A MetLife anuncia o lançamento de uma nova modalidade de seguro de vida resgatável, o Vida Total 5, com cobertura vitalícia, preços competitivos e foco na proteção e sucessão patrimonial e familiar, com o diferencial de permitir ao cliente a quitação do prêmio em cinco anos e a possibilidade de resgate a partir do segundo ano chegando em até 100% no quinto ano.
Nos últimos meses lançou quatro novas soluções de coberturas com foco em proteção em vida (invalidez permanente por doença funcional, fratura óssea, amparo funeral e diária por incapacidade temporária), além do Programa de Saúde e Bem-Estar com atendimento do Einstein, que conta com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar de psicólogos, nutricionistas, educadores físicos, fisioterapeutas e especialistas do sono, disponível para todos os clientes que contratam o Vida Total.
O Vida Total 5, mantém as características do Vida Total, incluindo cobertura obrigatória de morte e a garantia de ADT(adiantamento em caso de doença terminal), e amplia a oferta de coberturas adicionais para mais de 14 opções, entre elas Doenças Graves, Invalidez por Acidente e Diária por Incapacidade Temporária (DIT). A idade de contratação também passa a ser mais abrangente e os clientes também passam a contar com as assistências do Programa Saúde e Bem-Estar do Einstein. Com a novidade, a MetLife amplia o seu portfólio de seguro de vida individual.
“Estamos comprometidos em construir um portfólio que atenda às diversas necessidades de nossos clientes, se adequando a demanda latente do mercado através da oferta de soluções que atenda aos diferentes perfis de clientes e suas necessidades financeiras. Em um mercado onde a flexibilidade e a liquidez são cada vez mais valorizadas, esta oferta se destaca como uma solução única, permitindo aos segurados maior controle sobre seus planejamentos de patrimônio, investimentos e renda”, comenta Jaime Neto, Diretor de Produtos da MetLife Brasil.
O executivo ainda ressalta que o Vida Total 5 se destaca pela competitividade no preço oferecido ao mercado, em comparação com seguros similares da concorrência. “Comparado aos outros seguros resgatáveis disponíveis, o nosso produto oferece um preço exclusivo, sem comprometer a qualidade e abrangência das coberturas oferecidas. Outro ganho é o programa Saúde e Bem-Estar com atendimento do Einstein. Trabalhamos para continuar sendo a solução ideal para garantir segurança e tranquilidade em todas as fases da vida dos clientes”, finaliza Jaime Neto.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) assumiu, no dia 09 de junho de 2024, a Presidência e a Secretaria-Executiva do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF). O Decreto nº 10.393, de 9 de junho de 2020 determina que a presidência do FBEF será exercida, a cada período de 24 meses, por um de seus membros, em regime de rodízio.
Após a presidência da Comissão de Valores Mobiliários – CVM durante o biênio 2022-2023, a Susep assume a função, para o biênio 2024-2025, e ficará à frente do FBEF de 09 de junho de 2024 até 08 de junho de 2026.
Os trabalhos na Susep referentes ao FBEF e às ações voltadas à educação financeira serão coordenados pela Coordenação-Geral de Estudos Econômicos, subordinada à Diretoria de Regulação Prudencial e Estudos Econômicos.
O FBEF é um colegiado de articulação, instituído pelo Decreto nº 10.393, de 2020, e que é responsável por operacionalizar a Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF, com a finalidade de promover a educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal em todo o país.
De acordo com o referido decreto, o Fórum possui as seguintes atribuições:
implementar e estabelecer os princípios da ENEF;
divulgar as ações de educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal propostas por seus membros, por outros órgãos e entidades públicas ou por instituições privadas;
compartilhar as informações sobre as ações de educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal produzidas pelos órgãos e entidades representados, para identificar as oportunidades de articulação; e
promover a interlocução entre os órgãos ou as entidades públicas e as instituições privadas para estimular e, sempre que possível, integrar as ações de educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal.
