Austral Seguradora bate R$ 1 bilhão em vendas de seguros com Petrobras

Fonte: Austral

A Austral Seguradora bateu a marca de R$ 1 bilhão de prêmios emitidos no segmento de Riscos de Petróleo, com a entrada de três novas apólices em favor da Petrobras que viabilizarão a construção das unidades P-80, 82 e 83. As novas plataformas da empresa estão sendo construídas em Singapura e vão integrar o Campo de Búzios, no Rio de Janeiro, que concentra o maior volume de óleo e gás em águas profundas do mundo. O supercampo do Pré Sal vai representar 37% da produção da Petrobras, algo em torno de 2 milhões de barris por dia. 

Narely Nicolau de Paula, gerente de Riscos de Petróleo da Austral Seguradora, destaca a complexidade e relevância dos projetos segurados nas Apólices emitidas: “Ficamos orgulhosos de garantir a cobertura de projetos desta magnitude por serem o marco de uma nova era de plataformas mais sustentáveis, capazes de convergir soluções de baixo carbono com maior capacidade de produção. É importante entender o seguro como uma estratégia fundamental para viabilizar o desenvolvimento de novos horizontes para a Indústria.” comenta a executiva.

Para Simon Zelenoy, diretor Executivo de Resseguros de Energy na Aon, líder global em serviços profissionais, que integralizou o resseguro, a emissão desta apólice foi feita em uma colocação de quase a capacidade total do mercado de Energia, um feito inédito: “Estamos falando de uma apólice bem pulverizada, painel diverso de resseguradores e apoio de parceiros, com a expertise dos escritórios da Aon no Brasil, Londres e China para tornar essa colocação possível”.

Schroders Capital lança projeto-piloto de tokenização em colaboração com a Hannover Re

Fonte: reinsurance news

A Schroders Capital lançou um projeto-piloto de tokenização para investir em títulos vinculados a seguros (ILS). Este projeto foi o resultado de mais de um ano de colaboração entre a Schroders, a Hannover Re e o i.AM Innovation Lab, sob a supervisão da Comissão de Serviços Financeiros de Guernsey (GFSC). A divisão especializada em mercados privados da Schroders diz que “este projeto-piloto inovador de tokenização foi projetado para melhorar a forma como os investimentos em títulos vinculados a seguros (ILS) são investidos e geridos”.

O conceito foi uma colaboração com a empresa global de resseguros, Hannover Re, explica a gestora de ativos britânica. A iniciativa com a Hannover Re, que foi testada pela Schroders apenas internamente, “permitiu com sucesso que contratos de resseguro fossem tokenizados e negociados numa plataforma pública de blockchain usando contratos inteligentes”, informa o portal português Sapo.

A iniciativa com a Hannover Re, que foi testada pela Schroders apenas internamente, “permitiu com sucesso que contratos de resseguro fossem tokenizados e negociados numa plataforma pública de blockchain usando contratos inteligentes”, avança a sociedade gestora.

“Cada token representa uma participação numa carteira de contratos de resseguro, demonstrando como os fundos ILS podem investir através de um ecossistema digital no futuro”, acrescenta.

“A tokenização destes contratos, com a supervisão consistente de profissionais de investimento, permitiu que muitos processos demorados fossem automatizados. Por exemplo, o projeto piloto conseguiu simplificar o processo de investimento, automatizando subscrições e reduzindo os tempos de liquidação”, revela a gestora de ativos.

Além disso, através da integração de fontes de dados sobre seguros contra catástrofes nos contratos inteligentes, os pagamentos ao destinatário apropriado são automaticamente ativados se ocorrerem desastres naturais específicos, como furacões nos EUA ou terramotos, ou tempestades na Europa.

O projeto-piloto “enquadra-se no compromisso do Grupo Schroders com a inovação e liderança em ativos digitais, após ter aderido no ano passado ao Project Guardian da Autoridade Monetária de Singapura e participado na primeira emissão de GBP Digital Bond pelo Banco Europeu de Investimento”, refere a empresa em comunicado.

