Festa do CVG-SP celebra ano de mudanças e realizações

Por Márcia Alves

A tradicional Festa de Confraternização do CVG-SP retornou ao calendário do mercado em grande estilo. No dia 5 de dezembro, no moderno e cosmopolita SP Hall, famoso não apenas pela elegância das instalações como por oferecer um oásis de natureza em meio a cidade, o CVG-SP reuniu um grupo diverso de convidados, incluindo profissionais de empresas associadas, parceiras e autoridades do setor.

No estilo open-bar e com gastronomia caprichada, o coquetel ofereceu bebidas e drinks à vontade, bem como ampla mesa de frios, comidinhas quentes e petiscos aos convidados. A Banda Maski Duo se encarregou de animar o evento, tocando classic rocks, música pop, soul music e muitos outros ritmos. A pista de dança iluminada, o amplo telão e o show de luzes completaram o espetáculo de uma noite muito especial.

Conectando o mercado

O presidente do CVG-SP, Marcio Batistuti, fez um balanço positivo do seu primeiro ano de gestão e celebrou as realizações da entidade. Como autor do slogan “Conectando o nosso mercado”, que acompanha a nova marca do CVG-SP, lançada no primeiro semestre, ele destacou os avanços na modernização da entidade, bem como a inovação. “Conseguimos realizar o que idealizamos, que era tornar o CVG-SP um ponto de conexão do mercado”, disse.

Dentre as inovações, Batistuti citou a série de eventos Café CVG-SP, que é itinerante e realizada nas dependências das associadas anfitriãs com a participação de especialistas. “Os Cafés foram um ponto alto na agenda de eventos porque acrescentaram conteúdo aos encontros e reuniram muitos profissionais jovens com especialistas renomados do mercado”, disse. Ele ressaltou, ainda, que a modernização também está impressa no formato dos eventos.

“Os nossos eventos estão cada vez mais descontraídos, menos burocráticos e formais para se conectarem com públicos mais jovens. É muito importante levar o conhecimento do seguro de pessoas para novas gerações”, disse. A própria Festa de Confraternização foi exemplo dessa mudança, com seu estilo informal e dispensa de longos discursos. “Hoje é dia de networking e diversão, estou muito feliz com a participação de convidados de vários segmentos”, disse. 

O diretor de Relações com o Mercado do CVG-SP, Renato Barbosa, também comemorou o ano de realizações. “Avançamos muito em conteúdo e, principalmente, no propósito de conectar o mercado, que é a marca dessa gestão. Esta festa, por exemplo, foi concebida com o intuito de que as pessoas pudessem ficar à vontade e, por isso, dispensamos o cerimonial. Encerramos com chave de ouro”, disse.

Boa notícia

Um dos convidados trouxe uma boa notícia para o segmento de seguro de pessoas e previdência. Carlos Queiroz, que responde, atualmente, pelas Diretorias 4 e 2 da Susep, envolvendo Supervisão Prudencial, e também pela Diretoria de Regulação e Supervisão de Produtos Massificados, que inclui os produtos de vida e previdência, comentou o novo marco regulatório da previdência complementar aberta, aprovado recentemente pela autarquia.

Segundo Queiróz, o novo marco, que deverá ser aprovado em breve pelo CNSP, será direcionado ao desenvolvimento do mercado de anuidades. “O objetivo é incentivar a população a converter em renda os recursos acumulados na previdência complementar para que seja usada no período de sua velhice. Isso é fundamental e estou muito feliz de estar aqui no CVG-SP, pelo qual tenho muito carinho, trazendo essa boa notícia”, disse.

VALOR: Com indenizações suspensas, DPVAT vira dor de cabeça para governo Lula, que tenta retomar taxa

Deputado Carlos Zarattini (PT-SP) DPVAT

Fonte: Valor

O pagamento da indenização do DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres) para quem sofrer acidentes de trânsito desde 15 de novembro está suspenso por falta de dinheiro e deve virar uma nova dor de cabeça para o governo Lula, tanto pelo aspecto político (em razão do desgaste pela recriação da taxa) quanto pelo aspecto financeiro.

Um projeto de lei para reestruturar o DPVAT e retomar a cobrança foi enviado pelo governo em outubro e trancará a pauta de plenário da Câmara dos Deputados a partir de sexta-feira. Mas a tendência é que o Congresso saia de recesso, no dia 22 deste mês, sem votá-lo e só decida depois de fevereiro, afirmou o relator da proposta, o deputado Carlos Zarattini (PT-SP).

“Temos a medida provisória das subvenções, a reforma tributária, LOA [Lei Orçamentária Anual], LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias], os vetos presidenciais e apenas duas semanas para o fim do ano. Acho muito difícil aprovar o projeto em dezembro. Provavelmente o seguro vai ficar suspenso por um tempo até conseguirmos restabelecer a cobrança”, disse o petista.

Zarattini foi nomeado relator do projeto em 1º de dezembro e protocolou o parecer já no dia seguinte, recomendando a aprovação integral. O assunto ainda não entrou em debate no plenário e o deputado acredita que o projeto deve enfrentar dificuldades quando essa etapa começar – como lobbies para tornar obrigatória a contratação de seguro privado para veículos e para aumentar o valor das indenizações de R$ 13,5 mil para R$ 40 mil (o que encareceria a taxa).

