EZZE protege patrimônio tombado de Fernando de Noronha 

Fonte: EZZE

A EZZE Seguros completa seis meses como seguradora oficial dedicada à proteção de toda a estrutura que compõe o Forte Nossa Senhora dos Remédios, localizado na Baía de Santo Antônio, na Ilha de Fernando de Noronha (PE), patrimônio do século XIII tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico Nacional).

Em 2022, o Forte do arquipélago passou a ser gerenciado pelo Consórcio Forte Noronha, que investiu R$ 10 milhões na requalificação do espaço nos setores de hidráulica, elétrica, infraestrutura de museus, sistema de som, climatização, auditório e no setor de restaurante.

Com o compromisso de cuidar de todo ecossistema local, o Forte tem desenvolvido uma série de ações socioculturais gratuitas para a comunidade, como aulas de yoga, missa aberta na Capela e programação kids com recreação, além de cineminha e atrações musicais.

“Apoiar esse projeto representa para nós exercer a prática do seguro com responsabilidade social e ambiental, já que o Forte é hoje um centro de referência cultural e natural da Ilha que recebe turistas e acolhe, com uma série de atrativos, os moradores locais. É uma grande satisfação cuidar e proteger esse patrimônio que fará parte da vida de muitas gerações”, diz Ivo Machado, vice-presidente de Relações Institucionais e Marketing da EZZE. 

Tesouro Verde – O Forte Noronha caminha para completar, ainda em 2023, um ano de operação como o primeiro patrimônio tombado a neutralizar 100% as emissões de carbono no Brasil e recebeu o selo “Tesouro Verde”, que representa um importante passo em direção à gestão sustentável da Ilha.

Projeto Golfinho Rotador – O Forte é também base de observação do Projeto Golfinho Rotador. Cerca de 800 animais podem ser avistados diariamente no local, onde é oferecida toda estrutura e apoio a todos os projetos capitaneados pela organização, como férias ecológicas de julho e janeiro com cessão de espaço, som e lanches para as crianças, palestras e eventos.

Itaú Unibanco volta a competir em seguros corporativos

Eduardo Domeque Itau Seguros

O mais recente artigo para o Infomoney

Nove anos após ter deixado o segmento de seguros corporativos, o Itaú Unibanco está retomando a oferta de produtos nessa área através da Itaú Seguros e planeja expandir ainda mais sua presença por meio de parcerias com a Itaú Corretora.

“Atualmente, o foco está em linhas financeiras, especialmente seguro garantia, em todas as suas modalidades, além de fiança locatícia”, informa Eduardo Domeque, head de seguros do Itaú Unibanco.

“Manteremos, porém, uma linha de atuação híbrida, como já fazemos no varejo, onde buscamos entregar a melhor proposta de valor para os nossos clientes, seja usufruindo da solidez e confiança da marca Itaú ou oferecendo alternativas cuidadosamente selecionadas no mercado – o que reforça o conceito de ‘one-stop-shop’ financeiro. Devemos manter o sólido crescimento que essa estratégia tem proporcionado ao longo de 2024”,  resumiu Domeque à coluna.

Embora não tenham sido divulgados muitos detalhes, o renascimento do interesse do maior banco privado do Brasil no mercado de seguros está gerando grande interesse entre os executivos que atuam com riscos corporativos.

Em muitos casos, esses contratos envolvem especialistas altamente disputados por corretores, seguradoras, segurados e resseguradoras, já que o cerne é uma avaliação sólida dos riscos. Se calculados com precisão, esses contratos podem trazer lucro substancial; entretanto, um cálculo inadequado pode levar a prejuízos significativos.

Em agosto de 2014, o Itaú interrompeu sua atuação em grandes riscos, seguindo uma tendência do setor de seguros em que bancos focam mais no mercado de varejo. O banco vendeu sua divisão de seguros de grandes riscos para a seguradora americana ACE, que desembolsou R$ 1,5 bilhão pela aquisição.

Dois anos mais tarde, a ACE adquiriu a Chubb Seguros, transformando-se na maior seguradora de capital aberto do mundo, com um valor de mercado de US$ 51,2 bilhões. O nome Chubb prevaleceu após a fusão das empresas.

Outros grandes bancos brasileiros, como Bradesco, Caixa e Banco do Brasil, parceiro da espanhola Mapfre, também tomaram medidas no mercado de grandes riscos. O Bradesco estabeleceu uma parceria com a Swiss Re Corporate Solutions, o braço de seguros da suíça Swiss Re, o que começou a render frutos após cinco anos. O grupo suíço assumiu as operações de seguros corporativos (“Property & Casualty”) e de transportes da Bradesco Seguros, permitindo-lhe acesso a canais, clientes e segmentos que, de outra forma, seriam de difícil alcance.

