Bradesco Vida e Previdência amplia portfólio e anuncia nova jornada de vendas para os corretores de seguros

Fonte: Bradesco

A Bradesco Vida e Previdência acaba de lançar dois seguros de vida resgatáveis: o Seguro Bradesco para Vida Inteira e o Viva Mais Bradesco – Seguro Resgatável. A companhia também anunciou a reformulação do seguro Empresarial Flexível Capital Global e uma jornada de vendas para os corretores mais fluida e produtiva.

“Temos um compromisso com a missão de proteger nossos clientes e seus familiares. Acompanhamos as tendências do mercado e as demandas dos clientes, mas também intensificamos nossas ações com os corretores para ouvi-los”, afirma o diretor da Bradesco Vida e Previdência Bernardo Castello, que destaca a importância dessa relação no processo de desenvolvimento das novas soluções. “Esses passos são muito importantes para nossa parceria e fundamentais para a companhia. Os novos produtos trazem mais proteção para os clientes e excelentes oportunidades de negócios para os corretores.”

Produtos:

Viva Mais Bradesco – Seguro Resgatável: voltado para quem busca proteção e liquidez. Com cobertura para morte, seguro funeral individual, doenças graves e sobrevivência, o produto oferece opções de vigência vitalícia ou temporária, com aportes mensais, anuais ou único. Como diferencial o produto conta com sorteios mensais de R$ 50 mil (valor bruto). A carência para o resgate é de seis meses.

Seguro Bradesco para Vida Inteira: indicado para quem está estruturando o planejamento sucessório e patrimonial. Com vigência vitalícia, oferece cobertura para morte, seguro funeral individual e assistência funeral individual, aportes anuais ou mensais, e possibilidade de resgate escalonado a partir de 36 meses, alcançando os 100% no 85º mês.

Agora com novas coberturas, o Empresarial Flexível Capital Global, para pequenas e médias empresas, foi revitalizado para atender os clientes de forma ainda mais personalizada e com novo modelo de precificação. O produto passa a ter duas modalidades de contratação: Vida em Grupo (com as novas coberturas para invalidez funcional permanente e total por doença, despesas médicas hospitalares e odontológicas, doenças graves, seguro funeral familiar e morte de filhos) e Acidentes Pessoais (contemplando despesas médicas hospitalares e odontológicas, morte acidental do cônjuge, seguro funeral familiar, morte acidental de filhos e reembolso de despesas com rescisão por morte acidental). O plano segue oferecendo assistências diferenciadas, como assistência cesta básica e assistência cesta natalidade.

Novidades para os corretores: novo front de vendas

Pensando em otimizar a comercialização de produtos e tornar a jornada digital dos corretores cada vez mais fluida, a Bradesco Vida e Previdência anunciou o novo front de vendas Vida, uma ferramenta de cotação de seguros mais simples, intuitiva e dinâmica, que passará a ser o único sistema de comercialização de produtos de Vida – para pessoas físicas e jurídicas, tanto para corretores da rede como os de mercado.

“Nosso objetivo é tornar a experiência de adquirir seguros em algo descomplicado e acessível, e os corretores são elos fundamentais na nossa missão de ampliar a cultura de proteção. Por isso, a nova jornada de comercialização oferece também mais flexibilidade nas coberturas e condições comerciais, além de ser mais ágil”, acrescenta Castello.

Além das ações de relacionamento da Bradesco Vida e Previdência segue com os corretores, por meio de treinamentos, visitas e eventos, os materiais com mais detalhes sobre os produtos e modelos de desenvolvimento de propostas para os clientes já estão disponíveis no Universeg e Portal de Negócios, respectivamente.

Bradesco Seguros se reúne com assessorias

Fonte: Bradesco

Bradesco Seguros recebeu cerca de 45 profissionais, exclusivamente de assessorias, em sua terceira edição do evento “Bare com Você”, realizado em 23 de novembro na sede da companhia, no Rio de Janeiro. Esta iniciativa tem como propósito fortalecer os laços entre a seguradora, os corretores de seguros e as assessorias, além de apresentar soluções estratégicas e novidades direcionadas aos parceiros.

Durante o evento, Ney Dias, diretor-presidente da Bradesco Auto/RE, destacou a importância das assessorias na identificação de oportunidades e riscos de mercado, transmitindo conhecimento aos corretores, para que possam abordar mais pessoas e conscientizá-las sobre a importância de contratar um seguro. “Nós apoiamos as assessorias e estamos preparados para ampará-los de maneira integral com nossos produtos e serviços”, reforçou o executivo.

Leonardo Freitas, Diretor Comercial da Bradesco Seguros, enfatizou que, para além da venda consciente, “é necessário que os corretores possuam um conhecimento holístico de sua base de clientes. O papel da seguradora também é fornecer informações e facilidades para que os corretores atendam aos clientes da melhor forma possível com esse apoio das assessorias”.

Para compreender melhor as experiências e anseios dos profissionais, o evento incluiu um momento exclusivo chamado “Opinião de Valor”, no qual os profissionais compartilharam suas percepções sobre produtos, sinistros e assistências com as respectivas superintendências da Bradesco Seguros. Essa troca direta de experiências contribuiu para fortalecer ainda mais a colaboração entre a seguradora e seus parceiros de negócios.

