MAPFRE e Banco Senff consolidam parceria por meio de seguro de fatura garantida e empresarial 

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Fonte: Mapfre

A Mapfre e o Banco Senff, empresa focada em oferecer soluções financeiras para o varejo, com mais de 4,2 milhões de clientes anunciam uma parceria que oferece soluções de seguros para pessoas físicas e jurídicas que utilizam o cartão Senff como método de recebimento e pagamento.

Por meio de dois produtos, a companhia oferece seguros para clientes e parceiros do banco paranaense: o prestamista, que é atrelado ao saldo devedor dos contratantes da apólice, e um empresarial, com cobertura em casos de incêndios, danos elétricos, explosões, entre outros, além de uma série de assistências emergenciais e de reparo. 

“O Banco Senff é um dos grupos mais consolidados no sul do país, referência no mercado com diversas soluções financeiras para o varejo. É mais um parceiro estratégico para a Mapfre , que segue com o seu plano de expansão comercial em todo o território nacional. Disponibilizamos dois produtos para uma rede que possui mais de 4 milhões de clientes por todo o país e acreditamos que essa parceria traz benefícios para ambas as empresas e para os clientes do Banco Senff, que ganham acesso a um amplo portfólio de produtos e serviços”, afirma Raphael Bauer, diretor-geral comercial da Mapfre.

“Esta parceria com o Banco Senff é de extrema importância para nós e vai ao encontro de nosso plano de expansão comercial. Agora, com essa novidade, conseguimos levar mais comodidade, em forma de serviços, aos nossos clientes, principalmente na região Sul do Brasil ”, afirma Luciano Bezas, diretor Comercial de Canais Estratégicos da Mapfre.

Os clientes interessados em adquirir o Seguro Fatura Garantida Senff + Mapfre devem autorizar a contratação do serviço, que será cobrado diretamente da fatura do cartão. O seguro prestamista quita a dívida do contratante em eventos como morte, invalidez, doenças graves e em situações de imprevistos financeiros, como desemprego involuntário. 

Já o seguro empresarial oferece, além das coberturas, serviços emergenciais como chaveiro, encanador, eletricista, vidraceiro, limpeza e segurança, reparos (como consertos de ar condicionado e eletrodomésticos) e comodidades (guarda e transferência de móveis, regresso antecipado em caso de sinistro da empresa e recuperação de veículo).  

“Nosso Foco atual na área de seguros fecha a cesta de produtos financeiros que oferecemos aos nossos clientes PF e PJ, fortalecendo todo o ecossistema Senff.  A Mapfre, com sua presença global e sólida com atuação em dezenas de linhas de seguros, foi nossa escolha para levar proteção a nossos clientes e parceiros” afirma Marco Senff, Diretor Comercial do Grupo Senff. 

“Escolher a Mapfre para atuar nos produtos Fatura Protegida e Empresarial, foi fundamental para buscarmos a flexibilidade e a confiança que os clientes Senff já possuem com o grupo há mais de 130 anos. Os dois produtos vão ajudar nossos clientes e parceiros a terem tranquilidade com o que realmente importa nos seus momentos de maior dificuldade” afirma Rodolfo Brandão, Head de Seguros do Grupo Senff. 

A comercialização ocorrerá em toda a rede de distribuição do banco, de forma presencial, nos canais digitais e por meio de parceiros.

Seguro contra perdas causadas por hackers volta à mesa de negociações

BLUECYBER

Eis o mais recente artigo publicado no Infomoney

De olho no crescente interesse da população com a proteção para ataques de hackers, a insurtech Bluecyber Seguros atraiu investidores e concluiu uma rodada pre-seed no valor total de R$ 7 milhões, liderada pela gestora de venture capital Invisto, com participação da Bossa Invest e investidores estratégicos do mercado de seguros.

Eles vislumbram um crescimento exponencial do seguro cibernético no Brasil e na América Latina. Trata-se do risco mais temido pelas empresas. Exemplos não faltam que justifiquem investimentos em proteção. São inúmeros. Só para citar um dos mais comentados pelos profissionais especialistas no assunto, em 2020, usando o login de um único funcionário, um hacker conseguiu mover-se dentro dos sistemas de computador de uma empresa de bebidas e fechar toda a operação.

