Resolve Assist é a nova empresa do grupo de investidores da EZZE

ezze seguros

Fonte: EZZE

A EZZE Seguros passa a contar com os serviços da Resolve Assist, empresa independente, criada pelo grupo de investidores da EZZE, que atuará inicialmente com as demandas do Seguro Automóvel e em todas as linhas de serviços e assistências.

Com o apoio do time da EZZE, o projeto é liderado pela executiva Marusia Gomez, que possui mais de 25 anos de atuação no mercado de seguros e assistências 24 horas, tendo atuado como CEO de uma empresa multinacional no Brasil por 10 anos.

Segundo Marusia, todo treinamento dos operadores é voltado para o conceito de customer resolution, que mostra a capacidade do time em solucionar as demandas dos clientes. “Ou seja, como somos uma empresa de assistência totalmente digital. No momento que o cliente tiver um problema ou quiser falar com o operador, esse operador tem que ter o conceito e o ‘empoderamento’ para  resolver a demanda e gerar encantamento ao cliente”.

A empresa já nasce com o propósito de ajudar, proativamente, as pessoas nas situações emergenciais, 24 horas por dia, reduzindo os seus riscos e melhorando as suas experiências. “Sou apaixonada pelo mercado de assistências e pelo seu potencial no mercado brasileiro. Além disso, quando um cliente tem uma experiência positiva no momento do atendimento de um dos serviços, estatisticamente, tem o percentual de renovar o seguro três vezes mais, assim como mais interesse de adquirir novos produtos de uma mesma seguradora. Assistência e Serviços devem ser experiências positivas do produto de seguro, tangibilizando a experiência e fidelizando o cliente”, diz a diretora geral da Resolve Assist, Marusia Gomez.

Conforme o CEO do Grupo EZZE, Richard Vinhosa, o mercado brasileiro de assistências é muito promissor, tem um faturamento anual estimado em R$ 3.4 Bilhões, mas encontra dificuldades com prestadores insatisfeitos com o modelo atual e seguradoras que enfrentam, muitas vezes, uma relação desgastada com seus clientes no que diz respeito ao atendimento adequado, especialmente em situações críticas e em horários de pico.

“Diante deste cenário, vimos uma oportunidade de levarmos a expertise do grupo de investidores da EZZE para essa nova operação, que será independente e dedicada a oferecer a melhor experiência diretamente aos nossos clientes”, destaca o executivo. 

MetLife lança proteção financeira em caso de afastamento do trabalho

Fonte: MetLife

A MetLife lança o seguro para Diária por Incapacidade Temporária (DIT) para preencher uma necessidade latente de proteger a renda de profissionais em caso de afastamento temporário por acidente ou doença, por meio do pagamento de diárias, caso ocorram situações de imprevisto que possam impactar a capacidade de gerar renda. O valor da indenização também pode ser utilizado para ajudar no custeio de tratamentos, garantindo uma melhor recuperação e tranquilidade financeira ao cliente.

Atualmente uma grande parcela da população se preocupa com a possibilidade que aconteça algo inesperado que necessite se afastar de suas atividades profissionais, seja a atuação desses profissionais em regime CLT ou autônomo, o que pode prejudicar as finanças, a depender dos dias de afastamento. “Devido ao alto valor agregado, hoje, a Diária por Incapacidade Temporária é uma das soluções que têm mais aceitação no mercado de seguro de vida e era uma grande necessidade dos nossos canais de vendas. Seu principal diferencial está no pagamento de uma indenização para a pessoa física, que fica impossibilitada temporariamente de exercer suas atividades laborativas, como consequência de uma situação de saúde, ou por algum acidente; garantindo o pagamento diário de acordo com os dias de afastamento”, explica Jaime Neto, AVP de Produtos da MetLife Brasil. 

