O CEO do Grupo Generali, Philippe Donnet, foi nomeado o melhor executivo do setor de seguros pelo segundo ano consecutivo na Institutional Investor, revista especializada em pesquisas independentes na área de finanças internacionais. Além desse destaque, outro diretor do Grupo foi laureado: Cristiano Borean, melhor CFO do setor de seguros europeu.
A equipe de “Relações com Investidores e Agências de Rating” também ficou em primeiro lugar nas categorias “Melhor Equipe de RI” e “Melhores Profissionais de RI”. A Generali também ficou com a primeira colocação em “Melhores ESG” e a segunda posição no “Melhor Conselho de Empresa”.
O CEO Philippe Donnet disse: “Estamos orgulhosos que a comunidade financeira mais uma vez reconheceu o compromisso da Generali com as melhores práticas internacionais. Como seguradora líder na Europa, nosso foco em fornecer informações com comunicação oportuna, clara e confiável é essencial à medida em que entregamos com sucesso a nossa estratégia ‘Lifetime Partner 24: Impulsionando o Crescimento’. Agradeço a todos os colegas pelo excelente trabalho, que permitiu ao nosso Grupo receber estes importantes reconhecimentos”.
O ranking reflete a avaliação de mais de 1,6 mil profissionais, investidores e analistas financeiros. Os CEOs foram avaliados pelos critérios de credibilidade, liderança e comunicação, enquanto os CFOs na alocação de capital, gestão financeira e comunicação. Além disso, foram avaliadas a qualidade do conselho de administração e métricas ESG.
Vários fatores foram examinados para avaliar as atividades de Relações com Investidores, incluindo roadshows, qualidade de informações financeiras, conhecimento do negócio e do mercado, entre outros.
Pelo quarto ano consecutivo, a Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, celebra o reconhecimento no ranking de Instituições Financeiras – Seguradoras da Great Place to Work de 2023, consultoria que avalia empresas com os melhores ambientes de trabalho em todo o mundo. Este ano, a companhia garantiu o 2º lugar na categoria, mantendo a posição em relação ao ano passado.
Novamente entre as cinco melhores seguradoras para se trabalhar no Brasil, o reconhecimento da Liberty é fruto do trabalho que a companhia vem fazendo nos últimos anos para garantir que todos os colaboradores se sintam seguros e acolhidos, bem como das iniciativas em andamento com foco em inclusão, bem-estar e desenvolvimento dos funcionários.
“Os colaboradores são parte fundamental do que a Liberty é e quer ser no futuro, por isso, é muito gratificante estar, novamente, entre as melhores empresas para se trabalhar no ranking da Great Place to Work de 2023”, comemora a Diretora de Talentos da companhia, Delane Giannetti. “Temos registrado uma performance histórica de negócios, algo que só seria possível com uma estratégia sólida e compromisso diário de todas as áreas. Olhamos para as pessoas de forma holística e valorizamos o desenvolvimento e bem-estar de todos, e continuaremos a operar desta forma para que a companhia seja um lugar cada vez melhor para todos”, completa a executiva.
Bem-estar e crescimento em primeiro lugar
As pessoas sempre foram prioridade para a Liberty, e essa premissa foi mantida entre 2022 e 2023. Cuidar dos colaboradores é indispensável, por isso, a companhia deu continuidade aos projetos implementados em 2020 e lançou ações novas para fomentar o acolhimento e a qualidade de vida para todos os times.
Atualmente, a seguradora tem mais de 40 iniciativas em diversas frentes com esse propósito, como a Happy Friday, que permite aos funcionários fazerem uma jornada mais curta às sextas-feiras, e a extensão das licenças maternidade e paternidade. A Liberty também realiza múltiplas atividades com foco na saúde física e mental dos funcionários.
Outra prática de destaque foi a continuidade do modelo de trabalho híbrido, nos Hubs da empresa, formato lançado durante a pandemia. O modelo promove conexões significativas entre os colaboradores, no formato físico ou digital, e oferece maior flexibilidade para todos os funcionários. Além disso, a seguradora disponibiliza centenas de treinamentos com acesso para todos, como programas de coaching e ações voltadas à capacitação contínua.