O marco de R$ 1 bilhão em receita da Swiss Re Corporate Solutions no Brasil, conhecida como CorSo, foi comemorado em outubro de 2022, sendo 35% dessa quantia proveniente da joint venture. Na semana passada, uma equipe da Bradesco Seguros estava em treinamento técnico na matriz suíça.

A escolha de uma seguradora pelo cliente nem sempre se baseia em critérios estritamente técnicos. Em algumas situações, as empresas optam por uma seguradora associada a um banco visando facilidades nos serviços bancários e taxas mais baixas para financiamentos. Sim, esse tipo de cenário ainda é uma realidade. Além disso, quando se trata de multinacionais, a seleção da seguradora frequentemente é influenciada pela empresa local parceira do programa mundial de seguros.

Esse antigo modo de negociação tem valorizado especialistas que buscam reduzir custos e obter capital suficiente para cobrir os negócios que serão gerados pelos R$ 1,7 trilhão em investimentos planejados no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em todos os estados brasileiros. Os fundos virão do Orçamento Geral da União (R$ 371 bilhões), de empresas estatais (R$ 343 bilhões), financiamentos (R$ 362 bilhões) e do setor privado (R$ 612 bilhões).

Esses contratos envolvem muitos tipos de seguros e interesses diversos. O principal foco no momento é o seguro garantia, que tem como objetivo assegurar a conclusão de projetos dentro dos prazos e custos acordados. No entanto, as perdas passadas e as preocupações com riscos futuros e imprevisíveis têm limitado o apetite das resseguradoras, que são as principais fornecedoras de capital para o seguro primário.

O governo e as construtoras envolvidas são basicamente as mesmas que foram investigadas em 2014 e que causaram perdas significativas para o setor de seguros. Isso resultou em prêmios de seguro mais altos e condições contratuais mais restritas, já que as perdas passadas desempenham um papel importante na formação dos prêmios.

Além disso, o cenário global atual se encontra em uma fase chamada “hard market” (mercado difícil), onde as cláusulas e condições contratuais estão mais rigorosas. Isso se justifica pela necessidade das resseguradoras de recuperarem as perdas históricas desde o início da pandemia, as quais incluem mortes, interrupções nas cadeias de suprimentos, indenizações por perda de lucro de empresas afetadas pelos bloqueios, aumento de acidentes durante a retomada das operações fabris, entre outros fatores.

Para tornar as coisas ainda mais complexas, o mundo está enfrentando tensões geopolíticas após a pandemia. Os conflitos entre Rússia e Ucrânia têm causado prejuízos significativos, com apreensão de bens e interrupção de fornecimento de diversos produtos. Isso tem resultado em rupturas nas cadeias de suprimentos em muitos setores da economia global.

Além disso, um fator crucial são as indenizações recordes devido a perdas relacionadas a eventos climáticos extremos. O primeiro semestre de 2023 continua a tendência dos anos anteriores, com perdas substanciais. Embora o total de perdas de US$ 110 bilhões tenha sido menor do que no primeiro semestre de 2022 (US$ 120 bilhões), esse montante ainda supera a média dos últimos dez anos (US$ 98 bilhões, ajustados pela inflação).

O mesmo padrão se aplica às perdas seguradas de US$ 43 bilhões, que foram menores do que os US$ 47 bilhões do mesmo período do ano anterior, mas ainda superiores à média de dez anos para perdas semestrais, que é de US$ 34 bilhões. Esses dados foram revelados em uma pesquisa da Munich Re.

A agitação nesse setor está apenas começando e também afeta os corretores de seguros. Para orientar a técnica, a gestão e maximizar os negócios, os clientes e as resseguradoras competem por corretores especializados em seguros. A demanda é especialmente alta nos novos contratos na área de energia, tanto na exploração e produção de petróleo e gás, quanto nas usinas térmicas.

A WTW (Willis Towers Watson) anunciou novas contratações para sua área de seguro garantia, incluindo Leonardo Baeta, especialista em recursos naturais como petróleo, energia e mineração; Aline Dalindo, com experiência na área de crédito; e Marco Darhouni, com anos de atuação nos setores de transporte, aviação e navegação.

Neste mês, a Latin Re, composta por executivos de várias seguradoras, resseguradoras e corretoras, celebrou seu sucesso ao se tornar a primeira corretora de resseguros do Brasil a obter licença para operar diretamente no mercado de seguros Lloyd’s of London, o maior do mundo.

Todos reconhecem que os organismos multilaterais não conseguirão lidar sozinhos com tantos investimentos e, portanto, a partilha de riscos desempenha um papel fundamental. A criação de produtos para captação de recursos e redução do custo de capital é uma abordagem válida, incluindo debêntures de infraestrutura e garantias bancárias.

