Previdência privada aberta tem alta de 19,8% no 1º trimestre e confirma retomada do setor

Os planos de previdência privada aberta alcançaram mais de R$ 47,1 bilhões em prêmios e contribuições no primeiro trimestre — o melhor resultado para o período, de uma série histórica iniciada em 2013, considerando o efeito da inflação. Comparado ao mesmo intervalo do ano passado, houve 19,8% de crescimento, segundo relatório elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi.

Os resgates registraram queda de 7,4%, na mesma base de comparação, somando R$ 31,5 bilhões no trimestre. Assim, a captação líquida (resultado da arrecadação descontados os resgates) totalizou R$ 15,6 bilhões, 194,7% maior do que o primeiro trimestre de 2023. Em ativos, o país possui mais de R$ 1,4 trilhão, o que representam cerca de 13% do PIB.

Grande potencial de crescimento

Ainda segundo o relatório produzido pela Federação, ao final do primeiro trimestre de 2024 cerca de 11,1 milhões de pessoas possuíam um plano de previdência privada aberta, sendo que 20% na modalidade coletiva. Ou seja, ao todo são 2,3 milhões de pessoas em planos coletivos, o equivalente a 3,8% dos trabalhadores formais do país no período.

Em números de planos comercializados, já são mais de 14 milhões no Brasil, sendo a maioria (8,8 milhões) de Vida Gerador de Benefício Livre – VGBL; mais de três milhões de Plano Gerador de Benefício Livre – PGBL, e outros 2,3 milhões são planos Tradicionais.

Em termos de volume de recursos, 92% do valor acumulado no primeiro trimestre foi em VGBL, 6% em PGBL e o restante (2%) em planos tradicionais.

Aperfeiçoamento regulatório favorece cenário positivo

Outro aspecto que também ganhou destaque nos últimos meses foi a aprovação de normas e a regulamentação de medidas que melhoram o ambiente de negócios para o segmento, conforme enfatiza Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

“Estamos em um ano de grande avanço regulatório. Medidas como a adoção da adesão automática em planos previdenciários coletivos, respeitando a cláusula de saída; a possibilidade de o plano ser dado em garantia de empréstimos, mitigando a necessidade de resgates de recursos; o pagamento de rendas aos clientes de forma mais aderente às suas necessidades e desejos; bem como a escolha pelo regime de tributação no momento do primeiro resgate ou do benefício, têm como objetivo aumentar a proteção previdenciária e estimular a poupança de longo prazo”, avalia Franco.

Zurich anuncia nova gerente regional para interior de São Paulo 

zurich seguros Ana paula Mello

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich acaba de anunciar Ana Paula Mello como nova Gerente Regional Ribeirão Preto/Bauru. A executiva se reportará diretamente à Marcia Radavelli, Diretora Regional São Paulo Interior.  

Graduada em Marketing, com MBA Gestão Estratégica e Econômica, Ana Paula traz consigo uma bagagem de 25 anos no mercado segurador, com atuação na área comercial de bancos e seguradoras. Ana Paula chega para estreitar cada vez mais os laços com os corretores e apoiá-los em seus negócios, permitindo que eles possam levar proteção a um número cada vez maior de pessoas e empresas.

’Em 2023, esta Gerência Regional apresentou crescimento de 19,9%. Tenho certeza de que, com todo amplo conhecimento do mercado segurador, Ana impulsionará ainda mais os negócios na região e atenderá de forma próxima e consistente os nossos parceiros de negócios, que nos inspiram na constante busca pela excelência’’, comenta Marcia Radavelli, Diretora Regional São Paulo Interior.

Lojacorr duplicará valor doado em campanha para população do Sul

A maior rede de corretoras de seguros do país, Lojacorr, iniciou uma campanha de solidariedade para ajudar a população atingida pelos efeitos da tragédia climática no estado do Rio Grande do Sul (RS). A campanha ajudará a Rede de Bancos de Alimentos do Rio Grande do Sul duplicando o valor arrecadado. Ou seja, para cada real doado, a Lojacorr também doará um real, dobrando o impacto de sua ajuda. 