Diversidade e equidade de gênero
A Liberty tem uma agenda muito forte e perene de ASG, que guia diversos projetos internos. Um deles é o trabalho em prol da equidade de gênero, com a qual a empresa tem um compromisso de anos. A companhia constantemente fortalece e amplia incentivos, além de dar cada vez mais oportunidades para as mulheres em cargos de liderança. Este é um movimento indispensável, que é refletido no quadro da seguradora: hoje, 51% do quadro de funcionários é feminino e 45% dos líderes são mulheres.
Além disso, a companhia se dedica fortemente aos temas de DEI, fomentando um ambiente cada vez mais inclusivo. Um bom exemplo desse trabalho foi a criação de grupos de afinidade dentro da companhia, que contam com colaboradores que atuam como protagonistas de seus temas e trabalham em planos de ação para tornar a Liberty uma empresa ainda mais igualitária. Atualmente, são cinco grupos: Equidade de Gênero, LGBTQIA+, Pessoas com Deficiência, Gerações e Afro e Etnias.
Em junho deste ano, mês em que é celebrado o Orgulho LGBTQIA+, a empresa promoveu uma palestra com Gabriela Augusto, primeira pessoa trans a ser reconhecida pela Forbes Under 30 e que atua ao lado de grandes organizações do Brasil e do mundo em iniciativas de DEI. Além disso, outra forma que a Liberty encontrou para celebrar essa causa foi a produção do podcast “DEIcast – Não sabia, agora sei”, lançado em 2022. Na temporada deste ano, os episódios foram gravados no estúdio da Fundação Dorina Nowill, referência em inclusão de pessoas com deficiência visual.
A iniciativa é parte de uma ação de letramento do Grupo Liberty Brasil, que traz conteúdos desenvolvidos por especialistas em diversidade para toda a companhia, contribuindo para que o conhecimento seja disseminado. Por meio dele, é possível despertar reflexões voltadas para diversidade, equidade e inclusão, tanto para os funcionários e funcionárias quanto para a comunidade de forma geral.
O trabalho de diversidade, equidade e inclusão na Liberty não se limita à raça, gênero ou orientação sexual. A companhia também avalia ritmos, modelos mentais, faixa etária, entre outros pontos, a fim de olhar para as pessoas de forma ampla.
Chegou ao fim a primeira edição do The Town, o maior festival de música, cultura e arte de São Paulo (SP). A Porto, patrocinadora oficial do evento, esteve presente com diversas atrações e ativações, cuidando do público nessa maratona sonora e visual. Aproximadamente 6 mil pessoas compareceram ao Lounge Porto e 50 mil se divertiram na montanha-russa (uma ativação branded) durante o festival, de acordo com levantamento da companhia.
“Após cinco dias de maratona, com grandes atrações da música nacional e internacional, nos despedimos da primeira edição do festival. Essa jornada se encerra com a certeza de dever cumprido, com mais de 56 mil visitas em nossos espaços (montanha-russa e lounge). Levamos nossa plataforma de comunicação – Todo cuidado é Porto – para o festival e fizemos história na primeira edição do evento. Colaboradores, corretores, clientes, influenciadores e artistas puderam presenciar de perto nossas ações e o cuidado que tivemos com cada um deles, afinal queremos ser um porto seguro para as pessoas e seus sonhos”, afirma Luiz Arruda, VP Comercial de Marketing, Cliente e Dados.
Social
O Lounge Porto contou com diversas celebridades, artistas, personalidades e influenciadores nesse intervalo de 2 a 10 de setembro. Entre tantos nomes, destacam-se o ator Thiago Lacerda, a dançarina Sheila Mello, a apresentadora Gianne Albertoni, a atriz Gabriela Duarte, o apresentador e comediante Raoni Oliveira, a dupla de artistas Os Gêmeos, as modelos Mari Gonzalez e Ana Paula Minerato, a jogadora da seleção brasileira de vôlei Fabiana Claudino, a atriz e roteirista Isabela Mariotto, o cantor Vini Gram, o ex-BBB Ricardo Alface, a empresária Cris Arcangeli, o arquiteto e apresentador Renato Mendonça e os influenciadores Matheus Pasquarelli e Júlia Franco.