Além disso, o encontro contou com um tour pelas principais áreas da Bradesco Auto/RE: Operacional, Produtos, Sinistro e Presidência. Além do diretor-presidente Ney Dias, e do Diretor Comercial Leonardo Freitas, participaram do evento o diretor de produtos Saint’Clair Lima; os Superintendentes Executivos Carlos Oliva, Eduardo Menezes e Duílio Varnier; o Superintendente Marcio Jordão e os gerentes departamentais Leonardo Duque, Vasco Boin Filho e Carlos Rodrigo Silva.

As ações da seguradora Liberty em casos de catástrofes climáticas

O blog Sonho Seguro conversou com a equipe da Liberty Seguros, incorporada pela HDI Seguros, para falar sobre mudanças climáticas. Em outubro, a seguradora fez uma doação de R$1 milhão para auxiliar a população do Sul do País que, desde julho, vem sofrendo com os efeitos de fortes chuvas decorrentes de ciclones extratropicais. Saiba mais sobre esta iniciativa na entrevista abaixo realizada com a equipe de sustentabilidade da Liberty:

Recentemente, a Liberty anunciou doação para auxiliar a população do Sul do País. Pode contar mais sobre esta estratégia? 

Claro. Desde o anúncio da doação, a atuação da Liberty em casos de catástrofes climáticas tem sido dividida em duas vertentes principais: suporte emergencial para a população em situação de vulnerabilidade e a outra foi pensada para o médio e longo prazo, com o objetivo de apoiar o restabelecimento das pessoas.

Para isso, formatamos um plano de atuação com iniciativas para auxiliar na recuperação das principais cidades afetadas pelas enchentes, trabalhando na frente de reconstrução. No curto prazo, fizemos doações de itens de primeira necessidade, e disponibilizamos serviços de assistência em residências.

Pensando em médio e longo prazo, fechamos uma parceria com o Estímulo, maior fundo de impacto do Brasil, que apoia pequenos empresários com crédito especial, capacitação e uma ampla rede de conexão, atuando no suporte de microempreendedores do Rio Grande do Sul.

Como é feito o cálculo da doação e a escolha de quem receberá os valores doados?

Para começar, fizemos um trabalho minucioso de mapeamento das necessidades das cidades mais afetadas pelas enchentes e, para isso, consultamos prestadores de serviços, nossos colaboradores locais, corretores parceiros na região e ONGs. Além disso, contamos com a parceria com uma empresa especializada em impacto social, que também realizou um extenso trabalho de campo, para desenhar as ações que a Liberty poderia contribuir. 

A partir disso, criamos um plano de ação e dividimos entre iniciativas que precisavam de atenção imediata e outras que estão sendo contempladas a médio  prazo, ou seja, aquelas que levam um pouco mais de tempo – como a revitalização de escolas, por exemplo.

Quanto já foi doado desde o início desta iniciativa?

Antes de mais nada, é importante destacar que o valor não é composto apenas por doações. Num primeiro momento, foi feito o envio de R$ 80 mil para a Ação da Cidadania, instituição de combate à fome, alimentação saudável, formação de empreendedores e amparo à população em momentos de tragédias. O objetivo dessa doação foi a arrecadação de itens de primeira necessidade.

Além disso, estamos fazendo atendimentos de assistência nas casas, prestando serviços hidráulicos, por exemplo. Haverá, também, um mutirão de voluntariado com a equipe local da Liberty para a revitalização de uma escola e, nos próximos meses, outro colégio passará por obras de reconstrução.

Por fim, R$ 600 mil reais foram destinados para o Estímulo, maior fundo de impacto do Brasil, que apoia pequenos empresários com crédito especial, capacitação e uma ampla rede de conexão, atuando no suporte de microempreendedores do Rio Grande do Sul.

Janeiro e fevereiro sempre são meses de notícias tristes por excesso de chuvas no Brasil. Qual a estratégia da Liberty para mitigar os riscos agravados pelas mudanças climáticas?

Entendemos que o papel de uma seguradora é estar presente em todos os momentos da vida dos clientes, principalmente nos mais delicados. Dentro desse compromisso e diante dos desdobramentos dos eventos climáticos, a Liberty tem buscado oferecer suporte às regiões afetadas por meio de serviços, investimentos e apoio a projetos sociais. Nesses momentos, nos mobilizamos para garantir a maior agilidade possível para que as pessoas possam ser indenizadas o quanto antes para se restabelecerem. 

Pensando nisso, a Liberty tem uma equipe multidisciplinar com especialistas em diversas áreas, que são conectadas em tempo real. No momento da constatação de um evento climático, todas as áreas são acionadas e, com base no nível de criticidade e evolução das ocorrências relacionadas ao caso, diferentes níveis de ações são adotados. Esse grupo é formado por profissionais de assistência, sinistro auto, operações, comunicação, entre outros.

Temos uma série de critérios para atuações em áreas de risco, que são essenciais para as tomadas de decisão, como a frota exposta na região, a quantidade de assistências solicitadas e de sinistros comunicados por hora, além de informações sobre a proporção e os impactos do evento. Assim, o plano é acionado logo após a identificação da ocorrência do evento climático e o escalonamento das ações a serem realizadas, bem como seus SLAs, que estão baseados na criticidade e nas proporções em relação à frota exposta da Liberty na região.