A Schroders diz que o projeto piloto “também demonstrou o potencial para uma experiência melhorada do cliente, aumentando a acessibilidade, ao permitir que os tokens sejam mantidos nas carteiras digitais dos investidores, juntamente com os seus outros investimentos digitais”.

A utilização de uma blockchain pública aumentou a transparência, permitindo ainda a aplicação de governance e controlos apropriados, adianta.

No início deste ano, a Schroders Capital anunciou que a sua equipa de ILS está agora a gerir mais de 5 mil milhões de dólares em fundos à medida que a procura dos clientes continua a crescer.

A equipa de ILS faz parte do negócio de Dívida Privada e Alternativas de Crédito (PDCA) da Schroders Capital, que foi lançado no ano passado e gere mais de 30 mil milhões de dólares em ativos.

Stephan Ruoff, Co-Head of Private Debt and Credit Alternatives, da Schroders Capital, defende que “o sucesso deste piloto demonstra o imenso potencial para melhorar a transparência, simplificar processos de investimento e melhorar a experiência do cliente no setor de resseguros. Abre caminho para um ecossistema digital mais interconectado e eficiente.”

Alper reforça que futuro da saúde suplementar depende de inteligência de dados 

Fonte: Alper

Durante a 7ª edição do Insurtech Brasil realizada na semana passada, Patricia Fumagalli, Chief Digital Officer (CDO) da Alper Seguros, e Wilson Leal, Diretor Executivo da Seguros Unimed, lideraram uma discussão crucial sobre como a utilização de dados e novas tecnologias estão transformando o setor de seguro saúde. A executiva destacou a importância da tecnologia na comodidade e na gestão personalizada dos planos, destacando iniciativas da Alper nesse processo.

Para Patrícia, os serviços inovadores oferecidos pela Alper Seguros (como o Dr. Alper – uma plataforma pioneira de telemedicina lançada antes da pandemia), são exemplos de como a tecnologia pode ser aplicada para oferecer soluções e proporcionar um acompanhamento personalizado e sustentável para todo o ecossistema de saúde. Ela enfatizou que a alta taxa de retenção de clientes da Alper Seguros é um indicativo da eficácia de seus serviços. “Quanto mais informações conseguimos apurar, mais reduzimos a sinistralidade, impactando diretamente nossos resultados. A taxa de resolutividade ultrapassa 90% nos atendimentos via Dr. Alper”, revelou. Os dados coletados com o aplicativo são usados para acompanhar de perto os benefíciários, oferecendo uma melhor gestão de saúde, e ajudar as empresas a reduzir a sinistralidade em 8% a 15%.

Na visão dos especialistas, as tecnologias inovadoras permitem um acompanhamento preventivo, essencial para uma gestão eficiente da saúde. Isso, aliado a uma estratégia de conscientização via marketing e a um time qualificado de especialistas para oferecer suporte assertivo aos beneficiários resulta no cenário ganha-ganha, com benefícios para os usuários e para os operadores.

Wilson Leal, Diretor Executivo da Seguros Unimed, complementou a discussão destacando a importância de uma estrutura de governança sobre dados dentro das empresas. “Precisamos quebrar a cultura de que o dado não é de ninguém. O dado é de todos e deve ser utilizado de forma integrada”, disse Leal. Ele também mencionou a importância de adotar abordagens modernas para a gestão de dados ao sugerir a adoção de uma abordagem mais moderna sobre lake de dados.

Durante a discussão, Wilson também abordou a questão da sustentabilidade no setor de saúde suplementar, apontando a importância de uma boa subscrição para evitar fraudes. “A utilização de tecnologia e inteligência é crucial. Estamos desenvolvendo análises documentais inteiramente através de machine learning, em parceria com bureaus de dados, para garantir a estabilidade do setor”, explicou. Em complemento, Patrícia destacou que o uso de dados é central para qualquer organização moderna: “A interoperabilidade de dados certamente ajudará a revolucionar a indústria de saúde”.

