Zurich implementa programa para integrar segurança de software e reduz vulnerabilidades digitais

A Zurich implementa a iniciativa SHIFT LEFT 360°– Cloud, Code & Culture, um projeto interno voltado a integrar segurança da informação ao ciclo de desenvolvimento e ao processo decisório da companhia. O programa atua como vetor de transformação cultural: conecta risco técnico a indicadores de negócio, orienta priorização, reduz decisões de bypass sem contexto e antecipa riscos desde fases iniciais dos produtos digitais. 

“Mais do que uma iniciativa tecnológica, estamos fortalecendo a governança, antecipando riscos e criando uma cultura em que decisões de negócio e decisões técnicas caminham juntas para garantir resiliência e confiabilidade no longo prazo”, afirma Zilea Barrilari, diretora de Tecnologia de Informação da Zurich Seguros. 

Desenvolvido com apoio da Veracode, parceira tecnológica em segurança de aplicações, o case buscou mudar a forma como a companhia lida com riscos cibernéticos, deixando de atuar apenas de forma corretiva e passando a prevenir falhas ainda na fase de desenvolvimento dos sistemas. 

A estratégia promoveu a capacitação contínua de desenvolvedores, lideranças, product managers e product owners ao longo de um ano, com encontros mensais teóricos e práticos. O programa corporativo teve como foco ampliar o conhecimento em segurança, engajar os times e reforçar a responsabilidade compartilhada entre tecnologia e negócio. Para fortalecer esse movimento, a iniciativa incorporou elementos de gamificação, estimulando a participação dos profissionais, acelerando a adoção de boas práticas e contribuindo para a redução consistente de vulnerabilidades no ambiente digital. 

“Na prática, o SHIFT LEFT 360°, trouxe mudanças concretas para a rotina dos times. Passamos a identificar e tratar vulnerabilidades muito mais cedo, reduzindo retrabalho, aumentando a eficiência operacional e qualificando a entrega dos produtos. A parceria com a Veracode foi essencial para acelerar essa evolução e dar suporte técnico ao nosso crescimento em maturidade de segurança de aplicações.”, afirma Igor Espósito, gerente executivo de Segurança da Informação da Zurich Seguros 

A Zurich consolidou segurança de aplicações como capacidade contínua de negócio. O programa mudou comportamento, reduziu vulnerabilidades prioritárias e diminuiu a necessidade de correções em produção. A Zurich segue expandindo o modelo para domínios de negócio e cadeia de fornecedores, gerando ganhos de eficiência operacional, redução de riscos e maior previsibilidade na entrega de soluções digitais. 

“O grande aprendizado desse case foi mostrar que segurança não é apenas tecnologia. Pessoas, cultura e engajamento são fundamentais para sustentar essa transformação ao longo do tempo.”, complementa Zilea. 

Hero Seguros lança Xavier 2.0 e amplia aposta em tecnologia proprietária

A Hero Seguros, insurtech que transformou o seguro-viagem no Brasil com tecnologia, experiência e personalização, anuncia o lançamento do Xavier 2.0, nova versão do seu sistema proprietário de emissão, que representa um avanço estratégico na forma como a companhia utiliza tecnologia para simplificar processos, ganhar escala e profissionalizar a venda de seguros no Brasil. A atualização traz melhorias significativas em experiência do usuário (UX), interface (UI) e funcionalidades, consolidando a Hero como uma insurtech orientada por produto e focada em resolver demandas reais do mercado.

Desenvolvido integralmente de forma interna, o Xavier é o principal pilar tecnológico da operação da Hero Seguros. É por meio da plataforma que parceiros realizam cotações, emissões individuais e em grupo, vendas em lote e a gestão completa da jornada do seguro. Com o Xavier 2.0, essa experiência foi redesenhada para ser ainda mais intuitiva, organizada e eficiente, sem gerar rupturas de acesso ou impactos na continuidade das vendas.

“O Xavier 2.0 traduz a estratégia de produto da Hero Seguros ao combinar tecnologia, dados e uma arquitetura moderna para resolver desafios reais do mercado. Desenvolvido com base em feedbacks práticos dos parceiros, o sistema foi projetado para operar altos volumes de transações com estabilidade, reduzir fricções operacionais e acelerar a eficiência do processo de vendas. Suas funcionalidades impulsionam o crescimento em escala, aumentam a produtividade comercial e entregam uma experiência simples, segura e confiável para quem vende seguro todos os dias”, afirma Vinicio Santos, diretor de tecnologia da Hero Seguros.