Outra dificuldade é política. O DPVAT já chegou a custar mais de R$ 100 por carro e o dobro para motos, mas o valor foi sendo reduzido desde 2016 após investigações contra fraudes e uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). A cobrança foi extinta em 2020, mas os recursos arrecadados até aquela data foram suficientes para bancar as indenizações por mais três anos. Essa medida foi um dos motes da campanha de reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Agora, porém, essa reserva acabou. Se não houver fonte de financiamento, a política pública de indenização por danos a pessoas mortas ou com invalidez permanente provocados por acidentes de trânsito será encerrada. Uma fonte do governo diz que caberá à sociedade decidir, por meio do Congresso.

Reação da oposição

A oposição prevê usar o tema para desgastar o governo. O deputado federal Bibo Nunes (PL-RS) afirmou que votará contra a criação de novas taxas para custear o seguro e criticou o PT por “sempre querer aumentar os impostos para poder gastar mais”. “Acabar com esse pagamento foi uma política muito bem aceita pela população. Não vejo porque retomar essa taxa”, disse.

O governo atua para diminuir os danos políticos e redesenhou o seguro. Uma mudança é no modelo de remuneração da gestora do DPVAT. A proposta é que o seguro continue administrado pela Caixa Econômica Federal, que receberá um valor fixo anual. No modelo anterior, extinto em 2020 junto com a Seguradora Líder, um consórcio de seguradoras fazia a gestão e recebia conforme a arrecadação com a taxa e o pagamento de indenizações. As despesas do banco com o serviço equivalem a um terço daquelas registradas no formato anterior.

Outra alteração proposta é o fim da cobertura de despesas de assistência médica e suplementares pelo DPVAT. O Ministério da Fazenda argumenta que esses serviços são prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), cuja criação é posterior à do antigo seguro (que existe desde 1974). Essa exclusão, diz a Pasta, permitirá cobrar preços menores dos proprietários de automóveis.

Ponto que mais preocupa os motoristas, o valor da futura taxa não consta do projeto e ainda não foi divulgado pelo governo. Isso constará de um ato do Executivo posterior à aprovação do projeto (se isso ocorrer). O Valor solicitou os pareceres técnicos do Executivo via Lei de Acesso à Informação, mas foi negado com o argumento de que a regulamentação ainda não está publicada.

Segundo Zarattini, o seguro deve custar entre R$ 50 e R$ 60 por ano, de acordo com as estimativas do Ministério da Fazenda. Ele não soube informar se haverá diferenciação entre motos e carros.

A demora em resolver o financiamento do programa já causa um problema de gestão, de acordo com o relator do projeto. Os governos estaduais estão divulgando o calendário de pagamento do IPVA e licenciamento para os primeiros meses de 2024 sem considerar a cobrança de DPVAT. Isso, na opinião de Zarattini, tornará mais difícil cobrar os valores ao longo do próximo ano.

Já prevendo dificuldades em aprovar a proposta ainda em 2023, o governo incluiu no projeto um dispositivo que permite cobrar valores um pouco mais elevados em 2024. Dessa forma, será possível bancar as indenizações que deixarão de ser pagas no período. Por se tratar de um seguro, e não de um imposto, o DPVAT pode voltar a ser cobrado logo após a sanção da lei.

Zurich e PackIoT oferecem solução para melhorar eficiência e produtividade na indústria 

Zurich Seguros Suzano

Fonte: Zurich

Em parceria com a PackIoT, a seguradora Zurich oferece ao mercado um novo serviço para a gestão de riscos. A partir da solução, que envolve o uso de ferramentas de Internet das Coisas (do inglês, IoT), indústrias de diferentes setores podem fazer uma análise detalhada de sua operação para identificar ineficiências, gargalos e riscos. O serviço tem como foco um levantamento de dados detalhado da produção, que suporte a tomada de decisão e a busca por processos mais eficientes. 

O novo serviço integra a Zurich Resilience Solutions (ZRS), um conjunto de soluções da seguradora que visam a gestão qualificada dos riscos das empresas com foco em prevenção, que podem ser contratados pelas empresas junto às apólices ou separadamente. 

Segundo Andressa Meireles, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich, a parceria com a PackIoT cumpre um dos principais propósitos da ZRS, que é fornecer dados, ferramentas e insights relevantes e confiáveis que ajudem as empresas a mitigar seus riscos.  

“Enquanto equipe de engenharia de riscos, acreditamos fortemente na gestão e prevenção, que potencializam a proteção oferecida pelos produtos de seguro. Por isso, buscamos sempre agregar valor ao mercado oferecendo serviços e ferramentas que ajudem os clientes a fazerem um melhor gerenciamento de seus riscos, ou até mesmo, a modernizarem suas operações, visando a resiliência a longo prazo”, diz Andressa. 

Com o uso de tecnologia e o mapeamento detalhado da operação, a novidade no novo serviço é o foco voltado para a gestão da produtividade dos clientes, com melhor controle da eficiência, paradas e, inclusive, da qualidade de vida dos trabalhadores no chão de fábrica. 

Para a executiva, o serviço oferecido junto à PackIoT, bem como os demais oferecidos no âmbito da ZRS – incluindo avaliações climáticas, gestão da cadeia de suprimento, avaliação de riscos cibernéticos,  entre outros –, são ferramentas importantes a que os corretores têm acesso para mostrar a relevância do gerenciamento aos seus clientes. 