Ao todo, a enchente, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil na tarde desta segunda-feira, dia 6, já afeta 149,3 mil pessoas fora de casa, sendo 20 mil em abrigos e 129,2 mil desalojadas (nas casas de familiares ou amigos). Atingindo 364 municípios e 873 mil pessoas do estado. 

Para o presidente da Lojacorr, Dirceu Tiegs, a ação é um ato imprescindível neste momento. “Na Lojacorr, sempre defendemos a missão de proteger as pessoas cada vez mais e melhor. Agora não seria diferente! Nos unimos pelo objetivo de garantir a ajuda aos mais afetados por essa catástrofe e contribuir com alimentos, higiene, água e todos os mantimentos que precisarem. Para a Lojacorr, é um prazer estender essa mão e juntos ajudarmos quem mais precisa”, fala Tiegs. 

As doações via Lojacorr podem ser feitas pelo PIX chave e-mail: sosenchentes@bancodealimentosrs.org.br 

Seguros para satélites arrecadam mais de R$ 255 mi entre 2019 e 2023, diz CNseg

Fonte: Estadão

Entre 2019 e 2023, as seguradoras brasileiras arrecadaram mais de R$ 255 milhões com os seguros para satélites, de acordo com levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Ao todo, cinco satélites brasileiros que estão em órbita têm seguros, e há apólices para os chamados nanosatélites, com peso entre 1 e 10 quilos.

O ano de maior arrecadação foi 2021, com R$ 146,3 milhões em prêmios, cifra milhares de vezes superior à de 2019, de R$ 8,8 milhões. Naquele ano, o Brasil lançou o satélite Amazônia-1, o primeiro de observação da Terra que foi totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil.

Os seguros cobrem os danos ocorridos tanto no lançamento dos satélites quanto durante a vida em órbita. Neste último caso, as vigências são de 12 meses, com renovações anuais ao longo da vida útil dos equipamentos. Os satélites de comunicação, como grande parte dos brasileiros, têm vida útil de cerca de 15 anos.

De acordo com a CNseg, o alto risco envolvido faz com que as apólices em geral sejam cobertas por resseguros, com o compartilhamento dos riscos. Nos últimos cinco anos, não houve pagamento de indenizações nesta linha específica.

Ao oferecer cobertura para os ativos e infraestrutura espaciais, as seguradoras garantem que os investimentos da operação estejam protegidos contra possíveis perdas financeiras, diz o coordenador da subcomissão de SegurosAeronáuticos da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Carlos Eduardo Polizio. “Isso proporciona um ambiente mais favorável para o desenvolvimento de projetos espaciais de longo prazo no Brasil, com mais confiança dos investidores”, explica.

Bancos priorizam ações em seguros para clientes atingidos pela tragédia no Sul

O Itaú realizou um aporte de R$ 5 milhões em iniciativa da companhia aérea Azul para custear voos humanitários para a região, com itens como doações e mantimentos. Itaú garante comunicação proativa e facilitação da abertura de sinistros de seguros de vida ou patrimoniais para pessoas e empresas.

O Santander anunciou uma série de medidas de adequação de prazos e condições para os clientes do Rio Grande do Sul, que estão sofrendo com as fortes chuvas que castigam a região. O banco também criou um fundo de ajuda humanitária, onde vai aportar o mesmo valor doado pelos seus colaboradores. Santander prioridade no acionamento dos sinistros e pagamento de indenizações de seguros.

O Banco do Brasil anunciou a doação de R$ 400 mil, por meio da Fundação BB, flexibilizações em diversos produtos e serviços do BB, como crédito, operações do agronegócio e seguros, além de uma campanha nacional para arrecadação de recursos.