De acordo com dados publicados pelo Ministério da Previdência Social, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registrou mais de 2,5 milhões de casos de trabalhadores afastados de suas funções por incapacidade temporária em 2023. “Estudar o mercado e entender as necessidades das pessoas, para ofertar produtos que façam sentido para elas faz parte do nosso objetivo. Por isso, a Diária por Incapacidade Temporária disponibilizada pela MetLife possui ofertas competitivas para diferentes perfis profissionais, o que a torna acessível para centenas de milhares de trabalhadores brasileiros, como médicos, advogados, arquitetos, fisioterapeutas, dentistas e muitas outras profissões.”, acrescenta o executivo.

Com opções para contratação com ou sem LER/DORT, diferentes períodos de franquia e diárias que atendem a todos os perfis de profissionais, a nova cobertura garante uma solução abrangente que se adapta às necessidades individuais de cada cliente, proporcionando segurança financeira para cobrir despesas essenciais do dia a dia.

“Nossa solução proporciona tranquilidade e segurança financeira em momentos de imprevistos, permitindo que os profissionais mantenham seu estilo de vida e foquem em sua recuperação sem preocupações adicionais, estamos muito otimistas com esse lançamento e confiantes que será muito bem recebido pelos nossos parceiros e corretores”, conclui Neto.

Longevidade: o amanhã começa hoje

por Thais Jorge, diretora da Bradesco Saúde

Nos últimos anos, temos testemunhado a queda na natalidade e o aumento da expectativa de vida entre os brasileiros. O percentual de idosos no país superou a taxa global, e o envelhecimento da nossa sociedade deve seguir em ritmo cada vez mais acelerado ao longo das próximas décadas.

Os dados do Censo do IBGE divulgados recentemente mostram que a parcela de pessoas com 65 anos ou mais cresceu 57% no Brasil na comparação entre 2010 e 2022, e já representa cerca de 11% da população. A estimativa é de que, no mundo, o total de pessoas dessa faixa etária deva dobrar no planeta nos próximos anos, passando de 761 milhões em 2021 para 1,6 bilhão em 2050, como aponta o Relatório Social Mundial 2023 da ONU.

A longevidade é um tema que intriga a humanidade. Por isso, cientistas e acadêmicos vêm estudando os fatores de prolongamento da vida, buscando entender até quando podemos chegar. Um desses estudos, publicado na Nature Communications em 2021 por um grupo de pesquisadores, sustenta que a expectativa máxima de vida é 120 a 150 anos. Consideram que, ao longo da vida, o corpo humano sofre um processo de declínio natural, levando cada vez mais tempo para se recuperar, até esse limite temporal.

Outro ensaio, assinado por cientistas da Universidade da Geórgia e da Universidade do Sul da Flórida na revista PLOS One, afirma que que a duração máxima da vida humana não é fixa e que ainda não chegamos ao limite máximo da longevidade. Até hoje, o recorde de longevidade é da francesa Jeanne Calment, que viveu 122 anos e finou em 1997. 

As pessoas anseiam por vidas longevas e saudáveis. Alcançar o centenário deixa, cada vez mais, de ser uma raridade e torna-se uma possibilidade. E os avanços na medicina, bem como melhores condições de vida e uma compreensão mais profunda das medidas de cuidado essenciais, desempenham um papel fundamental nesse notável aumento da expectativa de vida.

Envelhecer é mesmo um processo natural. Mas poder percorrer essa jornada com qualidade, celebrando cada aniversário com saúde, depende das escolhas de cada indivíduo durante todas as fases. Promover mudanças no estilo de vida e construir bons hábitos pode auxiliar na conquista da longevidade saudável. E isso demanda uma reavaliação de como planejamos nossa vida, carreira e aposentadoria. E, também, de como sustentamos as nossas escolhas ao longo da nossa caminhada.

O processo de busca por uma vida de qualidade é contínuo e não tem hora para começar, como mostra o estudo realizado pela Carle Illinois College of Medicine, nos Estados Unidos.  O levantamento, publicado este ano, apresenta os ganhos na expectativa de vida associados a escolhas individuais, mesmo que a adoção desses hábitos seja uma pequena mudança aos 40, 50 ou 60 anos. Após analisar mais de 700 mil pacientes dos Estados Unidos, entre 2011 e 2019, os pesquisadores identificaram oito hábitos que podem aumentar significativamente a expectativa de vida.  Dentre eles, manter uma alimentação saudável; praticar atividades físicas regularmente; evitar o excesso no consumo de álcool; e aprender a lidar com o estresse.

