Deputados retomam taxação de previdência privada em herança na reforma tributária 

Fonte: Folha

O grupo de trabalho que trata do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária decidiu retomar a proposta que autoriza estados a taxarem os recursos aportados em planos de previdência privada transmitidos a beneficiários por meio de herança.

A medida havia sido incluída na minuta elaborada pelo governo a pedido dos estados, mas foi excluída de última hora por decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante da repercussão negativa.

O parecer com as mudanças foi divulgado na noite desta segunda-feira (8) pelo grupo de trabalho na Câmara dos Deputados. O relator-geral do texto é o deputado Mauro Benevides (PDT-CE). Segundo ele, o projeto está pronto para votação em plenário, mas a data dependerá de decisão do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

Alguns estados já cobram o ITCMD (Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos) sobre planos de previdência privada do tipo PGBL e VGBL. No entanto, as regras não são homogêneas e enfrentam questionamentos na Justiça.

O objetivo do governo era uniformizar as normas em âmbito nacional e dar maior segurança jurídica à cobrança do tributo quando o plano tem caráter sucessório, para transmitir patrimônio. A retomada do dispositivo resgata essa intenção, mas com ajustes.

O texto do grupo de trabalho diz que o ITCMD incide sobre “aportes financeiros capitalizados sob a forma de planos de previdência privada ou qualquer outra forma ou denominação de aplicação financeira ou investimento, seja qual for a modalidade de garantia”.

No entanto, não serão alvo de cobrança os valores que tenham sido aportados em planos do tipo VGBL há mais de cinco anos da ocorrência do fato gerador.

“Para quem tem muito patrimônio, a pessoa tem dinheiro na poupança, CDB, todas as aplicações financeiras… Quando a pessoa falece, há sim a incidência do ITCMD. Entretanto, as pessoas de mais alta renda conseguem fazer planejamento tributário. Eles trocam todas as aplicações e vão para o VGBL”, afirmou Benevides.

Segundo ele, pela legislação atual não há nada de ilícito nessa migração, mas o desejo dos parlamentares é dar segurança para a cobrança do imposto estadual.

“Para evitar que esses planejamentos tributários continuem acontecendo na legislação brasileira, vamos colocar o prazo de cinco anos. Se colocou dinheiro e manteve por 5 anos, não terá incidência de ITCMD”, acrescentou o parlamentar, reconhecendo que o tema deve gerar debates no plenário.

O texto manteve fora do alcance da taxação os planos similares a seguros de vida, que pagam uma indenização em caso de morte do segurado em valor sem relação direta com o montante aportado.

O deputado Ivan Valente (PSOL-SP), um dos integrantes do grupo de trabalho, reforçou que a regra dos cinco anos busca coibir a prática de transferência de recursos para planos de previdência como forma de driblar a taxação.

“Sabemos que PGBL e VGBL são rota de fuga”, disse Valente durante a reunião pública do grupo de trabalho para divulgar o parecer ao projeto. “Os que já ganham muito, têm patrimônio grande, renda grande querem rotas de fuga, ainda.”

O deputado Pedro Campos (PSB-PE) disse que a inclusão da taxação dos planos de previdência foi discutida com os estados, embora nem todos tenham concordado com o prazo de cinco anos para a cobrança sobre os valores aportados.

“Sabemos que tem estados que concordam com essa opção e estados que não exatamente concordam, mas o grupo de trabalho decidiu que essa questão seria colocada no texto, até para jogar luz no debate”, afirmou.

No relatório, os deputados mantiveram inalterada a alíquota máxima do ITCMD, hoje em 8% (conforme resolução do Senado Federal), apesar da demanda de estados por uma elevação desse patamar.

No entanto, eles incluíram no projeto um comando que obriga os estados a cobrar o teto sobre os “grandes patrimônios”, definição que será regulamentada em lei estadual ou do Distrito Federal.

Hoje, os estados têm autonomia para fixar alíquotas menores do que os 8%. Segundo Valente, 13 unidades da federação cobram percentuais menores do que o teto.

“Vai ser obrigatório seguir os 8% garantidos pela Constituição”, disse o deputado do PSOL. “Isso que fizemos não é aumento de imposto, é justiça fiscal. E é pouco ainda”, afirmou.

Segundo os parlamentares, a criação da categoria de “grandes patrimônios” vincularia automaticamente a cobrança em caso de elevação da alíquota máxima pelo Senado Federal.

