Allianz registra lucro operacional da de R$ 279,5 milhões e receita de R$ 9,2 bilhões em 2023

Eduard-Folch-presidente-da-Allianz-

A Allianz atingiu, em 2023, R$ 9,2 bilhões em prêmios. O valor representa um aumento de 5,3% em relação a 2022. Já o lucro operacional (antes de impostos) alcançado no período foi de R$ 279,5 milhões, de acordo com os planos alinhados para 2023.

“Os resultados obtidos são reflexos de ações tomadas em 2021 e 2022 para dar consistência à seguradora e aperfeiçoar sua operação. O nosso modelo de negócio, baseado em portfólio amplo e escala, tem potencial para seguir com um crescimento sustentável”, avalia Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros. “Outro fator que deve continuar contribuindo para o cenário é a regularidade da subscrição, com o objetivo de obter equilíbrio entre valor do prêmio e custo de sinistro”, complementa o executivo.

O ano de 2023 foi marcado pela concretização dos esforços para a retomada da rentabilidade da companhia, que havia sido afetada principalmente pelos reflexos da pandemia no mercado de Automóveis, com o aumento de preços de veículos e peças. Houve ainda melhora na carteira de Agrocultivo, até então impactada pelas secas da safra de verão 2021/2022, principalmente na região Sul do país. Diferentemente do exercício anterior, em 2023 o ramo não sofreu com os efeitos dos eventos climáticos adversos. “A melhoria do índice de sinistralidade a níveis de mercado nas principais carteiras da seguradora – 65% em Automóvel e 41% em Rural – também contribuíram fortemente para os resultados obtidos, assim como o crescimento significativo de 27% em prêmios nas linhas Patrimoniais; 31% em Rural; e 20% em Responsabilidades”, afirma Andreas Kerl, CFO da Allianz Seguros.

Para Andreas, a expectativa de uma economia mais favorável em 2024, deve impactar positivamente o mercado segurador brasileiro. “As perspectivas são bastante positivas para este ano, tanto na sustentação para alavancar o crescimento da companhia quanto na melhoria da rentabilidade”, diz. Segundo ele, a empresa está confiante nas oportunidades para o setor nos períodos subsequentes, no que diz respeito ao seguro Auto, às linhas Corporativas, com o lançamento da Allianz Commercial, e ao seguro de Pessoas. “As principais alavancas para acelerar o crescimento nos próximos anos são a diversificação da carteira, a atuação regional e a busca por novos canais de distribuição”, finaliza.

Artigo: i4pro amplia sua atuação no setor de agro com soluções personalizadas 

Fonte: i4pro

A indústria agro segue em constante crescimento no Brasil, com isso o segmento de seguro Rural deve acompanhar essa elevação para suprir as necessidades do setor. De acordo com dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), o setor deve crescer 23,1% em 2024, aumento de 18,1 pontos percentuais em relação a 2023, apresentando o maior crescimento dentre todas as áreas de seguro.

Para atender a essas demandas, as seguradoras têm apostado cada vez mais em modalidades mais voltadas a esse setor, buscando atender, de forma personalizada, as necessidades especificas para o agro.

Neste sentido, a i4pro, líder em soluções de tecnologia para o mercado segurador brasileiro, criou uma solução específica para o segmento rural, que permite emissões de cotações, propostas e apólices e administração dos documentos emitidos pelas seguradoras que atendem ao setor.

O “módulo”, como é chamado, foi projetado para simplificar uma emissão de rural personalizada, guiando-o desde a entrada inicial de informações até a emissão final da apólice. Ao longo deste fluxo, é possível verificar que o módulo possui uma abordagem intuitiva e eficiente para obter as informações necessárias, processar a cotação, receber a proposta detalhada e emitir a apólice.

Soluções como essas trazem mais benefícios as seguradoras contratantes, como maior agilidade em processos de sinistro, otimizando a eficiência das seguradoras e proporcionando uma resposta mais rápida em momentos críticos.