A seguradora e as resseguradoras tiveram de desembolsar US$ 2 milhões para a companhia. Isso inclui quase US$ 1 milhão em receita perdida, US$ 600 mil em resgate para voltar online e honorários para advogados e especialistas em direito digital. O negócio tinha comprado uma apólice com um limite de US$ 10 milhões e estava pagando apenas US$ 21 mil em prêmios por ano, com uma franquia de US$ 25 mil.

Diante de prejuízos incalculáveis, com eventos catastróficos, causando dezenas de bilhões de dólares em danos, o mercado de re/seguros se retraiu para estudar mais como ofertar gestão e proteção de riscos. Depois de quase três anos com reajuste pesados e coberturas restritivas, pesquisas mostram um cenário mais promissor. Os preços dos seguros de segurança cibernética começaram a se estabilizar após anos de aumentos trimestrais nas taxas.

Porém, com condições de aceitação ainda severas. Quem não aceita as regras de proteção, por exemplo, paga cinco vezes mais. As restrições à cobertura de seguros cibernéticos – especialmente exclusões de guerra –, são a realidade deste potencial mercado. A preocupação com o potencial de mais catástrofes pós-pandemia, a guerra na Ucrânia, a epidemia de ransomware e o aperto dos reguladores, acionistas e outras partes interessadas relevantes fizeram com que muitas seguradoras repensassem a gestão de cenários que consideram potencialmente catastróficos.

Isso é considerado relevante pelos especialistas, pois muitas seguradoras reviram coberturas e a forma como as cláusulas são detalhadas, impondo mais transparência ao que está e não está coberto pelo seguro. Por outro lado, o campo do contrato dedicado a exclusões se ampliou.

Segundo o executivo, há um expressivo potencial de crescimento no Brasil. O mercado global de seguro cibernético segue com grande expectativa de crescimento. Segundo dados da Munich Re em 2019 o mercado global de Seguro Cyber movimentou US$ 5,8 bilhões e em 2022 saltou para US$ 11,9 bilhões. E as previsões são de fechar na casa de US$ 22 bilhões em 2025 e US$ 33,3 bilhões em 2027.

No mercado americano, segundo dados da NAIC (National Association of Insurance Comissionaire) no fechamento de 2022 o seguro cyber registrou vendas de US$ 9,7 bilhões em prêmios emitidos, refletindo um crescimento de 48% do período anterior e totalizando e 3,9 milhões de apólices.

No Brasil, o tema começa a ganhar corpo com algumas seguradoras testando o mercado com apoio dos resseguradores. Os números ainda são tímidos se comparados com o mercado americano, mas as expectativas são animadoras. Em 2019, o ano em que a Susep estabeleceu um ramo específico para cyber, o total de prêmio emitido foi de R$ 21 milhões e 2023 fechou com R$ 206 milhões.

O capital aportado na Bluecyber viabilizou a aquisição da ISMAC (www.ismac.io), startup que desenvolveu uma plataforma de Serviços de Segurança Gerenciados (MDR), que permite empresas, de todos os tamanhos e setores, contarem com uma plataforma de segurança da informação personalizável e de baixo custo.

“Com a aquisição da ISMAC, a Bluecyber incorpora uma plataforma de detecção e resposta a ameaças cibernéticas, que utiliza inteligência artificial e aprendizado de máquina para identificar e mitigar riscos em tempo real”, conta Eduardo Rocha, cofundador e CEO da Bluecyber.

A Bluecyber é uma MGA integral, no estilo americano, ou seja, desenvolve seus produtos, os canais de distribuição e recolhe os prêmios, sempre registrando suas apólices em parceria com uma seguradora regulamentada pela Susep, que no Brasil é a Seguros Sura. O foco da companhia está na proteção digital de PMEs e famílias em toda a América Latina. “A expectativa é fecharmos 2024 com 10 mil assinaturas de proteção digital em vigor”, conta.