No entanto, o relator-geral do texto reconheceu que a regulamentação do que será considerado “grandes patrimônios” será facultativo: se algum estado não aprovar a lei, não há punição. “Realmente é facultativo”, disse Benevides. “Vamos ver se isso pelo menos serve de estímulo.”

Valente disse que incluir uma punição aos estados que não regulamentarem o tema poderia ser considerado inconstitucional, dado o preceito de autonomia federativa garantido pela Constituição.

O projeto de regulamentação também mexe nas regras que tratam do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), cobrado por municípios e pelo Distrito Federal.

Hoje, o pagamento é feito no momento do registro da transferência. A proposta do governo previa a antecipação da cobrança para o momento da assinatura da escritura, que passaria a ser o fato gerador do débito —o que foi questionado por tributaristas.

“Entendemos que não seria possível mudar o fato gerador na transmissão”, disse Campos. O texto prevê a opção de os municípios anteciparem ou não a cobrança para o momento da assinatura do contrato de compra e venda, mas sem mexer no fato gerador. Ou seja, recolher antes seria opcional.

“O que foi colocado é a possibilidade de antecipação da cobrança do imposto, e isso já é feito por meio da lógica de concessão de desconto”, disse o parlamentar. Ele ressaltou ainda que, para quem já assinou o contrato de compra e venda, não haverá efeito retroativo se o projeto for aprovado dessa forma.

Seguradoras estão preocupadas com ataques militantes e invasões de IA nas Olimpíadas de Paris

Fonte: Reuters

As seguradoras estão preocupadas que ataques militantes ou imagens falsas geradas por IA possam atrapalhar as Olimpíadas de Paris, arriscando cancelamentos de eventos e milhões de dólares em reivindicações. As seguradoras enfrentaram perdas após as Olimpíadas de Tóquio 2020 terem sido adiadas por um ano devido à pandemia de COVID-19.

Desde então, guerras na Ucrânia e em Gaza e uma série de eleições este ano, incluindo na França, aumentaram os temores de violência politicamente motivada em eventos globais de alto perfil. Os Jogos Olímpicos acontecem em Paris de 26 de julho a 11 de agosto e os Jogos Paralímpicos de 28 de agosto a 8 de setembro.

A seguradora alemã Allianz é parceira de seguros dos Jogos. Outras seguradoras, como o mercado Lloyd’s de Londres, também estão fornecendo cobertura. “Estamos todos cientes da situação geopolítica em que o mundo se encontra”, disse Eike Buergel, chefe do programa Olímpico e Paralímpico da Allianz.

“Estamos convencidos de que o COI (Comitê Olímpico Internacional), Paris 2024 e os comitês organizadores nacionais, junto com as autoridades francesas, estão tomando as medidas certas quando se trata de desafios no local.”

A possibilidade de ataques islamitas é a principal preocupação de segurança para os Jogos, disse o chefe da polícia de Paris no mês passado. “É um evento tão grande… em uma cidade muito grande, que por si só é bastante difícil de policiar”, disse Andrew Duxbury, chefe de contingência da seguradora Beazley.

A França disse que moveria a cerimônia de abertura do Rio Sena se um risco específico de segurança fosse confirmado. Um homem foi preso em maio na cidade francesa de Saint-Étienne, suspeito de planejar um ataque em nome do Estado Islâmico no estádio de futebol da cidade durante as Olimpíadas. Adam Carrier, chefe de consultoria da consultoria de gestão de crises AnotherDay, disse que tais incidentes “demonstram que a ameaça contra as Olimpíadas de Paris é real e contínua.”

Outro ponto de tensão pode ser a equipe israelense, disseram fontes do setor de seguros. Israel participará dos Jogos, apesar de seu conflito militar em Gaza, no qual 38.000 palestinos foram mortos. As seguradoras se reuniram com o COI em Paris no mês passado para discutir medidas de mitigação de riscos, disseram duas fontes do setor à Reuters.

A gestão de risco é uma parte “essencial” do trabalho do COI, reduzindo a probabilidade de que eventos inesperados afetem adversamente os Jogos, disse o COI em uma declaração por e-mail à Reuters. O COI compra seu seguro vários anos antes. Normalmente, compra cerca de US$ 800 milhões em cobertura para cada Jogos Olímpicos.

“Devido a cláusulas de confidencialidade incluídas em nossos acordos com nossos prestadores de serviços, o COI não pode divulgar os termos de seus contratos”, afirmou. “A apólice de seguro entraria em vigor em certos eventos inesperados, como a história já testemunhou, para permitir ao COI cobrir parte de seus custos operacionais.”