No entanto, devido ao grande volume de investimentos previstos, a presença de seguros no mercado de capitais é uma necessidade urgente para apoiar os investimentos vitais no Brasil. Isso explica o retorno do Itaú, a parceria do Bradesco e o reforço do setor de seguros por parte de bancos de investimento.

Perda de ViaSat-3 pode gerar prejuízo de bilhões de dólares

FONTE: Bloomberg, com tradução do Valor

A Viasat Inc. tem mais de US$ 1 bilhão em satélites em órbita em apuros, e as seguradoras espaciais estão se preparando para sinistros que abalarão o mercado.

O satélite ViaSat-3 Americas, de cerca de US$ 1 bilhão, sofreu um problema inesperado ao colocar sua antena em órbita em abril. Se a Viasat declarar perda total, os executivos da indústria estimam que a indenização atingiria um valor recorde de US$ 420 milhões e, por sua vez, tornaria mais difícil – e mais caro – para outros operadores de satélite obterem seguro.

Devido ao risco financeiro associado ao seguro de um satélite tão caro, o ViaSat-3 é provavelmente coberto por diversas apólices de diferentes empresas.

“Nenhuma seguradora quer assumir o risco sozinha”, disse Denis Bensoussan, que dirige o negócio de seguros satélite da Beazley Insurance, um sindicato do Lloyd’s de Londres, um dos membros do painel de seguradoras da ViaSat-3. Nenhuma outra grande seguradora estava disposta a divulgar publicamente o seu papel como subscritora do satélite.

Já em 24 de agosto, a Viasat relatou que seu satélite Inmarsat-6 F2, lançado em fevereiro, sofreu um problema de energia. A falha pode encerrar a vida útil da nave e resultar em uma indenização de US$ 350 milhões, disse o Space Intel Report.

Os problemas da Viasat em órbita ocorrem alguns anos depois de grandes seguradoras como American International Group Inc. e Allianz SE terem fechado seus portfólios espaciais. Isso deixou um grupo menor de fornecedores para absorver os riscos no mercado notoriamente arriscado.

Embora as principais empresas de telecomunicações com satélites multimilionários ainda desejem cobertura, outros operadores espaciais concentrados em lançar grandes lotes de satélites pequenos na órbita mais baixa da Terra – como a Space Exploration Technologies Corp., de Elon Musk – não estão a fazer o mesmo. Para eles, a perda de um satélite não é um grande problema.

Os executivos da Viasat disseram que é muito cedo para especular se a empresa irá registrar uma reclamação.

“Não há consequências se demorarmos mais uns três meses para obter boas medições e depois tomarmos essas decisões”, disse o CEO da Viasat, Mark Dankberg, a analistas em 9 de agosto, depois que a empresa divulgou resultados trimestrais melhores do que o esperado.

Os investidores estão preocupados, no entanto. As ações da Viasat despencaram 28%, em uma queda recorde em um único dia após o anúncio em julho do problema do ViaSat-3. Os executivos disseram que o problema do satélite iria travar o crescimento em 2025, embora o impacto se limitasse ao seu serviço de banda larga fixa com efeitos em apenas cerca de 13% do seu negócio.

Os problemas não são de hoje. O satélite ViaSat-2 da empresa, lançado em 2017, também sofreu uma anomalia na antena, provocando uma reclamação de US$ 188 milhões, disse Louie DiPalma, de William Blair, aos clientes no mês passado.

“Este dói muito mais porque a espera foi muito longa e porque a Viasat tem sofrido pressão da SpaceX”, disse DiPalma.

Após as notícias da anomalia do Inmarsat-6, a Viasat e outros participantes da indústria “provavelmente enfrentarão desafios significativos na obtenção de seguro para futuros lançamentos de satélites”, disse DiPalma em nota de 25 de agosto.

Prêmios mais altos

Uma perda de US$ 420 milhões eclipsaria a maior perda de satélite de todos os tempos, de cerca de 345 milhões de euros (US$ 373 milhões) do satélite FalconEye 1 em 2019. Embora grandes para o mercado de seguros de satélites, as perdas podem chegar a bilhões de dólares em outros mercados, como aviação.

Quando ocorrem perdas enormes de satélites, muitas vezes, isso é seguido por um pequeno êxodo de participantes do setor. À medida que as seguradoras saem, os prémios tendem a aumentar, de acordo com especialistas do setor.

Em 2019, as perdas totais com reclamações de satélites totalizaram US$ 788 milhões, o que superou os prêmios totais do ano em US$ 500 milhões, de acordo com o banco de dados de lançamento e satélite Seradata. Nos anos que se seguiram, grandes nomes como American International Group Inc., Swiss Re AG e Allianz SE fecharam as portas ao seguro satélite.

E se o conjunto de seguradoras diminuir, as restantes seguradoras agirão de forma mais criteriosa.