Além de coberturas relacionadas a vazamento de dados que cobre indenizações a titulares de dados, multa de LGPD, honorários advocatícios, roubo de identidade digital, despesas com advogados para processo contra causadores de bullyings entre outros, a assinatura de proteção digital oferece Help Desk para assuntos tecnológicos do dia a dia de famílias em PMEs, disponibiliza antivírus sem custo adicional para ser instalados em todos os dispositivos do assinante. Oferece também monitoramento de vulnerabilidades em websites e nos dispositivos.

A estratégia de distribuição é baseada em canais tradicionais, principalmente os corretores de seguro, assim como também via canais não-tradicionais, como bancassurance e afinidades, em um formato 100% digital. 

A Bluecyber pretende expandir as equipes de desenvolvimento, subscrição e comercial, além do investimento em pesquisa e desenvolvimento para simplificar e massificar a proteção da vida digital de PMEe e famílias em toda América Latina, através de soluções via assinatura mensal, que incluem assistências, monitoramento de segurança, gerenciamento de risco cibernético, resposta a incidentes automatizadas e indenizações financeiras em casos de incidentes.

“Com a crescente sofisticação das ameaças cibernéticas, é fundamental que as empresas estejam preparadas para enfrentar os desafios de segurança digital. A ISMAC traz uma tecnologia de ponta, que nos permitirá antecipar e mitigar riscos, protegendo os ativos e a reputação de nossos segurados”, afirma Rocha. A expectativa é expandir as operações para outros países da América Latina ainda em 2024 em parceria com a Seguros Sura.

Daniel Arruda, fundador da ISMAC, e agora responsável pela gestão de risco e compliance da Bluecyber, enfatiza que “essa solução permite que a empresa monitore continuamente sua carteira de segurados, detectando e respondendo a incidentes de segurança de forma ágil e eficiente, minimizando o impacto de ataques e entregando mais valor para o segurado, além de diminuir a frequência e severidade dos sinistros.”

“Estamos entusiasmados com as oportunidades que a plataforma ISMAC pode nos agregar” comenta Claudio Macedo, cofundador da Bluecyber, que tem 36 anos de marcado segurador no Brasil e Europa e foi pioneiro na corretagem de seguro cibernético no Brasil desde 2017. “Estamos confiantes de que esta nova fase será um divisor de águas na indústria de seguros cibernéticos, trazendo soluções inovadoras e abrangentes para canais de distribuição, principalmente os corretores de seguros”, adiciona.

A ISMAC foi uma das startups aceleradas pelo AlperTech Startups em 2022, iniciativa de inovação da Alper Seguros. A Bluecyber e ISMAC se conheceram e se aproximaram no ambiente do INOVABRA, ecossistema de inovação mantido pelo Bradesco.

Estadão: Governo prepara agenda para acelerar crescimento do mercado de seguros

Alessandro Octaviani Susep

Fonte: Estadão, por Matheus Piovesana

O Ministério da Fazenda pretende lançar iniciativas para estimular o mercado de seguros no Brasil. Representantes da pasta e do setor têm discutido uma agenda que seria de magnitude similar às medidas que a Fazenda abraçou em 2023 para dinamizar o mercado de crédito, segundo apurou o Broadcast com fontes que pediram anonimato, dado que as conversas ainda não são públicas.

Essas discussões estão em estágio inicial, e devem avançar a partir da aprovação do Projeto de Lei 29, que criaria uma Lei de Seguros no País. Hoje, o setor é regido a partir de pontos de outras legislações, como o Código Civil. À frente da agenda, está o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto. O Broadcast procurou a pasta para tratar das discussões, mas não houve retorno ao pedido de entrevista até a publicação deste texto. 

No caso do crédito, o maior exemplo da agenda foi o apoio ao novo Marco Legal das Garantias, que foi aprovado pelo Congresso e que deve ampliar a capacidade de tomada de empréstimos pela população, bem como a recuperação de garantias pelos bancos. 

Pasta busca apoio dos bancos

Na sexta-feira, 16, tanto o secretário Marcos Pinto quanto o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediram à Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apoio a uma série de projetos ligados ao mercado financeiro. Dois deles são relativos ao setor de seguros: o próprio projeto da Lei do Seguro e também o das cooperativas de seguros, que amplia o escopo de atuação desse tipo de entidade, hoje restrita a ramos como o de seguro automotivo. Algumas das maiores seguradoras do País são controladas por bancos.