Pelo fato de o Brasil ter muitas áreas de risco para chuvas e deslizamentos, a Liberty conta com a participação de uma equipe de especialistas responsáveis pelo mapeamento local e desenvolvimento de relatórios em tempo real. Essas equipes locais favorecem o acompanhamento regional, para que, assim, possamos atender às demandas da população nesses períodos. Em fevereiro, por exemplo, a companhia prestou suporte às necessidades urgentes das pessoas que sofreram com as tempestades e deslizamentos no Litoral Norte de São Paulo e, mais recentemente, trabalhou para reforçar o atendimento e a ajuda à população do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 

Como aconteceram diversas catástrofes na região Sul do Brasil em um período de tempo muito curto, nós intensificamos o monitoramento às áreas de maior risco e sempre temos prestadores de serviços da Liberty para realizar atendimentos emergenciais, além de equipes de assistência para apoiar os times locais sempre que necessário. 

Zurich promove campanha “Fez, levou” para seguros automóvel e empresarial 

zurich seguros marcio benevides

Fonte: Zurich

Com foco nas renovações de final de ano, a seguradora Zurich está promovendo duas novas edições da sua campanha “Fez, levou 2023”. A campanhas são válidas até o final de dezembro e promoverão remuneração especial aos corretores para as renovações do Zurich Automóvel, bem como para novos negócios e renovações do Zurich Empresa. 

Marcio Benevides, diretor executivo de distribuição da Zurich, explica que a ação é uma estratégia para que os corretores possam estabelecer novas oportunidades de negócios ainda neste ano, oferecendo aos seus clientes as melhores soluções de proteção e conveniência da Zurich. 

“Vamos promover as melhores condições para que os corretores possam estar 100% focados nas necessidades de proteção dos clientes”, diz o executivo. “Temos proteções completas e personalizadas, e dessa forma, conseguimos oferecer vantagens diretas aos corretores e ofertar produtos atrativos aos clientes”, enfatiza. 

Fabio Leme, diretor executivo de Personal Lines, Marketing & Clientes da Zurich, lembra que a companhia é uma empresa multilinha e multiproduto que oferece ao corretor um portfólio completo para pessoa física e empresas. 

“Nosso produto de automóvel tem coberturas diferenciadas e financeiramente vantajosas para o cliente, como o pagamento facilitado em 12 vezes sem juros em qualquer cartão de crédito. Já o seguro empresarial se destaca na oferta de serviços com pegada sustentável, como o descarte responsável de móveis e entulhos e a consultoria ambiental, que podem gerar economia e facilitar o dia a dia”, pontua Fabio.

Para garantir a participação nas campanhas, os corretores devem estar cadastrados e ativos na companhia, além de dar o aceite no regulamento. 

Condições especiais no Vida PME 

Para estimular ainda mais a contratação do seguro de vida para pequenas e médias empresas, a companhia também lançou em novembro uma segunda rodada da sua campanha de vendas Mais Vida PME, que deve durar até o dia 15 de dezembro. 

No período em que a campanha estiver vigente, os corretores podem ter uma remuneração extra de até a R$ 700 por apólice emitida do seguro de vida para PMEs. O objetivo é oferecer condições especiais para que eles levem aos clientes um produto completo e de fácil contratação, contribuindo para a diversificação do portfólio dos corretores em um segmento que segue crescendo.

Akad entra no mercado de seguros automotivos no Brasil

A Akad Seguros, seguradora digital investida pela GP Investimentos, anuncia sua estreia no ramo de seguros automotivos, com o lançamento de uma cobertura de Responsabilidade Civil. A empresa passa a oferecer uma cobertura vinculada à habilitação do condutor, e não ao veículo, como é habitual no País. Trata-se de um modelo já consolidado em países europeus e que, pelo custo mais baixo e pela maior adaptabilidade às necessidades dos segurados, pode levar a Akad a escalar a sua participação de mercado nos próximos anos.

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o órgão regulador do setor no Brasil, os chamados seguros de RCF-V (responsabilidade civil facultativa – veículos) alcançaram um volume de prêmios — que correspondem às receitas das seguradoras — de R$ 10,73 bilhões no ano passado, um aumento de 36,3% na comparação com 2021. O novo produto da Akad se enquadra nessa categoria de seguros, para a qual a empresa vê grande potencial de crescimento. Considerando toda a indústria de seguros automotivos, os prêmios totalizaram R$ 51 bilhões em 2022, alta de 32,8% sobre o ano anterior.

O segmento de seguros automotivos no País, hoje concentrado na oferta de coberturas para os veículos, é dominado por conglomerados financeiros — ou seja, é um ambiente de competição acirrada entre grandes players. Com base nessa constatação, a Akad resolveu acessar um outro caminho para conquistar mercado e ampliar suas operações: criar um produto inovador em um nicho da indústria de seguros, que é o de RCF-V. Assim, a Akad vai oferecer proteção ao condutor e não ao veículo, como ocorre no tradicional “seguro de casco”.