Os membros do FBEF são:
Banco Central do Brasil (BCB);
Comissão de Valores Mobiliários (CVM);
Superintendência de Seguros Privados (Susep);
Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda (STN);
Ministério da Previdência Social (MPS);
Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc);
Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senacon); e
No primeiro trimestre de 2024, a arrecadação das seguradoras avançou 13,7%, para R$ 103 bilhões, desconsiderando Saúde Suplementar. De acordo com o levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), esta foi a primeira vez que a marca dos R$ 100 bilhões em prêmios de seguro, contribuições em planos de caráter previdenciário e faturamento de títulos de capitalização foi atingida nos três primeiros meses do ano. Apenas em março, esse montante foi de R$ 34,7 bilhões, 7,3% a mais que no mesmo mês de 2023.
Em paralelo, até março de 2024, excluindo a Saúde Suplementar, o setor de seguros pagou, mais de R$ 56,9 bilhões em indenizações, benefícios, resgates e sorteios, volume 5% inferior ao do mesmo período do ano passado. A queda ocorreu, principalmente, pela redução de R$ 3 bilhões no volume de resgates dos planos de Previdência Aberta da Família VGBL, redução de 9,9%.
De acordo com o presidente da Confederação, Dyogo Oliveira, o desempenho dos planos de Previdência Aberta no período pode ser resultado da influência de fatores como o aumento da preocupação com o futuro, particularmente com a aposentadoria, o envelhecimento e a necessidade de mais recursos por mais tempo. O executivo destaca que a redução no volume de resgates também pode ser atribuída a um maior dinamismo da renda familiar e das condições do mercado de trabalho.
Um dos destaques do período foi o Seguro Habitacional. O produto é contratado obrigatoriamente em financiamentos imobiliários e serve como uma garantia fundamental para as operações de financiamento imobiliário, seja para aquisição ou para a construção de imóvel residencial. Este ramo avançou 10,7% no acumulado de janeiro a março de 2024, totalizando mais de R$ 1,7 bilhão em arrecadação. Pela ótica das indenizações, o produto retornou aos segurados R$ 412,5 milhões, 11,4% a mais que no primeiro trimestre do ano passado.
Março, por sua vez, teve o melhor desempenho nominal da série histórica, iniciada em 2007, em arrecadação, com R$ 573,3 milhões e alta de 10,2%. No terceiro mês do ano, as seguradoras que comercializam o produto também constataram alta de 5,1% no pagamento de indenizações, aproximando-se de R$ 137,6 milhões.
O Habitacional, segundo o presidente da CNseg, garante, no mínimo, a quitação do saldo devedor do imóvel financiado, em decorrência dos riscos de morte e invalidez permanente do segurado e, caso ocorram danos físicos, a reconstrução do imóvel financiado. “Dessa forma, ele protege financeiramente todas as partes envolvidas, tanto o comprador do imóvel quanto a instituição financeira”.
Atualmente, o Seguro Habitacional contempla duas modalidades. O Seguro Habitacional em Apólices de Mercado garante a quitação do saldo devedor do imóvel financiado em caso de morte e invalidez permanente do segurado (MIP). E o Seguro Habitacional em Apólices de Mercado – Demais Coberturas, que se refere a coberturas dos riscos de Danos Físicos ao Imóvel (DFI) e outras coberturas que sejam contratadas adicionalmente.
“A cobertura de DFI garante, ao comprador, o reembolso dos gastos decorrentes dos danos físicos ao imóvel causados por, no mínimo, incêndio, raio, explosão, vendaval, destelhamento, inundação ou alagamento, desmoronamento total ou parcial e ameaça de desmoronamento”, explicou Oliveira. Neste caso, detalha o executivo, a indenização paga pela seguradora deverá ser suficiente para a reposição do imóvel em estado equivalente ao que se encontrava antes da ocorrência do dano.
Com objetivo de levantar doações para apoiar as milhares de vítimas atingidas pelas inundações no Rio Grande do Sul, a Associação Brasileira de Promotores de Eventos (Abrape) realizará, nos dias 7 e 9 de junho, o Festival Salve o Sul. A iniciativa acontecerá no Allianz Parque, em São Paulo, e contará com o apoio da ESSOR Seguros e da corretora Howden, as responsáveis pelo seguro do evento.
Ricardo Minc, Diretor de Esportes, Midia e Entretenimento na Howden, reforça: “temos um cenário que mexeu completamente com a vida das pessoas. Essa ação solidaria é muito importante e não poderíamos deixar de fazer parte deste movimento. O Rio Grande do Sul realmente precisa de ajuda e de forças para a reconstrução do Estado”.