Diante do aumento da expectativa de vida, torna-se primordial envelhecer com saúde. A longevidade nos convida a repensar nossos valores individuais e como população, cuidando melhor das pessoas, do meio ambiente e promovendo uma sociedade mais atenta ao cuidado, para que dessa forma possamos desfrutar uma vida plena. A questão não é mais se a longevidade será uma realidade. Mas, sim, como vamos escolher viver esses anos. E essa decisão começa hoje.

Paraná Seguros fortalece estratégia de cross-selling com Wiz Co

Fonte: Wiz

A Paraná Seguros, empresa nascida de uma joint venture entre o Paraná Banco e a Wiz Co em novembro de 2022, já gerou mais de R$ 30 milhões em prêmios emitidos desde a sua criação. A corretora de seguros alcançou este sucesso por meio da adesão de mais de 160 mil clientes ao seguro prestamista, modalidade de seguro que auxilia a família do cliente tomador de crédito a amortizar a dívida, em caso de morte ou invalidez permanente do cliente.

Criada com o objetivo de oferecer produtos de seguro para clientes do Paraná Banco com exclusividade, a Paraná Seguros ofertou o seguro prestamista aos clientes aposentados e pensionistas do INSS na formalização do crédito consignado, inicialmente pelos canais de venda físicos. Durante o ano de 2023, as vendas do produto se expandiram para os demais canais de atendimento do Paraná Banco, com mais de 40 novos convênios celebrados e uma taxa de penetração que, no último trimestre, chegou a 80% nas lojas e no canal digital.

“Para o Paraná Banco, que construiu sua história calcada no crédito consignado, esse negócio trouxe novas oportunidades. Isso porque expandir o portfólio de produtos ajuda a aumentar a rentabilidade dos clientes e os fideliza junto à instituição. Por isso, a estratégia de cross-selling faz muito sentido para o crescimento do banco”, afirma Cristiano Malucelli, presidente do Paraná Banco.

No final do primeiro ano da parceria com a Wiz, quase 30% da base de clientes do banco, hoje de 594 mil, já é cliente também da Paraná Seguros. Atualmente, quase 8 em cada 10 novas contratações de crédito nascem protegidas pelo seguro prestamista.

Em outubro de 2023, a Paraná Seguros iniciou a oferta também do vínculo associativo ao Sinab (Sindicato dos Aposentados do Brasil) para os aposentados e pensionistas do INSS. Por aproximadamente R$ 40 ao mês, esse produto oferece benefícios em vida para o cliente e seus familiares, tais como telemedicina gratuita, descontos em exames, consultas e rede de farmácias, assistência residencial e funeral, aconselhamento jurídico e sorteios.

As experiências positivas com o seguro prestamista e o vínculo ao Sinab reforçam a relevância do cross-selling para o crescimento do Paraná Banco e indicam que, futuramente, outros tipos de seguros e benefícios sejam trazidos para o portfólio da corretora.

Vale destacar que os resultados conquistados pela Paraná Seguros são fruto da soma da expertise da equipe do Paraná Banco em operações de crédito consignado com a da Wiz Co que possui uma equipe especializada em seguros e bancassurance. Além disso, a Wiz Co trouxe soluções tecnológicas como a plataforma WIZPRO para gestão de pessoas e Wiz Engagement para campanhas de venda, de forma a tornar mais fácil o caminho percorrido pela operação da corretora.

“Buscamos uma estratégia de crescimento que se encaixasse no perfil do banco e a Paraná Seguros mostrou rapidamente que está alinhada com esse propósito. E o conhecimento aportado pela Wiz está sendo fundamental nesse processo, que combina inteligência comercial e boas soluções tecnológicas”, analisa Malucelli.