Entre os principais avanços do Xavier 2.0 está a democratização da emissão em grupo, agora disponível para todos os parceiros da companhia. A funcionalidade permite o upload de planilhas padronizadas, validação automática de dados, edição de passageiros e emissão em lote, além do download unificado dos bilhetes, um ganho direto de produtividade, autonomia comercial e redução de erros operacionais.

Outra grande novidade é o White Label Factory, uma das funcionalidades mais aguardadas pelos parceiros. A ferramenta permite a criação de sites de venda personalizados para parceiros, agências e vendedores, de forma simples e rápida. É possível, também, colocar um site de vendas no ar em menos de 5 minutos, sem necessidade de conhecimento técnico, acelerando a entrada no mercado e ampliando o potencial de vendas de forma imediata.

A reformulação completa de UX e UI também reorganiza a navegação e reduz atritos no dia a dia de agentes, parceiros emissores e novos negócios. A lógica de venda permanece familiar, mas a jornada foi otimizada para acompanhar o crescimento do volume de operações e a diversificação dos canais da Hero Seguros.

O lançamento do Xavier 2.0 reforça o posicionamento da empresa como uma insurtech que constrói tecnologia proprietária como vantagem competitiva, a partir de uma leitura profunda das dores do mercado.

“Não se trata apenas de um sistema mais bonito ou mais moderno, mas de uma plataforma pensada para dar escala, segurança e tranquilidade para quem vende seguro todos os dias”, destaca Guilherme Wroclawski, CEO da Hero Seguros

A partir de 22 de janeiro, todas as emissões passam a acontecer exclusivamente no Xavier 2.0, consolidando a nova versão como base tecnológica da operação e reforçando o compromisso contínuo da Hero Seguros com inovação, eficiência e foco no parceiro.

IRB(RE) muda estratégia e decide criar duas seguradoras

O IRB Brasil Re decidiu dar um passo estrutural e anunciou a criação de duas seguradoras próprias, marcando uma mudança relevante em seu modelo de negócios. A companhia pretende atuar diretamente nos segmentos de danos gerais e de vida e previdência, ampliando sua presença na cadeia de seguros.

De acordo com reportagem do Brazil Journal, a estratégia ocorre após anos de reestruturação, melhora operacional e recuperação financeira. O objetivo central é reter prêmios no mercado doméstico, reduzir a exportação de riscos ao exterior e criar novas fontes recorrentes de receita.

A seguradora de danos gerais terá foco em grandes riscos corporativos, operando de forma integrada ao resseguro do grupo. Com isso, o IRB busca capturar negócios desde a origem, fortalecendo sua posição em contratos de maior porte.

Já a seguradora de vida e previdência será construída de forma gradual. O plano prevê atuação seletiva, com underwriting mais conservador e uso de canais que agreguem valor ao grupo, evitando exposição excessiva ao risco.

CNseg figura entre as Top 5 no ranking Focus de curto prazo

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) alcançou a 4ª posição no ranking Top 5 de Curto Prazo Anual (2025) do Boletim Focus, divulgado em janeiro de 2026 pelo Banco Central do Brasil. No levantamento, a entidade obteve nota final de 8,4457, posicionando-se entre as instituições com maior precisão nas projeções macroeconômicas de curto prazo.

O resultado reforça a consistência técnica das estimativas produzidas pela CNseg em um ambiente de elevada complexidade econômica, no qual a acurácia das projeções é um diferencial relevante para a leitura do cenário e a tomada de decisão.

No ranking de Longo Prazo Anual (2025), também divulgado no mesmo período, a CNseg aparece na 12ª colocação, com nota final de 7,4050, mantendo presença entre os participantes avaliados pelo sistema.

Estar entre as instituições com nota máxima no Sistema de Expectativas do Banco Central do Brasil é um marco importante para a CNseg, que entrou para o grupo em novembro de 2022, pois mostra a seriedade reconhecimento das estimativas que regem o setor segurador.