Para Roberto Uhl, Head Digital da ESSOR, “é uma honra participar do Festival Salve o Sul, e contribuir com a nobre causa de ajudar o Estado do Rio Grande do Sul, onde temos nossos segurados, colaboradores e parceiros. É importante colaborar neste momento de união para que as pessoas possam restabelecer suas rotinas e retomar a vida profissional e familiar”.
Ao todo, o festival irá receber 30 artistas, entre eles os AMIGOS(Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano e Leonardo), Luísa Sonza, Pedro Sampaio, Lulu Santos, Menos É Mais, Ferrugem, MC Daniel, Carlinhos Brown, Léo Santana, Ludmilla, Armandinho, Juliette e Vitor Kley. Artistas que também levarão convidados para dividir o palco com eles.
Serviço
Evento: Festival Salve o Sul;
Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1.705 – Água Branca, São Paulo;
A corretora de seguros Galcorr anuncia a chegada de Guilherme Freitas como novo superintendente de garantias. Nesta função, Freitas será responsável pela supervisão e pelo fortalecimento das operações relacionadas a garantias, considerada uma área estratégica que, dentre outros, assegura o cumprimento de obrigações contratuais, mitigando riscos para os clientes.
Graduado em Direito pela PUC-SP, com pós-graduação em Direito Contratual pela mesma instituição, Freitas possui mais de 20 anos de experiência no mercado securitário. Sua trajetória profissional inclui passagens por importantes seguradoras, corretoras de seguro e áreas de gestão de riscos de clientes nacionais e internacionais, com destaque para Seguro de Responsabilidade Civil, E&O (Erros e Omissões), D&O (Diretores e Executivos), Riscos Operacionais, Garantia e Crédito.
“A Galcorr é uma corretora reconhecida pela excelência no atendimento e tenho a alegria de me juntar a esse grande time para atingir o objetivo de dar ao cliente a melhor experiência no que tange à soluções no âmbito do seguro”, comentou Freitas.
Como o seguro pode amenizar eventuais danos e prejuízos a empresas e comunidades causados por acidentes que resultem em poluição ao meio ambiente? E se uma eventual contaminação da água, ar ou solo ocorrerem como consequência de eventos climáticos extremos — como o que atinge há semanas o Rio Grande do Sul? O seguro ambiental cobre todos esses tipos de situação?
As respostas a essas perguntas encontram lugar no episódio desta quinta-feira (6) do Tá Seguro, videocast do InfoMoney que descomplica o universo dos seguros, justamente quando é celebrado o Dia do Meio Ambiente. O programa já está disponível no YouTube e nas principais plataformas de podcast.
Segundo Fabio Barreto, presidente da Comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) e gerente regional de Responsabilidade Ambiental da seguradora Chubb, o seguro ambiental é uma modalidade voltada para empresas de diversos setores, que visa protegê-las contra os impactos financeiros decorrentes de acidentes ou incidentes que causem poluição ou contaminação ambiental. Este seguro cobre os custos de remediação de áreas contaminadas (dentro e/ou fora da empresa), reclamações de terceiros por danos materiais, corporais e morais, além dos danos ambientais em si. “Esses são os três pilares de cobertura que normalmente compreende um seguro ambiental”, diz Barreto.
O diferencial do seguro ambiental, continua Barreto, é considerar na indenização os custos para reparar a área danificada da própria empresa — e não somente os danos causados “fora dos seus muros”. Por exemplo: uma empresa que teve um vazamento prolongado [poluição gradual] de um produto químico que acabou contaminando águas subterrâneas de uma determinada região na qual os moradores da comunidade próxima tinham poços. A população utilizava a água desses poços para consumo e, por isso, teve que ficar pelo menos um ano sem usar essa água. A empresa então pagou caminhão-pipa pelo mesmo período para garantir o abastecimento da comunidade. Ou seja, a indenização do seguro ambiental serviria para pagar o custo com os caminhões-pipa além da descontaminação do ambiente (dentro e fora da empresa).
Indenização: como funciona?