Em comum, os dois assuntos já tramitavam no Congresso há alguns anos, mas agora receberam o apoio oficial do governo. As atuais versões dos textos foram costuradas entre a Fazenda, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), que fiscaliza o setor, e a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), que representa as empresas do setor.

A agenda deve incluir ainda um grupo de trabalho sob a coordenação da Susep. O chefe do órgão, Alessandro Octaviani, não dá detalhes, mas afirma que as discussões têm acontecido dentro da agenda de reformas financeiras, nascida das antigas Iniciativa do Mercado de Capitais (IMK) e de Seguros (IMS).

Meta é tornar produtos mais acessíveis

“Esse grupo está em funcionamento e recebendo propostas. O objetivo do governo como um todo, incluindo a Susep, é melhorar o arcabouço normativo”, afirmou Octaviani ao Broadcast.

De acordo com ele, o plano de regulação da Susep para este ano deve avançar em modernizações importantes, mesmo antes da aprovação da Lei do Seguro. Uma das iniciativas mais ambiciosas é a chamada Política Nacional de Acesso ao Seguro, um plano para tornar os seguros mais acessíveis à população.

Outro ponto importante diz respeito às resseguradoras, empresas que fazem a cobertura dos riscos que as seguradoras assumem. Atualmente, a carga tributária que incide sobre as companhias sediadas no Brasil é mais alta que a cobrada das sediadas no exterior, e que são tributadas nos países de origem. A Susep permite que resseguradoras operem no Brasil sob diferentes modelos, com ou sem sede no País, a depender da linha de negócio.

Segmento tem assimetria tributária

“Quando nós olhamos para como é estruturada tributariamente a cobrança nos países da Europa, temos uma cobrança muito baixa. Quando o ressegurador local é tributado, alguns cálculos apontam cerca de 30% a 40%”, disse Octaviani. De acordo com ele, esse é um tema que a Susep quer enfrentar, inclusive em meio às discussões sobre a regulamentação da Reforma Tributária.

Na visão do superintendente, reduzir essa diferença destravaria investimentos em outros setores da economia, dado que, como as seguradoras, as resseguradoras investem as reservas técnicas que têm de manter. “O ressegurador pode pensar em títulos da dívida, investimentos em infraestrutura e ir para o mercado de capitais”, afirmou.

A Susep também fará neste ano uma discussão com as seguradoras sobre a segurança de seus sistemas digitais. Segundo o superintendente, eventuais ataques às empresas podem gerar efeitos graves para o sistema financeiro, inclusive para os bancos que controlam algumas das maiores entidades do setor. “É muito relevante termos uma questão de cibersegurança articulada com a cibersegurança no sistema financeiro nacional.”

Liberty Seguros expande portfólio de produtos com seguro para bicicletas

Igor di beo HDI

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros, marca que integra o Grupo HDI, anuncia o lançamento do Bike Segura, seguro para bicicletas manuais ou elétricas que atende ciclistas profissionais e amadores, além de entusiastas da mobilidade sustentável que buscam mais segurança no dia a dia. O produto é inédito para a companhia e foi projetado para proporcionar tranquilidade aos segurados que utilizam sua bike para lazer, esporte ou locomoção ou competição, com coberturas para todos os modelos de bicicletas com até 10 anos de fabricação.

Alinhado ao compromisso da Liberty com a agenda ASG, o Bike Segura também chega ao mercado em resposta ao crescente uso de bicicletas como meio de transporte alternativo no Brasil, indo além do uso para lazer e atividade física. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a adoção das bikes como modal de locomoção aumentou 14% em 2023 no País ante o ano anterior.

O novo seguro oferece proteção contra danos e/ou roubo e inclui situações como incêndio, acidentes de causa externa, queda acidental ou roubo da bicicleta, adaptando-se às necessidades individuais dos clientes. Além disso, o Bike Segura garante adicionais personalizáveis, como cobertura para danos corporais causados a terceiros envolvidos no acidente, danos elétricos para bikes do tipo, combo de acidentes pessoais para o condutor (morte acidental, invalidez e despesas médicas hospitalares e odontológicas), entre outros.