De férias com a Porto: Centro Automotivo Porto Serviço oferece check-up gratuito até o fim de fevereiro  

Para quem vai pegar a estrada no Carnaval, a Porto Serviço preparou uma campanha especial nos Centros Automotivos. De 1 a 28 de fevereiro, motoristas poderão realizar gratuitamente uma inspeção visual em mais de 30 itens do veículo*, além de aproveitar condições diferenciadas para manter o carro em dia. 

A iniciativa “De férias com a Porto” é válida para todos os públicos, sejam ou não clientes da companhia, e contempla a avaliação da área do motor, freios, suspensão, iluminação, fluidos e bateria. O objetivo é reforçar os cuidados com segurança veicular durante o verão, época em que aumenta o volume de deslocamentos nas rodovias do país. 

A ação é válida para veículos a gasolina, etanol ou flex, mediante agendamento prévio em qualquer uma das unidades dos Centros Automotivos Porto Serviço distribuídos pelo Brasil. 

Mais informações sobre condições, formas de pagamento e o regulamento completo estão disponíveis diretamente nas oficinas ou no site porto.vc/centroautomotivoporto

*Check-up visual gratuito dos principais itens do veículo (área do motor, freios, suspensão, iluminação, fluidos e bateria). Não inclui scanner ou desmontagem de peças complexas. 

Aon anuncia Leonardo Coelho como CEO para o Brasil 

A Aon anuncia Leonardo Coelho como CEO para o Brasil, efetivo a partir de 10 de fevereiro. Leonardo Coelho assume a liderança do negócio brasileiro em um momento em que as organizações enfrentam maior complexidade, transformação setorial e riscos interconectados cada vez mais intensos, demandando soluções que apoiem a tomada de decisões em um ambiente volátil. À frente do time no Brasil, o executivo será responsável por impulsionar a estratégia de crescimento da empresa e ampliar a oferta de soluções em Risk Capital e Human Capital em um dos mercados mais relevantes da Aon na América Latina e no contexto global da companhia, com imenso potencial econômico.

Com carreira inteiramente dedicada ao setor de seguros e ampla experiência em posições de liderança sênior em empresas relevantes do mercado brasileiro, o executivo soma mais de sete anos de trajetória na Aon, anteriormente como head de Health & Talent para o Brasil. Leonardo sucede a José Luis Plana, que acumula mais de 14 anos de contribuições à companhia em posições estratégicas na região da América Latina.

“A nomeação de Leonardo Coelho reforça nosso compromisso com uma liderança profundamente conectada às necessidades locais de nossos clientes. Estou seguro de que Leonardo desempenhará um papel fundamental promovendo o crescimento sustentável do negócio no Brasil, com impacto em toda região da América Latina. Sua experiência e profundo conhecimento serão fundamentais para que sigamos apoiando nossos clientes com clareza e confiança”, afirma Alejandro Galizia, CEO para a América Latina na Aon. “Agradecemos a Jose Luis Plana por sua visão estratégica, dedicação aos clientes e compromisso com nossos colegas, que certamente deixam um impacto duradouro em nossa companhia.”

Regis Dudena assume Secretaria de Reformas Econômicas, que inclui o setor de seguros

Regis Dudena secretario Ministério da Fazenda

Regis Anderson Dudena foi nomeado para exercer o cargo de secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda (CCE 1.17), substituindo Marcos Barbosa Pinto, que deixou a função no início de janeiro. A mudança marca o início de uma nova fase na condução da agenda de reformas econômicas da pasta, que nos últimos anos teve forte interlocução com o mercado segurador.

Marcos Barbosa Pinto deixou o cargo em 2 de janeiro e planeja retornar ao setor privado com a criação de uma gestora de fundos de investimento no Rio de Janeiro. O novo negócio terá como foco investidores de patrimônio elevado, dispostos a alocar recursos em estratégias com horizonte de longo prazo. A iniciativa representa uma volta ao mercado financeiro, agora em empreendimento próprio. Antes de ingressar no governo, Barbosa Pinto foi sócio da Gávea Investimentos por oito anos, gestora fundada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga.

Os planos do ex-secretário foram comunicados à Comissão de Ética Pública da Presidência da República (CEP), que avaliou haver potencial conflito de interesses e determinou a aplicação de uma quarentena de seis meses. O período conta a partir da exoneração e impede Barbosa Pinto de atuar em atividades privadas diretamente relacionadas às atribuições exercidas no cargo público.