O comitê organizador de Paris também compra seguro, assim como os comitês organizadores nacionais. Emissoras, patrocinadores e empresas de viagens provavelmente compram sua cobertura cerca de um ano antes, enquanto os provedores de hospitalidade podem comprar seguro mais perto do evento.

Desde os ataques de 11 de setembro em Nova York em 2001, as apólices padrão de cancelamento de eventos geralmente excluem ataques terroristas, mas os organizadores de eventos e empresas podem comprar cobertura separada.

Empresas vulneráveis também podem comprar cobertura contra perdas incorridas por greves, tumultos e comoção civil. A França está se preparando para o segundo turno das eleições parlamentares em 7 de julho, deixando muitas empresas preparadas para protestos que podem levar a danos materiais.

Edel Ryan, executivo do setor de esportes e entretenimento da Marsh no Reino Unido, disse que ataques baseados em IA também têm o potencial de interromper os Jogos, “seja na bilhetagem ou fraude, ou manipulando transmissões ao vivo.”

Tecnologia é grande aliada da HDI Seguros para agilizar processo de aquisições

Fonte: HDI

A tecnologia é uma grande aliada em processos de fusões e aquisições. O tema foi a pauta da participação da CIO, Vanesa Bustamante, que integrou um painel sobre como empresas que passaram por processos de fusões e aquisições devem lidar com a integração de legados e com a área de TI no Insurtech Brasil 2024, evento de tecnologia e inovação no setor de seguros, que ocorreu na última quarta-feira, 3 de julho.

Dada a experiência da executiva com o recente processo de junção das operações da HDI Seguros com a Yelum Seguradora – antiga Liberty Seguros – e com os produtos de varejo da Sompo Consumer, Vanesa explicou a importância de readequar sistemas, bases de dados e integrar todas as empresas em termos de tecnologia da informação durante o processo.

Apesar da área de TI ser bastante técnica, ela está totalmente alinhada à estratégia do Grupo HDI, que tem como um de seus principais pilares o cuidado especial com as pessoas – que, nesse caso, são principalmente os corretores parceiros, os segurados e os colaboradores. De acordo com a executiva, a preocupação com esses públicos é indispensável para o sucesso de qualquer processo desse tipo.

“Quando empresas passam por processos de fusão, como foi o nosso caso no Grupo HDI, a área de TI tem um grande desafio, especialmente se a integração envolve companhias já consolidadas, tanto no mercado de forma geral quanto em suas respectivas áreas de TI”, comenta Vanesa. “Não tem sido um processo simples, mas com certeza de muito aprendizado. Estamos certos de que tudo está sendo feito da maneira mais natural possível e que nossos públicos continuarão tendo experiências de excelência”, completa a executiva.

Capitalização: receitas ultrapassam R$ 9,91 bilhões, no primeiro quadrimestre

Fonte: Fenacap

Rio de Janeiro, 05 de julho de 2024 – Quem faz planos para o futuro precisa ter disciplina financeira, e uma forma segura e estimulante de guardar dinheiro é por meio da aquisição de Títulos de Capitalização. Iniciativa prática e viável para pessoas físicas e jurídicas, ainda permite aos clientes concorrerem a prêmios. E o interesse por essa solução cresce a cada mês, mantendo a tendência de alta:  no primeiro quadrimestre deste ano, de acordo com os dados mais recentes, divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e analisados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), a arrecadação no setor somou R$ 9,91 bilhões, um crescimento de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Sobre resgates e sorteios, de janeiro a abril foram pagos R$ 8,93 bilhões à sociedade, totalizando uma evolução de 21,1%, se comparado a 2023. 

Ao analisar as modalidades da Capitalização, a Tradicional alcançou R$ 7,34 bilhões em arrecadação, seguida pela Filantropia Premiável, com R$ 1,11 bilhão. A confiança dos clientes nessa modalidade permitiu o repasse de R$ 622 milhões a entidades filantrópicas, uma alta de 26%, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Desta forma, a Capitalização confirma a sua posição como aliada necessária à sustentabilidade financeira dessas instituições, que prestam apoio a pessoas em vulnerabilidade social em todo o Brasil. 

Outra modalidade que se destaca na preferência dos brasileiros é o Instrumento de Garantia: o resultado de janeiro a abril deste ano foi de R$ 1,06 bilhão. Quem optou pelo produto pode ter usado os recursos, por exemplo, no aluguel de um imóvel sem a necessidade de pedir ajuda a um fiador. Uma solução prática e segura para inquilinos e proprietários. 