Todo esse público pôde apreciar o espaço da companhia, com vantagens exclusivas, como o rooftop com a vista impagável para o palco Skyline, o karaokê no primeiro piso, as tomadas para recarga de celular, os pufes e as arquibancadas para descansar entre um show e outro, além do conforto e do cuidado com os detalhes durante essa jornada cultural.
A montanha-russa da Porto foi um verdadeiro hit no festival, ao lado de outros brinquedos. Com dois loopings, a atração comportava até 24 pessoas por vez, sendo 12 em cada veículo. Com um trajeto de aproximadamente 15 minutos, a atração branded elevou ainda mais o nível de adrenalina de festival. Muitos fizeram questão de esperar na fila, ansiosos para tirar aquela selfie ou fazer um vídeo durante a descida.
Todo cuidado é Porto
Em junho, a Porto lançou sua nova plataforma de comunicação, com o conceito “Todo cuidado é Porto”, reforçando o zelo que a empresa tem com seu público, um diferencial que a tornou conhecida por mais de 12,7 milhões clientes em 77 anos de atuação. Para promover a ação, peças de mídia OOH disponíveis em diversos pontos das principais vias de São Paulo, foram atualizadas em tempo real com o número de serviços prestados em diversos segmentos, mensurando a extensão dos cuidados da Porto nos momentos cotidianos.
No festival, a companhia aproveitou para impulsionar esse conceito, adotando a assinatura “No The Town 2023, todo cuidado é Porto”. Essa tagline pôde ser vista também no Lounge por meio de um backdrop, onde muitos tiravam suas selfies. Para tangibilizar essa entrega, houve ainda um squad de creators com perfis diversos e selecionados criteriosamente para levar o cuidado da Porto em forma de entretenimento e diversão
O mercado segurador brasileiro é um dos principais da América Latina na oferta de produtos e de inovação, que foi ainda mais evidenciada a partir de 2020 com o surgimento acelerado de insurtechs, como são conhecidas as startups de seguros. Um estudo amostral, conduzido entre 2021 e 2022 pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), analisou os motivos que impulsionaram o crescimento deste modelo de negócios e concluiu que as mudanças na economia e na indústria seguradora ajudaram a tornar o ambiente atrativo aos empreendedores e a atingir um nível de organização bastante maduro em todo o ecossistema.
Há cerca de dois anos, a quantidade destas empresas ainda era tímida, mas as transformações sentidas pelo mercado após 2019 possibilitaram a criação de mais insurtechs. Segundo dados mais recentes do Digital Insurance Latam, o Brasil é considerado o motor da América Latina neste modelo de negócio. Das 464 startups de seguros em funcionamento na região, 35% são brasileiras. Somente em 2022, ante 2021, o crescimento destas empresas foi de 32%.
O ano de 2021, em específico, foi muito promissor para as startups no Brasil, pois o volume de investimentos em venture capital, que são fundos voltados para aporte de recursos neste tipo de negócio, triplicou em um ano, passando de R$ 14,6 bilhões para R$ 46 bilhões, conforme pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP).
As fintechs e as insurtechs foram as que mais receberam investimentos nesse período, R$ 17,3 bilhões, o que representou 38% do total. As dez maiores rodadas de investimentos em insurtechs, em 2021, ultrapassaram meio bilhão de reais. Destas empresas, na ocasião do estudo, mais da metade estava participando do Sandbox (ambiente regulatório experimental) da Superintendência de Seguros Privados (Susep): Justos, Pier, Iza, Darwin Seguros, 88i e Flix.