Durante sua passagem pela Secretaria de Reformas Econômicas, Barbosa Pinto teve papel relevante no diálogo com o setor de seguros, especialmente em temas ligados à política de investimentos das seguradoras e entidades de previdência. Em entrevista à Revista de Seguros, da CNseg, ele defendeu que o mercado segurador brasileiro ampliasse e diversificasse suas alocações, reduzindo a dependência histórica de títulos públicos.

Segundo Barbosa Pinto, uma maior exposição a ativos como crédito privado, debêntures de infraestrutura e instrumentos de financiamento de longo prazo poderia contribuir tanto para melhorar a rentabilidade das seguradoras quanto para apoiar o desenvolvimento econômico do país. Ele também destacou a necessidade de ajustes regulatórios que aproximassem o arcabouço brasileiro das práticas internacionais, preservando os critérios de solvência e segurança do sistema.

O setor de seguros desempenha papel significativo na economia brasileira, com o mercado supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) movimentando cerca de R$ 376,17 bilhões entre janeiro e novembro de 2025, com destaque para o crescimento de segmentos como seguro de vida. O faturamento total das seguradoras brasileiras ultrapassou R$ 202 bilhões no acumulado do mesmo período, e o lucro líquido chegou a R$ 36,3 bilhões, segundo análise de mercado.

As projeções divulgadas por entidades do setor apontam que o mercado de seguros deve fechar 2025 com crescimento robusto e manter expansão em 2026, com expectativa de alta em torno de 8% no próximo ano. As reservas técnicas — os montantes que as seguradoras e entidades de previdência acumulam para honrar compromissos futuros — cresceram de forma expressiva nos últimos anos, ultrapassando R$ 2 trilhões em outubro de 2025, refletindo a consolidação e a solidez do setor como um grande investidor institucional na economia brasileira.

Regis Dudena, que assume agora a Secretaria de Reformas Econômicas, ocupava anteriormente o cargo de secretário de Prêmios e Apostas no Ministério da Fazenda. Advogado de formação, ele passa a comandar uma área estratégica para a agenda econômica do governo, responsável por temas estruturais que incluem reformas regulatórias e o relacionamento com setores-chave da economia, como o mercado financeiro e o setor de seguros.

A expectativa do mercado é acompanhar como a nova gestão dará continuidade — ou imprimirá ajustes — às discussões em curso, especialmente em um momento em que seguradoras, resseguradoras e investidores institucionais buscam maior previsibilidade regulatória e espaço para ampliar sua atuação em investimentos de longo prazo.

VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros: conheça os jornalistas finalistas

Estão definidos os 30 finalistas do VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros, promovido pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Os melhores trabalhos foram eleitos após atribuição de notas da Comissão de Seleção do Prêmio, que avaliou 290 inscrições.

Confira abaixo a relação dos 30 finalistas por categoria:

Allianz – Seguro Rural

Adriana Marinelli (Coautora Ludymila Siqueira) – “Seguro rural atua para mitigar riscos da crise climática no campo” (Jornal A Redação);

Cristian Delosantos – “Seguro Rural: a solução para evitar perdas no campo, mas burocracia ainda é obstáculo para os produtores de SC” (CBN Floripa);

João Carlos Labruna – “Seguro no campo” (Revista Segurador Brasil);

Lorenzo Dornelles – “Com R$ 16 bilhões em perdas na última década, seguro rural vira pilar de sobrevivência no campo” (Portal ND Mais);

Rafael Walendorff – “Falta de subvenção a seguro rural ameaça a proteção da soja” (Jornal Valor Econômico).

CAPEMISA – Previdência e Vida

Gilson Monteiro – “Mulheres seguras: câncer de mama e outras doenças graves aumentam busca por seguro de vida entre público feminino” (Portal TNH1);

Maria Lúcia D’Urso – “Longevidade e mudança no clima desafiam planejamento financeiro” (Jornal Valor Econômico);

Patrícia Maria Alves – “Entre o amanhã e o agora: aumento de plataformizados levanta debate sobre renda futura” (Folha de Londrina);

Vanessa da Rocha – “Quando a segurança vira produto: boom de PJs impulsiona mercado de seguros em SC” (Portal ND Mais);

Verena Veloso – “Mercado Segurador: o crescimento da previdência privada no Brasil” (BandNews Salvador).