Haverá uma esteira diferenciada para o acionamento dos seguros/Proagro. Nos seguros Residencial e Empresarial, foram ampliados os valores dos serviços de limpeza, cobertura de telhados e desentupimento previstos nas apólices. A BB Seguros também enviou reguladores e peritos para as regiões atingidas, com possibilidade de realizar a vistoria presencial ou de forma remota.

SEGURO RURAL

O Valor informa que a equipe do Departamento de Gestão de Risco do Ministério da Agricultura monitora a situação de nove mil contratos de seguro rural de produtores gaúchos feitos para a safra de verão 2023/24, com subvenção federal, e que, possivelmente, são de áreas onde a colheita de grãos não foi totalmente finalizada até a chegada das chuvas e enchentes da semana passada. As apólices “ativas” abrangem 616,1 mil hectares em 388 municípios gaúchos e que podem gerar sinistros, de acordo com levantamento da Pasta.

O valor segurado dessas áreas ultrapassa R$ 3,8 bilhões. O prêmio arrecadado com os contratos foi de R$ 298,1 milhões e a subvenção paga pelo governo, de R$ 73,8 milhões. O ministério, no entanto, não tem o detalhamento das áreas que ainda estavam em fase colheita. O levantamento mostra o potencial de produção que pode estar sob risco de sinistralidade.

As seguradoras já pagaram R$ 997,7 milhões em indenizações aos produtores rurais neste ano, segundo levantamento da CNseg e da FenSeg. Entre os principais sinistros que levaram aos pagamentos estão as quebras de safras de grãos e os extremos climáticos, em especial no Sul e no Centro-Oeste. Os desembolsos com as indenizações cresceram 19,1% no primeiro bimestre. Como a receita das seguradoras caiu 27,4%, para R$ 808 milhões, o valor das indenizações foi 23,5% maior do que o faturamento das empresas.

Resultado com seguros no Itaú avança para R$ 2,2 bilhões no trimestre

O Itaú Unibanco teve lucro recorde de R$ 9,771 bilhões no primeiro trimestre de 2024, o que representa avanço de 15,8% em 12 meses. O resultado de seguros, previdência e capitalização foi de R$ 2,23 bilhões no mesmo período, com alta de 10,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. As receitas somaram R$ 2,6 bilhões, avanço de 8,7% em relação ao primeiro trimestre de 2023.

O banco divulgou ações em relações aos clientes afetados pelas chuvas no Sul, que incluem comunicação proativa e facilitação da abertura de sinistros de seguros de vida ou patrimoniais para pessoas e empresas.

RIMS 2024: “Somos aliado estratégico e fonte de consulta para a melhoria do risco”, diz David Colmenares, da Allianz

david colmenares allianz

David Colmenares, diretor geral LatAm Allianz Commercial, acredita que no cenário atual é inegável que as mudanças climáticas e os desastres naturais representam uma ameaça significativa em todo o mundo, especialmente para os gestores de riscos das empresas. “O aumento das temperaturas, fenômenos climáticos mais intensos e constantes, e a elevação do nível do mar são apenas algumas das consequências visíveis das mudanças climáticas”, disse ele em entrevista ao Sonho Seguro.

O executivo participa da RISKWORLD, que acontece entre 5 a 8 de maio em San Diego, California (EUA), promovido pela RIMS, a associação de gestores de riscos dos Estados Unidos. Ontem, o grupo fez um evento num porta aviões, com queima de fogos, para receber diversos parceiros de negócios.

Como está o evento?

Em meados de 2023, o Grupo Allianz, maior seguradora do mundo e terceira maior gestora de ativos do mundo, apresentou oficialmente sua nova marca para clientes de médias e grandes empresas: a Allianz Commercial. A partir desta nova unidade de negócios, oferecemos o melhor suporte aos nossos segurados, combinando a força de uma estratégia global com execução adaptada às suas necessidades locais, para proteger a espinha dorsal da economia global. Precisamente, um dos nossos principais objetivos em 2024 é consolidar a Allianz Comercial como um player relevante no setor de seguros em nível regional e global, em cenários de alto valor estratégico como o RIMS, onde podemos trocar opiniões com especialistas do setor sobre tendências e comportamentos de mercado, além de anunciar para todo o mundo que estamos prontos para prestar o melhor e mais completo serviço aos clientes de empresas de médio e grande porte com “uma cara para o mercado”. 