“Nosso novo produto oferece proteção ao motorista, independentemente do veículo que esteja conduzindo. Em caso de sinistro, o seguro cobre danos corporais, materiais e morais causados pelo segurado a terceiros. Dessa forma, ele pode dirigir qualquer veículo contando com a proteção para eventuais prejuízos a outras pessoas”, detalha Ivor Moreno, Head de Transportes da Akad.

Nesse modelo, o novo seguro da Akad tende a ter um custo mais acessível (já que danos ao veículo do condutor não estão cobertos) e pode ser uma opção sob medida para motoristas de aplicativo, pessoas que alugam veículos de forma avulsa ou por assinatura — em linha com a tendência de cada vez mais consumidores optarem por não ter carro próprio. Outros públicos potenciais são os de colecionadores de carros antigos e de proprietários que circulam em áreas de risco, que não são atendidos pelos seguros tradicionais. A cobertura para danos corporais e materiais é de até R$ 250 mil.

Com a inédita cobertura vinculada à CNH, a Akad reforça seu compromisso com a entrega de inovações, tanto em termos tecnológicos — é uma seguradora digital, que utiliza de ferramentas de inteligência artificial para tornar mais assertivo o trabalho dos corretores, por exemplo — quanto em termos de produto. “Estamos sempre atentos às mudanças econômicas e sociais, desenhando produtos que facilitem a vida dos nossos clientes e parceiros”, ressalta Moreno.

A inspiração para a criação do produto veio da Europa, onde a cultura preza mais o aspecto coletivo do que o individual. Nesse conceito, faz muito mais sentido os motoristas terem o seguro para proteger quem eventualmente prejudiquem num acidente do que para garantir proteção para o próprio veículo. É uma cultura que a Akad considera que pode ser replicada com sucesso no mercado nacional. Na Alemanha e na Inglaterra, inclusive, o seguro vinculado à habilitação do condutor é obrigatório.

Gallagher lança pesquisa de benefícios com tendências do mercado corporativo brasileiro 

Gallagher Brasil lançou a primeira peesquisa de benefícios da companhia focada no mercado nacional. O recorte, feito com base nas respostas de 62 organizações, apresenta destaques relacionados a planos de saúde, seguros de vida, planos odontológicos, planos de previdência complementar, práticas de flexibilidade no local de trabalho, ESG, programas de sustentabilidade e mobilidade de colaboradores.

“É importante ressaltar que os dados foram coletados e entregues em 2023 para que todos possam ter acesso aos resultados o mais rápido possível. Temos certeza de que este é um material de suma importância para as empresas, justamente por mostrar as áreas que estão sendo priorizadas e como elas são trabalhadas dentro das organizações brasileiras. A Gallagher não se preocupa apenas em vender seguros. Queremos trazer prevenção, reduzir custos futuros e ter opções cada vez mais personalizadas”, comenta Angeles Magalhães, CEO de Benefícios da Gallagher Brasil.

Em relação aos benefícios não seguráveis, as empresas priorizam o auxílio-alimentação, vale refeição e outras ofertas que apoiem o bem-estar nutricional e financeiro dos colaboradores. De acordo com a pesquisa, 75% das empresas já incorporaram o home office em suas rotinas.

Dentre as descobertas relacionadas aos planos de saúde, a pesquisa mostra que a maioria das empresas conta com um único contrato para atender às necessidades dos colaboradores e 66% relatam incorporar recursos de coparticipação. As empresas também demonstram proatividade e interesse em ações preventivas de apoio à saúde mental e bem-estar. Dentre as principais ações implementadas, as vacinas e eventos relacionados à Saúde (como as SIPATs) aparecem em primeiro lugar, com 64%, seguidas por saúde mental (55%) e Nutrição/ Atividade Física (50%). Além disso, muitas organizações oferecem contratos de seguro de vida obrigatórios e 84% oferecem um modelo de pré-pagamento para planos de seguro odontológico, com pagamento mensais à seguradora e reajustes anuais. 

Planos de previdência complementar também são oferecidos por um quarto das organizações pesquisadas (26%), sendo a maioria do tipo aberta (87%), demonstrando uma forte tendência em permitir que os colaboradores façam os seus investimentos. “O material completo será compartilhado com as empresas participantes da pesquisa e clientes Gallagher. Acreditamos que os insumos permitirão escolhas cada vez mais assertivas e alinhadas com o perfil das companhias e seus colaboradores”, comenta Filipe Nicodemos, Head de Benefícios da Gallagher Brasil.

FGV Direito SP debate novo marco legal do setor de seguros 

FGV debate PL 29/2017

Fonte: FGV

Especialistas e representantes do mercado de seguro participaram do debate Atualização do Tratamento Legal dos Seguros no Brasil, ocorrido em 17 de novembro, com objetivo de analisar o Projeto de Lei 29/2017, que busca estabelecer um novo marco legal do contrato de seguro. 

Entre os debatedores, prevaleceu a preocupação em esclarecer dúvidas e oferecer soluções para alguns impactos considerados controversos do texto, apresentado pelo senador Jader Barbalho em 21 de novembro.