No desempenho por região, o Sudeste totalizou receita de R$ 5,63 bilhões, seguido pelo Sul com R$ 1,85 bilhão, Nordeste com R$ 1,10 bilhão, Centro-Oeste com R$ 91 milhões e Norte com R$ 42 milhões. 

Para o presidente da FenaCap, Denis Morais, os primeiros quatro meses do ano sinalizam que a Capitalização segue fortalecida, como um segmento que contribui para o crescimento pessoal de milhares de brasileiros. Na avaliação do executivo, os Títulos de Capitalização seguem demonstrando sua robustez, no ano em que completa 95 anos de atividade no país.

“A Capitalização contribui significativamente para o desenvolvimento econômico nacional, demonstrando resiliência e versatilidade na criação de produtos que atendem as necessidades dos consumidores”, afirma Denis.

Generali GC&C: novas nomeações na região do Mediterrâneo e América Latina 

Patricia Puerta, Head de GC&C Mediterrâneo e América Latina

Fonte: Generali

A Generali Global Corporate & Commercial (GC&C) fez três nomeações estratégicas em sua equipe de liderança na região do Mediterrâneo e da América Latina. Em 6 de maio, Frederico Gonçalves assumiu o cargo de Head of Property. Em 1º de junho, Joaquin Espallargas Barrio foi nomeado Head of GC&C Portugal e Manuel Lezama assumiu o cargo de Head of Marine & Aviation Underwriting.

“Estou muito feliz em ter Joaquín, Manuel e Frederico em nossa equipe de liderança com suas novas funções”, disse Patricia Puerta, Head de GC&C Mediterrâneo e América Latina. “Suas diversas origens e vasta experiência serão fundamentais à medida que continuamos a oferecer um serviço excepcional aos nossos clientes, navegando em um cenário de mercado em evolução. Essas nomeações enfatizam nosso foco em aproveitar o talento interno para preparar e elevar futuros líderes. Estou confiante de que seu impacto e contribuições, juntamente com o restante da equipe de liderança, nos permitirão continuar apoiando nossos clientes de forma eficaz e impulsionar o crescimento de nossos negócios”.

Como ex-Head de GC&C Portugal, Frederico Gonçalves traz mais de quinze anos de experiência no setor de seguros. Funções anteriores na Generali e na Chubb, Innovarisk Underwriting e Fidelidade, em que ocupou cargos de subscrição e gerenciamento de risco, fornecem uma visão geral de sua vasta experiência. Gonçalves é mestre em Engenharia e Gestão Industrial pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa.

Joaquin Espallargas Barrio atuou como Gerente de Relacionamento com Corretores de GC&C nos últimos dois anos e ocupou vários cargos de subscrição que aprimoram sua experiência em relacionamentos corporativos e avaliação de risco. Antes de ingressar na Generali, trabalhou na Plus Ultra Seguros e Aseguradores de Riesgos Nucleares AIE. É mestre em Instituições e Mercados Financeiros (FIMM) pelo Colégio Universitário de Estudos Financeiros de Madrid.

Manuel Lezama tem uma sólida experiência em subscrição marítima, tendo ocupado cargos seniores na Generali Global Corporate & Commercial. Também acumulou experiência significativa em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos. Lezama possui bacharelado em Direito pela Universidade de Deusto.

Porto lança programa de formação para “Corretores Influenciadores”

Fonte: Porto

Nesta quarta-feira (3), a Porto promoveu mais um encontro do Programa Gerações, iniciativa voltada para construir, em conjunto com as novas gerações de corretores, um mercado segurador mais atraente, eficiente e digital. Realizado na sede da Porto, o evento contou com a participação de corretores de todo o Brasil e teve como grande destaque o lançamento da formação de “Corretor Influenciador”.
 

O Programa Gerações, parte da Porto Educ, teve início em abril deste ano. Implementado por Luiz Arruda, VP Comercial e Marketing da Porto e idealizado pela diretora Executiva de Produção Brasil da Porto, Eva Miguel, o projeto tem como objetivo engajar e dar oportunidades à nova geração, despertando o interesse de novos profissionais pela profissão. Para alcançar esse objetivo, ao longo de 2024, o programa seguirá proporcionando encontros online e presenciais, seguindo uma agenda planejada, que inclui conteúdos de desenvolvimento, negócios e materiais enriquecedores para os corretores parceiros da companhia.
 

“Nós queremos ser um potencializador para que mais corretores se tornem também influenciadores relevantes dentro de suas comunidades e regiões. Nosso objetivo é que eles saiam daqui com a mensagem de que há muitas oportunidades de inovar na profissão e se tornar referência, um exponencial enorme de crescimento para produção de conteúdo e para se desenvolver digitalmente”, afirma Luiz Arruda, VP Comercial e Marketing da Porto. 
 