“Como um consultor de riscos, os corretores podem alertá-los para a importância desse tipo de serviço para a prevenção, contando sempre, é claro, com o suporte qualificado e diferenciado do nosso time de engenharia de riscos”, pontua Andressa. 

O serviço na prática 

A primeira empresa a receber o novo serviço foi a Suzano. Cliente da Zurich, a companhia de papel e celulose fez a instalação de softwares em duas linhas de produção na unidade situada na cidade de Imperatriz, no Maranhão, a fim de levantar dados a respeito da produtividade e eficiência com diversos recortes, como por linha, por produto, por turno, entre outras análises. 

A unidade agora conta com uma central de monitoramento em tempo real, em que os operadores têm uma visão muito mais completa e precisa da sua própria produção. Como explica Murilo Delponte, Head de Customer Success da PackIoT e gerente do projeto, um dos primeiros ganhos da implantação da tecnologia foi a própria qualidade de vida dos trabalhadores, contribuindo para a sua autonomia e engajamento no dia a dia de trabalho.  

Este benefício, segundo ele, estaria diretamente ligado aos conceitos da Indústria 5.0, que abordam a tecnologia não só com otimizadora de processos, mas como potencializadora e valorizadora dos indivíduos na cadeira produtiva. 

“Nas trocas de turno, por exemplo, um dashboard fornece informações claras sobre o estado da produção. O operador que chega consegue assumir com uma noção exata das metas, das possíveis questões a resolver, o que torna a transição tranquila e minimiza os riscos de erros que afetem a produção”, explica. “Tudo isso gera redução de tempo, já que foi observada uma economia de 200 a 600 horas/ano para cada operador no chão de fábrica”. 

Em cima dos dados coletados, a Zurich e a PackIoT também desenvolveram uma série de análises mais aprofundadas, visando um gerenciamento da operação com impacto direto na produtividade.  

Segundo Andressa, a tecnologia foi fundamental para a empresa ter uma maior visibilidade nas paradas de processos, e consequentemente, previsibilidade no tempo de produção, auxiliando na tomada de decisão e no cumprimento dos prazos. Segundo ela, a tecnologia identificou quase o dobro de tempo de paradas em relação ao sistema anterior, dando uma visão muito mais clara e precisa do ritmo da produção. 

“Através da transformação digital, o que estamos fazendo é dar autonomia para que o cliente faça não só sua gestão de produtividade, mas de riscos, em tempo real”, ressalta Andressa. “Com insights qualificados, ele pode decidir a melhor velocidade de produção, quais produtos priorizar, quando fazer a manutenção das linhas e, assim, reduzir as interrupções e gargalos na produção. Ao melhorar a eficiência operacional, as empresas podem reduzir custos e melhorar a produtividade significativamente”. 

William dos Santos, Coordenador Manutenção Conversão Tissue da Unidade Imperatriz da Suzano, onde o projeto foi colocado em prática, aponta que os resultados obtidos foram fundamentais para melhora na produção.  

“A identificação automática de todas as paradas de processo, por meio da sensorização presente na máquina, e o tratamento estatístico dos dados obtidos foram fundamentais para a geração de insigths e oportunidades o que contribuiu para a redução de tempos improdutivos no processo”, conclui William. 

Susep inclui ampliar acesso da população ao seguro em plano de regulação do setor para 2024

susep temas regulatórios

Fonte: Infomoney

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) vai focar seus esforços de regulação dos mercados de seguros, resseguros, previdência complementar aberta e capitalização em nove macrotemas em 2024, segundo o novo plano de regulação anunciado em webinar na sexta-feira (8).

Foram destacados os que impactam diretamente o bolso do consumidor, como a Política Nacional de Acesso ao Seguro. “Não adianta ter um enorme potencial se não tivermos estratégia para alcançar esse potencial de mercado que temos”, observou o superintendente, Alessandro Octaviani. Dentro desse macrotema, foram detalhadas algumas iniciativas já em andamento.

Uma delas é a revisão da regulamentação sobre as coberturas por sobrevivência oferecidas em planos de seguros de pessoas e planos de previdência complementar aberta, cuja finalidade é fomentar o mercado de anuidades e propiciar o desenvolvimento de produtos que melhor atendam às necessidades dos consumidores. Neste caso, já foram entregues, no segundo semestre de 2023, normativos ao Conselho Diretor da Susep para avaliação.

As outras iniciativas estão previstas para 2024, como a elaboração de normativo com regras e critérios para estruturação, comercialização e operacionalização do seguro de vida universal (primeiro semestre) e um estudo com alternativas para aumentar o acesso da população ao seguro e previdência complementar aberta.

“Temos um gap de proteção no país. Muitas pessoas, bens e outros objetos seguráveis que poderiam estar cobertos por apólices não estão. Queremos tratar da previdência complementar aberta. De forma geral, podemos destacar o novo marco de previdência (PGBL/VGBL), nesse momento já em discussão com outros ministérios, como da Previdência Social e do Trabalho, além de regulamentar com mais profundidade o produto Universal Life. Mas o grande núcleo é o desenvolvimento de uma política nacional de aceso ao seguro, na qual pretendemos estabelecer bases importantes para aumentar e ampliar formas de acesso à população”, comentou o diretor da Susep, Carlos Queiroz.

