Porto passa a integrar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE)

carolina zwarg PORTO

A Porto comemora sua entrada na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), iniciativa idealizada pela B3 que é pioneira em toda a América Latina. 

“Fazer parte desse índice é motivo de muito orgulho. A agenda ASG está cada vez mais presente em todas as ações que conduzimos internamente na Porto e nas verticais de negócios, e ingressar na carteira do ISE mostra que estamos no caminho certo”, enfatiza Carolina Zwarg, diretora de Pessoas e Sustentabilidade da Porto.

O ISE é o resultado de uma iniciativa desenvolvida com base em critérios estabelecidos dentro de uma metodologia específica. Para ingressar nessa carteira, as empresas são avaliadas e selecionadas nas seguintes dimensões:  Governança Corporativa e Alta Gestão, Capital Humano, Modelo de Negócios e Inovação, Capital Social, Meio Ambiente e Mudança do Clima. Essa é a 19ª carteira do ISE que reúne 78 companhias atuantes em 38 setores da economia. 

MAG Seguros, empresa mais longeva do setor, completa 189 anos e inicia suas comemorações

mag seguros helder Molina

A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência, comemora, hoje, dia 10 de janeiro, seu 189o aniversário. Ao longo de quase dois séculos, a empresa vem sendo constante em toda sua jornada, que será celebrada durante o MAGNEXT 2024, tradicional evento do segmento segurador. Uma das principais missões do grupo é aproximar o planejamento futuro ao presente, criando uma cultura previdente na vida da população, conectando uma apólice de seguro ao dia a dia das famílias brasileiras como sinônimo de amor e proteção. 

“Chegar aos 189 anos significa, para nós, que conseguimos evoluir com o tempo e nos adaptar às mudanças, mas sempre tendo foco no cuidado à vida humana, como nosso principal valor. É essa a filosofia que continuaremos em 2024, buscando inovar cada vez mais, seja com novos produtos, serviços ou melhorando processos que humanizam o atendimento ao cliente”, comenta Helder Molina, CEO da MAG Seguros.

Atualmente, a MAG Seguros contabiliza mais de 6 milhões de vidas seguradas, capital segurado superior a R$ 875 bilhões, cerca de 800 parceiros de negócio e mais de 6 mil corretores parceiros. Além disso, em 2023, a companhia foi reconhecida como um dos melhores locais para se trabalhar, segundo o Great Place to Work, e conquistou diversos prêmios, principalmente ligados à inovação e tecnologia, referendados por importantes instituições de renome internacional.

Grandes passagens marcam a história da MAG Seguros. A empresa foi responsável pelo pagamento da pensão mais longa da história da previdência brasileira, e já teve em sua carteira de clientes ícones como Benjamin Constant, Marquês de Sapucaí, Marquesa de Santos e Duque de Caxias.
 

MetLife Dental tem o segundo melhor índice calculado pela ANS

A MetLife alcançou a nota 0,8725 no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) 2023, ano-base 2022. O resultado, divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, colocou a empresa na vice-liderança, com a segunda maior nota dentre as operadoras exclusivamente odontológicas de grande porte do país, ficando muito acima da média do segmento de 0,7898 reportada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. 

“É um grande orgulho estarmos pela quinta vez consecutiva entre os mais bem avaliados planos odontológicos do Brasil. Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo de ampliação e qualificação de nossa rede credenciada, ações efetivas e preventivas de conscientização da importância da saúde bucal e investimentos em tecnologia para facilitar o dia a dia e poder levar mais saúde às pessoas”, comenta Luís Danilo Maurici, superintendente MetLife Dental.

Com 1,2 milhão de clientes e 15 anos de história no Brasil, a MetLife Dental oferece planos de saúde odontológicos com coberturas completas, rede com mais de 22 mil profissionais especializados e excelente relação custo-benefício, ampliando o acesso à saúde bucal de qualidade.

Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS)

Os resultados da avaliação das operadoras são traduzidos pelo Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS). O IDSS é um índice composto por um conjunto de indicadores agrupados em quatro dimensões e é calculado com base nos dados extraídos dos sistemas de informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar ou coletados nos sistemas nacionais de informação em saúde.