Lançamento “Corretor Influenciador”
 

Alinhado aos ideais do projeto, durante a programação deste segundo encontro, a Porto anunciou o lançamento do “Corretor Influenciador”, iniciativa da companhia com o objetivo de formar uma nova geração de corretores influenciadores nas redes sociais, focando na transformação digital. Sendo uma grande oportunidade para que os principais e mais importantes parceiros da Porto, os corretores, acompanhem este movimento de crescimento e inovação. 
 

Inicialmente, 58 corretores participantes do Programa Porto Gerações serão os primeiros a receber os conteúdos e participar do piloto do Corretor Influenciador. E para dar início a esse novo projeto, no evento, os corretores selecionados tiveram uma aula inaugural de apresentação com Ana Laura Magalhães, especialista em economia e criadora de conteúdo, abordando sua trajetória e desafios.
 

Além disso, para começar engajados, cada um dos participantes recebeu um “kit influenciador” como boas-vindas ao programa. O kit inclui itens que ajudarão na produção de conteúdo ao longo da jornada, como um tripé para celular e uma lapela.
 

No segundo semestre a Porto pretende lançar o programa para todos os corretores do Brasil que se interessam em produzir conteúdo e se tornar influenciador.
 

Após a aula inaugural, os corretores selecionados avançarão para as próximas etapas e participarão de um treinamento qualificado. O processo será rápido e dinâmico, composto por cinco aulas que abordarão influência como soft skill, overview das principais plataformas, storytelling, modelo de plano criativo e produção de vídeo. Todos os conteúdos serão ministrados com a metodologia YOUPIX e liderados por especialistas reconhecidos no mercado. O desenvolvimento do projeto é da Agência PROS.
 

Discussões sobre futuro 
 

Além do anúncio principal, o evento incluiu palestras e discussões que abordaram temáticas como a cultura da Porto, construção de jornadas, futuro exponencial, tecnologias, tendências e oportunidades do mercado segurador. Emerson Valentim, Diretor Comercial SP Capital e Metropolitana na Porto, também participou da programação junto com Eva Miguel e Oliver Haider, e compartilhou um pouco de sua trajetória e experiência com os corretores. 
 

A Porto conta com uma extensa rede de profissionais capacitados, que possuem o conhecimento técnico necessário para identificar os melhores produtos e serviços de forma personalizada, atendendo às necessidades específicas de cada cliente. Alinhados à constante evolução e tendências do mercado, a companhia busca estar presente em todos os momentos da jornada dos corretores, sempre oferecendo alternativas para aprimorar o conhecimento dos profissionais.

Favela Holding e MAG lançam a F Seguros, seguradora de Favela do Brasil

F Seguros Mag Seguros

Com grande interesse em desenvolver o microsseguros no Brasil, surge a F Seguros, lançada pela Favela Holding, maior grupo de empresas de favelas do país, em parceria com a MAG Seguros, especialista em vida e previdência. O objetivo central da F Seguros é unir a expertise da Favela Holding com seu amplo conhecimento no território de favela, e a experiência da MAG Seguros no segmento segurador no Brasil e no mundo.

“Os sistemas econômicos e financeiros tradicionais não foram desenvolvidos para quem vive nas favelas. Por isso, é tão gratificante estar com a Favela Holding e a CUFA para fazer esse lançamento. O seguro para a favela chega para quebrar paradigmas, pois foi exclusivamente pensado para atender às reais necessidades dos moradores destes territórios”, comenta Helder Molina, CEO da MAG Seguros, seguradora pioneira no Brasil a lançar a cobertura de seguros para doenças graves e cirurgias.

“Estamos muito entusiasmados com a nova parceria, que vai abrir novas oportunidades jamais vistas nas favelas de todo o Brasil. O nosso grande diferencial é a linguagem simples, que irá facilitar o entendimento do morador da favela com serviços considerados básicos para o morador do asfalto”, diz Celso Athayde, CEO da Favela Holding.

A Central Única das Favelas (CUFA) será a parceira social da empresa que, junto à equipe da F Seguros, treinará moradores desses territórios para se tornarem corretores de seguros e viabilizar a venda para os moradores das favelas. A empresa vai viabilizar o acesso dos moradores das favelas em todo território nacional a produtos como: seguro de vida, título de capitalização, auxílio-funeral, entre outros.