“Os produtores estão buscando, cada vez mais, seguros personalizados para atender suas necessidades. Assim como busca-se agilidade para resolver um sinistro de carro, é necessário velocidade para resolver ocorrências na área rural”, explica Rodrigo Orlandini, diretor de Produtos da i4pro.

A utilização desse módulo, também inclui a possibilidade de capitação de subvenção junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o que permite uma maior agilidade na elaboração da proposta da apólice e uma cobertura mais ampla e customizada.

Essa tecnologia junta-se a outras disponíveis no mercado para trazer maior eficácia às seguradoras. Entre elas, por exemplo, está o uso de sensoriamento remoto e análise de dados geoespaciais, que permitem uma avaliação de riscos mais precisa, resultando em precificação mais justa e personalizada para os agricultores, ou na detecção precoce de condições adversas, permitindo a implementação de medidas preventivas, com redução significativa dos sinistros.

Corretora de seguros Alper lança Agrobiz, o ‘marketplace do agro’

Fonte: Alper

A Alper Corretora de Seguros anuncia o lançamento do Agrobiz by AlperTech – empresa spin-off de tecnologia do grupo – sua plataforma integrada para gestão de seguros, contratação de seguros e serviços relacionados ao ecossistema de Agro. Funcionando como um ‘marketplace’, o app estará disponível para clientes Alper e parceiros a partir do dia 18 de março. Com o objetivo de atender dores de um setor que usa a tecnologia como ferramenta fundamental para operações do dia-a-dia, a solução digital promete simplificar e aprimorar a experiência de gestão do campo, não somente com o seguro, mas tudo o que permeia o ecossistema

Para André Lins, vice-presidente de agronegócios na Alper, o ‘Agrobiz’ vai descomplicar a administração e distribuição de serviços agrícolas, entre eles os seguros para diferentes tipos de culturas. Com a plataforma 100% digital, o executivo acredita que o maior potencial está em plugar inúmeras utilidades além da contratação e gestão dos seguros. “Trata-se de um serviço diferenciado e único no mercado que realmente estará pronto para atender o cliente do agro e contribuir para que ele  consiga acompanhar e tangibilizar o nível de produtividade no campo”, destaca.

O lançamento da plataforma é resultado da aquisição da startup ‘Me Sinto Seguro’ realizada em 2022 via AlperTech, empresa do grupo Alper que é responsável por todos os projetos de tecnologia e inovação digital. “Esse é o primeiro trabalho realizado após o M&A. Estamos felizes com o resultado, principalmente porque a plataforma irá oferecer uma maior precisão na avaliação de riscos, utilizando geotecnologia para analisar características específicas das propriedades. Dentro da plataforma, teremos serviços como monitoramento por satélite, drones, análise de solo e até dados como a cotação de commodities nacionais e internacional”, explica Lins.

Entre outros atrativos do Agrobiz by AlperTech estão as ofertas personalizadas, adaptando-se às particularidades de cada propriedade e suporte para validação de compliance ambiental assegurando que as práticas agrícolas estejam alinhadas com as normas ambientais. Lins ainda destaca que a automatização de notificações para clientes e parceiros agiliza processos, enquanto a gestão climática, com APIs de integração com órgãos e entidades relacionadas ao setor, oferece uma abordagem inteligente para lidar com os desafios climáticos.  

A Diretora de Digital da Alper, Gabriela Rosati, complementa que a solução além de única, vai trazer recursos desenvolvidos pela própria equipe da AlperTech, o que traz personalização total à plataforma. “O Agrobiz foi desenvolvido com base na nossa expertise e relacionamento com produtores rurais de todos os tamanhos, o que nos permitiu entregar uma ferramenta completa e adequada às maiores necessidades do nosso público”, finaliza.