FenaCap – Capitalização

Adriana Aguilar – “Fôlego renovado” (Revista Valor Econômico – Financeiro Seguros e Previdência);

Ana Mello – “Capitalização ganha força como garantia locatícia e vira solução de segurança e liquidez no mercado imobiliário” (Portal CQCS);

Cristiane Noberto – “Títulos de capitalização entram no radar de concessões e mineração” (CNN Brasil);

Fernanda Torres – “Cotidiano e Esperança: os caminhos de Diandra e Wesley nas APAEs gaúchas” (Portal JRS);

Thais Ruco – “A vez da capitalização” (Jornal dos Corretores de Seguros – JCS).

MAPFRE – Sustentabilidade & Seguros

André Felipe de Lima – “Daqui pra frente, tudo vai ser diferente” (Revista Apólice);

André Tomazela – “Quanto custa uma catástrofe?” (Revista Valor Econômico – Financeiro Seguros e Previdência);

Antonio Carlos Teixeira (Coautora Sônia Araripe) – “Seguro: O Agente Estratégico do Financiamento Climático Global” (Revista Plurale);

Carol Kossling – “Taxonomia Sustentável Brasileira redefine regras do jogo para investimentos e sustentabilidade” (Jornal O Povo);

Danilo Moliterno – “Mudança climática deixa perda anual de R$ 30 bi no campo e desafia seguros” (CNN Brasil).

Unimed – Seguros Gerais

Arthur Moraes – “Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras” (Portal Seguro Gaúcho);

Cinthya Oliveira (Coautora Tatiana Lagôa) – “Supervivência” (Jornal O Tempo);

Jaqueline Fonseca – “Fim do DPVAT prejudica milhares de pessoas e DPU busca reparação” (Portal Metrópoles);

Marcelo Bruzzi – “Golpe do seguro: quadrilhas inventam crimes para ter acesso a indenizações milionárias” (Rede Globo/GloboNews);

Raphael Guerra – “Aumento de golpes virtuais contra idosos acende alerta e aquece mercado de seguros” (Jornal do Commercio).

Saúde Suplementar

Carol Rodrigues – “Plano de saúde ainda é incompreendido, embora seja reconhecido pela população” (Revista Cobertura);

Edis Henrique Peres – “Queixas sobre cobertura para autistas em planos de saúde aumentam 10 vezes em 5 anos” (Portal R7);

Ingrid Coelho – “Custo dos planos de saúde para jovens dobra em cinco anos no Ceará e supera alta entre idosos” (Diário do Nordeste);

João Pedro Polido – “Seguro-viagem: proteção além das fronteiras do seguro saúde regional” (Jornal dos Corretores de Seguros – JCS);

Leticia Lopes – “IA ganha ainda mais espaço na medicina privada” (Jornal O Globo).

Apoio

Esta oitava edição conta com o apoio de grandes empresas e entidades, que dão nome a cinco das seis categorias: Allianz – Seguro Rural; CAPEMISA – Previdência e Vida; MAPFRE – Sustentabilidade & Seguros; Unimed – Seguros Gerais; FenaCap – Capitalização; e Saúde Suplementar.

A Tokio Marine também é patrocinadora do Prêmio ao ceder, em forma de permuta, a casa de espetáculos Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP), para sediar o evento de anúncio dos vencedores.

Premiação em março

Os trabalhos finalistas agora serão submetidos à Comissão de Julgamento, que elegerá os vencedores em cada uma das seis categorias e, também, o vencedor geral do Prêmio, que ganhará o título “Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros”.

A cerimônia que anunciará os vencedores acontecerá no dia 3 de março, às 19h, no Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP).

Os autores dos três melhores trabalhos em cada categoria serão contemplados com R$ 20 mil (1º lugar), R$ 10 mil (2º lugar) e R$ 5 mil (3º lugar), totalizando R$ 210 mil em premiações.

O “Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros” receberá, adicionalmente, bolsa de estudos em uma das imersões internacionais que a ENS promoverá em 2026, com passagens e hospedagens pagas.