“Nosso estudo mostra que 71% dos trabalhadores das favelas são autônomos e enfrentam incertezas diárias. A oferta de seguros de vida, acidente temporário e funeral é fundamental para garantir que essas famílias tenham a proteção necessária para continuar empreendendo e sustentando seus lares com dignidade”, diz Renato Meirelles, CEO do Data Favela. 

Dados de pesquisas do Data Favela apresentam que 71% dos trabalhadores das favelas são autônomos. Entre os empreendedores, uma proporção significativa é chefe de família (70%), e 53% desses lares são chefiados por mulheres. Isso revela a importância desses trabalhadores na sustentação econômica de suas famílias e a vulnerabilidade associada à incerteza da renda (56%) e à ausência de benefícios (44%). Os moradores desses territórios têm interesse em adquirir seguros em segmentos variados. Porém, o acesso à informação sobre esses serviços é precário e pouco customizado para esse tipo de público.

Com quase 200 anos de história, MAG, especialista em vida e previdência, tem mais de 38 unidades espalhadas pelo país e tem como propósito oferecer soluções de proteção individual nos diversos momentos de vida de todos os brasileiros.

O pré – lançamento acontecerá no sábado, 6 de julho, na Expo Favela Innovation São Paulo e contará com a presença de Celso Athayde, CEO da Favela Holding, Helder Molina, Presidente da MAG Seguros, além de membros da CUFA da região, gestores da MAG e artistas da própria favela, como testemunhas do ato. Durante a cerimônia, os executivos assinarão publicamente o contrato que representa a parceria e apresentarão dados sobre o mercado, a partir de um levantamento feito pelo Data Favela.

Icatu Seguros traz avanços da previdência privada em debate com gestores de recursos

Investir em um fundo de previdência privada é mandatório para quem pensa em qualidade de vida no futuro. Esta foi a principal conclusão do evento “Conversa com Gestores”, promovido pela Icatu Seguro no dia 3 de julho. Luciana Seabra, planejadora financeira, mestre em Economia e fundadora da Indê Investimentos, garante que a previdência é relevante no portfólio, que precisa ser diversificado para diluir os riscos inerentes das aplicações que tem aquela regra básica de não colocar todos os ovos na mesma cesta.

Mas (sempre tem um), ainda é preciso que as regras dos produtos conhecidos como Planos Geradores de Benefício Livre (PGBLs) e Vida Geradores de Benefício Livre (VGBLs) sejam mais flexíveis para fazer frente às mudanças nos mercados financeiros em todo o mundo. “O limite de 70% que se pode aplicar em ações deveria ser mais flexível, no entanto já é melhor do que no passado, de 49%”, citou ela, que diz almejar ter uma Superintendência de Seguros Privados (Susep),órgão regulador de seguros e previdência, semelhante ao que é a CVM (Comissão de Valores Mobiliários, que tem o objetivo de fiscalizar, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil.

Para a planejadora também é vital o investimento em educação financeira. Não só do investidor, mas de quem vende o produto a ele. “Principalmente agora, com a possibilidade de transformar parte da reserva em renda vitalícia. Se esses pontos forem bem trabalhado pela Susep e pelas seguradoras, a eficiência tributária dos fundos de previdência se soma ao potencial de retorno dos gestores”, citou no painel que dividiu com o CEO da companhia, Luciano Soares, e Henrique Diniz, diretor de Produtos de Previdência da Icatu.

Os benefícios dos planos de previdência foram citados por todos os participantes, com ênfase na vantagem tributária para o dinheiro de longo prazo sobre outros investimentos, com a possibilidade de deduzir o valor aportado na declaração anual de Imposto de Renda, chegar ao tributo de 10% depois de dez anos, ao imposto zero para rendas mais baixas e até a ausência de contribuições de herança em alguns Estados.

Soares e Diniz destacaram os avanços da Susep e do mercado em geral nos últimos anos para democratizar a previdência e o seguro de vida no Brasil, principalmente com a maior consciência da população sobre a urgência de ter uma reserva para emergências instigada pela pandemia Covid-19. “Em ativos, o setor possui mais de R$ 1,4 trilhão, o que representa cerca de 13,1% do PIB. O setor tem avançado, o que mostra o quanto temos investido em trazer produtos aderentes aos fundos de investimentos tradicionais. Particularmente na Icatu, temos mais de 140 fundos de diversos gestores de recursos”, disse Soares.

Dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), revelam que nos quatro primeiros meses de 2024, a captação líquida somou R$ 21,2 bilhões, um crescimento de 225% em relação ao mesmo período do ano passado. A arrecadação total somou R$ 64 bilhões em prêmios e contribuições, alta de 26,9% na comparação com o mesmo período de 2023. Já os resgates caíram 2,5%, totalizando R$ 42,8 bilhões.