Consumidores ainda não tomam medidas para proteger o que mais lhes importa, revela Chubb

Leandro Martinez CEO da Chubb Seguros

Fonte: Chubb

Um estudo da Chubb, empresa líder mundial em seguros, revelou uma grande discrepância entre o reconhecimento da importância de proteger o que mais importa para cada pessoa e a adoção de ações concretas para fazê-lo.

Um dos principais achados do estudo é que sete em cada dez brasileiros afirmam que estão interessados em proteger seu núcleo familiar (cônjuge e filhos), mas menos da metade (40%) tomou medidas reais para protegê-los.

Além disso, quando se trata de bens materiais, o lar é o mais valorizado (60%), seguido pelo automóvel (24%).

“Devemos continuar trabalhando para reduzir a lacuna e aproximar os seguros da população brasileira, pois são fundamentais para proteger o futuro e garantir a estabilidade de suas famílias. Isso não se limita ao caso de falecimento, mas também à proteção do lar, dos bens e dos negócios”, afirmou Leandro Martinez, Presidente da Chubb Brasil.

O estudo analisou também as situações em que os consumidores se sentiram inseguros. Quase metade dos brasileiros afirmou se sentir insegura ao pensar em seu futuro econômico na velhice (48%), enquanto 35% experimentaram essa sensação ao precisar recorrer a um atendimento emergencial em um hospital e ao tomar decisões sobre poupança e investimentos (33%).

Por outro lado, a pesquisa revelou que oito em cada dez entrevistados consideram os seguros como um investimento, mas apenas 52% tomam medidas para assegurar seu futuro. “As culturas do seguro e da proteção têm evoluído no Brasil, embora ainda haja um longo caminho a percorrer para mostrar o quanto são serviços valiosos para garantir tranquilidade das pessoas e a sustentabilidade dos negócios”, afirmou Martinez.

Quando questionados sobre os seguros que possuem, dois em cada cinco entrevistados afirmaram não ter contratado nenhum tipo de seguro (39%). Dos que possuem uma apólice ativa, um total de 26% declarou ter seguro de automóvel e a mesma proporção dos respondentes declarou ter uma apólice de vida (26%) e/ou de saúde (26%).

Outro dado relevante está relacionado com a forma de contratação do seguro. 40% dos brasileiros declaram preferir contratar uma apólice de seguro via um corretor pessoal, 28% via um escritório ou plataforma de corretora, enquanto outros indicaram optar por canais alternativos como telefone (9%) e aplicativos (15%).

Metodologia 

As descobertas são baseadas em uma pesquisa online quantitativa com pessoas de mais de 18 anos, com acesso à internet e registrados previamente, realizada pela Artool SPA. Foi aplicada na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru e Porto Rico, totalizando 3.150 entrevistados no total, o que gera uma margem de erro de cerca de 1,7%, considerando a variância máxima, e um nível de confiança de 95%, simulando uma amostragem probabilística.

AXA no Brasil lança o RodaCast

axa podcast roda rico

Fonte: AXA

A AXA no Brasil anuncia o lançamento dos primeiros episódios do RodaCast, projeto que é parte da proposta de valor da companhia com uma série em formato de videocast. Patrocinadora da maior roda-gigante da América Latina, a Roda Rico, em São Paulo, a seguradora decidiu aproveitar a cabine personalizada para gravar os conteúdos do programa. Todos os episódios contam com apresentação de Emir Zanatto, CEO da TEx, e têm aproximadamente 30 minutos de duração. 

O episódio que inaugura o projeto traz a visão da CEO da AXA, Erika Medici, abordando o tema “Cultura, sociedade e economia do seguro no Brasil” e o segundo, com Daniel Akira, especialista em CX (customer experience) e UX (user experience), o debate é sobre experiência digital. Com previsão de lançamento de novos episódios a cada 15 dias ao longo do ano, o videocast contará com diversos convidados  e abordará outros temas, como tecnologia, CX, digital, ESG, entre outros. Alguns conteúdos serão disponibilizados para o público geral no canal da seguradora no YouTube.