Setor de re/seguros se reúne com Fernando Haddad para falar da reforma tributária e do PL de seguros

Na última sexta-feira (15), 11 pessoas, incluindo o ministro Fernando Haddad, conversaram sobre reforma tributária e o PL 29/2017, que está no Senado e volta para a pauta da Comissão de Constituição e Justiça nesta quarta-feira, 20 depois do pedido de vistas na semana passada. Enquanto a CNseg usou seu tempo para apresentar propostas de Seguros para a reforma tributária, a Fenaber (Federação Nacional das Empresas de Resseguros) conta que os representantes enfatizaram o papel vital do resseguro, que permite a redução da exposição a riscos extremos através da diversificação global de riscos.

A Fenaber,  representada por sua presidência e três vice-presidentes, pontuou “a preocupação com a insegurança jurídica que o PLC 29 trará, caso aprovado, o que pode gerar um aumento de custo para captação de resseguro e escassez de capacidade em um momento de desenvolvimento da econômica brasileira”, informou em nota.

“O ministro foi bastante receptivo, no entanto, não foi possível abordar todas as modificações sugeridas pela Fenaber, através da carta encaminhada ao governo em 9 de fevereiro deste ano, pedindo a retirada do capítulo de resseguro. A aceitação tácita,  regulação de sinistros, exposição potencial vitalícia a reclamações além do período de cobertura da apólice e registro de condições foram alguns itens comentados durante o encontro”, explica a nota.

A Fenaber também disse ter ressaltado a Haddad, que milita no Congresso para agilizar a aprovação do PL de seguros, que normas que venham a restringir ou dificultar a liberdade das partes de negociar continuarão sendo pontos de preocupação e atenção da Fenaber, assim como práticas que não estejam alinhadas com países com uma tradição de resseguro mais abrangente. “Esperamos que o ministro mantenha a discussão aberta para futuras melhorias e contribuições ao PLC29”, finaliza a federação de resseguros.

Procurada, a CNseg não comentou o assunto com a imprensa.

Participaram da reunião, o ministro Fernando Haddad, o secretário Marcos Pinto, o titular da Susep, Alessandro Octaviani, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, com Esteves Colnago (CNseg), Rodrigo Botti (IRBRE), João Rabelo (IRB RE), Paulo Pereira (Fenaber), Rafaela Barreda (Lloyd’s of London), Karsten Steinmetz (Munich Re) e Claudio Mendes (Swiss Re).

Liberty Seguros anuncia parceria com a Zletric e cobertura para carros elétricos e híbridos

Fonte: Liberty e HDI

A Liberty Seguros, marca que integra o Grupo HDI, anuncia parceria com a Zletric, maior rede de recarga de veículos eletrificados do Brasil. A iniciativa traz também uma novidade para quem possui carros elétricos ou híbridos: a partir de agora, os clientes podem adquirir cobertura de acessórios para cabo de carregamento de bateria. Assim, os segurados têm garantia de proteção principalmente em casos de roubo do carregador. 

A iniciativa acompanha a evolução do mercado de veículos elétricos no Brasil que, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), registrou crescimento em vendas de 91% em 2023 quando comparado ao consolidado de 2022. Além disso, a companhia tem como um dos objetivos incentivar a mobilidade elétrica no país por conta do compromisso com pautas de sustentabilidade.

“A parceria com a Zletric faz parte da nossa responsabilidade em oferecer serviços personalizados para cada tipo de cliente e necessidade, por isso, entendemos que ela faz todo sentido, inclusive, para continuarmos incentivando o crescimento da mobilidade elétrica no Brasil”, explica a diretora de Automóvel do Grupo HDI, Carla Oliveira. “Além disso, o lançamento da nova cobertura para cabos de bateria deixará o portfólio de produtos para veículos híbridos e elétricos ainda mais completo, resultando em mais oportunidades de crescimento para nossos corretores parceiros, que são fundamentais para alcançarmos estes consumidores”, completa a executiva.