Na Icatu, um ponto importante da democratização vem do baixo tíquete de entrada. “São valores mínimos, pois acreditamos que com a educação financeira nosso cliente vai aos poucos entendendo a importância da reserva financeira e priorizando os depósitos”, afirma Diniz. Segundo ele, ainda há uma agenda robusta para tornar os fundos mais atraentes. “A Susep busca fomentar o mercado de renda, o que agrega opções para o investidor transformar parte do valor acumulado em renda, como, por exemplo, pagar o plano de saúde”, cita.

A escolha tributária também foi um avanço. Antes, o investidor tinha de optar por uma das duas formas de tributação possíveis na hora do ingresso no plano. Agora, a decisão passa a ser feita no resgate. “Antes o investidor ficava amarrado à opção feita lá atrás, na hora da adesão ao plano, sobre o regime de tributação. Agora é possível mudar de ideia e usar a tabela de imposto que for mais vantajosa”, ressalta Diniz.

Soares destaca outra mudança regulatória recente. A determinação de que os planos instituídos, ou seja, aqueles que preveem contribuição por parte dos patrocinadores, estabeleçam cláusula de adesão automática de participantes. Por exemplo, quando uma pessoa é contratada por uma empresa que oferece planos de previdência aos empregados, ela será automaticamente incluída no plano. “Antes, era preciso que o novo funcionário manifestasse interesse em aderir ao plano. Agora ele entra, tem a chance de entender o benefício, e se quiser, pede para sair. Nos EUA este modelo ajudou a elevar o nível de poupanças das famílias por meio da previdência”, disse.

Além de ter uma estrutura mais transparente e flexível, com aplicativos que ofereçam uma boa experiência ao usuário, é preciso também ter gestores renomados para garantir uma rentabilidade que agregue reais a reserva financeira. A Icatu tem mais de 100 gestores, que buscam balancear o mix da carteira de investimentos, que vai de renda fixa pura, crédito, multimercado, ações e fundos internacioanais.

Diante de uma macroeconomia incerta em várias partes do planeta, é preciso muita experiência para captar as oportunidades de entrada e de saída de posições. “Um cenário macroeconômico de muitas incertezas, há muito menos inclinação a se tomar riscos. As empresas ficam ansiosas e evitam fazer novos investimentos, e o consumo fica mais cauteloso, então pode virar uma profecia autorrealizada”, afirmou o gestor de crédito privado da ARX Investimentos, Pierre Jadoul, durante encontro promovido pela Icatu.

Florian Bartunek, sócio e executivo-chefe de investimentos (CIO) da Constellation, a bolsa no Brasil é cíclica e é preciso ter liberdade para alcançar bons retornos. “Estamos num momento claramente de ciclo de baixa no mercado no valuation das companhias porque têm uma percepção ruim do futuro. Mesmo assim nossos clientes internacionais, que representam dois terços de nossos são vencedores na bolsa. É preciso realmente saber quando comprar e quando vender”.

Perdas no Sul começam a aparecer nos dados do setor de seguros em maio, segundo Susep

Porto Alegre, 03/05/2024, Prefeitura de Porto Alegre a esquerda e o Mercado Municipal a direita, alagados, após chuva intensa. Foto: Gilvan Rocha/Agência Brasil

A sinistralidade nos seguros de danos saltou para 66,1% em maio de 2024; o mesmo indicador estava em 42,1% no mês anterior. Esse aumento na média nacional ocorre no mesmo mês em que foi declarado estado de calamidade pública em diversos municípios do Rio Grande do Sul, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) referentes ao mês de maio de 2024.  

Em um recorte por Unidade da Federação, observa-se que, no Rio Grande do Sul, os valores de sinistros diretos no segmento de danos totalizaram R$ 1,69 bilhão em maio de 2024, um crescimento de 192,5% em relação a abril, quando o montante foi de R$ 580 milhões.  

A Susep, para conhecer melhor a dimensão do impacto das enchentes no Rio Grande do Sul no mercado segurador, seguirá monitorando de perto a sinistralidade na região afetada. A Autarquia, desde o início da emergência, vem fazendo estudos para análise das possíveis consequências do evento sobre os mercados supervisionados, verificando, além dos sinistros avisados, o devido atendimento aos segurados e, ainda, os aspectos financeiros e prudenciais das seguradoras.  