O projeto tem como objetivo criar uma lei geral do seguro e define novos parâmetros para relação segurador-segurado. Com a preocupação de aprimorar os direitos do consumidor, o texto traz restrições adicionais para a operação de seguros no País e revoga artigos do Código Civil que fazem referência ao setor.

Interfaces entre a regulação dos seguros no Brasil e o PL nº 29/2017

Solange Vieira, ex-superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep) lembrou que o assunto vem sendo debatido desde 2004. “São quase 20 anos. Tivemos uma revolução tecnológica, uma revolução nas relações de trabalho. O mundo evoluiu para possibilidades de relações trabalhistas diferentes, implicando em seguros diferentes. A gente passou pela Lei de Liberdade Econômica, onde se procura fazer a menor regulação possível. E a evolução da regulação da Susep buscou minimizar a regulação. Dar mais liberdade para a pactuação de contratos, e assim aumentar a oferta de produtos na tendência de afetar os preços.”

Para a executiva, a impressão é de que o PL fortalece a condição do segurado. “Temos que pensar se as medidas sugeridas protegem o consumidor. Ou se vão gerar um impacto nos preços para esse mesmo consumidor. O preço é uma questão sensível, ainda mais quando a cobertura de seguro no Brasil é muito baixa.”

Luciano Timm, professor da FGV Direito SP, complementou afirmando que os consumidores estão protegidos pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para o advogado Marcelo Mansur Haddad, não há necessidade de uma lei específica para regular o setor de seguros, pois já existe uma legislação própria com um capítulo no Código Civil. “Havendo a lei, a primeira coisa que vai acontecer é um efeito inflacionário, inclusive na cesta básica, pois o seguro está na base econômica”.

O vice-presidente Jurídico da Prudential do Brasil, Antônio Rezende, destacou a preocupação com a segurança jurídica em relação ao Projeto de Lei. “Temos uma discussão teórica importante. Ao mesmo tempo que o debate é o grande motor para a melhoria da qualidade das decisões legislativas, regulatórias, de consumo ou de investimento, existe uma carência dentro desse contexto do PL sobre os impactos efetivos em cada ramo do mercado”, disse.

Pensar como essa lei atende ao objetivo de ampliação de proteção também foi um ponto apontado pelo representante da Prudential. “Se tem lacunas que merecem aprimoramento, é nosso dever contribuir com esses pontos específicos para que haja esse processo de aprimoramento. Se existe um objetivo social de ampliação e existe um período de assentamento, a gente vai ter que fazer um trabalho muito importante de regulação infralegal, que até hoje é sem precedentes. Tem que ser tratado na discussão como essa mitigação de impactos será feita de maneira célere, para que a gente tenha um instrumento de avanços, pois o propósito da lei é em benefício da sociedade como um todo”, concluiu.

A advogada Juliana Pela acredita que o projeto traz avanços ao Código Civil ao tratar de questões regulatórias. “É algo bastante relevante na disciplina das seguradoras. O projeto tem essa pretensão de regular integralmente o mercado de seguros”, garantiu.

Na visão dela, o PL tem impacto no mercado de seguro em razão das regras mais favoráveis aos segurados, muitas delas semelhantes ao Código de Defesa do Consumidor. “O projeto traz também regras que podem dar margem a uma certa discricionariedade no julgamento e, com isso, podem trazer instabilidade ao mercado até que isso seja definido”, complementou.

Ela também apontou as restrições para a solução de litígios que constam no projeto, como a exigência de arbitragem no País e a aplicação obrigatória da lei nacional, bem como a competência absoluta da Justiça brasileira para a resolução de litígios relacionados a seguros. “Essas regras me parecem mais restritivas do que temos hoje, e podem ter um impacto mais difícil na inserção do Brasil no mercado global de seguros.” 

Reforma do tratamento legal dos contratos de seguro no Código Civil

Outro tema discutido foram os “aspectos controvertidos do PL de seguros”. O advogado Thiago Junqueira apontou como um problema a flexibilização em relação ao regime de agravamento do risco no contrato de seguros. “Se esse equilíbrio é desfeito, eventualmente haverá perda da garantia do segurado”, explicou.

Com relação ao seguro de vida, Junqueira disse que a seguradora será obrigada a pagar tudo, tendo impactos sociais relevantes. “A legislação traz estrutura de incentivos evitando atitudes oportunistas. Esse tipo de tratamento legislativo vai na contramão dessa análise.”

Por fim, o advogado criticou a forma como o PL tem avançado no Senado. “Várias instituições já chamaram a atenção para a necessidade de alteração. Me parece que seria necessário fazer uma audiência pública para termos o debate”, destacou.

Já o consultor e árbitro Walter Polido lembrou que era a favor do PL na época do monopólio de resseguros. “Sempre fui favorável a uma lei microssistemática. O seguro deve sair do Código Civil, que é algo antigo. Mas não vou renunciar à minha crítica ao projeto que está aí.”

Segundo ele, o Brasil conta com uma lei de arbitragem transparente. “Não tem nenhuma outra lei que precise tratar de arbitragem para o resseguro e o seguro especificamente. Isso é inquestionável.”