O Sandbox foi um dos pontos identificados pelo estudo como catalisador da transformação do ambiente das insurtechs, pois reduziu as barreiras regulatórias para novos entrantes e flexibilizou regras e normas. Além deste, o bom desempenho do setor financeiro brasileiro e a mudança do comportamento do consumidor, com destaque para o avanço da digitalização no setor e a maior preocupação com a prevenção a riscos, foram essenciais para o crescimento dessas empresas.
As empresas participantes da análise informaram que existem três principais motivos que estimulam a criação das insurtechs: contribuir com produtos e serviços inovadores no mercado tradicional de seguros, fornecer soluções tecnológicas e atuar como canal de distribuição digital. Um consenso entre as empresas foi de que existe um mercado não explorado pelas seguradoras tradicionais.
Para o presidente da Comissão de Inteligência de Mercado, Gilberto Garcia, as insurtechs não ameaçam os negócios já existentes, uma vez que há espaço para muitos. “Um dos grandes desafios das seguradoras, na opinião dos entrevistados, é a falta de tempo para as áreas de negócios se dedicarem ao desenvolvimento de novos produtos ou ao conhecimento e implantação das tendências tecnológicas, com isso, as insurtechs podem atuar como parceiras, pois já nascem tecnológicas e conseguem pensar fora da caixa, propondo jornadas e perspectivas diferentes. O benefício para a seguradora é ter alguém pensando de forma diferente do seu dia a dia, não somente focado em resultados”, explica ele, que é diretor de dados da Liberty Seguros.
A expectativa é a mesma entre todos os atores do ecossistema, de que este movimento ganhe, nos próximos anos, ainda mais relevância e traga muitas mudanças e inovações para o mercado de seguros. Como oportunidades, a pesquisa destacou a parceria entre as seguradoras e insurtechs e novos modelos de negócio. “Estar presente e aberto a este novo ecossistema é o que irá garantir ao nosso setor a reinvenção necessária e comum a todos os demais setores existentes”, conclui Garcia.
A 180 Seguros anuncia a contratação de Paulo Umeki para o cargo de Advisor Técnico. A 180 aproveitará seu amplo conhecimento e experiência para fortalecer a companhia em um momento de validação e expansão de seus produtos após ter recebido a licença de seguradora (S3) da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Com mais de 30 anos de experiência no setor de seguros em cargos de liderança, atuando nas áreas técnicas e de produtos, o executivo irá contribuir principalmente no suporte à estruturação dos produtos de seguros, estratégia de precificação, subscrição de riscos e operações de atendimento e regulação de sinistros. Com passagens por seguradoras renomadas, como Liberty, SulAmérica, Unibanco e Mapfre Seguros – Umeki traz, com sua experiência única, um complemento para a proposta de alta tecnologia da 180.
O executivo se junta a Marcos Ferreira, ex-CEO da Mapfre Latam, que chegou a 180 em novembro de 2022, também como advisor, e tem desempenhado papel importante na estratégia da empresa. A insurtech acredita que o amplo conhecimento de mercado de Umeki e Ferreira, somado à proposta tecnológica da companhia, será um fator-chave na busca pela inovação e implementação de novos produtos e soluções.
“Estou entusiasmado em integrar este time excepcional e ajudar a impulsionar a próxima fase de crescimento da 180 Seguros. Acredito muito na proposta única de tecnologia da insurtech, que permite o desenvolvimento de um negócio de seguros eficiente, e quero contribuir com minha experiência, trazendo as melhores práticas para que este modelo cresça e ajude o mercado a evoluir”, conta Umeki.
Hoje, a 180 cresce com um modelo único, sendo uma insurtech com licença de seguradora e trazendo produtos e soluções diferenciadas para seus clientes B2B2C. “Neste ano, concentramos esforços no desenvolvimento da nossa seguradora e agora estamos colhendo os frutos, com mais de cinco parceiros que lançaremos ainda em 2023. Estamos com produtos inovadores mudando a forma tradicional do mercado e por isso, ter executivos que são referência no setor ao nosso lado, é uma importante validação de que estamos construindo uma jornada sólida”, explica o CEO e cofundador da 180, Mauro Levi D’Ancona.