Queiroz destacou ainda outros pontos que impactam diretamente o consumidor e devem gerar iniciativas mais concretas apresentadas no primeiro semestre do próximo ano, como a elaboração de um estudo sobre as boas práticas de mercado focado em valores de consumidores retidos em provisões técnicas, com posterior elaboração de normativo.

“É importante que a Susep trabalhe o tema fazendo com que as provisões de resgate de capitalização, por exemplo, e os benefícios a conceder de previdência complementar sejam de fato devolvidos aos consumidores após terem cumprido o seu papel”, salientou o diretor. A previsão é que, a partir desse estudo, seja elaborado um normativo sobre o tema para o segundo semestre de 2024. Está prevista também a regulamentação da Lei 14.652/2023, de agosto deste ano, que garante o resgate de planos de previdência complementar e capitalização como garantia de operações de crédito.

Foram anunciados ainda a conclusão de dois Grupos de Trabalho (GT) criados este ano:

  • GT de Seguros, Novo PAC e Neoindustrialização deverá gerar mudanças no desenho do seguro garantia voltado para investimentos em infraestrutura, além de complemento ao novo marco regulatório do ramo (de 2022);
  • revisão e consolidação do arcabouço regulatório relativo aos seguros de Responsabilidade Civil dos transportadores de carga após a sanção da Lei 14.599/2023;
  • e desenvolvimento de regras e condições contratuais referenciais no âmbito do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Já o GT de Transformação Ecológica deverá gerar uma minuta que passará por consulta pública para classificação dos produtos de seguros e previdências que poderão ser chamados de “verdes”. “A ideia é entregar uma classificação dos produtos para trazer transparência ao mercado e evitar o greenwashing”, explicou a coordenadora-geral de Estratégia e Organização, Júlia Normande.

Segundo ela, outro objetivo é incentivar a comercialização de produtos que tragam benefícios para a transformação ecológica. “Também pensamos como seguros de pessoas e previdência podem se tornar produtos sustentáveis, além de como os fundos são constituídos em uma atuação em conjunto com outros reguladores do mercado financeiro”, acrescentou Julia. A ideia é que todo esse trabalho seja feito em linha com o Plano de Transformação Ecológica do Ministério da Fazenda.

Foi destacado ainda o eixo de trabalho que envolve a Política Nacional de Cibersegurança e Mercados Supervisionados, que deverá gerar estudo sobre seguros específicos aos riscos cibernéticos, como o de Responsabilidade Civil, e o seguro Garantia de Infraestruturas Cibernéticas, além de estudo de adequação do sistema de cibersegurança da Susep à essa política.

De acordo com Octaviani, há toda uma discussão, mundo afora, das hipóteses de incidência das coberturas dos riscos cibernéticos especialmente por empresas que detêm grandes quantidades de dados, e no Brasil há um imenso campo para explorar os riscos cibernéticos “em várias outras perspectivas”.

Uma delas é a de “acoplar” o seguro na construção da infraestrutura cibernética, assim como o seguro já garante a construção da infraestrutura física. Ele avalia que os riscos nesse ambiente vão crescer acompanhando a digitalização da economia. “Se é para lá que corre riqueza, predação, fraude e ato ilícito, além de desestabilização política, também [vamos olhar] para lá”, disse, ressaltando a importância da abertura do debate para além do mercado.

Octaviani salientou ainda que no segundo semestre haverá mais fôlego para organizar a Política Nacional de Cibersegurança, que deverá contar com “uma grande coalização” envolvendo reguladores de outros mercados. Ele citou o debate realizado nesta quinta-feira (7) pelo Banco Central, cuja “constatação geral” foi a de que a digitalização de toda economia é fato e atingirá inclusive a “nossa moeda”. “Nenhum regulador dá conta de estruturar essa segurança sozinho”, complementa.

Veja abaixo todos os eixos que vão nortear o plano de regulação do setor em 2024:

  1. Seguros, Novo PAC e Neoindustrialização;
  2. Transformação Ecológica;
  3. Política Nacional de Acesso ao Seguro;
  4. Política Nacional de Resseguro;
  5. Política Nacional de Cibersegurança;
  6. Autorização;
  7. Regulação Prudencial;
  8. Regulação de Conduta;
  9. Desenvolvimento dos Instrumentos de Supervisão.

De acordo com o superintendente da Susep, o plano tem “três grandes funções”, que são a de contribuir com o plano de desenvolvimento da economia como país, conforme estipulado na Constituição Federal, além de trazer mais confiança e segurança jurídica a todos os entes do mercado, e ajudar a organizar internamente a atuação do órgão regulador.

Octaviani defendeu o diálogo entre todos os envolvidos no mercado para avançar na regulação. “A Susep tem demonstrado e praticado que a forma de fazer regulação não pode ser outra além do diálogo. Faremos todos esses avanços e conceitualização com muito diálogo com seguradores, corretores, segurados, especialistas e órgãos de governo. Porque é assim que se faz política pública. Conversando e dialogando”, disse.

Bradesco Seguros lança a campanha de final do ano

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros traz para essa Campanha as emoções vivenciadas por uma família nos encontros de final de ano, a partir do olhar de um boneco de Natal. 

