vigência. “Eles precisam pensar na recorrência mensal de receitas. Mas com a entrada dos assessores de investimentos (os antigos agentes autônomos), acredito que haverá maior interesse pelos produtos de previdência”, avalia. 

Ao mesmo tempo que lida com longevos, a Brasilprev tem investido pesado em tecnologia. “Temos quase R$ 7 bilhões em captação a partir da aplicação de inteligência analítica, o que não é um resultado fácil de se obter. Isso mostra nosso empenho em tecnologia que agrega valor. Hoje conseguimos reduzir de 6 meses para 45 dias o lançamento de produtos com a ajuda de dados”, informou. 

Em preparação para o inicio do Open Finance, onde clientes poderão receber ofertas de outros bancos, Angela diz que o grupo está atento e se preparando. “Como líderes, sabemos que nossos clientes serão assediados com o início do open insurance, que trará melhores formas de comparação das opções disponíveis para os investidores. Por isso temos investido muito em consultoria para ajudar os clientes a tomar melhores decisões e a entender seu perfil previdenciário”, cita. 

Com isso, o atendimento ao cliente ganhou um importante canal. O WhatsApp como um canal de comunicação consolidado no atendimento ao cliente, com índices de satisfação superiores a 80%, por meio do qual o grupo oferece assessoria financeira em grande escala. 

“O mercado de previdência privada cresceu, de acordo com dados da FenaPrevi, 14% em relação a junho de 2022, e segue em desenvolvimento no país. Neste aspecto, os resultados demonstram que continuamos muito bem-posicionados e contribuindo para a formação de reservas de longo prazo das pessoas”, revela o diretor de Planejamento e Controle da Brasilprev, Daniel Beneton.  

“Hoje, a nossa gestão é completamente orientada por dados, e esta inteligência analítica aliada à capilaridade do Banco do Brasil nos permite oferecer carteiras de investimento adequadas aos diferentes perfis, o que suporta as nossas estratégias de atração e principalmente de retenção de clientes”.

Fitch destaca lucratividade do setor de seguro no 1. semestre de 2023

lucro seguradoras

A Fitch destaca a lucratividade do setor de seguros no Brasil em seu relatório “ Panorama de Seguros no Brasil: 1° Semestre 2023”. “Os prêmios do setor de seguros brasileiro continuaram crescendo no primeiro semestre de 2023, com alta de aproximadamente 7,7% em relação ao mesmo período de 2022”.

Apesar de o crescimento ter sido menor do que no primeiro semestre de 2022 e no ano fechado de 2022, de 16,3% e 16,2%, respectivamente, a lucratividade se mantém em alta. A lucratividade medida pelo retorno médio sobre patrimônio líquido (ROAE) “foi robusta devido aos resultados de investimento benéficos contínuos, um índice de perdas menor e maior eficiência operacional”.

A capitalização da indústria e a cobertura de capital regulatório também melhoraram, disseram os técnicos, “pois o menor crescimento dos prêmios, juntamente com ganhos mais altos, melhorou a cobertura de capital das seguradoras”.

Com base nos números da Susep (Superintendência de Seguros Privados), a agência destaca o crescimento de todos os segmentos, liderados por automóveis (18%) e ramos elementares (11%) e patrimoniais, que inclui os produtos de garantia, propriedade, responsabilidade civil e riscos de engenharia, e que tiveram crescimento combinado de 14%”.

A base do crescimento, segundo a Fitch, reflete os ajustes de preços devido ao aumento dos preços dos veículos e melhora da atividade econômica. A Fitch apontou que o PIB brasileiro cresceu 1,9% no primeiro trimestre de 2023 em relação ao trimestre anterior e obteve avanço de 3,3% ante o mesmo período do ano passado. Em 2022, o PIB cresceu 2,9%.

A agência destaca que os principais índices de crédito do setor de seguros melhoraram significativamente ao final do primeiro semestre. A elevação do rating do Brasil, de “BB-“ para “BB”, também ajudou a melhorar a qualidade do investimento, na avaliação da agência, “dada a concentração dos investimentos das seguradoras em títulos soberanos”.

Porto Saúde expande portfólio e leva Linha Pro ao Litoral de São Paulo  

Fonte: Porto Saúde

Sucesso na Grande São Paulo, a Linha Pro – lançamento da Porto Saúde para Pequenos e Médios Empreendedores – anuncia a chegada de produtos desenvolvidos especialmente para o público da região litorânea de São Paulo. Os dois planos ofertados pela empresa estão disponíveis para PMEs de três (mínimo) a 99 vidas (máximo) e ambos contam com uma rede de apoio adicional na capital paulista. 
 