Os desastres naturais estão assustadores, não?

Os desastres naturais estão entre os três principais movimentos no ranking, subindo três posições — do 6º para o 3º lugar. O ano passado foi o mais quente já registrado desde o início das medições e registros, e as perdas seguradas superaram US$ 100 bilhões pelo quarto ano consecutivo, impulsionadas pela conta de danos mais alta de todos os tempos, US$ 60 bilhões, devido a tempestades severas. Catástrofes naturais não apenas interrompem cadeias de suprimentos e operações comerciais, mas também podem causar danos físicos às instalações, resultando em perdas financeiras substanciais e danos à reputação da empresa. Além disso, os custos associados à reconstrução e à recuperação após uma catástrofe podem ser exorbitantes, levando a uma diminuição dos lucros e à necessidade de realocação de recursos que poderiam ter sido investidos em inovação e crescimento. Por outro lado, as mudanças climáticas continuaram na sétima posição no ranking global, mas estão entre os três principais riscos empresariais em países como Brasil, Grécia, Itália, Turquia e México. No Brasil, as questões climáticas aparecem como principal risco para 2024. No ano passado, esse problema ficou em oitavo lugar. 

O que mais preocupa nos danos climáticos?

Danos físicos aos ativos corporativos devido a eventos climáticos extremos mais frequentes e severos são uma ameaça-chave. Os setores de energia e industrial estão entre os mais expostos. As mudanças climáticas também contribuem para a volatilidade dos preços das commodities, escassez de recursos naturais e mudanças nas preferências dos consumidores. Empresas altamente dependente de recursos naturais, como agricultura, pesca, energia e manufatura, são particularmente vulneráveis a essas mudanças. A incerteza em relação às condições climáticas futuras torna ainda mais desafiador para as empresas planejarem estrategicamente e mitigarem os riscos associados. Além disso, as empresas estão enfrentando uma pressão crescente de partes interessadas, incluindo investidores, clientes e reguladores, para adotar práticas mais sustentáveis e reduzir suas pegadas de carbono. Os riscos de transição para uma economia net zero e os riscos de responsabilidade devem aumentar no futuro, à medida que as empresas investem em tecnologias de baixo carbono, em grande parte não testadas, para transformar seus modelos de negócios.

As empresas parecem conhecer pouco ainda os riscos das alterações climáticas…

Dado este cenário, é indispensável para as empresas reconhecerem os riscos das mudanças climáticas e das catástrofes naturais, e implementar estratégias proativas de mitigação e adaptação. Isso inclui investir em infraestrutura resiliente, diversificar cadeias de suprimentos, adotar práticas de produção mais sustentáveis, incorporar considerações climáticas nas análises de risco e desenvolver planos robustos de continuidade de negócios. Além disso, as empresas podem se beneficiar ao se posicionarem como líderes em sustentabilidade e responsabilidade corporativa, o que não apenas fortalece sua reputação e marca, mas também atrai investidores e consumidores conscientes.  

E como aumentar a consciência de todos com relação às mudanças climáticas?

Os esforços não devem partir apenas das empresas e governos, mas sim, de toda a população em geral, pois a indústria de seguros tem um papel muito importante a desempenhar. Como uma empresa global de serviços financeiros e seguros, temos interesse em contribuir para a descarbonização da economia global, fazendo parte da solução e integrando riscos e oportunidades relacionados ao clima em nosso negócio principal. Ao considerar sistematicamente critérios climáticos e de sustentabilidade em nossos negócios e investimentos, apoiando nossos clientes na redução de danos e riscos relacionados ao clima por meio de adaptação e desenvolvimentos de baixo carbono, e possibilitando a transição de baixo carbono em nossas próprias operações, investimentos e clientes, estamos comprometidos em ajudar a limitar o aquecimento global para construir um presente e futuro mais seguro, seguro e sustentável para todos. Abordar os desafios das mudanças climáticas e das catástrofes naturais não é apenas uma questão de responsabilidade social, mas também de sobrevivência e prosperidade a longo prazo para as empresas e pessoas em todo o mundo. 