Polido também destacou que o Código de Defesa do Consumidor tem 33 anos e está consolidado. “O consumidor já está mais do que protegido. A lei de seguros não pode ser pró-segurado, nem pró-seguradora ou pró-governo. Tem que ser imparcial, sem ideologia”, afirmou.

A diretora de Controle Interno da resseguradora Allianz Commercial, Guadalupe Nascimento, indicou que o direcionamento do Projeto de Lei foi uma dúvida trazida por ela. “É o segurado que está contratando um seguro de automóvel? Ou é um segurado de grandes riscos?”, questionou.

“Esse aumento de custo será repassado. O prêmio vai considerar a sinistralidade. O aumento da sinistralidade é repassado para a carteira. Vai ter um efeito cascata. Esse valor vai voltar. No final, quem vai pagar essa conta pode ser o segurado”, completou Guadalupe.

A gerente jurídica da Austral Holding, Daniella Lugarinho, apontou a necessidade de um estudo da versão que for aprovada do PL. “Um ano vai ser um prazo curto para adaptação. E a gente sabe o custo que isso vai trazer para quem se pretende proteger também.”

Encerrando o evento, o professor Andre Correa, da FGV Direito SP, perguntou se a diferença regulatória trará algum benefício que compense o aumento dos custos de gestão. “O que a gente precisa com legislação, regulamento ou outros incentivos é atingir um nível ótimo entre cooperação de agentes econômicos, que não leve a conluio, cooperação entre o regulador público e o regular privado, que não gere entrave a novos entrantes, e que isso, de alguma maneira, permita que a gente tenha uma competição saudável no mercado”, concluiu.

Debate na parte da manhã
Debate na parte da tarde

Europ Assistance assegura R$ 50 milhões em cobertura médica para viagem do MSC Grandiosa

Fonte: Europ Assistance

O maior navio da história a navegar no Brasil. É com esse título que chegou recentemente ao país o MSC Grandiosa. O navio de cruzeiro da classe Meraviglia Plus possui 331 metros de comprimento, 43 metros de largura e 75,5 metros de altura. São 19 andares de cabines, restaurantes, lojas, piscinas e muito entretenimento.

Para apresentar a embarcação – que fez sua estreia em águas brasileiras – a MSC Cruzeiros organizou um evento neste final de semana para cerca de 2.800 agentes de viagens. Todos eles contaram com seguro viagem da Europ Assistance (EA), parceira global da empresa. Somente a cobertura de despesa de bagagem envolvia mais de R$ 2 milhões.

Durante o dia, os agentes fizeram visitas guiadas pelo navio, conhecendo as diferentes cabines e todas as áreas de entretenimento. A noite aconteceu uma cerimônia no teatro, seguida de um jantar de gala e uma festa no navio.

Devido a importância dessa parceria, alguns dos principais executivos da EA no Brasil estiveram a bordo, como o Gabriel Rego, Head Travel Brazil; Edmara Pinho, Head de Marketing; Rita Graziano, Gerente de Novos Negócios e Celso Henrique, Gerente Comercial. Fernando Perez, Head Travel Latam do Grupo Europ Assistance também prestigiou o evento.

“Essa é uma grande oportunidade para apresentar a qualidade dos nossos serviços. Apesar da Europ Assistance ter sido a criadora desse conceito de assistência ao viajante (na França, em 1963), muita gente ainda não nos conhece no país. Temos a maior rede credenciada do mundo, com 750 mil prestadores,  e operamos em mais de 200 países e territórios. Não à toa, somos parceiros globais da MSC”, destacou Gabriel Rego. 

O produto utilizado pelos agentes possui alguns diferenciais, como a cobertura contra Covid e os serviços de assistência para gestante com até 32 semanas, por exemplo. O seguro conta ainda com cobertura paradespesas médico-hospitalares e odontológicas em viagem; despesas farmacêuticas; gastos derivados por atraso de bagagem; danos à mala; seguro bagagem; cancelamento / interrupção de viagem; traslado médico e de corpo; regresso sanitário; morte acidental; e invalidez permanente total ou parcial por acidente.

Já entre os serviços de assistência estão o adiantamento em caso de fiança; orientação em caso de perda de documento ou cartão; assistência jurídica; reserva de hotel por convalescença e para acompanhante em caso de internação; passagem aérea de ida e volta para um familiar; repatriação de menor e transmissão de mensagem urgente.

Vale lembrar que o seguro viagem comercializado pela Europ Assistance S.A., na condição de Representante de Seguro, é garantido por Generali Brasil Seguros S/A.

Capitalização ultrapassa R$ 22,1 bilhões em arrecadação

Levantamento realizado pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) mostra que o segmento permanece fortalecido, com crescimentos robustos nas principais modalidades comercializadas de janeiro a setembro de 2023. Neste período, o segmento totalizou R$ 22,1 bilhões em arrecadação, representando crescimento de 5,2% se comparado aos nove primeiros meses do ano passado. Em resgates e sorteios, foram pagos R$ 18 bilhões à sociedade, evolução de 9,7% no período. 