No roteiro, o Boneco de Neve acompanha o Natal de uma mesma família por anos, afirma o quanto visualiza coisas boas nas pessoas e finaliza desejando: “Que, em 2024, todos nós sejamos mais como somos no Natal”. O filme está disponível no canal oficial da seguradora no YouTube, além das redes sociais do Grupo Segurador. 

“Finalizamos o ano com uma campanha que convida a todos para uma reflexão sobre as emoções vivenciadas pelas famílias nesse período do ano, motivando que esse sentimento perdure por todo o novo ano que está chegando. Mostrar a história de uma família ao longo dos anos, trazendo várias gerações convivendo e criando novos laços, reforça o nosso compromisso em oferecer produtos e serviços que protejam as famílias durante a jornada da vida”, afirma Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. 

Susep explica a conexão do real digital com o setor de seguros

Fonte: Susep

 A Superintendência de Seguros Privados (Susep), representada pelo Superintendente, Alessandro Octaviani, participou ontem, 07 de dezembro, do Encontro Anual Drex 2023, que promoveu um debate aberto sobre o futuro digital do sistema financeiro e apresentou o andamento da Iniciativa Drex. O evento ocorreu em Brasília (DF), na sede do Banco Central do Brasil, organizador do evento.

A primeira ação destacada pelo superintendente foi o Open Insurance. “É uma enorme tentativa de trazer o consumidor para uma ambiência contratual, na qual ele tem muita transparência de informação”, explicou Octavianni juntamente com representantes de outros reguladores do sistema financeiro no painel “O papel do regulador na economia digital”.

Octaviani também mencionou os avanços proporcionados pelo Sistema de Registro de operações (SRO). “Com o sistema, o fiscalizador tem todas as informações do que as fiscalizadas fazem em tempo real. Não voltaremos a fiscalizar em papel, ou meramente as auditorias de final de ano. Estamos digitalizando a nossa economia”, acrescentou.

Em sua fala, o superintendente Alessandro Octaviani comentou sobre as iniciativas da Susep relacionadas à economia digital e seus vários processos e de que formas essas ações se conectam com o Drex.

O Encontro Anual Drex 2023 tratou, ainda, de temas como finanças “tokenizadas”, economia verde, e contou com a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que, na abertura do evento, falou sobre o Futuro Digital do Sistema Financeiro Nacional.  

Compuseram o painel, além do Superintendente, Fabio Araujo, Consultor do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos do Banco Central do Brasil; Jorge Alexandre Casara, Gerente de Inteligência em Supervisão de Riscos Estratégicos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Fabiana Rodopoulos, Auditora de Finanças e Controles da Secretaria do Tesouro Nacional (STN); e Fernando Duarte Folle, Coordenador de Normas de Investimentos da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC). A mediação foi feita por Danielle Teixeira, Líder de Projetos de Inovação da Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac).

O evento foi transmitido e pode ser assistido no Canal do Banco Central no YouTube.

Seguro automóvel deve elevar faturamento da EZZE para a meta de R$ 1 bilhão

A concorrência fica cada dia mais acirrada em seguro automóvel. Se não bastasse as grandes seguradoras numa disputa pra valer em 2024, com Porto, Tokio, Bradesco, HDI/Liberty, Mapfre, Allianz e Santander, novas companhias entram neste nervoso segmento.

A EZZE Seguros comunicou em dezembro que iniciou a comercialização de seguro automóvel através de seu canal de corretores. Trata-se do primeiro produto neste modelo de uma série de lançamentos em Personal Lines programados para 2024, informa em comunicado. A expectativa é que a companhia atinja R$ 1 bilhão de prêmios emitidos em todas as carteiras, ainda em 2023, e a projeção de crescimento é de 35% em 2024, meta que poderá ser alavancada também pelo produto auto.

“A EZZE é uma empresa consolidada e abre novos horizontes através da atuação em diversos ramos e ampliação de seu portfólio, agora no segmento de Seguro de Automóveis. Temos o conceito de operação digital, onde o corretor tem total autonomia de definir o melhor modelo de negócio, além de selecionar a melhor oferta de acordo com o perfil do cliente”, explica Pedro Pimenta, diretor de Personal Lines da EZZE, em nota.

A aposta do grupo é oferecer um atendimento personalizado, com amplas coberturas, que incluem serviços para proteção do veículo, desde os básicos até os mais completos, por meio de um sistema on-line simples e que permite customizar diferentes necessidades.

“Diversificar e ampliar nossas linhas de negócios estão entre os nossos pilares nestes quatro anos de operação. Unir nosso time de especialistas e nossos corretores parceiros em mais um lançamento, agora focado na área de Automóveis, só fortalece e consolida a EZZE como uma empresa multiproduto e multicanal”, destaca o CEO da EZZE, Richard Vinhosa.

Seguro de vida desponta como o principal produto em 2023, segundo diretor da Liberty

O empenho das seguradoras para avançar em seguro de vida é explícito no mercado de seguros. Praticamente todas as companhias redesenharam produtos para atender a uma urgência da população brasileira: ter uma proteção financeira para arcar com imprevistos com acidentes, saúde, viagens, desemprego entre outros temas no âmbito de seguros pessoais.