Quais as expectativas para a América Latina?

O Brasil e a América Latina vibram ao ritmo de seu povo, de sua cultura e de um aparato produtivo formado por empresas locais e estrangeiras, que são o motor do desenvolvimento de nossa região: diversa por natureza e onde a troca de ideias e perspectivas entre diferentes ambientes culturais, fomenta talentos, inovação e o crescimento de um mercado formado por mais de 600 milhões de pessoas. Na RIMS 2024, destacamos o imenso potencial do Brasil e, em geral, da América Latina como um atrativo foco de estabilidade e desenvolvimento, com o propósito de promover investimentos em nossa região de forma segura e sustentável, de mãos dadas com uma indústria de seguros robusta e em constante crescimento, liderada pela Allianz Commercial. 

Quais as ações da Allianz Comercial no evento?

Como um dos principais eventos do ano do setor de seguros, a Allianz preparou uma série de atividades no RIMS 2024 para discutir ideias e trocar conceitos sobre soluções inovadoras e estratégias de gestão de riscos com alguns dos principais profissionais do setor. Este ano, teremos nosso estande recém-ampliado, localizado no centro do Centro de Convenções de San Diego, onde os visitantes poderão entrar em contato direto com alguns de nossos membros da diretoria e equipes de gerenciamento e distribuição. Mas, uma das grandes surpresas que teremos para todos os participantes do RIMS, tem a ver com uma noite de networking que organizaremos dentro e fora do icônico navio USS Midway no Navy Pier, a fim de oferecer uma recepção verdadeiramente inesquecível. Isso, além de outras experiências como estandes de vinho, cerveja e café, para que as pessoas possam conhecer um pouco melhor nossa equipe e nossas ofertas, em um ambiente descontraído e descontraído.  Por último, mas não menos importante, realizaremos nossas ‘Allianz Sessions’ com a ajuda de nossos especialistas, para nos aprofundarmos em tópicos-chave para a indústria e para nossa empresa.

Quais são os principais serviços oferecidos para ajudar os gestores de riscos a obter um bom programa de seguros em um cenário de mercado ainda difícil? 

Tudo começa conhecendo o cliente, sua atividade, como é ou se há gestão de riscos em suas instalações e o quanto ele tem consciência de ter programas adequados de previsão e proteção contra incêndio. A partir disso, é implantada a proposta personalizada, que atenda às necessidades do cliente para a melhoria do risco. Possuímos um portfólio de serviços que vai desde a proposição de recomendações, até serviços especializados como diagnóstico de sistemas de proteção, assessoria para projeto e instalação, além de treinamentos em segurança física, BCP, segurança computacional, desenvolvimento de termografia para mitigação de incêndio por instalações elétricas.

Como você vê a situação atual dos gestores de risco? Quais os principais desafios e oportunidades dessa profissão?

Os programas de gestão de riscos têm dois objetivos: o primeiro é transcender o conceito típico da seguradora que é indenizar sinistros e tornar-se parceiro e aliado através de programas de gerenciamento de riscos, buscando a fidelização a longo prazo. O segundo ser a favor do negócio, não ser um obstáculo à subscrição. E nesses dois pontos está o desafio, que intermediários e clientes entendam que engenheiros de risco são gestores para a melhoria do risco, que trabalhamos para a estabilidade e não interrupção dos negócios de nossos clientes. O desafio é mudar o pensamento deles para que não nos vejam como auditores e, sim, como aliado estratégico e fonte de consulta para a melhoria do risco. 