Para garantir a indenização por danos causados a terceiros, explicam os especialistas, existe a cobertura de responsabilidade civil ambiental, que pode ser contratada pelas empresas em complemento a outra apólice (contrato) mais ampla de seguro de responsabilidade civil. Outro exemplo: uma transportadora cujo caminhão sofre um acidente na estrada e derrama um produto químico ao longo da rodovia causando uma poluição súbita e pontual. A cobertura de RC ambiental cobriria os custos com a limpeza e outras indenizações por danos causados a terceiros (como uma comunidade vizinha à rodovia cujo solo foi contaminado pelo vazamento no acidente, para exemplificar).
“[No seguro ambiental] tem coberturas acessórias que não teriam no seguro de responsabilidade civil ambiental, como, por exemplo, toda questão de lucros cessantes, sejam os lucros cessantes do próprio segurado, já que em função da contaminação ele vai deixar de fabricar, produzir e distribuir [os produtos], e os lucros cessantes de terceiros, do entorno que foi afetado”, complementa Ilan Kajan, vice-presidente de Riscos Corporativos da Alper Seguros.
Caso da Braskem em Maceió
Um caso emblemático recente de danos causados ao meio ambiente é o da mineradora Braskem, em Maceió. A extração do sal-gema realizada durante anos pela companhia gerou o afundamento de cinco bairros na capital alagoana e levou 15 mil famílias a perderem seus lares.
Para os especialistas, o caso é difícil para avaliar se caberia ou não indenização pelo seguro ambiental porque, em tese, a companhia tinha todos os alvarás e licenças para a atividade.
“É importante citar esse caso da Braskem, porque é o seguinte: ela teve alvará da prefeitura de Maceió, licença ambiental para fazer as escavações que fez, então é um caso muito atípico, completamente fora de uma responsabilidade ambiental clássica da apólice ambiental. É muito difícil de classificar isso no produto ambiental, quer dizer, ela estava cumprindo todas as regras, a legislação, etc. Agora, muitos anos depois, descobriu-se o problema e o erro que não se restringe exclusivamente à Braskem, mas a todas as gestões públicas predecessoras desse caso”, comenta Gustavo Cunha Mello, especialista em gerenciamento de riscos e sócio da Correcta Seguros. Segundo ele, “tem situações que não são tão claras. De quem é a responsabilidade civil nesse caso?”, questiona.
Na avaliação de Kajan, da Alper Seguros, a Constituição Federal prevê que o meio ambiente é algo público e tem que ser conservado e, além disso, a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6938/1981) define “que o poluidor é obrigado a indenizar, independentemente de existência de culpa”.
Já Barreto, da FenSeg, ressalta que os danos ao meio ambiente podem ser causados de diversas formas, mas “que os eventos cobertos por um seguro ambiental normalmente estão atrelados a um evento que gere uma contaminação”. Não seria, em tese, o caso da Braskem, que gerou dano ambiental, mas não por poluição ou contaminação.
Mercado crescente?
De acordo com os especialistas, ainda são poucas as empresas que contratam o seguro ambiental considerando o tamanho do Brasil. Kajan comenta a existência de ao menos 800 apólices do tipo contratadas no país todo. Na semana em que é celebrado o Dia do Meio Ambiente, especialistas explicam como funciona esse tipo de indenização e como se aplica a casos emblemáticos como o da Braskem em Maceió
Para Mello, a “culpa” do baixo nível de contratação vem de vários lados. “Primeiro do cliente, porque a maioria não tem gestão de riscos, e por outro tem as seguradoras que são muito exigentes e com preços muito caros”, aponta.
Com foco no público feminino, a Suhai Seguradora, empresa brasileira especializada em seguros automotivos, lança o estudo Elas & as Motos: universo invisível das motociclistas brasileiras em parceria com a Scopo Consumer Insights. A pesquisa foi realizada com 2.410 mulheres habilitadas entre 18 e 65 anos e apresenta um panorama completo sobre o setor do ponto de vista feminino, com frente quantitativa e qualitativa, abordando as motivações que as levaram a ter e se apaixonar por motos, visões, opiniões, entre outros temas. Para levar mais profundidade e mais insights sobre o dia a dia delas, a empresa também conversou com as participantes do grupo Aceleradas, um dos maiores movimentos de mulheres motociclistas e garupas do país.