Folha: Vorcaro ofereceu seguro da Kovr à Justiça em troca de desbloqueio de R$ 5 milhões

Fonte: Folha

Durante processo judicial que se arrasta desde 2022 sobre uma dívida de R$ 7,4 milhões após a compra do grupo que deu origem à Kovr Seguradora pela família Vorcaro, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, chegou a oferecer em troca do desbloqueio de seus bens um seguro da Kovr no valor de R$ 9 milhões.

Vorcaro entrou como garantidor da aquisição e, como houve inadimplência, a Justiça mandou bloquear bens do ex-banqueiro no valor de R$ 5 milhões. Ele então apresentou, como substituição ao bloqueio, uma apólice de seguro garantia judicial da Kovr, de R$ 9,2 milhões.

O produto seria a garantia de pagamento da dívida enquanto o processo corre na Justiça sem uma solução. Ou seja, a devolução do valor só aconteceria, de fato, após o trânsito em julgado. A apólice tinha validade até agosto de 2027. A ação ainda segue na Justiça.

Em sua decisão, o juiz Antonio Carlos de Figueiredo Negreiros, da 7ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou o pedido de Vorcaro de substituição da penhora pela apólice, dizendo que já havia naquele momento (agosto de 2022) condição de satisfação da execução da dívida, ao menos em relação à parte incontroversa, que eram os R$ 5 milhões.

A briga ainda continua na Justiça sobre o índice de correção monetária dessa dívida.

Consultada sobre o processo, a assessoria de Daniel Vorcaro disse que não vai comentar.

ENTENDA A DISPUTA

O caso que resultou na determinação de penhora de bens remonta a 2017, mas a briga judicial acontece desde 2022 na 7ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Conforme o Painel S.A. noticiou, a Alliance Participações, empresa que tem o pai e a irmã de Daniel Vorcaro como sócios, comprou em 2017 participação acionária na Segpar Participações do fundo Hermes Capital Semente e da NPF Participações, comprometendo-se a pagar R$ 5 milhões.

Com a aquisição, a empresa de Henrique Moura Vorcaro (pai de Daniel) e Natalia Bueno Vorcaro Zettel (irmã do ex-banqueiro), passou a deter o controle da Segpar, com 77% das ações, enquanto os outros 23% eram detidos pelo fundo Hermes.

O principal ativo da Segpar era o Grupo InvestPrev, que atuava nas frentes de seguros, capitalização e previdência. Foi esse grupo que, posteriomente, deu origem à Kovr Seguradora.

Kovr foi vendida pouco antes da liquidação do Master, que aconteceu em novembro do ano passado.

Posteriormente à aquisição da Segpar pelos Vorcaros, o fundo Hermes liquidou sua participação, que foi sucedida pela NPF Participações. Nesse momento, segundo consta no processo, houve alteração no contrato de compra e venda da Segpar pela Alliance e Daniel Vorcaro entrou como garantidor da aquisição, que ainda não havia sido quitada.

A ação judicial diz que, em 2020, a NPF Participações sofreu liquidação voluntária, e o acionista Luiz Eduardo Franco de Abreu passou a figurar como seu sucessor, assumindo como credor da Alliance na compra do controle da Segpar.

Franco de Abreu foi CEO, na década de 1990, do BRB (Banco de Brasília) e, posteriomente, nos anos 2000, do braço de investimentos do Banco do Brasil. Ele ingressou com a ação para pleitear o pagamento da dívida em 2022, à época calculada em R$ 7,1 milhões.

Após uma longa disputa judicial que se arrasta desde então, Daniel Vorcaro teve R$ 5 milhões bloqueados referentes à garantia que deu na compra da participação da Segpar em 2017.

Para garantir o pagamento do remanscente da dívida, hoje no valor de R$ 2,4 milhões, que diz respeito à correção monetária e multa, a Justiça determinou, em novembro de 2025, que fossem penhorados bens nessa soma da Alliance.

CRÉDITO DE CARBONO

Conforme a Folha noticiou, a Alliance, uma sociedade anônima fechada, também foi usada pela família Vorcaro para investir em um projeto bilionário irregular de créditos de carbono realizado sobre terras públicas e baseado em valores inflados, sem lastro na realidade do mercado.