Karine Brandão, Vice-Presidente Marketing e Comercial da companhia, comemora a chegada do projeto aos corretores parceiros: “É um prazer poder lançar essa série de vídeos tão ricos e importantes para os nossos corretores de todo o país. O objetivo do projeto é levar informação por meio de conversas descontraídas com grandes especialistas do mercado, sempre com temas que permeiam o dia a dia das corretoras e profissionais. Os conteúdos não estão relacionados apenas ao seguro em si, também falamos sobre assuntos que fazem parte do mundo dos negócios de maneira geral.  Todos eles contribuem de maneira significativa para as especializações dos corretores que trabalham com a AXA e trazem insights que podem ser aplicados no dia a dia dos profissionais. Estamos sempre buscando aprimorar nossa proposta de valor, trazendo para nossos parceiros materiais que os auxiliam de maneira prática. O RodaCast é mais um exemplo disso.”

O RodaCast faz parte dos conteúdos de capacitação Corretor Pro, lançado no ano passado e que contou com uma temporada chamada “Roda de Negócios”, com episódios que visavam estimular, aprimorar e transmitir conhecimento para os corretores parceiros. Todos os materiais podem ser encontrados no Portal do Corretor, na plataforma Meu Mundo AXA.

A companhia convida aqueles que ainda não são parceiros a se cadastrarem na AXA e usufruírem de todas as vantagens da proposta de valor da seguradora acessando https://corretor.axa.com.br/portal-corretor/

Definidos os 25 finalistas do Prêmio de Jornalismo em Seguros

Estão definidos os 25 finalistas do VII Prêmio de Jornalismo em Seguros! A apuração foi feita após a atribuição das notas pelos membros da Comissão de Seleção, que avaliaram os 306 trabalhos inscritos.

Agora, os finalistas passam pela análise da Comissão de Julgamento, que elegerá os vencedores em cada uma das cinco categorias e, também, o Vencedor Geral do Prêmio.

cerimônia de anúncio dos vencedores acontecerá no dia 11 de junho próximo, na casa de espetáculos Blue Note, em São Paulo (SP).

Organizada pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), esta edição do Prêmio conta com o patrocínio de oito seguradoras: Prudential (Master), Porto (Ouro), Allianz (Prata), Bradesco Seguros (Prata), Brasilcap (Prata), Capemisa (Prata), Seguros Unimed (Prata) e Tokio Marine (Prata).

Confira abaixo a relação completa dos 25 finalistas por categoria:

MÍDIA IMPRESSA

  • Adriana Cotias (Jornal Valor Econômico)

“Previdência atrai R$ 12,7 bi em ano de saques em fundos”

  • Ana Luiza Serrão (Jornal O Povo)

“Com reservas de R$ 1,4 trilhão, setor de seguros pode baratear crédito mais que consignado no Brasil”

  • Carol Kossling (Jornal O Povo)

“Longevidade, sustentabilidade e ESG: os novos olhares do mercado de seguros”

  • Rafael Walendorff (Jornal Valor Econômico)

“Cálculo reforça potencial do seguro paramétrico”

  • Sérgio Tauhata (Jornal Valor Econômico)

“Catástrofe climática se torna cada vez menos previsível para seguradora”

WEBJORNALISMO

  • Cristiane Noberto (CNN Brasil)

“Com oferta de seguros, setor privado busca alternativas para minimizar perdas de imóveis por mudanças climáticas”

  • Fabiana Cambricoli (Jornal Estadão)

“Plano de saúde: fazer botox e pedir nota de consulta sai do bolso de todos, diz diretora de entidade”

  • Gustavo Rossetti Viana (Jornal Valor Econômico)

“A difícil tarefa de traçar um mapa de riscos de eventos climáticos”

  • Luanna Mikaelle (Revista Insurtalks)

“Seguro Prestamista pode ser solução para o desafio do acesso ao crédito pela população 70+”

  • Nathália Larghi (Site Valor Investe)

“Com cenário favorável e competição, mais fundos de previdência voltam a superar inflação”

(Coautor: Marcelo D’Agosto)

AUDIOVISUAL (RÁDIO E TV)

  • Aline Albuquerque (TV TEM/Afiliada da TV GLOBO em Sorocaba – SP)

“Governo altera previdência privada para atrair poupadores”