“As pessoas estarão menos dispostas a aplicar capital em satélites arriscados e desafiadores ou em projetos desafiadores”, disse Bensoussan, de Beazley. “Ou exigirão mais prêmios por isso ou restringirão a cobertura.”

Seguro satélite

Os princípios básicos do seguro satélite funcionam mais ou menos como um seguro patrimonial. Operadores de satélite como a Viasat normalmente pagarão prêmios pela cobertura do primeiro ano do veículo em órbita, com opção de renovação, bem como potencial para uma falha catastrófica na plataforma de lançamento.

“Se a missão falhar, eles poderão ser ressarcidos”, disse Patton Kline, diretor-gerente da corretora de seguros Marsh. “Eles podem sair e comprar um serviço de lançamento, comprar outro satélite e realizar a missão novamente.”

Para satélites menores, as operadoras podem potencialmente obter cobertura de uma seguradora.

No entanto, quando os satélites atingem centenas de milhões de dólares, os operadores normalmente têm de recorrer a um punhado de seguradoras para obter cobertura total. Atualmente, existem cerca de 20 a 30 participantes no seguro de satélite.

“Alguns dos desafios que enfrentamos são a baixa frequência de perdas, mas a alta severidade”, disse Chris Kunstadter, chefe global de espaço da seguradora AXA SA. “Portanto, eles não acontecem com frequência, mas quando acontecem, são grandes.”

A AXA se recusou a comentar se estava envolvida na cobertura do ViaSat-3. A Marsh, outra seguradora, disse que não esteve envolvida na colocação do satélite.

Com tantas seguradoras sujeitas a este pagamento maciço, os prêmios do seguro de satélite deverão aumentar nos próximos meses, de acordo com as seguradoras, elevando os custos para os operadores de satélite. Essa sacudida no mercado deverá diminuir com o tempo, mas também ocorrerá num momento em que as seguradoras deixaram um mercado conhecido pela alta volatilidade e pelas perdas de alto risco.

Espaço lotado

O número de satélites ativos em órbita quase quadruplicou nos últimos anos, impulsionado pelo surgimento de megaconstelações como o Starlink, da SpaceX, aumentando o potencial de colisão de satélites no espaço. Se isso acontecer, as taxas poderão subir para esses satélites específicos, disse Kline, da Marsh.

A SpaceX não faz seguro para seus satélites, segundo as seguradoras. À medida que mais empresas apoiadas por capital de risco entram em cena e injetam satélites menores na órbita baixa da Terra, o desejo de seguro de satélites diminui. Ao enviar grandes lotes de satélites pequenos e médios de uma só vez, a perda de uma ou mais dessas espaçonaves não é tão terrível – especialmente em comparação com a perda de um satélite enorme como o ViaSat-3.

“Faltam muitas apólices”, disse Bensoussan. “E essa é provavelmente uma das razões pelas quais, embora a indústria espacial seja muito, muito dinâmica e esteja crescendo muito, o mercado de seguros espaciais não cresce. Permaneceu bastante estável.”

Seguradoras emitiram R$ 90,3 bilhões em prêmios no primeiro semestre

Fonte: IRB

O faturamento do mercado de seguros aumentou R$ 10,3 bilhões no primeiro semestre de 2023 se comparado ao mesmo período do ano passado. É o que mostra a 33ª edição do Boletim IRB+Mercado, divulgada hoje (28/08) pela plataforma IRB+Inteligência. A alta, que representa crescimento de 12,9%, foi puxada pelos segmentos Vida e Automóvel. Ao todo, os prêmios emitidos pelas seguradoras nos seis primeiros meses do ano alcançaram R$ 90,3 bilhões.

O relatório, que considerou números publicados pela Susep – órgão regulador do setor – em 10/08, indica que o lucro líquido do setor cresceu 86,3% em relação ao primeiro semestre de 2022, fechando em R$ 17,4 bilhões. Um dos fatores que contribuiu para isso foi a queda de 12,6 pontos percentuais (p.p.) da sinistralidade geral no 1S23. O índice encerrou o semestre em 44,3%, influenciado principalmente pela recuperação do segmento Rural, muito afetado em 2022 por eventos climáticos.

Alta puxada por Vida e Automóvel

Vida, que fechou o 1S23 mantendo a maior participação nos prêmios emitidos (32,9%), totalizou R$ 29,7 bilhões em faturamento. O valor é 8,5% maior que o registrado no mesmo período de 2022. A evolução foi impulsionada, principalmente, pela alta dos seguros de vida individuais (+18%) e coletivos (+6,1%). 

Já Automóvel, que respondeu por 30% dos prêmios emitidos, fechou o 1S23 com R$ 27 bilhões de faturamento, alta de 18,1% ante o 1S22. O segmento, que estava registrando expansão do total de prêmios emitidos devido ao aumento de preços de veículos e peças, agora observa os desdobramentos do programa de renovação da frota, que garantiu desconto no preço de compra de veículos novos.