Foram R$ 45,6 bilhões em vendas de seguros de vida de janeiro a setembro deste ano, sendo quase a metade e seguro de vida individual e coletivo, 28% de seguro prestamista e 13% de seguros de acidentes. Pelas estatísticas do órgão regulador, a Susep, em percentual de crescimento os líderes são seguro funeral, vida individual e seguro para doenças graves. Já em indenizações pagas, as seguradoras desembolsaram mais de R$ 11 bilhões no período citado. 

Alexandre Vicente, diretor Seguros de Pessoas da Liberty Seguros, conversou com o Sonho Seguro sobre a estratégia de negócios neste segmento, que é o maior do setor de seguros,

O seguro de vida ganhou muita expressão por trazer cobertura e serviços que podem ser usados em vida. Como a Liberty tem se posicionado nesta nova forma de vender o seguro?

Temos focado as nossas comunicações em trazer essa nova visão de seguro, e foi com muito trabalho que, ao longo dos anos, a Liberty vem transformando essa ideia de “custo” para os seguros, que costumava ser atribuída a algo que é pago torcendo para não usar, já que ele só é acionado em situações sensíveis. Entretanto, atualmente os consumidores passaram a enxergar os produtos como uma espécie de “investimento” em suporte para diversos tipos de emergências, trazendo mais estabilidade e segurança para momentos imprevisíveis da rotina. Também vemos que as pessoas procuram por produtos que tenham um melhor custo benefício, com condições acessíveis para seu momento financeiro, e valorizam aqueles que oferecem vantagens que vão além do produto contratado, compreendendo que o dinheiro investido está sendo bem aproveitado. 

E para nos aproximarmos dos nossos públicos, a tecnologia tem sido uma grande aliada. A ferramenta digital Meu Momento de Vida, por exemplo, é uma opção que descomplica o dia a dia dos usuários por meio da agilidade, flexibilidade e segurança, pois visa facilitar a compra e venda do seguro de vida, para clientes e corretores. A plataforma tem uma linguagem simples e transparente, para que os clientes não sintam dificuldade no momento da contratação dessa proteção. De forma geral, o principal objetivo da Liberty é reforçar que os seguros atendem aos estilos de vida de cada cliente, além de ter coberturas adequadas e personalizadas para atender diferentes pessoas e famílias.

Sobre a questão das coberturas e serviços que podem ser usados em vida, os produtos podem, realmente, oferecer benefícios “além do seguro”, ou seja, podem ser aproveitados no dia a dia, como garantia de estabilidade financeira, livre escolha de beneficiários e assistências que podem ser utilizadas em vida. Entre as coberturas oferecidas, a Liberty oferece a de Doenças Graves e DIT (Diária de Incapacidade Temporária), que garante a indenização diária do período contratado em caso de acidentes, reavendo a quantia equivalente ao período durante o qual o segurado estava impossibilitado de trabalhar.

Já em relação às assistências, a Liberty oferece opções de personal fitness, telepsicologia, telemedicina, assistência nutricionista e assistência pet, que ajudam a garantir uma melhor qualidade de vida. Também entendemos que há um foco cada vez maior no digital e, diante disso, é importante investir em soluções e experiências que alavanquem esse formato, pois sabemos que as preferências de consumo das pessoas estão sempre mudando. A Liberty tem uma trajetória de anos no digital e, para o futuro, o foco é manter esse posicionamento de referência. 

Além do benefício em vida, o setor tem apostado no corretor de seguros na venda deste produto, até então concentrado nas vendas em bancos e canais de afinidades. Como a Liberty atrai o corretor de seguros para vender vida? Comissionamento, facilidades, potencial de mercado…

Os corretores não são apenas canais de distribuição e relacionamento mas, acima de tudo, são grandes parceiros de negócios e fundamentais para as operações das companhias. Por isso, sempre trabalhamos para encontrar novas formas de estreitar essa parceria, por meio de informações e ferramentas e, consequentemente, auxiliá-los durante as vendas dos produtos de vida.

A plataforma Meu Momento de Vida, citada anteriormente, é um canal fundamental também para alimentar o relacionamento com os corretores, já que atua como uma loja virtual. Cada parceiro recebe um link próprio para compartilhar com seus clientes, e a partir disso, todas as vendas realizadas pelo link trazem lucros revertidos para o profissional correspondente.

Por gerar cotações exclusivas de forma mais eficiente, a plataforma facilita o processo de prospecção e negociação de produtos no segmento de Vida, ampliando a oportunidade de negócios dos parceiros e agregando mais valor por estarem no ambiente digital. Desta forma, os parceiros podem exercer o seu trabalho com mais praticidade, atuando como verdadeiros agentes de negócio, mantendo o ritmo de crescimento e ampliando suas vendas, sempre com o foco em proporcionar boas experiências para todos – corretor e cliente Liberty.

Para desenvolver cada vez mais os corretores, trabalhamos, também, com capacitações sobre práticas de vendas e projetos que fomentam o uso do digital – tanto para vida quanto para outras frentes de atuação. Ao longo do ano, a Liberty promove campanhas de incentivo, como parte do “Cresça com o Vida”, com o objetivo de desenvolver, reconhecer e ampliar os conhecimentos dos corretores parceiros no segmento de vida.

O quanto esta estratégia ajudou nas vendas em 2023? O quanto cresceu em relação a 2022?