A Seguros Unimed, seguradora e braço financeiro do Sistema Unimed, anuncia a chegada de três novos executivos em posições de alta liderança. Remegildo Milanez e Fabiano Pimentel passam a ocupar os cargos de diretor de Gestão do Cliente e membro do Conselho de Administração da Seguradora, respectivamente. Já Fábio Topal, especialista em vendas, atuará na superintendência Comercial e Produtos Susep. Na Unimed Participações, holding do Sistema Unimed, Sérgio Malburg assume a diretoria de Novos Negócios.
Os executivos já faziam parte da companhia em diferentes áreas e cooperativas do Sistema Unimed. De acordo com o presidente da Seguros Unimed, Helton Freitas, a chegada de profissionais com as mais diversas experiências contribui para dar continuidade a projetos já bem-sucedidos, como também contribuir com um novo olhar para as suas respectivas áreas de atuação, visando alavancar ainda mais os negócios da empresa.
“Além do conhecimento profundo em suas áreas e sobre a empresa em si, a visão de cada um deles traz novos pensamentos e mais frescor para continuarmos inovando no atendimento aos nossos beneficiários, bem como na implementação de projetos mais estratégicos nesse mercado competitivo de seguros”, afirma.
Fabiano Pimentel é Diretor-presidente da Unimed Vitória. Graduado na Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (Emescam) há quase 30 anos, ele se tornou médico cooperado da Unimed Vitória em 1998 — inclusive, já integrou o Conselho Fiscal da Cooperativa (2010). Foi conselheiro efetivo do CRM-ES e Diretor-presidente da Cooperciges (Cooperativa de Cirurgiões do Estado do Espirito Santo).
Fábio Topal (foto) é especialista em vendas, negociações e resultados de alta performance. Recém-chegado da Unimed Fortaleza, onde atuava como Superintendente de Mercado, já atua como executivo do Sistema Unimed desde 2018, com passagens pela Unimed Participações e Corretora Unimed Fortaleza.
Remegildo Gava Milanez é médico ginecologista obstetra com mais de 30 anos de prática clínica, atual presidente do Conselho de Administração da Unimed Vitória, onde já ocupou de 2011-2019 a Diretoria de Provimento de Saúde e a Diretoria de Mercado. Foi Diretor-Presidente do Hospital Metropolitano por mais de 15 anos. Além disso, presidiu a ASES (Associação dos Empresários do Município da Serra/ES) e foi conselheiro efetivo do CRM-ES.
Sua jornada profissional começou no Hospital Universitário de Vitória, Espírito Santo, onde completou sua residência médica de 1988 a 1990. Em seguida, trabalhou nos hospitais São José e Santa Rita. Foi membro e diretor do conselho de administração da Unimed Vitória.
Sérgio Malburg é formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo e Endoscopia. No Sistema Unimed, foi Superintendente, Vice-Presidente e Presidente da Unimed Litoral. É membro da Comissão Nacional de Honorários Médicos e Conselheiro Confederativo da Unimed do Brasil, além de Vice-Presidente da Unimed Mercosul e atual Presidente da Unimed Santa Catarina.
São Paulo, 08 de setembro de 2023 – A AXA no Brasil anuncia a chegada de Paulo Lisboa como superintendente de Property e Construction. O executivo tem 25 anos de experiência em seguros, com passagens pela Bradesco Seguros, Itaú e Chubb, onde atuou nos últimos oito anos com foco na subscrição de grandes riscos e atendimento a mega brokers, SME e varejo. Ele traz essa experiência para a AXA, com o objetivo de seguir fomentando o crescimento da empresa no segmento.
Paulo Lisboa é engenheiro civil com especialização em engenharia de segurança do trabalho. Na AXA no Brasil, reporta-se para Carla Almeida, Diretora de P&C, e para Ana Carolina Mello, vice-presidente de Subscrição.
“A carteira de Property é uma grande fortaleza da AXA e o ritmo de crescimento segue acelerado. Chego trazendo minha experiência nesse mercado, com forte atuação em grandes riscos, para contribuir com o meu conhecimento técnico e somar no relacionamento com corretores”, afirma Paulo Lisboa.
