Galcorr anuncia Guilherme Freitas como superintendente de garantias



A corretora de seguros Galcorr anuncia a chegada de Guilherme Freitas como novo superintendente de garantias. Nesta função, Freitas será responsável pela supervisão e pelo fortalecimento das operações relacionadas a garantias, considerada uma área estratégica que, dentre outros, assegura o cumprimento de obrigações contratuais, mitigando riscos para os clientes.

Graduado em Direito pela PUC-SP, com pós-graduação em Direito Contratual pela mesma instituição, Freitas possui mais de 20 anos de experiência no mercado securitário. Sua trajetória profissional inclui passagens por importantes seguradoras, corretoras de seguro e áreas de gestão de riscos de clientes nacionais e internacionais, com destaque para Seguro de Responsabilidade Civil, E&O (Erros e Omissões), D&O (Diretores e Executivos), Riscos Operacionais, Garantia e Crédito.

“A Galcorr é uma corretora reconhecida pela excelência no atendimento e tenho a alegria de me juntar a esse grande time para atingir o objetivo de dar ao cliente a melhor experiência no que tange à soluções no âmbito do seguro”, comentou Freitas.

Da Braskem ao Rio Grande do Sul: seguro cobre danos causados ao meio ambiente?

Fonte: Infomoney, por Jamille Niero

Como o seguro pode amenizar eventuais danos e prejuízos a empresas e comunidades causados por acidentes que resultem em poluição ao meio ambiente? E se uma eventual contaminação da água, ar ou solo ocorrerem como consequência de eventos climáticos extremos — como o que atinge há semanas o Rio Grande do Sul? O seguro ambiental cobre todos esses tipos de situação?

As respostas a essas perguntas encontram lugar no episódio desta quinta-feira (6) do Tá Segurovideocast do InfoMoney que descomplica o universo dos seguros, justamente quando é celebrado o Dia do Meio Ambiente. O programa já está disponível no YouTube e nas principais plataformas de podcast.

Segundo Fabio Barreto, presidente da Comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) e gerente regional de Responsabilidade Ambiental da seguradora Chubb, o seguro ambiental é uma modalidade voltada para empresas de diversos setores, que visa protegê-las contra os impactos financeiros decorrentes de acidentes ou incidentes que causem poluição ou contaminação ambiental. Este seguro cobre os custos de remediação de áreas contaminadas (dentro e/ou fora da empresa), reclamações de terceiros por danos materiais, corporais e morais, além dos danos ambientais em si. “Esses são os três pilares de cobertura que normalmente compreende um seguro ambiental”, diz Barreto.

O diferencial do seguro ambiental, continua Barreto, é considerar na indenização os custos para reparar a área danificada da própria empresa — e não somente os danos causados “fora dos seus muros”. Por exemplo: uma empresa que teve um vazamento prolongado [poluição gradual] de um produto químico que acabou contaminando águas subterrâneas de uma determinada região na qual os moradores da comunidade próxima tinham poços. A população utilizava a água desses poços para consumo e, por isso, teve que ficar pelo menos um ano sem usar essa água. A empresa então pagou caminhão-pipa pelo mesmo período para garantir o abastecimento da comunidade. Ou seja, a indenização do seguro ambiental serviria para pagar o custo com os caminhões-pipa além da descontaminação do ambiente (dentro e fora da empresa).

Indenização: como funciona?

Para garantir a indenização por danos causados a terceiros, explicam os especialistas, existe a cobertura de responsabilidade civil ambiental, que pode ser contratada pelas empresas em complemento a outra apólice (contrato) mais ampla de seguro de responsabilidade civil. Outro exemplo: uma transportadora cujo caminhão sofre um acidente na estrada e derrama um produto químico ao longo da rodovia causando uma poluição súbita e pontual. A cobertura de RC ambiental cobriria os custos com a limpeza e outras indenizações por danos causados a terceiros (como uma comunidade vizinha à rodovia cujo solo foi contaminado pelo vazamento no acidente, para exemplificar).  

“[No seguro ambiental] tem coberturas acessórias que não teriam no seguro de responsabilidade civil ambiental, como, por exemplo, toda questão de lucros cessantes, sejam os lucros cessantes do próprio segurado, já que em função da contaminação ele vai deixar de fabricar, produzir e distribuir [os produtos], e os lucros cessantes de terceiros, do entorno que foi afetado”, complementa Ilan Kajan, vice-presidente de Riscos Corporativos da Alper Seguros.