  • Andrielli Zambonin (NSC TV/Afiliada da TV Globo em SC)

“O papel do seguro rural diante de prejuízos no campo com desastres naturais”
(Coautores: Evandro Zucatti, Fabian Londero, Fernando Basei e Paulo dal Bello)

  • Joab Alves (TV Asa Branca/Afiliada da TV Globo em Caruaru – PE)

“Cresce busca por seguro veicular”

  • João Paulo Seabra (Rádio Cultura FM/Belém – PA)

“Série de 4 reportagens especiais sobre o mercado de seguros no Brasil”

  • Vinícius Rangel (Rede Massa/Afiliada do SBT no PR)

“Mulheres no trânsito: instrutora cria curso para ajudar motoristas a perder o medo de dirigir”

IMPRENSA ESPECIALIZADA DO SETOR DE SEGUROS

  • André Felipe de Lima (Revista Apólice)

“A crise mora ao lado”

  • Caroline Rodrigues (Revista Cobertura)

“A vilania da fraude na Saúde Suplementar”

  • Denise Bueno (Portal InfoMoney)

“Seguro de responsabilidade civil de executivos vive novo dilema com decisão de Toffoli”

  • Kelly Lubiato (Revista Apólice)

“Um mundo de oportunidades se abre aos 50+”

  • Sergio Vitor Guerra (Revista Seguro Nova Digital)

“As vozes que ecoam do topo”

CATEGORIA ESPECIAL “PRUDENTIAL ASG & SEGUROS”

  • Daniela Frabasile (Site B3 Bora Investir)

“Como as mudanças climáticas afetam o setor de seguros?”

  • Helio Marques (Revista Seguro é Seguro)

“O que a metodologia ESG tem feito a favor do comércio, setor de serviços e órgãos governamentais”

  • Jamille Niero (Portal InfoMoney)

“Falta preparo ao Brasil para enfrentar fenômenos climáticos cada vez mais extremos”

(Coautor: Dhiego Maia)

  • Rosana Hessel (Jornal Correio Braziliense)

“No setor de seguros, elas conquistam mais espaço”

  • Sônia Araripe (Revista Plurale)

“Business 20: o Seguro, a Agenda ESG e o G20”

(Coautor: Antonio Carlos Teixeira)

Pesquisador destaca o papel do mercado de seguros em mitigar impactos das catástrofes climáticas  

Fonte: FGV

Diante dos eventos de extremos climáticos que vem ocorrendo em diferentes regiões do Brasil, ocorreu na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a Comissão Especial Sobre Prevenção e Auxílio a Desastres e Calamidades Naturais no dia 17 de abril de 2024. Na ocasião, o pesquisador do Instituto de Inovação em Seguros e Resseguros da Fundação Getulio Vargas (FGV IISR), Gesner Oliveira, apresentou uma estratégia para os municípios se adaptarem e mitigarem as consequências de catástrofes climáticas como as enchentes e secas. A estratégia leva em consideração o papel fundamental da indústria de seguros e vai dar origem a um manual que será lançado em julho. 

No manual de resiliência climática para municípios existem dois focos: enchentes e secas. De acordo com Gesner Oliveira, os efeitos das mudanças climáticas sobre a população têm sido amplamente discutidos de forma bastante sistemática, pois há uma ideia intuitiva de que é preciso prevenir as consequências oriundas desses eventos, mas a questão principal é como fazer isso. 

“Para lidar com a seca, por exemplo, há uma forma de prevenção bastante eficaz que é a reutilização da água, atividade bastante exercida em outros países, mas que o Brasil faz muito pouco. Apenas 1,5% do efluente do esgoto é tratado para a água ser utilizada, mas temos capacidade pra aumentar este índice em pelo menos 10%, contribuindo para que esta água possa ser utilizada em diferentes tipos de irrigação e nas diversas indústrias”, destacou Oliveira. 