Como as seguradoras podem contribuir para agregar valor ao gestor de riscos?

Tornando-o parte do processo, uma vez que a subscrição começa a partir da inspeção de risco. Por esse motivo, é importante que a agregação de valor ao gestor venha não só da seguradora, mas também dos intermediários, entendendo a importância da boa coordenação de uma visita de inspeção, onde serão atendidos por pessoal adequado. Quanto mais informações o gestor de risco conseguir captar, mais informações para análise de risco e estruturação de uma proposta de valor. 

Grupo HDI implementa série de medidas para apoiar população do Rio Grande do Sul

Porto Alegre, 03/05/2024, Prefeitura de Porto Alegre a esquerda e o Mercado Municipal a direita, alagados, após chuva intensa. Foto: Gilvan Rocha/Agência Brasil

Fonte: HDI

O Grupo HDI segue mais ativo que nunca na força-tarefa de atender os moradores do Rio Grande do Sul atingidos pelas chuvas estarrecedoras da última semana. A companhia implementou um plano de contingência desde o início dos desastres e, agora, expandiu as medidas em vigor a fim de amparar a população e dar o melhor suporte para clientes, corretores e parceiros do local. 

Como parte da operação, a empresa ampliou o atendimento do Bate-Ponto da HDI para os clientes da Liberty Seguros e da Sompo Consumer, ambas parte do Grupo, que cuidará de casos de segurados e profissionais para vistorias e recebimento dos documentos, além de receber guinchos locais com os veículos resgatados. A companhia também estendeu o horário de atendimento a todos os públicos, que se dará entre 8h e 19h. 

Outra novidade é que os avisos de sinistros devem ser abertos por meio da Web, do WhatsApp ou pela central de atendimento do Grupo HDI, que está priorizando as ligações de DDDs da região Sul. Além disso, devido ao fechamento das estradas, o Truck, caminhão da multifuncional da empresa mudou a rota para Novo Hamburgo, e chegará ao final do dia de hoje, 6 de maio, para prestar atendimento e agilizar processos. 

Por fim, as renovações dos seguros de automóveis da HDI terão a cobertura provisória ampliada de sete para 10 dias corridos (prazo já padrão para a Liberty), contando a partir do término de vigência da apólice. O mesmo ocorre com os produtos de residência de ambas as empresas, que também terão a cobertura estendida para 10 dias corridos, considerando a data do término de vigência da apólice anterior e mantendo as mesmas coberturas. 

Assistência além dos serviços

Além de ampliar serviços, atendimentos e coberturas, o Grupo HDI está oferecendo apoio à sociedade por meio do envio de R$ 220 mil, destinados à distribuição de água potável e refeições desidratadas. Estes recursos estão sendo viabilizados pelo Movimento União BR, organização especializada em criar hubs de emergência por todo o Brasil, com gestão corporativa e financeira do Instituto da Criança, e vão ajudar cerca de dez mil pessoas nas cidades de Alvorada, Arroio do Meio, Bento Gonçalves, Cachoeirinha, Canoas, Caxias, Charqueadas, Colinas, Cruzeiro do Sul, Esteio, Estrela, Gravataí, Jaguari, Lajeado, Montenegro, Muçum, Porto Alegre, Roca Sales, Santa Maria, Santa Rita, São Jerônimo, São Leopoldo, São Sebastião do Caí, Sapucaia do Sul, Triunfo, Venâncio Aires e Vera Cruz.

Todas essas iniciativas de suporte estão sendo realizadas pelo Grupo HDI como apoio institucional, entretanto, a seguradora também está mobilizando colaboradores, clientes e corretores que desejam auxiliar individualmente com doações via pix ou transferência para a conta exclusiva da companhia com o parceiro social.

Banco Santander (033)
Agência: 4328
Conta corrente: 13005915

Chave PIX: 9151@institutodacrianca.org.br (e-mail)
Titularidade: Instituto da Criança
CNPJ: 02.744.697/0001-03. 