Caso da Braskem em Maceió

Um caso emblemático recente de danos causados ao meio ambiente é o da mineradora Braskem, em Maceió. A extração do sal-gema realizada durante anos pela companhia gerou o afundamento de cinco bairros na capital alagoana e levou 15 mil famílias a perderem seus lares.

Para os especialistas, o caso é difícil para avaliar se caberia ou não indenização pelo seguro ambiental porque, em tese, a companhia tinha todos os alvarás e licenças para a atividade.

“É importante citar esse caso da Braskem, porque é o seguinte: ela teve alvará da prefeitura de Maceió, licença ambiental para fazer as escavações que fez, então é um caso muito atípico, completamente fora de uma responsabilidade ambiental clássica da apólice ambiental. É muito difícil de classificar isso no produto ambiental, quer dizer, ela estava cumprindo todas as regras, a legislação, etc. Agora, muitos anos depois, descobriu-se o problema e o erro que não se restringe exclusivamente à Braskem, mas a todas as gestões públicas predecessoras desse caso”, comenta Gustavo Cunha Mello, especialista em gerenciamento de riscos e sócio da Correcta Seguros. Segundo ele, “tem situações que não são tão claras. De quem é a responsabilidade civil nesse caso?”, questiona.

Na avaliação de Kajan, da Alper Seguros, a Constituição Federal prevê que o meio ambiente é algo público e tem que ser conservado e, além disso, a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6938/1981) define “que o poluidor é obrigado a indenizar, independentemente de existência de culpa”.

Já Barreto, da FenSeg, ressalta que os danos ao meio ambiente podem ser causados de diversas formas, mas “que os eventos cobertos por um seguro ambiental normalmente estão atrelados a um evento que gere uma contaminação”. Não seria, em tese, o caso da Braskem, que gerou dano ambiental, mas não por poluição ou contaminação.

Mercado crescente?

De acordo com os especialistas, ainda são poucas as empresas que contratam o seguro ambiental considerando o tamanho do Brasil. Kajan comenta a existência de ao menos 800 apólices do tipo contratadas no país todo. Na semana em que é celebrado o Dia do Meio Ambiente, especialistas explicam como funciona esse tipo de indenização e como se aplica a casos emblemáticos como o da Braskem em Maceió

Para Mello, a “culpa” do baixo nível de contratação vem de vários lados. “Primeiro do cliente, porque a maioria não tem gestão de riscos, e por outro tem as seguradoras que são muito exigentes e com preços muito caros”, aponta.

Suhai Seguradora lança pesquisa focada em mulheres motociclistas

Fonte: Suhai

Com foco no público feminino, a Suhai Seguradora, empresa brasileira especializada em seguros automotivos, lança o estudo Elas & as Motos: universo invisível das motociclistas brasileiras em parceria com a Scopo Consumer Insights. A pesquisa foi realizada com 2.410 mulheres habilitadas entre 18 e 65 anos e apresenta um panorama completo sobre o setor do ponto de vista feminino, com frente quantitativa e qualitativa, abordando as motivações que as levaram a ter e se apaixonar por motos, visões, opiniões, entre outros temas. Para levar mais profundidade e mais insights sobre o dia a dia delas, a empresa também conversou com as participantes do grupo Aceleradas, um dos maiores movimentos de mulheres motociclistas e garupas do país. 

“Para nós, este estudo tem um significado especial. Ele foi pensado para trazer à discussão a vivência e o ponto de vista das mulheres motociclistas. Foi idealizado e executado por mulheres e nasceu com a missão de compreender um público que cresce a cada ano, mas sobre o qual se tem pouca informação disponível”, comenta Janaína Iziquiel, diretora de marketing da Suhai Seguradora. “Nosso objetivo é dar voz a essas motociclistas, entendendo suas experiências, desejos e desafios em um mundo ainda dominado por homens. Como seguradora referência em seguros para motos, queremos usar esses insights para entender como podemos melhorar continuamente nossos produtos e fortalecer o relacionamento com nossas clientes mulheres”, completa. 