Outro exemplo apontado pelo professor diz respeito às enchentes. Neste aspecto, ele ressalta que é preciso investir em uma infraestrutura de drenagem adequada, capaz de absorver água que vem de grandes volumes de chuva, algo que apenas 2/3 dos municípios brasileiros podem contar. “Precisamos de mais parques lineares, com solos capazes de absorver essa água, bem como áreas de retenção”. 
 

Papel da indústria de seguros no âmbito das mudanças climáticas 

O pesquisador deixa claro que essas iniciativas já foram discutidas em diversas circunstâncias anteriores, porém, sem uma estratégia definida sobre como implementá-las. É neste ponto, que entra o papel da indústria de seguros e resseguros. 

“Na hora de implementar essas infraestruturas, na maioria das vezes falta verba por parte do município, do estado ou do Governo Federal. Então, a grande questão é como levantar recursos para implementar essas soluções”, afirma Gesner. O pesquisador acredita ser necessário estimular investidores a adentrarem em empreendimentos desta natureza. 

“Os municípios precisam de seguros, mas nem sempre possuem condições de arcar com os custos. Ao vender um seguro para extremos climáticos a um determinado município ou indivíduo, a seguradora poderia securitizar esses contratos”, explicou. 

A securitização transforma títulos de crédito, como faturas não pagas ou dívidas de empréstimos, em títulos negociáveis no mercado de capitais. Para Gesner, esta seria uma forma de incluir o setor privado e os filantropos na estratégia de mitigação dos danos em decorrência das catástrofes climáticas. 

“Unimos as estratégias de securitizar as apólices que protegem os municípios das consequências climáticas, junto ao investimento em projetos que possam reutilizar água de enchentes em períodos de seca severa. Neste cenário, os riscos diminuem e os investidores passam a enxergar um município como resiliente, aumentando o estímulo para investir no local e, consequentemente, contribuindo para a proteger a região de eventos climáticos extremos”. 

O manual de resiliência para cidades enfrentarem eventos climáticos extremos se originou a partir de uma pesquisa sobre Seguros e Mudanças Climáticas, realizada em parceria com a pesquisadora da Queen Mary University of London (QMUL) e do FGV IISR, Franziska Arnold-Dwyer,. Em breve, o artigo sobre este estudo será lançado.

Unidade Lojacorr BH inaugura Espaço Nilton Molina

por Déborah Gurgel, de Belo Horizonte

A Unidade Belo Horizonte da Lojacorr inaugurou o Espaço Nilton Molina. Um ambiente exclusivo de convivência, consultoria e capacitação para o desenvolvimento de novos negócios em seguros de vida.

O fundador e presidente do Instituto de Longevidade MAG, Nilton Molina, esteve presente na inauguração, junto com executivos da companhia seguradora.

Também participaram do evento José Heitor Silva, fundador da Lojacorr; Diogo Arndt Silva, presidente do Conselho da Lojacorr; Antonio Carlos Fois, diretor Regional Centro Sudeste; Andreia Padovani, presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF e diretora Regional MG da Tokio Marine, além de aproximadamente 45 corretores parceiros.

A anfitriã do evento, Janaina Luz, gestora da Unidade Lojacorr BH, disse que o espaço nasceu de um sonho e do desejo de homenagear Nilton Molina, um dos maiores especialistas em seguro de vida e previdência privada do País. A executiva contou que a ideia surgiu há um ano, durante a Convenção Nacional Lojacorr, em Curitiba/PR.

“O senhor Molina ministrou uma palestra inspiradora e foi aplaudido de pé por todos os presentes. Uma frase que ele disse me marcou muito: ‘não percam o desejo e a oportunidade de sonhar. Afinal, se você sonha, você está vivo’. A partir daí foi plantada uma semente no meu coração e comecei a trabalhar intensamente no projeto de viabilizar um espaço para que os corretores parceiros se sentissem inspirados a proteger vidas. Ao contá-lo desse sonho e da vontade de que estivesse aqui conosco neste momento, ele aceitou o convite”, comentou a executiva, bastante emocionada.