Benefícios aos negócios dos parceiros

Fatores como o aumento da demanda por uma vida mais saudável e sustentável trouxeram novos usuários para as bicicletas, contribuindo para a crescente demanda por seguros que garantam mais proteção na hora de transitar pela cidade. Nesse contexto, o Bike Segura vem como uma solução robusta para proteger os ciclistas de imprevistos, além de ser mais uma oportunidade para que os corretores continuem crescendo junto ao Grupo HDI. 

O produto é uma solução adicional para os parceiros com contratação e pagamento facilitado no boleto e cartões de débito e crédito, fortalecendo o relacionamento com a base de clientes e demonstrando capacidade de adaptar-se às necessidades individuais dos consumidores.

“Estamos muito felizes em oferecer um seguro completo que não só protege os nossos clientes e suas bicicletas, mas também fomenta um estilo de vida mais saudável e sustentável. O Bike Segura ainda favorece os negócios dos corretores parceiros, que podem ofertar mais um produto, e o movimento das cidades em incentivar o uso da bicicleta como um transporte alternativo, como parte dos compromissos sociais e ambientais do Grupo HDI”, comenta o VP Técnico Não-Auto do Grupo HDI, Igor Di Beo.

Alta Vista anuncia aquisição da Univalores

O Grupo Alta Vista, holding que controla a Alta Vista Investimentos, escritórios de assessoria de investimentos, com quase 20 mil clientes e administrando mais de R$12 bilhões, adquiriu a Univalores, corretora de seguros fundada em 2011, com mais de 250 corretores credenciados e 16 mil clientes. A transação visa reforçar a oferta de soluções financeiras integradas, expandindo significativamente a capacidade de distribuição e as sinergias comerciais entre investimentos e seguros.

Rogério Thomé, Co-CEO e fundador da Alta Vista, ressalta que a aquisição é um movimento estratégico que dobra a rede de distribuição do grupo para quase 500 profissionais. “A integração entre as empresas permitirá a oferta de uma gama diversificada de serviços, incluindo soluções de investimento, crédito, câmbio e estratégias de diversificação internacional, fortalecendo a operação existente de seguros e consórcios”, explica o executivo em nota divulgada.

“Esta união possibilita que os corretores da Univalores tenham acesso ao ecossistema de soluções da Alta Vista, caminhando em direção a um modelo de serviço mais completo e integrado. Isso em um mercado no qual a conversa com o cliente passou a ir além dos seguros e dos investimentos, focando no cliente como indivíduo que tem objetivos e planos de vida”, destaca Emerson Soares, CEO da Univalores.

Segundo André Albo, Co-CEO e fundador da Alta Vista, a união entre Alta Vista e Univalores reflete uma tendência mais ampla no mercado financeiro, onde agentes autônomos e corretores de seguros buscam oferecer serviços mais abrangentes já há algum tempo.

Com a inclusão de seguros na oferta dos assessores de investimento, anteriormente focados apenas em produtos de bancos e corretoras, iniciou-se uma clara movimentação para democratizar o acesso a serviços financeiros e de seguros nos últimos anos.

A Susep registra mais de 120 mil corretores de seguros, enquanto o número de assessores registrados na CVM cresceu de 11 mil em 2019 para 24 mil em 2023, evidenciando a expansão do mercado de capitais e a expectativa de que corretores de seguros ampliem a venda de diversos tipos de seguros, tradicionalmente dominada pelos bancos.

Lucro da Swiss Re avança para US$ 3,2 bilhões em 2023

Christian Mumenthaler Swiss Re

A Swiss Re obteve lucro líquido de US$ 3,2 bilhões em 2023, com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 22,3%, em comparação com um lucro líquido de US$ 472 milhões e um ROE de 2,6% no ano anterior. O resultado foi apoiado por melhores margens de subscrição, enquanto taxas de juro mais elevadas conduziram a um aumento nos rendimentos de investimento.

Com base na melhoria da rentabilidade da Swiss Re, o Conselho de Administração irá propor um aumento de dividendos de US$ 6,80 por ação. Para 2024, o grupo visa um lucro líquido de mais de US$ 3,6 bilhões de acordo com o IFRS.