O material mostra que 56% das mulheres habilitadas no Brasil usam suas motos diariamente. Ao longo dos últimos 10 anos o número de mulheres pilotando motocicletas cresceu 77%, seguro números da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Segundo as entrevistadas, deslocamento (53%) e lazer (38%) são os principais motivos que as levam a andar de moto todos os dias. Elas preferem usar suas motos por conta da rapidez e praticidade na mobilidade diária, além da economia que o meio de transporte proporciona. 

Machismo na estrada

Outro dado apresentado na pesquisa é que 47% das mulheres afirmam que já tiveram sua capacidade de pilotagem questionada apenas por serem mulheres. Além disso, 46% consideram o universo das motos excessivamente masculinizado. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em 2021, 35% das pessoas habilitadas no Brasil são mulheres. Elas dizem que sofrem com o machismo estrutural das ruas e que sentem que há falta de respeito quando percebem que quem está por baixo do capacete é uma mulher.

Quando o estudo aborda temas referentes ao mercado de motociclistas, 63% das participantes dizem que, nos últimos anos, as marcas passaram a enxergar as mulheres que pilotam. No entanto, 84% acreditam que faltam produtos pensados para mulheres e suas motos. “Esse recorte da pesquisa é um sinal de que as marcas precisam olhar mais para o público feminino e aqui na Suhai sempre buscamos ouví-las. Esse estudo é uma prova disso”, declara Janaína.

O material ainda aponta que a maioria das mulheres pilotas de moto está na região Sudeste (42%). Em seguida, aparecem as regiões Sul (22%); Nordeste (15%); Centro-oeste (13%); e Norte (9%).

De cara nova, segunda temporada do IcatuCast receberá corretores de seguros e especialistas de diversos setores

Fonte: Icatu

Com o objetivo se tornar um canal de conteúdo ainda mais relevante para sua força de vendas, a Icatu Seguros – maior seguradora independente do país em Vida, Previdência e Capitalização – lança a segunda temporada do IcatuCast – Corretor que Inspira, videocast dedicado aos corretores de seguros. Repaginada, a segunda temporada passa a contar com rodas de conversas e um novo cenário para papos descomplicados sobre longevidade, planejamento, educação financeira, entre outros temas relevantes para a jornada no mercado de seguros. O primeiro episódio vai ao ar nesta quinta-feira (06/06).

“Os corretores são fundamentais para o nosso negócio e estar em constante diálogo com eles é essencial para permanecermos alinhados e competitivos. Nosso objetivo maior com todas as ferramentas e ações em prol destes valiosos profissionais é dar ainda mais suporte e conhecimento para que possam desempenhar seu trabalho com cada vez mais excelência. Com o IcatuCast, compartilhamos conhecimentos, ouvimos suas demandas e pensamos juntos em soluções que atendam às suas expectativas e necessidades”, destaca Alexandre Vilardi, Vice-Presidente Corporativo da Icatu Seguros.

As novidades da segunda temporada foram desenhadas a partir de um minucioso trabalho de mapeamento de dados e das interações dos corretores nos canais da seguradora. Os assuntos mais buscados e engajadores foram selecionados para pautas e convidados, assegurando que o conteúdo oferecido esteja alinhado com as necessidades e interesses destes profissionais. “A primeira temporada do IcatuCast foi um sucesso e nos trouxe muitos aprendizados. Nesta nova edição, estamos levando discussões ainda mais relevantes com um formato ainda vez mais leve e atraente, totalmente em linha com o feedback dos corretores. Essas mudanças reforçam o compromisso da Icatu de trabalhar de maneira incansável para ser ainda mais relevante no dia a dia deles”, afirma Cinthia Kato, Diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros.

Além de abordar ferramentas e iniciativas ligadas à proteção e o planejamento financeiro, a nova temporada também irá se aprofundar em temas que podem impulsionar o negócio do corretor, como marketing digital, tecnologia e inovação. Os episódios terão a participação de executivos da companhia e receberão convidados, como corretores e especialistas de diferentes setores.

O episódio de lançamento da nova temporada terá como tema “Pessoalização: como a tecnologia avança para oferecer produtos e serviços individualizados”, e contará com Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu, e Humberto Sardenberg, superintendente de Experiência Digital da seguradora. O bate-papo discutirá a evolução de algoritmos de inteligência artificial, aprendizado de máquina e análise de dados, e como empresas e os corretores de seguros podem utilizar estas ferramentas para oferecer experiências únicas e sob medida.