Nos dois segmentos, a sinistralidade também apresentou melhora. Em Vida, o índice fechou o primeiro semestre em 29,9%, com queda de 2,5 p.p. em relação ao 1S22 e patamar semelhante ao registrado antes da pandemia de covid-19. Em Automóvel, a taxa de 59,7% é 14,4 p.p. menor que a verificada no 1S22. Desde abril de 2022, a sinistralidade do segmento apresenta tendência de queda.

Outros segmentos

Corporativo de Danos e Responsabilidades, que responde por 19,1% do mercado, cresceu 12,7% em relação ao mesmo período de 2022, totalizando R$ 17,3 bilhões no 1S23. A sinistralidade do segmento caiu 2,3 p.p., fechando em 40,8%. Esse é o menor índice desde 2015. 

Individual contra Danos (7,6% do mercado) evoluiu 13% no 1S23 frente aos seis primeiros meses de 2022, com destaque para os seguros Compreensivo Empresarial (+22,6%) e Residencial (+14%). Ao todo, o segmento acumulou R$ 6,9 bilhões em faturamento e registrou sinistralidade de 34,4% (-4,4 p.p.).

Com 7% do mercado, Rural acumulou R$ 6,3 bilhões em faturamento no 1S23, alta de 10,3% em relação ao 1S22, impulsionado pelos recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, do Governo Federal. Já a sinistralidade caiu de 160,9%, no 1S22, para 40,6%, no 1S23. 

Já Crédito e Garantia (3,4% do mercado) faturou R$ 3,1 bilhões no 1S23, alta de 21,1% na comparação com o 1S22. É o maior faturamento do segmento desde o início da série histórica, em 2014. A sinistralidade, no entanto, aumentou 55,9 p.p. e atingiu 80,5% no 1S23.

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios e está disponível, na íntegra, no site www.irbre.com. Assim como, o Dashboard IRB+Mercado Segurador, que permite consulta dinâmica e gratuita às informações de todo o setor.

Austral Re lança plataforma de subscrição de riscos para carteira de vida

Alessandra Monteiro - baixa

A Austral Re acaba de lançar o LUA (Life Underwriting Assessment), ferramenta destinada as seguradoras, que poderão utilizá-la para otimizar e personalizar o atendimento ao seu cliente final. A ideia é que o processo de subscrição seja mais ágil, mas sem perder a qualidade. Dentre os diferenciais, a plataforma, desenvolvida em parceria com a Samplemed, contém um manual de subscrição com mais de 200 artigos para consulta, 1,8 mil variações de riscos e cadastramento simplificado de novos conjuntos de regras específicas por seguradora. 

“Inovar com customização de serviços e recursos tecnológicos contribui no processo de fidelização dos clientes. Queremos levar ao mercado algo que impacte de forma positiva a rotina de nossos parceiros”, comenta Alessandra Monteiro, head de Vida e Saúde da Austral Re.

O objetivo da resseguradora é oferecer mais ferramentas tecnológicas de subscrição de riscos que agreguem serviços com agilidade e análises cada vez mais precisas, por meio de machine learning e inteligência artificial. Para Alessandra, o conhecimento do mercado nacional e agilidade na tomada de decisão são diferenciais da companhia. “Estamos presentes em 18 países da América Latina e temos comprovada expertise no segmento, sempre atentos a novas tecnologias e soluções”.

Fenacap comemora sanção da Lei de Garantia de Crédito    

A partir de ontem, 24/08, além das normas infra legais do CNSP/SUSEP, os consumidores passaram a contar com a Lei 14.652/23, que autoriza a Capitalização, por meio das modalidades Instrumento de Garantia e Tradicional, a proteger Contratos de Crédito.

“Este é um marco para Capitalização e um dos desdobramentos do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMDS), lançado este ano pela CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros) em prol de avanços no mercado segurador como um todo. A Capitalização tem quase 94 anos de história, com números sempre expressivos e capacidade de adaptação ao mercado atual. Estamos felizes com mais esta conquista fortalecendo a Capitalização como opção de garantia para à Sociedade”, comenta Denis Morais, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

A Federação tem como estimativa a possibilidade de utilização de mais de R$50 bilhões das reservas da Capitalização, nos próximos dois anos. A nova lei dispõe sobre a faculdade de concessão, como garantia de operação de crédito aos titulares de títulos de Capitalização, aos participantes de planos de previdência complementar aberta, segurados de seguros de pessoas e cotistas de Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi).  