“Para nós, este estudo tem um significado especial. Ele foi pensado para trazer à discussão a vivência e o ponto de vista das mulheres motociclistas. Foi idealizado e executado por mulheres e nasceu com a missão de compreender um público que cresce a cada ano, mas sobre o qual se tem pouca informação disponível”, comenta Janaína Iziquiel, diretora de marketing da Suhai Seguradora. “Nosso objetivo é dar voz a essas motociclistas, entendendo suas experiências, desejos e desafios em um mundo ainda dominado por homens. Como seguradora referência em seguros para motos, queremos usar esses insights para entender como podemos melhorar continuamente nossos produtos e fortalecer o relacionamento com nossas clientes mulheres”, completa.
O material mostra que 56% das mulheres habilitadas no Brasil usam suas motos diariamente. Ao longo dos últimos 10 anos o número de mulheres pilotando motocicletas cresceu 77%, seguro números da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Segundo as entrevistadas, deslocamento (53%) e lazer (38%) são os principais motivos que as levam a andar de moto todos os dias. Elas preferem usar suas motos por conta da rapidez e praticidade na mobilidade diária, além da economia que o meio de transporte proporciona.
Machismo na estrada
Outro dado apresentado na pesquisa é que 47% das mulheres afirmam que já tiveram sua capacidade de pilotagem questionada apenas por serem mulheres. Além disso, 46% consideram o universo das motos excessivamente masculinizado. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em 2021, 35% das pessoas habilitadas no Brasil são mulheres. Elas dizem que sofrem com o machismo estrutural das ruas e que sentem que há falta de respeito quando percebem que quem está por baixo do capacete é uma mulher.
Quando o estudo aborda temas referentes ao mercado de motociclistas, 63% das participantes dizem que, nos últimos anos, as marcas passaram a enxergar as mulheres que pilotam. No entanto, 84% acreditam que faltam produtos pensados para mulheres e suas motos. “Esse recorte da pesquisa é um sinal de que as marcas precisam olhar mais para o público feminino e aqui na Suhai sempre buscamos ouví-las. Esse estudo é uma prova disso”, declara Janaína.
O material ainda aponta que a maioria das mulheres pilotas de moto está na região Sudeste (42%). Em seguida, aparecem as regiões Sul (22%); Nordeste (15%); Centro-oeste (13%); e Norte (9%).
Com o objetivo se tornar um canal de conteúdo ainda mais relevante para sua força de vendas, a Icatu Seguros – maior seguradora independente do país em Vida, Previdência e Capitalização – lança a segunda temporada do IcatuCast – Corretor que Inspira, videocast dedicado aos corretores de seguros. Repaginada, a segunda temporada passa a contar com rodas de conversas e um novo cenário para papos descomplicados sobre longevidade, planejamento, educação financeira, entre outros temas relevantes para a jornada no mercado de seguros. O primeiro episódio vai ao ar nesta quinta-feira (06/06).
“Os corretores são fundamentais para o nosso negócio e estar em constante diálogo com eles é essencial para permanecermos alinhados e competitivos. Nosso objetivo maior com todas as ferramentas e ações em prol destes valiosos profissionais é dar ainda mais suporte e conhecimento para que possam desempenhar seu trabalho com cada vez mais excelência. Com o IcatuCast, compartilhamos conhecimentos, ouvimos suas demandas e pensamos juntos em soluções que atendam às suas expectativas e necessidades”, destaca Alexandre Vilardi, Vice-Presidente Corporativo da Icatu Seguros.
As novidades da segunda temporada foram desenhadas a partir de um minucioso trabalho de mapeamento de dados e das interações dos corretores nos canais da seguradora. Os assuntos mais buscados e engajadores foram selecionados para pautas e convidados, assegurando que o conteúdo oferecido esteja alinhado com as necessidades e interesses destes profissionais. “A primeira temporada do IcatuCast foi um sucesso e nos trouxe muitos aprendizados. Nesta nova edição, estamos levando discussões ainda mais relevantes com um formato ainda vez mais leve e atraente, totalmente em linha com o feedback dos corretores. Essas mudanças reforçam o compromisso da Icatu de trabalhar de maneira incansável para ser ainda mais relevante no dia a dia deles”, afirma Cinthia Kato, Diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros.
Além de abordar ferramentas e iniciativas ligadas à proteção e o planejamento financeiro, a nova temporada também irá se aprofundar em temas que podem impulsionar o negócio do corretor, como marketing digital, tecnologia e inovação. Os episódios terão a participação de executivos da companhia e receberão convidados, como corretores e especialistas de diferentes setores.