“O segmento vive um momento histórico, com novas possibilidades de negócios e inovações, que permitem oferecer um produto cada vez mais alinhado a diversos perfis de consumidores. Em 2023, nosso faturamento deve chegar a R$ 30 bilhões, apresentando 6% de crescimento, em relação a 2022. Dentre resgates e sorteios, nossa perspectiva é chegar a R$ 25 bilhões, o que contribui diretamente com o desenvolvimento da economia do país”, comenta Denis Morais, presidente da FenaCap. 

Dentre as modalidades, ainda de janeiro a setembro, a Tradicional permanece com o maior faturamento, totalizando R$ 16,3 bilhões. “A Tradicional está consolidada em todas as regiões do país, com liderança constante em arrecadação, o que pode estar atrelado ao tempo de existência e formas de comercialização diversificadas. Com a aproximação das festas de fim de ano, acreditamos que a modalidade Incentivo também terá um crescimento importante, pois viabiliza inúmeras campanhas de Natal em shoppings e estabelecimentos comerciais”, ressalta o presidente. A modalidade Filantropia Premiável permanece em crescimento, com R$ 1,1 bilhão doados ao terceiro setor no período.

O Sudeste continua com a maior participação dentre as regiões do país (56,3%), seguido pelo Sul (18,9%), Nordeste (11,3%) e Centro-Oeste (9,0%). Mesmo com uma participação de apenas 4,5%, em comparação às demais localidades, a região Norte também apresentou um bom desempenho, totalizando R$ 99 milhões em arrecação no acumulado do ano até setembro. 

Lucro das seguradoras até setembro dobra para R$ 22,2 bilhões

Eis o mais recente artigo para o InfoMoney

2023 termina e as festas de final de ano lotam a agenda de todos que trabalham no setor de seguros. Tem sido um ano desafiador em várias frentes e 2024 parece que seguirá no mesmo ritmo de consolidação de estratégias inerentes à transformação da sociedade imposta pela tecnologia, pelas mudanças climáticas e pela busca em melhorar os indicadores de sustentabilidade.

Tal agenda impõe um novo pensar e agir dos consumidores, das seguradoras, dos canais de distribuição e dos órgãos reguladores. Nas conversas oficiais, reina o mantra que o sucesso nos negócios pode caminhar lado a lado com valores éticos e responsabilidade social.

Na política, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pressiona para a aprovação, ainda neste ano ou no início de 2024, de um novo marco regulatório para os contratos de seguros, o PL 29/2017, que está no Senado.

O titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, corre com mudanças que vão da supervisão online das companhias ao lançamento do grupo de trabalho “Seguros, Novo PAC e Neoindustrialização”. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) atua na divulgação institucional do seguro em diversas frentes para colocar o tema na pauta do governo e na boca do povo, tendo como bandeira o poder do setor para impulsionar a economia como um todo.

No dia a dia, as seguradoras tocam seus negócios atentas a política do setor. O mercado de seguros apresentou lucro líquido de R$ 22,2 bilhões de janeiro a setembro deste ano, o dobro dos R$ 11 bilhões registrados em mesmo período do ano passado. As 50 maiores seguradoras do Brasil registraram lucro no período, segundo dados da Susep e consolidados pela consultoria Siscorp. No mesmo período de 2022, dez estavam no vermelho. O clube do bilhão passou de três — Bradesco, BB Seguridade e Caixa Seguridade — para seis, com a entrada da Porto, do Itaú e da Tokio Marine. Este seleto grupo é responsável por quase 70% dos ganhos totais do setor. O lucro segue beneficiado pelas elevadas taxas de juros. Em janeiro, a Selic era de 13,75% e, em novembro último, passou para 12,25%.

Essa é a taxa que remunera uma carteira de investimentos que ultrapassa R$ 1,2 trilhão. Outra parte do ganho vem da melhora do resultado operacional obtido pelo uso da tecnologia, segundo informaram as seguradoras durante a divulgação dos resultados do terceiro trimestre e do acumulado até setembro deste ano.

Apesar de as vendas do setor avançarem 8%, para R$ 286,29 bilhões, no período analisado, o volume de indenizações pagas recuou 6%, para R$ 166,7 bilhões, mesmo sendo um ano marcado pela elevada criminalidade, principalmente em roubos de celulares, e de muitas perdas causadas pelo clima, como no litoral norte de São Paulo em fevereiro, e tempestades com ventos fortes, causando inundações em diversos estados do país no segundo semestre.

Poucos executivos acreditam que 2024 será um ano de vacas gordas como tem sido 2023, ano embalado por ganho financeiro e reajustes de preços dos seguros, principalmente o de automóvel. O próximo ano, segundo orçamentos em finalização de 2024, promete concorrência acirrada em todos os segmentos, especialmente em seguro de carro, com vendas de R$ 41 bilhões até setembro, alta de 12%. “Certamente haverá muita competição, principalmente no automóvel”, avalia Dawson Henriques, sócio e diretor da Siscorp.

A HDI, que concluiu a aquisição da Sompo e da Liberty, passou em novembro a ser a segunda maior em auto, posição ocupada até então pela Tokio Marine. A expectativa é de que a estratégia da seguradora alemã será manter as vendas em alta no ano de integração das operações adquiridas. A Tokio, por sua vez, certamente se manterá firme na competição. O lucro da seguradora japonesa passou de R$ 396 milhões para R$ 1 bilhão no acumulado de janeiro a setembro de 2023.