As transações realizadas via Pix se tornaram comuns no dia a dia. Para proporcionar mais segurança às pessoas em suas movimentações e evitar possíveis fraudes, o “Seguro Pix” é uma boa alternativa oferecida pelas seguradoras.
Nesse contexto, a Generali – uma das maiores seguradoras do mundo -, comenta que o Seguro para transações eletrônicas “Pix” é um produto completo, que contempla situações de roubo, subtração com evidência ou sob coação em transferências de dinheiro não-autorizadas.
“As situações de riscos podem acontecer a qualquer momento, principalmente com a facilidade de ter os aplicativos das contas bancárias no celular. Pensando nisso, desenvolvemos um produto que dá mais segurança aos clientes”, explica Claudia Lopes, Diretora Comercial & Marketing.
Uma importante vantagem do Seguro é que ele pode ser incluído em outros contratos, como, por exemplo, o Seguro Bolsa Protegida, Seguro Perda e Roubo de Cartão.
O mais atrativo do Seguro Pix é o seu valor mensal: os preços começam a partir de R$9,99. “É possível escolher o produto que mais atende às suas necessidades, tanto pelas coberturas quanto pelos valores. E o segurado também concorre a sorteios mensais ou semanais pela Loteria Federal”, complementa Claudia.
Popularização de pagamentos instantâneos Desde o lançamento do Pix, os pagamentos instantâneos se popularizaram no país. Levantamento da ACI WorldWide mostra que o Brasil é o segundo com maior número de transações em tempo real no mundo. Em 2022, foram mais de 29 bilhões de transações desse tipo no país, cerca de 15% do total no mundo.
De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), esse tipo de ataque mais do que dobrou – cresceu 165% – entre o segundo semestre de 2020 e o primeiro de 2021.
Claudia acredita que, além de boas informações e atenção para não cair em golpes, o Seguro Pix ou produtos semelhantes, como o Bolsa Protegida, podem auxiliar os consumidores no dia a dia. “Isso porque, infelizmente, roubos e furtos também se tornaram comuns, principalmente em grandes centros urbanos. Quando você tem um seguro, fica mais tranquilo em saber que será ressarcido nestes casos”, finaliza a executiva.
E quando tudo parecia estar indo bem, surge um obstáculo no caminho. Foi exatamente isso que aconteceu com as boas perspectivas do seguro de responsabilidade civil de administradores, conhecido internacionalmente como Directors & Officers (D&O).
De 2014 a 2022, esse setor enfrentou uma crise desencadeada pelas investigações da Lava Jato. Parecia que tudo tinha sido superado, com vendas em alta e condições contratuais mais flexíveis para os segurados, até que a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), lançou uma sombra sobre o setor, que já estava preocupado com o risco de imagem desencadeado pelo caso Americanas.
O magistrado anulou as provas do acordo de leniência da Odebrecht na Lava Jato. Segundo a decisão, essa anulação se aplica a todos os processos, administrativos ou judiciais, relacionados a essas provas. Ainda não sabemos completamente quais serão as consequências dessa decisão de Toffoli, mas o assunto deixou os executivos que atuam com D&O apreensivos durante o feriado de 7 de Setembro. “Vou pensar nisso só na segunda-feira. Estou em férias agora e vou aproveitar para voltar cheio de energia para estudar este assunto com clareza”, respondeu um deles.
O seguro D&O é contratado pelas empresas para proteger seus executivos e conselheiros em casos de reclamações e ações judiciais decorrentes de má gestão. No primeiro semestre deste ano, as vendas registraram uma queda de 12,5%, passando de R$ 586 milhões para R$ 512 milhões, respectivamente. Em termos de indenizações, as seguradoras pagaram R$ 138,7 milhões de janeiro a junho deste ano, uma queda de 75% em relação aos R$ 564,4 milhões do mesmo período de 2022.