Depois de ampliar serviços no segmento vida, Tokio Marine lança seguro funeral

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine lança nessa quarta-feira, 10, o Seguro Funeral +, uma solução completa desenvolvida para apoiar os Segurados e suas famílias em um dos momentos mais delicados da vida. 

Além de oferecer assistência completa para realização do funeral, o produto é o único do mercado que oferece, por meio de uma plataforma digital, o serviço de orientação especializada para simulação dos custos do inventário e da elaboração da minuta de testamento Vital e Patrimonial, facilitando a partilha e reduzindo os gastos com esses processos. 

“A perda de um ente querido, além do impacto emocional para a família, traz imprevistos financeiros no orçamento que podem dificultar ainda mais a etapa do luto. Nosso objetivo com o Seguro Funeral + Tokio Marine é oferecer a melhor opção do mercado, com benefícios inéditos que, além de prestar auxílio financeiro, também reduzam a burocracia que envolve esse processo.” declara Nancy Rodrigues, Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine

Com valor acessível, contratação simplificada e 100% digital, o produto oferece também a cobertura para aquisição de jazigo e indenização por morte, que pode ser utilizada como auxílio financeiro para ajudar os beneficiários do Seguro a organizarem outras despesas.

“O Seguro Funeral+ Tokio Marine foi customizado para atender não apenas os Segurados, mas também os Corretores e Assessorias em todas as regiões do Brasil, uma vez que o Corretor pode realizar as cotações diretamente no Portal ou inserir o link do cotador em seu site e mídias sociais, facilitando o acesso do cliente, além de trazer mais oportunidade de cross selling para esses Parceiros de Negócios.” finaliza Nancy.

Porto realiza ações sociais durante a temporada do Cirque du Soleil

Fonte: Porto

O Instituto Porto, uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, proporcionou uma experiência cultural única para mais de 150 crianças vinculadas ao projeto, na última quinta-feira (4). As crianças foram convidadas a assistir ao espetáculo Cirque du Soleil – CRYSTAL antes de sua estreia na cidade de São Paulo. A apresentação, que é inédita no Brasil, e a primeira experiência acrobática do grupo no gelo, já passou pelo Rio de Janeiro e chega ao Parque Villa Lobos no mês de julho, onde permanecerá até o dia 6 de outubro.

Desde a saída do Instituto até os momentos finais da apresentação no Parque, as crianças demonstraram empolgação e ficaram encantadas com as acrobacias, músicas e cenários. 
“As crianças tiveram uma oportunidade única de vivenciar toda a experiência do Cirque du Soleil, um espetáculo incrível que com certeza ficará marcado na memória delas”, comenta Mirian Mesquita, Gerente do Instituto Porto.

O Instituto, que tem como principal mantenedora a Porto, foi fundado em 2005, fica localizado na região central de São Paulo e tem como objetivo potencializar o desenvolvimento de projetos socioambientais e culturais na região. Atende crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, e apoia no complemento das atividades do ensino escolar com aulas de reforço, inglês, atividades socioeducativas, pedagógicas e artísticas, além de atendimento psicológico e campanhas médicas e odontológicas.

Durante o mês de junho, no Rio de Janeiro, a Porto também realizou uma ação especial disponibilizando ingressos para a organização Voz das Comunidades. A iniciativa permitiu que jovens participantes de projetos sociais no Complexo do Alemão tivessem a oportunidade de assistir ao espetáculo. Para muitos desses jovens, foi a primeira experiência em um circo, onde se encantaram com a magia da apresentação.

Chubb reorganiza a região da América Latina em três sub-regiões e nomeia líderes para cada território

Leandro Martinez CEO da Chubb Seguros

A Chubb Limited anunciou hoje mudanças na estrutura e liderança da sua operação na América Latina. Para melhor servir aos clientes e parceiros de distribuição e aproveitar ao máximo as futuras oportunidades de crescimento em toda a América Latina, a empresa reorganizou a região em três sub-regiões: América Latina Norte, América Latina Sul e Brasil, e nomeou os seguintes líderes para cada território.