Os prêmios líquidos ganhos e as receitas de taxas do grupo aumentaram 4,4%, para US$ 45 bilhões em 2023, em comparação com US$ 43,1 bilhões no ano anterior. A taxas de câmbio constantes, os prêmios líquidos ganhos e as receitas de taxas aumentaram 4,9%.

“A Swiss Re pode olhar para trás e ver um 2023 de sucesso. Atingimos todas as nossas metas financeiras em um ano que foi caracterizado por turbulência geopolítica e incerteza econômica contínua. Melhor adequação de preços em nossos negócios de propriedades e acidentes após fortes renovações e a nossa disciplina de subscrição ajudaram-nos a gerir as elevadas perdas da indústria devido a catástrofes naturais, enquanto a L&H Re alcançou um resultado sólido, beneficiando de uma gestão ativa da carteira e de um forte desempenho de investimento”, comentou o CEO Christian Mumenthaler, em nota.

O diretor financeiro do grupo Swiss Re, John Dacey, acrescentou que “nossos negócios estão bem posicionados para se beneficiar do atual ambiente de mercado, enquanto o ambiente de taxas de juros mais altas apoia receitas de investimento recorrentes. Este impulso positivo de lucros nos dá confiança para aumentar o pagamento aos investidores ao propor um dividendo ordinário 6% maior, de US$ 6,80 por ação para 2023.”

A P&C Re reportou um lucro líquido de US$ 1,9 bilhão em 2023, em comparação com US$ 312 milhões no ano anterior. As reivindicações de grandes catástrofes naturais ascenderam a US$ 1,3 bilhão em 2023, abaixo do orçamento anual de US$ 1,7 bilhão. Estas reivindicações incluíram o terramoto na Turquia e na Síria no início do ano, o furacão Otis no México no quarto trimestre, bem como várias tempestades e consequentes inundações na Europa ao longo do ano.

Os prêmios líquidos ganhos aumentaram 3,9% para US$ 22,9 mil milhões em 2023, em comparação com o ano anterior. A taxas de câmbio constantes, os prêmios líquidos ganhos aumentaram 4,3%. O índice combinado de P&C Re reportado foi de 94,8% para o ano inteiro, atingindo a meta de menos de 95%.

A P&C renovou contratos de tratados resultando em US$ 13,1 bilhões em volume de prêmios em 1º de janeiro de 2024. Isso representa um aumento de volume de 9% em comparação com o negócio que estava para renovação. No geral, a P&C Re alcançou um aumento de preço de 9% nesta rodada de renovação. Com base numa visão prudente sobre a inflação e modelos de perdas atualizados, os pressupostos de perdas aumentaram 11%. A qualidade da carteira resultante é consistente com as metas financeiras do Grupo para 2024.

A L&H Re reportou um lucro líquido de US$ 976 milhões em 2023, em comparação com US$ 416 milhões no ano anterior, e acima do lucro líquido pretendido de 900 milhões de dólares. O resultado subjacente beneficiou de uma gestão ativa da carteira e de um forte resultado de investimento, que compensou os elevados pedidos de mortalidade nos EUA.

Os prêmios líquidos ganhos e as receitas de taxas aumentaram 4,4%, para US$ 15,6 bilhões em 2023, em comparação com o ano anterior, impulsionados por grandes transações realizadas entre regiões. A taxas de câmbio constantes, os prémios líquidos ganhos e as receitas de taxas aumentaram 5,6%.

A Corporate Solutions reportou um lucro líquido de US$ 678 milhões em 2023, em comparação com US$ 486 milhões no ano anterior. O aumento reflete uma melhoria constante da resiliência da carteira, impulsionada por uma subscrição disciplinada e pela orientação da carteira. O desempenho da Corporate Solutions também foi beneficiado por um maior resultado de investimento.

Os prêmios líquidos ganhos permaneceram estáveis em US$ 5,5 bilhões em 2023, em comparação com o ano anterior. A taxas de câmbio constantes e excluindo o negócio elipsLife vendido em meados de 2022, os prêmios líquidos ganhos aumentaram 7,3%, impulsionados por novos negócios principalmente em propriedades, crédito e fiança, bem como em acidentes e saúde, parcialmente compensados por reduções conscientes em profissionais linhas de responsabilidade. O índice combinado foi de 91,7%1 para o ano inteiro, superando a meta de menos de 94% para 2023.