Para o mês de maio, o relatório traz, ainda, outros destaques, como a arrecadação total no setor nos primeiros cinco meses do ano, que foi de R$ 174,54 bilhões, um crescimento de 17,2% em relação ao mesmo período de 2023. 

Ainda conforme o documento, os valores que retornaram à sociedade totalizaram R$ 99,12 bilhões até o quinto mês, dos quais, R$ 22,58 bilhões somente em maio.  

Os segmentos de seguros de danos e pessoas, excluindo-se o VGBL, tiveram, no acumulado até maio, uma arrecadação de R$ 81,47 bilhões, alta de 11,47% frente ao mesmo período de 2023, quando a arrecadação foi de R$ 73,09 bilhões. 

Já os seguros de danos tiveram crescimento de 8,5% na arrecadação de prêmios na comparação do acumulado até maio de 2024 com o mesmo período de 2023.  

O documento informa ainda que, nos seguros de pessoas, o seguro de vida alcançou em maio de 2024 o montante acumulado de R$ 13,64 bilhões, obtendo um crescimento de 16,1% em relação ao mesmo período de 2023.​ 

Nova temporada do Conversa Segura, da CNseg, discute a Reforma Tributária 

Fonte: CNseg

Com apresentação das jornalistas Leila Sterenberg e Anne Barbosa, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) estreia a segunda temporada do Conversa Segura, videocast do SeguroPod. Com publicação semanal, sempre às quintas-feiras, às 18 horas, no canal do Spotify e do Youtube da Confederação, o programa reunirá grandes executivos das maiores empresas do setor, além de representantes do Executivo e Legislativo brasileiro.

Os novos episódios debaterão temas relevantes para o mercado segurador, mostrando sua importância no desenvolvimento de políticas públicas, econômicas e sustentáveis. O primeiro episódio, que irá ao ar no dia 4 de julho, nesta quinta-feira, terá como tema a “Reforma Tributária”. Anne Barbosa recebe o ex-senador e economista Romero Jucá e o diretor Técnico, de Estudos e Relações Regulatórias da CNseg, Alexandre Leal. 

Durante a entrevista, Jucá alertou que a população precisa estar atenta ao que acontece no cenário político nacional. “O que define a vida das pessoas é a política, porque é ela que decide o imposto que você vai pagar e como você vai conduzir a sua vida dentro da legislação do País. É importante cada um acompanhar e cobrar do Deputado Federal e Senador para que ele lhe represente e que possa atuar no sentido de melhorar a sua vida e dar oportunidade de gerar mais empregos no Brasil”, explicou.

Já Alexandre Leal, em uma abordagem direcionada ao mercado segurador, destacou que a Confederação, em conjunto com as suas associadas, está atuando próximo às casas legislativas e ao Governo Federal. O executivo destacou que o setor segurador teve um ganho importante que foi a extinção do Imposto sobre operações financeiras (IOF). 

“Um Seguro Automóvel ou Residencial pagava 7,38% de imposto sobre o valor do prêmio, sendo este um percentual menor no Vida, de 0,38%, e no Saúde, 2,38%. Isso está extinto com a Reforma Tributária, o que é bastante importante”, explicou o executivo. Leal informou que o que está sendo discutido é como será calculado o tributo. 

Agenda de divulgação do Conversa Segura

Na semana subsequente, dia 11, o programa abordará a “Emergência Climática”, seguido pelo “Seguro Social contra Catástrofe”, em 18, e pelo “Seguro como Estímulo do Crédito” fechando o mês de julho no dia 25.

A programação continua em 1º de agosto com o “Seguro na Agenda Econômica do Governo”, as próximas quintas-feiras seguirão, respectivamente com: “Seguro, projetos de Infraestrutura em Grandes Obras”, “Longevidade”, “Como Ampliar o Acesso da População a Produtos de Seguros” e “Seguros de Vida e Previdência Privada”. 

Os dois programas que serão veiculados nas duas primeiras quintas de setembro abordarão a “Capitalização”, dia 05, e “Subscrição de Risco no Contexto da Agenda Climática”.

Diferente da primeira temporada, que foi liderada pelo presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, os 11 episódio que compõem a nova série trazem a apresentação da ex-âncora da GloboNews, Leila Sterenberg, e da ex-jornalista da Globo e da CNN, Anne Barbosa. 

O “SeguroPod” faz parte da estratégia da área de Comunicação e Marketing da CNseg de desmistificar a imagem do seguro e ampliar o conhecimento da população brasileira sobre a importância de adquirir produtos do setor para garantir proteção no dia a dia das pessoas.