O IDSS permite a comparação entre operadoras, estimulando a disseminação de informações de forma transparente e a redução da assimetria de informação, falha de mercado que compromete a capacidade do consumidor de fazer suas escolhas no momento da contratação ou troca de um plano de saúde e a ampliação da concorrência baseada em valor no setor. 

Dimensões do IDSS

Para promover a melhoria contínua do programa, em 2016 houve a restruturação das Dimensões do IDSS com o objetivo de torná-las integradas e em consonância com as novas regras e práticas do setor, com conceitos alinhados aos novos eixos direcionais da Agência, à Agenda Regulatória mais recente e à literatura de Qualidade em Saúde. Confira as novas Dimensões:

  • Qualidade em Atenção à Saúde: avaliação do conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde dos beneficiários, com ênfase nas ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada;
  • Garantia de Acesso: condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta de rede de prestadores;
  • Sustentabilidade no Mercado: monitoramento da sustentabilidade da operadora, considerando o equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores;
  • Gestão de Processos e Regulação: essa dimensão afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS.
     

Porto patrocina Crystal, espetáculo inédito do Cirque du Soleil que estará no Brasil neste ano

Cirque du Soleil volta ao Brasil e de uma maneira que o público jamais viu! A Porto oficializa hoje que será o presenting sponsor (apresentador) de CRYSTAL, espetáculo da companhia canadense inédito no país e que, pela primeira vez na história, terá todas suas inacreditáveis acrobacias no gelo. Criado em 2017, CRYSTAL é a 42a produção do Cirque du Soleil e estreia aqui em 2024, passando pelo Rio de Janeiro e São Paulo. A turnê é uma realização da IMM.

“Estamos felizes em vivenciar mais esse momento especial de magia e entretenimento junto aos nossos corretores que estarão conosco no Cirque Du Soleil por meio da campanha anual Fecha com a Porto. Vamos proporcionar experiências fantásticas para cada um deles reconhecendo o trabalho e o esforço realizados ao longo do primeiro quadrimestre do ano. Além disso, queremos valorizar e fortalecer nossa parceria com quem atua como verdadeiro consultor do nosso portfólio levando o cuidado da Porto para todos os clientes.”, destaca Luiz Arruda, VP comercial, marketing, clientes e dados da Porto.

“É sempre extraordinário para a IMM poder proporcionar a experiência única do Cirque du Soleil ao público brasileiro. Desde 2017 promovemos espetáculos inéditos da companhia aqui no país e é, com imenso orgulho, que nos juntamos à Porto para trazer CRYSTAL, uma produção única que une o talento ímpar da companhia canadense numa produção de complexidade ímpar, ao ser realizada no gelo. Tenho certeza que o público ficará fascinado.” diz Alan Adler, CEO da IMM. 

Crescimento do seguro empresarial é destaque no balanço de 2023 

Jarbas Medeiros Fenseg

Fonte: FenSeg

O seguro empresarial obteve um dos melhores desempenhos dentro do segmento de danos e responsabilidades em 2023. Segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), de janeiro a outubro, a arrecadação foi de R$ 3,2 bilhões, crescimento de 19,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em indenizações pagas aos empresários, o total pago nos dez primeiros meses do ano ficou em R$ 1,327 bilhão.

“Considerando que a projeção de crescimento para o PIB no ano seja de 3%, o mercado do seguro empresarial deve crescer seis vezes o PIB, o que mostra que os empresários estão buscando cada vez mais esta proteção para as suas empresas”, afirma Jarbas Medeiros, presidente da comissão de riscos patrimoniais massificados da FenSeg. 

O seguro empresarial garante a sustentabilidade do negócio ao oferecer coberturas a eventos como incêndio ou explosão, vendaval, danos elétricos, roubo, responsabilidade civil e lucros cessantes. Esta última cobertura foi pensada para impedir a falência do negócio. Se a empresa fica sem operar devido a um incêndio, por exemplo, o lucro que ela deixa de obter por conta do sinistro, será coberto durante o período de reconstrução do imóvel.

Para 2024, Medeiros vê razões para o mercado seguir otimista, apostando na manutenção do crescimento de dois dígitos. Isso porque, na sua avaliação, os empresários estão mais conscientes da importância de incluir o seguro nos seus planejamentos, com maior percepção do risco representado pela intensificação dos eventos climáticos e pela projeção de crescimento do PIB em cerca de 2%.