O seguro D&O cobre os custos legais de defesa desde o início do processo e se responsabiliza, até o limite da apólice, pelas perdas causadas pelo administrador. Após a conclusão do processo, a seguradora paga a indenização antes que os bens do executivo sejam confiscados pela Justiça. Se o valor da apólice não for suficiente, a Justiça toma medidas para confiscar os bens do réu a fim de cobrir os valores determinados no processo judicial.
No caso da Lava Jato, as seguradoras cobriram os custos legais, mas os segurados que foram considerados culpados ou que fizeram delação premiada foram obrigados a devolver os valores adiantados pelo seguro. O primeiro grande caso de uso do seguro D&O foi o da Petrobras em 2015, com uma apólice que cobria até US$ 250 milhões. Na época, esse valor foi considerado insuficiente diante das reivindicações de indenização de investidores locais e internacionais relacionadas à Lava Jato.
Entre 2014, ano do início das investigações da Lava Jato, e 2021, as indenizações totalizaram R$ 3 bilhões, de acordo com a Federação Nacional de Seguros Privados (FenSeg). Cerca de 80% desses valores se referem ao pagamento de custos com advogados. No mesmo período, as vendas do seguro D&O aumentaram 436% no Brasil, passando de uma arrecadação de R$ 227,6 milhões para R$ 1,2 bilhão, devido à maior conscientização sobre o produto proporcionada pela Lava Jato, às multas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que passou a fiscalizar mais o mercado de capitais e aos processos relacionados a danos ambientais e trabalhistas.
A questão que se coloca agora é: as seguradoras terão que reembolsar os segurados devido à decisão de Toffoli?
“Sob a óptica civil-securitária, as seguradoras podem continuar a sustentar a legitimidade da negativa, com base na assunção pelos segurados de atos dolosos. A nulidade penal das provas não gera automaticamente nulidade em matéria civil. Os executivos confessaram crimes dolosos. Ponto. Por outro lado, é forte o argumento de que as confissões “não atos”, forjadas sobre coação do Estado. A partir deste argumento, as empresas podem cobrar das seguradoras novamente todas as custas e despesas que tiveram na defesa e foram reembolsadas em razão da condenação”, explicou um advogado que preferiu não ser identificado.
Outro especialista importante preferiu não arriscar um palpite neste momento. “A decisão, político-ideológica em minha opinião, traz muitas consequências, sequer todas calculadas ainda. No tocante ao seguro D&O, se pagamentos foram feitos a título de ‘despesas com a defesa do segurado’, não haveria nenhuma razão para eventual estorno, mesmo porque é da essência desse tipo de cobertura defender o segurado, não importando o resultado da decisão judicial”, comentou, também sob condição de anonimato.
No caso de um segurado ter sido condenado criminalmente, acrescentou ele, as despesas já teriam sido reembolsadas às seguradoras. Agora, se o segurado foi condenado de forma culposa em tese, e a indenização foi paga pela seguradora, considerando a decisão do STF anulando todos os processos, isso cria um problema jurídico complicado, de difícil solução prática. Todas as situações específicas terão que ser minuciosamente analisadas, e neste momento é impossível estabelecer padrões de resultados.
Além da preocupação com o reembolso aos réus agora inocentados por Toffoli, há outra preocupação: a decisão, que por enquanto está limitada à Odebrecht, pode abrir precedentes para várias outras empresas, como OAS, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Engevix, IESA Óleo e Gás, entre outras. “É possível que abra caminho para todos os acordos de leniência que foram feitos”, avaliou Stephanie Zalcman, diretora técnica de operações e estruturação da corretora Wiz Corporate.
Se isso se confirmar, há um certo receio de uma reversão do cenário de maior competitividade que começou a se desenhar em 2023, após um período conturbado. Em 2010, o setor enfrentou perdas devido à Sadia e Aracruz, em um caso relacionado a derivativos da crise financeira de 2008. Em 2015, as perdas ocorreram devido ao envolvimento de grandes empreiteiras acusadas de pagar propinas a executivos da Petrobras e também devido ao colapso das empresas de Eike Batista, o que pressionou especialmente as empresas do setor de petróleo e gás.