Balanço do semestre

A Capitalização vem ganhando destaque ao longo dos anos, com novos produtos lançados, aproximação com as pautas do Governo e resultados consistentes em todo os estados brasileiros. Segundo o último balanço da Susep (Superintendência de Seguros Privados), analisado pela FenaCap, o montante devolvido à sociedade, por meio de resgates e sorteios pagos, totalizou R$ 11,3 bilhões de janeiro a junho de 2023, tendo o faturamento do período alcançado a marca de R$14,4 bilhões. 


No período, a região Sudeste é a detentora da maior receita com Títulos de Capitalização, com 56,5% de representatividade de mercado no País e totalizando um montante de mais R$8 bilhões. A região é seguida pela região Sul e Nordeste, com 19% e 11,6% respectivamente. A modalidade Tradicional contou com a melhor performance dentre as seis existentes, com 74% do mercado e R$10,7 bilhões em faturamento. A Filantropia Premiável e Instrumento de Garantia aparecem em seguida com a mesma fatia de mercado, 11% cada. 


Para o presidente da Federação, Denis Morais, o desempenho robusto se deve ao aumento da informação em torno dos diversos produtos existentes, levando o consumidor a fazer escolhas mais próximas ao seu perfil. “A Capitalização está prestes a completar 94 anos de história, com atuação ininterrupta no mercado, o que lhe garante segurança e garantia. Ao longo dos anos reforçamos a importância da clareza e da transparência nas relações com o consumidor, para que todos possam alcançar os melhores resultados. O empoderamento do cliente age como uma mola propulsora, fazendo com que as empresas estejam cada vez mais atentas, oferecendo soluções modernas, que tenham sinergia com diversas realidades e negócios”, reforça o presidente. 


 

Plano de previdência familiar é caminho importante para educação financeira da sociedade

Por Daniel Coelho, gerente de Educação e Marketing da Valia


O Brasil tem grandes desafios econômicos e sociais relacionados ao fenômeno da longevidade. O aumento contínuo da expectativa de vida ao nascer da população brasileira é, sem dúvida, algo muito positivo. No entanto, este cenário obriga as pessoas a ampliarem sua visão em alguns aspectos. Um deles é o da previdência, ou seja, a fonte de renda no futuro, quando houver o desejo de parar ou reduzir o ritmo de trabalho.

Em 2023, a Previdência Social completou 100 anos. Em 1923, as estatísticas apresentavam que o Brasil tinha 13 pessoas na ativa para cada idoso. Neste ano, a proporção é de 4 para 1. No entanto, as perspectivas apontam que, em 2100, essa taxa seja de um para um. Estes dados evidenciam que será cada vez mais necessário que a população busque mecanismos de complementação de renda ao modelo oficial, como uma previdência privada.

E o desafio não é simples: de acordo com a 6ª edição da pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, elaborada pela ANBIMA, apenas 3% da população demonstram conhecimento sobre previdência.  A notícia boa é que, também segundo a AMBIMA, para este ano a projeção é de aumento em 5 pontos percentuais no número de investidores.

É neste contexto que as iniciativas voltadas ao fomento dentro das entidades fechadas de previdência complementar podem se tornar ainda mais relevantes expandindo a cultura previdenciária e promovendo condições para se realizar um planejamento financeiro adequado para o futuro. Uma destas ações é a criação de planos de previdência voltados aos familiares. 

De acordo com os resultados já divulgados do CENSO 2022, o país tem, em média, 2,79 moradores por domicílio. A oferta de planos familiares permite, praticamente levar este tipo de benefício ao dobro de participantes que há nos planos patrocinados, ampliando ainda mais a cultura e a consciência financeira das famílias. 

Na Valia, temos uma boa experiência nesse segmento. Em 2019, lançamos o Prevaler, nosso plano família extensivo aos atuais participantes de planos patrocinados (planos ofertados como um benefício de previdência por várias empresas) e seus familiares. Em apenas quatro anos, já ultrapassamos o montante de R$ 100 milhões de patrimônio e superamos a adesão de 8 mil participantes. 

É claro que o resultado é consequência de uma busca contínua na gestão de excelência, solidez e credibilidade da entidade. Afinal, quando falamos de um produto de longo prazo, a credibilidade é um fator de extrema importância e a Valia, já está completando nesse ano, 50 anos de existência, sendo vista por seus participantes e pelo mercado, como uma Fundação sólida e confiável.

A criação de um plano família é mais um passo relevante para a expansão da consciência financeira para sociedade, estimulando o seu protagonismo na construção de um futuro financeiro de qualidade, sempre tendo em mente que nunca é tarde para começar, mas o quanto antes, melhor.

Alckmin sanciona lei que permite uso de previdência privada como garantia para empréstimos 

Fonte: Estadão

O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou lei que permite o uso de valores de planos de previdência complementar aberta como garantia para obtenção de empréstimos bancários. O projeto que deu origem à lei é de autoria do Poder Executivo, por meio do Ministério da Fazenda, e foi aprovado pelo Congresso no mês passado. O texto sancionado está no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 24.