No Brasil, segundo a FenSeg, apenas 20% das empresas têm apólice de seguro empresarial. Para Medeiros, a participação poderia ser maior se o seu custo-benefício fosse mais conhecido. Com um preço médio anual em torno de R$ 2,5 mil, proteger o negócio é relativamente barato, com parcelas mensais de R$ 200.

Mercado de seguros debate ações de mitigação dos riscos climáticos na América Latina e Caribe

Fonte: CNseg

A superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Luciana Dall’Agnol, será uma das palestrantes do encontro regional da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI) que reunirá executivos de bancos, seguradoras, investidores, formuladores de políticas públicas e sociedade civil para debater o financiamento sustentável na América Latina e Caribe.

O encontro, que será realizado entre os dias 30 e 31 de janeiro de 2024 em Bogotá, Colômbia, também terá um foco especial nas questões climáticas e de sustentabilidade, como o risco climático e natural, o financiamento da transição para emissões líquidas zero, a otimização dos recursos naturais para o desenvolvimento econômico (economia azul) e as questões relacionadas à economia circular e à gestão dos plásticos.

Luciana participará do painel “Alinhamento das atividades de seguro com as metas de mitigação das mudanças climáticas” e vai apresentar as ações que estão sendo implementadas no setor segurador brasileiro para enfrentar as mudanças climáticas, integrando o setor financeiro na promoção de uma economia mais verde, inclusiva e sustentável.

Junto com Luciana, estarão na mesa outros especialistas do mercado segurador, incluindo Marlene Appel, líder Regional da América Latina do Partnership for Carbon Accouting Financials (PCAF); Ivani Benazzi de Andrade, superintendente de Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros; e Ana Cristina Gaviria, vice-presidente de Seguros Voluntários, Seguros Sura. A moderação do painel será conduzida por Diana Diaz, Supervisora do Programa de Seguros da UNEP FI.

Para a executiva da CNseg, o debate com relevantes atores regionais é de suma importância para que o setor segurador brasileiro possa auxiliar os demais países na construção de soluções eficazes para mitigação dos riscos climáticos. “A indústria seguradora brasileira é apontada como uma liderança no que diz respeito ao comprometimento com os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), da Organização das Nações Unidas. Nosso papel em Bogotá será mostrar como o setor segurador pode ser um importante parceiro de governos e sociedade na busca para soluções que mitiguem os impactos de riscos climáticos para a população”. 

Condições climáticas extremas e desinformação lideram os riscos globais

Edson Franco Zurich Fenaprevi

Com agências internacionais

Os especialistas em risco veem condições climáticas extremas e desinformação como os mais prováveis de desencadear uma crise global nos próximos anos, conforme uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial (WEF) divulgada na quarta-feira.

Enquanto as condições climáticas extremas foram identificadas como o maior risco em 2024, a desinformação e informações falsas ficaram em segundo lugar e foram consideradas o risco global mais graves nos próximos dois anos.

Isso poderia representar uma ameaça particular, já que bilhões de pessoas se encaminham para as urnas no maior ano eleitoral da história. Grandes economias, dos Estados Unidos à Índia e ao México, realizarão eleições este ano, deixando líderes da indústria e política dependentes de pesquisas e previsões para avaliar como será o ambiente político até 2025. “O uso generalizado de desinformação e ferramentas para disseminá-las, podem minar a legitimidade de governos recém-eleitos”, alertou o relatório.

“A agitação resultante pode variar de protestos violentos e crimes de ódio a confrontos civis e terrorismo”, acrescentou o relatório, que foi preparado em parceria com a seguradora Zurich e com a corretora de re/seguros Marsh McLennan antes da reunião anual do WEF na próxima semana. Em um horizonte de 10 anos, os riscos ambientais, incluindo a perda de biodiversidade e mudanças críticas nos sistemas da Terra, lideraram as classificações, com desinformação e informações falsas e resultados adversos da inteligência artificial (IA) logo atrás.