Em junho deste ano, o caso Americanas gerou grande incerteza sobre os balanços financeiros de grandes empresas. A cada susto, a reação das seguradoras e resseguradoras, que respondem por mais de 50% dos riscos, é restringir coberturas, aumentar preços e franquias, além de serem mais rigorosas na obtenção de informações financeiras sobre a capacidade de gestão dos sócios e empresas, a fim de realizar uma melhor avaliação do risco.
Estima-se que cerca de 100 apólices de D&O estejam relacionadas à Lava Jato, com as principais seguradoras envolvidas sendo a AIG e a Chubb, as maiores no mercado mundial desse seguro. No primeiro semestre deste ano, as cinco maiores seguradoras em termos de receita foram Chubb (R$ 158 milhões), AIG (R$ 97 milhões), Zurich (R$ 54 milhões), Tokio Marine (R$ 47 milhões) e Akad (R$ 27 milhões), em um mercado com cerca de 30 seguradoras autorizadas a operar nesse segmento.
A FenSeg foi contatada, mas informou que “em respeito ao compliance das seguradoras associadas, no momento não se manifestará sobre o caso em questão”. A reportagem solicitou entrevistas com as principais seguradoras envolvidas nas indenizações da Lava Jato, AIG e Chubb, mas até o fechamento desta edição, não obteve respostas.
A semana começa com fortes emoções em resseguros, com o Rendez-Vous de Septembre, um dos maiores encontros mundiais do setor, realizado anualmente em Mônaco. Manifestantes do Greenpeace “Insure our Future e Urgeworld” bloquearam a entrada do Fairmont Hotel em Monte Carlo nesta manhã de segunda-feira, na mais recente ação apelando ao setor para parar de subscrever riscos de carvão, petróleo e gás e, em vez disso, apoiar a transição para as energias renováveis. Antes disso, diversos relatórios sobre tendências foram divulgados por resseguradoras e consultorias.
Os participantes que chegaram ao local esta manhã foram confrontados com um pequeno número de manifestantes segurando faixas com os dizeres “Garantir o nosso futuro, não os combustíveis fósseis” e “Não garantir a destruição da floresta tropical”, conta o portal inglês Insider, especializado em seguros.
Um relatório publicado pela Greenpeace na semana passada destacou que os campos petrolíferos na RDC estão se tornando “não seguráveis”, uma vez que as resseguradoras, incluindo a Munich Re, a Hannover Re, a Swiss Re e a Scor, retiraram a sua capacidade de resseguro.
Se as principais companhias de seguros e resseguros seguirem os seus compromissos e as suas políticas ESG, as empresas petrolíferas terão dificuldades em encontrar cobertura para os seus planos de negócios ambiental e socialmente destrutivos, ou serão significativamente mais caros, afirmaram os grupos climáticos numa declaração conjunta.
“Qualquer companhia de seguros e resseguros que opte pelo lucro a curto prazo à custa do clima mundial, da sua biodiversidade e das comunidades que habitam a floresta tropical, incluindo em zonas de guerra, seria cúmplice do crime com as empresas que fazem licitações para o petróleo”, disse Lindsay Keenan, Coordenador Europeu da campanha Segurem o Nosso Futuro.
“Embora as exclusões das principais (res)seguradoras globais no seguro de novos projetos de petróleo e gás apontem o setor na direção certa, mesmo estas ainda não estão totalmente alinhadas com o Acordo de Paris e com as normas básicas de direitos humanos. Todas as empresas de (res)seguros precisam atualizar significativa e urgentemente as suas apólices.”
O relatório mostrou que as empresas de (res)seguros excluíram explicitamente da sua cobertura a exploração e extração de petróleo na RDC ou que esta se enquadra nas suas restrições gerais.
Entre elas estão sete das 20 maiores companhias de seguros não-vida de combustíveis fósseis a nível mundial, incluindo quatro das cinco principais seguradoras de riscos corporativos e de acidentes: Allianz, Axa, Chubb, Generali, Munich Re, Talanx Primary Insurance Group e Zurich.
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