Leandro Martinez, Presidente da Chubb Brasil, manterá as suas responsabilidades por este importante mercado. Diego Sosa, atual Presidente da Chubb México, amplia suas responsabilidades para assumir a América Latina Norte. Além de manter suas responsabilidades atuais, Sosa irá liderar a sub-região que inclui América Central, Panamá e Porto Rico. A Presidente dessas geografias passa a reportar-se a Sosa.

Mario Romanelli, atual Presidente da Chubb Chile e líder da região andina, amplia suas responsabilidades para assumir a América Latina Sul. Além de manter suas responsabilidades atuais, Mario irá liderar a sub-região que inclui Chile, Argentina, Equador, Colômbia e Peru. Edwin Astudillo (Presidente da Chubb Equador) e Fabio Cabral (Presidente da Chubb Colômbia) passam a se reportar a Romanelli.

Sosa, Romanelli e Martinez continuarão a se reportar a Federico Spagnoli, Presidente Regional, Chubb América Latina e Presidente de Linhas de Consumo da Divisão Internacional da Chubb Seguros.

“Nossa nova estrutura regional, com suas três sub-regiões, reconhece o crescimento e o sucesso que experimentamos na região e nos permitirá trazer as capacidades da Chubb com maior foco e qualidade de serviço para nossos clientes e parceiros de negócio”, disse Spagnoli. “Diego, Mario e Leandro são líderes reconhecidos na Chubb. Cada um desses executivos irá liderar um território de grande importância e cheio de oportunidades para a empresa. Tenho grande confiança em seu sucesso futuro”.

Bradesco Seguros lança produto residencial para venda nos correspondentes bancários 

Raquel-Cerqueira-superintendente-Bradesco-Seguros

Fonte: Bradesco

Incêndios domésticos estão cada vez mais comuns. Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil teve 86.180 registros de combate a incêndios nos primeiros cinco meses do ano. A quantidade equivale a 567 registros por dia. Um incêndio de grandes proporções causa prejuízos imensuráveis. Neste cenário, um Seguro Residencial de qualidade é essencial para prevenir e mitigar seus efeitos. 

Pensando em tornar a aquisição de um Seguro Residencial mais ágil e fácil, a Bradesco Seguros, em conjunto com o Bradesco Expresso, acaba de lançar o Bradesco Microsseguro Residencial. Comercializado inicialmente em 60 pontos autorizados, mas muito em breve nos mais de 38 mil estabelecimentos comerciais que atuam em parceria com o Bradesco Expresso, o produto traz praticidade para o cliente e busca uma maior democratização do acesso ao seguro residencial, visando levar proteção para ainda mais pessoas de todas as faixas de renda, afinal todos os brasileiros podem agora ter um seguro da sua residência. 

“O Bradesco Microsseguro Residencial é um seguro pré-formatado, com cinco planos disponíveis, com coberturas fixas já definidas, vigência de três anos e valores a partir de R$ 13,99 mensais”, explica a Superintendente de Ramos Elementares da Companhia, Raquel Cerqueira. O produto inclui cobertura para incêndio, vendaval, roubo e responsabilidade civil familiar, serviços de assistência dia e noite como chaveiro, eletricista, encanador e vidraceiro, além de sorteios mensais de capitalização no valor de R$ 5 mil reais. O produto é válido para residências habituais e de veraneio, casas e apartamentos. 

“Oferecemos esse e outros produtos financeiros nestes correspondentes buscando sempre trazer praticidade e conveniência para clientes”, destaca o Superintendente do Bradesco Expresso, Welder Coelho de Oliveira.