“O Relatório de Riscos Globais mostra que, pela primeira vez, a desinformação está entre as principais ameaças globais, no curto e longo prazos. Os especialistas alertam para os cuidados com o uso da Inteligência Artificial, que pode ter o forte potencial de circulação de conteúdos falsos, principalmente para ampliar divisões sociais e políticas – pontos de atenção para as eleições que vão acontecer em diversos países nos próximos dois anos. Além disso, as ameaças ambientais, já destacadas em edições anteriores, se intensificaram e continuam sendo as mais preocupantes. Os efeitos das alterações climáticas representam cinco dos dez riscos mais graves na próxima década, ampliando risco de ultrapassar um ponto de não retorno. O relatório reforça o nosso compromisso e o importante papel do mercado segurador de apoiar continuamente as empresas, governos e a sociedade na compreensão e mitigação dos riscos e suas interconexões”, comentou Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil (foto).

marsh euroamerica

Eugenio Paschoal, CEO da Marsh McLennan Brasil, destaca que nesta edição do Relatório de Riscos Globais, foi contextualizada a análise através de quatro forças estruturais que moldarão a materialização e a gestão dos riscos globais na próxima década. “Alterações climáticas, bifurcação demográfica, disrupção tecnológica e evolução material na concentração de fontes de poder geopolítico. A combinação simultânea desses elementos sistêmicos cria cada vez mais tensões e o mundo pode estar chegando a um ponto de inflexão, de acordo com as percepções das 1.400 lideranças entrevistadas para a elaboração do estudo”, acrescentou.

Há o consenso de que vai surgir um mundo diferente, e as perspectivas são marcadamente mais preocupantes, em comparação às edições anteriores do estudo. Por isso, em cooperação com o Fórum Econômico Mundial, a nossa missão é auxiliar a sociedade na compreensão desses riscos, as suas interconexões, e refletir sobre que mecanismos, fundos, sistemas de proteção social empregar para mitigar os efeitos da recessão, da inflação, da disparidade social, e acelerar a transição a climática.”

Enquanto isso, dois terços dos especialistas em risco pesquisados esperam que uma ordem mundial multipolar ou fragmentada surja na próxima década, “na qual potências médias e grandes disputam, estabelecem e impõem regras e normas regionais”, disse a pesquisa.

O presidente do WEF, Borge Brende, disse em uma coletiva de imprensa na terça-feira que o 54º encontro anual do WEF, no resort de esqui suíço de Davos, ocorreria em meio ao cenário geopolítico mais complicado até o momento, que vai desde guerras em Gaza e Ucrânia até o aumento da dívida e custo de vida.

O ponto de vista pessimista da pesquisa provavelmente foi desencadeado pela série de riscos desencadeados nos últimos quatro anos com efeitos subsequentes na sociedade, disse John Scott, chefe de risco de sustentabilidade no Grupo de Seguros Zurich, destacando a pandemia de COVID-19 e os bloqueios resultantes até a invasão da Rússia à Ucrânia.

Carolina Klint, Chief Commercial Officer da Marsh McLennan Europa, afirma: “Os avanços da inteligência artificial desarticularão de forma radical o panorama de risco para as organizações, com muitas delas lutando para reagir às ameaças provenientes de informações falsas, desintermediações e do erro de cálculos estratégicos. Concomitantemente, as empresas estão precisando negociar cadeias de abastecimento tornadas mais complexas pela geopolítica e a mudança climática, e as ameaças cibernéticas de uma série crescente de agentes mal-intencionados. Será necessário manter um foco incansável para criar resiliência em níveis organizacionais, nacionais e internacionais – e uma maior cooperação entre os setores público e privado – para navegar neste panorama de risco em rápida evolução”.

John Scott, Head of Sustainability Risk do Zurich Insurance Group, conclui: “O mundo está passando por transformações estruturais significativas com a IA, a mudança climática, as mudanças geopolíticas e as transições demográficas. Noventa e um por cento dos especialistas em risco entrevistados expressam pessimismo ao longo do horizonte de 10 anos. Os riscos conhecidos estão se intensificando e novos riscos estão emergindo – mas eles também oferecem oportunidades. As ações transnacionais coletivas e coordenadas desempenham a sua parte, mas as estratégias localizadas são críticas para a redução do impacto dos riscos globais. As ações individuais dos cidadãos, países e empresas podem fazer a diferença quanto à redução do risco global, contribuindo para um mundo melhor e mais seguro”.