O episódio de lançamento da nova temporada terá como tema “Pessoalização: como a tecnologia avança para oferecer produtos e serviços individualizados”, e contará com Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu, e Humberto Sardenberg, superintendente de Experiência Digital da seguradora. O bate-papo discutirá a evolução de algoritmos de inteligência artificial, aprendizado de máquina e análise de dados, e como empresas e os corretores de seguros podem utilizar estas ferramentas para oferecer experiências únicas e sob medida.
Serviço:
IcatuCast – Corretor que Inspira (Temporada 2)
Episódio: Pessoalização: como a tecnologia avança para oferecer produtos e serviços individualizados
Convidados: Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida (Icatu Seguros); Humberto Sardenberg, superintendente de Experiência Digital (Icatu Seguros)
A Bradesco Vida e Previdência realizou um encontro com corretores na última terça-feira, dia 4 de junho, em Alphaville (SP), para discutir a importância de ferramentas como o seguro de vida e a previdência privada no contexto de wealth planning (planejamento patrimonial, na tradução do inglês). Mais de 200 profissionais participaram presencialmente do evento e cerca de dois mil se conectaram de forma remota, de todas as regiões do Brasil.
A iniciativa dá continuidade ao compromisso da companhia de levar conhecimento aos profissionais que atuam na consultoria do planejamento patrimonial e sucessório de seus clientes. Usando cases reais, o evento debateu as abordagens e os argumentos comerciais, colocando em prática os conceitos apresentados no primeiro encontro sobre o tema, realizado em março, e reforçando o papel do seguro de vida e da previdência privada.
“A necessidade de proteger o patrimônio conquistado durante a vida independe do seu tamanho. E a Bradesco Vida e Previdência acredita no potencial do corretor de atuar como um consultor no planejamento sucessório, para além da venda dos produtos”, destaca Ricardo Campos, superintendente Executivo da Bradesco Vida e Previdência. “Mais do que uma ferramenta de capacitação, encontros como esse, que unem o conceito com a prática, são essenciais para a troca de experiências.”
Além de Campos, participaram do bate-papo os especialistas do Bradesco Global Private Bank Márcio Renato Ribeiro, superintendente Executivo de Wealth Planning, Isabella da Mata, Senior Wealth Planner, e Poliana Simas, especialista em Wealth Planning. Também estiveram presentes os executivos do Grupo Bradesco Seguros, Américo Gomes, diretor-Gerente da Organização de Vendas, Francisco Rosado, diretor Comercial, e Fabrício Zunfrile Machado, superintendente Executivo.
Depois de muito suspense, os executivos do grupo HDI anunciaram a marca que substituirá o nome Liberty Seguros: Yelum Seguradora. “Tudo fica igual. A Yelum vem para surpreender, combinando excelência na jornada a um preço competitivo, mantendo o portfólio atual de produtos e focando na evolução da experiência de todos os públicos. Apenas deixamos de usar a marca Liberty Seguros por uma questão contratual”, explicou o CEO Eduardo Dal Ri durante a festa de lançamento em Florianópolis (SC) nesta quarta-feira, 5.
Antes mesmo do anúncio da nova marca, Dal Ri chamou ao palco o diretor de operações e sinistros da seguradora, Marcio Probst, para falar sobre tudo que tem sido feito no Sul. “Já pagamos R$ 100 milhões em sinistros relacionados à tragédia no Rio Grande do Sul. Estamos atendendo nossos clientes e corretores de forma presencial e remota para sairmos deste primeiro momento de emergência de salvar pessoas. Agora estamos na fase de remover os veículos, que representam praticamente 90% do valor pago em indenizações, e iniciamos a nova fase, de ajudar a reconstruir o Estado”, disse.
Na sequência, Dal Ri anunciou uma nova doação do grupo por meio da Yelum de R$ 1,5 milhão para ajudar na reconstrução do Sul, e chamou ao palco dois executivos estrangeiros que vieram para participar do lançamento, reforçando a importância do Brasil na estratégia mundial do grupo alemão. “A América Latina é uma região muito importante para o grupo e o Brasil já responde por 50% de todos as receitas da unidade internacional. Tenho certeza de que podemos crescer muito mais e estamos muito felizes de poder ofertar três marcas diferenciadas aos brasileiros”, afirmou o CEO Internacional da HDI, Wilm Langenbach, ao lado do Head da HDI International na América Latina, Nicolas Masjuan.