Serviço:

IcatuCast – Corretor que Inspira (Temporada 2)

Episódio: Pessoalização: como a tecnologia avança para oferecer produtos e serviços individualizados

Convidados: Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida (Icatu Seguros); Humberto Sardenberg, superintendente de Experiência Digital (Icatu Seguros)

Data: 06 de Junho

Onde assistir: Youtube e Spotify

Bradesco Vida e Previdência realiza encontro sobre Wealth Planning

Fonte: Bradesco

A Bradesco Vida e Previdência realizou um encontro com corretores na última terça-feira, dia 4 de junho, em Alphaville (SP), para discutir a importância de ferramentas como o seguro de vida e a previdência privada no contexto de wealth planning (planejamento patrimonial, na tradução do inglês). Mais de 200 profissionais participaram presencialmente do evento e cerca de dois mil se conectaram de forma remota, de todas as regiões do Brasil.

A iniciativa dá continuidade ao compromisso da companhia de levar conhecimento aos profissionais que atuam na consultoria do planejamento patrimonial e sucessório de seus clientes. Usando cases reais, o evento debateu as abordagens e os argumentos comerciais, colocando em prática os conceitos apresentados no primeiro encontro sobre o tema, realizado em março, e reforçando o papel do seguro de vida e da previdência privada.

“A necessidade de proteger o patrimônio conquistado durante a vida independe do seu tamanho. E a Bradesco Vida e Previdência acredita no potencial do corretor de atuar como um consultor no planejamento sucessório, para além da venda dos produtos”, destaca Ricardo Campos, superintendente Executivo da Bradesco Vida e Previdência. “Mais do que uma ferramenta de capacitação, encontros como esse, que unem o conceito com a prática, são essenciais para a troca de experiências.”

Além de Campos, participaram do bate-papo os especialistas do Bradesco Global Private Bank Márcio Renato Ribeiro, superintendente Executivo de Wealth Planning, Isabella da Mata, Senior Wealth Planner, e Poliana Simas, especialista em Wealth Planning. Também estiveram presentes os executivos do Grupo Bradesco Seguros, Américo Gomes, diretor-Gerente da Organização de Vendas, Francisco Rosado, diretor Comercial, e Fabrício Zunfrile Machado, superintendente Executivo.

Yelum, ex-Liberty Seguros, estreia com doação de R$ 1,5 milhão para reconstrução do Sul

Depois de muito suspense, os executivos do grupo HDI anunciaram a marca que substituirá o nome Liberty Seguros: Yelum Seguradora. “Tudo fica igual. A Yelum vem para surpreender, combinando excelência na jornada a um preço competitivo, mantendo o portfólio atual de produtos e focando na evolução da experiência de todos os públicos. Apenas deixamos de usar a marca Liberty Seguros por uma questão contratual”, explicou o CEO Eduardo Dal Ri durante a festa de lançamento em Florianópolis (SC) nesta quarta-feira, 5.

Antes mesmo do anúncio da nova marca, Dal Ri chamou ao palco o diretor de operações e sinistros da seguradora, Marcio Probst, para falar sobre tudo que tem sido feito no Sul. “Já pagamos R$ 100 milhões em sinistros relacionados à tragédia no Rio Grande do Sul. Estamos atendendo nossos clientes e corretores de forma presencial e remota para sairmos deste primeiro momento de emergência de salvar pessoas. Agora estamos na fase de remover os veículos, que representam praticamente 90% do valor pago em indenizações, e iniciamos a nova fase, de ajudar a reconstruir o Estado”, disse.

Na sequência, Dal Ri anunciou uma nova doação do grupo por meio da Yelum de R$ 1,5 milhão para ajudar na reconstrução do Sul, e chamou ao palco dois executivos estrangeiros que vieram para participar do lançamento, reforçando a importância do Brasil na estratégia mundial do grupo alemão. “A América Latina é uma região muito importante para o grupo e o Brasil já responde por 50% de todos as receitas da unidade internacional. Tenho certeza de que podemos crescer muito mais e estamos muito felizes de poder ofertar três marcas diferenciadas aos brasileiros”, afirmou o CEO Internacional da HDI, Wilm Langenbach, ao lado do Head da HDI International na América Latina, Nicolas Masjuan. 