Bradesco Seguros reforça estratégia de redes sociais e supera a marca de 3 milhões de seguidores

alexandre nogueira grupo bradesco seguros

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros tem ampliado sua presença no ambiente online, em linha com a estratégia de aprimorar a jornada digital e se aproximar ainda mais de seus segurados, cada vez mais conectados e digitais.

Em 2023, por exemplo, a empresa acumulou 656 milhões de impressões nas redes sociais que está presente e 227 milhões de visualizações.

Ao final do ano passado, a seguradora contabilizava um número significativo de seguidores nas redes. No LinkedIn, o Grupo Segurador superou 1 milhão de seguidores, enquanto no YouTube e Instagram, a companhia atingiu mais de 240 mil e 150 mil seguidores, respectivamente, e no Facebook mais de 1,5 milhão.

Já no TikTok, rede em que o Grupo foi pioneiro dentro do mercado segurador nacional, o número de seguidores superou a marca de 100 mil.

“Temos como propósito ampliar a cultura do seguro entre a população e, para isso, precisamos estar presente na vida das pessoas, participar das conversas, tangibilizar a importância da proteção no dia a dia. E nada mais próximo do que estar nas redes sociais, principalmente porque o Brasil é o terceiro país que mais consome conteúdo das redes em todo o mundo”, afirma Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. “Além disso, essa presença significativa nas redes nos permite ouvir os corretores, clientes e consumidores diretamente, o que enriquece muito a nossa troca e aprendizados”, ressalta o executivo.

Akad registra alta de 20% em prêmios com seguro Bike em 2023

Fonte: Akad

A Akad Seguros comemora o crescimento em prêmios emitidos em sua linha de seguros para Bikes em 2023. A arrecadação, que já representa um recorde histórico para a companhia, é 20% superior ao registrado no ano passado. O crescimento da carteira é resultado de uma soma de melhorias incorporadas ao longo do ano, que incluem incremento de assistências, flexibilidade na emissão de apólices e novas parcerias.

Como resposta a um mercado mais aquecido, a Akad ouviu o apelo dos ciclistas e alterou o seu pacote de assistências – até então em modelo focado no residencial -, passando a priorizar assistências pensadas para os equipamentos da bicicleta. Ou seja, se antes a cobertura estava restrita a incidentes ocorridos no domicílio do segurado, agora a proteção se estende ao deslocamento para o trabalho, lazer, viagens e competições. A seguradora digital praticamente dobrou o número de assistências, incluindo remoção hospitalar, transporte complementar de táxi, além de reparos de câmera de ar, troca de corrente, substituição ou regulagem de selim ou freios, e chaveiro. Tudo isso, sem ajustar o valor da apólice.

A seguradora do grupo GP Investimentos também investiu na digitalização do fluxo de moderação das apólices. Carlos Nascimento, Coordenador de Property e Engenharia da Akad, explica que a jornada de contratação digital conta com uma vistoria que precede a emissão do seguro online, trazendo conforto aos segurados na medida em que desde a contratação da apólice todos já têm claro o valor real de mercado da bicicleta.

“É muito comum no mercado que seguradoras que têm um procedimento analógico deixem a análise do valor da bicicleta para o momento da regulação do sinistro”, explica Nascimento. No novo modelo, o segurado recebe um link do corretor, preenche informações da bike, tira algumas fotos e faz o upload direto na plataforma, tudo mais rápido e sem a necessidade de expor documentos. “A avaliação na entrada é um diferencial que assegura mais integridade para o produto e previsibilidade para o ciclista”, destaca o executivo.

Outra estratégia implementada pela Akad foi democratizar o acesso ao Bike Basic, modalidade do seguro que oferece proteção contra roubo e furto qualificado, considerada a mais acessível disponibilizada pela companhia. Para isso, ampliou de R$ 5 mil para $ 100 mil o valor limite das bicicletas aptas a se qualificarem para a oferta. “Esse salto significativo na cobertura abriu caminho para que mais ciclistas conseguissem acessar o seguro pagando um valor mais baixo”, explica Fernando Gonçalves, Head de Linhas Financeiras, Garantia e P&C da Akad Seguros.

Além do Bike Basic, a seguradora oferece no portfólio o Bike Mulher, especialmente desenvolvido para as ciclistas com descontos e ofertas exclusivas. Outra opção de seguro é o Bike Tradicional, que oferece proteção contra danos decorrentes de acidentes, danos a terceiros, roubo e furto qualificado para modelos mais caros.