Zurich publica relatório com destaque para governança e resiliência climática

A Zurich Seguros publicou seu relatório de sustentabilidade de 2023 em junho deste ano, seguindo a estrutura da matriz, com três áreas prioritárias: planeta, clientes e pessoas. “Governança é um diferencial do relatório. A nossa jornada começou em 2010, com filantropia e voluntariado. Daí seguiu para diversidade, redução de plásticos. Neste, destaco a implementação da governança da sustentabilidade. Afinal, o G, da sigla ESG, organiza todas as ações e torna a sustentabilidade transversal, com representatividade em todas as atividades da companha”, comenta a gerente de sustentabilidade Nathália Abreu. 

De acordo com a executiva, o maior desafio de 2023 e que seguirá em 2024 é a integração da sustentabilidade ao negócio. A seguradora conta com especialistas renomados que participam do Fórum Consultivo e diretorias estratégicas que apoiam o direcionamento da agenda sustentável. “Hoje são 13 grupos de trabalho, organizados em quatro temas: finanças, negócios, operações e impacto social. Com isso, temos uma visão 360 graus de toda a empresa. A estratégia se concentra no crescimento por meio de inovação diária, busca pela eficiência operacional e disciplina na alocação de recursos e capital. Equilibrar cuidadosamente esses objetivos permite que a empresa gere retornos confiáveis ​​e sustentáveis”, resume. 

Disponível no portal da companhia, o relatório da subsidiária local do grupo suíço destaca os resultados de muitas conquistas. “Adotamos premissas de sustentabilidade em 100% dos ativos investidos para restrição de atividades com alto impacto social. Chegamos a aproximadamente R$ 141 milhões alocados em títulos verdes, cerca de 4% do nosso portfólio total de 2023”, destaca. O grupo iniciou a descarbonização do portfolio no final de 2019, chegando a redução de 32 mil toneladas de emissão de carbono. A meta para 2025 era 19,8 mil toneladas. “Superamos a meta com dois anos de antecedência”, revela. 

Para atender às necessidades e exigências dos clientes, a Zurich afirma que vem ampliando o portfolio com uma gama de produtos e serviços sustentáveis. “Além de estar em linha com os anseios dos nossos clientes, os produtos visam apoiar atividades que gerem impacto ambiental ou social positivo e que contribuam para a mitigação dos riscos climáticos”, destaca a executiva.

Entre os produtos citados está o seguro para carros elétricos e híbridos. “O produto foi ajustado para aceitar veículos com valores até R$ 800 mil e incluímos na cobertura furto do carregador, desde que ele esteja dentro do veículo. Nossa assistência 24 horas também se adaptou para prestar socorro para pane elétrica e serviço de concierge com informações sobre locais de carregamento mais próximos do segurado”, enumera. Outro destaque está na consultoria para redes de oficinas que se dispõem a serem certificadas com o Selo Verde, conferido a quem alinha os valores exigidos pela seguradora. Em 2023, 43% das oficinas foram qualificadas. 

Outra novidade citada no relatório é o lançamento do Seguro Celular Consciente. “Além de oferecermos uma cobertura mais inclusiva e mais consciente com o telefone recondicionado em caso de roubo e furto, também temos o descarte correto. Ao prolongar a vida do aparelho, promovemos práticas sustentáveis de reparo e descarte, estamos contribuindo para a construção de um mundo melhor”.

Claro que o tema mudanças climáticas é um dos destaques do relatório. O Zurich Resiliência Climática é um conjunto de serviços criados para enfrentar cenários de risco em constante mudança, garantindo a preparação adequada para desafios futuros. “Este serviço é muito valioso para nossos clientes, uma vez que ele avalia nove riscos que podem expor o patrimônio a perdas relevantes no horizonte de médio e longo prazo. Esta é uma forma de ajudarmos empresas e comunidades a se prepararem para um futuro incerto, garantindo maior resiliência e sustentabilidade”.