Foram mais de seis meses para criar a marca que dará continuidade ao legado da Liberty, cujo nome deixa de existir a partir de novembro, e agora o grupo Talanx atua com três marcas no Brasil. A Yelum com a venda de produtos no varejo como seguros auto, residencial e vida entre os principais do portfolio; a HDI segue com os produtos de varejo, empresarias e também grandes riscos; e a Aliro como marcas dos produtos com preços mais acessíveis e experiência de compra simplificada.

“Todas têm papeis indispensáveis na operação e se complementam de modo a atender a diferentes perfis de consumidores e parceiros. A partir de agora, nosso portfólio passa a ser um dos maiores e mais competitivos do mercado, algo que, sem dúvidas, trará novas oportunidades aos nossos parceiros e mais liberdade e segurança para todos os segurados. Temos 18 produtos apenas em auto no portfólio para atender o corretor de seguros. A Yelum vem para surpreender, combinando excelência na jornada a um preço competitivo, mantendo o portfólio atual de produtos e focando na evolução da experiência de todos os públicos. Traz liberdade de escolha, simplicidade e proximidade”, destaca Marcos Machini, vice-presidente da HDI Brasil.

Como continuidade ao grande lançamento da Yelum, os executivos do Grupo HDI iniciaram uma série de roadshows com corretores pelo Brasil, começando com Salvador (BA) no dia 6 de junho. Os próximos estão marcados para 11 de junho, em Belo Horizonte (MG), 13 de junho, em São Paulo (SP), e 26 de junho, em Curitiba (PR).

Os encontros têm como objetivo apresentar a nova marca para corretores e demais parceiros de cada região do país. Além disso, também é um momento em que a companhia vai reforçar como o processo de transição da Liberty para a Yelum acontecerá de forma gradual até o mês de novembro, incluindo sistemas, plataformas e o próprio site institucional.

“Um dos principais pilares de negócios do Grupo HDI é a proximidade com os corretores, pois eles são fundamentais para todo o mercado. Com o lançamento da Yelum, entendemos que precisamos estar ainda mais próximos dos parceiros, pois eles terão novas oportunidades de sucesso a partir de agora”, comenta Machini. “Por isso, queremos dar todo o apoio necessário para que eles se familiarizem o mais rápido possível com a Yelum”, finaliza o executivo.

Construção da marca

Com investimentos parrudos, mas não divulgados, Dal Ry conta que para chegar no nome Yelum, o grupo HDI testou uma série de possibilidades. “Tínhamos 25 nomes, todos com suas nuances. Foi um trabalho interessante e que me ensinou muito sobre marca”, conta o CEO.

Após conduzir pesquisas com corretores e clientes, optou por uma nomenclatura curta, forte, sonora, que remete a liberdade, luz, simplicidade e agilidade, e pelo amarelo, cor já característica da Liberty. A nova marca é formada por diversos significados: Yel é uma abreviação de yellow ou amarelo, Lum vem de luz e Um reforça que a marca é única para cada pessoa. 

Entre os atributos, a Yelum é envolvente, pois ouve as necessidades de clientes e parceiros e cria as melhores soluções de seguros lado a lado com estes públicos, ao mesmo tempo que tem a característica ponta firme, pois sempre entrega o que promete e inspira confiança. A nova marca ainda tem sintonia com todos as pessoas, antecipando seus desejos para agir com inteligência e agilidade, e um espírito livre, inovando constantemente e experimentando novas formas de fazer melhor. 

Todo o processo criativo foi feito em parceria com o time da Ana Couto, agência com mais de 30 anos de experiência em projetos de consultoria e branding que alinham marca, negócio e comunicação para impulsionar o valor de pessoas e empresas. 

“Com a Yelum, teremos a oportunidade de alcançar ainda mais consumidores, já que passaremos a oferecer mais opções de proteções personalizadas que se encaixam nas necessidades dos clientes e que contribuem com o sucesso e com a criação de novos caminhos para os corretores parceiros”, comenta Dal Ri. “Estamos bastante otimistas em fazer essa adesão ao mercado e esperamos que a nova marca colabore com o crescimento que temos visto no segmento segurador”, completa o executivo. 

Grupo Casas Bahia oferece seguro para celular com Seguradora Zurich 

Luis Reis

Diante de um mundo cada vez mais conectado e dependente da tecnologia móvel, a proteção dos aparelhos celulares se tornou uma necessidade. Com o objetivo de oferecer mais comodidade e segurança aos clientes, o Grupo Casas Bahia acaba de anunciar uma parceria com a Seguradora Zurich, para coberturas de celulares.