A emoção também tomou conta do homenageado. “Hoje é um dia especial e único na minha vida. O que a Janaina e a Lojacorr prepararam foi algo diferente e tem tudo a ver com minha trajetória. Estou muito feliz com essa homenagem e, principalmente, pelo que me foi proporcionado nesta oportunidade: sensibilizar os corretores para a importância do seguro de vida”, enfatizou Molina.

Segundo o presidente do Instituto de Longevidade, um dos seus grandes desafios é motivar os corretores de seguros a atuarem no ramo de vida. “Há 40 anos alimento o sonho de colaborar para que os corretores, principalmente aqueles que se dedicam ao seguro auto, aprendam a vender seguro de vida, a proteger famílias e a atender plenamente as necessidades de seus clientes de forma consultiva”.

Diogo Arndt Silva, presidente do Conselho da Lojacorr, também declarou: “essa merecida homenagem comunga com os propósitos e valores da organização. Buscamos dia a dia inspirar e ajudar cada corretor a prosperar conosco e enxergar novas oportunidades. Juntos, vamos construir futuros melhores”.

Ao final do evento, Molina foi presenteado com uma escultura, especialmente criada para ele por uma artista plástica capixaba, e retribuiu o carinho autografando os exemplares de sua biografia, gentilmente ofertada a todos os convidados que prestigiaram o evento. 

“Janaina, estou contigo nesse sonho! Por isso, me ofereço a ministrar treinamentos, rodas de conversa, com os corretores Lojacorr sobre técnicas de vendas do seguro de vida”, anunciou Nilton Molina. A gestora da Unidade agradeceu e adiantou: “um novo momento memorável já está sendo preparado para todos os corretores parceiros. Molina é inspiração”, finalizou.

CNN: Gaúchos perderam 200 mil carros na enchente e a minoria deve ter seguro

chuvas no sul carros Miguel Noronha

Fonte: CNN, por Fernando Nakagawa

Gaúchos perderam 200 mil carros na enchente. A estimativa é da Bright Consulting, consultoria especializada no setor automotivo. Além disso, as concessionárias que foram atingidas pelas águas devem ter perdido 3 mil carros zero quilômetro que estavam à venda.

Segundo Cassio Pagliarini, analista da Bright, “é razoável considerar que 5% a 10% da frota gaúcha esteja inutilizada”. Segundo o Sindipeças, o Rio Grande do Sul tem frota de 2,8 milhões de veículos. Diante desses números, a consultoria trabalha com a estimativa de 200 mil veículos perdidos para as águas.

Pagliarini avalia que a minoria desses carros tem seguro contra enchente. Para ele, cerca de 30% desses veículos – ou cerca de 60 mil unidades – devem contar com seguro por enchente.

Seguro contra enchentes

Sobre a cobertura de seguros, a Confederação Nacional das Empresas de Seguro (CNseg) esclarece que os donos de veículos serão indenizados caso o contrato tenha proteção específica contra enchentes.

“As seguradoras irão indenizar os clientes que não contrataram seguro para enchente? Este produto estava disponível e o cliente optou por contratar ou não essa cobertura”, cita a área de perguntas e respostas da CNseg relacionada à tragédia no Rio Grande do Sul. Os produtos mais baratos disponíveis no mercado não cobrem enchente – normalmente, indenizam apenas em caso de furto e roubo.

A entidade destaca que não há expectativa de cobertura ampliada diante da tragédia. “Muito tem-se falado em fazer um movimento similar ao período da pandemia da Covid-19, quando as apólices de seguro de vida não tinham a opção de contratar adicional para pandemia. Neste caso, existia essa opção, e a contratação ou não, foi uma decisão do segurado”, explica a entidade.

Diante da tragédia e de outros prejuízos materiais, o analista lembra que é de se esperar que muitos motoristas usem os recursos financeiros disponíveis em despesas urgentes, como reconstrução de casas.

A Bright Consulting estima também que as concessionárias gaúchas devem ter perdido 3 mil carros – em sua maioria novos – que estavam nas lojas.

O setor automotivo sofre, ainda, com a queda da produção na fábrica gaúcha da montadora General Motors em Gravataí. Além da falta de peças produzidas no estado e que são usadas na montagem de veículos por montadoras em todo o Brasil.