Pela nova lei, quem tem plano de previdência complementar aberta fica autorizado legalmente a usar o direito de resgate dos recursos como garantia em operações de crédito.

A norma também garante o benefício a contratantes de seguros de vida em regime de capitalização, cotistas do Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e donos de títulos de capitalização.

Caberá ao Conselho Nacional de Seguros Privados e ao Conselho Monetário Nacional a regulamentação dos dispositivos da lei. Além disso, estabelece o texto, o oferecimento da garantia será objeto de instrumento contratual específico, firmado pelo tomador do crédito, pela entidade de previdência complementar, pela sociedade seguradora, pela instituição administradora do Fapi ou pela sociedade de capitalização, conforme o caso, e pela instituição que conceder o crédito.

Com a mudança, o governo espera promover redução de juros e ampliação de crédito ou de prazo nos empréstimos bancários para as pessoas que não possuem outra maneira de dar garantia às instituições financeiras.

“Com a consequente diminuição de risco de inadimplência proporcionado por essa garantia, estimula-se a oferta de crédito com taxas de juros mais baixas. A contratação de operações de crédito com garantia, em condições mais favoráveis, com menores taxas de juros e prazos mais alongados, contribui para melhorar a capacidade de pagamento dos tomadores e reduzir a inadimplência”, argumentou a Fazenda na justificativa do projeto.

Movimento “Minha Vida Protegida” dissemina entre brasileiros a importância do seguro de vida

Por Thais Ruco

Acreditando que o seguro de vida é uma ferramenta de proteção e inteligência financeira básica para todo brasileiro, independentemente da sua classe social e momento de vida, alguns dos principais especialistas no assunto se uniram para a criação do movimento “Minha Vida Protegida”. A iniciativa surge da aposta de que as que as empresas e profissionais do mercado de seguros podem ser os grandes protagonistas da mudança de mentalidade em relação à cultura do seguro e do planejamento financeiro no Brasil.

O movimento #MinhaVidaProtegida acontece no período de 30 outubro a 13 de novembro, por iniciativa da Educa Seguros e da Seguros & Previdência.com, e conta com grandes especialistas como embaixadores, que irão trabalhar na busca por multiplicadores e apoiadores.

Os embaixadores são profissionais referência na área, de diversas regiões     do país. São eles, por ordem alfabética:

●       Anderson Ojope, criador de conteúdo de seguros – Rio de Janeiro-RJ;

●       André Rezende, criador de conteúdo de seguros – São Paulo-SP;

●       Andréia Araújo, diretora do CVG-RS e vice-presidente do CVG-SC – Porto Alegre-RS;

●       Bruno Castilho, corretor de seguros – Curitiba-PR;

●       Camila Gonçalves, corretora de seguros – Belo Horizonte-MG;

●       Cláudia Ramazotti, corretora de seguros – Marília-SP;

●       Daniele Coelho, corretora de seguros – Belo Horizonte-MG;

●       Elizeu Dias, corretor de seguros – Cacoal-RO;

●       Emerson Soares, corretor de seguros – São Paulo-SP;

●       Felipe Sousa, corretor de seguros – São Paulo-SP;

●       Fernanda Sawczyn, corretora de seguros – Curitiba-PR;

●       Fernando Dantas, presidente do Sincor-CE – Fortaleza-CE;

●       Gilberto Ubirajara, corretor de seguros – Rio de Janeiro-RJ;

●       Jorge Nascimento, corretor de seguros – Belo Horizonte-MG;

●       Josusmar Sousa, corretor de seguros – São Paulo-SP;

●       Luciano Tane, corretor de seguros – Bauru-SP;

●       Luiz Ricardo Araújo, historiador e professor de seguros – São Paulo-SP;

●       Regina Mendes, corretora de seguros – Belo Horizonte-MG;

●       Ricardo Tarantello, corretor de seguros – São Paulo-SP;

●       Rogério Araújo, corretor de seguros – Belo Horizonte-MG;

●   Simone Magalhães, criadora de conteúdo de seguros – Rio de Janeiro-RJ;

●       Tiago Melo, corretor de seguros – Belo Horizonte-MG;

●       Zé Alfaiate do Seguro, corretor de seguros – Recife-PE.

“Atuando há 25 anos neste mercado, sabedor que hoje somos quase 80 milhões de brasileiros economicamente ativos, e que apenas 17% da população possui seguro de vida, há muito tempo eu tinha o projeto de levar informações aos consumidores”, afirma o corretor de seguros Rogério Araújo, um dos idealizadores do movimento.