AXA no Brasil inicia parceria com o canal ProfissionalSeg

Carla almeida axa

Fonte: AXA

A AXA no Brasil anuncia sua parceria estratégica com o ProfissionalSEG, um canal de atendimento para corretores nos segmentos de Engenharia e Arquitetura, dedicado a facilitar a comercialização de Seguros de Responsabilidade Civil.

A parceria proporciona às corretoras registradas na seguradora acesso automático aos serviços oferecidos pela parceria, sem necessidade de novo cadastro. A gestão da carteira de Seguro de RC Profissional para Engenharia e Arquitetura será centralizada no ProfissionalSEG. Portanto, assim que o corretor solicitar cotação nessas categorias, será redirecionado para atendimento do parceiro. 

Carla Almeida, Diretora de P&C da AXA no Brasil, destaca: “Além de compartilharmos a missão de ajudar os corretores a venderem mais e melhor, estamos ao lado de uma empresa com mais de 20 anos de experiência e R$ 170 milhões em prêmios, além de 30 mil apólices emitidas e 500 sinistros gerenciados exclusivamente no segmento de RC Profissional. Mais de 1200 corretoras já foram atendidas desde o início das operações do ProfissionalSEG. Estamos confiantes de que esta será uma parceria de sucesso”.

Com cobertura nacional, diversos serviços e remuneração integralmente oferecidos pela equipe do ProfissionalSEG e custeados pela AXA, a parceria oferece diversas vantagens aos corretores: incluindo suporte técnico especializado, esclarecimento de dúvidas sobre produtos, certificados, além de acompanhamento dos sinistros ocorridos. A seguradora destaca também os benefícios do produto, como amplo guideline, custos competitivos e agilidade nas cotações e emissões.

Procura por seguro de vida cresce 10% em período da epidemia da dengue

Marcelo Baseoti Minuto Seguros

Segundo dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde, o Brasil ultrapassou, na última segunda-feira (29), a marca de 4 milhões de casos prováveis de dengue. A maior epidemia da doença na história do país gera uma série de preocupações nos brasileiros, que buscam maneiras de estarem amparados caso contraiam a doença. Uma delas foi o crescimento na busca por seguro de vida.

A Minuto Seguros, maior corretora online do Brasil, realizou um levantamento que apontou um aumento de 10% na procura pelo produto ao comparar o primeiro trimestre de 2024 com o mesmo período do ano anterior. Uma das razões é a possibilidade de garantir segurança financeira caso a pessoa se acometa da doença. “Antigamente, o seguro de vida estava relacionado apenas à perda da pessoa que era a principal provedora financeira da família. Aos poucos, esse pensamento deu lugar a uma preocupação por coberturas que podem ser acionadas ainda em vida”, explica Marcelo Baseoti, Gerente de Seguros Ramos Elementares e Benefícios da Minuto Seguros.

O estudo da corretora mostrou que os principais motivos que levam os clientes a procurarem o seguro de vida em 2024 estão relacionados à proteção financeira do próprio segurado, como invalidez por doença, doenças graves ou afastamento temporário por doença ou acidente. Além disso, tanto clientes CLT quanto autônomos compartilham das mesmas preocupações: não comprometer a renda mensal familiar e suprir necessidades adversas relacionadas a eles próprios.

“Os dados levantados mostram que a população está entendendo cada vez mais a importância do seguro de vida e os diferentes serviços oferecidos por ele, que podem ser usados em situações para além da morte do segurado. Esse maior conhecimento permite que as pessoas estejam resguardadas e menos preocupadas sobre questões financeiras em momentos difíceis”, finaliza o executivo.

O levantamento da Minuto Seguros mostra que também houve um crescimento de 33% no segundo semestre de 2023, comparando com a primeira metade do mesmo ano. De acordo com Marcelo Baseoti, o mercado de seguros está mapeando um crescimento de 12% nessa categoria em 2024.