Bradesco, BB Seguros, Caixa, Porto, Zurich e Santander afirmam que estão colhendo os frutos do investimento pesado em tecnologia de ponta para selecionar consumidores com menor probabilidade de usar o seguro, mitigar fraudes e tornar a jornada do cliente fácil, ágil e resolutiva. “Quanto mais o cliente usa nosso aplicativo para solicitar serviços, mais ele renova conosco e nos indica para amigos”, disse o CEO da Porto, Roberto Santos, em recente entrevista sobre o balanço. Mais de 40% das solicitações de serviços na Porto já são feitas por meio do app.

O lucro da Porto saltou de R$ 360 milhões para R$ 1,5 bilhão no comparativo dos nove primeiros meses de 2022 e 2023. A partir de janeiro de 2024, Santos passa o comando para Paulo Sérgio Kakinoff, que foi CEO da Gol por 14 anos, numa afirmação da tendência de que a dinâmica do setor de seguros exige um novo perfil de executivo, assim como tem acontecido nos bancos. Na última quinta (26), o Bradesco surpreendeu o mercado com a troca de presidente: Marcelo Noronha substitui Octavio de Lazari Júnior.

O chairman Luiz Carlos Trabuco disse que o banco fez a mudança para “iniciar um ciclo de projetos e objetivos estratégicos robustos para os próximos anos”. Em nota, afirmou que “o contexto de mercado é absolutamente desafiador, do ponto de vista da eficiência operacional, aumento da competitividade e ambiente regulatório.”

Nada foi dito sobre mudanças na área de seguridade do Bradesco, comandada por Ivan Gontijo, que entregou um lucro de R$ 4,8 bilhões no acumulado até setembro, muito acima dos R$ 2,9 bilhões do mesmo período do ano anterior. Um resultado que chega a representar 50% do lucro do banco, depois de muito investir em tecnologia e reestruturação das empresas do grupo em verticais, com canais de distribuição integrados e focados nas necessidades dos clientes.

As trocas de executivos de seguros lideram o engajamento nas redes sociais neste ano. O perfil mais procurado é por profissionais com capacidade de entrega, atrair talentos, engajar colaboradores, com o pé no acelerador nos quesitos inovação e digitalização e muito networking para fazer negócios e atrair clientes, distribuidores e parceiros de negócios. E, claro, tudo isso com um olhar no futuro e, ao mesmo tempo, com os pés no chão.

Esse era o perfil que a Berkley, uma das maiores seguradoras nos EUA e com tímida atuação no Brasil, procurava. Ela contratou Edson Toguchi como CEO há um ano. A escolha se deu prioritariamente porque o executivo, apesar de atuar há 33 anos no setor de seguros, disse durante a entrevista com Robert Berkley, herdeiro do grupo, que a única forma de crescer no país era sair da mesmice. “Nosso foco está em proteger o patrimônio dos nossos clientes, ao mesmo tempo em que remuneramos o capital do acionista. E isso só é possível com uma estratégia que exige abandonar a mesmice e trazer de fato melhorias aos produtos demandadas por clientes que buscam soluções para riscos de uma sociedade em transformação”, diz.

A Prudential do Brasil saiu de um lucro de R$ 86 milhões de janeiro a setembro de 2022 para R$ 634 milhões no mesmo período deste ano. As seguradoras de vida amargaram perdas com o pagamento de indenizações por Covid em 2020 e 2021. Na Prudential, foram mais de R$ 370 milhões pagos a clientes. Por outro lado, a demanda pelo seguro de vida disparou diante da conscientização da população sobre a importância de ter proteção financeira em tempos tão incertos.

Em janeiro deste ano, Patricia Freitas assumiu como CEO da Prudential, dando um toque feminino à seguradora e ao setor, que ainda tem poucas mulheres em cargos de liderança. Seis meses depois, contratou Glaucia Smithson, executiva conhecida por sua vasta experiência em inovação em seguros de grandes riscos. Ela teve apenas uma rápida passagem por seguro de vida e foi escolhida para ser vice-presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais da Prudential por sua inquietação em ouvir o cliente e buscar soluções.

“Tenho orgulho de ingressar em uma companhia que tem como estratégia no Brasil ajudar a população a se preparar para o futuro, com produtos e serviços que mitiguem riscos e agregam valor com benefícios que possam ser usufruídos em vida. A liderança de Patricia Freitas traz diversidade e engajamento da equipe para atingirmos nossos objetivos sem perder o propósito de sermos uma referência no setor, com mais de 3,8 milhões de vidas seguradas, de R$ 3 bilhões pagos em benefícios em 25 anos e mais de 30 mil famílias beneficiadas”, afirma Glaucia.

O fato é que o setor avança e boa parte das mudanças estará mais evidente a partir de 2024, com dinheiro em caixa para fazer frente a um ambiente de concorrência acirrada e de redução da taxa de juros. Por outro lado, reputação ética e oferta aderente às necessidades e ao bolso do consumidor são diferenciais significativos que impactam positivamente os negócios e a sociedade. A conferir os impactos disso no balanço final de 2023, que começa a ser divulgado no início de fevereiro de 2024.