As coberturas de Roubo, Furto Qualificado, Furto Simples e Danos Acidentais são ofertadas por meio do aplicativo banQi.  Ao acessar o aplicativo e clicar no banner correspondente, os clientes são direcionados para uma página de contratação, onde podem avaliar as opções disponíveis e selecionar o plano mais adequado para o seu dispositivo. É possível adaptar a proteção de acordo com suas necessidades específicas, escolhendo entre um plano econômico, com franquia e coberturas reduzidas, ou um plano completo, com ampla cobertura e franquia. 

Luís Reis, diretor de Parcerias da Zurich, ressalta que “a iniciativa reafirma o compromisso da empresa em ofertar soluções personalizadas para todos os perfis de consumidores, com um olhar especial para a experiência do cliente”. 

“Um dos nossos principais atrativos é a abrangência global, permitindo cobertura contra roubo, furto qualificado e quebra acidental – em qualquer lugar do mundo, com cobertura imediata, ou seja, sem necessidade de carência. Além disso, os clientes podem escolher entre diferentes opções de cobertura, e como diferencial, podem personalizar o plano de acordo com suas preferências. A contratação é realizada de forma 100% digital, simplificando o processo para os usuários”, destaca Rafael Rocha Costa, diretor de Serviços Financeiros do Grupo Casas Bahia.

Para Reis, existe um grande potencial de crescimento deste mercado, pois estima-se que menos de 10% dos celulares do país tenham proteção de um seguro. “Nossa meta é ampliar a proteção da sociedade e reforçar o posicionamento da Zurich como líder em inovação no seguro para smartphones”, explica. O executivo ressalta que o cliente Zurich conta ainda com a possibilidade de indenização em minutos com o apoio de ferramentas de Inteligência Artificial no acionamento do seguro.

Paula Lopes assume o comando da corretora Marsh no Brasil

A executiva Paula Lopes foi nomeada Presidente da Marsh Brasil, líder mundial em consultoria de riscos e corretagem de seguros, e um dos negócios da Marsh McLennan, líder global de serviços profissionais nas áreas de risco, estratégia e pessoas. Com a nomeação de Paula, Eugenio Paschoal, até então Presidente da Marsh Brasil, permanece como CEO da Marsh McLennan Brasil, para o qual a executiva reporta-se diretamente.

Eugenio estará à frente da companhia liderando a coordenação, o crescimento, desenvolvimento e posicionamento de mercado dos quatro negócios: Marsh, Mercer, Guy Carpenter e Oliver Wyman. 

Líder da Marsh Specialty na América Latina & Caribe nos últimos três anos e de Placement na LAC por mais dois anos, Paula trilhou uma carreira brilhante na companhia e no mercado de seguros. Com mais de 25 anos de experiência, a executiva se juntou à Marsh em 2008. Foi responsável por inaugurar a Bowring Marsh no Brasil e transformar o posicionamento local da companhia no resseguro, atuando também como Diretora de Placement na liderança estratégica da companhia no relacionamento com o mercado.

“Hoje, começo um novo capítulo em minha carreira liderando nossos mais de 1,5 mil colegas por meio da Marsh Brasil. Sou apaixonada pela Marsh e estou honrada em me tornar a nova Presidente de nossa operação no Brasil, uma empresa de valores tão fortes e sempre comprometida em levar o melhor de suas soluções e especialização aos clientes. Agradeço ao Eugenio Paschoal por esta oportunidade, pela confiança e pela cultura incrível que criou com nossos colegas. Um agradecimento também ao Ricardo Brockmann (CEO da Marsh McLennan América Latina & Caribe) por todas as possibilidades através dos anos e pelo apoio incondicional em cada novo desafio. Meu foco está em promover a colaboração, a inovação e a excelência, além de trabalhar em estreita colaboração junto da equipe, e de nossos líderes de todos os negócios Marsh McLennan”, afirma.

Para Eugenio, Paula é focada em desenvolver equipes de alta performance, centradas em colaboração e soluções, com uma visão de transformação, crescimento e de inclusão. Ao longo de sua carreira, liderou estratégias comerciais, novos modelos de redesenho e de colocação de seguros e resseguros junto ao mercado, com foco no cliente e na excelência dos serviços para os clientes.