A reportagem mostrou, com base em documentos, que os Vorcaros estão envolvidos desde a origem no plano de explorar esses créditos em uma área da Amazônia, por meio da alavancagem financeira realizada com fundos da administradora Reag.

Dois fundos sob gestão da Reag tiveram seu patrimônio reavaliado porque duas empresas das quais eles eram acionistas foram turbinadas em mais de R$ 45,5 bilhões com a geração de carbono advinda de uma área pública da União na Amazônia, o que é irregular.

Caminhos para o RH promover acesso ampliado e sustentável ao plano de saúde

Flavio Bitter Bradesco Saúde

Por Flávio Bitter, diretor da Bradesco Saúde

Diversos levantamentos sobre benefícios corporativos indicam que o plano de saúde figura entre os mais valorizados pelos colaboradores, exercendo papel estratégico na atração e retenção de talentos. Um dos mais recentes, a Pesquisa de Benefícios da Robert Half, confirma que a assistência à saúde é o benefício não-financeiro mais importante para os empregados.

Em um cenário de custos médico-hospitalares que crescem ano após ano acima dos índices gerais de inflação, a busca por soluções sustentáveis de planos de saúde é crucial para que os RHs das empresas consigam oferecer a colaboradores e seus familiares esse benefício tão desejado, sem comprometer o orçamento.

É nesse contexto que a coparticipação, que consiste no compartilhamento de parte dos custos entre empresa e colaborador, tem se destacado como um modelo capaz de conciliar cuidados com a saúde de forma sustentável e a preço acessível.

Ao conferir maior previsibilidade orçamentária, preserva a capacidade de oferecer o benefício de forma sustentável. Um plano com percentual médio de coparticipação de 30% em procedimentos ambulatoriais como consultas, exames e terapias, por exemplo, pode representar redução de mais de 20% de custo fixo do plano para a empresa, especialmente entre as PMEs.

Além disso, conforme estabelecem a Lei dos Planos (9.656/98) e resoluções normativas da ANS, a coparticipação, sem a cobrança de contribuição fixa mensal do titular, evita passivo para as empresas nas situações de demissão sem justa causa (artigo 30) ou aposentadoria (art. 31) do colaborador, que tem o direito de permanecer no plano coletivo empresarial nas mesmas condições de cobertura e de preço que tinha enquanto ativo, desde que assumindo o custo integral da mensalidade.

Do ponto de vista do comportamento do beneficiário, a contribuição com uma pequena parcela prevê um uso mais consciente do plano. É o fenômeno conhecido como moral hazard. E se levarmos em conta o princípio do mutualismo, essência do seguro e da saúde suplementar, chegamos à inequívoca constatação de que mais pessoas utilizando o plano de forma adequada têm como consequência um produto mais acessível e sustentável para todos.

Os números mostram a aprovação dos beneficiários a esse modelo que equilibra acesso e custo: recente pesquisa do Vox Populi para o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostra que 84% dos entrevistados com plano de coparticipação consideram o valor razoável ou baixo. 

Por todos esses motivos, a adesão entre as empresas à coparticipação tem sido crescente. De acordo com a “Pesquisa de Benefícios de Saúde e Bem-Estar 2024”, realizada pela corretora Pipo Saúde em parceria com a MIT Management Sloan Review Brasil, o percentual de empresas que adotaram a coparticipação passou de 52% para 65% entre 2023 e 2024. O desafio, no entanto, está em disseminar esse conceito entre as micro, pequenas e médias empresas. Mesmo representando mais de 90% dos contratos coletivos de planos de saúde no Brasil, as PMEs são apenas 25% entre as que oferecem o modelo de coparticipação.

Fato é que a coparticipação representa uma importante evolução na forma como as empresas encaram a gestão de benefícios. Quando bem desenhada — com percentuais adequados, comunicação clara e alinhamento com programas de promoção de saúde — ela promove equilíbrio entre investimento e valor percebido. As empresas que adotam esse modelo frequentemente apresentam melhor saúde financeira e maior sustentabilidade do uso ao longo do tempo.

Cabe ao RH atuar como protagonista nessa jornada: educando, engajando, esclarecendo dúvidas e garantindo que o benefício seja percebido não apenas como proteção, mas como parte essencial da cultura de cuidado da organização. Dessa forma, levaremos a tranquilidade do plano de saúde a mais empresas e a mais brasileiros.