O relatório traz os esforços para seguir o roteiro de redução das emissões de carbono em toda a cadeia de valor. Uma economia de baixo carbono terá um impacto positivo no clima e na sociedade. Mundialmente, este tema está bem mais avançado do que no Brasil dado o avanço regulatório e caminhar da economia em alguns países da Europa, EUA e Japão, que já contam com o hidrogênio para ajudar a reduzir as emissões de carbono. O Brasil está num estágio inicial e tem grande potencial para desenvolver a energia verde nos próximos anos. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) tem se preparado para começar a regular o mercado de hidrogênio.

Na Europa, o grupo Zurich lidera uma iniciativa para estimular a produção de hidrogênio, um setor visto como crucial para a transição para a energia limpa. O desenvolvimento ocorre em um momento de crescente preocupação sobre se há capacidade suficiente na indústria de seguros para fornecer os trilhões de dólares de cobertura que serão necessários para projetos de energia verde.

A plataforma reune várias seguradoras, lideradas pela Zurich, para subscrever projetos individuais menores, com até US$ 250 milhões em despesas de capital, que de outra forma teriam dificuldade em encontrar seguro. Os projetos receberão uma variedade de coberturas, desde construção até riscos operacionais. As empresas poderão comprar cobertura para uma variedade de riscos, como responsabilidade civil de terceiros para construção, até cobertura para interrupções uma vez que a instalação esteja construída. Em um projeto separado na Suíça, a Zurich fornece cobertura como parte de um projeto para construir 1,6 mil caminhões movidos a hidrogênio até 2025.

“A sustentabilidade é um pilar estratégico para a Zurich Brasil”, afirma Nathalia. “Queremos ser agentes da mudança de hoje para o futuro brilhante que queremos construir e acreditamos que as seguradoras podem ser protagonistas dessa mudança”. Segundo ela, a matriz reconhece a representatividade do Brasil. “Estamos estrategicamente posicionados como uma grande investidora, empregadora e tomadora de risco, em diversos setores da economia, e por isso acreditamos que podemos liderar essa jornada”, finaliza. 

O relatório vem de uma ação espontânea da seguradora, que somente a partir de 2025 precisará publicar dados relativos a sustentabilidade por exigência da circular 666 do órgão regulador, a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Indenizações e arrecadação do seguro habitacional avançam até abril, informa CNseg

Fonte: CNseg

Nos quatro primeiros meses do ano, os brasileiros que possuem Seguro Habitacional receberam cerca de R$ 567,3 milhões em indenizações, 18,5% superior ao mesmo período de 2023. Segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o avanço também foi identificado na arrecadação, que alcançou R$ 2,3 bilhões e cresceu 10,6%. Este é um seguro de contratação obrigatória no ato do financiamento de um imóvel, sendo uma garantia fundamental para as operações de crédito imobiliário, tanto para aquisição quanto para construção de imóvel residencial. 

O presidente da comissão de Habitacional da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Lincoln Peixoto, destaca a função social desta apólice. “Este seguro, ao mesmo tempo que garante a sustentabilidade do financiamento imobiliário no país, também representa para as famílias dos mutuários a certeza de que estarão cobertos em caso de danos sofridos pelo imóvel, incluindo aqueles decorrentes de enchentes e alagamentos, além da cobertura oferecida em situações de morte ou invalidez do titular”, explica.

Somente em abril, houve um crescimento de 10,6% na demanda. O quarto mês do ano foi o maior em termos absolutos, totalizando R$ 580,4 milhões. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP), este também foi um mês representativo nos financiamentos imobiliários. Somente em abril, foram financiados, nas modalidades de aquisição e construção, 49,5 mil imóveis, alta de 19,1% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Peixoto aponta os fatores que têm contribuído para a expansão do seguro Habitacional no país. “A diminuição da inflação e a redução da taxa de juros aumentam a propensão das pessoas a entrar no financiamento do próprio imóvel. O seguro Habitacional se beneficia desse cenário, aumentando sua contratação.” O presidente da comissão FenSeg destaca, ainda, outro ponto que deve manter o viés de alta na arrecadação: a entrega dos empreendimentos imobiliários contratados sob o programa federal Minha Casa, Minha Vida.