A estratégia foi fundamental para as vendas durante o ano de 2023, afinal, para nós é indispensável sempre trabalharmos na capacitação deste público e manter um relacionamento próximo com os corretores. Além de oferecer um portfólio amplo ao mercado, com produtos inovadores e competitivos em diversas frentes, a Liberty trabalha fortemente no desenvolvimento dos parceiros, como dito anteriormente, pois eles são a principal ponte entre a seguradora e os consumidores. Prova de que a estratégia adotada tem dado certo é o sólido balanço financeiro alcançado pela companhia até o momento, que tem grande contribuição dos corretores.

Durante todo o ano, fizemos um trabalho constante de aprendizado dos profissionais de seguros por meio de uma série de iniciativas e entendemos que isso contribui diretamente para aumentar as vendas. Entre essas ações, promovemos encontros com os corretores em todo o Brasil e campanhas de incentivo em vendas para premiar os profissionais que mais se destacam, além de uma série de treinamentos por meio das plataformas exclusivas da empresa. A empresa ainda contribui com uma série de ferramentas para auxiliar os parceiros a aumentarem suas vendas e carteiras e, consequentemente, contribuir com o crescimento da Liberty.

Um exemplo bacana lançado em 2023 foi a solução digital Oportunidade de Negócios Vida, desenvolvida com base em análise avançada de dados e que opera por meio do cruzamento de perfis com potencial de compra de produtos de vida e os apresenta na base de clientes dos corretores, no Meu Espaço Corretor, portal da companhia dedicado aos profissionais.

Gestão de riscos cibernéticos é foco de serviços oferecidos a empresas pela seguradora Zurich 

Fonte: Zurich

O avanço da tecnologia para o dia a dia das empresas trouxe um novo ponto de atenção para a gestão para administradores: o risco cibernético. Estudo da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), em conjunto com o The Security Design Lab (SDL) entre maio e agosto deste ano, concluiu que 42% das empresas não têm um plano de resposta a incidentes de cibersegurança, 65% não orientam a equipe para lidar e responder a incidentes de cibersegurança e 73% não possuem mecanismos de controle de acesso para sistemas em ambientes OT (Tecnologia Operacional) e ICS (Sistemas de Controle Industrial). 

A pesquisa é o primeiro estudo do Brasil a avaliar a maturidade de 109 companhias listadas na B3 (B3SA3), envolvendo setores como o do agronegócio, educação, energia, engenharia, financeiro, indústria, óleo & gás, saúde, serviços, tecnologia, telecomunicações e varejo. 

Diante deste cenário e com foco em oferecer soluções completas, que vão além do seguro e buscam incentivar os clientes a investirem na gestão completa (e mais efetiva) da segurança da informação, a Seguradora Zurich disponibiliza um conjunto de serviços cibernéticos através da Zurich Resilience Solutions (ZRS), solução de engenharia de riscos focada em prevenção. 

Segundo Tiago Santana, gerente do time de Engenharia de Riscos da seguradora, são dois serviços principais oferecidos na ZRS. O primeiro é um serviço de consultoria especializada para avaliação da maturidade de gestão de risco cibernético das empresas. 

“Avaliamos 23 fatores de riscos, com mais de 250 itens de checagem, e a partir disso é possível fazer uma análise quantitativa e qualitativa da gestão da segurança da informação das empresas que vai da insuficiência à excelência”, descreve o executivo. “O produto final traz benchmark, evolução (caso ele já tenha contratado o serviço antes), bem como recomendações de melhorias, com uma previsão dos novos cenários de classificação caso elas sejam implementadas. Se o cliente desejar, ainda podemos criar um planejamento para a implantação das recomendações, com investimentos e prazos”, completa. 

Já o segundo serviço é voltado especificamente para as empresas que desejam contratar um seguro cibernético, mas estão encontrando dificuldades para fazer a colocação do risco nas seguradoras pela insuficiência na gestão da segurança da informação. “É um serviço semelhante ao anterior, mas mais focado em uma análise e recomendação do que a empresa precisa melhorar para tornar seu risco aceitável ao mercado”, pontua Tiago. 

Segundo o executivo, a Zurich também oferece outros serviços como treinamentos em segurança da informação e apoio à construção de planos de resposta a incidentes. Todas as soluções estão disponíveis para empresas que necessitam de consultoria especializada, independentemente de serem clientes da Zurich. 

“Nossos serviços fornecem uma visão global das exposições e contribuem para a evolução da maturidade da segurança cibernética das empresas”, pontua Tiago. “Ele pode ser contratado dentro ou fora das apólices, e fornece às empresas as condições necessárias não só para ter acesso aos produtos de seguro, mas para reduzir os riscos relacionados à gestão da segurança da informação”, defende. 

O executivo aponta que, no início de 2023, a seguradora fez um levantamento que considerou as avaliações de empresas que procuraram o seguro e clientes de sua carteira, a fim de estudar a evolução da gestão da segurança da informação no mercado. A seguradora concluiu que, de 2021 para 2022, os clientes e prospectantes melhoraram, em média, 13% de seus controles de segurança da informação, o que corrobora a eficiência dos serviços de consultoria na evolução da maturidade de gestão de riscos cibernéticos das empresas. 

“O objetivo é apoiar empresas de diferentes portes e setores no desenvolvimento de um sistema de gestão de segurança da informação robusto, com o qual elas sejam capazes de não somente identificar e se proteger de riscos, mas também detectar, responder e se recuperar de incidentes cibernéticos”, enfatiza Tiago. 