Os clientes que têm seguro automotivo da Liberty terão 30% de desconto em recargas nos mais de 700 pontos Zletric espalhados por 14 estados do Brasil, sem limite de uso. Para ter acesso ao benefício, o segurado deve baixar o aplicativo da Zletric, clicar em Entrar > Perfil > Membership > HDI e inserir a placa do veículo, o número do CPF e o número da apólice.

Wiz Corporate anuncia Juliana Rezende como diretora da vertical de Óleo e Gás

juliana rezende wiz

Fonte: WIZ

A Wiz Corporate, unidade de negócios do grupo Wiz Co (B3: WIZC3) dedicada à distribuição de seguros e produtos financeiros ao mercado B2B, anuncia a chegada de Juliana Rezende como diretora da nova vertical de Óleo e Gás. Além disso, a executiva também estará à frente da regional do Rio de Janeiro.

Com amplo conhecimento do setor de seguros e especialização em riscos relacionados a O&G (Oil & Gas), P&I (Protection & Indemnity) e D&O (Directors and Officers), Juliana teve passagens por empresas como Horiens, Constellation, Enauta, Marsh e JLT. 

“Junto com as duas funções que estou assumindo, vêm novos desafios que me deixam bastante motivada. Estou certa de que minha experiência ajudará a Wiz Corporate a alcançar resultados ainda melhores”, afirma Juliana. 

“Juliana Rezende é uma profissional competente, tem boas habilidades em lidar com riscos internacionais e conhece bem as legislações específicas da área. Estamos muito contentes com essa adição ao time”, comemora Anderson Romani, Diretor Executivo da Wiz Corporate.

Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros completa um ano

Assunto: Dyogo Henrique de Oliveira - presidente executivo da Confederação Nacional das SeguradorasLocal: Rio de Janeiro - RJData: 04/2022Autor: Luciana Whitaker

Fonte: CNseg

CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) comemora os resultados do primeiro ano do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização (PDMS).

A iniciativa, que coloca o consumidor no centro da estratégia, tem como meta alcançar três objetivos até 2030: 1) promover a adesão aos produtos do mercado de seguros, capitalização, previdência e saúde suplementar pela sociedade em 20%; 2) elevar o pagamento de indenizações, benefícios, sorteios, resgates e despesas médicas e odontológicas para 6,5% do PIB e 3) aumentar a arrecadação no mesmo indicador em 10% até 2030.

Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, está otimista com o andamento das 65 iniciativas transversais que integram o plano, frutos dos esforços conjuntos da entidade e das federações que a compõe: FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap, além da Fenacor, que representa os corretores e empresas que operam no setor. “Nós concluímos 11% das ações e 60% delas estão em andamento. As outras 29% restantes serão contempladas ao longo dos próximos anos”. Em números absolutos, o PDMS contabiliza 39 ações em andamento e 19 previstas para serem colocadas em prática nos próximos seis anos.

As sete ações concluídas são:

PDMS – Ações concluídas
Nº da IniciativaObjetivoDescrição
7  Expansão da
Telessaúde
Publicação da Lei nº 14.510, de 27/12/2022, que altera a Lei nº 8.080, de 19/10/1990, e autoriza e disciplina a prática da telessaúde em todo o território nacional.
10  Mobilização para
a prevenção e
Combate às fraudes
Campanha “Saúde sem Fraude” lançada pela FenaSaúde para orientar a sociedade sobre o bom uso do plano de saúde e a importância do engajamento na prevenção e combate às fraudes.
18  Incluir o seguro como instrumento mitigador
do risco de crédito das instituições financeiras
Resolução BCB n° 324 de 14/6/2023 que reconhece como mitigadores de risco de crédito dos bancos, o derivativo de crédito ou garantia fidejussória providos por seguradoras (seguros de crédito).
27      Desenvolver modelos mais modernos de desacumulação, que possam incentivar a conversão em renda: “ciclos de renda”Publicação das Resoluções CNSP 463/24 e 464/20, em 19 de fevereiro de 2024, com a finalidade de tornar os produtos de acumulação (planos de previdência complementar aberta e de seguros de pessoas) mais compatíveis e adaptados às necessidades dos consumidores, criando condições mais favoráveis à formação de poupança previdenciária no país, ao desenvolvimento do mercado de anuidades e à ampliação da eficiência e da competitividade no segmento. Necessita de circulares Susep.
34Possibilidade de opção da tributação, entre o regime regressivo ou progressivo, ser feita pelo participante quando do primeiro resgate ou da concessão do benefício, o que ocorrer primeiroPublicação da Lei nº 14.803, de 10 de janeiro de 2024, que altera a Lei nº 11.053/2004 e permite que o participante escolha seu regime tributário no momento da obtenção de seu benefício ou do primeiro resgate de sua reserva previdenciária.
43Inclusão de Títulos de Capitalização da Modalidade Instrumento de Garantia como garantia para contratações públicasLei nº 14.770 de 22/12/2023 altera a Lei nº 14.133, de 1º/04/2021, para promover a gestão eficiente dos recursos relativos à aplicação dos recursos de convênios e dá outras providências (Capitalização como nova opção de garantia em processos licitatórios).
46  Proposta de Projeto de Lei do âmbito do IMS  Utilização dos recursos das provisões técnicas de capitalização como garantia de operações de crédito. Lei 14.652/2023. Regulamentação infralegal em debate na ARF.

Alexandre Leal, diretor técnico de estudos e relações regulatórias e coordenador do PDMS, explica que haverá uma nova fase a partir de agora para o Projeto. “Convidamos os integrantes do mercado de seguros a apresentarem novas propostas para serem incluídas no PDMS. Assim aumentamos o engajamento de todos, além de manter o Plano sempre atual, endereçando os temas relevantes do momento.”

De acordo como último levantamento da CNseg, em 2023, o setor de seguros pagou mais de R$ 225,2 bilhões em indenizações, benefícios, resgates e sorteios, um montante 2,5% superior ao ano de 2022. O segmento que mais indenizou foi “Cobertura de Pessoas” no valor de R$ 145,3 bilhões; seguido de “Danos e Responsabilidade”, sem DPVAT, que pagou mais de R$ 55,4 bilhões e, por fim, “Capitalização” que reembolsou mais de R$ 24,4 bilhões aos clientes.

Oliveira lembra que a economia também exerce influência sob o setor, uma vez que, na medida que a economia cresce, naturalmente, a adesão ao produto de seguro também aumenta.“O mercado de seguros tem uma capacidade singular de contribuir com a manutenção de uma vida mais estruturada e o PDMS é a reafirmação do compromisso do setor para isso”, conclui.

Betterfly atinge 1 milhão de usuários e lança plataforma que une seguros, benefícios e impacto social

Eduardo della Maggiora Betterfly

Fonte: Betterfly

A Betterfly, plataforma de proteção personalizada com benefícios e impacto social, atingiu, em tres anos, um milhão de usuários segurados pela plataforma. Para comemorar este marco, a empresa lançou no mercado sua nova plataforma 100% personalizada, que integra seguros, benefícios de bem-estar e impacto social, em uma experiência gamificada que incentiva e recompensa os usuários por seus hábitos saudáveis. A nova proposta redefine completamente a maneira como as empresas e seus colaboradores percebem os seguros e os benefícios.

A área de RH das empresas terá acesso a um ecossistema digital, que oferece a possibilidade de proteger o time por meio de seguros personalizados, que se adaptam às necessidades individuais de cada pessoa colaboradora, garantindo a cobertura precisa para cada um. No pilar prevenção, a plataforma estimula os hábitos e o crescimento pessoal por meio de benefícios flexíveis focados no desenvolvimento constante. Com a gamificação, é possível conectar equipes de maneira divertida e integrada, para construir uma comunidade. E todas as ações – como aprender um idioma, caminhar e meditar – são recompensadas com descontos exclusivos, vales-presente e outros incentivos e com a oportunidade de impactar o mundo por meio de doações sociais.