Foram mais de seis meses para criar a marca que dará continuidade ao legado da Liberty, cujo nome deixa de existir a partir de novembro, e agora o grupo Talanx atua com três marcas no Brasil. A Yelum com a venda de produtos no varejo como seguros auto, residencial e vida entre os principais do portfolio; a HDI segue com os produtos de varejo, empresarias e também grandes riscos; e a Aliro como marcas dos produtos com preços mais acessíveis e experiência de compra simplificada.
“Todas têm papeis indispensáveis na operação e se complementam de modo a atender a diferentes perfis de consumidores e parceiros. A partir de agora, nosso portfólio passa a ser um dos maiores e mais competitivos do mercado, algo que, sem dúvidas, trará novas oportunidades aos nossos parceiros e mais liberdade e segurança para todos os segurados. Temos 18 produtos apenas em auto no portfólio para atender o corretor de seguros. A Yelum vem para surpreender, combinando excelência na jornada a um preço competitivo, mantendo o portfólio atual de produtos e focando na evolução da experiência de todos os públicos. Traz liberdade de escolha, simplicidade e proximidade”, destaca Marcos Machini, vice-presidente da HDI Brasil.
Como continuidade ao grande lançamento da Yelum, os executivos do Grupo HDI iniciaram uma série de roadshows com corretores pelo Brasil, começando com Salvador (BA) no dia 6 de junho. Os próximos estão marcados para 11 de junho, em Belo Horizonte (MG), 13 de junho, em São Paulo (SP), e 26 de junho, em Curitiba (PR).
Os encontros têm como objetivo apresentar a nova marca para corretores e demais parceiros de cada região do país. Além disso, também é um momento em que a companhia vai reforçar como o processo de transição da Liberty para a Yelum acontecerá de forma gradual até o mês de novembro, incluindo sistemas, plataformas e o próprio site institucional.
“Um dos principais pilares de negócios do Grupo HDI é a proximidade com os corretores, pois eles são fundamentais para todo o mercado. Com o lançamento da Yelum, entendemos que precisamos estar ainda mais próximos dos parceiros, pois eles terão novas oportunidades de sucesso a partir de agora”, comenta Machini. “Por isso, queremos dar todo o apoio necessário para que eles se familiarizem o mais rápido possível com a Yelum”, finaliza o executivo.
Construção da marca
Com investimentos parrudos, mas não divulgados, Dal Ry conta que para chegar no nome Yelum, o grupo HDI testou uma série de possibilidades. “Tínhamos 25 nomes, todos com suas nuances. Foi um trabalho interessante e que me ensinou muito sobre marca”, conta o CEO.
Após conduzir pesquisas com corretores e clientes, optou por uma nomenclatura curta, forte, sonora, que remete a liberdade, luz, simplicidade e agilidade, e pelo amarelo, cor já característica da Liberty. A nova marca é formada por diversos significados: Yel é uma abreviação de yellow ou amarelo, Lum vem de luz e Um reforça que a marca é única para cada pessoa.
Entre os atributos, a Yelum é envolvente, pois ouve as necessidades de clientes e parceiros e cria as melhores soluções de seguros lado a lado com estes públicos, ao mesmo tempo que tem a característica ponta firme, pois sempre entrega o que promete e inspira confiança. A nova marca ainda tem sintonia com todos as pessoas, antecipando seus desejos para agir com inteligência e agilidade, e um espírito livre, inovando constantemente e experimentando novas formas de fazer melhor.
Todo o processo criativo foi feito em parceria com o time da Ana Couto, agência com mais de 30 anos de experiência em projetos de consultoria e branding que alinham marca, negócio e comunicação para impulsionar o valor de pessoas e empresas.
“Com a Yelum, teremos a oportunidade de alcançar ainda mais consumidores, já que passaremos a oferecer mais opções de proteções personalizadas que se encaixam nas necessidades dos clientes e que contribuem com o sucesso e com a criação de novos caminhos para os corretores parceiros”, comenta Dal Ri. “Estamos bastante otimistas em fazer essa adesão ao mercado e esperamos que a nova marca colabore com o crescimento que temos visto no segmento segurador”, completa o executivo.
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