Para o executivo, os corretores que se atentarem a esses serviços têm em mãos um diferencial qualificado para ajudar seus clientes a fazerem a colocação de riscos no mercado, ao mesmo tempo em que contribuem para aumentar a resiliência das empresas em um cenário desafiador e em constante mudança como o de riscos cibernéticos. 

ZRS ajuda na prevenção em setores diversos  

Lançada neste ano no Brasil, a ZRS vem para qualificar ainda mais as soluções disponibilizadas pela equipe de engenharia de riscos da Zurich. A ideia é oferecer um suporte para os clientes e corretores na mitigação e prevenção de riscos em várias frentes, como resiliência climática, gestão da segurança de informação e gestão da cadeia de suprimentos. 

Andressa Meireles, superintendente de Engenharia de Riscos da Seguradora Zurich, destaca que, muitas vezes, as empresas sofrem com a falta de dados, ferramentas e insights relevantes e confiáveis para ajudá-las a mitigar seus riscos. A ZRS busca fechar justamente esse gap

A disponibilização da ZRS no Brasil dá acesso direto às empresas ao amplo conhecimento de mais de 750 engenheiros de risco da Zurich, baseados em 40 países, além de tecnologia de ponta para atuar preventivamente sobre seus riscos. 


Andressa Meireles, superintendente de Engenharia de Riscos da Seguradora Zurich

“Nesse cenário, o corretor de seguros que pode atuar como um consultor de riscos, contando com o suporte da equipe de engenharia de riscos da Zurich para alertar seus clientes para a importância dos serviços para a prevenção”, completa Andressa.

Porto lança nova vertical de negócios voltada a serviços 

São Paulo, Brasil 25-11-2021 Retrato de Lene Araújo, VP corporativo e institucional da Porto Seguro na sede da empresa em São Paulo. Foto: ©Fernando Martinho

Fonte: Porto

A Porto anunciou ontem o lançamento da Porto Serviço, sob o comando do CEO Lene Araújo. A nova vertical de negócios da companhia inicia suas operações com cerca de 13 mil prestadores de serviços, além de 1.000 funcionários e inúmeros parceiros para oferecer os mais diversos serviços especializados para automóveis, residências e empresas já reconhecidos por sua qualidade e segurança para o público geral.

A Porto Serviço deve proporcionar mais tração, em complementaridade ao ecossistema da Porto, gerando ainda mais negócios em três frentes: B2C, B2B e B2B2C. Para que isso ocorra, há um forte empenho do time comercial e dos corretores, que são grandes parceiros da companhia, para as vendas dirigidas ao público final e uma outra frente de trabalho, fomentando parcerias com grandes empresas de diversos segmentos para que a vertical de serviços ofereça sua expertise por meio também do modelo white label

Para impulsionar ainda mais o portfólio, recentemente, a empresa adquiriu a CDF Assistência e Suporte Digital S.A. “Com a chegada da CDF, aumentamos o nosso portfólio de forma complementar e diversificamos nosso modelo de negócio, passando a atender em parceria com telecons, utilities e redes varejistas. Ganhamos força para ter mais sinergia nas operações, proporcionando mais eficiência de custo. Além disso, impulsionamos os negócios da companhia com as dezenas de parceiros que passam a ser nossos clientes também”, destaca Lene Araújo, CEO da Porto Serviço.

O movimento de lançamento da Porto Serviço consolida a estratégia iniciada em abril de 2022, quando a Porto realizou seurebranding e anunciou as verticais de negócios Porto Bank, Porto Saúde e Porto Seguro. A criação de verticais tem o objetivo de potencializar as oportunidades de negócios da companhia e ampliar a gama de produtos e serviços oferecidos atualmente para mais de 15 milhões de clientes. 

Coberturas

A Porto Serviço atua em três dimensões: mobilidade, serviços para casa, para empresas e conveniências para estar presente no cotidiano das pessoas. “No primeiro caso, que se refere aos nossos serviços para carros e motos, já temos resultados muito expressivos para compartilhar. Só nos primeiros nove meses deste ano, fizemos milhões de resgates com guincho, carga de bateria e troca de pneu”, pondera Araújo. Há a dimensão dos atendimentos a residências e empresas, que são manutenções de ar-condicionado, reparos na linha branca, entre outros, e a terceira e última dimensão, cujo objetivo é estar presente no cotidiano (comodidade) das pessoas entregando conveniência. 

“Com a instituição da quarta vertical, nosso principal objetivo é oferecer um portfólio de iniciativas – off-line e online – que se unam às necessidades humanas, proporcionando mais comodidade à vida das pessoas. Sabemos que, na hora do apuro, o consumidor não quer mais uma dor de cabeça: ele quer praticidade, comodidade, conveniência e segurança. E a Porto, com quase oito décadas de trajetória, já tem uma reputação respeitada em todos esses ecossistemas. Agora a pessoa consegue contratar o serviço via online ou via corretor mesmo não sendo segurado da Porto”, salienta Lene Araújo. 

O portfólio de serviços prestados inclui assistência residencial, eletricista e encanador, chaveiro residencial e auto, conserto e instalação de eletrodomésticos, assistências e muitos outros. “Todas as opções se dão de maneira personalizada, em que o cliente opta por quais tipos de serviços e/ou produtos gostaria de utilizar”, ressalta o executivo.