O bom desempenho do seguro também estimulou a companhia a fortalecer parcerias e ações de marketing durante o ano. Destaque para a participação no Shimano Fest, o maior festival de bikes da América Latina, quando a companhia recebeu mais de 5 mil bicicletas em dois bicicletários gratuitos. O evento marcou ainda o início de uma parceria com o influenciador Douglas Leite de Oliveira, o Doguete, um dos maiores nomes do BMX brasileiro. Também marcou presença o paraciclista David Santos, atleta apoiado pela Akad desde 2019.

Setor de seguros pagou US$ 95 bilhões em indenizações por perdas causadas por catástrofes naturais em 2023

desastres naturais em 2023 seguradoras

Em todo o mundo, os desastres naturais em 2023 resultaram em perdas de cerca de US$ 250 bilhões, estável ao dado de 2022, com perdas seguradas de US$ 95 bilhões (125 bilhões no ano anterior). As perdas globais correspondem à média de cinco anos, enquanto as perdas seguradas ficaram ligeiramente abaixo do valor médio de US$ 105 bilhões.

“O ano de 2023 foi mais uma vez caracterizado por perdas seguradas extremamente elevadas decorrentes de desastres naturais, apesar de não terem ocorrido perdas individuais extremas. Isto sublinha o importante papel que o seguro desempenha no amortecimento das consequências dos desastres naturais”, comenta Thomas Blunck, membro do Conselho de Administração da Munich Re.

“Dados abrangentes e conhecimento aprofundado das mudanças nos riscos continuam a ser fatores-chave na concepção de coberturas para proteger as pessoas contra desastres naturais. Outro aspecto importante é a prevenção. O número de vítimas dos terramotos devastadores deste ano é um alerta para garantir uma melhor protecção das pessoas através da adaptação dos métodos de construção”, acrescenta.

Em recente estudo, a Swiss Re estimou perdas seguradas de mais de US$ 100 bilhões em 2023, com tempestades severas sendo o principal evento neste ano. É a primeira vez que tempestades severas causam esse nível de perdas para a indústria.

Desastres naturais de 2023 em números

Ao contrário dos anos anteriores, não ocorreram mega-desastres nos países industrializados que tenham aumentado as perdas como o furacão Ian em 2022, que causou perdas globais de US$ 100 bilhões e segurou perdas de US$ 60 bilhões.

Em vez disso, as estatísticas de perdas foram caracterizadas pelo grande número de tempestades regionais severas. Perdas tão elevadas devido a trovoadas nunca tinham sido registadas antes nos EUA ou na Europa: ativos no valor de cerca de US$ 66 bilhões foram destruídos na América do Norte, dos quais US 50 bilhões estavam segurados, enquanto na Europa o valor foi de US$ 10 bilhões, dos quais US$ 8 bilhões foram segurados.

Um grande conjunto de investigação científica indica que as alterações climáticas favorecem condições meteorológicas severas com fortes tempestades de granizo. Da mesma forma, as estatísticas de perdas causadas por tempestades na América do Norte e outras regiões apresentam tendência ascendente.

O número de mortes causadas por catástrofes naturais aumentou para 74 mil em 2023, bem acima da média anual dos últimos cinco anos (10 mil). Após anos de relativa calma, uma série de terremotos devastadores levaram a desastres humanitários. Cerca de 63 mil pessoas (85% do total de vítimas mortais do ano) perderam a vida como resultado de tais riscos geofísicos em 2023 – mais do que em qualquer momento desde 2010. Em contraste, as perdas econômicas causadas por desastres naturais foram dominadas por tempestades severas: 76% dos as perdas globais foram relacionadas com o clima, enquanto 24% tiveram causas geofísicas.

Temperatura global deve bater recorde

Os desastres climáticos foram agravados por temperaturas extremamente altas. Em todo o mundo, as temperaturas médias até novembro foram cerca de 1,3°C superiores às dos tempos pré-industriais (1850-1900). Rapidamente ficou claro que 2023 se tornaria o ano mais quente desde o início das medições de temperatura, o que significa que os últimos dez anos são os mais quentes já registados.