Atualmente, no Brasil, milhões de unidades residenciais contam com a proteção do Seguro Habitacional. Essa modalidade desempenha um papel fundamental, principalmente para aqueles que buscam financiamentos imobiliários. Seu principal objetivo é garantir as operações de crédito imobiliário, tornando possível uma oferta mais ampla desses financiamentos. Desta forma, o Seguro Habitacional oferece uma camada de segurança tanto para quem está adquirindo a moradia quanto para as instituições financeiras que concedem esses empréstimos.

O Seguro Habitacional é caracterizado por suas coberturas obrigatórias, que incluem proteção contra eventos como morte ou invalidez permanente (MIP) e danos físicos ao imóvel (DFI). A cobertura MIP proporciona tranquilidade em situações de adversidade, garantindo que, em caso de falecimento ou invalidez permanente do segurado, o seguro cubra parte ou a totalidade do saldo devedor do financiamento. Por outro lado, a cobertura DFI abrange uma variedade de incidentes que podem afetar o imóvel, como incêndio, queda de raio, explosão, vendaval e muito mais.

Práticas sustentáveis e seguro rural rendem crédito mais fácil e barato

jonatas pulquerio MAPA seguro rural

Por Jônatas Pulquério, diretor de Gestão de Risco Agropecuário do Ministério da Agricultura e Pecuária

Quem já pisou na terra sabe o quanto as operações de crédito rural são importantes para o desenvolvimento do agronegócio. É por meio delas que o produtor brasileiro tem fôlego para investir em tecnologias, insumos e manejos que aumentem a produtividade e a sustentabilidade das suas atividades, adquirindo o trator, construindo depósitos e até mesmo pagando salários.

A luz de alerta se acende pelo fato de que essas operações estão ligadas à produção agrícola, que, por sua vez, está exposta a uma série de riscos climáticos e ambientais.

Daí a dimensão do seguro rural, bem como das práticas sustentáveis, como ferramentas de fundamental importância para a mitigação desses riscos, garantindo a viabilidade das operações financeiras e a segurança alimentar.

O seguro rural incide na proteção aos produtores rurais, oferecendo cobertura contra perdas decorrentes de eventos climáticos adversos, como secas, geadas, chuvas excessivas e outros. Dessa forma, essa proteção é essencial não só para a sustentabilidade financeira do produtor, mas também para a estabilidade do setor agrícola como um todo.

Por sua vez, práticas agrícolas sustentáveis desempenham um papel vital na mitigação dos riscos ambientais e climáticos. Técnicas como a rotação de culturas, o uso eficiente da água, a conservação do solo e a adoção de sistemas agroflorestais não só melhoram a resiliência das lavouras às variações climáticas, mas também contribuem para a preservação dos recursos naturais e a redução das emissões de gases de efeito estufa.

O produtor que enxerga o benefício dessas duas frentes, promovendo a integração de práticas sustentáveis e do seguro rural, cria um círculo virtuoso no setor agrícola, uma vez que as técnicas sustentáveis melhoram a resiliência das lavouras e, consequentemente, reduzem a frequência e a gravidade das perdas cobertas pelo seguro rural.

Assim, com menos sinistros e menores perdas, as seguradoras podem oferecer produtos com prêmios mais acessíveis, incentivando mais produtores a aderirem ao seguro rural. Esta dinâmica beneficia não apenas os produtores, mas também o mercado financeiro, que opera com menor risco de crédito associado às operações agrícolas.

Para que essa integração seja efetiva, é necessário um esforço conjunto entre governos, instituições financeiras, seguradoras e produtores rurais. Políticas públicas que incentivem a adoção de práticas sustentáveis e a contratação de seguros, através de subsídios e programas de capacitação, são fundamentais.

Além disso, a conscientização dos produtores sobre os benefícios dessas ferramentas e a importância da gestão de risco é essencial para promover a mudança cultural de que o setor precisa.