“Além de ser apaixonada por sua profissão, Paula está sempre em busca de novas oportunidades. Ela é conhecida por seu engajamento e apoio incondicional pela equidade de gênero. Me sinto honrado em passar a liderança da Marsh a uma profissional de tão alto calibre e admiração entre todos os nossos parceiros”, ressalta o CEO para a Marsh McLennan Brasil.

Danielle Fagaraz assume diretoria comercial e marketing da seguradora Axa

Fonte: AXA

Danielle Fagaraz é a nova Diretora Comercial Digital e de Marketing da AXA no Brasil. Há 8 anos na companhia, onde começou como Coordenadora de Eventos e Relacionamento com Corretores, a profissional assume o cargo com o desafio de ampliar a capilaridade da seguradora, posicionando o Canal Digital como uma das principais portas de entrada para corretores.

Com mais de uma década de experiência no mercado de seguros, Danielle segue com o objetivo de aumentar o reconhecimento da marca AXA, que, em 2023 teve sua primeira campanha concebida para o Brasil, com protagonismo da Roda Rico, segurada e patrocinada pela empresa. O projeto impactou mais de 35 milhões de pessoas em plataformas on e off line.

“Nosso plano estratégico 23-27 pressupõe triplicar a base de corretores, intensificando a atividade comercial dos que já estão na casa. Para isso, estamos reforçando nossas estratégias de atração no ambiente digital por meio de práticas de inbound e remarking, além de aprimorar a proposta de valor e as jornadas. Tudo isso em estreita colaboração com as demais  diretorias Comerciais”, explica Danielle.

Seguem sob tutela da executiva os times de Comunicação e Marca; Relacionamento com Corretores; Projetos Digitais; e Gestão Comercial. O reporte direto de Danielle continua sendo para a vice-presidente Comercial e de Marketing, Karine Brandão.

Seguro de bikes elétricas cresce e já supera 10% do mercado em 2024


Fonte: Santuu

O crescimento do mercado de bikes elétricas tem gerado alta também no volume de seguros desses veículos no Brasil. Dados divulgados pelo Clube Santuu, empresa especializada em seguros para bikes, apontam que as elétricas já representam 10% dos seguros de bicicletas neste ano. O resultado é o triplo da média de 2023, que fechou em 3,23%. O levantamento leva em consideração os dados proporcionais de janeiro até primeira quinzena de maio na comparação com os doze meses do ano anterior. 

Rodrigo Del Claro, CEO do Clube Santuu, explica que a tendência de aumento do mercado de bikes elétricas é global. Ele conta que, em alguns países da Europa, elas representam quase 70% das vendas. No Brasil, a fatia ainda é menor, porém a expansão é constante e deve se manter nos próximos anos.

“Essa alta está relacionada com o uso. As pessoas têm visto a bike elétrica como mais inclusiva, por diversos fatores: melhoria da mobilidade urbana, velocidade média maior, transpiração menor em dias quentes, entre outros pontos positivos. Essa maior facilidade nos deslocamentos é chave para compreender   a profusão das elétricas”, diz Del Claro.

O executivo destaca que, embora representem 10% do volume total de seguros de bikes, quando o assunto é faturamento o índice das elétricas sobe para 16% .

“O mercado de seguros vem acompanhando essa alta nas vendas de elétricas. Em termos proporcionais, os donos de elétricas fazem mais seguros do que a média, e o valor também costuma ser um pouco mais elevado. Considerando todos esses fatores, é possível cravar que haverá aumento também no médio prazo”, opina.

Na contramão do setor

A expansão do mercado de comercialização de bikes elétricas é ainda mais expressiva na comparação com o setor de bicicletas em geral. Em 2022, as vendas de modelos convencionais caíram 35%, após um boom durante a pandemia. Na contramão, as elétricas tiveram um acréscimo de 9,6% naquele ano, segundo a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike).

Em 2023, o cenário foi semelhante. As vendas gerais tiveram retração de 15%, ao passo que as elétricas cresceram (o percentual exato ainda não foi divulgado). 

Além disso, Rodrigo Del Claro lembra que o brasileiro costuma acompanhar as tendências europeias quando o assunto é o pedal: “O que acontece na Europa sempre reverbera no Brasil, embora com algum atraso. Então, é seguro dizer que as bikes elétricas ocuparão cada vez mais espaço no nosso cotidiano, tal como já se observa por lá”.