“Estamos orgulhosos de ter alcançado um milhão de usuários em tempo recorde, com uma plataforma única em seu segmento, que investiu na proteção de mais pessoas, impulsionou nossa comunidade a melhorar sua qualidade de vida e capacitou cada usuário a contribuir ativamente para construir um mundo melhor”, explica Eduardo della Maggiora, Fundador e CEO da Betterfly. “Por trás deste milhão de usuários, há um milhão de decisões, desafios e aprendizados de nossa equipe. E continuaremos trabalhando para impactar mais pessoas”.

A partir de agora, estará disponível uma plataforma impulsionada por Inteligência Artificial na qual cada usuário constrói seu próprio caminho: inscreve-se de forma simples em seguros de acordo com suas necessidades, utiliza os benefícios de bem-estar que o motivam e acessa uma jornada de vários níveis com conteúdos, desafios e recompensas, à medida que avança em direção à melhor versão de si mesmo. Ao mesmo tempo, cada empresa receberá insights únicos sobre os interesses, preferências e necessidades de suas equipes, o que lhes permitirá proteger, motivar e inspirar seus colaboradores como nunca antes. Isso é o “Efeito Betterfly”, que continua adicionando membros a cada dia e gerando ainda mais impacto social.

Em 2024, ele expande sua oferta e, além dos seguros tradicionais de vida, saúde, oncologia e animais de estimação, adiciona cobertura odontológica e seguro para bicicletas. Além disso, a empresa se associou a parceiros que agregam valor diferenciado à plataforma: os usuários podem acessar conteúdos do Headspace – uma das aplicações mais reconhecidas mundialmente para meditações e treinamento de mindfulness -, do Fit On – o site mais valorizado de saúde e bem-estar -, e mais de 200 cursos executivos da Udemy, líder em aprendizado online.

CNseg inaugura o “Seguro pra Gente” com influenciadores de todo Brasil

Fonte: CNseg

Com o objetivo de fortalecer a cultura do seguro, levando o tema para novos públicos com linguagem acessível, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) convidou 20 diferentes perfis de criadores de conteúdo pelo país para a Campanha “Seguros pra Gente”.  O projeto visa prestar serviço e informar a sociedade que existe um produto de seguro para cada necessidade e que planejamento financeiro e proteção são fundamentais no dia a dia das pessoas. 

“Os influenciadores vão mostrar como tudo em nossa casa, viagem, trabalho, lazer, por exemplo, estão ligados ao seguro e como é importante se informar para tomar decisões seja para o hoje e para o amanhã. Na campanha abordaremos diferentes temas relacionados a Seguros Gerais, Previdência Aberta, Saúde Suplementar, Capitalização e Educação Financeira”, explica Carla Simões, Superintendente Executiva de Comunicação e Marketing da CNseg.

A campanha está sendo lançada no primeiro aniversário do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização (PDMS). O projeto, que contempla 65 iniciativas e coloca o consumidor no centro da estratégia, tem entre os objetivos aumentar a parcela da população atendida em 20% pelos diversos produtos do mercado de seguros, previdência aberta, saúde suplementar e capitalização e massificar a imagem do seguro junto à população.

Para a estreia da campanha, que será veiculada no Instagram e no YouTube, a Confederação escolheu o comediante, músico e apresentador @cambota, que conta com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. 

“Esta campanha reforça o trabalho da CNseg e, também, do setor de seguros em se comunicar de uma forma mais leve e descontraída, pois entendemos que esta é a melhor estratégia de comunicação para conscientizar os brasileiros sobre o poder do seguro como ferramenta para uma vida mais estruturada e sustentável”, explica Carla.   