Com uma rede local de qualidade e ampla abrangência, a Linha Pro Litoral conta com o grupo Casa de Saúde como hospital âncora, além de diversos outros parceiros que garantem ao produto alta qualidade médica, atendimento com o padrão Porto Saúde e valores atrativos – a partir de R$185,00* por vida. 
 

A grande inovação desta linha é ser um produto regional híbrido, ou seja, clientes que moram no litoral e que frequentemente se deslocam para São Paulo e outros municípios do Estado, também têm acesso à rede referenciada, que conta com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz como um de seus principais parceiros. 
 

“A Linha Pro une a inovação ao desejo do cliente, tangibilizando o cuidado Porto e olhando para as três principais dores do nosso público, que são rede, reembolso e preço. De forma inovadora, estamos atendendo essas três demandas, sempre priorizando a qualidade dos serviços e do atendimento, duas marcas que já consolidam a vertical de Saúde”, ressalta Sami Foguel, CEO da Porto Saúde, a respeito da Linha Pro. 

Trajetória e expansão 

Em atividade desde fevereiro desse ano, a Linha Pro tem o objetivo de oferecer aos empreendedores novas possibilidades de acesso a hospitais, laboratórios e profissionais referenciados a um preço acessível e agora cria um novo produto desde mesma linha, o Pro Litoral que conta com os planos Prata Litoral Pro e Bronze Litoral Pro, além de garantir o cuidado e a qualidade que a Porto oferece, contam com parceiros estratégicos, com o apoio do Time Médico Porto Saúde, serviço de cuidado integral da companhia, Programas de Promoção à Saúde, benefícios variados e tecnologia provendo um cuidado integral aos clientes. 
 

O sucesso do lançamento para a Grande São Paulo reverbera na introdução da categoria ao Litoral. “Com a estreia da Linha Pro em São Paulo, conseguimos perceber a receptividade dos pequenos empresários aos novos produtos e entender de que forma poderíamos levar essas oportunidades aos PMEs de outras cidades”, comenta Foguel. 
 

A expansão do portfólio também reflete o momento da Porto Saúde no mercado. O primeiro trimestre de 2023, marcado pelo lançamento da nova categoria de produtos, registrou um incremento de 58 mil vidas à carteira da marca e o maior lucro histórico da vertical de saúde da Porto em comparação com o mesmo período de anos anteriores. De abril a junho (T2 2023), esse avanço foi ainda maior, atingindo o expressivo número de 66 mil atendidos pela vertical. 
 

Segundo Foguel, esse crescimento é um dos motivos pelos quais a operadora está introduzindo a Linha Pro em outra região do Estado. “Com a evolução da companhia e dos produtos que ofertamos, conseguimos identificar as dores e necessidades de nossos clientes, como os que moram no Litoral e trabalham em outros municípios próximos à São Paulo. Com a chegada da Linha Pro, ampliamos o acesso às redes de saúde das duas regiões, oferecendo inovação e mais liberdade a esses consumidores, sem perder uma medicina excelente, de qualidade, com os melhores hospitais e laboratórios e com um preço que cabe no bolso”, complementa o executivo. 
 

Os novos planos da Linha Pro já estão disponíveis para compra na região do Litoral e podem ser adquiridos diretamente com corretores da Porto. A disponibilidade de serviços e abrangência depende da oferta de cada produto.

STF invalida lei que permitia venda ilegal de seguros por associações mineiras

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubaram, em plenária virtual, por absoluta maioria (10 votos), a lei estadual mineira nº 23993/2021, que permitia a atuação das associações de socorro mútuo em Minas Gerais, como as de proteção veicular (APVs), considerando-a inconstitucional. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) propôs a Ação Direta de Inconstitucionalidade vitoriosa (ADI nº 7099) contra a lei que buscava regularizar a atuação ilegal das associações no estado.

“Esse precedente coroa nosso êxito no Supremo visto que, em decisão monocrática, o ministro Edson Fachin, relator, não tinha conhecido a ADI por entender que a ofensa à Constituição era indireta, a Confederação recorreu, e o próprio Fachin voltou atrás e foi seguido por todos os outros ministros, com exceção do ministro Luís Roberto Barroso, que se declarou suspeito”, diz a diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal.

Esta vitória se alinha com as decisões tomadas pelos ministros em maio deste ano, quando derrubaram, por 8 a 1, as leis estaduais de igual teor dos estados de Goiás (Lei nº 20.894/2020) e Rio de Janeiro (Lei nº 9.578/2022). Para a executiva, essas decisões consolidam o entendimento contra o exercício ilegal da atividade, protegendo toda a sociedade.