Bradesco Seguros lança guia para corretores de seguros 

Fonte: Bradesco

A Bradesco Seguros acaba de lançar o Guia Bradesco Seguros, idealizado para auxiliar os corretores no dia a dia, com informações sobre os produtos de forma objetiva e didática. Já estão disponíveis no Portal de Negócios do Corretor os Guias sobre o Seguro Residencial Sob Medida, Seguro Condomínio, Seguro Empresarial e Seguro de Equipamentos. Os conteúdos podem ser encontrados na aba RE – Apoio à Venda – Manuais e Tutoriais. 

Segundo o Diretor Comercial da Bradesco Seguros, Leonardo Freitas, o guia foi elaborado de forma resumida e atrativa para o corretor, com o objetivo de auxiliá-lo em sua rotina com os clientes. “Elaboramos um material completo para consulta sobre coberturas, segmentação e diferenciais dos produtos de Ramos Elementares”, destaca o executivo. 

No conteúdo sobre o Seguro Residencial, os profissionais encontram definições sobre o produto, público-alvo, opções de pagamento, tipos de contratação, coberturas básicas e acessórias, entre outras informações. 

“Nossa seguradora investe, com frequência, no desenvolvimento do corretor de seguros, visando aprimorar sua experiência enquanto profissional e a de seu cliente. Estamos aqui para apoiá-lo em todas as etapas do processo de vendas, fornecendo treinamento, recursos e ferramentas tecnológicas para facilitar seu trabalho”, ressalta Leonardo Freitas.

Previdência privada: setor cresce 8,8% em 2023, para R$ 170 bilhões

FonteL Fenaprevi

Resultados consolidados de 2023 indicaram que os planos de previdência privada aberta seguem em crescimento no Brasil. De acordo com o mais recente relatório produzido pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi, o setor alcançou R$ 170,1 bilhões em captação (bruta) no período, registrando uma alta de 8,8% sobre 2022.

Já os resgates cresceram em um ritmo menos acelerado do que nos anos anteriores, fechando o ano em R$ 127,2 bilhões. Descontados os resgates do total arrecadado, houve captação líquida de R$ 42,9 bilhões, expansão de 28,4% em comparação com 2022 e o melhor resultado dos últimos anos.

Os ativos em planos de previdência privada aumentaram 14,2% em 2023, e já somam R$ 1,4 trilhão, ou seja, o equivalente a 13% do PIB nacional.

“O resultado é animador e consolida a tendência de recuperação da captação líquida pós-pandemia. Foram cerca de 225 mil novos entrantes em 2023, o que é ainda modesto considerando o déficit de cobertura da população brasileira e a relevância do produto em nossa sociedade, que está em rápido envelhecimento”, analisa Edson Franco — presidente da Fenaprevi. 

Ele explica que, de certa forma, os números reforçam a confiança dos executivos em 2024, mas aponta que o maior desafio continua o mesmo: levar proteção para mais pessoas. “Apesar das questões socioeconômicas, é possível aumentar o nível de proteção à renda das famílias com os produtos e serviços existentes a partir de um trabalho de educação financeira, comunicação e conscientização dos brasileiros”, conclui.

VGBL: 90% da arrecadação foi neste tipo de plano

O estudo também acompanha os resultados por tipo de contratação de plano de previdência. Em 2023 foram arrecadados R$ 153 bilhões em planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), o equivalente a 90% da arrecadação total do setor. Os planos PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) receberam 8,2% das aplicações, ou R$ 14 bilhões, enquanto os demais R$ 3 bilhões foram investidos em planos Tradicionais, representando 1,8% do total arrecadado.

País possui 14 milhões de planos

O ano de 2023 foi encerrado com 14 milhões de planos de previdência privada. Desse total, 62% foram VGBL, 22% PGBL e 16% Tradicionais. Ao mesmo tempo, somente 2,8 milhões são planos coletivos, sinalizando o potencial de crescimento da indústria no mercado de trabalho nacional.