“O seguro de vida proporciona benefícios à família do segurado e a ele mesmo em vida – não somente coberturas de doenças graves, invalidez ou incapacidade temporária, mas também liberação de riqueza e alavancagem patrimonial. Se cada brasileiro economicamente ativo e responsável financeiramente conhecer esses benefícios, dificilmente deixará de contratar uma apólice de seguro de vida. A educação financeira é fundamental no nosso país e a educação securitária também é muito importante, pois todo planejamento financeiro tem que começar pela proteção: não dá para guardar dinheiro ou investir se não tiver uma proteção financeira para evitar ou minimizar riscos que possam comprometer o presente e o futuro”, completa Rogério Araújo.

As ações do Movimento acontecerão no período de 30 outubro a 13 de novembro, envolvendo:

Transmissões Ao Vivo – A partir dos canais próprios do movimento e também nos canais dos multiplicadores e apoiadores.

Redes Sociais – Com postagens nos canais próprios do movimento e nos perfis dos multiplicadores e apoiadores.

Palestras Presenciais – Com conteúdo voltado para as pessoas que fazem parte do perfil e público alvo do movimento.

● Assessoria de Imprensa – Para ampliar a visibilidade do movimento e da sua mensagem dentro e fora do mercado de seguros.

Vídeos Virais – Planejados e criados com linguagem de fácil compreensão e conectados com as tendências de conteúdos digitais.

● Site – Base completa de informações para os multiplicadores, apoiadores e o público alvo do movimento.

No público-alvo, estão: pais e mães provedores de família, jovens em início de carreira, profissionais liberais que trabalham por conta própria, empregados de empresas privadas, e empreendedores donos de seus próprios negócios.

Do lançamento em agosto ao início do período da campanha, os embaixadores se dedicam a buscar multiplicadores e apoiadores. O movimento busca apoio e oferece contrapartidas a empresas e profissionais, vinculando seus nomes como apoiadores.

Por meio da divulgação, disponibilização de materiais e treinamentos ao vivo e gravados, estão sendo convidados e incentivados à adesão ao movimento os principais participantes do mercado de seguros: corretores de seguros autônomos, corretoras de seguros pessoa jurídica, assessorias de seguros, seguradoras, e instituições representativas.

Entre as metas, estão investir R$ 120 mil nas ações do movimento e alcançar: 1 milhão de visualizações em vídeos, 100 mil acessos no site, 6 mil pessoas em transmissões ao vivo, 1.500 pessoas por meio de palestras presenciais, além de capacitar mais de 100 empresas e profissionais como multiplicadores do movimento.

“Como uma empresa de criação de conteúdo e educação em seguros é muito gratificante a oportunidade de iniciar este movimento, colocá-lo efetivamente no ar. Nascemos justamente com o propósito de aculturar o brasileiro sobre o seguro e o planejamento financeiro, então poder colocar isso em prática, pela primeira vez falando diretamente ao consumidor final, é uma realização”, declara Anderson Ojope, fundador e CEO da Educa Seguros.

“Essa conscientização da importância do seguro de vida começou a aumentar entre os brasileiros, especialmente durante a pandemia, mas ainda há muito campo a ser desenvolvido, a contratação de seguro ainda é muito baixa. Esperamos contribuir com um efetivo aumento, e que seja só o começo, que venham outras edições do movimento e as iniciativas junto ao consumidor final cada vez aumentem mais”, finaliza Anderson Ojope.

Para conhecer mais sobre o movimento #MinhaVidaProtegida, acesse o site https://seguroseprevidencia.com/minhavidaprotegida e as páginas da Educa Seguros (comunicação com os apoidores e multiplicadores) e Seguros&Previencia.com (consumidores) nas redes sociais Instagram, TikTok, LinkedIn e YouTube.

Maurício Amaral é o novo CEO da Universal Assistance

Fonte: Universal

A Universal Assistance, empresa do grupo Zurich, com mais de 40 anos de atuação no segmento de seguro viagem e líder no mercado brasileiro, acaba de anunciar Maurício Amaral como CEO Brasil. Graduado em Economia pela PUC de São Paulo e com cursos na New York University e Harvard Business School, ao longo de sua carreira, Maurício ocupou cargos executivos em empresas como Mercer, Zurich, Care Plus, MetLife (no Brasil e Estados Unidos) e Icatu Seguros.

Universal Assistance (antiga Travel Ace) dá atenção especial a três pilares: serviço, tecnologia e inovação, orientada para o cliente final e seus aliados estratégicos, com processos ágeis e pontos de contato totalmente digitalizados ao longo da jornada do cliente. A principal missão é ser a melhor prestadora de assistência viagem do mundo e garantir aprimoramentos de serviços. 

Tem apoio global do Cover More Group e do Zurich Insurance Group, proporcionando oportunidades exclusivas com maior solidez financeira para expandir seus negócios regional e globalmente. Com isso, a empresa está em um processo de fortes investimentos no território, envolvendo infraestrutura, branding e novas alianças operacionais e comerciais.