Ferramenta promete combater fraudes já na entrada do cliente na seguradora

fraude em seguros

por Jamille Niero, do Infomoney

A CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) quer evitar a ocorrência de fraudes em seguros antes da aquisição do seguro pelo cliente e não somente na hora do sinistro – quando o risco previsto no contrato ocorre e a seguradora precisa pagar a indenização, diz André Vasco, diretor de serviços às associadas da entidade.

Só para se ter uma ideia da dimensão do problema, as fraudes comprovadas contra as seguradoras somaram R$ 824,9 milhões em 2022, segundo levantamento da própria CNseg. Os pedidos de indenização suspeitos totalizaram 11,4% dos R$ 44,7 bilhões pagos aos clientes, sendo que apenas 16,1% ficaram comprovados como fraude.

Em conversa com jornalistas na quinta-feira (14), Vasco apresentou uma nova ferramenta chamada “Data Lake House”, desenvolvida pela área de negócios da CNseg que unifica as bases de dados utilizadas pela Confederação, que podem ser públicas e/ou das próprias companhias associadas, para agilizar a devolução de respostas às consultas realizadas pelas seguradoras.

Ao menos 60 empresas associadas a uma das quatro federações que compõem a CNseg utilizam as soluções, entre elas as 10 maiores seguradoras do país.

Segundo Vasco, no ano passado, foram cerca de 170 milhões de consultas realizadas e que incluem desde análises sobre um determinado chassi de automóvel para checar se ele funciona a diesel ou gasolina até se determinado CPF tem vínculo empregatício com alguma empresa.

“No momento da cotação, devolvo a inação para a seguradora ter a inação correta e enquadrar [a proposta de seguro ao cliente] da a correta. Evita fraudes e enganos e permite calcular valores adequados das propostas”, comenta o diretor.

Só o dashboard que reúne dados de veículos, serviço lançado no ano passado, já teve 54 milhões de consultas feitas pelas seguradoras, continua o executivo. Com a ferramenta que unifica as bases de dados, as consultas relacionadas ao seguro automóvel já são respondidas em menos de 1 segundo. O objetivo é replicar esse mesmo tempo de resposta, mais enxuto, para consultas a outros ramos – como vida, além de lançar funcionalidades para outras áreas, como saúde.

A expectativa para 2024 é bater a marca de 200 milhões de consultas (considerando outros ramos além do automóvel). Outro caso citado como exemplo é a consulta por CPF, muito utilizada em seguro de vida ou previdência. Neste caso, diz Vasco, é possível confirmar se a inscrição corresponde a uma pessoa ou não, evitando que as empresas (clientes das seguradoras) que proporcionam esse tipo de benefício a seus funcionários continuem contribuindo para planos de indivíduos com óbitos confirmados.

“Sabemos que é uma área que tem muita fraude. Conseguimos identificar sinistros de um ano atrás e, mais do que olhar para o sinistro, conseguimos dizer na entrada se aquele CPF é vinculado a uma seguradora ou não”, explica.

Atualmente, Vasco conta que a área de negócios da CNseg oferece 31 soluções a 148 associadas. Desse total, três contribuem para as seguradoras atenderem a exigências regulatórias:

Compartilhamento de incidente cibernético: exigência da Susep (Superintendência de Seguros Privados, órgão que regula e fiscaliza o mercado segurador); Prevenção à lavagem de dinheiro: outra exigência da Susep; Bloqueio de ligações de telemarketing: exigência do Procon.

De acordo com Vasco, as soluções de combate à fraude geram benefícios para o consumidor que compra o segurona ponta. “Combater a fraude é importante para todos, seguradora e consumidor, porque tende a fazer um produto [de seguro] melhor e mais barato, já que a fraude é um dos principais problemas”, observa.

Ele ina que as soluções ajudam ao gerar alertas às seguradoras, mostrando que há indícios de que a proposta e/ou cotação pode ser uma fraude, mas cabe a cada seguradora avaliar cone seus próprios critérios.