Em termos de participantes, já são 11 milhões de pessoas que possuem algum tipo de plano de previdência privada no país. Desses, 8,8 milhões estão em planos individuais, que é quando a própria pessoa toma a iniciativa de contratar a previdência privada. Outro indicador em que fica claro a possibilidade desse mercado avançar mais nos próximos anos.

Brasilprev reforça compromisso ambiental e compensa 100% de suas emissões não evitáveis

Angela assis ceo brasilprev

Fonte: Brasilprev

 Especialista e líder no mercado brasileiro de previdência privada, com ativos sob gestão que ultrapassam R$ 390 bilhões, a Brasilprev anunciou a compensação de 100% de suas emissões não evitáveis de gases de efeito estufa, ao mesmo tempo em que reduziu em 76% a emissão de CO2e (dióxido de carbono equivalente) em comparação com os níveis registrados no período pré-pandemia, em 2019.

Esta última parceria também gerou benefícios para a comunidade presente no entorno, como a distribuição de 300 mil litros de água potável para as vítimas de desastres naturais daquele estado, a doação de computadores para um programa que fornece aulas de informática para crianças carentes e 14 cadeiras de rodas para um asilo, entre outras iniciativas.

“Esses números e entregas mostram que ‘transformar o jeito como o brasileiro prepara o seu futuro, promovendo o desenvolvimento sustentável’ é mais que um objetivo, é um propósito que perseguimos”, afirma a presidente da Brasilprev, Ângela Assis. “Queremos que nossas práticas e resultados estejam sempre em conformidade com as melhores diretrizes de sustentabilidade e, também, atendam às expectativas da sociedade em relação à responsabilidade corporativa”.

Competição dá o tom da venda de seguro garantia com Junto e Pottencial na liderança

Em mais um ano, a Junto Seguros conquista sua posição como líder do mercado de seguro garantia em 2023 pelo terceiro ano consecutivo com R$ 714 milhões em prêmios ganhos, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Já em prêmios emitidos, a liderança é da Pottencial Seguros, pelo sétimo ano consecutivo, com R$ 670 milhões, uma fatia 15,5% do total de seguros contratados, acima dos R$ 652 milhões da Junto. Em todo o país, os prêmios nesta modalidade somaram R$ 4,3 bilhões.

O CEO João Geo Neto afirma que o setor vive um bom momento. “Apesar de relativamente jovem, a Pottencial vem se posicionando ao lado de grandes players do mercado, com um grande foco em melhorar cada vez mais a experiência do cliente, transformando a forma de se contratar seguro no Brasil.”

Para atingir esse objetivo, segundo ele, a empresa aposta em um time engajado e altamente capacitado. Além disso, segundo o executivo, o investimento pesado em tecnologia tem sido outro pilar da empresa. São cerca de R$ 80 milhões por ano. E, em 2024, não será diferente. “Buscamos ser ágeis no atendimento dos nossos clientes, além de proativos, eficientes e dedicados. Também somos focados e obstinados por crescimento e resultado”, afirmou Neto.

Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros, destaca que a conquista reflete a paixão e o empenho diários de parceiros e colaboradores na construção de um mercado cada vez mais robusto, além de outros diversos fatores que contribuem para esse expressivo resultado.

Para Roque é fundamental fortalecer a cultura de inovação, sempre aliada ao relacionamento próximo com parceiros corretores que são pontos importantes de contato para atender as demandas do mercado, estando na linha de frente com as empresas.

“Em 2023, alcançamos outra significativa conquista que impulsionou nossa liderança. Fomos reconhecidos como a quarta melhor empresa do Brasil, recebendo o selo GPTW (Great Place to Work) na categoria ‘Instituições Financeiras – Seguradoras'”, afirmou Melo. Essa valorização atesta a organização como um excelente local de trabalho.

Com mais de 30 anos de história, a Junto Seguros é pioneira na emissão de apólices de Seguro Garantia no Brasil. São mais de 80 mil empresas garantindo seus negócios por meio da companhia e mais de 1,5 milhão de apólices emitidas ao longo desses anos. “Ao longo desses anos, inúmeras pessoas passaram por nossa equipe, deixando valiosas contribuições. Em 2024 planejamos intensificar ainda mais nosso relacionamento com os corretores parceiros, visando alcançar resultados ainda mais expressivos”, afirma Melo.