O fenómeno El Niño, uma oscilação climática natural no Pacífico Norte com efeitos em condições meteorológicas extremas em muitas regiões do mundo, desempenhou um papel importante nas temperaturas. No entanto, os investigadores atribuem a tendência para temperaturas globais mais quentes principalmente às alterações climáticas, com as flutuações naturais a desempenharem um papel subordinado.

Os recordes de temperatura sazonal caíram um após o outro em 2023. Foram registadas temperaturas primaveris superiores a 40°C no sudoeste da Europa (abril) e na Argentina (setembro), temperaturas superiores a 50°C no noroeste da China e temperaturas noturnas excessivas. de 32°C no estado americano do Arizona, em Julho: segundo estudos, existem ligações claras com as alterações climáticas.

Em muitas regiões, grandes incêndios florestais resultaram de ondas de calor e secas. No Canadá, os incêndios duraram várias semanas, destruindo 18,5 milhões de hectares de floresta, mais do que nunca. No entanto, os incêndios não atingiram nenhuma grande cidade ou instalação industrial, o que significa que o Canadá evitou outro desastre de incêndio florestal como o de Fort McMurray em 2016 (danos na altura: US$ 4,1 bilhões, dos quais US$ 2,9 bilhões foram segurados).

“O aquecimento da Terra, que tem vindo a acelerar há alguns anos, está a intensificar as condições meteorológicas extremas em muitas regiões, levando a potenciais perdas crescentes. Mais água evapora em temperaturas mais altas e a umidade adicional na atmosfera fornece mais energia para tempestades severas. A sociedade e a indústria precisam de se adaptar à evolução dos riscos – caso contrário, os encargos com as perdas aumentarão inevitavelmente. A análise dos riscos e das mudanças neles feitas está inserida no DNA da Munich Re. É isso que nos permite oferecer consistentemente coberturas de seguro contra desastres naturais – e até mesmo expandi-las. Isto permite-nos amortecer uma parte das perdas e aliviar algumas das dificuldades causadas”, explica Ernst Rauch, cientista chefe do clima.

Os eventos mais caros do ano

A série de terramotos no sudeste da Turquia e na Síria, em Fevereiro, foi a catástrofe natural mais destrutiva do ano. O mais grave, um tremor de magnitude 7,8, foi o mais forte na Turquia em décadas. Cerca de 58 mil pessoas morreram, inúmeros edifícios ruíram e houve danos significativos em infra-estruturas. Com perdas globais de cerca de 50 mil milhões de dólares, foi também a catástrofe natural mais dispendiosa do ano. Apesar de o seguro contra terramotos ser obrigatório para edifícios residenciais na Turquia (Turkish Catastrophe Insurance Pool, TCIP), as perdas seguradas ascenderam a apenas US$ 5,5 bilhões.

Em termos de perdas globais, o segundo desastre natural mais caro foi o tufão Doksuri. Em julho, a tempestade atingiu a costa das Filipinas antes de atingir Jinjiang, na província de Fujian, no continente chinês, com ventos de cerca de 180 km/h. Doksuri foi acompanhada por chuvas extremamente fortes que provocaram inundações destrutivas. Em algumas partes da China, caíram 600 mm de chuva num dia, a maior precipitação diária alguma vez registada no país.

As perdas globais ascenderam a cerca de US$ 25 bilhões, dos quais apenas cerca de US$ 2 bilhões foram segurados – um exemplo da grande lacuna de seguros para catástrofes naturais que persiste na China.

A rápida intensificação do furacão Otis na costa oeste do México, em Outubro, foi outro acontecimento excepcional: em vinte e quatro horas, passou de uma tempestade tropical fraca a um furacão de categoria mais elevada. Atingiu a costa diretamente na estância de férias de Acapulco e devastou a cidade. Com ventos de até 265 km/h, foi a tempestade mais severa que já atingiu a costa do Pacífico do México.

As perdas globais são estimadas em US$ 12 bilhões e as perdas seguradas em cerca de US$ 4 bilhões devido à elevada concentração de hotéis na cidade. Foi a terceira perda mais cara do ano em termos de perdas globais.

Doksuri e Otis enquadram-se no padrão que os cientistas esperam como resultado das alterações climáticas, nomeadamente uma mudança para um número crescente de tempestades intensas e tempestades com chuvas extremas. Os especialistas também atribuem a rápida intensificação das tempestades tropicais, observada com maior frequência, às alterações climáticas.